Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

-

CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

sábado, 29 de dezembro de 2012

JOGADAS FANTÁSTICAS

JOGADAS FANTÁSTICAS E QUASE IMPOSSÍVEIS NO TENIS DE MESA QUE ACONTECERAM EM 2012. SÃO, DE FATO, ESPETACULARES. CONFIRA

Usando crianças como armas

A cultura ocidental tem ferido mulheres, crianças e a estrutura familiar, dizendo às mulheres que elas conseguem fazer tudo, falando aos homens que eles são descartáveis, e informando às garotas que a maternidade e o casamento são desnecessários.
Se isto não for abuso dos direitos humanos, então o que é?

No Oriente Médio, crianças estão sendo usadas, pelos adultos que deveriam tomar conta delas, para se tornarem armas jihadistas para conquistar o mundo - às vezes com bombas presas aos seus corpos para matarem seus supostos inimigos. As crianças recebem treinamento com armas para aprenderem a matar judeus, e lhes é dito que morrer por amor à jihad (guerra santa) é a mais alta honra e a única garantia de irem para o céu. Se estas coisas não forem abusos dos direitos humanos das crianças, o que é? Na escola de ensino fundamental que freqüentei em Gaza, a agenda política e cultural do mundo árabe era enfiada por nossa garganta abaixo em efetivamente todos os assuntos.

Hoje, as crianças ocidentais também estão sofrendo com as agendas dos adultos que lhes são enfiadas goela abaixo: a agenda ambiental, a agenda feminista, a agenda gay, a agenda islamista, a agenda da “inveja de classes”, a agenda da “divisão racial”, a agenda dos direitos dos animais, ad infinitum. O que as pessoas do Ocidente não conseguem ver é que também estão usando as crianças como armas: como instrumentos para provocar mudanças sociais, culturais e políticas, geralmente para destruir o sistema ocidental tal como o conhecemos, e substituí-lo por um novo mundo que a cultura popular e muitos parecem estar tão desesperados para alcançar.
Experimentos com a criação de crianças não acontecem apenas em países ignorantes do Terceiro Mundo, onde as pessoas não sabem de nada melhor. Minha filha voltou para casa, vindo da sua escola de ensino médio, e perguntou sobre qual tópico deveria escrever um ensaio que tinha recebido como tarefa. Os temas eram: suicídio, assassinato em massa, sofrer bullying ou opressão por ser gay ou por pertencer a uma determinada raça ou nacionalidade. Quando sugeri “nenhum”, a resposta dela foi que essa lista havia sido dada pela professora.
É dito aos meninos que o aquilo que antes era considerado brincadeira normal de meninos, desafios e lutas, tornou-se crime, bullying. As meninas são incentivadas a se considerarem como vítimas dos homens e do casamento, e a se sentirem magoadas com isso.
As divisões políticas e sociais estão penetrando em nossas escolas e colocando terrível pressão sobre nossos filhos. Nos divórcios, o pai está vendo seus filhos serem levados para longe dele enquanto é dito à mãe que ela pode fazer tudo por si só, sem um pai. Nas divisões políticas e culturais, os adultos também estão agindo de maneira hostil, como pais divorciados, que dilaceram seus filhos durante as batalhas pela custódia. Como acontece no Oriente Médio, onde as crianças são feridas não-intencionalmente pela experimentação política, social e psicológica, nós também estamos usurpando a inocência delas.
Adam Lanza (que matou 26 pessoas, dentre as quais 20 crianças, na escola Sandy Hook, em Newtown/EUA), mentalmente insano ou não, poderia não ter acabado como aconteceu. Faltava-lhe respeito à autoridade enquanto vivia no isolamento de uma casa grande com uma mãe desesperada para agradá-lo, levando-o para aulas de tiro, comprando-lhe armas de ataque, revólveres e munição, apesar de saber que seu filho não estava bem. A cultura popular falou a essa mãe que ela poderia substituir o pai na vida de seu filho, e que o filho não sentiria nenhuma diferença se as atividades paternas fossem realizadas pelo pai ou por ela. Essa pobre mãe disse aos seus amigos que estava tentando criar um vínculo com seu filho de vinte anos - infelizmente, o que ela não sabia era que essa é uma idade em que os jovens odeiam ser vistos com suas mães.
A cultura ocidental tem ferido mulheres, crianças e a estrutura familiar, dizendo às mulheres que elas conseguem fazer tudo, falando aos homens que eles são descartáveis, e informando às garotas que a maternidade e o casamento são desnecessários.
Num quadro maior da situação, a epidemia americana de tiroteios e assassinatos em massa por jovens poderia ser um grito de ajuda de várias gerações de crianças que sofreram por décadas de experimentação e doutrinamento nas escolas públicas. Também poderia ser um grito de ajuda de mães sem marido, que são informadas que podem exercer tanto o papel do homem quanto da mulher na família, inclusive a difícil tarefa de criar seus filhos (os meninos) sozinhas, até à idade adulta. As mulheres precisam de um descanso e os filhos precisam de pais tanto quanto precisam de mães. Eles também precisam dos relacionamentos familiares extensivos: a avó carinhosa, o tio e a tia engraçados, os primos. Já é hora de terminar com essa pressão de justiça própria sobre nossas crianças para mudar o mundo. (Nonie Darwish -- adaptado de www.gatestoneinstitute.org)
Original: http://www.gatestoneinstitute.org/3506/children-weapons



Nonie Darwish
é autora de The Devil We Don't Know (O Diabo Que Não Conhecemos) e presidente da www.FormerMuslimsUnited.org.

Publicado na revista Chamada. 
Tradução: Ingo Haake

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

A Casa Cápsula



A Casa Cápsula

O espaço em algumas cidades está se tornando um artigo de luxo, por isso arquitetos e designers fazem muitos experimentos de ideias de como economizar espaço com moradia. O designer Luigi Colani inventou esta casa compacta que tem apenas 6 metros quadrados. O mais interessante fica em seu interior, um cilindro que contém um quarto, uma cozinha e um banheiro, mas só é possível acessar um desses cômodos por vez, girando o cilindro que contém todos os cômodos.




