Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Lula cospe no Estado de Direito

JOSÉ NÊUMANNE PINTO
FOTO ANDRADE JUNIOR
Mesmo condenado pela segunda vez em segunda instância, e com pena aumentada de 12 anos e 11 meses pela juíza Gabriela Hardt, da 13.ª Vara Federal de Curitiba, para 17 anos e 1 mês pelo TRF 4 de Porto Alegre, Lula continua livre, leve e solto. Sobe em palanques numa cruzada eleitoral desautorizada pela letra da lei, para caluniar autoridades sem provas, entre os quais o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Justiça, Sergio Moro,. E ninguém da cúpula do Judiciário, da Justiça Eleitoral ou do Congresso, que se diz poder representativo da cidadania, exige dele o mínimo que qualquer cidadão decente do Brasil quer: respeito ao Estado de Direito.

A cadeia é ruim para Lula, mas para ele, pior é ver que seu poder político definhou

Frederico Rodrigues

  PERIQUITOS.. FOTO ANDRADE JUNIOR
Que destino triste o de Lula, sua arrogância o privou de perceber que os tempos mudaram. A era em que uma simples palavra sua era suficiente para arrastar multidões, acabou. E Lula não foi avisado. Mas, cercado de puxa-sacos e cego pela empáfia, também não adiantaria caso tivesse sido.
Convenhamos, a cadeia é ruim para Lula, mas para ele, pior ainda é ver que seu poder político definhou. Salvo pela militância (que minguou sem a verba pública) alguns esquerdistas incuráveis e meia dúzia de petistas, ninguém mais lhe dá ouvidos.
A aura de semideus que desfrutou em meados da década passada, é hoje apenas uma lembrança longínqua, afogada por um mar de corrupção que atrasou o Brasil em 20 anos.
Mesmo assim, Lula acreditou que por ter recebido uma ajuda do STF, o judiciário todo iria entrar na onda e se render aos seus encantos.
Ledo engano, o TRF-4 mais uma vez assumiu um compromisso com a moralidade e as leis, e decidiu por unanimidade não só confirmar a condenação de Lula no caso do Sítio em Atibaia, como também aumentar a pena de 12 para 17 anos. Lembrando que a questão de autoria, é definida na 1ª e na segunda instância (TRF-4), não cabendo aos tribunais superiores decidir sobre essas duas questões.
O que isso quer dizer é que Lula é um CONDENADO por corrupção. O fato de não estar preso é apenas parte de tecnicalidades jurídicas, e não porque seja inocente. Aliás o aumento de pena se deu pelo agravante de ter cometido o crime enquanto presidente, cargo que deveria ter honrado.
O mundo mágico criado pelo STF para Lula, durou pouco.
É verdade que talvez não seja preso por agora e que os projetos de lei e as PECs debatidas no congresso para retomar a prisão em 2ª instância possam ser também derrubados por nossa suprema corte, mas de nada adianta.
Lula já percebeu que sua figura não tem mais espaço neste novo Brasil.
Resta a ele incitar o caos e a discórdia, as únicas coisas que sabe fazer bem. Talvez com isso consiga um mandado de prisão provisória por incitação ao crime e retorne para a cadeia. Lá ao menos ele pode ser poupado de sua irrelevância.








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Alexandre Garcia analisa mais uma der4rota do criminoso Lula

ALEXANDRE GARCIA
            FOTO ANDRADE JUNIOR
ALEXANDRE GARCIA ANALISA A DERROTA DE LULA NO TRF4 COM A PENA AUMENTADA PARA 17 ANOS CHORÓRÓ DO PT

