Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

domingo, 31 de janeiro de 2021

CAPA DAS REVISTAS ANA MARIA, CARAS, GUIA DA TV E TITITI DA SEMANA

 ANDRADE JUNIOR






CAPA DAS REVISTAS VEJA, ISTO É E ÉPOCA DA SEMANA

 ANDRADE JUNIOR




Após 1.660 dias, 'botafogo' deixa comando da Câmara nesta segunda-feira

 Fonte: Pleno.News

Maia deixa o poder após 1.660 dias até esta sexta-feira (29), que se transformarão em 1.663 ao fim de seu mandato na próxima segunda-feira (1°). Traduzidos, os números mostram que ele é o presidente da Câmara há mais tempo consecutivo no poder desde 1958, quando Ranieri Mazzilli ficou 2.542 dias, ou quase sete anos, até deixar o comando da Câmara em 1965.

O que difere Maia de Mazzilli, porém, é o fato de que o herdeiro político de Cesar Maia conseguiu a “proeza” de estabelecer três mandatos seguidos na presidência da Câmara, algo sem registro na história da Casa que completa 200 anos em 2026. O primeiro deles aconteceu após a renúncia de Eduardo Cunha (MDB), em 2016, quando Maia venceu Rogério Rosso (PSD-DF), por 285 votos a 170.

Em 2017, ao favorecer-se do fato de que seu primeiro mandato foi “tampão”, Maia conseguiu eleger-se para seu segundo período, com uma folgada votação de 293 votos contra 105 do segundo colocado, Jovair Arantes (PTB-GO). Na época, Rodrigo Maia se beneficiou de uma decisão do ministro Celso de Mello, do STF, que entendeu que não havia justificativa para impedir a candidatura de Maia.

Por fim, em 2019, o parlamentar se aproveitou do fato de que estava em um novo mandato e ampliou o tempo no comando da Câmara ao vencer, com 334 votos, os concorrentes Fábio Ramalho (MDB-MG), Marcelo Freixo (PSOL-RJ), JHC (PSB-AL), Marcel Van Hattem (Novo-RS), Ricardo Barros (PP-PR) e General Peternelli (PSL-SP).












PUBLICADAEMhttp://rota2014.blogspot.com/2021/01/apos-1660-dias-botafogo-deixa-comando.html


"O poder é diferente de ganhar eleições"

 Lucas Campos, estudosnacionais.com

O establishment midiático desinforma a população, enquanto as mídias independentes e o governo não são páreos para, em tempo hábil, desmascarar a mentira. 

A discrepância entre os aparatos de informação revolucionários e os saudáveis é responsável não só pela insanidade que escraviza o cidadão e arruína o país, mas por reescrever a história diante das testemunhas oculares dos fatos narrados. 

Conservadores, se vislumbram algum ganho politico e cultural no Brasil, precisam observar o tamanho e a sagacidade do adversário. 

Não parece uma boa tática seguir fora das instituições e dos espaços tomados pelos revolucionários. 

Somente a internet e as mídias independentes, como temos visto, não são suficientes para obter o êxito.

O que todo o “jornalismo profissional” está fazendo com os conservadores e o governo é judiação e humilhação. 

O serviço que eles prestam ao Brasil é digno de folhetins de quinta e tablóides de propaganda revolucionária. 

Contudo, para a direita, a surra que vem recebendo diariamente ainda não foi suficiente para que ela caísse em si, percebesse os equívocos e reconfigurasse as prioridades.

Enquanto houver a preferência pelas Câmaras Legislativas ao invés da vontade de marcar presença no jornalismo, perderemos nos dois. 

A guinada ao meio jornalístico e à produção de conteúdo entre a elite midiática deveria ser inversamente proporcional ao atual desejo que a direita tem de ocupar vagas no Parlamento. 

A direita brasileira precisa fazer uma melhor leitura da realidade se quiser algum êxito; precisa perceber que perdeu algumas batalhas nesses campos e carece de uma reorganização. 

Para que se possa obter sucesso, é preciso reconhecer as avassaladoras derrotas sofridas, recuar e traçar uma nova estratégia.