Com oferta menor de voos, preço de passagens subirá de 8% a 10%

O brasileiro que se acostumou a viajar de avião pagando pouco pelo bilhete pode se preparar para um 2013 de passagens mais caras. Analistas avaliam que o preço médio das tarifas dos voos domésticos deve subir entre 8% e 10% no ano que vem, dando alívio às companhias aéreas, que enfrentaram prejuízos bilionários em 2012. Com isso, há quem já fale em queda na movimentação de passageiros em 2013. Para este ano, é esperada uma desaceleração no ritmo de expansão para cerca de 7,5% no número de pessoas que embarcam e desembarcam nas rotas nacionais, após três anos de dois dígitos de crescimento. ...

O reajuste será resultado do corte na oferta de assentos nos voos domésticos pelas duas maiores empresas do setor, TAM e Gol, e da maior concentração do mercado. A TAM anunciou que reduzirá em 7% sua oferta em 2013. A Gol deve fechar 2012 com diminuição de 4,5% e prevê novo corte de 5% a 8% no primeiro trimestre do ano que vem. O movimento já foi captado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Em outubro (último dado disponível), houve queda de 2,13% na oferta de assentos nacionais, após oito anos de crescimento para o mês.


— As empresas perderam dinheiro em 2012. A solução para voltar ao equilíbrio passa pelo aumento de tarifas e corte dos voos deficitários. Um aumento de 8% a 10% das tarifas médias é o mínimo para que recomponham suas margens. Essa necessidade de realinhar o preço das passagens vai levar a um crescimento zero ou negativo (do número de passageiros domésticos) em 2013 — disse André Castellini, sócio da consultoria Bain & Company.


DÓLAR E COMBUSTÍVEL: PRESSÃO


Desde 2002, quando passou a vigorar a liberdade tarifária, o preço médio das passagens já caiu 82%. A queda é atribuída à maior concorrência, especialmente com a chegada da Azul em 2008, ao aumento da renda média do brasileiro e à facilidade de crédito.


Em 2013, no entanto, o setor terá perdido competidores. A Webjet, conhecida por praticar preços baixos, foi comprada pela Gol e teve suas atividades encerradas em novembro. Espera- se também que a união entre Azul e Trip seja aprovada ano que vem. Com menos concorrência, abre-se mais espaço para reajustes nos preços.


— Em 2013, é possível que empresas como Avianca e Azul-Trip aumentem sua fatia de mercado, mas, ainda assim, o setor estará mais concentrado. Esperamos maior racionalidade nas tarifas — diz Lucas Arruda, sócio-diretor da área de aviação da Lunica.


As empresas admitem que as tarifas serão elevadas ou que “haverá recomposição de preços”, como diz a Azul. Mas frisam que quem comprar com antecedência continuará a encontrar preços atraentes.


Para Arruda, a pressão de custos deve se manter em 2013. O dólar deve ficar entre entre R$ 2,08 e R$ 2,13 — em 2012 caiu abaixo de R$ 1,70. E o Querosene de Aviação (QAV) deve permanecer em patamar elevado. Em 2012, a alta é de 16,7% até novembro.

Por Danielle Nogueira
Fonte: O Globo -

NÃO HÁ LEI RACIAL BOA

George Matsas
"Não se corrigem erros do passado com novos erros no presente."
O governo de São Paulo lançou em 20 de dezembro um programa de cotas para ingresso nas três universidades estaduais paulistas que, se aprovado pelos órgãos competentes das respectivas instituições, entrará em vigor já em 2014. 
Não há dúvidas que o atual sistema de acesso às universidades é injusto na medida em que coloca lado a lado para concorrer estudantes preparados por excelentes escolas, quase todas privadas e caras, com outros matriculados em escolas da rede pública que são sabidamente deficientes. 
O resultado disso é um sistema perverso e ineficiente, que acaba excluindo do sistema estudantes talentosos que, se apoiados, dariam no futuro um retorno maior à sociedade. E pior: no final, são justamente esses mais  carentes que acabam se desdobrando para pagar uma faculdade privada muitas vezes de péssima qualidade. 
Assim eu sou o primeiro a brindar o fato do programa de cotas reservar certo número de vagas para estudantes da rede pública que, com isso, terão mais chances de chegarem à universidade por estarem diante de uma competição mais igual. 
Mesmo que isso não resolva o problema, pois é a obrigação do Estado prover um bom ensino secundário a todos em vez de empurrar para a universidade o problema de recuperar os talentos que a rede pública não consegue desenvolver, eu não sou insensível ao argumento do "cobertor curto". 
Contudo, é anacrônico e imoral que a política de cotas de inserção social inclua critérios raciais. 
Eu gostaria de saber como vamos explicar a estudantes com codições econômicas semelhantes de uma mesma escola pública que a cor da pele será usada como critério para dar vantagem a uns em detrimento de outros. Não se correigem erros do passado com novos erros no presente. 
E mesmo que esses critérios raciais não levassem a novas distroções, fico com meu colega Jorge Castiñeiras, da Universidade Federal do Pará: não há lei racial boa, mesmo que a intenção inicial não seja má, pois incute na cabeça das pessoas a idéia de que a cor da pele, o tamanho do nariz ou a forma dos olhos têm alguma importância. A história está repleta de exemplos de como ssio pode ser distorcido  para o mal dependendo das circurnstâncias. 
Oviamente, nada do que é dido aqui é novidade. Sempre que esse tema é trazido à baila, o consenso é o de que a introdução de critérios raciais no preenchimento de cotas é uma decisão de cunho "político". Onde se grafa "político", eu leio populista e eleitoreiro. 
Eu realmente acredito no ideal de que todos devem ser iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza; eu realmente acredito que critérios raciais nunca deveriram ter sido usados no passado, mas dado ser o passado fato consumado, só se pode ansiar que isso nunca se repita no futuro. 
Se critérios raciais forem endossados pela universidade, estaremos diante de uma vergonha moral e de uma derrota institucional para interesses que de nobre e justo nada têm. 

