Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

SHOW... SCORPIONS E AVE MARIA NO MORRO

YOUTUBE
BANDA SCORPIONS EM SHOW NO MÉXICO E A FANTASTICA AVE MARIA NO MORRO

GOVERNANÇA GLOBAL & DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: O LADO NEGRO DO GLOBALISMO.

por Tom DeWeese.
O globalismo tem muitas faces, muitos nomes, mas em todos os casos seu objetivo é apagar as fronteiras nacionais, eliminar a soberania nacional, reduzir as identidades nacionais e avançar para a governança global através das Nações Unidas.
A União Européia é o principal exemplo dos resultados do globalismo, onde nações antes orgulhosas abdicaram de moedas famosas como o marco alemão, o franco e a lira. É onde culturas antigas como a Grécia e Roma eliminaram suas fronteiras e sepultaram suas culturas, para serem lideradas por uma União de Socialistas comprometidos tão somente com a busca [desenfreada] por mais e mais poder.
No entanto, esta busca é feita em nome da igualdade, prosperidade econômica e integridade ecológica. O globalismo é vendido para o público desavisado com palavras como livre comércio, fronteiras abertas e proteção ambiental, mas se trata na verdade de redistribuição de riqueza; a riqueza dos outros.
Se trata de eliminar as fronteiras nacionais e a soberania nacional. Trata-se de controle absoluto, não necessariamente por autoridades eleitas, mas por interesses particulares conhecidos por organizações não-governamentais (ONGs), que são sancionadas apenas pelas Nações Unidas.
O globalismo reivindica uma transformação dolorosa de nossa sociedade, longe do governo representativo e de nações independentes, para o estabelecimento de uma aldeia global com cidadãos globais. Todo o plano é descrito em detalhes na Agenda 21 da ONU, um tratado assinado pelo então presidente George Bush na Cúpula da Terra da ONU em 1992.
Você já ouviu alguns dos termos usados para implementar esse tratado. O Projeto Wildlands é um deles. Crescimento Inteligente é outro. O Projeto Wildlands prevê a "restauração da natureza selvagem" de 50% de todas as terras em todos os estados, restaurando tudo de volta ao que era antes de Cristovão Colombo pisar no continente. Em outras palavras, a eliminação da presença humana em mais de 50% da paisagem americana.
Crescimento Inteligente é o plano para reunir todos nós em áreas de habitats humanos específicos, fora dos subúrbios e de nossos belos jardins, e em cidades populosas e arranha-céus. Como um defensor do Crescimento Inteligente disse alegremente: "Serão os humanos em gaiolas, com os animais a observá-los".
Ambos os esquemas fazem parte de uma agenda geral chamada "Desenvolvimento Sustentável". Se você não se lembrar de mais nada, lembre-se dessas palavras. Desenvolvimento sustentável. E lembre-se que o Desenvolvimento Sustentável é seu inimigo.
O que é isso? Imagine uma América na qual um "princípio diretor" específico é criado para decidir a conduta social apropriada para cada cidadão. Esse princípio seria usado para ponderar tudo o que você come, o que você veste, o tipo de casa em que você mora, a maneira como você trabalha, como descarta o lixo, o número de filhos que pode ter, até mesmo suas decisões sobre educação e emprego. Esse "princípio dominante" é o desenvolvimento sustentável.
O objetivo do Desenvolvimento Sustentável é transformar o mundo em um tipo de governança feudal, tornando a NATUREZA o princípio central de organização de nossa economia e sociedade.
É isso que defende a política de Desenvolvimento Sustentável: "A natureza tem um conjunto integral de valores diferentes (cultural, espiritual e material), onde os seres humanos são uma vertente na teia da natureza, e todas as criaturas vivas são consideradas iguais. Portanto, o caminho natural é o caminho certo, e as atividades humanas devem ser moldadas ao longo dos ritmos da natureza". Esta citação vem do Tratado de Biodiversidade da ONU.
Uma agenda internacional foi posta em marcha, começando com os tratados e acordos das Nações Unidas. Essa agenda está agora se encaminhando para as políticas federais, estaduais e municipais. Agora é a política oficial do governo dos Estados Unidos, e todas as cidades, pequenas cidades e pequenos burgueses deste país estão trabalhando em planos para implementá-lo. Não há exceções.
Onde quer que você viva, há uma média de 10 a 18 Organizações Não-Governamentais (ONGs) trabalhando diretamente com seus vereadores e conselheiros eleitos em planos para sua comunidade, para determinar:
• Como sua propriedade será usada;
• Como os negócios podem operar na comunidade (na verdade, quais empresas teriam permissão de operar);
• O tipo de habitação que pode ser construído;
• Onde as estradas podem ou não ser construídas;
• Como a comida deve ser cultivada;
• Como o trabalho deve ser realizado e como seus filhos devem ser educados.
O plano é mudar seu modo de vida para se encaixar na nova sociedade global. De acordo com as políticas de Desenvolvimento Sustentável, ar condicionado, alimentos pré-prontos, habitação unifamiliar e carros estão entre os produtos, habitats e meios de transporte que já foram determinados como "insustentáveis".
Acrescente a eles, pistas de esqui, pastoreio de gado, campos arados, exploração madeireira, represas e reservatórios, e construção de linhas de energia, conforme descrito no Tratado de Biodiversidade da ONU (também um produto da Cúpula da Terra) e você pode ter uma visão completa da América sob o desenvolvimento sustentável.
Em toda esta nação, as pessoas já estão sofrendo com as políticas de desenvolvimento sustentável, pois estão perdendo suas casas, seus empregos e, em alguns casos, comunidades inteiras, sob essa transformação dolorosa de nossa sociedade em nome da aldeia global.
Nunca houve um único voto no Congresso para criar o Desenvolvimento Sustentável. Tudo é feito através da redação inteligentemente adaptada de programas e orçamentos existentes, usando os tratados da ONU como diretrizes. Está tudo camuflado sorrateiramente.
O desenvolvimento sustentável é um direito contra a propriedade, contra o livre comércio, contra a liberdade individual, contra a soberania nacional e fronteiras nacionais, contra a cultura ocidental. Não pode haver esperança de se viver em uma nação de governo limitado em companhia do Desenvolvimento Sustentável como política oficial do governo, porque os dois são diametralmente opostos.
Os americanos nunca concederiam sua liberdade à suástica, nem a foice e martelo, mas a dobrariam em um cobertor verde para proteger o meio ambiente, e jogaríamos tudo no fogo, como em uma antiquada queima de livros.
Isso é sobre o totalitarismo. Trata-se de controlar todos os aspectos de nossas vidas com decisões tomadas por comitês não eleitos que se tornarão mais poderosos e mais opressivos a cada dia que passa e a cada novo regulamento proposto por grupos de interesses particulares recém-empoderados.
• Desenvolvimento Sustentável é contra a ciência.
• É contra o conhecimento.
• É desumano.
• É o credo do selvagem insensato, que utiliza força bruta em vez de pensamento racional.
E se não aprendermos sobre o seu mal agora, se não dermos atenção ao aviso, se não tirá-lo de todos os níveis da política governamental por suas raízes mais profundas, então a vida americana, de fato a existência humana, como a conhecemos, entrará em uma nova era negra de dor e miséria, diferente de qualquer outra que já tenha sido experimentada pela humanidade.
Há uma maneira certeira de impedir o desenvolvimento sustentável e o movimento globalista. Eu digo a todos que encontro todos os dias da minha vida. Eu digo a você agora. Tire os Estados Unidos das Nações Unidas.
[*] Tom DeWeese. "The Dark Side of Globalism". The Virginia Land Rights Coalition, 22 de Janeiro de 2004.




