“J’Acuse”,

por Miranda Sá
“A acusação contra os maus é necessária para que o ser humano se respeite e respeite os seus iguais” (Clarice Lispector)
         FOTO ANDRADE JUNIOR
Muito aplaudido e com algumas vaias, não pela fita, mas pela indicação, o excelente cineasta Roman Polanski lançou o seu novo filme, “J’Acuse”; em que aborda o julgamento por espionagem do capitão Alfred Dreyfus, que abalou a França nos fins do século 19.
O roteiro segue a carta aberta que o escritor Émile Zola dirigiu ao presidente da República, publicada no dia 13 de janeiro de 1898 pelo L’Aurore, jornal parisiense com a impressionante tiragem de 300 mil exemplares na época.
O processo foi uma manifestação típica de racismo. Como judeu, Dreyfus tinha inimigos no exército e foi injustamente incriminado por alta traição e julgado às escondidas, sendo condenado à prisão perpétua.
Um investigador policial, Picquart, resolveu por uma questão de consciência seguir as pistas que levaram à denúncia, e conseguiu mostrar fraudes que ocorreram por trás da punição aplicada pelo tribunal.
Daí Émile Zola comprou a briga e terminou revertendo a pena. Ainda hoje, em forma de livro, a defesa de Dreyfus por ele é um best-seller.
Curioso é que Polanski sofre durante muitos anos, mais da metade de sua vida, incriminações, que considera falsas, e usou a sua arte como uma metáfora do seu caso.
Temos assistido no Brasil contemporâneo processos de flagrante injustiça, e uma Corte Constitucional à mercê do ex-presidente corrupto Lula da Silva, já condenado por três instâncias, e envolvido em vários processos por corrupção e lavagem de dinheiro.
Na onda dessas atitudes seletivas, a culpabilidade de criminosos no País passou a ser tratada com leniência – sem exclusão -, após a suspeita decisão de seis ministros do STF.
Os brasileiros, estão cônscios do perigo que representa a soltura de verdadeiros criminosos do crime organizado, estupradores, homicidas, ladrões, pedófilos e traficantes, por causa da intromissão da política no Supremo graças à maioria que tem bandidos de estimação.
E além do favoritismo flagrante, os togados interferem no Legislativo e no Executivo, o que se reflete numa pesquisa recente – ah, como deveriam ter crédito as pesquisas! -, para 45% dos brasileiros, Judiciário interfere nos outros Poderes.
Não é por acaso que já não se dá crédito à Justiça. As manifestações de rua deveriam influenciar na realidade das evidências judiciárias que favorecem o crime. As multidões refletem a opinião pública e deveriam derrubar a ditadura da meia dúzia que se arvora dona da verdade com as suas próprias mentiras.
Como Émile Zola, eu acuso o STF. Atribuo aos seus integrantes a culpa de zombarem do povo. Acusar é um verbo transitivo direto, bitransitivo e intransitivo significando atribuir falta, infração ou crime a alguém; e também, verbo pronominal que exprime julgamento moral desfavorável a quem está errado.
Este “Acuso” não é somente meu; é de todos aqueles que desejam um Brasil respeitado no concerto das nações como um Pais igualitário e justo.
E a acusação deveria ser sempre vinda por quem comete um erro e se arrepende, se culpe e se corrija, o que não é o caso dos que agem ideológica e partidariamente neste jogo em que o povo chuta com a bola do patriotismo, fazem gol, e os inimigos da justiça boa e perfeita apelam para o VAR da impunidade.




