Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

SER BONITA É PREJUDICIAL

Arrumar emprego é mais difícil para mulheres bonitas

Beleza é superficial – é o que a polícia do “politicamente correto” diz. Mas quando o papo é conseguir emprego, quanto mais bonito você é, mais fácil é ser contratado. A não ser, é claro, que você seja do sexo feminino. Pesquisadores da Universidade de Ben-Gurion e do Ariel University Center, em Israel, dizem que homens bonitões têm 50% mais chances de serem chamados para entrevistas de emprego do que os de aparência normal. Mas mulheres bonitonas são bem menos propensas a conseguirem um tempinho com o entrevistador.
A razão? De acordo com os cientistas, a maioria do pessoal dos departamentos de RH por aí, que é quem normalmente avalia os currículos, são mulheres jovens e solteiras. Presumidamente, elas não se animam em contratar “concorrentes em potencial”. Soa um tanto sexista, a gente sabe – e os pesquisadores também. Mas os dados confirmam.
Durante a pesquisa, foram enviados 5.312 currículos, em pares, para 2.656 vagas de empregolá mesmo em Israel. Em cada par, um currículo não levava foto, enquanto o outro, quase idêntico, tinha uma foto de um homem ou de uma mulher bem atraente, ou então de um homem ou de uma mulher de aparência normal. Os currículos dos bonitões renderam contatos em 19,9% das vezes; os dos normais, em 13,7%; e os sem fotos, em 9,2% das vezes.
Mas o efeito dos good looks só foi positivo mesmo para os homens. “Entre os currículos das candidatas do sexo feminino, os que não tinham fotos tiveram a melhor taxa de respostas,22% maior do que os das “normais” e 30% maior do que os das especialmente bonitas”, conta um dos autores do estudo, Bradley Ruffle. E a quantidade de bonitonas discriminadas variou de acordo com quem estava avaliando os currículos. Quando a seleção ficava por conta deagências de emprego, o efeito discriminatório diminuía. Mas quando o recrutamento ficava por conta da própria empresa, as chances das moças bonitas caía pela metade.
Para verificar se a culpa era mesmo da inveja das profissionais do RH, os pesquisadores foram até as empresas que receberam os currículos fictícios e entrevistaram os responsáveis pela seleção em cada uma delas. Descobriram que, em 96% dos lugares, essa pessoa era mulher. E que elas tinham de 23 a 34 anos. E que 67% delas era solteira. “De fato, as evidências apontam que a inveja feminina de mulheres mais atraentes no ambiente de trabalho é a razão primária para a penalização na hora do recrutamento”, diz Ruffle.
Super Abril

TAMPA DE CANETA

CRIANÇA MORRE ENGASGADA COM TAMPA DE CANETA 

 

No município de Juazeirinho, sertão paraibano, uma criança de apenas seis anos morreu engasgada com uma tampinha de caneta (pecinha que fica na parte superior). A criança estava fazendo as tarefas escolares quando começou a sufocar. Ela chegou a ser socorrida, mas o tempo em que passou sem respirar acabou sendo fatal.
A criança estudava na Escola Municipal Padre Cícero, que fica às margens da BR-30, em Juazeirinho. Os pais Marinaldo e Rosa Rodrigues estão ainda em estado de choque. 
A secretária de Educação de Juazeirinho, Betânia Rangel, lamentou o fato e escreveu em sua página pessoal no facebook: "Que Deus, com o seu poder, possa amenizar esta dor tão fria e cruel. Dor que não cessa nunca. Essa ferida não sara nunca. Mas viveremos na certeza do reencontro…". 
Por uma infeliz coincidência, o acidente aconteceu na quinta-feira (30 de agosto), quando se comemora o dia nacional de Prevenção de Acidentes com Crianças.
Fonte: Blog do Edmilson Sousa

 

MAIS INTELIGENTES

Mulheres altas parecem mais inteligentes

Psicólogos do Reino Unido, das universidades de Central Lancashire e Liverpool, fizeram testes para investigar como a altura das mulheres influencia a percepção que os outros têm delas. Para isso, eles alteraram digitalmente fotos de modelos e criaram duas versões de cada uma: uma de alta e outra de baixa estatura. Depois, pediram a voluntários que avaliassem as moças (nas duas versões, em diferentes momentos) levando em conta as chamadas “características expressivas” (como, por exemplo, simpatia) e “características instrumentais” (como a capacidade intelectual). “No geral, as mulheres altas foram classificadas como mais inteligentes, opulentas, assertivas e ambiciosas do que as mulheres mais baixas”,afirma o estudo




Super Abril

 

COLÉGIOS MILITARES

RECEBI POR E-MAIL DE UM AMIGO LEITOR DO BLOG. RETRANSMITO NA INTEGRA PARA SUA REFLEXÃO SOBRE O ASSUNTO 
Para pensar. Talvez tenha alguma coisa errada no ensino brasileiro.

Mas devem ser os colégios militares, que eu conheço bem de perto: o ensino é péssimo, o aluno faz o que quer, os professores são uma lástima, lá não tem disciplina, tem que andar com uniforme nos trinques e ainda por cima são colégios dirigidos por militares do Exército, esses torturadores de direita.

Campanha VAMOS ACABAR COM OS COLÉGIOS MILITARES. 

Porque ser socialista e adepto do politicamente correto é que é o bicho, falei? Vide as tais das "cotas": tremendo engana bobo.
Dia desses me lembrei que estudei em colégio publico, e um em especial era o Colégio Estadual D. Pedro II, depois CENIP. Era bem dureza, e dizia-se que os demais colégios de Petrópolis eram os PP, ou seja, pagou, passou. Não sei como anda hoje,
mas pelo andar da carruagem do ensino público, deve estar bem fraquinho. 