A sanidade dos indivíduos de nossa nação depende muito desse reagrupamento. 

Voltar às primeiras coisas, como cuidar da situação micro, ou seja, educar-se, cuidar da educação dos seus, conviver na comunidade local, estar nas universidades disputando o espaço nas faculdades de direito, história e, principalmente, jornalismo — sem esquecer da educação infantil, ocupando os cursos dessa área. 

Há muito o que se fazer fora do meio de ação político, no qual, precisamos admitir, falhamos. 

Devemos abandonar, então, a política? 

De modo algum: precisamos simplesmente redirecionar os nossos canhões para uma esfera na qual teremos maior poder de ação e resultados mais efetivos. 

Lacrações com poucos caracteres nas redes sociais servem apenas para afagar o ego da direita em geral e fazer com que se auto engane, pois o efeito é efêmero e ilusório. 

Do contrário, caminharemos a passos largos para uma sociopatia generalizada.











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"O poder não perdoa",

 escreve Marcelo Tognozzi

“Mazzilli impossível”, sentenciou o presidente-marechal Castello Branco ao vetar a candidatura do deputado Pascoal Ranieri Mazziilli à presidência da Câmara. Castello tinha assumido o poder em abril de 1964. Trocara o uniforme pelo terno e a gravata, algo que visivelmente o incomodava. 

Com apenas 1,64 metro, o marechal dentro daquela roupa civil se tornava um ser desengonçado, cujo destaque eram os sapatos incrivelmente reluzentes, lustrados diariamente por um taifeiro com doses generosas de nugett.

Naquele 18 de fevereiro de 1965, o marechal falou com seu jeito franco de militar acostumado a mandar. 

No gabinete, diante dele, um grupo de raposas políticas do velho PSD integrado por Amaral Peixoto, José Maria Alkmin, Benedito Valadares, Filinto Muller e Martins Rodrigues. 

Aquela matilha de raposas engoliu a ordem de Castello, atravessou a Praça dos Três Poderes e foi comunicar a Mazzilli que sua candidatura à presidência da Câmara, cargo que ocupava desde 1958, estava definitivamente morta e enterrada.

Depois de Mazzilli, somente Rodrigo Maia sentou-se por tanto tempo naquela cadeira, cujo ocupante é o 2º na linha sucessória do poder. 

Não sei se Maia se deu ao trabalho de conhecer Mazzilli. 

Teria aprendido bastante com o homem que veio de longe, da desconhecida Caconde, tão pequena que hoje ainda é quase uma vila com seus 20.000 habitantes, fincada fronteira de São Paulo com Minas. 

Fez carreira como coletor de impostos e chegou ao topo como chefe do antigo Dasp (Departamento de Administração do Serviço Púbico). 

Era alto, elegante, perfumado, cabelo gomalinado, um tipão de filme italiano dos anos 1950. 

Mas por trás daquela imagem havia uma saúde frágil. 

Sofria de anorexia, uma azia recorrente, problemas renais e sequelas de uma doença pulmonar mal-curada.

Rebateu a má notícia com um comprimido de pepsamar. Sabia que sua trajetória tinha chegado ao fim. 

As raposas pedessistas miravam Mazzilli como quem assiste à agonia de um bezerro no pasto picado por uma cascavel. 

Nos últimos anos ele ocupara a Presidência da República em 2 momentos cruciais: após a renúncia de Jânio Quadros, de 25 de agosto a 7 de setembro de 1961, quando João Goulart tomou posse, e de 2 a 15 de abril de 1964, antes de entregar o poder a Castello.

O deputado Nelson Carneiro, eleito pelo PSD do Rio, baiano, advogado e cuja coragem era inversamente proporcional à aparência magra e frágil, avisou Mazzilli que revidaria da tribuna a ousadia de Castello em intervir na Câmara como se fosse um puxadinho do Palácio do Planalto. 

Fez um discurso irônico, arrancando gargalhadas do plenário e azedando os militares. 

