Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Não dá bola pro Fernández, Bolsonaro

JOSÉ NÊUMANNE PINTO
Alberto Fernández, que tanto pode ser poste de Cristina Kirchener quanto vice-versa, comandou coro de "Lula livre" em seu discurso de vitória nas eleições para presidente de Argentina. Os peronistas usam o petista para disfarçar o longo fracasso de 73 anos do peronismo, que ajudou a afundar a Argentina da antiga posição entre os dez países mais ricos do mundo na permanente crise econômica de suas administrações. Bolsonaro disse que não ia cumprimentá-lo. Não precisa. Nem precisava contar. Não em consideração aos peronistas, mas sim ao país, principal parceiro regional nosso. CLIQUE NO LINK ABAIXO E ASSISTA O VÍDEO
https://www.youtube.com/watch?v=6ok86BnwF_8

Resultado de eleição não afasta Brasil da Argentina

ALEXANDRE GARCIA
Resultado de eleição não afasta Brasil da Argentina. CLIQUE NO LINK ABAIXO E ASSISTA O VÍDEO
https://www.youtube.com/watch?v=Uf3ts9k3L9M

"Bruxaria: Argentina retoma seu destino; até quando vai durar? Ai de ti, Argentina!",

 por Vilma Gryzinski
Em qualquer país normal, uma vitória como a da Frente Todos seria saudada com comemorações dos vencedores, euforia dos eleitos e tristeza dos derrotados.
Como a Argentina é tudo, menos um país normal, tudo isso aconteceu, mas sobrepujado por questões alucinantes.
A mais imediata: até onde o dólar vai bater?
A de médio e longo prazo: até quando Cristina Kirchner vai resistir disciplinadamente no cargo de vice-presidente, cujo pressuposto é a discrição, antes de jogar na cara de Alberto Fernández que só foi eleito por causa dela?
A explosão do dólar, com a consequente implosão da economia, abre outras dúvidas. Mauricio Macri aguenta até a transmissão do poder, como nos países normais, o que o tornaria uma exceção entre os presidentes não peronistas?
Pode ter que antecipar o fIm do próprio mandato, como aconteceu em 1989 com o sóbrio e respeitado Raúl Alfonsín, reduzido a um alfajor esmagado pelo descontrole econômico.
Ou fugir de helicóptero da Casa Rosada como Fernando De la Rúa, em 2001, com apenas dois anos de mandato, quando saques e confrontos já tinham deixado 30 mortos e não demorariam a chegar à Casa Rosada.
Macri quer, evidendentemente, deixar um exemplo de civilidade e estabilidade na alternância de nopoder para o país. 
O único problema são os fatos. Quando assumiu, em 2015, numa vitória que parecia impossível contra a muralha peronista, o dólar esta a 13 pesos. A cotação bateu em 65, 80 no paralelo, na véspera da eleição. 
Todo mundo sabia que hoje vivia mais do mesmo: tentativas desesperadas de controlar o desmoronamento.
O teto para a compra da moeda, por cidadãos comuns, foi estabelecido em 200 dólares. Na prática, significa que não dá para recorrer ao único instrumento de preservação do derretimento das economias de quem consegue poupar alguma coisa.
Nada de novo, infelizmente, para os argentinos.
A novidade é a composição do poder, com uma vice-presidente poderosa e um presidente que tenta fazer de conta que que manda é ele e ponto final.
O pessoal do entorno tanto de Cristina Kirchner quanto de  Alberto Fernández tenta passar a segunda imagem, claro.
“Vão ter uma surpresa com Cristina. Está todo mundo fazendo todo tipo de especulações”, disse ao salte Infobae”, Oscar Parrilli. Ele foi diretor do serviço de inteligência durante o governo dela, com mais de um choque profissional (“Me deixa muito fula que você seja tão idiota. Tchau”, dizia um telefonema vazado, esse karma dos poderosos.)