Pena.
Ab,
TBA


CAROS AMIGOS:
SÁBADO PROXIMO PASSADO, 01 DE SETEMBRO, ASSISTINDO O PROGRAMA "CALDEIRÃO DO HULK", DUAS COISAS ME CHAMARAM MUITO A ATENÇÃO.

CREIO QUE QUEM ASSISTIU DEVE TER TAMBEM NOTADO ESSES DOIS FATOS:

1) O INTERNICIONALISSIMO MAESTRO ZUBIN METTA REGENDO A ORQUESTRA DA "FAVELA DE HELIÓPOLIS" , QUE FOI EXCELENTE E,

2) O QUADRO "SOLETRANDO".
     NESTE QUADRO COMPETEM OS MELHORES ESTUDANTES DE CADA ESTADO E NESTE SÁBADO FICARAM OS TRES FINALISTAS, QUE FORAM OS ESTADOS DA BAHIA, PERNANBUCO E RIO GRANDE DO SUL, RESPECTIVAMENTE DO COLÉGIO MILTAR DE SALVADOR, COINCIDENTEMENTE DO COLÉGIO MILITAR DE RECIFE E POR ACASO DO COLÉGIO MILITAR DE PORTO ALEGRE.  

----PORQUE NÃO HAVIA, NA FINAL, NENHUM COLÉGIO TÃO APLAUDIDO POR TER ALCANÇADO "MÉDIA 6 DO IDEB" ???
--- PORQUE SÓ ALUNOS DE COLÉGIOS MILITARES , DIRIGIDOS PROVAVELMENTE POR CORONÉIS INCOMPETENTES  E EX-TORTURADORES DE GUERRILHEIROS DEMOCRATAS ???

SÃO PERGUNTAS QUE NÃO PRECISAM DE RESPOSTA MAS DE REFLEXÃO !!!

    ALGUMA COISA ESTÁ ERRADA, A MEU VER.
    TALVEZ A METODOLOGIA DE ENSINO E ADISCIPLINA DOS COLÉGIOS MILITARES .
     E É POR ISSO, QUE SOU FAVORÁVEL A SUA EXTINÇÃO, PARA QUE NÃO VENHAM JAMAIS "ATRAPALHAR" OS "GÊNIOS PADRÃO IDEB".

ABRAÇOS A TODOS

MOMENTO MUSICAL - ERASMO CARLOS

O QUE DIZER... BOM VAMOS COMEÇAR A SEMANA OU O MOMENTO MUSICAL DA SEMANA COM O GRANDE NOME DE ERASMO CARLOS. E NÃO VOU FICAR DE MILONGAS, VOU LOGO COM O COQUEIRO VERDE.
SEGUNDO A WIKIPÉDIA -
Erasmo Esteves (Rio de Janeiro, 5 de junho de 1941), mais conhecido como Erasmo Carlos, é um cantor e compositor brasileiro.
Sua parceria com o cantor Roberto Carlos certamente é a de maior sucesso na história da música popular brasileira, tanto em termos de venda Erasmo já vendeu mais de 100 milhões de cópias em seus 50 anos de carreira, quanto em termos de regravações, feitas por artistas de todo o Brasil e do exterior. .
Junto com Roberto Carlos, compôs mais de 500 canções, gravadas tanto por Roberto Carlos quanto por inúmeros outros cantores.
Erasmo Esteves nasceu no bairro da Tijuca na Zona Norte do Rio de Janeiro, sua mãe saiu da Bahia grávida de um homem que não quis assumir a paternidade.
Erasmo conhecia Sebastião Rodrigues Maia (que mais tarde seria conhecido como Tim Maia) desde a infância, entretanto a amizade só viria na adolescência por conta da febre do Rock and Roll.
Em 1957, Tim Maia montou a banda The Sputniks, os membros da banda eram Tim, Arlênio Lívio, Wellington Oliveira e Roberto Carlos.

Após uma briga entre Tim e Roberto, o grupo foi desfeito, Wellington desistiu da carreira musical, o único remanescente era Arlênio que no ano seguinte resolveu chamar Erasmo e outros amigos da Tijuca, Edson Trindade e José Roberto, conhecido como "China" para formarem o grupo vocal "The Boys of Rock".
Por sugestão de Carlos Imperial o grupo passou a se chamar The Snakes, o grupo acompanhava tanto Roberto quanto Tim Maia em seus respectivos shows.
Erasmo foi apresentado a Roberto por Arlênio Lívio, Roberto precisava da letra da canção Hound Dog, sucesso na voz de Elvis Presley, então Arlênio disse que Erasmo seria a pessoa que possuiria tal letra, pois este era um grande fã de Elvis, Roberto descobriu outras afinidades com Erasmo, além de Elvis, ambos gostavam de Bob Nelson, James Dean, Marlon Brando, Marilyn Monroe, torciam para o Vasco da Gama.

AUTOCONFIANÇA

DIRETO AO PONTO - AUGUSTO NUNES. - RECEBI POR E-MAIL E REPASSO NA INTEGRA, MERECE NÃO SÓ A LEITURA COMO O COMPARTILHAMENTO.