extraídadepuggina.org

A morte do amadurecimento -

 LUIZ FELIPE PONDÉ folha de SP
 Um amigo de meu filho, de 35 anos, me contou que numa reunião com professores e pais, na escola de seu filho de sete anos (escola esta frequentada por ele, assim como pelos meus filhos até o vestibular), um pai cobrou que na nota fosse levado em conta o conteúdo “dentro das possibilidades do seu filho”. Há uma recusa ao amadurecimento no ar.
Na mesma escola, anos atrás, numa reunião dessas, ouvi uma mãe cobrar da escola que “heroínas femininas fossem usadas em sala de aula para que as meninas fossem empoderadas”, e, da mesma mãe, “que a escola deveria dar mais atenção à África do que à história romana, grega, hebraica e mesopotâmica”. 
Pensei como deveria ser um saco, para uma professora, depois de um dia inteiro de aulas, ter que aturar pais metendo o bedelho no que não entendem e, literalmente, enchendo o saco.
Sim, o mundo está bem chato. O sapiens está saturado de ruídos. Espécie pré-histórica, evoluída num cenário do alto do Paleolítico, em meio à preponderância do silêncio, agora, com iPhones na mão, assola o mundo com opiniões. Falam muito da destruição do ambiente; temo que o sapiens se destrua falando demais.
Exemplos dessa pedagogia contra o amadurecimento já estão na universidade. E logo estarão nas empresas. Pais e psicólogos atacarão o RH das empresas com ameaças de processos jurídicos, como já ensaiam nas escolas e universidades, porque essas empresas não estarão levando em conta a “economia da autoestima” de seus filhos estagiários. 
Exagero? Não exagero. O mundo marcha a passos largos para o retardamento mental como uma opção pedagógica. Frase insensível à vulnerabilidade das pessoas?
Há um culto da vulnerabilidade por aí. Pais e profissionais cada vez mais fazem pressão para que as instituições de ensino relativizem normas de avaliação em nome de ficar “dentro das possibilidades” de seus filhos.
Entre as várias hipóteses possíveis, julgo que a raiva reprimida de ter que perder tempo, dinheiro e saúde cuidando dos filhos faz com que muitos pais exagerem nas provas de “amor e cuidado” com eles, exigindo que o resto do mundo os ame, como eles mesmos não são capazes.
Exagero? Talvez um pouco, mas não muito. Lanço mão de uma tática argumentativa chamada hipérbole (quando você exagera num argumento para defender uma hipótese que está aquém da afirmação exagerada), por causa do desespero que dá ver os pais destruírem a vida dos filhos fazendo deles zumbis adictos de formas institucionais de distribuição de autoestima. 
Fala-se muito de educação, mas ela já foi para o saco há muito tempo. A fúria de fazer o mundo melhor nos destruirá a todos. O esvaziamento dos vínculos familiares pressiona o Estado e as escolas para cumprir o papel de pais narcisistas e de saco cheio. Aliás, todo mundo está de saco cheio, o Sapiens não se aguenta mais. Uma espécie pré-histórica perdida na redes.
Entre 1990 e 2010, o termo “estudantes vulneráveis” passou de 55 referências para 1.136. De 2015 a 2016 houve  1.407 referências ao mesmo termo. A fonte é LexisNexis Database. Quem a cita é o sociólogo Frank Furedi, no seu mais novo livro, “What’s Happened To The University? A Sociological Exploration of its Infantilisation” (o que aconteceu com a universidade? Uma exploração sociológica de sua infantilização, ed. Routledge, 214 págs.), sem tradução no Brasil. Proponho a leitura para pais, professores e pesquisadores do assunto.
A conclusão do autor, que se dedica a esse campo, no mínimo, desde 2004, quando publicou seu “Therapy Culture” (cultura da terapia), também sem tradução no Brasil, é que ao optarmos por uma narrativa da vulnerabilidade, optamos por estudantes infantis. 
Numa linguagem exagerada, estamos criando uma sociedade de inseguros afetivos e cognitivos. Os idiotas da tecnologia acham que porque existem crianças de três anos que mexem em iPads, elas são mais inteligentes. Numa espécie de lamarckismo para idiotas, pensam que, como os pais usam muito iPads, os filhos nascem sabendo mexer neles.
Furedi devia ser leitura obrigatória para quem pede para a escola levar em conta, na avaliação, as possibilidades do filho. E o pior é que esse pai se acha o máximo. Um dos efeitos colaterais da maior escolaridade é que a pessoa fica menos cuidadosa em assuntos que não domina. Fiéis às bobagens fragmentadas que leem, enviesadas por modinhas do Face, esses pais jogam o amadurecimento dos filhos no lixo.