George Matsas, 48, é doutor em física e livre-docente em matemática, é professor titular do Instituto de Física Teórica da Unesp (Universidade Estadual Paulista).

Band-aid para câncer

É quase impossível extirpar o câncer, pois todos esperam sempre que o governo aja em seu benefício. É isto que caracteriza o Stato Fascista:” tudo no Estado, nada contra o Estado, nada fora do Estado”.
O que assistimos nos últimos meses no STF foi a tentativa, não de curar, mas de esconder o câncer para não desenganar o paciente.

O tema corrupção tomou conta do país. Ao menos de uma parte que se considera lúcida, embora eu tenha dúvidas quanto a esta lucidez, pois só enxergam, se tanto, um dedo além dos seus narizes. Julgamento dos mensaleiros, movimento anticorrupção e lei da ficha limpa não passam de band-aids em câncer de paciente terminal. E a galera dos ‘lúcidos’ aplaude sem ter a menor idéia do que está se passando na realidade.

O Brasil está em estado terminal como país, como cultura, como economia, como educação, em termos morais e no processo político. E este estado terminal nada tem a ver com corrupção, que não passa de um dos menos graves sintomas do câncer que corrói nossas entranhas. Condenam Zé Dirceu et caterva, pipoca o caso Rosemary. Condenem a dita, pipoca o mensalão do DEM. Resolve-se este, pipoca o dos tucanos. E por trás de tudo isto os sintomas mais graves: o nunca esclarecido assassinato de Celso Daniel, as ações nitidamente políticas do PCC e as atividades revolucionárias no campo, comandadas pelo MST.
Poucos se dão conta de que os tais ‘corruptos’ fazem parte de um esquema criminoso internacional chamado Foro de São Paulo. A associação com as FARC, com Cuba e Chávez, com Ahmadinejad e com as organizações terroristas e criminosas muçulmanas Hamas, Hezbollah, Jihad Islâmica, etc. jamais foram mencionadas no STF, assim como o fato de José Dirceu ser membro do serviço secreto de Cuba. Não venham com a história de que ele foi. Ninguém foi de um serviço secreto de um país totalitário; ou melhor, quem foi está devidamente enterrado em alguma fossa comum. Ninguém se demite e continua flanando, pois têm de informações que não podem ser divulgadas nem usadas para chantagens. Assim, quem foi, já era, e se estiver vivo ainda é! Renato Janine Ribeiro, na tentativa de ‘livrar a cara de Dirceu’ meteu o dedo no câncer ao escrever no Jornal Valor que comunistas revolucionários não roubam esquerdistas reformistas, roubam quando chegam ao governo, mas “talvez” tenham de fazer isso para garantir as políticas de inclusão social. A idiotinha da vez (sempre tem uma e desta vez não é Letícia Sabatella), Fernanda Torres, cuja mamãe lidera caravanas cada vez que há alguma ameaça de diminuir os subsídios para a ‘cultura’, junto com cineastas (sic), também em defesa no mesmo meliante, buscou inspiração em Shakespeare para especular: talvez seja impossível governar sem violar a lei. Não creio que o personagem, que ela não cita talvez Macbeth ou Ricardo III, estivesse se referindo ao mesmo crime.
Mas isto sequer foi mencionado nas denúncias do MPF ou nas falas de Suas Excelências, que mais pareciam fazer o maior esforço para ocultar a verdade do povo brasileiro, restringindo o delito a simples roubo para proveito pessoal e não apropriação do dinheiro público para fins revolucionários. No entanto, não estamos frente a uma quadrilha do tipo Al Capone, mas de uma quadrilha internacional revolucionária que visa tomar o poder, e não apenas o governo que já tem e do qual aproveita para a fase seguinte: a implantação de um Estado Totalitário. É claro que precisam se valer de suas próprias contas pessoais, para fingir puro peculato. É, no entanto, sintomático que os mais altos escalões da nação, como o STF e o MPF finjam nada saber disto. Mas Dilma sabe.
O câncer que corrói a Nação é bem outro: o controle estatal da economia e cada vez mais da vida privada, dizendo o que devemos comer, consumir, como tratar de lixo, etc. O câncer original está na economia, o resto são metástases, mortais sem dúvida, mas que desaparecerão se o problema original for extirpado. Mas é quase impossível extirpar o câncer, pois a população está de tal modo a tudo esperar do governo – e não me refiro ao pessoal do ‘bolsa família’, mas a empresários, classe média, aposentados (o Brasil é o único país da história onde aposentados fazem greve!), todos enfim esperam sempre que o governo aja em seu benefício. É isto que caracteriza o Stato Fascista: “tudo no Estado, nada contra o Estado, nada fora do Estado”. O indivíduo não existe senão enquanto parte de um todo, que é o Estado. O indivíduo é nada, a massa é tudo. Controle a massa e controlará o indivíduo.
Carlos Alberto Sardenberg publicou no Globo (06/12) o artigo ‘Pró-mercado?’ no qual diz:

as relações do governo Dilma caíram no pior dos mundos. Há uma perversa combinação de hostilidade ideológica, negócios de compadres e corrupção. Neste ambiente, só investe quem consegue um jeito de transferir o risco para o governo, obter financiamento e/ou subsídio e/ou acertar com funcionários na base da propina”.