Os elogios de Lula e Dilma ao companheiro corrupto explicam por que Osasco ficou fora da turnê do palanque ambulante

 

O PT de Belo Horizonte esperava juntar 50 mil pessoas no primeiro comício estrelado por Lula na temporada eleitoral de 2012. Apareceram menos de 5 mil ─ e o início da turnê do palanque ambulante foi um fiasco. Para recuperar a autoconfiança abalada pelo fracasso de público, o orador deveria programar com urgência uma escala em Osasco. Além dos devotos sempre prontos para aplaudir a palavra do mestre, a discurseira seria certamente engrossada por milhares de curiosos.
Todos estariam interessados em saber o que tem a dizer o ex-presidente sobre o que disse de João Paulo Cunha no comício promovido em 20 de agosto de 2010, durante a campanha presidencial. A voz é de antigamente, Lula parece muitos anos mais novo que a versão atual. Mas o vídeo de 1min13 foi gravado há apenas 24 meses pelo comitê eleitoral do candidato a deputado, que pedia votos pendurado no slogan debochado: “É Lula. É de confiança”.
A louvação do amigo mensaleiro começa no meio do palavrório no palanque: “Tem um cumpanhero que todas veiz que a gente pudé ajudá-lo a gente tem que ajudá, que é o cumpanhero João Paulo Cunha, que é aqui de Osasco”. Logo atrás do chefe, Dilma Rousseff sorri. À direita do chefe, Marta Suplicy sorri e bate palmas. À esquerda do chefe, Netinho de Paula sorri com a expressão triunfante de quem nem desconfia que está prestes a naufragar nas urnas.
João Paulo chega do fundo do palco, consegue um espaço entre o chefe e Marta. Sorri enquanto Lula retoma a lengalenga: “Por tudo o que ele sofreu nesse período… “. A gravação é interrompida antes que o animador de comício berre que o mensalão não existiu, e que é preciso reparar com votos as dores impostas a um inocente pelos inventores da farsa concebida para derrubar o governo do operário que construiu o Brasil Maravilha.
Na cena seguinte o artista principal reaparece depois de encerrado o comício, suando ao pé do palanque. “Eu acho que o João Paulo precisa ser eleito”, vai em frente. “Deve ser eleito com uma grande votação, porque o João Paulo é um extraordinário cumpanhero, um extraordinário deputado”. Olha diretamente para a câmera e conclui: “Portanto, vote em João Paulo para deputado federal”.
Corte. Close em Dilma Rousseff, pronta para mostrar que sabe falar e andar ao mesmo tempo. “João Paulo, toda sorte do mundo para ti”, capricha o neurônio solitário na segunda pessoa. Engata uma terceira e vai em frente: “Você merece, você é um guerreiro. Sorte. E tenho certeza que cê será um grande deputado”. O Supremo Tribunal Federal discorda, saberiam dois anos mais tarde o padrinho e a afilhada.
Depois de descobrir que o extraordinário deputado de Lula é um caso de polícia, os juízes do processo do mensalão resolveram o guerreiro de Dilma vai batalhar no presídio. O ex-presidente solidarizou-se por telefone com o companheiro corrupto, peculatário e lavador de dinheiro sujo. A sucessora, nem isso. Pelo palavrório eternizado no vídeo, ambos estão obrigados a visitar João Paulo Cunha na cadeia. Pelo menos um domingo por mês.

 


EROTISMO PARA SALVAR O MUNDO

Japão sedia evento de fazer fom-fom na mulherada

Você estava em Shinjuku, na capital japonesa, Tóquio, no último fim de semana (25 e 26/08)? Se não estava, azar o seu. 
 
No fim de semana em questão, rolou por lá um evento chamado "Erotica Will Save The World" (ou, em português, "o erotismo vai salvar o mundo"). 
O evento foi transmitido pela internet em tempo real e contou com atrações estapafúrdias, como, por exemplo, "maratona de masturbação" — que segundo informações, foi bem divertido.
A grande vedete do "Erotica", foi, sem dúvida, o "Breast Fundraiser" — "levantador de fundos com peitos". Nenhuma outra atração do evento atraiu mais gente e levantou mais grana. 
Para participar, era preciso doar grana para uma entidade de pesquisas sobre AIDS. Quem doasse podia fazer fom-fom nos seios de uma das dez atrizes de filmes adultos que estavam trabalhando como voluntárias no evento. 
Mas não vá pensando que é festa não. A parada tem regras. Veja abaixo:
1º) Entre na fila e mostre a identidade porque só maiores de idade podem brincar. 
2º) Doe dinheiro
3º) Esterilize as mãos (ninguém sabe por onde você andou)
4º) Aperte os peitos (limite de dois apertões por mão)
Os organizadores alertam que, caso dois apertões por mão não sejam o bastante, o apertador deve voltar ao estágio 1 e contribuir outra vez.
Entendeu por que a parada arrecadou tanta grana?
R7


ENTROU PELO CANO

ERA UM JOGO DE FUTEBOL COMO OUTRO QUALQUER. UM TORCEDOR INVADIU O CAMPO, QUERIA APENAS FAZER UMA HOMENAGEM. ENTRARAM EM AÇÃO OS SEGURANÇAS. QUATRO  PARA UM. PIOR É QUE COMEÇARAM A BATAR NO TORCEDOR. BOM AÍ... VEJA O VÍDEO...

A CENSURA SE TORNOU DIREITO ADQUIRIDO

Jovens imbecilizados pelos dogmas comunistas que imperam nas universidades brasileiras agrediram a Dom Bertrand de Orleans e Bragança e a seu assessor, José Carlos Sepúlveda da Fonseca, em evento realizado na Unesp, em Franca, na última terça-feira (28), gritando slogans stalinistas.

