JOSÉ NÊUMANNE PINTO
O ministro do STF Gilmar Mendes disse a advogados paulistas que procuradores não podem cobrar por palestras privadas porque seus salários são pagos pelo povo e que não estamos num reino em que o soberano faz o que lhe der na telha. No dia seguinte a revista Crusoé revela o custo de R$ 16 milhões pagos pela Itaipu Binacional e pela intermediária FGV PRO a ministros das altas cortes por palestras em Lisboa, onde ele tem um rendosíssimo negócio privado, a filial além mar de seu IDP, com sede em Brasília. E a igualdade dos cidadãos perante a lei, que ele exige dos mesmos procuradores, é o princípio constitucional mais atingido pela proibição do STF de se investigarem 133, entre eles o filho de Bolsonaro.





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