“Foi ela que ofereceu a candidatura a Alberto e foi a primeira a perceber o que estava acontecendo, e sabe perfeitamente qual é o seu papel.”
Geralmente, tudo o que um sujeito como Parrilli declara é exatamente o oposto da vida real. Mas o simples esforço de desmentir um futuro confronto indica a preocupação evidente.
Assessores do presidente eleito também dizem que Cristina teve “zero influência” na formação do gabinete, o que não significa que não terá “gente sua”.
Mais importante: além de se falar “dezenas” de vezes por telefone todo dia com Cristina, Fernández mantém um bom relacionamento com o principal operador dela, o filho, Máximo Kirchner, líder da corrente La Cámpora.
Esta é justamente a corrente à mais esquerda do peronismo atual. Alberto Fernández tenta passar uma imagem mais centrista e equilibrada, principalmente em termos econômicos.
LÍDER ESPIRITUAL
A Argentina já teve duas mulheres na vice-presidência e uma quase.
A menos conhecida é a que vai deixar o governo com Macri, Gabriela Michetti. Ex-deputada e senadora do mesmo partido que ele, o PRO, paraplégica desde 1994 por causa de um acidente de carro, enrolou-se no roubo de várias sacolas com dinheiro, em peso e dólares, furtados de sua casa por um ex-segurança.
Não eram grandes quantias – nem remotamente comparáveis às centenas de milhões de dólares que circularam em malas  durante o governo de Néstor Kirchner e, depois, de sua mulher, Cristina, fruto de subornos pagos por empresas beneficiadas com grandes contatos. O movimento foi criteriosamente anotado, durante anos, pelo motorista que acompanhava os intermediários.
Como todos os argentinos que conseguem, Gabriela guardava dinheiro em dólares, em espécie, mas pegou mal.
Incomparavelmente mais dramática foi a atuação de Isabelita Perón, a ex-dançarina de cabaré que se casou com o general exilado, voltou com ele à  Argentina em 1973, foi colocada como vice na chapa do marido e acabou por substituí-lo quando morreu.
Antes, completou a total e absoluta destruição da Argentina, orientada por José López Rega, ou O Bruxo, um astrólogo e ocultista que havia se tornado a eminência parda de Juan Perón.
As batalhas entre peronistas de direita, chefiado pelo Bruxo, e de esquerda, os atentados contra civis e militares,a anomia de Isabelita, a dissolução institucional  e outros males conhecidos levaram ao golpe militar de 1976.
A outra mulher que foi “quase” vice-presidente tem a mais conhecida, embora excessivamente mistificada, história: Eva Perón.
Ex-atriz de rádio, com incursões no ramo do entretenimento noturno, como Isabelita, Eva tornou-se uma revelação política, uma populista por direito próprio, estrela que usava Dior e Cartier para visitar os descamisados que a tratavam como mãe dos pobres, uma espécie de princesa Diana louca pelo poder que tocava leprosos e açulava a luta de classes.
Ao contrário do marido, mas hábil em “acomodar” interesses diversos, Evita, chamada de “égua” ou simplesmente de “ela” por oficiais que tentavam seguidamente derrubar o peronismo, foi impedida, pela oposição dos militares, de se candidatar a vice-presidente.
O precoce câncer de ovário a levou do mundo dos vivos para a esfera dos mitos no ano seguinte, em 1952. Ganhou o título de Líder Espiritual da Nação.
Perón a substituiu, entre as paredes da Casa Rosada, por uma menina de quinze anos que venerava Eva.
“Voltarei e serei milhões”, é a herança mais conhecida, em termos de frases, que deixou para os argentinos – o filme ruim e equivocado de Madonna não conta.
Cristina Kirchner está, muito provavelmente, sentindo isso: ela voltou e está sendo saudada por milhões.
Ai de ti, Argentina!