“O marechal Castello Branco não pode ser o homem que transaciona com deputados oferecendo empregos e benefícios”, cutucou Nelson.

Os aliados do governo reagiram e um burburinho se formou no plenário. Nelson então deu no fígado: “No dia 1º de abril, quando os rumos do país ainda não estavam definidos, o senhor Mazzilli atendeu a um telefonema do general Costa e Silva. 

O atual ministro da Guerra apelava para que o presidente da Câmara assumisse imediatamente a Presidência da República a fim de evitar derramamento de sangue. 

E o senhor Mazzilli, imperturbável, respondeu-lhe: general, o Congresso vai se reunir hoje. 

O que o Congresso decidir, eu cumpro”.

Bilac Pinto da UDN, candidato do governo, sucedeu a Ranieri Mazzilli que naquele ano ajudaria fundar o MDB, partido de oposição ao regime. 

Manietado politicamente, caiu em desgraça e, na eleição seguinte, o máximo que conseguiu foi uma 6ª suplência. Muitos dos seus companheiros de PSD acabaram na Arena, partido de sustentação do regime militar, entre eles Filinto Muller, Benedito Valadares e José Maria Alkmin, participantes da reunião na qual Castello declarou o veto a Mazzilli e o empurrou para a porta de saída da política.

Sem votos e sem poder, teve sua reputação destroçada por inimigos que não economizaram na maldade do apelido: o chamavam de “modess”, porque era descartável e tinha o dom de estar sempre na hora e lugar certos para evitar derramamento de sangue. 

O poder não perdoa. Até poucos dias antes do fatídico 18 de fevereiro, ele era forte, inteligente, imbatível.

Foi uma lição dolorida e definitiva. 

Os militares lhe impuseram uma decadência precoce aos 55 anos. 

Sem poder e influência, alvo do escárnio dos adversários, Pascoal Ranieri Mazzili foi condenado ao esquecimento. 

Tomou as rédeas da sua fazenda de café em Ouro Fino, Minas, e lá trabalhou até sua morte aos 64 anos, na UTI do Hospital Oswaldo Cruz, na madrugada do dia 21 de abril de 1975.

Naquela 2ª feira, o Brasil iniciara a campanha de vacinação para combater uma epidemia de meningite e o ministro da Justiça, Armando Falcão, virou manchete ao declarar em alto em bom som que “a Revolução continua ativa e forte”. 

Após cerimônia simples, quase acanhada, Mazzilli foi enterrado no Cemitério do Araçá sem honras e pompas de chefe de poder. 

A Câmara suspendeu seus trabalhos num dia já tradicionalmente esvaziado. 

A Folha noticiou sua morte num cantinho da 1ª página. 

O Estadão, não deu importância. 


A última década apagara seus rastros.


Poder360












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sábado, 30 de janeiro de 2021

BRASIL ESTAGNADO NO COMBATE À CORRUPÇÃO?

 PERCIVAL PUGGINA

Se deixarmos de lado o que pretende a mídia militante com essa leitura do relatório da Transparência Internacional (TI), a resposta à pergunta é afirmativa. O Brasil estagnou no combate à corrupção. Claro que a intenção da militância é bem outra, é venenosa, e não é preciso explicar seus motivos.

         Examinemos de perto a informação disponibilizada pela TI. Ela corresponde a uma medição feita em 2019 (o relatório é de 2020, mas seus fundamentos foram compulsados em 2019). O relatório não expressa a sensação de corrupção no interior do governo federal. Isso seria absurdo, por ausência de fatos, num país que sofreu nos anos anteriores a maior roubalheira da história universal e viu de perto figurões da República e do mundo empresarial sendo acordados pela Polícia Federal. Não, não digam isso a uma nação que assistiu em vídeo as confissões de culpa, as denúncias em colaboração premiada, as centenas de condenações criminais, as devoluções espontâneas de dinheiro roubado, os bilhões buscados em paraísos fiscais, as apreensões, as prisões.

Quem sai de Sodoma e Gomorra não vai se escandalizar com beijo de adolescente em festa de aniversário.