O caminho mais fácil para o domínio total dos indivíduos é a estatização da economia e uso desta para distribuir benesses e empregos aos apaniguados, criando o Estado babá e uma massa amorfa de bobalhões assustados dependentes do dinheiro público. É claro que tal concentração cria uma minoria privilegiada, a Nova Classe, e gera inevitavelmente a corrupção como mero sintoma do verdadeiro câncer, apenas uma conseqüência inevitável da onipotência do Estado. Assim como na Itália fascista, na Alemanha nazista havia uma corrupção generalizada; Hermann Göring se apoderava das mais valiosas obras de arte dos países invadidos e das residências dos ricos judeus mandados para os campos de concentração. Frau Goebbels antes de casar com Herr Minister tinha sido amante de um crápula e se prostituído e suspeita-se que dos vários filhos do casal, a maioria não era do casamento com Paul Joseph.

Na Rússia comunista a corrupção estava no próprio DNA: a única ocupação conhecida de Stalin, jamais citada nas biografias oficias, foi assaltante de trens para a causa revolucionária, e é claro que sempre sobrava algum para seu bolso. Após a Perestroika surgiram como que por milagre ex-agentes do KGB e os antigos apparatchiks do Partido e das empresas estatais extremamente ricos e poderosos. Para não perder o hábito, formaram a Máfia russa, uma organização criminosa cujos ganhos revertiam grande parte para a manutenção do poder, depredaram as forças armadas vendendo todas as armas das quais puderam se apoderar, mostrando o patriotismo que tinham em relação à causa revolucionária e ao próprio bolso, e não à Rodina (Mãe Rússia).

Já estamos em plena ditadura fascista (tucano-petista) e poucos se dão conta. Ubiratan Iorio, com sua habitual verve, descreve muito bem esta situação no artigo A Cuca Estatal:
“A destruição de nossas liberdades é o preço que temos que pagar por aceitarmos passivamente a ingerência do Estado-Babá em nossas vidas. Quando a interferência desse monstro ameaça as liberdades individuais, não podemos ficar de braços cruzados, aceitando sem sequer esboçar qualquer reação, determinações politicamente corretas que restringem nossos direitos, mas passam despercebidas pela população, por uma razão muito simples: o Estado Babá infantiliza, bestializa, embrutece, estupidifica. Esse Estado que nos impede, impele, compele, tolhe, paralisa, coíbe, priva, reprime, obriga, chantageia, cobra, coage, embarga e rouba tem uma ponta de lança perigosíssima para nos impor seus constrangimentos: a implacável Cuca Estatal!”
O crime contra Celso Daniel me faz lembrar outro: o do deputado italiano antifascista Giacomo Matteotti pelos squadristi. “O alvoroço conseqüente abalou o regime fascista e vários fascistas abandonaram Mussolini, mas não Constanzo Ciano que continuou a apoiá-lo decididamente. Foi recompensado em 1926 quando Il Duce o designou seu sucessor em caso de morte súbita, em documento que permaneceu secreto até há pouco tempo”.
Constanzo, pai do futuro genro do Duce e ministro do Exterior, Galeazzo, era oficial de Marinha, herói da 1ª Guerra Mundial, agraciado com quatro medalhas, foi feito Conde de Cortellazzo pelo Rei Vittorio Emanuelle III, por intervenção de Mussolini que queria criar uma nova aristocracia fascista. Sua carreira de corrupto começou quando foi nomeado por Giovanni Agnelli para a companhia de navegação Il Mare, renunciando em 1921 por ter sido eleito deputado. Mussolini nomeou-o subsecretário de Marinha Mercante e ministro dos Correios e Telégrafos em 1924 e dois anos depois ministro das Comunicações, exercendo controle sobre ferrovias, marinha mercante, indústria automobilística e bondes. Ele e seu irmão Arturo ficaram ricos nestes cargos e recebendo milionários pagamentos anuais da Provvida, cooperativa de consumo dos funcionários públicos administrada por seu ministério. Seu filho seguiu sua carreira. Após a morte de Constanzo, Sir Andrew Noble escreveu que ‘os escrúpulos do Conde Galeazzo não são menos questionáveis, pode ter se inclinado para uma política pró-Germânica (que sempre detestara) pela perspectiva de lucro pessoal. Não creio que as operações financeiras do Conde Ciano resistam a uma investigação rigorosa’.
Sabe-se que Hitler era pessoalmente honesto, sua única propriedade, o Ninho da Águia em Obersalzberg foi presente do partido, mas há sérias suspeitas de sua participação no ‘suicídio’ de Angela Maria "Geli" Raubal, sua meia sobrinha, quando a mesma tentou deixá-lo para casar.
Peço que os leitores pensem: qual a importância da corrupção se comparada com o terrível morticínio provocado por estes ditadores? E que inevitavelmente ocorrerá aqui se o verdadeiro câncer não for enfrentado?
O que assistimos nos últimos meses no STF foi a tentativa, não de curar, mas de esconder o câncer para não desenganar o paciente. E isto porque os membros do Ministério Público e os Ministros do STF também fazem parte desta minoria privilegiada, a Nova Classe, que controla a população, para isto recebendo polpudos salários e construindo sedes faraônicas para suas dúbias atuações! Num país de dinheiristas o que importa à população é o bolso, dane-se o controle estatal sobre a vida privada!
Os demais partidos brasileiros ou são cúmplices ideológicos ou idiotas úteis que também querem se locupletar.
Desestatize-se a economia, não a palhaçada tucana da privataria, iniciando pela Petrobrás, Banco do Brasil, Caixa Econômica, e a extinção do BNDES. Reduzam o funcionalismo público a 10%, retirem o Estado da educação, deixem os indivíduos decidirem suas vidas, e os sintomas desaparecerão. Mas como, se (parafraseando Armando Ribas que diz que en Argentina los antiperonistas son más peronistas que Perón) no Brasil os ‘liberais’ são mais socialistas do que Marx?