"Para que o mal triunfe, é só preciso que os homens bons não façam nada".
Edmund Burke (1729-1797) 
Tive o prazer de conhecer Dom Bertrand de Orleans e Bragança em uma de minhas viagens a São Paulo. Fui bem recebido por um senhor de semblante austero, porém, de trato muito amistoso e gentil, e passamos horas conversando sobre vários assuntos: história, política, religião católica e os problemas do Brasil. O homem com quem dialoguei nutria um profundo senso de dever e patriotismo que raramente encontramos no país. Era um aristocrata por excelência, um homem que encarnava as virtudes como um dever. E também conhecedor de uma extraordinária cultura histórica. No desenrolar de nossos diálogos, fiz uma pergunta: o que é herdar o legado do príncipe? E ele me respondeu, basicamente, como um serviço, uma responsabilidade, um débito em prestar contas a Deus, ao país e aos altos valores que defendia. Sentia-se com a consciência tranquila por conta desses encargos.
Cabe lembrar: Dom Bertrand é descendente da família que praticamente criou o Brasil tal como existe, a Real Casa de Bragança, que fincou as bases da nossa nacionalidade e independência política. Na verdade, Dom Bertrand tem no sangue o patrimônio que é o próprio país. A história de sua família se confunde com a história de Brasil, Portugal e de praticamente toda a civilização europeia. Dos Braganças aos Habsburgos, dos Bourbons aos Saxe-Coburgo, todo o peso de uma tradição está nas raízes de sua existência. O Brasil está no seu sangue, como Portugal, Espanha, França, Alemanha, Inglaterra, Holanda e toda a Europa incluída, aquela Europa civilizadora, cristianizadora, que espalhou a grandeza do seu legado para o mundo. O Brasil é produto da herança de uma grande família real, unida a toda a família brasileira. 
Se a monarquia brasileira deu exemplos gloriosos de estadistas como Dom Pedro II, homem sábio e erudito e cultor de livros e idiomas, a república brasileira atualmente nos lega líderes grosseiros, iletrados, demagogos e vulgares. Nos últimos dez anos, um apedeuta presunçoso, corrupto e espertalhão e uma presidente, cuja fama é a de praticar terrorismo e assaltar bancos, assolam o país. A desmoralização das instituições é um caso sério. Entidades públicas, como o Judiciário e o Legislativo, estão contaminadas pela agenda totalitária de um partido que ousa subverter o Estado de Direito. E tais políticas afetam ao povo de tal forma, que raramente se viu um rebaixamento tão completo da moralidade de um país. 
Um exemplo desta decadência foi a agressão que o Príncipe Dom Bertrand sofreu na UNESP da cidade de Franca, no dia 28 de agosto de 2012, quando faria uma palestra sobre a história do Brasil. Baderneiros fanáticos de extrema-esquerda atacaram o pobre senhor e sob ameaças, gritarias e ofensas, tentaram expulsá-lo numa instituição que deveria ser uma casa do saber e da tolerância. Aos gritos de “fascistas, não passarão”, os estudantes revelaram seu espírito stalinista básico, bem ao gosto do despotismo soviético. Para quem não sabe, “no pasarán” foi o brado de guerra da comunista Dolores Ibarurri, “la pasionária”, velhíssima e fiel capataz de Stálin e do Partido Comunista Espanhol, na guerra civil espanhola. A felicidade da Espanha é que os franquistas "passaram" e salvaram o país da destruição. 
E quem é que não sabe que o esqueminha mental do rótulo de “fascista” foi francamente democratizado pela propaganda comunista, aos agrados do tiranete da Geórgia? Se alguém não é comunista, certamente é um fascista, na lógica desses energúmenos. Ou mais, eles hostilizam a democracia pelos mesmíssimos métodos fascistas que acusam nos outros. Lênin já dizia: acuse nos outros aquilo que você é! 
Em matéria na Revista Carta Capital, uma dessas lunáticas dizia: “Queríamos entender a razão para convocar para o ambiente universitário uma pessoa que é contra a reforma agrária e a favor de uma monarquia.” A pergunta que não quer calar é: será que ela quis entender mesmo, gritando como uma louca do manicômio judiciário? Só é possível entender algo ouvindo o outro lado. Provavelmente, na cabecinha dessa idiota, não existe algo como debate político ou liberdade de expressão. A universidade deve ser um gigantesco e monolítico partido único, representando tão somente as ideologias estéreis e fanatizadas do seu grupelho partidário. Questionar o engodo da reforma agrária? Defender a monarquia? Que absurdo! O credo de esquerda, por mais mentiroso que seja, é um dogma infalível e inquestionável. 
O sequestro do mundo acadêmico pelas esquerdas mais parece disputa de bandoleiros para dominar um bairro. Ou de traficantes querendo controlar a favela. Não deixa de ser curioso: eles são contra a propriedade, mas querem se apropriar de um ambiente público, que é a universidade. Na República de Weimar, os comunistas alemães não disputavam na pancadaria os bairros da Alemanha, contra os SA nazistas e os pupilos dos Reichbanner sociais-democratas? Por que seria diferente aos totalitários comunistas daqui? A diferença é que aqui eles disputam espaço contra a democracia. Querem destruí-la sem qualquer tipo de oposição. A partir das universidades, os delinquentes querem dominar o país. 
Confesso-me surpreso em ver o quanto a vida imita a arte. Tais cenas de vandalismo me lembraram daquela imagem terrível que lemos no romance de George Orwell, 1984, uma das leituras da minha adolescência. Li a obra quando tinha 16 anos, em dois dias, de tão eletrizante que era aquele mundo imaginário sombrio descrito pelo brilhante escritor inglês. Na narrativa havia uma sessão de cinema chamada “Dois minutos de ódio”, onde os militantes do Partido, chamado Ingsoc, eram reunidos em rebanho para exalarem seus momentos de ódio a tudo aquilo que ia de encontro à ideologia do ditador, o Grande Irmão. Na gigantesca tela, aparecia o retrato do opositor do regime, Emmanuel Goldstein, que fazia críticas à “revolução traída”. E os fanatizados gritavam, “matem”, “esfolem”, “exterminem”, caídos na mais completa loucura e catarse. Ao mesmo tempo em que gritavam, a imagem do opositor se transformava numa ovelha berrando, e, num dado momento, a figura do Grande Irmão aparecia, para delírio da plateia. As pessoas gritavam, choravam de comoção e emocionadas e idolatravam o idolozinho do deus-partido. Qualquer semelhança entre a histeria dos alunos esquerdistas da UNESP contra Dom Bertrand e as imagens de George Orwell não é mera coincidência. A universidade pública se tornou uma gigantesca sessão de “Dois minutos de ódio”. Um laboratório caricatural de totalitarismo, bem ao estilo de 1984.
Por falar em choro histérico por um Big Brother da vida, presenciei cena semelhante num encontro de estudantes de direito que participei em Belém, em 1999. Um certo protótipo do Big Bother, não da fictícia Oceania de Orwell, nem da Rússia soviética, mas vindo dos confins de Garanhuns, aparecia na capital paraense. Era o iletrado Lula, naquele tempo, eterno candidato a presidente da República, realizando palestras na Universidade Federal do Pará. A elite universitária iletrada entrou num transe psicótico. Sob a gritaria de “Brasil urgente, Lula presidente”, vi alunos de direito chorando como mocinhas de fã-clube do grupo musical Menudo, apertando a mão ou tirando fotos com o delinquente, hoje ex-presidente. Resta saber se pediam autógrafos, uma vez que o uso da língua portuguesa não era o forte do ex-presidente (e tampouco acredito que seja o dos alunos). 
Aquilo me pareceu orwelliano demais, no amplo sentido da palavra. As ovelhinhas, tal como na sátira da “Revolução dos Bichos”, berravam e diziam: “duas patas ruim, quatro patas bom”. Qualquer pessoa que viesse a ler os livros do romancista britânico acharia aquilo tudo lenda! 
Mas o Big Brother esquerdista não se limita ao rebanho fanático da UNESP. Periódicos comunistas e colaboradores do governo federal, como a da Revista “Caros Amigos”, já publicaram textos defendendo abertamente a destruição da liberdade de expressão e do conhecimento. Sobre a presença de Dom Bertrand na UNESP, publicaram a seguinte nota (30/08/2012) de um tal “Coletivo Domínio Público” (claro, eles se autonomeiam “públicos” sem autorização de ninguém) cujo trecho demonstra o caráter totalitário de seu pensamento:

“Pelo absurdo que é a presença desses dois indivíduos em uma Universidade Pública - que deve estar a serviço do povo, da livre ciência, das artes, das humanidades e afins - é que diversas entidades estudantis, coletivos estudantis, grupos de extensão, outros tipos de organizações políticas e estudantes independentes formaram uma frente para contrapor o evento realizado pelo C.I.V.I.

Os dois citados, no caso, são o príncipe Dom Bertrand e seu assessor para assuntos de monarquia, José Carlos Sepúlveda da Fonseca. 
Ser a “serviço do povo”, na novilíngua esquerdista, é calar a boca de todo mundo, inclusive do povo. Defender a “livre ciência”, as “artes” e as “humanidades” é propagar doutrina marxista a granel, sem qualquer questionamento de ninguém. Ou melhor, calando a boca das pessoas no grito, na violência e na intimidação psicológica, arma típica dos fascistas e comunistas. Claro que a dissidência é absurda, não é mesmo? A censura se tornou um direito adquirido das esquerdas na universidade. Debate de comunista funciona quando só há comunistas falando a mesma coisa e berrando, como ovelhinhas seguidoras do todo-poderoso porco Napoleão. Ou quem sabe, do Grande Irmão. A inversão semântica das palavras denuncia a tirania, criminalidade e a destruição. Guerra é paz, liberdade é escravidão, ignorância é força, democracia é ditadura, inteligência é estupidez! Tal é o estado psicótico deste hospício chamado universidade brasileira.

POLTRONAS CRIATIVAS

POLTRONAS CRIATIVAS. PARA AQUELES QUE GOSTAM DE SER DIFERENTES, AQUI AS SUGESTÕES. 






 

SUJEITO OCULTO

PRO BONO

Percival Puggina


À medida em que transcorrem os votos dos senhores ministros no julgamento do Mensalão, digo, da Ação Penal 470, dois fenômenos se vão configurando. No primeiro, evidencia-se a existência, no processo, de um sujeito oculto. Tão esperto, o sujeito, que sequer precisou de advogado. Ele é doutor. Doutor honoris causa. No segundo, vai desaparecendo o sorriso nos rostos dos advogados de defesa. Desenham-se condenações no horizonte de quase todos os réus. Se não uma sentença para ver o sol nascer quadrado (quando forem deduzidas as prescrições, tudo somado e ponderado, pode não sobrar muita coisa), ao menos uma sentença perante a opinião pública. E, para os políticos, um longo período sem foto em urna eletrônica.

Entendo, perfeitamente, todos os papéis desempenhados pelos atores do julgamento. Não os vou descrever. Fixar-me-ei nos trabalhos dos defensores. Queimaram pestanas na elaboração de suas teses. Perscrutaram bibliotecas para lhes conferir suportes jurídicos de boas fontes doutrinárias. Examinaram minuciosamente provas e perícias. Contrapuseram objeções. Construíram versões. Amealharam documentos. E escreveram. Quanto escreveram! Teses de defesa e petições que se acresciam a outras teses e petições, formando pilhas e avolumando os terabytes do processo. E as fadigosas viagens a Brasília para juntada de documentos, audiências privadas e públicas? Anos a fio. Eu entendo esses advogados em sua - por enquanto, ao menos - crescente frustração. Nem sempre terão antevisto um horizonte tão nubloso para seus clientes.

Há algo, contudo, que me escapa à compreensão. Os advogados dos réus são pagos e, ao que sei, muito bem pagos. Entretanto, na web, nos blogs, nas redes sociais, milhares de pessoas executam com denodo um não menos volumoso trabalho de convencimento da opinião pública. Atuam, com desassombro, na defesa dos réus e do sujeito oculto. Valem-se de toda retórica possível para contestar a denúncia e seu acolhimento, os fatos, as perícias, a razoabilidade, a enorme lista de ocorrências cujo simples enunciado escancara o caráter criminoso das condutas de seus defendidos. Não silenciaram, sequer, ante as sentenças já prolatadas: insubmissos, refutam o juízo quase unânime e demolidor dos ministros do STF. Repetem sem fadiga, que os fatos não existiram e que os réus são inocentes como donzelas quinhentistas. Note, leitor, que tais defensores exaurem-se graciosamente. Fazem tudo isso, de graça. Pro bono, como diriam os profissionais do Direito. Em nome, apenas, do companheirismo, da ideologia, da causa. São ou não são uns cidadãos extraordinários? O herói deles, o seu varão de Plutarco, chama-se Dias Toffoli.

