Cristyan Costa, Revista Oeste
O Supremo Tribuna Federal (STF) aprovou na tarde desta quarta-feira 12 uma proposta orçamentária para 2021 no valor de R$ 712,4 milhões. Portanto, são R$ 25,7 milhões (3,74%) a mais em comparação à proposta aprovada no ano passado para 2020: R$ 686,7 milhões.
A maior fatia será destinada para o custeio de “pessoal e encargos sociais”: R$ 451.465.424,00 milhões.
A fim de manter “outros custeios e capital”, a Corte receberá R$ 176.001.428,00 milhões. “Despesas financeiras” terão disponíveis R$ 52.959.674,00 milhões.
Já os benefícios dos mais de 2 mil funcionários ficou em R$ 32.035.906,00 milhões.
Conforme o STF, a proposta orçamentária não inclui reajuste salarial para os ministros da Corte, que recebem mensalmente R$ 39,2 mil.
“O que apresentamos agora é o possível no atual momento, sem prejuízo da soberania do parlamento em aprimorar o orçamento”, informou o presidente da Corte, Dias Toffoli, em comunicado.
Durante a presidência de Toffoli, o Supremo entrou na mira da opinião pública e da própria Justiça em razão de uma série de gastos públicos, como o contrato de R$ 481,7 mil que previa a compra de lagostas e vinhos para refeições a serem servidas a autoridades.
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