TOMAZ FILHO
Uma rápida espiada nas manchetes da 'grande imprensa' mostra espantosa semelhança no conteúdo com a gritaria da organização criminosa do Lula contra a moralização do país.
Afinal, não foi pequeno o desfalque no bolso dessa turma provocado pela Lava Jato.
O governo Bolsonaro não completaria o 'pacote' moralizador da coisa pública sem desmontar a orgia das empresas de comunicação com dinheiro do trabalhador.
A decisão acertada de cortar a grana de 'publicidade' que embalava o 'jornalismo' que explodia nas páginas da Folha, do Estadão, do Globo, da Veja provocou a ira dos senhores 'empresários da notícia'.
E, óbvio, das redações.
O emprego ameaçado levou a falta de ética à estratosfera. Os ataques ao governo são extravagantes.
E não se restringem à figura do presidente da República.
Ao contrário do que ocorre nos Estados Unidos, onde CNN, Post e NYT concentram as baterias sobre Trump, no Brasil a brava imprensa joga no lixo a ética e dispara fake news contra ministros com uma fúria de fazer inveja a Lula e sua organização criminosa ao atacar os cofres da Petrobras, da Eletrobras, do BNDES, dos fundos de pensão de estatais...
Quem sabe, atingindo auxiliares, acerte Bolsonaro.
A última (?) cartada da 'grande imprensa' para detonar Bolsonaro é a tentativa de desacreditar Sergio Moro, que mandou para o xilindró Lula, Dirceu, Palocci, Odebrecht e outras figuras carimbadas do grande esquema de corrupção montado no Palácio do Planalto na era PT.
É uma guerra sem fim.
Que se inicia no xilindró, onde o inquilino Luiz Inácio Lula da Silva tem a 'compreensão' do Judiciário para pautar a 'grande imprensa' e os seus quadrilheiros no Congresso Nacional, nas universidades e na máquina pública.
Máquina pública, de resto, que continua aparelhada por 'mulas' gestadas nos intermináveis concursos públicos, que nada melhoraram a prestação de serviços, mas que impedem o país de sair do atoleiro e sabotam qualquer tentativa de moralização do Brasil
Aí está a mobilização de 'servidores públicos' contra as reformas em favor do Brasil.
É uma guerra que só o povo pode vencer.
Na ruas, no voto...
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