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Campanha com 'Lula já' - ladrão mais reluzente da Lava Jato - é investigada em pelo menos cinco estados

Igor Mello, O Globo
 O uso irregular de material de campanha divulgando a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, anulada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foi alvo de queixas em pelo menos cinco estados. As denúncias — feitas por eleitores, coligações adversárias ou o Ministério Público Eleitoral (MPE) — foram registradas na Bahia, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
Lula foi considerado inelegível pelo TSE, por seis votos a um, na madrugada do dia 1º de setembro, e está preso desde abril deste ano em Curitiba. Ele foi condenado a 12 anos e um mês de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O tribunal já decidiu que, “em qualquer meio ou peça de propaganda eleitoral,” é proibido apresentar Lula como candidato ou apoiá-lo nessa condição.

Na propaganda política de televisão, já foi proibido pela Justiça o uso da imagem de Lula como candidato para não confundir o eleitor sobre sua candidatura.


O caso mais avançado é o de Santa Catarina, denunciado pelo MPE na última segunda-feira. O órgão relatou ter recebido “inúmeras denúncias”, registradas em oito procedimentos, sobre “material de propaganda eleitoral vinculando candidaturas regionais ao ex-presidente Lula como candidato a presidente da República”, enviado inclusive como correspondência.
A Justiça Eleitoral catarinense autorizou mandados de busca e apreensão em cinco centros de distribuição dos Correios, um diretório estadual do PT e os comitês de campanha de dois candidatos. O partido recorreu ao TSE. O processo aguarda uma decisão definitiva do ministro Admar Gonzaga, que pode ser proferida a qualquer momento.
No Piauí, um vídeo denunciando a distribuição de santinhos da deputada estadual Flora Izabel (PT) tendo Lula como candidato viralizou nas redes sociais. A Procuradoria Regional Eleitoral do Piauí pediu a abertura de um inquérito pela Polícia Federal (PF) para apurar possíveis irregularidades. Em um vídeo, Flora negou ter cometido irregularidades: “Esse santinho foi confeccionado antes da impugnação da candidatura do companheiro Lula. Nele tem sua tiragem, comprovando o que estou falando”, argumentou.
As autoridades também confirmaram o recebimento de denúncias na Bahia e no Rio Grande do Sul. No estado nordestino, duas representações foram apresentadas pela coligação liderada pelo DEM, do prefeito de Salvador, ACM Neto.


Nesta segunda, O GLOBO mostrou que a PF e a Procuradoria Regional Eleitoral do Rio de Janeiro abriram inquéritos para investigar a distribuição no estado de material de campanha que sustenta a candidatura de Lula.
DEM E PSL DENUNCIAM

O nome dos candidatos não foi revelado. Esta semana, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) protocolou uma representação no TSE denunciando a distribuição de impressos com o nome de Lula no Rio e em São Paulo. Ele pediu a expedição de mandados de busca e apreensão em todos os comitês da campanha de Haddad. A Procuradoria-Geral Eleitoral se manifestou contrariamente, mas defendeu a aplicação de multa à campanha petista, que “vem demonstrando recalcitrância (teimosia) quanto ao cumprimento das decisões”.
Em nota, o comitê de Fernando Haddad se exime de responsabilidade pelos materiais distribuídos nos estados com referências ao ex-presidente Lula: “A campanha cumpre a legislação. Quando houve a substituição do candidato Lula por Fernando Haddad, a direção da campanha notificou oficialmente todos os diretórios regionais para adequar o material de divulgação. Não vamos comentar ações e investigações sobre as quais não fomos notificados”.



























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quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Bolsonaro poderá participar dos últimos debates se quiser, diz seu médico

Jussara Soares
O Globo
Com previsão de alta para esta sexta-feira, o candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, não terá nenhuma contraindicação médica que o impeça de participar do últimos dois debates eleitorais. No próximo domingo, o debate será na TV Record. Na TV Globo, o debate está marcado para quinta-feira da semana que vem. O cirurgião Antonio Luiz Macedo, chefe da equipe médica que acompanha o presidenciável no Hospital Albert Einstein, afirmou que Bolsonaro deixará o local em “ótimas condições”, mas caberá a ele decidir sua agenda de campanha.
— Logo ele se recupera, e ele mesmo decide o que ele vai fazer (sobre participar ou não dos debates) — disse o médico.
DEPENDE DELE – Questionado se haverá alguma recomendação médica para que Bolsonaro não compareça aos debates, o cirurgião negou. “Não, não (vai ter recomendação médica para ele não participar) Depende apenas se ele estiver se sentindo bem. Veja bem, foi uma tentativa de assassinato. Não foi uma facada de um louco, foi uma facada de um assassino. O cara girou a faca dentro dele” — observou o cirurgião.
Bolsonaro sofreu um atentado no dia 6 de setembro, quando fazia campanha em Juiz de Fora, Minas Gerais.
De acordo com aliados, Bolsonaro tem demonstrado desejo de participar dos últimos debates, mas é desestimulado por exigir muito esforço.
SEM JATINHO – A transferência para a casa do presidenciável no Rio não exigirá uma aeronave especial. Segundo assessores próximos, a campanha está providenciando passagens aéreas em um voo comercial.
— Ele está perfeito. Só teve aquela segunda cirurgia de urgência, mas agora ele está ótimo — disse Macedo, afirmando que a viagem poderá ser feita sem problemas.