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BRASILÍADAS

MIRANDA SÁ
“Encontrar lugares por setores e endereços que são coordenadas cartesianas, parece um mistério” (Alexandre Orrico)
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Jantando em Brasília com um amigo de priscas eras, jornalista que cobre o setor militar e possuidor de fontes seguras e informações valiosas, como antigo profissional de imprensa ouvi coisas de arrepiar os cabelos.
Entraram na pauta da conversa, relacionamentos vis em parcerias obscuras, investigações bem-sucedidas engavetadas na Justiça, compromissos inimagináveis entre parlamentares e multiplicação de dossiês envolvendo figuras palacianas.
Este filme de horror onde as vítimas são a República e a Democracia obedecem a scripts utilizados em filmagens feitas nos 16 anos de ocupação do poder pelo lulopetismo. Com boa vontade poder-se-ia recuar no tempo e recordar fitas antigas em preto e branco…
Em verdade, a corrupção veio com as caravelas do almirante Pedro Álvares Cabral e foi institucionalizada a partir das Capitanias Hereditárias. Esteve presente nos Governos Gerais, no Império e na República, mas, sem apadrinhamento, em escala bem menor.
Comentava-se na década de 1950 sobre a existência de avanços ao Erário no Governo Juscelino Kubitschek, principalmente na construção de Brasília e na transferência da capital do País do Rio de Janeiro para o Planalto Central.
O futuro demonstrou que houve desvios de dinheiro público naquela época, como ocorria em São Paulo nos governos “que roubavam, mas faziam”. Eram, porém, gotas d’água no oceano que transbordou no território nacional após a “redemocratização”.
Pode-se reconhecer erros de JK e na sua politicagem que pôs de lado as astúcias e malandragens dos seus auxiliares diretos. É indubitável historicamente que ele fez um governo que trouxe esperança e consequentemente a alegre torcida dos brasileiros por um futuro melhor.
Tudo isto, negação e afirmação, está no Memorial JK para quem olhos de ver e ouvidos de ouvir. É uma visita obrigatória para quem visita o Distrito Federal. É de Juscelino a frase: “O otimista pode errar, mas o pessimista já começa errando.”
Mais adiante, a derrubada de Jango e a ascensão dos governos militares ainda são avaliadas pelos historiadores isentos de ideologias. E mais recentemente não é preciso pesquisar para que se passe uma vista nas consequências da chamada redemocratização.
As práticas corruptas estiveram presentes na Assembleia Constituinte que pariu uma Constituição filha bastarda de advogados lenientes com o crime, na Nova República de Sarney, na compra da reeleição por Fernando Henrique Cardoso e nos impeachments de Collor e Dilma.
E Brasília assistiu tudo isto placidamente como os espelhos d’água projetados por Niemeyer…. Uma coisa, porém, é certa: os protagonistas políticos em sua maioria – será injusto não citar que há honrosas exceções –, os brasilienses reagem inconformados com a corrupção, a impunidade e a enganação lulopetista.
Diz-se que para cada 10 pessoas em Brasília, oito são flamenguistas…. Podem usar os mesmos números e afirmar que repudiam do mesmo jeito Lula e os seus quadrilheiros do PT. O povo da capital brasileira conhece muito bem a hipocrisia dos lulopetistas que se harmoniza entre o comportamento e o discurso.
Em Brasília se afirma, e é verdade, você pode sair às ruas a qualquer hora do dia sem medo, porque os ladrões não agem ao ar livre e sim dentro dos palácios na Praça dos Três Poderes…
Comenta José Coutinho que “notícias vindas de Brasília nos dão o pânico nosso de cada dia” e a presença fantasmagórica de Enéas Carneiro responde: “Miasmas pútridos emanam no Congresso em Brasília, contaminando o ar da metrópole”.







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Ex-colunista da Folha, porta-voz do covil do Lula, Gilberto Dimenstein tenta lacrar, e é atropelado por Damares

Jornal da Cidade
   FOTO ANDRADE JUNIOR
O jornalista Gilberto Dimenstein atuou durante quase 30 anos na Folha de S.Paulo onde chegou a ser diretor.
Deixou o jornal para se aventurar no “voo solo” com um site denominado “Catraca Livre”, criado em 2008, em pleno governo do meliante Luiz Inácio Lula da Silva.
Nadou de braçada nesse período petista e ganhou muito dinheiro.
Presentemente, sem qualquer afinidade ideológica e sem verbas oficiais, faz ferrenha oposição ao governo de Jair Bolsonaro.
Um de seus alvos prediletos é a ministra Damares Alves.
Pois então, Dimenstein, que se acha um “gênio”, mas está bem longe de qualquer indício de “genialidade”, tentou “lacrar” ao dar a notícia de que Damares criou um canal contra ataques à moral, religião e ética nas escolas.
Se deu muito mal:





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PARA TOFFOLI, INCENDIAR O BRASIL É DEMOCRÁTICO

 por Gilberto Simões Pires em Ponto Crítico.
GUEDES EM WASHINGTON
O ministro Paulo Guedes, que está em Washington para participar do -Fórum de CEOs Brasil-EUA-, na entrevista coletiva que concedeu a jornalistas do mundo todo foi questionado sobre as PROVOCAÇÕES TERRORISTAS que vem sendo feitas pelo ex-presidente Lula (vários vídeos que circulam nas Redes Sociais provam o TOM INCENDIÁRIO manifestado pelo bandido número um do Brasil).