         Num país que passou pelo que o Brasil passou, a sensação de que o combate à corrupção estagnou ganha sentido com o desânimo da sociedade ao ver as portas das prisões de corruptos sendo escancaradas em gestos magnânimos do Supremo Tribunal Federal. Essa sensação tem muito a ver com a percepção do que acontece no Congresso Nacional e com a má qualidade ética das negociações que lá se estabelecem. Tem muito a ver com um projeto de combate ao crime enviado ao parlamento, retornar como Lei de Abuso de Autoridade para inibir a ação de policiais, de promotores e magistrados. Tem muito a ver com a frustração da sociedade perante o retorno à regra da prisão apenas na véspera do Juízo Final, quando, enfim, haverá justice for all. Tem muito a ver, por fim, com a percepção de um conluio envolvendo Senado e STF para engavetamento geral dos processos. O STF não julga senadores e os senadores não julgam ministros do STF. Os processos envelhecem de perder a memória, asilados nas prateleiras onde dormem de roncar.

         Pessoalmente, se consultado sobre minha própria percepção hoje, eu me posicionaria também pela sensação de estagnação por saber o que aconteceu durante o ano de 2020 (não avaliado para o índice de 2019) no âmbito de muitos estados e municípios. No velho figurino nacional, parte dos recursos bilionários destinados pela União ao combate à covid-19 foi parar em mãos desonestas.  Não apenas recebido como “auxílio” por quem devia estar auxiliando os mais carentes, mas envolvendo concorrências com dispensa de licitação autorizada por lei federal para casos de calamidade.

         Frustrante? Sim, frustrante, principalmente porque, em momento algum, se tratou de corrigir as causas institucionais que levam o Estado brasileiro a operar de um modo que estimula a corrupção e entra em letargia quando se trata de, efetivamente, punir os corruptos.

 











PUBLICADAEMhttps://www.puggina.org/artigo/brasil-estagnado-no-combate-a-corrupcao?__17353


EM SOLIDARIEDADE A OSWALDO EUSTÁQUIO

 Autor desconhecido

Nota do editor: Por oportuno, compartilho com meus leitores  esta pequena história recebida em homenagem a uma das vítimas do “Inquérito do fim do mundo”.

“Primeiro dia de aula, o professor de 'Introdução ao Direito' entrou na sala e a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila:
- Qual é o seu nome?
- Chamo-me Nelson, Senhor.
- Saia de minha aula e não volte nunca mais! - gritou o desagradável professor.
Nelson estava desconcertado. Quando voltou a si, levantou-se rapidamente, recolheu suas coisas e saiu da sala.
Todos estavam assustados e indignados, porém ninguém falou nada.
- Agora sim! - vamos começar .
- Para que servem as leis? Perguntou o professor - Seguiam assustados ainda os alunos, porém pouco a pouco começaram a responder à sua pergunta:
- Para que haja uma ordem em nossa sociedade.
- Não! - respondia o professor.
- Para cumpri-las.
- Não!
- Para que as pessoas erradas paguem por seus atos.
- Não!
- Será que ninguém sabe responder a esta pergunta?!
- Para que haja justiça - falou timidamente uma garota.
- Até que enfim! É isso, para que haja justiça.
E agora, para que serve a justiça?
Todos começaram a ficar incomodados pela atitude tão grosseira. Porém, seguíamos respondendo:
- Para salvaguardar os direitos humanos...
- Bem, que mais? - perguntava o professor .
- Para diferençar o certo do errado, para premiar a quem faz o bem...
- Ok, não está mal porém respondam a esta pergunta:
Agi corretamente ao expulsar Nelson da sala de aula?"
Todos ficaram calados, ninguém respondia.
- Quero uma resposta decidida e unânime!
- Não! - responderam todos a uma só voz.
- Poderia dizer-se que cometi uma injustiça?
- Sim!
- E por que ninguém fez nada a respeito? Para que queremos leis e regras se não dispomos da vontade necessária para praticá-las? Cada um de vocês tem a obrigação de reclamar quando presenciar uma injustiça. Todos. Não voltem a ficar calados, nunca mais!