Em casa, Bolsonaro seguirá, por recomendação médica, com dieta leve, fisioterapia, exercícios respiratórios e caminhadas. De acordo com o cirurgião, a bolsa de colostomia poderá ser retirada em uma nova cirurgia em novembro.

































extraídadetribunadainternet

ONDE ESTAVAM?

“onde estavam essas personalidades artísticas enquanto o PT roubava?”
William Waack

"Pinochmann",

por Alexandre Schwartsman
 Não posso ainda afirmar que Marcio Pochmann seja o pior economista do Brasil, mais por excesso de competição do que por falta de esforço, mas garanto que ganha fácil o título de mais desonesto.
Não me entendam mal. Não se trata aqui de usar a velha falácia "ad hominem", qual seja, tentar desmerecer o argumento pelas falhas de seu autor, mas sim apontar as falhas do autor pelas carências, no caso gritante, de seus argumentos.
A questão no fundo é simples. Pochmann afirmou que um imposto de 1% sobre grandes fortunas eliminaria o déficit previsto para 2019, R$ 139 bilhões, conforme o Orçamento para o ano que vem.

Isto requereria que grandes fortunas montassem a R$ 13,9 trilhões; todavia, segundo os dados da Receita Federal, o conjunto total de bens e direitos declarados pelos pouco mais de 27 milhões de contribuintes que preencheram o formulário do Imposto de Renda atingia R$ 8 trilhões.
 Posto de outra forma, nem tributando todos os declarantes de IR a proposta de Pochmann chegaria perto de resolver o enorme desequilíbrio fiscal do país.
Confrontado à simples aritmética, Pochmann pôs em prática um enorme arsenal de desonestidade, sem jamais enfrentar a questão.
Começa atribuindo a desordem fiscal ao atual governo. Em que pesem decisões equivocadas, como levar adiante a proposta de reajuste do funcionalismo gestada no governo Rousseff, não é preciso mais do que saber contar para perceber a falsidade do argumento.
Quando Dilma assumiu o superávit do governo federal era (a preços de hoje) de R$ 126 bilhões; quando saiu o déficit superava R$ 170 bilhões, deterioração da ordem de R$ 300 bilhões. Primeira mentira.
A segunda é mais sutil, mas não menos desonesta. Pochmann faz malabarismos para mostrar que a dívida do governo não subiu no período Dilma, utilizando-se para tanto do conceito de dívida líquida, que deduz da dívida total as reservas internacionais de posse do BC.
Ocorre que, quando o dólar se encarece as reservas se apreciam, fenômeno que reduz a dívida líquida. Todavia, isto não reflete de forma alguma o desempenho fiscal do país, apenas a valorização do dólar.
A medida correta de endividamento fiscal é a dívida bruta, que saltou de 52% para 67% do PIB no período Dilma (e, em julho deste ano, atingiu 77% do PIB).
Em outras palavras, o avanço do endividamento do governo foi muito maior com Dilma, fato escamoteado por Pochmann. Segunda mentira.
De passagem, Pochmann menciona que o desemprego subiu de 8,4% para 11,7%, sem se dignar a esclarecer a qual período se refere.
Já eu noto que o desemprego (ajustado à sazonalidade) era pouco inferior a 8% quando Dilma assumiu, 11% quando foi impedida e hoje se encontra na casa de 12% (depois de bater em 13% no início de 2017), ou seja, o grande salto ocorreu precisamente no governo Rousseff. Terceira mentira.
Pochmann conclui seu artigo agora afirmando que, além da taxação de grandes fortunas, seriam necessárias também a reformulação do imposto sobre heranças e taxação de dividendos para fechar as contas.
Não admite que errou e também não mostra de onde tirou a estimativa do "potencial arrecadatório" equivalente a 1,5% do PIB. Quarta mentira (e um tanto a mais de mistificação).
Quando afirmarem que o pragmatismo há de prevalecer caso Fernando Haddad se eleja presidente, lembrem-se que Pinochmann, o economista mais desonesto do país, é também o coordenador de seu programa econômico.
Alexandre Schwartsman
Consultor, ex-diretor do Banco Central (2003-2006). 
É doutor pela Universidade da Califórnia em Berkeley

Folha de São Paulo

























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"Haddad é Lula (sem tornozeleira)",