Padre: mulheres com roupas curtas provocam tarados

Piero Corsi (foto - YouTube), padre em San Terenzo (Itália), provocou a fúria feminina (e feminista) ao sugerir que a forma como as mulheres se vestem provoca os criminosos ao seu redor. 
No Natal, o religioso prendeu um pepel com mensagem às fiéis na porta da igreja que comanda: 
"As mulheres com a sua roupa curta, que se afastam da vida virtuosa e da família, provocam instintos e devem fazer um exame de consciência: O que procuramos?" 
A imprensa italiana chegou a publicar um pedido de desculpas e de renúncia ao cargo ocupado pelo padre. Corsi negou autoria, mas retirou a mensagem. 
Este ano, na Itália, 118 mulheres foram assassinadas.

OS MELHORES DE 2012

 UMA COMPILAÇÃO DE QUINZE MINUTOS COM OS VIDEOS DAS FALHAS OU IDIOTICES QUE ACONTECERAM EM 2012. MUITO BOM É QUE O AVANÇO TECNOLOGICO FEZ COM QUE TODOS POSSAM TER UMA CAMARA À MÃO E MOSTRAR AO MUNDO AS BURRICES DO DIA A DIA...E PENSAR QUE HÁ ALGUM TEMPO VC ESPERAVA A SEMANA INTEIRA, PARA VER O FAUSTÃO E SUAS VIDEOS CASSETADAS...




Nunca mais fará igual

No Campo de Golfe Augusta National durante a prática Mestres rodada Vijay Singh joga a bola sobre a água no buraco 16  e consegue uma jogada incrível. Veja os vídeos...

Seis obras são excluídas de matriz da Copa de 2014

Seis obras são excluídas de matriz da Copa de 2014


As obras de transporte de massa sobre trilhos foram praticamente excluídas da matriz de responsabilidade da Copa de 2014, documento assinado como compromisso para o mundial pelos governos municipais, estaduais e federal, após anúncio das 12 cidades-sede. ...

O Grupo Executivo da Copa (Gecopa), do Ministério do Esporte, confirmou ontem a exclusão de seis obras - sendo cinco de mobilidade - dos compromissos para o evento, o que significa que as ações não terão recursos nem regime diferenciado, e podem ter novos prazos de execução. A nova matriz, publicada no "Diário Oficial da União", previu a inclusão de oito obras viárias menos complexas e mais baratas do que os projetos de transporte de massa.


Outras quatro obras ficaram pelo menos 25% mais caras do que o inicialmente previsto. Com as seis exclusões e oito adições, o conjunto de obras previstas para o Mundial de 2014 passa a ser de 122, ante 120, com valor total de R$ 25,58 bilhões em investimentos, ante R$ 26,3 bilhões.


Entre as obras excluídas, estão o projeto do corredor metropolitano de Curitiba, o monotrilho e o BRT (Bus Rapid Transit, em inglês) de Manaus, o monotrilho de São Paulo e a reestruturação da avenida Roberto Freire, em Natal.


Em Brasília, o veículo leve sobre trilhos (VLT) já havia sido excluído da matriz da Copa em setembro e a extensão do metrô de Salvador foi descartada no ano passado. Com isso, o VLT de Fortaleza é o único sistema de transporte sobre trilhos que deve ficar como legado do mundial. Os principais projetos de mobilidade para a Copa do Mundo estão atrasados e alguns não conseguirão sair a tempo do papel, como mostrou reportagem publicada ontem pelo Valor.


Entre os aeroportos, a ampliação da pista do aeroporto de Porto Alegre foi retirada a pedido da Infraero. Houve ainda outras quatro alterações referentes a atualizações de projetos, que ficaram pelo menos 25% mais caros do que os valores originais. São eles a reforma do estádio de Brasília, a reforma do terminal de passageiros do aeroporto de Fortaleza, o terminal marítimo do Rio de Janeiro e a terraplenagem do terminal de passageiros do aeroporto de Guarulhos.


Os oito projetos incluídos na matriz foram o acesso ao estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, a ampliação da estação de metrô Cosme e Damião e o viaduto da BR-408, em Recife, intervenções no entorno do Maracanã e da estação multimodal da Mangueira, no Rio, obras de acessibilidade e rotas de pedestres em Salvador, além de intervenções viárias no entorno do Itaquerão, em São Paulo.
 
Por Guilherme Soares Dias
Fonte: Valor Econômico -

Câmara do DF gasta salário anual de 11 deputados para custear gabinetes

Aluguéis de carros e imóveis e consultorias somaram R$ 2,8 mi em 2012. Presidente diz que regulamentação dos gastos trouxe mais transparência

A Câmara Legislativa do Distrito Federal gastou R$ 2,8 milhões com verba indenizatória em 2012. A verba é usada para a custear despesas dos gabinetes dos deputados, como aluguéis de carros e imóveis, material de expediente, combustível e consultorias. O valor gasto equivale ao salário anual de 11 deputados distritais, incluindo 13º. ...


O salário mensal de cada deputado é de R$ 20.042,35. Para custear gastos do gabinete, os parlamentares recebem verba no mesmo valor do salário.

Até fevereiro deste ano, a ajuda de custo era de R$ 11,2 mil, mas o valor foi reajustado em 77%. A Câmara informou que o aumento seguiu lei que determina que a verba deve corresponder a 75% do valor pago aos deputados federais.

Caso os valores mensais ultrapassem o limite ou estejam abaixo do estabelecido, os parlamentares têm direito a fazer compensação no mês seguinte, dentro do trimestre de competência.


Neste ano, os gastos ficaram abaixo do limite. Se os deputados utilizassem integralmente o valor da verba indenizatória, o gasto total seria de R$ 5,3 milhões, o equivalente ao salário anual de 20 parlamentares.


Desde o início do ano, os gastos dos 24 deputados deveriam estar disponíveis na página da Câmara, mas em janeiro, apenas seis parlamentares apresentaram as notas fiscais e só dois   discriminaram os gastos em todos os meses – Chico Leite (PT) e Joe Vale (PSB). Na época, o presidente da Casa, deputado Patrício, informou que os dados não haviam sido publicados por um problema no setor de informática.