RESPOSTA DE GUEDES
Guedes respondeu dizendo exatamente o seguinte: - " É irresponsável chamar alguém pra rua agora pra fazer quebradeira. Pra dizer que tem que tomar o poder. Se você acredita numa democracia, quem acredita numa democracia espera vencer e ser eleito. Não chama ninguém pra quebrar nada na rua. Ou DEMOCRACIA é só quando o seu lado ganha? Quando o outro lado ganha, com dez meses você já chama todo mundo pra quebrar a rua? Que responsabilidade é essa? Não se assustem então se alguém pedir o AI-5. Já não aconteceu uma vez? Ou foi diferente?"
Ao concluir, Guedes disse o seguinte -apenas o seguinte-: "Levar o povo para rua para quebrar tudo é estúpido, é burro, não está à altura da nossa tradição democrática".

REAÇÃO DE DIAS TOFFOLI
Veja agora a pronta, mas nada surpreendente, reação do péssimo e odiado presidente do STF, ministro Dias Toffoli: -"O AI-5 é incompatível com a democracia. Não se constrói o futuro com experiências fracassadas do passado".
Observem que além de todos os males que já fez, e outros tantos que promete fazer ao nosso empobrecido Brasil, Toffoli ainda se esmera em dar as mais claras e evidentes mostras do quanto detesta a tal DEMOCRACIA que se referiu. Que tal?

FASCISTA
Como se vê, e isto não é novo, Lula, assim como toda turma da esquerda, entendeu como NORMAL E DEMOCRÁTICO promover desordens de todo tipo, tamanho e sabor. E quem não tolera este comportamento tipicamente incendiário e, portanto, NADA DEMOCRÁTICO, é imediatamente rotulado de -FASCISTA-. Pode?

NOVO BRASIL
Pois, da minha parte e de todos aqueles que querem um NOVO BRASIL, a ordem é afastar, de uma vez por todas, com esta ideia de que falar em -AI-5-, além de TABU é considerado algo muito ruim para o nosso país. Ruim e francamente danoso é permitir que os bandoleiros destruam os avanços recentemente conquistados, que decididamente, podem tirar o Brasil da UTI que os petistas construíram e desenvolveram com carinho.







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A LEI NA AMÉRICA É INSTRUMENTO DE "ENROLAÇÃO"?

por Alex Pipkin PhD
  FOTO ANDRADE JUNIOR
A graça do mundo civilizado é que ele evoluiu por meio de uma série de ordens espontâneas!
Conseguimos sair do enclausurado período tribal e da barbárie para viver, em cada contexto social, em condições mais civilizadas.
A independência da América do Norte, em 1776, foi e é, sem dúvida, traumática para as populações indígenas!
No entanto, os pais fundadores da América, com a sensata visão de mundo e de futuro, estabeleceram uma matriz institucional que desde lá, transformou os estados americanos num ambiente democrático, livre e numa pujante economia de mercado, pondo em relevo o papel do indivíduo livre!
Basta analisar o processo de ascensão social de imigrantes que lá chegaram de todos os cantos do mundo.
Surpreende-me sobremaneira a parcialidade com que alguns colunistas de jornais tratam dos fatos e elaboram comparações aberrantes.
Exemplo emblemático neste sentido é o romancista Luis Fernando Veríssimo.
O Sr. Veríssimo alega que o legado da lei na América é a lei como instrumento de enrolação.
Lá, Sr. Veríssimo, a instituição formal da lei, e especialmente às instituições informais na sociedade, sempre privilegiaram o processo de inclusão social.
Não, Sr. Veríssimo, lá se tem instituições inclusivas, em que existem menos e verdadeiras leis, estáveis, que devem ser cumpridas, não havendo tolerância para o seu descumprimento.
Como as paixões ideológicas são capazes de perverter a realidade do sistema legal americano! Sem dúvida, o mais eficiente do mundo, que pode ser tudo menos enrolado.
Já aqui no país do pau Brasil, sem dúvida, com a brutal matriz institucional extrativista, formal e informal, no país da impunidade, a lei serve como instrumento de enrolação!
ilhares de regulamentos, feitos para que os amigos do rei, com recursos de todos os níveis, burlam-nos tranquilamente de acordo com seus vis interesses.
No Brazil, a lei e o julgamento dos ministros togados escolhidos pelos próprios poderosos, variam de acordo com os interesses mancomunados entre o excelso ministro e o conhecido réu-infrator!
Aqui, Sr. Veríssimo, a lei e outras instituições extrativistas servem para manter o Estado de compadrio eficiente para poucos e dar a graça do pão e circo não só para os indígenas, mas para todo o conjunto de indivíduos "comuns".
A propósito, que juridiquês rebuscado, ininteligível, mentiroso e hipócrita, que baita "enrolation" que se utilizou para livrar o condenado ex-presidente das grades!
Não concorda, caro Sr. Veríssimo?
Alex Pipkin, PhD