Veja













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ENQUANTO ISSO, NO CANADÁ

 Percival Puggina
Recebo do meu amigo Jorge Abeid, que mora no Canadá, a informação de que esse folheto está sendo distribuído à saída das missas por iniciativa da Caritas daquele país. Seu conteúdo é uma desinformação que acompanha, como de hábito, a coleta de fundos para financiar imprecisas iniciativas de "salvamento" a serem adotadas na região onde o pulmão do mundo arde em fogo, os índios morrem assassinados sob o olhar complacente do governo e a floresta some pelo desmatamento.
Esqueceram-se de mencionar, no entanto, os mais de 30 empreendimentos de mineração canadense instalados na região, conforme se pode ler nesta matéria.
Seria muito desejável que a informação aqui contida fosse levado ao conhecimento das autoridades do Ministério de Relações Exteriores para que esclarecimentos e informações adequadas fossem levado ao conhecimento do governo do Canadá.










extraídadepuggina.org

“Eu virei para o presidente (Lula) e falei assim: Resolvi, presidente”

Marco Angeli Full  JORNAL DA CIDADE

Sabe-se que a condenação que levou Lula da Silva à cadeia é apenas a ponta de um enorme iceberg de crimes praticados durante quase uma década pelo sociopata dono do PT.
Um deles, talvez o mais escabroso, é o assassinato do prefeito de Santo André Celso Daniel, onde o homenzinho de Garanhuns é apontado como mandante.
O assassinato jamais foi esclarecido, mas é tema de uma investigação sigilosa do Ministério Público.
Esta semana, a revista Veja - acreditem se quiser - publica um depoimento inédito de Marcos Valério, o operador de desvios de recursos públicos que construiu um esquema de corrupção gigantesco usado por Lula e sua gangue.
O esquema acabou estourando em 2005 - o mensalão, que desviava grana do Banco do Brasil - e colocou na jaula catorze corruptos, entre eles o próprio Valério.
Valério ficou em silêncio na sua cela durante anos, talvez à espera da ajuda prometida pelos comparsas do PT, ajuda que nunca chegou.
Em 2012, arruinado e preso, Valério resolveu contar.
E se transformou no pesadelo de Lula et caterva, justamente por conhecer a fundo a imundície e as maracutaias petistas.
As primeiras acusações de Valério sobre o envolvimento de Lula no assassinato aconteceram justamente quando a esquerda tentava uma ação para blindar Lula e o PT no caso.
Agora, em depoimento ao Ministério Público de São Paulo, prestado no Departamento de Investigação de Homicídios de Minas Gerais - publicado pela Veja - Valério afirmou que Lula e outros corruptos do PT foram chantageados pelo empresário Ronan Maria Pinto, de Santo André, pelo envolvimento no caso de Celso Daniel.
Ronan, que agia num esquema de cobrança de propina junto à Prefeitura da cidade, ameaçou acusar a cúpula petista - incluindo Zé Dirceu e Lula - e responsabilizá-la pelo assassinato.
Gilberto Carvalho, o famigerado chefe de gabinete de Lula, acabou chamando Valério e pediu que levantasse recursos para pagar a chantagem.
Valério, sem saber direito do que se tratava, procurou Zé Dirceu, que mandou:
‘Vá e resolva’. Daí pra frente a história fica cada vez mais sórdida.
Valério procurou o petista João Paulo Cunha, que o mandou falar com o deputado Professor Luizinho, ex vereador de Santo André que conhecia bem o ‘problema’.
Por ele soube que Celso Daniel, corrupto que desviava grana para o partido, havia se recusado a financiar o enriquecimento pessoal de Lula e de dirigentes do PT.
O desfecho todos sabem: Celso acabou sendo torturado e assassinado.
Valério pagou a chantagem, usando grana do Banco Schahin, que soltou 12 milhões em troca de favorecimento numa operação com a Petrobras.
Valério, em seu depoimento, declara ainda que avisou Lula, finalmente, que havia resolvido a questão, e ouviu do homenzinho:
‘Ótimo, graças a Deus.’
De Ronan, o chantageador, escutou em conversa que ‘ele não iria pagar o pato sozinho’, e que denunciaria Lula - caso não recebesse a grana - como ‘mandante da morte de Celso Daniel’.
Ou, como afirmou Valério: ‘O cabeça da morte de Celso Daniel’.
O que Valério (homem forte da corrupção petista) sabe não é desprezível.
Ele se reunia ao menos uma vez por mês com Lula.
Sua influência era tanta que se metia até em indicação de ministros.
Comprava apoio parlamentar em ações de porão ilegais, esquema que envolvia bancos, dirigentes de partidos e políticos, e acabou finalmente sendo denunciado por Roberto Jefferson como operador dos cofres clandestinos do PT em 2005.
O chamado mensalão estourou, e Lula, entregando Dirceu de bandeja no caso, saiu ileso, apesar de ser o principal envolvido e beneficiado.
Ronan Maria Pinto, o chantageador, está preso, por ordem de Sérgio Moro.
A maior parte da operação financeira que envolve o assassinato de Celso Daniel já foi investigada e confirmada pela Polícia Federal.
Condenado a mais de cinquenta anos de cana, Valério já penou na cadeia.
Teve os dentes quebrados numa surra que levou na cadeia por presos a serviço dos petistas, segundo ele.
De Okamotto, braço direito de Lula, escutou, anos antes:
‘(...) Uma turma do partido acha que nós devíamos fazer com você o que foi feito com o prefeito Celso Daniel…’
Apesar da polícia comum ter desistido do caso, o MP investiga o assassinato, acreditando que tenha realmente se tratado de queima de arquivo, eliminando o político que se recusava então a financiar a mamata de Lula.
Nestes tempos em que o STF insiste em colocar Lula na rua de novo, como inocente, é sempre bom lembrar do naipe desse criminoso.
A verdade sobre o assassinato do prefeito virá à tona, mais dia menos dia.
E encontrará o provável mandante nas ruas, talvez como candidato à presidência, por obra de uma suprema corte incompetente e venal.