Patrício afirmou que os gastos com a verba indenizatória passaram a ser publicados no site da Câmara Legislativa após regulamentação. “O processo hoje é mais transparente. É possível acompanhar todos os gastos. Temos um núcleo de acompanhamento, e a sociedade civil pode acompanhar os gastos”, disse.

saiba mais

Gastos

Citada em um caso de aluguel irregular de veículos com o uso da verba indenizatória, a deputada Liliane Roriz (PSD) reduziu a utilização dos recursos desde março. No último trimestre contabilizado – entre julho e setembro – a parlamentar gastou R$ 6.644,29, todos declarados em setembro, referente a uso de veículo. O valor corresponde a cerca de 10% do que ela teria direito a gastar no trimestre.

Segundo a assessoria de Liliane, ela decidiu arcar com os custos do gabinete desde que seu nome foi envolvido na suspeita de irregularidade.  Em 19 de março, a deputada cancelou três contratos de aluguel de carros.


A deputada Celina Leão (PSD) chegou a gastar R$ 10.400 para pagar combustível e lubrificantes dos carros utilizados pela parlamentar e seus assessores. O valor corresponde aos gastos acumulados de julho a setembro.


A assessoria da deputada informou que ela faz parte da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, por isso faz visitas frequentes ao Presídio da Papuda, ao lado de uma equipe de assessores. Além disso, a deputada mantém um gabinete itinerante. Os gastos com combustível são compatíveis com as atividades, diz a assessoria.


O maior gasto com divulgação de atividade parlamentar em um único mês foi do deputado Chico Vigilante (PT). Em setembro ele declarou despesas de R$ 24.482. “O gasto é o acumulado de três meses. A gente apresentou só em setembro. Você pode verificar que eu sou dos que menos gastam com verba indenizatória na Câmara”, afirmou o deputado.
 
Por Lucas Nanini
Fonte: G1-DF

Escrachos, Comissão da Verdade e agentes das FFAA

Escrachos, Comissão da Verdade e agentes das FFAA
Paulo Marcos Gomes Lustoza.
Capitão-de-Mar-e-Guerra reformado 
O período nomeado de Regime Militar (1964-1985), em que vigorou um Presidencialismo Republicano Federativo, os mecanismos do Estado foram usados em defesa do interesse nacional, por consequência, da Sociedade, e não pode ser interpretado por fatos deslocados e fora do contexto da época.
Qualquer sistema ou forma de governo tem os seus vícios e suas virtudes, que são enaltecidas ou condenados de acordo com a ideologia de quem os retrata.
Texto completo
As FFAA, como sempre zelosas no cumprimento de suas tarefas constitucionais, deram, naquele período, proteção à Nação no grau de Segurança que se fez necessário, a fim de que os Dignitários pudessem exercer, democraticamente, os  Cargos nos quais foram legalmente  investidos, tendo  em vista estarem  ameaçados  por alguns grupos subversivos armados, que professavam  ideologia que não  deu  certo  em  nenhum  lugar do mundo civilizado, e  que se opunham ao  Governo  estabelecido de acordo  com  os mandamentos constitucionais.
Não há Governo responsável que não crie, em determinadas situações de alteração da ordem institucional, um órgão ou gabinete de crise para debelar inseguranças, seja crise de Segurança do Estado, ou de Segurança Pública. Nos tempos presentes, o Governo Federal também lança mão de seus Agentes para estancar grave crise de segurança pública nos Estados, que terão de agir de maneira enérgica contra os criminosos. Como serão tratados amanhã esses agentes, depois da pacificação e quando aparecer o pessoal dos Direitos Humanos contando uma história politicamente inverídica que só favorece o lado dos criminosos? O Estado ser firme na ação policial não é gerar excesso ilegal, é um dever outorgado pela sociedade.
Alguns militares que por dever de ofício defenderam a Nação são hoje alvos de vilipêndio, que também atinge as suas Organizações Militares, simplesmente por terem agido estritamente em cumprimento de ordem emanada de autoridade superior competente, não como pessoas físicas, mas como agentes do Estado, obedecendo rigorosamente determinação de pessoa jurídica, as Forças Armadas, às quais caberia responder em qualquer tempo e lugar por excessos porventura cometidos por seus agentes e penalizá-los na forma do Código Penal  Militar , se fosse o  caso de algum de seus agentes  ter cometido crimes ou  abusos.
Escrachar cidadãos, como alguns grupos de esquerda têm feito de maneira acintosa, sem base em resultado de um competente Inquérito Policial Civil ou Militar, e de um julgamento formal, _ mas movidos apenas por sentimentos revanchistas advindos de meras opiniões divulgadas na mídia por pessoas que, reconhecidamente, por seus pronunciamentos e atos, não são imparciais, é querer cometer injúria, difamação e calúnia, ou, no mínimo, causar constrangimento ilegal,  principalmente quando  vigora uma Lei  de Anistia, para ambos os lados.
A apuração de graves delitos contra os Direitos Humanos deveria, para o perfeito estabelecimento da Verdade dos fatos, abarcar todos aqueles que cometeram ou se envolveram em crimes políticos, como reza a Lei que criou a Comissão Nacional da Verdade, averiguando-se inclusive as suas motivações ideológicas, e não ficar restrito a critério dos membros da CNV, que por Resolução publicada em DOU, resolve investigar aquilo que lhes interessa para incriminar apenas os agentes de Estado, ignorando, a pretexto de que já teriam sido julgados, as agressões  contra os Direitos Humanos e o  Estado constituído de muitos que  hoje encontram-se  nos  Governo Federal,  Estaduais e Municipais e apóiam a CNV de várias  formas, inclusive criando outras Comissões  com o mesmo  objetivo  de caça indiscriminada aos agentes do  Estado, apresentando  testemunhas que comungam  de igual revanchismo. Onde está a imparcialidade da CNV prevista em Lei?
Que argumento teria o atual Coordenador da CNV para declarar o ‘regime militar’ como sendo um “Estado ditatorial militar”, se toda aquela estrutura ministerial do Executivo e o estamento das Instituições Políticas, o Legislativo, o Judiciário, os Governos Estaduais e Municipais estavam sob establishment civil e garantia constitucional? Ser Presidente da República não é Cargo privativo de civis. O presidente Arthur Bernardes governou quase todo o período presidencial (1922-1926) sob o estado de sítio e rigorosa censura à imprensa, mas nem o imaginário  social nem a História  o classifica  como sendo de “Estado  civil  ditatorial”. 
As Forças Armadas sempre estiveram subordinadas ao Poder Político, ao Chefe de Estado, da mesma forma que estão hoje sob o Comando Supremo da Presidente da República.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