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CIDADANIA NÃO SE TERCEIRIZA!

por Percival Puggina
             FOTO ANDRADE JUNIOR
Se a efetiva democratização da sociedade brasileira for figurada, analogicamente, com uma travessia feita a nado, poderíamos dizer que no Brasil, muitos cidadãos parecem vocacionados a morrer na praia. Após haverem chegado ao presente estágio, olham para trás, olham para frente, e deixam cair os braços em inexplicável e profundo desânimo. Eu os vejo em bom número expressando abatimento nas redes sociais. Prestam inestimável serviço aos inimigos que ajudaram a derrotar. Jogam-lhes involuntariamente boias e cordas de resgate.
Entendamos os fatos. Foi o povo na rua e nas redes sociais, em espontâneas manifestações verde-amarelas, que fez andar o processo de impeachment de Dilma Rousseff forçando o deputado Eduardo Cunha a dar início ao rito constitucional. Foi o povo na rua e nas redes sociais que, em gigantescas mobilizações, forneceu suporte político aos fundamentos jurídicos do impeachment. O processo de acusação de um Presidente da República tem características jurídicas e políticas. Com aquele Congresso, cujos partidos estavam majoritariamente comprometidos com a corrupção do governo, o impeachment não teria acontecido se o povo não desse um forte empurrão na “livre vontade” dos congressistas.
Foi o povo que saiu às ruas em apoio à Lava Jato e ao juiz Sérgio Moro que preservou a atividade da força-tarefa quando os primeiros movimentos para debilitá-la começaram a se esboçar no Congresso Nacional e no Supremo Tribunal Federal. Foi o povo que levou às ruas as pautas conservadoras marcantes da eleição de 2018 e promoveu a maior renovação já ocorrida em pleitos para o Congresso Nacional. Foi o povo na rua e nas redes sociais que, se não conseguiu pôr juízo nas cabeças de seis ministros do STF, arrancou resposta da Câmara e do Senado onde começam a tramitar projetos para corrigir o absurdo cometido pelos habitantes daquela suntuosa bolha.
Diante disso, como é possível entender os tantos que, incapazes de discernir além da cerca da primeira dificuldade, se dedicam a desanimar os animados e a desesperançar os esperançosos? Como podem afirmar, contra todas as evidências, que as mobilizações “não funcionam”? Como podem priorizar o Faustão e a Globo, desde o sofá da sala, e não ir às ruas pelo bem do próprio país, que é o seu próprio bem? Como podem terceirizar sua cidadania, transferindo-a para a total inviabilidade política, jurídica e democrática dos quartéis que a tanto, com absoluta razão, enfaticamente, se recusam? Não aprenderam ainda que, se não comprar uma sólida base no Congresso, o presidente da República é o mais desapoderado dos poderes de Estado? E que precisa do apoio explícito dos cidadãos para preservar a integridade do governo?
O coro de milhões de vozes em todo o país é nossa mais nítida experiência democrática nestes tempos de travessia. Diferentemente da “democracia direta”, comum em experiências esquerdistas, manipulada pelos seus aparelhos e organizações “não burguesas”, a democracia direta praticada pela reunião espontânea de milhões de cidadãos, é a nossa mais bem sucedida experiência de soberania popular. Eu a ouço como expressão inédita e indômita de amor ao Brasil, de história acontecendo qual clarinada, límpida, atravessando os céus da Pátria comum.