* Percival Puggina (67) é arquiteto, empresário, escritor, titular do site www.puggina.org, articulista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões

PRIMEIRO MUNDO

EM PAÍS CIVILIZADO, LIVRE DE PICHADORES E OUTROS MAIS QUE GOSTAM DE DESTRUIR O BEM PÚBLICO, ATÉ OS BANHEIROS PÚBLICOS SÃO DIGNOS DE REGISTRO. DÊ UMA ESPIADA...

Lewandowski e os camarões.

Acreditem, é o mesmo Magistrado. Parece mentira, mas é verdade!!!

É o mesmo Lewandowski que  inocentou João Paulo Cunha. Demonstrando a dureza de seus votos quando não se trata dos Petralhas, negou, como relator do caso, um Habeas Corpus a um pescador condenado a 
um ano e dois meses de prisão por pescar 12 camarões em época de defeso. 

Vejam a diferença de tratamento:


************


Tudo por causa de uma dúzia de camarões


Chega ao STF um "crime ambiental" contra catarinense que pescou durante a "época do defeso".

Nem só de mensalão vive o STF. Anteontem (21) à tarde, os ministros participaram de julgamentos das turmas do tribunal, examinando casos prosaicos. Na 2ª Turma do STF, coube ao ministro Ricardo Lewandowski, revisor do processo do mensalão, proferir "votos duros".

Na pauta estava o caso de um homem condenado por ter pescado 12 camarões com uma rede irregular, em época de defeso, na Baía de Babitonga, em Santa Catarina. O pedido de habeas corpus foi feito pela Defensoria Pública da União, em Joinville.

Relator do caso, Lewandowski admitiu que, possivelmente, seria vencido pelos colegas, mas quis expor seu ponto de vista. "A rede tinha uma malha finíssima, a pena é razoável, e há antecedentes" - disse o ministro, ressaltando a importância das leis ambientais para a vida no planeta e defendendo que o pescador cumprisse a pena.

A sentença estabeleceu um ano e dois meses de detenção; depois, ela foi reduzida pelo TJ-SC para uma pena restritiva de direitos.

O ministro Cezar Peluso enrugou a testa, fez um sinal negativo com a cabeça, e proclamou seu voto em seguida. "Ah, não, com 12 camarões, não" - disse ele, favorável ao pedido de habeas corpus.

Gilmar Mendes concordou com Peluso, e, assim, o pescador será solto. No pedido, o defensor público diz que é despropositada a afirmação de que a retirada de uma dúzia de camarões seja suficiente para desestabilizar o ecossistema.
E vencido ficou o Lewandowski, grande amigo dos Petralhas,
que absolve um político corrupto mas condena um pescador por doze camarões.
 

WAKEBOARDING

NÃO TENHO QUALQUER DÚVIDA. NA PRÓXIMA GERAÇÃO VOU SER UM PERSONAL TRAINER DE WAKEBOARDING. É UMA PROFISSÃO PARA MARMANJO NENHUM BOTAR DEFEITO. VEJA O VÍDEO...


BAMBOLET

ELA SABE, COMO NINGUÉM, COMO OU O QUE FAZER COM UM BAMBOLET, TAMBÉM CONHECIDO COMO HULA HULA..

NO CAMINHO HAVIA UM VIDRO

UM VERDADEIRO FESTIVAL DE TOPADAS. TODAS POR DESCUIDO E PORQUE NÃO VIU QUE ALI EXISTIA UMA PAREDE OU PORTA DE VIDRO. DIVIRTA-SE, COMECE BEM A SEMANA DANDO BOAS GARGALHADAS...

domingo, 2 de setembro de 2012

ESCADA ROLANTE

Nós vivemos e buscamos a todo momento novas invenções tecnológicas, mas tem gente que, pode até duvidar, ainda desconhece uma escada rolante.

CASAMENTO

UMA FESTA DE CASAMENTO DA FORMA COMO VOCÊ NUNCA HAVIA VISTO. SERÁ QUE TUDO É MESMO FESTA. PRESTE ATENÇÃO NA PRÓXIMA QUE VOCÊ FOR CONVIDADO.


MOMENTO MUSICAL - GOLDEN BOYS

NO MOMENTO MUSICAL DE HOJE MAIS UM DAQUELES GRUPOS DA DÉCADA DE 70 E QUE DIFICILMENTE SAI DAS PARADAS DE SUCESSO. GOLDEM BOYS E DE INICIO.. SÓ VOU CRIAR GALINHAS
SEGUNDO A WIDIPÉDIA - Golden Boys é uma das bandas do movimento Jovem Guarda no Brasil.[1] Eles são, na origem, um quarteto doo-wop, formado por três irmãos: Roberto, Ronaldo, Renato Correa José Maria, e um primo, Valdir Anunciação, que faleceu em 2004.
Os Golden Boys começaram a carreira muito jovens, por volta de 1958, como versão brasileira do conjunto americano The Platters. Destacaram-se em apresentações de rádio e televisão, e, inspirados nos quartetos norte-americanos, gravaram vários discos voltados para o público jovem.
Os irmãos Roberto, Renato e Ronaldo também atuaram como compositores de canções de sucesso gravadas por outros artistas, além de serem também produtores. Os Golden Boys excursionaram nos anos 60 por países da América do Sul e gravaram diversos álbuns.
Os maiores sucessos foram reunidos em uma coletânea de dois volumes da série Melhores Momentos. Algumas dessas faixas são "Cabeção" (Roberto Correia/ Silvio Sion), "Alguém na Multidão" (Rossini Pinto) e versões de músicas dos Beatles, como "Michelle" e "Ontem" ("Yesterday").
Após terem se dedicado ao "iê-iê-iê" brasileiro, no final dos anos 60 e início dos anos 70 participaram de vários álbuns de artistas da MPB e do pop-rock brasileiro, álbuns estes que futuramente se tornariam cult e objeto de desejo de colecionadores, como o clássico Carlos, Erasmo de Erasmo Carlos, nos discos de Marcos Valle, e até mesmo do álbum A Matança do Porco do grupo de rock progressivo Som Imaginário.
OUTRO GRANDE SUCESSO - FUMACÊ