 por Guilherme Fiuza
 Haddad é Lula. E está à solta. Assim é no mundo do crime: você derruba um chefe, eles põem outro no lugar ─ e o negócio segue em frente.
Depois de três décadas de crise de identidade, o Partido dos Trabalhadores enfim chegou à perfeição: deu ao Brasil o primeiro candidato a presidente escolhido na cadeia. Agora o PCC sabe quem é que manda.
Representante do maior assalto já perpetrado no mundo democrático ocidental, Fernando Haddad disse que recebeu uma missão “do Lula”: olhar nos olhos do povo e construir um país diferente. A melhor maneira de construir alguma coisa aqui, responderia o povo, começa com a devolução do dinheiro que vocês nos roubaram.
Nada feito. Não tem devolução, só gastança. Dilma Rousseff, por exemplo, notória regente da segunda metade do assalto, não só está solta (é a maior vergonha da Lava Jato, sem dúvida), como lidera a campanha mais cara para o Senado ─ superando inclusive vários presidenciáveis.
Contando ninguém acredita.
O Brasil não quer falar disso. Talvez você se lembre, caro leitor, no auge da explosão da Lava Jato, com tubarões petistas sendo presos em série até a deposição da companheira presidenta, o que projetavam os que projetam: o PT nem terá candidato em 2018; talvez sequer exista mais.
Pois bem, aí está: os que projetam estão projetando o PT no segundo turno.
O Brasil virou isso: um lugar onde todo mundo fica tentando adivinhar o que vai acontecer e se dispensa de pensar.
Foi assim que chegamos à primeira eleição presidencial após o assalto petista… sem discutir o assalto petista. A campanha simplesmente não trata disso ─ e o respeitável porém distraído público resolveu comprar esse lunático dilema esquerda x direita.
Eis o furo de reportagem: é isso que se discute na campanha sucessória de 2018 ─ essa falsa pantomima ideológica. Agora tirem as crianças da sala: até aqui, o debate eleitoral falou mais de ditadura militar (meio século atrás) do que de petrolão.
O que fazer com o Brasil? Botar em cana por vadiagem? Já que Lula canta de galo e protagoniza o debate de dentro da cadeia, melhor soltá-lo e botar o Brasil no seu lugar. Chega de intermediários.
Se o Brasil não sofresse de amnésia profunda e falta de juízo, Fernando Haddad não teria coragem nem de se candidatar a vereador pelo PT. Mas ele está por aí dizendo que “é Lula” ─ dizendo que “é” um condenado a 12 anos de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, que responde a mais meia-dúzia de processos de onde provavelmente virá uma boa ampliação de sua temporada no xadrez.
Seria uma vergonha, mesmo para quem não tem um pingo dela. E sabe por que não é, Brasil? Porque você está aí muito ocupado em adivinhar o que vai acontecer, enquanto se entretém lendo essas pesquisas que colecionam erros clamorosos às vésperas de todas as eleições.
Você não se importa: será que o Lula vai ser preso? Não acredito. Será que o Lula vai ser candidato? Talvez. A ONU mandou liberar…
Pare com esse jogo fútil, Brasil. Se olhe no espelho. A quadrilha que te humilhou e te jogou na maior recessão da sua história está aí, sambando na sua cara. Tome juízo. Deplore esse escárnio.
Não posso, responde você. Eles me disseram para parar com a onda de ódio…
Deixa de ser tolo, Brasil. O PT plantou o ódio na população como truque propagandístico – Lula está há duas décadas ensinando o povo a não acreditar na Justiça, na imprensa livre e nas instituições de seu país. É a incitação contra o inimigo imaginário para semear o “nós contra eles”: há uma elite demoníaca pronta para devorar tudo e eu vou salvar vocês dela, etc, etc.
Foi por trás desse véu que o PT, ele mesmo, devorou tudo – e continua aí, vendendo a salvação.
O fenômeno Bolsonaro é parte da reação, às vezes cega, às vezes furiosa, a essa impostura. E a tentativa de assassinato do candidato é o desfecho óbvio desse “nós contra eles” que Lula e o PT plantaram muito bem plantado.
O autor do atentado foi filiado por sete anos ao PSOL, o partido pacifista que incendeia museu, barbariza o patrimônio público e privado e protege black blocassassino. Apontar e repudiar esses picaretas que te sugam o sangue é disseminar o ódio, Brasil?
Acorda, companheiro. Antes que seja tarde.

Com Blog do Augusto Nuns, Veja























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Depoimento emocionante de Médica do ALBERT EINSTEIN, Unidade Morumbi:

recebiporemail
Sou Médica e estou escrevendo essa mensagem , com autorização, porém vou me reservar o anonimato .
Estou passando p/ avisar que o Capitão Bolsonaro está mais forte do que nunca !!!
A força dele é impressionante !
A Vontade de viver, a vontade de cuidar desse país, é imensa e contagia a todos nós...
Me Pediu agora a pouco , com os olhos rasos d’ agua :
“ Dra , me ajuda a cuidar desse país ! Eu quero ficar curado, graças a Deus, ao povo brasileiro de todas as crenças, que está rezando, orando , pedindo  por mim. Graças a vocês ( Medicos , ASGs , técnicos , enfermeiros , fisioterapeutas) eu estou melhorando muito rápido !!!!!
Eu sei que sou forte , mas quem me fortalece mesmo é esse povo lá de fora ! Gente que eu nunca vi, rezando por mim !!!
Eles confiam em mim e eu confio neles.
Tem milhares de Brasileiros que precisam de mim ... E eu também preciso deles !  Eu não fiz nada de errado pra merecer estar aqui dentro desse hospital. Diferente de quem está preso, eu sou inocente !!!
Me ajuda Doutora, por favor, me ajuda a ajudar o Brasil! “

Não tive condições de falar absolutamente nada. Um nó na garganta... apenas apertei a mão dele e ele foi dormir bem tranquilo .
Meu coração saiu do quarto dele  cheio de esperança e eu vim aqui, contar pra vcs :
Pessoal, o Capitão está lutando ! Nunca, nenhum dia, nunca reclamou de absolutamente nada !!!! Aliás, muito pelo contrário: eu nunca tinha visto um paciente para agradecer tanto ! O tempo inteiro ele fala “obrigado“, “obrigado“, “obrigado“...

Sabem, eu até iria votar no Amoedo, no começo da eleição, por acreditar nas propostas dele... Mas conhecendo o paciente Jair, a pessoa Jair,  tendo noção do que fizeram com ele, vendo ao vivo a pessoa todos os dias e assistindo o programa eleitoral concluí que : a MÍDIA NÃO PODE ESTAR FALANDO DA MESMA PESSOA !!! 
Esses 17 dias aqui no hospital me clarearam os olhos e realmente não vai da pra jogar fora meu voto do primeiro turno, eu não quero que meu voto vire estatística !  Resolvi que vou validar meu voto e não vou deixar escolherem por mim. O voto do Amoedo eu deixo pra 2022 e seja o que Deus quiser.
ESSA É A ELEIÇÃO DE DOIS CANDIDATOS !!! Eu tenho que escolher entre O MEU PACIENTE E O PRESIDIÁRIO, entre os dois , eu fico com o INOCENTE !
Já votei no Presidiário Lula 3 vezes , já votei em quem ele mandou (na Dilma, 1 vez) , já votei até no Aécio. E todos eles me decepcionaram !!! Se eu errar com o Bolsonaro (o que acho muito difícil acontecer) , pelo menos foi alguém que me enganou a primeira vez. Insistir no erro de votar no PT de novo é que é falta de inteligência !
Um grande abraço .
R.R.M.T.A




