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Lula, a vítima Celso Daniel, a tortura, o assassinato e o Tribunal do Crime...

Felipe Fiamenghi  JORNAL DA CIDADE

Então, de acordo com o depoimento de Marcos Valério, Lula foi o mandante do assassinato de Celso Daniel? Quem diria, hein?
Quer dizer, então, que foi Lula quem mandou TORTURAR E MATAR um político petista, que estava atrapalhando os planos da organização criminosa da estrelinha vermelha?
Mas não era Bolsonaro que apoiava torturadores? Não era Bolsonaro que era "assassino"?
A esquerda ainda tem as mesmas táticas da época do Araguaia, quando justiçavam companheiros e colocavam na conta dos militares.
Táticas que aprenderam em Cuba, Albânia. As táticas do Manual do Guerrilheiro Urbano, de Marighella.
Se Lula não quer sair da cadeia, não é pra provar uma inocência que sabe não existir.
Simplesmente, o ex presidente conhece o "modus operandi" da quadrilha que ajudou a criar e, sem a narrativa de "Lula Livre", tornar-se-á um inútil. Apenas um arquivo vivo e perigoso.
Se Lula não quer sair da cadeia é para não ser julgado no tribunal onde já foi juiz. O tribunal do crime de colarinho branco que, sob as bençãos do próprio Lula, sentenciou Celso Daniel.
"A traição nunca triunfa." (HARINGTON, John)