É ASSIM QUE FAZ UMA LIQUIDAÇÃO

 INGLATERRA, UM DIA DEPOIS DO NATAL, É O CHAMADO BOXING DAY. DIFERENTE DAS LIQUIDAÇÕES QUE ACONTECEM NO BRASIL ONDE OS PROPRIETÁRIOS COSTUMAM AUMENTAR O PREÇO EM 50 POR CENTO E DAR UM DESCONTO DE 30 POR CENTO










Dilma vira rena e Mantega é elfo em conto no blog do FT

Conto fala da perda de representatividade do Brasil como país do futuro, destaca a perda do posto de sexta maior economia do mundo para o Reino Unido e tira sarro de Guido Mantega, colocando personagem como exagerado em suas previsões

epois da revista britânica The Economist  sugerir a demissão do ministro da Fazenda Guido Mantega e irritar a presidente Dilma Rousseff, uma outra publicação britânica decidiu ousar, dessa vez usando o humor para lembrar que o Brasil perdeu para o Reino Unido o posto de sexta maior economia do mundo. O jornal Financial Times publicou no blog  'beyondbrics', especializado em mercados emergentes, um conto de Natal no qual a presidente brasileira é uma rena chamada Roussolph e Mantega é um Elfo chamado Guido.

O conto começa com o Papai Noel avisando a todos que a equipe do trenó será a mesma do ano passado, com exceção do representante da América Latina. "Será Peña Nieto (presidente do México), que assume o lugar de Roussolph."
Ao ouvir a troca, Roussolph, indignada, pergunta para Papai Noel: "Você não pode me largar. E o meu maravilhoso nariz vermelho brilhante?". Papai Noel argumenta que esse mesmo nariz vermelho é o problema, pois crianças não confiam em socialistas. Roussolph questiona, então, a presença do líder chinês Xi Jinping, que é comunista. "Mas ele diz todas as coisas certas", retruca o bom velhinho, salientando ainda que o líder chinês "acena e sorri".
Roussolph volta a argumentar. "Mas lembre-se dos meus chifres. Eles são os sextos maiores do mundo", diz, ao ser interrompida por David Camerolph - referência ao primeiro-ministro inglês Cameron. "Não são mais. É terrivelmente triste, mas esse posto é nosso", responde Camerolph.
Nesse momento, entra Guido, o Elfo. "Ótima notícia. No próximo ano, os seus chifres vão crescer um metro", anuncia o ajudante de Roussolph. "Mas como você sabe?", questiona a chefe. "Eu fiz um cálculo completo. Tenho a previsão de todos os outros elfos e multipliquei por dois", afirma. Resignada, Roussolph diz que Guido é mais persistente que um investidor em títulos argentinos e pergunta: "Por que não demito você?". Guido rebate: "Por que a The Economist disse para você fazer isso?".
Triste com a situação, Roussolph levanta a questão: "Onde deu tudo errado, o que aconteceu com o brilhante B dos mercados emergentes, rico em recursos, amado pelos investidores e que finalmente está superando a corrupção?"
Papai Noel interrompe e pergunta: "Você quer dizer a Bir...?".
Roussolph se irrita: "Não. Não quero dizer a Birmânia. E a Birmânia vai sediar a Copa do Mundo?". Ao ouvir a afirmação, Guido diz: "A Copa do Mundo! Eu sabia que tinha algo para o qual eu deveria estar me preparando. Quantos estádios eram mesmo?"
O conto termina com uma conversa entre Roussolph e Magic Draghi - uma referência a Mario Draghi, presidente do Banco Central Europeu -, na qual Draghi diz que pode usar seus poderes mágicos para fazer Russolph voltar ao tempo em que todos amavam seu nariz vermelho, usando apenas a liquidez. "Você vai voltar para época em que representava o futuro! Para a época em que seu nariz vermelho foi mais brilhante! De volta para a década de 70!", diz Draghi.
Nesta quinta-feira (27/12), a presidente Dilma Rousseff disse, durante café da manhã com jornalistas, que "não tem a menor hipótese" de o ministro da Fazenda, Guido Mantega, deixar o governo "a não ser que ele queira".
Questionada sobre o motivo de tantas críticas em relação a Mantega, Dilma respondeu: "Não podemos querer que gostem da gente". E aproveitou para brincar, dizendo que muita gente gosta dela. "Eu sou popular com o povo."
A presidente voltou a assegurar que o Brasil vai crescer mais em 2013 sem, contudo, mencionar o índice estimado para o ano que vem. "Espero que seja o maior possível", declarou, defendendo uma expansão sustentável e contínuo. "Precisamos tomar medidas para que isso continue acontecendo."
 fonte - g1

 


Assustador: câmeras registram um tornado destruindo posto de gasolina na Itália

No vídeo abaixo, que está sem áudio (gravação original), você verá desde o início da passagem do tornado, até seu final, visto pelas várias câmeras. É realmente assustador ver carros sendo arrastados pela violência do fenômeno, as pessoas desesperadas correndo sem rumo, enfim, quando a natureza resolve mostrar sua fúria é que vemos o quanto somos frágeis. As imagens só foram disponibilizadas agora, mas o acidente aconteceu em 28 de novembro último

Ex-ministros e até presidente da CBF recebem pensão vitalícia da Assembleia do Estado de São Paulo

Ex-ministros e até presidente da CBF recebem pensão vitalícia da Assembleia do Estado


No total, 266 ex-parlamentares ou dependentes que recebem até R$ 18,7 mil por mês do legislativo paulista

Dois ex-ministros, um ex-governador, um conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), uma viúva de governador, a madrasta de um senador e até o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) estão entre os 266 ex-deputados ou dependentes que recebem pensão vitalícia relativa à extinta carteira previdenciária dos deputados paulistas. Instituída em 1976, a carteira foi encerrada em 1991, mas aqueles que contribuíam com ela tiveram seus direitos preservados. ...
 