Vou buscar o Nelson. Afinal, ele é o professor, eu sou aluno de outro período.”

Nota do editor: Nossa dignidade é aviltada quando silenciamos perante a injustiça que vemos.











PUBLICADAEMhttps://www.puggina.org/outros-autores-artigo/em-solidariedade-a-oswaldo-eustaquio__17364


“Mídia do ódio” e oposição engolem um camelo, mas se engasgam com um mosquito

 Jornal da Cidade

Ora, é de conhecimento público, inclusive porque o chefe de Estado já foi fotografado comendo, que Bolsonaro gosta muito de pão com leite condensado. De posse dessa informação, os milhares de opositores que o presidente tem, precipitadamente, “soltaram a notícia urgente” que era preciso “investigar” o caso.

O que aconteceu com a imprensa? Perdeu o pudor e o limite?

Pior ainda foi ver políticos da estirpe de Ciro Gomes (PDT-CE) bradando que a compra “era corrupção”, sem sequer ter tido a prudência de analisar os dados.

Se Ciro fosse mais sensato, teria lembrado que o irmão dele, o senador Cid Gomes (PDT-CE), quando foi governador do estado do Ceará, em 2013, foi denunciado pela contratação de um buffet que custou R$ 3,4 milhões aos cofres públicos.

O caso foi chamado de a “farra do caviar”, porque se tratava de um contrato milionário para abastecer a cozinha da residência oficial e o gabinete do gestor estadual com iguarias, que incluíam centenas de quilos do que há de mais fino na culinária internacional; para garantir a boa mesa a Cid Gomes, família e convidados.

Mas, não precisamos voltar muitos anos no tempo. Vamos ano passado: ninguém se lembra mais da compra milionária de itens de luxo, como lagosta e vinhos premiados, para os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) se deliciarem??

A “doce” hipocrisia da oposição só ajuda a fortalecer Bolsonaro e a acabar, de vez, com a credibilidade da “mídia do ódio”.














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Augusto Nunes detona ‘aproveitadores da pandemia’: "Chegada da vacina pariu a 2ª onda de safadeza" (vídeo)

 Jornal da Cidade


Em uma análise mais que precisa da situação, Augusto Nunes declarou:

“A chegada ao Brasil da pandemia de coronavírus, teve como imediato efeito colateral a primeira onda de bandalheiras tramadas por governantes e empresários bandidos. O ‘covidão’ foi coisa de larápio”, disse ele.

Ao comentar sobre os problemas que vem sendo enfrentados desde o início da imunização, Nunes alega que a culpa é da roubalheira e da safadeza, contra as quais não há vacina:

“A chegada das vacinas pariu a segunda onda de safadezas, já batizada de ‘vacinão’. É coisa de vigarista’, continuou ele.
“Os primeiros a furarem a fila foram prefeitos, seus assessores de estimação e até namoradas. A malandragem foi ampliada por dirigentes sindicais, dispostos a tudo para subverter a fila com a inclusão das categorias a que pertencem. Vale insistir: não há vacina contra a roubalheira e a safadeza. O remédio é uma quarentena no presidio."

Confira:


CLIQUE NO LINK ABAIXO E ASSISTA

https://www.youtube.com/watch?v=C-6bFcxuPug



"Poema de despedida a Rodrigo Maia faz sucesso na web e resume o sentimento da Nação",

 por Emílio Kerber Filho

Seu desempenho e comportamento não deixarão saudades para ninguém.

Desconectado com a realidade, sem ter contato com o povo por voar apenas nos aviões da FAB, Maia não passou de um comentarista político das ações do Governo e demonstrou um comportamento imaturo que prejudicou o rumo do Brasil.

Moribundo no final de seu mandato, já se sabe que não fará seu sucessor.

Seus privilégios acabaram e, com o rabinho entre as pernas, deve ser relegado ao ostracismo.

A Nação respirará aliviada e o Governo deve respirar com o seu destravamento.

Na internet, com bom humor, o Poema Adeus, “Mala” resume o sentimento do povo e o futuro de Maia.