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"Ignorância",

 por Miranda Sá
“O que nos causa problemas não é o que não sabemos, mas aquilo que temos a certeza que é verdade” (Mark Twain)
É assustadora a obrigação de tomar conhecimento da Lei, conforme ordena a Introdução ao Código Civil, que traz no seu artigo 3º: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece”.
Isto atinge em cheio, calculando por baixo e com muito otimismo, 80% da população brasileira, onde, sem excluir bacharéis em direito e até mesmo doutores diplomados na variedade dos cursos universitários, maioria é formada por pessoas que não sabem sequer escovar os dentes, como disse o general João Batista Figueiredo.
Trata-se, porém, de uma presunção legal absoluta que atropela a ignorância inocente e vulgar. Fico às vezes pensando como é torturante sujeitar milhões de pessoas honestas a conhecer e entender o incomensurável universo das leis federais, estaduais e municipais…
Imagino que a própria Constituição de 88, tão citada, um catatau enciclopédico vindo de egos vaidosos dos constituintes mal saídos de um regime de exceção, dissidentes e ex-colaboradores querendo parecer mais democratas e mais humanistas do que os outros.
Essa Constituição é tão abrangente ao enumerar direitos e tão lenitiva com os criminosos que nos leva a perguntar, como fez o grande Dostoiewski; “Porque, seus ignorantes, haveis de praticar fraudes fora da Lei? Há dentro dela muito espaço para fazê-las…”
Os políticos e magistrados corruptos sabem disto muito bem. Os ignorantes que restam continuam sendo presos por uma barra de chocolate, enquanto se trama nos porões dos três poderes a impunidade para o chefe da Orcrim política, Lula da Silva, condenado e preso por corrupção e lavagem de dinheiro.
Assistimos o STF encenar a sua própria interpretação constitucional do artigo que reza “todos são iguais perante a Lei”, admitindo, pelo favoritismo, que os seus protegidos são “mais iguais do que os outros”.
Na tribuna diante dos divinos ministros, advogados são milionariamente pagos por saberem explorar a diferença entre o desconhecimento da lei e o erro de interpretação do texto. E com a mesma sutileza capciosa dos julgadores livram seus clientes de colarinho branco.
Do lado de cá, passando pelo túnel que evita contato dos deuses togados com o povo, vive a Ignorância, um sonoro substantivo feminino de origem latina, (ignorantĭa,ae) interpretado como a condição do indivíduo sem instrução, que não tem cultura, experiência ou prática em alguma coisa.
A ignorância é classificada de três maneiras: ignorância factual (ausência de conhecimento de algum fato), ignorância objetual (não-familiaridade com algum objeto) e ignorância técnica (ausência de conhecimento de como fazer alguma coisa).
A primeira, em relação ao arcabouço jurídico, é do povão; a segunda, das classes médias letradas, fugindo da realidade; e a terceira, a secular e repetida prática dos que ocupam eventualmente o poder.
Pela incultura e desinformação das massas, o teólogo e orador sacro Martin Luther King construiu um belo pensamento: “Nada no mundo é mais perigoso que a ignorância sincera e a estupidez consciente. ”
E é assim que o Brasil se divide, não pela Geografia Física, mas entre a ignorância e a estupidez. Numa banda, ficamos enfrentando a desinformação dos cúmplices da corrupção que aliena o povo; na outra banda, sobrevoam os corvos grasnando um latinorum bacharelesco para favorecer seus bandidos de estimação.










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"A escabrosa história da prisão após trânsito em julgado",

por Modesto Carvalhosa
O nosso regime penal, a favor dos criminosos e contra as vítimas, começa em 1973, quando o “legislador” da época, para PROTEGER o delegado Paranhos Fleury, revogou a regra do nosso Código de Processo Penal de 1941, que SEMPRE prendeu o criminoso JÁ NA PRIMEIRA INSTÂNCIA. Foi estabelecida a prisão na 2ª instância. É a famosa LEI FLEURY (Lei n. 5941).
Ocorre que os corruptos do MENSALÃO não “podiam” ser presos. Daí o nosso PRETÓRIO EXCELSO, já dominado pelos Ministros nomeados por Lula, DECIDIU, cinicamente, que a Constituição “mandava” prender somente após trânsito em julgado. Foi assim derrogada, por desuso, a Lei Fleury de 1973.
ISSO DEPOIS DE 21 ANOS DA VIGÊNCIA DA CARTA, sem nenhum questionamento a respeito da prisão em 2ª instância, até que surgisse o mensalão.
E a MAIORIA petista no Congresso, apoiada sempre pelo famigerado Centrão, para REFORÇAR o sórdido “entendimento” do Supremo, APROVOU em 2011 a “Lei” nº 12.403, que determina que todo o criminoso é INOCENTE até que os ministros do Supremo, SELETIVAMENTE, absolvam os corruptos através da prescrição.
Essa lei infame de 2011, conhecida como a LEI DO MENSALÃO, nunca foi seguida pelo Poder Judiciário, que CONTINUOU a prender os criminosos na 2ª instância.
Diante da avalanche de corruptos processados pela LAVA JATO, e da força da opinião pública, o STF, em 2016, REVOGOU o seu casuístico “ENTENDIMENTO” de 2009, “admitindo” que se continuasse a prender os corruptos e demais delinquentes após 2ª instância.
Daí veio 2019. Os petistas se uniram aos demais canalhas do CENTRÃO, num abraço fraterno de quadrilheiros corruptos, para liquidar com a LAVA JATO e instituir no Brasil a REPÚBLICA DOS BANDIDOS...
O lema dos políticos corruptos que dominam o Congresso é este: QUEREMOS ROUBAR EM PAZ!
Mais do que isso. Se os magistrados do andar de baixo não obedecerem ao “entendimento” do PRETÓRIO EXCELSO, prendendo os INOCENTES delinquentes, serão eles, magistrados, condenados e presos por QUATRO ANOS, de acordo com a LEI DE ABUSO DE AUTORIDADE.
POR TUDO ISSO, NÃO PERTENCEMOS MAIS AOS PAÍSES CIVILIZADOS E MUITO MENOS AOS PAÍSES DEMOCRÁTICOS.
IMPÕE-SE O IMPEACHMENT DOS GARANTISTAS DO STF.