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quarta-feira, 27 de novembro de 2019

TRF-4 vota por manter condenação e aumentar pena de Lula no caso de Atibaia

RECORD NEWS
FOGOS - FOTO ANDRADE JUNIOR
TRF-4 vota por manter condenação e aumentar pena de Lula no caso de Atibaia

MP facilitou venda de 24 milhões em bens de criminosos

ALEXANDRE GARCIA
   FOTO ANDRADE JUNIOR

MP facilitou venda de 24 milhões em bens de criminosos


POLICIAL MORTA ESCANCARA HIPOCRISIA DE CERTOS DEFENSORES DE DIREITOS HUMANOS

 Percival Puggina
            FOTO ANDRADE JUNIOR
Leio no Correio do Povo

Uma policial militar do 23º BPM morreu na tarde desta segunda-feira, no município de Sério, no Vale do Taquari, atropelada por um veículo que tentou fugir de uma barreira policial no interior do município. A soldada Marciele Renata dos Santos Alves, 28, atuava na força tática da BM de Santa Cruz do Sul e participava de uma operação para capturar suspeitos de roubos de camionetes, no fim de semana, em Venâncio Aires. Ela chegou a ser levada a um hospital da cidade, mas não resistiu aos ferimentos. De acordo com a BM, durante o confronto, pelo menos três criminosos morreram e um ficou ferido.

Comento
 Numa leitura dos fatos seríamos levados a concluir que Marciele é personagem errada dessa curta história. Mulher, negra, morta por uma viatura conduzida por homens compõe um quadro narrativo que abriria para ela ruidoso reconhecimento dos grupos feministas e de direitos humanos. Mas sua história perde o interesse quando os responsáveis por sua morte integram o mundo do crime, coadjuvante da ruptura da ordem e agente colateral da revolução social. Ademais, Marciele, mulher, negra, morta, era policial, operava nas hostes inimigas, defendia a sociedade, combatia o crime e promovia a quase inútil contenção da criminalidade. Então, tais grupos a ignoram e nada têm a dizer sobre ela.
 Não é preciso muita experiência de vida, nestes anos de tanta insegurança, para intuir que integrantes dos dois grupos criminosos que agiam na região de Sério (RS) já tiveram outrosencontros com a polícia e com a Justiça. Ninguém entra no mundo do crime dando tiro em policial. Mãos “benévolas”, porém, dizendo-se atadas pela lei, abriram-lhe as portas da liberdade para o exercício irrestrito daquele direto de ir e vir com que Marco Aurélio Mello justifica muitos dos habeas corpus concedidos. E assim, pelas mãos da “Justiça”, eles voltam às ruas para pôr em risco a vida e o patrimônio dos cidadãos e a vida dos policiais. Não tenho como verificar, mas é possível que essa seja num sentido remoto, a causa mortis da jovem PM. Ela talvez tenha morrido porque quem a matou deveria estar preso e não está.
Minha solidariedade aos familiares de Marciele Renata dos Santos Alves, bem como à nossa valente e honrada Brigada Militar.
 











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Merval Pereira e os obstáculos de Lula, maior ladrão da República, para escapar do xilindró

O GLOBO
  FOTO ANDRADE JUNIOR
Tudo indica que há uma maioria consistente no Congresso para alterar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de autorizar a prisão de um réu apenas após o trânsito em julgado do processo. Mas a aprovação da prisão em segunda instância, que a pressão da opinião pública pede, não se dará sem troca de concessões.

Deputados estão convencidos de que não é possível resistir ao clamor das ruas, mas querem proteção contra delações premiadas no pacote anticrime do ministro da Justiça, Sérgio Moro.

As mudanças, já aprovadas por um grupo de trabalho, pretendem deixar claro que as delações são instrumentos para obtenção de prova, não podendo ser utilizadas como a única prova para incriminar alguém. Não é novidade, mas não está em lei alguma. A definição já foi feita pelo Supremo Tribunal Federal (STF), e consta de cartilhas do Ministério Público Federal.


Querem também proibir os juízes de decretarem de oficio medidas cautelares sem que haja solicitação de autoridade policial ou do Ministério Público. Mesmo assim, para impor essas medidas, desde prisão até proibição de saída noturna ou uso de tornozeleira, o juiz terá que demonstrar que não é cabível uma medida mais branda, devendo a decisão ser baseada em provas do crime, indícios de autoria e comprovação de perigo em função de manter o acusado em liberdade.

O acordo e os depoimentos deverão ser mantidos em sigilo até o recebimento da denúncia ou da queixa-crime, não tendo o juiz mais o poder de divulgá-los.

O ex-presidente Lula está prestes a provar o gosto amargo de uma derrota que poderá representar sua volta para a cadeia. Com a probabilidade aumentada de o Congresso aprovar a prisão em segunda instância, Lula tem se esforçado nos bastidores para conseguir votos para manter a decisão do Supremo Tribunal Federal de só permitir a prisão após o trânsito em julgado.