INCENTIVAR O CRIMINOSO CARREIRISTA – ATÉ QUANDO?

por Júlia Schütt.
 Alguém duvida que a função social da reprimenda penal por excelência – a pena privativa de liberdade – seja a segurança pública? A limitação, mesmo que temporária, à liberdade do criminoso é o precípuo instrumento do estado de direito para garantir um dos seus pilares fundamentais – a segurança de seus cidadãos.
Do mesmo modo, dificilmente alguém desconhece que compete ao Magistrado aplicar, após reconhecer, a partir de ação penal veiculada, que um crime foi praticado (materialidade) por determinado sujeito (autoria), o quantum de pena ao condenado.
Por outro lado, ao que se extrai do exercício da profissão de Promotora de Justiça, é que nem todos os aplicadores do direito entendem – ou ao menos dela fazem uso – a função dos patamares mínimo e máximo de pena cominados pelo legislador no preceito secundário do tipo penal.
Recentemente, minha colega e amiga, Rafaela Huergo, em seu brilhante artigo Execução penal: excesso de benefícios, interpretação e criatividade a serviço da impunidade, destacou que vige no Judiciário brasileiro um fetiche pela aplicação da pena mínima. A questão é: este fetiche, que vem reiteradamente violando o princípio da individualização da pena, é atribuível exclusivamente aos Juízes.
O artigo 59 do Código Penal brasileiro, que disciplina a primeira etapa do sistema trifásico de modulação da pena, exige que, dentre outras circunstâncias judiciais, leve o Juiz em consideração os antecedentes dos acusado como forma de avaliar a adequada mobilidade da sanção a ser aplicada dentre os patamares de pena previamente fixados pelo legislador, a qual deverá ser necessária e suficiente à reprimenda da prática do ilícito.
O critério acima – antecedentes do acusado – apto a mover a sanção penal aplicada dentro dos pilares estacados pelo Congresso Nacional – é parâmetro de fulcral relevância para a estipulação da reprimenda que deve o Estado imprimir ao condenado, vez que, atendendo ao princípio da individualização da pena, permite distinguir proporcionalmente o quantum será aplicado ao sujeito que já faz do crime seu meio de vida daquele que será aplicado ao réu que esteja pela primeira vez a responder expediente criminal.
O Dr. Stanton Samenow, psicólogo que há mais de 40 anos trabalha com pesquisas relacionadas ao comportamento de criminosos, em seu livro Inside the Criminal Mind (1), enfatiza que, embora não possa o sistema judicial relevar a presunção da inocência, autoridades que estejam capitaneando investigações criminais e/ou ações penais, ou seja, antes de tudo, analisando o comportamento do criminoso, devem estar alertas de que uma prisão muitas vezes caracteriza apenas uma fração dos crimes por ele cometidos até então, devendo, para uma melhor aplicação do direito, ser direcionados esforços para determinar o quão extensa já não é a vida criminosa daquele indivíduo. Ao concluir, o PHD destaca ser de máxima relevância para Juízes, ao proferirem suas sentenças, que levem em conta a vida criminosa pretérita do condenado.
Esta sugestão é conferida por expert em solo norte-americano, terra em que a aplicação da lei penal é deveras mais eficiente do que em solo brasileiro. Aqui, onde há muito a análise econômica do delito, infelizmente, concluiu que, em termos de custo/ benefício, vale a pena o cometimento de crime, o incremento de pena ao criminoso carreirista jamais pode ser alvo de desídia. Afinal, somente uma reprimenda penal suficiente e necessária é capaz de dissuadir o criminoso à reiteração da prática ilícita.
Não demanda muito esforço. Mais que isto, é intuitivo: aquele que dispõe de um pergaminho como certidão de antecedentes não poderá ver sua pena base fixada no mesmo patamar do coautor que não apresenta um borrão em sua ficha criminal.
Para o STJ, todavia, não tão intuitivo. Ainda em 2010 foi editada a Súmula 444 daquele Tribunal, que, ao crivar que “É vedada a utilização de inquéritos policiais e ações penais em curso para agravar a pena-base” acaba por exigir para a aplicação de uma circunstância judicial do art. 59 do CP – antecedentes do acusado – o cumprimento de requisitos quase que idênticos aos estipulados pelo legislador à configuração do instituto da reincidência.
A reincidência, por sua vez, está prevista no artigo 61 do nosso Código. Logo, inconfundível com o de nº 59. Para aqueles que, eventualmente, tenham faltado a esta aula, a lei não traz palavras em vão. Antecedentes do acusado é uma circunstância judicial que independe do selo do trânsito em julgado às ações penais ou aos inquéritos policiais aos quais o condenado responde.
A aplicação da súmula do STJ nos direciona a julgados que nem de perto traduzem o senso comum de justiça. Basta exemplificar com caso recente que chegou ao meu conhecimento: dois elementos foram condenados pelo crime de roubo a pedestre. Um deles era cliente contumaz do tribunal de júri daquele município – já contava com seis condenações, sendo duas por homicídio, mas, afortunadamente para ele, nenhuma com trânsito em julgado. Por sua vez, o comparsa sequer registro policial pretérito tinha.
Alguém pode afirmar ser razoável que ambos tenham a sua pena base fixada em quatro anos? Com a aplicação da súmula do STJ o resultado não foi outro. Há quem de forma sincera insista não ter havido no caso flagrante violação ao princípio da individualização da pena? Está-se, mais uma vez, diante de incentivo jurisprudencial ao criminoso de carreira.
Magistrado com quem já trabalhei, analisando brilhantemente a discrepância à qual se pode chegar com a aplicação do entendimento sumular do STJ, ainda neste ano, decidiu por mover a pena do mínimo legal de acusado que, embora não contasse com sentença transitada em julgado, era cliente cativo da vara criminal, reconhecendo, assim, que os antecedentes daquele permitiam uma elevação de sua pena base dentro dos pilares do preceito secundário do tipo penal.
O êxito na guinada jurisprudencial em prol da aplicação coerente do art. 59 do CP foi efêmero. Àquilo que se intitulava fetiche judicial contaminou o Procurador de Justiça parecerista do feito, que se manifestou favorável ao apelo defensivo para reduzir a pena do réu ao mínimo legal. Entendeu o membro do Ministério Público de segundo grau que há evidente identificação entre os requisitos exigíveis ao reconhecimento do instituto da reincidência e da circunstância judicial identificada a partir da folha corrida sangrenta de antecedentes criminais da qual o réu, no caso telado, tanto se orgulha.
A independência funcional do membro do Ministério Público, como se extrai do caso narrado, também é capaz de fazer sangrar ao trilhar caminho oposto à efetivação de resposta estatal proporcional à transgressão de ordem criminal. A falta de discurso uniforme, ao menos especificamente no que tange à busca pela reversão deste estado caótico de insegurança, é causa de enfraquecimento de Instituição em que a sociedade deposita suas últimas – se ainda as tem – esperanças no combate à impunidade desenfreada.
Enquanto o Ministério Público não entoar um discurso coeso e forte em prol da Segurança Pública, pilar republicano, incorporando de fato o princípio da unidade desta Instituição, marcharemos feito peneiras contra uma sólida criminalidade que “tolera à bala” eventual voz dissonante dentro da sua facção. Não há vácuo de poder. A covardia dos bons, conforme ensina o mestre Gilberto Callado (2), fomenta a audácia dos maus.
(1) Samenow, Stanton E., Inside the Criminal Mind, New York, B\D\W\Y, 2014, p. 112.
(2) Oliveira, Gilberto Callado, Garantismo e Barbárie – a face oculta do garantismo penal, Florianópolis, Conceito Editorial, 2014, p. 135.
*Júlia Schütt, promotora de Justiça do MPRS – titular da Promotoria de Justiça Especializada do Alegrete e aluna da Escola de Altos Estudos em Ciências Criminais.