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domingo, 27 de outubro de 2019

O Brasil não é o Chile, tá ok?

JOSÉ NÊUMANNE PINTO
Preocupo-me com a disseminação de inquietações sobre eventual influência que os protestos que causaram até agora 18 mortes no Chile possam ter sobre o Brasil. O próprio Bolsonaro avosou ao ministro da Defesa para manter o aparato militar alerta para a possibilidade de ter de intervir em convulsões sociais, usando o artigo 142 da Constituição, dito da Lei e da Ordem. O Chile é muito menor do que o Brasil e não vejo perspectiva nenhuma de perturbação da ordem por desigualdade ou política econômica, como no Chile, mas por causa da irresponsabilidade da cúpula da Justiça se, associada com os grupos criminosos partidários que controlam o Congresso, vierem a soltar Lula, Zé Dirceu e outros bandidos.

Weintraub desmascara a farsa das “universidades petistas”

Lucia Sweet  JORNAL DA CIDADE

    AMANHECENDO - FOTO ANDRADE JUNIOR
As mentiras caem por terra.
O Ministro da Educação Abraham Weintraub disse na sexta-feira (25), em entrevista à TV Brasília, que o verdadeiro motivo dos governos de esquerda terem investido bilhões em universidades foi para doutrinar os estudantes. Todas foram aparelhadas.
Enquanto isso, os filhos dos pobres não tinham creches nem pré-escola porque não dá para doutrinar crianças de creche, não dá para fazer manifestação com as crianças da creche. “As crianças da creche não vão queimar pneu nas vias públicas”, explicou o Ministro.
Segundo o Ministro, a prioridade do novo governo não são as universidades, mas a alfabetização das crianças.
Eu conheço muita gente com diploma universitário que não sabe nem falar português. Não sabe nada. Mal sabe ler e quando lê, não entende. Com essa era da esquerda no poder a Educação no Brasil chegou a ser a 3º pior em 40 países, aponta pesquisa feita pelo grupo The Economist.
O problema é que baixas pontuações em aprendizado, com o Brasil apresentando, na era lulopetista, queda no índice de desempenho escolar e habilidades cognitivas, isso coloca em cheque a possibilidade de que o país possa sustentar taxas de crescimento econômico a longo prazo.
Estimativas da OCDE, em português OECD (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) indicam que, na última década, o crescimento econômico nos países desenvolvidos esteve atrelado â qualidade da Educação.
Nenhuma universidade brasileira está entre as 100 melhores do mundo, apesar dos BILHÕES torrados nas mãos de reitores de esquerda, filiados a partidos como PSOL, PCdoB, PSB, PT, etc.
Ainda bem que o Brasil agora está no rumo certo.










