Jornalista Andrade Junior

sexta-feira, 28 de junho de 2019

Só o povo nas ruas calará os gritos da minoria destrutiva que insiste em manter o país corrupto

JOSÉ TOMAZ

O Brasil é um país surreal.

Nos últimos dias, assistimos políticos comprovadamente corruptos e outros sob fortíssimas suspeitas questionarem o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, sobre mensagens roubadas do celular de procuradores da República.

Por trás da mobilização, a tentativa de soltar Luiz Inácio Lula da Silva, símbolo maior de um esquema de corrupção sem precedente na história do Brasil.

Sergio Moro, sabemos, foi o juiz que representou o porto seguro às investigações feitas pelo Ministério Público, Receita Federal e Polícia Federal.

Pela primeira vez na história desse país vimos políticos corruptos, empresários corruptos, e agentes públicos corruptos serem condenados e presos.

Os cofres públicos estão recuperando bilhões de reais surrupiados acintosamente por Lula e quadrilha.

Ministros do Supremo Tribunal Federal operam escandalosamente para tirar do xilindró Luiz Inácio Lula da Silva, o mais depravado dos corruptos da Lava Jato.

Alguém imagina que na Suprema Corte dos Estados Unidos, da Alemanha, da Inglaterra, do Canadá, e, de resto, de qualquer país sério, tipos como Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski defendam bandidos asquerosos como Lula, que roubaram descaradamente dinheiro do povo, cuja destinação lógica seria a saúde, a educação, a segurança ou a infraestrutura?

Bem, não há registro de que um Gilmar ou um Lewandowski ocupe alguma cadeira nas cortes de uma nação decente.

Se, por absurdo, isso ocorreu, foram defenestradas na primeira tentativa de desmoralizar a instituição.

No Brasil, apesar dos protestos nas redes sociais, Gilmar e Lewandowski atuam soberbos na defesa do crime organizado. E ainda têm a ousadia de atacar quem se propõe a desmontar a organização criminosa que prostituiu as instituições nos quatros governos seguidos que promiscuíram a coisa pública e jogaram no chão a autoestima do brasileiro.

Não por acaso, os processos de grandes criminosos do colarinho branco mofam nas gavetas do Supremo. Com mais de 10 processos e sob o manto do foro privilegiado, Renan Calheiros retrata a impunidade e a cusparada dos nobres integrantes da Corte no rosto dos brasileiros.

A promiscuidade não parece ter limite. Ainda que o cidadão tenha feito uma razoável higienização na política, barrando a eleição/reeleição de notórios meliantes, muitos sobreviveram.

Vimos na audiência de Moro no Senado a sociedade ser afrontada por elementos inescrupulosos, como Renan Calheiros, Jaques Wagner e Humberto Costa.

Uma cena de cinismo digna de filmes de gangsteres.

Estupidamente, tais elementos atacaram Moro por mandar ao xilindró o chefe da organização criminosa, Luiz Inácio Lula da Silva.

E a mídia registrou o episódio como se Moro fosse o bandido.

É a lama, é a lama...

O grau de degradação chegou ao ponto de um dos jornais mais lidos do país, Folha de São Paulo, se lixando para a própria integridade, se juntar ao blog que divulga mensagens roubadas de celulares de procuradores da República para tentar desconstruir Sergio Moro.

O Brasil está numa encruzilhada.

Só o povo nas ruas calará os gritos da minoria destrutiva que insiste em manter o país corrupto.

Cena abjeta: políticos corruptos, parte do Judiciário cúmplice de bandidos do colarinho branco e imprensa corrompida de mãos dadas apelando para o retorno da organização criminosa do Lula ao poder.

Isola!

Em tempo: neste domingo o povo vai às ruas defender a Lava Jato e Sergio Moro






















EXTRAÍDADEROTA2014BLOGSPOT

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