** Publicado originalmente no Estadão.























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A ESCANDALOSA DISTRIBUIÇÃO DO FUNDO PARTIDÁRIO

Percival Puggina
 A Câmara dos Deputados, na página Câmara Notícias de seu portal, registrou:
Do total de recursos financeiros transferidos pelos partidos políticos aos candidatos até agora, cerca de 1,7 bilhão, 49,9% foram destinados para candidatos a deputado federal, o que corresponde a R$ 850,5 milhões. Em ordem decrescente foram contemplados os candidatos a deputado estadual, governador, senador, presidente e deputado distrital.
A destinação de recursos às campanhas de deputados federais pode ser explicada pela cláusula de desempenho para partidos a partir de 2019. Pela nova regra, apenas partidos com, no mínimo, nove deputados eleitos ou 1,5% dos votos válidos para Câmara dos Deputados, distribuídos em pelo menos nove estados, poderão receber recursos do Fundo Partidário. Considerando os resultados das eleições de 2014, por exemplo, esses critérios impediriam 14 partidos de contar com uma fatia do fundo neste ano.

 Em sua edição de 19/09, Zero Hora, informou:
Dos R$ 55,5 milhões arrecadados por todos os candidatos a deputado federal no Rio Grande do Sul, 90,6% (R$ 50,3 milhões) vêm de financiamento público, abastecido pelo fundo eleitoral e pelo fundo partidário. Mais da metade dessa cifra foi distribuída a concorrentes que já têm mandato – em média, os políticos que buscam a reeleição arrecadaram quase 15 vezes mais do que os adversários sem mandato, fato que deve dificultar a renovação de parlamentares, avaliam especialistas. Hoje, 422 candidatos disputam as 31 cadeiras na Câmara.

COMENTO:
A prática é tão previsível quanto desonesta. Esses recursos são da sociedade, retirados do orçamento da União em virtude da conversa fiada segundo a qual o financiamento privado era fator de corrupção. Pois o financiamento público serviu a um enferrujado sentido de justiça, de equidade e de proporção. Os senhores parlamentares agiram como se o ervanário lhes pertencesse e o distribuíram entre si como melhor lhes pareceu, deixando as moedinhas para os concorrentes às cadeiras onde estão sentados.
Os defensores do financiamento público não intuíram que ele seria usado para inibir o natural desejo de renovação das casas legislativas? A ingenuidade da OAB, da CNBB e demais integrantes da campanha por Eleições Limpas gerou um custo financeiro elevado à sociedade, criou um instrumento para impedir a realização da vontade popular num momento crucial da democracia e facilitou a reeleição de muitos notórios corruptos. Ou seja, agiu contra a democracia e o interesse público.



















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PT, UM GUARDIÃO DA DEMOCRACIA?

