#vamosmudarbrasilia
Denuncia grave, que merece atenção e investigação com certeza.
Funcionários
do Serviço Social da Indústria (Sesi) denunciaram à Corregedoria Geral
da União (CGU) no começo do ano a existência de fantasmas nos quadros da
entidade, informa a revista Época em sua edição deste fim de semana.
Segundo
a reportagem, todos os “fantasmas” foram indicados pelo ex-presidente
Luiz Inácio Lula da Silva e outros próceres do PT. Os auditores da CGU,
como caça-fantasmas, foram a campo. Em uma casa amarela, nº 787, da Rua
José Bonifácio, no Centro de São Bernardo do Campo, em São Paulo,
funciona o escritório de representação em São Paulo do Conselho Nacional
do Serviço Social da Indústria, o Sesi. A casa fica a 40 metros do
Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em que Lula se projetou como um dos
maiores líderes políticos do Brasil.
O sindicato mais famoso do País continua
sob o comando de Lula e seus aliados, diz Época. A casa amarela foi
criada por esses aliados no governo Lula. Quem a banca são as indústrias
do País, mostra a reportagem.
Segundo a Época,
o escritório é modesto, mas os salários são inimagináveis e para
trabalhar lá é preciso ser amigo de petistas poderosos. Dois dos
funcionários “fantasmas”, segundo a publicação, são próximos de Lula,
sua nora Marlene Araújo Lula da Silva e a mulher do ex-deputado João
Paulo Cunha, condenado no processo do Mensalão, Márcia Regina Cunha.
Marlene raramente aparece no serviço, apesar de ter um salário de R$
13.500,00 mensais, enquanto Márcia, que está empregada como gerente de
Marketing, recebe R$ 22 mil por mês, denuncia a publicação.
O
presidente do Sesi, Jair Meneghelli, nomeado por Lula e há 11 anos na
entidade, recebe salário de quase R$ 60 mil, somando ao salário uma
verba de representação. Por meio de sua assessoria, Meneghelli afirmou
que Marlene, Márcia e outros funcionários do Sesi cumprem suas jornadas
de trabalho normalmente, que os cargos são de livre provimento e que os
carros usados por ele são compatíveis com “padrão executivo, adotado
pela instituição desde antes da atual gestão, e a despeito de quem seja
gestor”. (Fonte: Diário do Poder)
fonte - revoltabrasil





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