Novelas das sete e das nove, além de jornalismo, serão os alvos mais poupados de cortes
Neste ano em que completa 25 anos no ar, “Malhação” perde a vez no calendário de planejamentos da Globo para o ano seguinte. Pela primeira vez nesse período, a novela jovem ficará sem produção inédita na programação, o que de certa forma parecerá algo orgânico, já que outras novelas também estão em reprises em razão da Covid.
A diferença é que as novelas das seis, das sete e das nove seguem seus planos para voltarem ao ar assim que tiverem encerrado as gravações dos enredos que foram interrompidos. A emissora tampouco retomou a produção da próxima novela das seis, “Nos Tempos do Imperador”, que estrearia em março passado.
No momento, a emissora revê suas prioridades, mantendo investimentos maiores apenas para as novelas das sete e das nove, jornalismo e conteúdo para o streaming, no Globoplay.
A política pede reequilíbrio das contas nesses tempos em que anunciantes retraíram seus investimentos em razão da baixa no consumo de vários itens, efeito da pandemia. Disso fazem parte a revisão de gastos com direitos esportivos (Libertadores, Fórmula 1 e Copa do Mundo), o fim de contratos onerosos com antigas estrelas da casa e o enxugamento do humor, que perde programas como Zorra e Fora de Hora em 2021.
Com a Folha de São Paulo
Em tempo: A Globo transformou-se no major grupo de comunicação do Brasil durante o regime militar, que recebeu apoio ostensivo, inclusive em editorial assinado por Roberto Marinho.
Depois do proselitismo no jornalismo e nas produções de novelas, estimulando 'avanços' no país para favorecer 'minorias' - a quem apontava como vítimas da sociedade - o Sistema Globo levantou a bola para que Fernando Collor, Fernando Henrique Cardoso, e, sobretudo, Luiz Inácio Lula da Silva chegassem ao poder.
Instalou-se no país um projeto de corrupção sem paralelo na história da humanidade. Nunca se roubou tanto. Como diria o mais notório dos ladrões da República, 'nunca na história deste país...'.
Tanta indecência levou à eleição de Jair Bolsonaro em 2018.
Um outside.
Embora os sinais indicassem bem antes de 2018 que a maioria dos brasileiros, frustrados com a corrupção descarada nos Três Poderes, queriam mudanças no país, a mídia tradicional subestimou os movimentos que ocorriam de Norte a Sul...
A escandalosa campanha promovida por Lula e asseclas, com a cobertura do Grupo Globo, para que o Brasil patrocinasse a Copa do Mundo (2014) e a Olimpíadas (2016) foi a senha para a revolta popular.
Políticos, empreiteiros e a imprensa gestavam um assalto sem precedente à coisa pública.
Milhões foram às ruas a partir de 2013.
Era a versão séria dos 'caras pintadas' - braço do covil do Lula.
No embalo do Mensalão, e diante da impunidade que sequer permitiu a abertura de um processo contra Lula, o chefe da quadrilha, o petista se sentiu estimulado a ousar ainda mais, criando o Petrolão.
Era a degradação definitiva do Brasil.
A partir do Palácio do Planalto, quadrilhas assumiram a Petrobras, o BNDES, a Eletrobras, os Correios, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica, os fundos de pensão de Estatais... Um horror!
Al Capone, perto de Lula e gangue, seria um trombadinha de periferia.
Nasce então a Lava Jato...
Lula, finalmente é processado, condenado e preso...
Dilma é detonada do Palácio do Planalto, apesar do STF...
Bolsonaro é eleito presidente da República, para desespero da escória que segue 'opinando' na velha mídia, que 'ocupa' o Congresso Nacional, e o STF, cujos integrantes foram indicados por Sarney, Collor, FHC, Lula, Dilma e Temer.
O que dispensa explicar o comportamento das excelências, que soltam Lula, André do Rap, Dirceu, empresários, e perseguem qualquer um que se atreva a continuar cobrando a moralização do país.
Durante a campanha presidencial, Bolsonaro prometeu aos brasileiros que ia acabar com o 'bolsa imprensa'...
A velha mídia ampliou o volume de ataques a Bolsonaro. Mas, àquela altura quem daria ouvidos à Globo, à Veja, à Folha, ao Estadão?
Promessa cumprida.
Há quase 20 meses a velha imprensa ataca Bolsonaro e o governo.
Procura desesperadamente corrupção no governo, 'umazinha' que seja.
Debalde!
O fim da corrupção é um tiro de misericórdia na ex-'vênus platinada'.
A grana dos impostos do povo que trabalha é agora destinada à saúde, à educação, à segurança, à infraestrutura...
E o povo aplaude e pede bis, como na ópera, diria Nelson Rodrigues.





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