por Pedro Luiz Rodrigues.
 A professora Maria Hermínia Tavares de Oliveira, cujas qualificações acadêmicas são de excelência indiscutível (inclusive um pós-doutorado pela Universidade da Califórnia, em Berkeley), em entrevista recente à Globonews, permitiu que o entusiasmo que alimenta em relação ao Partido dos Trabalhadores prejudicasse a isenção analítica que os telespectadores dela esperavam.
A escorregadela ocorreu após a entrevistadora ter-se referido a declaração do candidato Geraldo Alckmin, em programa eleitoral, de que tanto Jair Bolsonaro quanto o candidato petista ungido por Lula (Fernando Haddad) representariam, ambos, uma “ameaça à democracia”. Maria Hermínia reagiu: Bolsonaro, sim; o PT não, pois o partido já teria demonstrado nos governos Lula e Dilma seu entusiasmo pela democracia, suas regras e instituições.
Esse entusiasmo petista pela democracia, convenhamos, é inexistente. Se nos anos do PT o Brasil não foi transformado numa Venezuela, não se deveu à falta de empenho e vontade de seus líderes de seguir o mesmo caminho, mas à relativamente maior solidez das instituições brasileiras vis-à-vis as venezuelanas.
No país vizinho – até hoje percebido como modelo de democracia pelo PT – a imprensa independente deixou de existir; o Judiciário foi aparelhado, opositores foram a para a cadeia e o comando das Forças Armadas comprado por benesses. Sem críticas ou instituições que permitissem modificações de rumo, o país foi, virtualmente, para o brejo.
É por tanto amor à democracia que para as próximas eleições o PT escolheu como candidata à vice uma deputada do Partido Comunista do Brasil (PC do B). O mesmo partido cujo secretário de relações internacionais, José Reinaldo Carvalho (colega, amigo e admirador de Marco Aurélio Garcia, que exerceu a mesma função no PT e foi o ministro de fato das relações exteriores nos governos Lula e Dilma), em recente exaltação ao centenário da Revolução Comunista de 1917 declarou que o triunfo das classes oprimidas, na Rússia, “demonstrou que somente a revolução pode abrir caminho à conquista da emancipação nacional e social, às transformações sociais e políticas progressistas.”
José Reinaldo, que num eventual governo Haddad poderia vir a ocupar a mesma função que já foi a de Marco Aurélio Garcia, declarou em alto em bom tom que a estratégia do movimento operário não deve contar com a colaboração das demais classes sociais. Que se faça no Brasil, o que se fez na Rússia de há cem anos, onde o “Partido (Comunista) conseguiu separar as massas da influência dos partidos oportunistas e derrotou as suas tentativas e do Governo Provisório de impedir o desenvolvimento e a vitória da revolução socialista”.
*Publicado originalmente no Diário do Poder































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Mc Nyk desafia artistas do #ELENAO: 'Devolvam o dinheiro da Lei Rouanet se amam mesmo o Brasil'

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quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Bolsonaro envia mensagem para o Brasil ao ser visitado por Magno Malta: 'Acredito no povo..

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Bolsonaro envia mensagem para o Brasil ao ser visitado por Magno Malta: 'Acredito no povo brasileiro, o povo merece algo melhor para o futuro'

Vereador do RIO mostra a hipocrisia do #ELENÃO

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O vereador do Rio de Janeiro, Otoni de Paula, criticou o grupo feminista contra Bolsonaro #Elenão

"A Venezuela Não Será Aqui",

por José Carlos Aleluia
 “A omissão, o ocultamento da verdade, a negação, são atitudes criminosas da pior categoria moral e da pior baixeza em termos políticos e sociais considerando a situação dos venezuelanos”.
A corajosa declaração do secretário-geral da Organizações dos Estados Americanos, o uruguaio Luís Almagro, deveria estar fixada em todas as calles de nossa América Latina. Um farol a orientar o rumo de nossa geopolítica regional. Uma premissa a ser levada em conta na eleição presidencial aqui no Brasil.
Tão grave quanto calar-se diante da crise humanitária causada pelo socialismo bolivariano no país vizinho é ignorar a ameaça que nos ronda diante da possibilidade de uma eleição movida pelo ódio trazer de volta a face brasileira dessa mesma tragédia.
Movidos pelo populismo mais rasteiro, por uma fraude eleitoral praticada à luz do dia e pela incitação a um messianismo político de fazer corar o mais imoral dos estrategistas, o projeto de poder do PT assombra as bases de nossa democracia.
Para eles não é o futuro Brasil que está em jogo. É o revanchismo de um partido que se nega a reconhecer a culpa pela maior crise econômica de nossa história. Que se nega a admitir a cumplicidade diante da fome e da miséria provocada por sua ideologia. O partido que mandou às favas qualquer resquício de dignidade política ao guiar-se em função de um culto personalista em plena democracia liberal do Século XXI.
Almagro trouxe uma grande provocação: Devemos eliminar a opção de oferecer assistência humanitária ao povo venezuelano porque o Regime de Maduro se nega a receber? Está de acordo com a nossa Ética negar ao povo venezuelano tratamentos de hemodiálise, fórmulas para bebês, vacinas, comida, quando o sofrimento e a morte hoje alcançam milhões? “Aceitar a negativa da ditadura em receber ajuda para o povo não é cumprir o direito internacional humanitário. É violá-lo”.
Relevar a manipulação política com a qual o PT ataca nossa democracia não é “ser moderado”. Admitir a farsa da candidatura de Lula como brecha eleitoral não é “ser democrata”. Aceitar como parte do jogo a narrativa criminosa que incita a divisão, o ódio e a divergência é somente parte desta mesma omissão.
É preciso sair de cima do muro do politicamente correto e se posicionar de forma firme em defesa dos valores humanistas que forjaram este e os demais países ocidentais. Não mais temer a histeria esquerdista ao se levantar em defesa da família, das instituições e da moral cristã que é a base de nossa sociedade.
Não se enganem: esta é uma luta por liberdade Qualquer neutralidade neste momento faz parte da mesma fórmula da indiferença que faz ditaduras serem perenes. A Venezuela não pode, não deve e não será aqui.
José Carlos Aleluia é deputado federal


A Tarde

Mas o PT não era o Partido da Boquinha?

Marcelo de Moraes, O Estado de São Paulo
A possível aliança entre Fernando Haddad com Anthony Garotinho no Rio de Janeiro é um dos movimentos mais inacreditáveis dos últimos tempos. 
Vá lá que coerência seja artigo raro na política, mas foi Garotinho quem carimbou o PT com uma das críticas mais marcantes já sofridas pelo partido em sua história.
Quando era governador do Rio, em 1999, Garotinho perdeu a paciência com o excesso de pedidos de cargos feitos pelos petistas. 
Irritado, afirmou que o PT deveria mudar de nome e passar a se chamar PB, Partido da Boquinha. 
Pelo jeito, os dois poderão estar de braços dados, em breve, na campanha presidencial.













extraídaderota2014blogspot

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