Diário do Poder
Os 81 senadores acumulam, além de gordos salários (R$33,7 mil/mês), verba de gabinete (R$160 mil/mês) e um super cotão para o que quiserem (R$44 mil/mês), 193 passaportes diplomáticos, que dão direito a furar fila na imigração e outras benesses na entrada e saída dos países.
A regalia se estende a cônjuges e filhos (até adultos), que não têm qualquer função pública e, em teoria, sequer acompanham os parlamentares em missões oficiais.
Campeão dessa mamata, Omar Aziz, presidente da CPI da Pandemia, garantiu seis passaportes vermelhos.
Tem para todos
Além dos senadores, cônjuges, filhos e enteados, os passaportes são emitidos também para suplentes, quando tomam posse, e familiares.
Deu ruim, peixe
Romário (PSB-RJ) aparece na lista como único senador que teve o passaporte diplomático “extraviado”. Recebeu um segundo prontamente.
Exemplo solitário
Conhecido pelo zelo com dinheiro público, caso raro entre os senadores, Reguffe (DF) é o único a dispensar a regalia do passaporte diplomático.
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