Para se transformar em alternativa viável para a campanha de 2022, não basta a Lula, porém, recuperar a capacidade de mobilização popular, que, no momento, parece abalada. Terá que lutar contra a prisão em segunda instância, e também contra a Lei da Ficha Limpa.

No caminho tortuoso da política, uma coisa tem a ver com outra, embora a primeira seja da esfera criminal, e a outra da eleitoral. Nada impede que a lei eleitoral exija como condição para ser elegível que o candidato não tenha condenação por órgão colegiado, e que a prisão só seja permitida com o trânsito em julgado do processo.

Mas a defesa de Lula pretende argumentar que se a culpa só se verifica no final de todos os recursos, por que um candidato pode ser barrado quando ainda tem recursos aos tribunais superiores? É a mesma coisa de argumentar que se uma pessoa pode votar aos 16 anos, por que não pode beber ou dirigir automóvel?

Além dessas atribulações, o ex-presidente tenta adiar uma eventual nova condenação em segundo grau, desta vez no caso do sítio de Atibaia. O julgamento no TRF-4 está previsto para amanhã, mas é possível que o processo retorne à primeira instância, graças à decisão do STF de que os delatores devem se pronunciar nas alegações finais antes dos demais réus.

Como essa norma nunca existiu, quando a juíza Gabriela Hardt condenou Lula a 12 anos e 11 meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro no processo do sítio, a defesa de Lula se pronunciou ao mesmo tempo que os delatores, que denunciaram que as obras foram feitas pelas empreiteiras Odebrecht e OAS em pagamento de favores em licitações.

Se as alegações finais tiverem que ser refeitas, o processo retrocede cerca de 11 meses, dando mais tempo para Lula. Mas, antes de 2022, alguns acontecimentos já com data marcada necessariamente serão obstáculos à sua tentativa de se candidatar novamente à presidência da República.

Em novembro de 2020, se aposenta compulsoriamente o ministro Celso de Mello, ao completar 75 anos. No ano seguinte, será a vez do ministro Marco Aurélio Mello. Ambos são contra a prisão em segunda instância, e serão substituídos por ministros indicados pelo presidente Jair Bolsonaro. Além disso, o ministro Luis Fux, favorável à prisão em segunda instância, assumirá em setembro do ano que vem a presidência do STF, para um mandato de dois anos.

Provavelmente por isso Lula pela primeira vez semana passada admitiu que pode não se candidatar: “Terei 75 anos até lá, a Igreja, na sua sabedoria, aposenta seus cardeais ao 75 anos”.  
















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Leitor de rede social acha que o país vai bem; quem lê jornal pensa o contrário

, Poder360
               INVENTOS LEONARDO DA VINCI FOTO ANDRADE JUNIOR
Pesquisa da consultoria Quaest indica que 62% dos leitores que consomem notícias via redes sociais acham que o país está melhorando. Na contramão, quase metade (49%) dos entrevistados que se informam por meio de jornais impressos dizem o contrário: que o Brasil está piorando.
O levantamento (íntegra) ouviu 1.500 pessoas, via painel digital, de 9 a 10 de novembro de 2019. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos.
A pesquisa indica que quem consome informação por meio da mídia tradicional tem uma percepção mais negativa.
Dos que consomem notícias por meio de televisão:
  • 25% – acham que o país está melhorando;
  • 31% – acham que o país está parado;
  • 43% – acham que o país está piorando;
  • 1% – não sabem/não responderam.
Dos que consomem notícias por meio de portais e sites:
  • 35% – acham que está melhorando;
  • 23% – acham que está parado;
  • 38% – acham que está piorando;
  • 4% – não sabem/não responderam.
Também segundo o levantamento, 30% dos entrevistados afirmam que as notícias veiculadas na televisão são as mais confiáveis. Portais e sites vieram em seguida: 25% afirmam que o meio é o mais confiável para o consumo de notícias.

PERCEPÇÃO DO GOVERNO

Considerando todos os entrevistados, 36% dos brasileiros disseram achar que o país está piorando. Outros 32% dizem que as coisas estão melhorando. E 28% afirmam que o Brasil está parado.


















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