O GRITO

Para nós, brasileiros, dois gritos são emblemáticos em nossas vidas: o grito de JESUS na cruz, e o grito do Ipiranga. Inegavelmente, essas duas manifestações da sublimação de sentimentos diferenciados em sua essência, mas significativos quanto ao momento da exteriorização de um desafogo interior no qual o mais profundo de um ser decidiu manifestar-se, por razões não comparáveis, mas que expressam o ápice de um desespero ante a inevitabilidade do que o destino lhe colocara à frente. Vivemos hoje um mês no qual a data marcante do SETE DE SETEMBRO se nos afigura como um marco indelével de uma atitude que mudou o curso da nossa história, transformando-nos numa nação independente, libertando-a da condição humilhante de ser uma colônia desejada pelo reino português. Não está em discussão o mérito das variáveis que intervieram nesse processo que nos tornou independentes de Portugal, mas sim a avaliação do que isso significou para o Brasil em termos de afirmação de nossa identidade como nação. Nesse ponto é importante destacar a presença das FFAA junto ao imperador dando-lhe a garantia da unidade e da força da população para a decisão de tornar-nos independentes. Essas apreciações têm o propósito de mostrar, a tantos quantos lerem esse editorial, que é inaceitável a campanha persistente de uma escória de pretensos brasileiros, contra nós militares, no pressuposto alienado de que somos truculentos e perniciosos às ambições daqueles que desfrutam atual e transitoriamente do poder. O grito da independência foi o grito uníssono de um povo jovem que repudiava a condição de colônia que lhe queriam impor; ele nem de perto pode ser comparável ao de JESUS na cruz, mas é profundamente expressivo em sua significância em bradar ao mundo o desejo de ser uma nação livre. Hoje nos defrontamos com uma situação inusitada na qual prepondera um sentimento de desalento ante o desgosto de ver o quanto fomos e continuamos a ser ludibriados e manipulados por uma agremiação partidária que emergiu da lama moral em que sempre viveu, com uma proposta de pureza moral e ética que, em momento algum, se dispôs a exercitar. O exemplo disso está à vista de todos, como o mensalão, a corrupção, a hipocrisia, a mentira e a atual e arbitrária autocracia de privilegiar recursos orçamentários para atender projetos de cunho eleitoral que, além de nunca se concretizarem, disfarçam a real intenção de continuar a alimentar a corrupção. Assim como os gritos emblemáticos que citamos, urge que a população brasileira, aquela que congrega pessoas de bem e que valorizam os gestos extremos de nossa história, gritem igualmente, do fundo de suas almas, contra a desmoralização dos atos dos agentes públicos. É inadmissível continuar a viver esse estado de coisas que nos afrontam a cada dia. Nós, militares, temos o dever e a obrigação de reagir ao que aí está; temos que olhar a responsabilidade que assumimos desde que D. Pedro I lançou o grito de Independência, um grito que não sai do pensamento de todo autêntico brasileiro que ama a Pátria que o acolheu em seu nascimento e o acolherá em sua morte. Sigamos o exemplo de DEUS que na cruz proferiu um grito que ecoa a mais de 2000 anos e ainda a muitos comovem por ver que, mesmo à época, tocou a tantos que dele souberam e que serviu de estímulo a expansão do cristianismo. A nação, o seu povo ordeiro que valoriza os fundamentos de sua nacionalidade, aguarda, com muita ansiedade, mais um grito semelhante ao da nossa Independência. O exotismo ideológico dos que poluem o poder não traz, no seu bojo, qualquer sentimento de Pátria, e sim de autoritarismo exacerbado que ignora as aspirações de diferentes classes trabalhadoras, na já surrada alegação de uma crise que, há exatos 52 anos, se mantém sempre que, a cada ano, se começa a falar em reajustes salariais. É uma mentira que, como se repete muitas vezes, passa a condição de ser admitida como verdade. Vamos, pois, neste sete de setembro, dar um novo grito do Ipiranga, tão alto quanto se possa imaginar, mas que tenha, no exemplo do grito de DEUS na cruz, o desejo de mostrar ao mundo o quanto o povo brasileiro está desalentado pela carência de um gesto que marcou a nossa história. Waldemar da Mouta Campello Filho Capitão-de-Mar-e-Guerra Presidente da CONFAMIL do Sistema CONFAMIL.

ESCAPOU DA MORTE

NASCEU DE NOVO OU ESCAPOU DA MORTE? VOCÊ PODE DECIDIR, O FATO É QUE O RAIO CAIU ALI PERTO E POR POUCOS SEGUNDOS ELE NÃO PODERIA CONTAR A HISTÓRIA. VEJA O VÍDEO.

CANAL DO OTÁRIO - COOKIES BALDUCCO

OU ELE ACHAM QUE NÓS SOMOS MUITO OTÁRIOS OU NÓS SOMOS MESMO E NÃO SABEMOS OU ESQUECERAM DE NOS AVISAR. NA PROPAGANDA E NA EMBALAGEM TUDO É LINDO MARAVILHOSO, MAS A REALIDADE... NO AR... CANAL DO OTÁRIO E OS COOKIES BALDUCO


HORRÍVEL SER MILIONÁRIO

Tudo que você faz é usar um elevador de carro no piso térreo, digite seu número próprio apartamento, juntamente com a identificação necessária. O sistema automatizado fará o resto por vaivém seu carro e em sua sala de estar (literalmente). O preço médio de um apartamento com duas vagas de garagem é apenas cerca de US $ 7,5 milhões de dólares, enquanto a unidade de cobertura, com garagem quatro carros custa US $ 24 milhões de dólares!