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O Brasil e o Estado Cleptocrático de Direito: o Foro de São Paulo agradece

José J. de Espíndola  JORNAL DA CIDADE


Agora são favas contadas.
Com o voto da inefável ministra de Dilma Rousseff, Rosa Weber, estarão fatalmente abertas as portas das cadeias para os mais deletérios bandidos da República, os grandes corruptos da Lava Jato: Lula, Eduardo Cunha, Delúbio Soares, João Vaccari, Zé Dirceu, Renato Duque ‘et caterva’, bilionários empresários, ex-ocupantes de elevados cargos em estatais, políticos larápios com assento na Câmara e no Senado e banqueiros. Enfim o voto decisivo de Rosa Weber fará a glória dos que sempre se locupletaram com o dinheiro do trabalhador contribuinte.
Volta-se a esperar pelas Calendas Gregas – data que não existe, significando que, na Justiça brasileira, ela nunca (ou quase nunca) é alcançada – para que se atinja o injuriado “trânsito em Julgado” e o condenado seja, finalmente, preso. Digo injuriado “trânsito em Julgado” porque ele é errônea e convenientemente interpretado - pela Facção-Pró-Crime do STF (obrigado, J. R. Guzzo) e cúmplices naquela Corte - em favor do crime e de criminosos – desde que criminosos da alto coturno, claro - em associação ao que existe de mais retrógrado e nefasto na advocacia criminal brasileira. /1/
Sem prisão à vista, com esta nova/velha “interpretação” do STF, nenhum bandido se interessará por delação premiada, dificultando de forma praticamente absoluta o deslinde da teia de corrupção, em geral construída de forma profissional e sofisticadíssima.
É isto em que a Facção-Pró-Crime do STF sempre se esmerou: a colocação de empecilhos ao deslinde de fraudes com o dinheiro público.
É nesta prática odiosa e lesa-pátria que se esmeram indivíduos execrados e odiados pela Nação que presta, como Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli, Celso de Mello, Marco Aurélio Mello, trupe a que agora se soma a ex-juíza trabalhista, ministra togada no sombrio gabinete de Dilma Rousseff, Rosa Weber.
Não sei se será possível, juridicamente, reverter-se a homologação de delação premiada, caso o bandido resolva retirar o que já declarou. Suspeito que sim. Mas não duvido que isto venha a ser questionado na Justiça, já que, para o bandido, a delação não significa mais prêmio algum; sua liberdade – e até mesmo, com grande probabilidade, a prescrição de seus crimes - já foi garantida pela Facção-Pró-Crime do STF e seus associados.
Em suma esta nova/antiga “interpretação” do STF sobre “trânsito em julgado”, abre muitas possibilidades. Não descarto sequer a devolução aos bandidos da montanha de dinheiro (já passa de R$2,0 bilhões) recuperado pela Lava Jato.
Esta nova/safada “interpretação” do STF transforma o Brasil, não apenas no paraíso dos grandes corruptos, mas em um Estado Cleptocrático de Direito.
Todas as nações civilizadas, onde o réu é preso após condenação em primeira instância (exceção para Alemanha e Portugal, onde as prisões são após segunda instância) já demonstram estar estarrecidas com a transformação do Brasil num Estado Cleptocrático de Direito. A pretensão do Brasil de entrar para a OCDE vai - como a prisão de bandidos de alto coturno - para as Calendas Gregas.
Veja-se, então, caro leitor, como este STF é, sim, a encarnação do atraso e da desmoralização do Brasil, dentro e fora dele.
Lula certamente será solto, com as bênçãos deste STF. E, solto, voltará a infernizar a Nação que presta, preza a honra os demais valores morais.
A Lei da Ficha Limpa impede Lula de candidatar-se a cargo eletivo. Mas não me surpreenderei se a constitucionalidade desta lei for questionada neste STF tão leniente (para dizer o mínimo) já que, de acordo com o novo/canalha “entendimento” supremo, Lula é inocente até o transito em julgado de suas condenações, trânsito este que agora só acontecerá nas Calendas Gregas.
E por que um “inocente” não poderá ser candidato, perguntará um “douto” Gilmar Mendes e um mais “douto” ainda Dias Toffoli, ou qualquer outro “douto” membro da Facção-Pró-Crime, ou ainda qualquer outro “douto” simpático àquela Facção.
Claro, o Foro de São Paulo penhoradamente agradecerá por todos esses desdobramentos “jurídicos” a serem produzidos por supremos “doutos juristas”, todos sem obra jurídica. Talvez até lhes preste uma comovida homenagem em sua próxima reunião, que poderá ocorrer em um dos “paraísos” democráticos da América Latina, como Cuba, Venezuela, ou Bolívia.
Tristes trópicos!