Confira:

ADEUS, “MALA”!

.

Brasileiro ou chileno
Não sabemos tua nacionalidade
Mas o certo, ao menos
É que te falta originalidade

.

Das planilhas da odebrecht
Ao papelão de caducador
Nunca esqueceremos o frete
Do Botafogo impostor

.

A farra vai acabar
E também a nossa dor
A FAB vai passar
Nhonho bajulador

.

Lira ou Baleia
Tanto faz quem for
Não te queremos nem sem meia
Não importa teu sucessor

.

O Brasil quase parou
Com imensa dor
Tudo você travou
Grande engavetador

.

Na Azul, Gol ou TAM
Nos veremos num voo logo mais
O povo não é tantã
E gritaremos nunca mais

.

O Mito tem milhões
Você, poucos mil
Mas agiu sem grilhões
Como dono do Brasil

.

Se o ego é pecado
Teu futuro é mais do que incerto
Você foi desmascarado
E não terá ninguém mais por perto

.

Bolsonaro foi escolhido
Você veio do acaso
Agora acordará perdido
E verá o teu fracasso

.

Mas não pense que acabou
ainda há uma lição
Você é mortal e nos ferrou
E Bolsonaro é, o líder da Nação














PUBLICADAEMhttp://rota2014.blogspot.com/2021/01/poema-de-despedida-rodrigo-maia-faz.html 


"Não adianta chorar sobre o leite condensado... Quem leva o troféu 'óleo de peroba'"?,

  indaga Marcelo Rocha Monteiro - Procurador de Justiça

Na semana que se encerra, tivemos uma pequena amostra do poço sem fundo em que mergulhou uma parte significativa da grande imprensa brasileira (grupo Globo, grupo Folha/UOL etc.).

No início da semana, o site Metrópoles anunciou que o gasto do governo Bolsonaro com alimentação havia aumentado em 20% na comparação com o governo anterior, dando grande destaque ao fato de que, só com a compra de leite condensado, haviam sido gastos mais de 15 milhões de reais.

Foi o que bastou para que jornalistas e políticos de oposição, com ares de indignados, passassem a martelar as palavras “governo corrupto”, “escândalo”, “mordomias” etc.

Até que, no meio da semana, veículos que ainda tentam fazer um jornalismo mais sério (como o site Poder 360) verificaram os números e informaram que tudo não passava de fake news: os gastos do governo Bolsonaro com alimentação não só NÃO aumentaram, na comparação com o governo anterior, como, pelo contrário, diminuíram.

Informavam também que, ao contrário do que maldosamente tentava insinuar a militância jornalística de oposição, os 15 milhões em leite condensado não eram, obviamente, para consumo pessoal do presidente, seus familiares e assessores próximos, e sim para alimentar as tropas das Forças Armadas em todo o país, para instituições de ensino federal e outros setores do poder executivo.

Diante do vexame de serem pegos em flagrante divulgando as fake news que dizem combater, jornalistas da grande mídia reagiram de forma diversa.

Alguns, como o senhor Ancelmo Gois, se fizeram de mortos e não tocaram mais no assunto.

Já o senhor Merval Pereira, que na coluna da quarta-feira falava em “escândalo” de corrupção que “merece ser investigado”, na quinta-feira pôs o rabinho entre as pernas e disse que, “diante das explicações”, “reconsiderava as críticas”.

Mas o troféu “Óleo de Peroba” certamente vai para o senhor Ascânio Seleme - possivelmente um dos piores jornalistas do país, embora o páreo seja duríssimo.

Depois de chamar o presidente de “corrupto”, com a leviandade e histeria que caracterizam sua coluna, o jornalista, na edição de hoje de O Globo, afirma que “é falsa” a alegação de Bolsonaro de que a imprensa o teria acusado de comprar 15 milhões de reais em leite condensado; segundo o senhor Seleme, “OS JORNAIS NUNCA ATRIBUÍRAM AO PRESIDENTE A COMPRA DO LEITE”.

Que tal?

Marcelo Rocha Monteiro. Procurador de Justiça no Estado do Rio de Janeiro.