TRANSFORMAÇÕES

Pesquisadores de Cingapura criam vaso sanitário que transforma fezes em combustível e adubo

Uma invenção revolucionária foi divulgada por cientistas de Cingapura. O grupo criou um vaso sanitário ecológico com o objetivo de transformar os dejetos humanos em adubo e combustível. É isso mesmo! Com esse vaso sanitário a urina e as fezes humanas recebem uma destinação ecologicamente correta.

O novo vaso também economiza até 90% de água. O invento foi lançado por pesquisadores da Universidade Tecnológica de Nanyang e recebeu o nome de “protótipo No-Mix Vacuum”.
O vaso ecológico começará a ser utilizado em 2013 nos banheiros Universidade de Cingapura.
"A Universidade está produzindo seu próprio vaso sanitário para o ano que vem. Várias companhias, incluindo imobiliárias e até um parque temático já mostraram interesse no sistema de evacuação", afirmou Lester Kok, do Departamento de Comunicação do Centro Tecnológico de Nanyang.
Como funciona:
O vaso ecológico tem dois recipientes que recolhem separadamente a urina e as fezes, e conta ainda com um sistema de sucção parecido com os utilizados nos banheiros dos aviões.
A urina segue para uma câmara onde se decompõe em nitrogênio, fósforo e potássio, que são posteriormente utilizados como adubo. Já as fezes seguem para um biorreator para processamento e formação de biocombustível de metano, que pode ser utilizado para gerar eletricidade. O projeto é assinado pelo professor Wang Jing-Yuan.
O dispositivo “No-Mix Vacuum” começou a ser projetado há dois anos com um financiamento de 10 milhões de dólares singapurianos, com apoio da Fundação Nacional de Pesquisa de Cingapura.

 

sábado, 1 de setembro de 2012

MAIS DE CEM MIL EM NOTAS DE R$ 3 REAIS

Homem encontra carteira cheia de notas de "R$ 3" no RN 

 

Notas falsas de R$ 3 foram encontradas no município de Caicó, no Rio Grande do Norte, neste sábado (1º). De acordo com a Polícia Civil, a denúncia partiu de um morador, que encontrou uma carteira com as 34 notas falsificadas.
Segundo a polícia, o homem, que não teve o nome divulgado, disse que a carteira estava na porta da casa dele e que, ao abri-la e perceber as cédulas fraudulentas, se dirigiu imediatamente à delegacia.
A polícia investiga o caso. Ainda não há suspeitos do crime. Atualmente circulam no país apenas cédulas de R$ 2, R$ 5, R$ 10, R$ 20, R$ 50 e R$ 100.
A pena para quem falsifica moeda varia de 3 a 12 anos reclusão, além de multa. Aquele que a coloca em circulação, após atestar sua falsidade, também pode ser preso por até dois anos.
via superlinks

 

LEVANDO UM FORA

Tomar um "pé na bunda" dói tanto quanto levar uma surra

Só quem já levou um pé na bunda sabe o quanto dói. E não é à toa: namorar é um vício. Você se acostuma a ter companhia para passar as noites de conchinha ou confessar as maiores bobagens e inseguranças, a receber mensagens cheias de carinho. Aí quando chega ao fim, o mundo todo perde a graça. É como se alguém tivesse roubado as cores das coisas – ficou só aquele preto e branco amargo. Mas, olha só, agora você pode apontar, com convicção, um culpado: seu cérebro.
Sabe a parte da dor física do pé na bunda? Então, é mesmo coisa da sua cabeça. Um grupo de sádicos psicólogos das universidades de Nova York e Rutgers, nos Estados Unidos, convidou 15 voluntários, que tinham acabado de ser premiados com um fora, para participar de um teste. Eles tiveram de olhar cinco vezes para uma foto do ex-amor e depois de outra pessoa qualquer.
Enquanto isso, com um exame de ressonância magnética, os pesquisadores viam quais áreas do cérebro eram ativadas. E aí que levar um pé na bunda ativa as mesmas regiões que sentir uma dor física.
Psicólogos da Universidade de Michigan repetiram o teste com outros 40 voluntários. O resultado foi exatamente o mesmo.
Ah, mas o bom é que a dor logo passa e o mundo volta a ter graça. E geralmente é mais rápido do que você imagina.
Fonte: S Abril

CONTAMINAÇÃO EXTREMA

Celulares têm, em média, dez vezes mais bactérias do que banheiros

  Pesquisadores da Universidade do Arizona descobriram que há, em média, mais bactérias no celular do que em um banheiro. Os testes mostraram que a média é de dez vezes mais invasores que podem causar problemas de estômago e náuseas do que no ambiente de higiene pessoal. A conclusão foi divulgada no jornal britânico Daily Mail.
Microbiologista da Universidade do Arizona, Charles Gerba alerta para o fato do aparelho estar sempre próximo às mãos e à boca. Não só a higiene pessoal precisa ser boa, mas também a do estranho para quem você pode emprestar o celular. O ideal é passar no aparelho alguma substância antibacteriana ocasiocanalmente.
 Pesquisasanteriores já mostraram que outros objetos que as pessoas geralmente julgam limpos são, na verdade, muito contaminados. Caixas de banco, por exemplo, têm tantos pseudomonas e bacilos, bactérias que podem causar diarreia, quanto banheiros públicos. Teclados de computador também costumam ser cinco vezes mais sujos do que um assento sanitário.
Fonte: Extra
 

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