Jornalista Andrade Junior

sexta-feira, 15 de abril de 2022

BC: 5% somam 1.350 ao salário do líder da greve

 DIARIO DO PODER


A decisão do presidente Jair Bolsonaro de dar aumento de 5% aos servidores do Executivo foi atacado por gente de barriga cheia. Caso do privilegiado sindicalista que lidera a greve de marajás do Banco Central, cujo salário base é de R$27,7 mil. Somente em dezembro, Fabio Faiad Bottini recebeu R$41 mil. O aumento que ele ataca acrescenta R$1.350 ao seu salário. Equivale a mais de um salário mínimo por mês, valor que a maioria dos trabalhadores brasileiros ganha para sustentar a família.

Barriga cheíssima

Em um mês ruim, quando penduricalhos escasseiam, o líder da greve dos marajás do BC bota no bolso um mínimo de R$21 mil.

Tira mão do meu bolso

Apesar dos salários elevados, incontáveis privilégios e de dois anos em “home office”, os marajás do Banco Central exigem aumento de 26%.

E a gente só pagando

No BC, analistas já começam ganhando R$19,6 mil por mês, afora penduricalhos. O céu só não é o limite porque ainda há o “abate-teto”.

Apenas uma covardia

As greves no serviço público prejudicam apenas os mais vulneráveis, constituindo-se numa covardia que não dignifica o funcionalismo.
















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