Jornal da Cidade



















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"A loucura de Joe Biden sobre as mudanças climáticas",

 por Por Kevin D. Williamson - National Review

Joe Biden tem certeza de uma coisa sobre a mudança climática – que qualquer evolução significativa da política dos EUA sobre o assunto pode vir apenas de uma "resposta nacional unificada". Não há nada disso em gestação, e Biden não mostra inclinação ou aptidão para forjar um novo consenso sobre o clima.


Em vez disso, ele está se inclinando para seu modo favorito de política, o bem-estar corporativo, ao prometer que o governo federal comprará uma grande e nova frota de veículos com emissões zero que, diz ele – baseado em quase nada –, criará 1 milhão de novos empregos.


Ele está emitindo ordens executivas nesse sentido, que na prática não significam muita coisa – o presidente não tem dinheiro para gastar além daquele que o Congresso destina, e o Congresso não destinou fundos para compras de happy hour na Tesla ou na General Motors, aquela ala secundária do governo federal.


“Os democratas deveriam agir como se tivessem vencido a eleição”, dizem os progressistas. Sim deveriam. Mas há 50 republicanos no Senado e 211 republicanos na Câmara que também venceram as eleições.


Biden não aprendeu a lição do fracasso do regime da Affordable Care Act – ACA [Lei de Cuidados Acessíveis]: que grandes mudanças na política nacional exigem uma "resposta nacional unificada" real, em vez de um discurso sobre a necessidade de uma "resposta nacional unificada" – ou, na falta disso, pelo menos um amplo consenso bipartidário. As principais mudanças de política que acontecem sem esse tipo de consenso são inerentemente instáveis.


Os democratas aconselharão Biden a tirar uma lição diferente do fiasco da ACA: que os republicanos não negociarão de boa fé e que se oporão às principais iniciativas democratas, não importa quais compromissos ou concessões sejam oferecidos. A questão é justa – os republicanos, depois de todos esses anos, ainda não apresentaram uma alternativa confiável para a ACA, que eles continuam a abominar, mesmo quando abraçam calorosamente suas características mais populares, como as obrigações com doenças preexistentes.


E os republicanos pagaram um preço por isso: Joe Biden estava acima de Donald Trump em 13 pontos em uma pesquisa que perguntava aos americanos em quem eles confiavam mais na área de saúde, e não é apenas porque Trump nunca teve a oportunidade de lançar aquele plano de saúde fantástico de que falou por cinco anos.


As pesquisas rotineiramente mostram uma vantagem democrata sobre os republicanos no sistema de saúde, ainda maior do que Biden desfrutava sobre Trump. Republicanos que não conseguiam pensar em nada para dizer além de "Hum!" durante o debate sobre saúde de 2009 cederam a questão aos democratas e não vão reconquistar a credibilidade nesse ponto com rapidez ou facilidade.


Da mesma forma, os americanos que mais se preocupam com a mudança climática confiam esmagadoramente nos democratas sobre esse assunto em vez dos republicanos. Mas a política não é a mesma. Os americanos têm experiência direta com as deficiências do sistema de saúde dos EUA e, especialmente, com o sistema de seguro de saúde dos EUA.


A mudança climática é uma questão diferente e, para muitos americanos, manifestamente menos urgente, razão pela qual tem sido consistentemente classificada como de baixa prioridade pelos eleitores por tanto tempo. (Talvez você não ache que deva ser classificado como um problema de baixa prioridade, mas é.) Biden e os Green New Dealers entendem isso e é por isso que suas propostas para a mudança climática estão repletas de esquemas de gastos maciços em vez de serem oferecidas como restrições diretas às emissões de gases de efeito estufa, campanhas de compensação de vários trilhões de dólares em vez de encargos simples.


E esta é uma das razões pelas quais os republicanos não levam essas propostas tão a sério: uma colher de açúcar pode fazer o remédio legislativo descer, mas os democratas exigem caminhões de açúcar em vez de colheres, o suficiente para induzir uma diabete fiscal.