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O SÍNODO, ANCHIETA E A VISÃO DE HISTÓRIA .

por Percival Puggina
               FOTO ANDRADE JUNIOR
Em diferentes lugares do passado, muitas coisas se perderam no nosso país. Uma delas foi a visão de história. Perdeu-se a linha do tempo, a noção de continuidade e, com isso, a própria identidade. A ignorância deu origem ao palpite. A profunda ideologização das últimas décadas abriu vaga, posto de trabalho, carteira assinada e ascensão funcional à avalanche dos enganadores, peritos na grande ciência do ensinar errado. Não é fácil. Ensinar errado e ocultar o que é sabido exige treino.
Observo, em muitas manifestações, percebidas como valiosamente indigenistas, um remorso comunitário ao qual muitas pessoas se entregam como se fossem motivadas por imposições de ordem moral. Seria o inesgotável remorso dos ocidentais. A penitência de uma civilização. A autoflagelação de uma cultura superior. Afinal, por que diabos decidiram promover o não solicitado povoamento de um suposto e intacto paraíso terrestre indígena brasileiro? Pronto, está feito o serviço. É apenas mais uma página da longa lista de culpas históricas imputadas ao léu e sem réu. Mas gerando titulares de remotos créditos sociais resgatáveis no tempo presente.
Em todos esses casos – e são muitos – como já escrevi em artigo anterior, conviria ter certezas que me parecem ausentes, como ausentes estão nos problemas do povoamento e da evangelização do Brasil: a) certeza de não estarmos acusando, julgando e condenando antepassados a quem não concedemos direito de defesa; b) certeza de não estarmos colocando gestos de resgate a serviço de interesses ideológicos e políticos pelos quais, mais tarde, alguém terá que pedir perdão por nós; e c) certeza de não estarmos incorrendo em anacronismo, ou seja, avaliando a conduta dos povoadores de quinhentos anos atrás, com critérios atuais.
Apenas 250 anos nos separam do clássico Dei delliti e dele pene, com o qual Cesare Beccaria apontou a desproporção entre delitos e penas no sistema judicial de seu tempo. Foi por influência desse livro que a Revolução Francesa introduziu a guilhotina, mais misericordiosa para corte de cabeças do que a machadada. Diante desses fatos quase recentes podemos reprovar os portugueses por não haverem trazido a bordo antropólogos, sociólogos, ambientalistas e epidemiologistas?
As releituras e narrativas que a dominante visão de história costuma desenrolar, me levam a indagar: há sentido em desfiar o infindável rosário de mortificações temporãs sobre as quais se poderia cogitar até mesmo na leitura da Bíblia, ou percorrendo os olhos sobre a história de qualquer povo, incluídos os próprios indígenas? Não, não há. Deve ter arrefecido muito o apreço ao batismo e à salvação para que a evangelização de um continente ande suscitando tanto remorso, adaptação e modulação (como talvez propusesse Dias Toffili).
Se for para pedir perdão, por que não o fazerem também, como lembrava Sandra Cavalcanti em artigo publicado há alguns anos, os médicos que substituíram os curandeiros, as famílias novas que não aceitaram mais matar velhos e crianças aleijadas e os cozinheiros europeus que retiraram do cardápio ameríndio os assados de bispos e desafetos?
Não parece adequado subordinar-se o não solicitado Sínodo da Amazônia a uma ótica reducionista que, ao explicar todos os fenômenos históricos como conflitos entre oprimidos e opressores, se põe a serviço de uma ideologia pagã. Entre São José de Anchieta e o cardeal Cláudio Hummes eu fico com o santo das Canárias.










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sábado, 26 de outubro de 2019

Para entender o racha no PSL

ALEXANDRE GARCIA
    FOTO ANDRADE JUNIOR

Para entender o racha no PSL


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