O governo do Estado, que atualmente é quem banca as pensões, gasta anualmente cerca de R$ 33 milhões com os 148 dependentes e 118 ex-deputados que recebem o benefício - são 125 na lista, mas sete cumprem mandato e atualmente não ganham.
 
A lista dos beneficiários foi repassada ao Estado pela Secretaria da Fazenda após pedido com base na Lei de Acesso à Informação. Até a vigência da lei, a secretaria informava o número de pensionistas e o valor total gasto, mas preservava o sigilo da identificação deles.
 
Os vencimentos variam de R$ 10.021 a R$ 18.725 no caso de ex-deputados, e de R$ 7.515 a R$ 18.725 no caso de dependentes. Como o teto do funcionalismo subirá em janeiro porque o salário do governador Geraldo Alckmin será reajustado, o teto das pensões chegará ao dos salários dos deputados - R$ 20.042.
 
Os dois ex-ministros que recebem pensão da Assembleia são Wagner Rossi, que chefiou a Agricultura no governo Dilma Rousseff, e Almir Pazzianotto, responsável pelo Trabalho no governo José Sarney. Ambos cumpriram dois mandatos na Assembleia e recebem, mensalmente, R$ 10.021, metade do salário de um deputado estadual.
 
A lei que instituiu a carteira previa que com oito anos de contribuição o parlamentar poderia requerer metade da pensão, e daí proporcionalmente até 20 anos de contribuição, quando poderia receber o valor total.
 
Compulsória
Rossi não respondeu os contatos da reportagem. Pazzianotto, que acumula a pensão da assembleia com a do Tribunal Superior do Trabalho, afirmou que, quando entrou no Legislativo, a contribuição com a carteira era compulsória. "E não me pareceu justo deixar de receber depois de ter contribuído. Se eu morresse, minha família não receberia nada." Ele disse também que contribuiu por mais de 20 anos com a Previdência Social e não recebe nada porque se aposentou no serviço público.
 
Outro que recebe por ter cumprido dois mandatos é o ex-governador e vice-presidente do PSDB, Alberto Goldman, que ganha R$ 12.025 mensais. Ele foi deputado entre 1971 e 1979. Goldman não quis comentar sobre a moralidade do benefício. "Nem discuto essa questão".
 
O conselheiro do TCE Robson Marinho, que recebe cerca de R$ 20 mil líquidos no tribunal, também recebe R$ 10.021 mensais de pensão (leia abaixo).
 
O presidente da CBF, José Maria Marin, que ganha salário de R$ 160 mil na confederação e R$ 110 mil no Comitê Organizador da Copa, ganha R$ 16.033 de pensão por dois mandatos cumpridos na Casa. A assessoria de Marin informou que ele está em viagem e não poderia comentar.
 
A madrasta do senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), Roseli Fátima Gonzales, recebe R$ 7.515 todo mês por ter se casado com o pai do senador, também chamado Aloysio Nunes Ferreira, que foi deputado estadual durante dois mandatos na Assembleia. Detalhe: ele trabalhou no Legislativo paulista de 1954 a 1962, antes, portanto, da criação da carteira, que só seria instituída mais de uma década depois, em 1976. A reportagem não conseguiu localizar Roseli Fátima.
 
Candidato à Presidência da República pelo PSOL em 2010, Plínio de Arruda Sampaio também figura entre os pensionistas, embora nunca em seus 82 anos de vida tenha sido deputado estadual. Plínio foi deputado federal e foi incluído na carteira porque esta compreendia todos os parlamentares de São Paulo, estaduais e federais. Ele recebe R$ 10.021 mensais.
 
O ex-candidato diz que chegou a abrir mão da pensão, mas sustenta que o governo do Estado lhe afirmou que não podia por se tratar de uma "verba familiar" e, portanto, compulsória. Ele diz que durante algum tempo não mexeu no dinheiro depositado, até que um filho o convenceu a receber a pensão e sugeriu que ela custeasse sua militância política.
 
Plínio afirma que a verba hoje ajuda a pagar um jornal de esquerda que edita. "Esse dinheiro vai inteirinho para custear o Correio da Cidadania. Ele não entra na minha fazenda pessoal."
 
Também é pensionista Florinda Gomes Covas, a dona Lila, viúva do ex-governador Mário Covas. Covas, assim como Plínio, nunca cumpriu mandato na Assembleia Legislativa, mas foi deputado federal durante três legislaturas. Ela não foi localizada para comentar o assunto.
Fonte: Estadão

ACREDITE NA MAGIA

DE FATO UM MOMENTO MÁGICO PARA QUEM ACREDITA NA MAGIA. ESTA VEM DO NOSSO "QUINTAL" DA PEQUENA E PACATA CIDADE DE BETÂNIA, NO PIAUÍ. VALE VER E SE EMOCIONAR..APROVEITE TAMBÉM PARA MEDITAR, TEMOS TANTO, RECLAMAMOS DA VIDA, ENFIM.

imagens do natal no mundo

 IMAGENS ESPETACULARES DO NATAL EM VÁRIAS PARTES DO MUNDO CAPTURADAS DA INTERNET.




















Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More