Biden pode colocar seu nome no acordo de Paris, mas o Senado não ratificará um tratado aceitando seus termos nem aprovará legislação para implementá-los. Biden pode exigir nove décimos do New Deal Verde enquanto afirma não ter ido muito longe, mas não vai conseguir. Os presidentes não podem aprovar leis ou alterar a Constituição ou apropriar-se de dinheiro. Uma das coisas que eles podem fazer é uma campanha para construir um consenso onde não existe consenso. Franklin Roosevelt fez isso. Ronald Reagan fez isso. Biden deveria pelo menos tentar.


Se o fizer, ele pode se surpreender com o que é de fato possível: cerca de um quarto da eletricidade dos EUA ainda é gerada por usinas movidas a carvão, e substituir esse carvão por gás natural representaria uma melhoria significativa nas emissões de gases de efeito estufa. Um terço da eletricidade mundial é gerada com carvão.


Em 2019, as empresas americanas exportaram cerca de 4,7 trilhões de pés cúbicos de gás natural, e há muito mais de onde isso veio. Esta é uma alternativa mais prática do que, digamos, moinhos de vento – por mais atraente que seja essa tecnologia do século XII –, e é consideravelmente mais eficaz do que fazer pose de moralidade.


Claro, Biden não pode esperar que a indústria de petróleo e gás coopere com seu programa enquanto ele está em guerra, impedindo o desenvolvimento da infraestrutura necessária ao seu florescimento.


Mas se ele entendesse as mudanças climáticas como uma questão de energia, em vez de uma ocasião para despejar uma grande quantidade de dinheiro nos cofres de indústrias e empresas politicamente conectadas, ele pode encontrar um caminho para formar algum terreno comum com os republicanos.


Kevin D. Williamson é bolsista do National Review Institute, correspondente itinerante da National Review e autor de “Big White Ghetto: Dead Broke, Stone-Cold Stupid, and High on Rage in the Dank Woolly Wilds of the ‘Real America’”.


Gazeta do Povo















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Alexandre Garcia e a 'fila dos sem caráter'

 GAZETA DO POVO

Recém começada a vacinação e já são muitas denúncias de fura-filas, gente sem caráter, sem cidadania, sem princípios, egoísta sem ter aprendido a conviver. Assim foi no alistamento de 68 milhões de brasileiros para o auxílio emergencial. Com base no TCU, dos 273 bilhões pagos, é possível que 45 bilhões tenham sido destinados a quem não precisava, tinha emprego, renda, patrimônio e até cargo público.


Fazem parte dessa turma de oportunistas que se aproveitam-se até de tragédias. A Polícia Federal já está lotada de investigações sobre desvios de dinheiro para hospitais de campanha, respiradores, material de proteção, facilitados a estados e municípios pela emergência que dispensa licitação. Comprou-se até respirador em adega, que vende aerador para vinho. Contratos superfaturados somam bilhões. Usam a morte para ganhar dinheiro.


Recém havíamos saído da corrupção institucionalizada - um período em que estatais como Petrobras e Caixa Econômica eram usadas pelos partidos no governo para levar dinheiro para bolsos particulares e cofres de partidos, estes com o intuito de financiar campanhas para permanecer no poder e continuar usufruindo do que é do povo brasileiro pagador de impostos. Houve condenações - do maior empreiteiro, de presidente da Câmara, de Presidente da República - mas mesmo assim elas não foram suficientes para um ajuste de conduta dos contumazes dilapidadores do que é de todos.


No escândalo anterior, o do Mensalão, embora com condenações de mais de 30 anos de prisão, ninguém está atrás das grades. Essa fila de sem-caráter não acaba nunca. Leis protegem os agressores e não as vítimas. E parte de nossa cultura elogia como esperto o desonesto que fura-fila, tirando o direito de outros. São leis lenientes, mas como evitar fura-filas em 5.570 municípios? Não podemos ficar à espera do estado, porque a primeira responsabilidade é nossa. É antes de tudo uma questão doméstica, responsabilidade dos pais na formação da cidadania, do caráter. Cada pessoa bem formada é o fiscal de si próprio.














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