Jornalista Andrade Junior

sexta-feira, 8 de março de 2019

Adélio diz que vai tentar assassinar Bolsonaro se for solto. Isso não é fixação de maluco, mas ódio petista

TOMAZ FILHO

Muito esquisita a conclusão de peritos indicados pela Justiça Federal, em laudo, de que Adélio 

Bispo de Oliveira, que tentou assassinar o presidente Jair Bolsonaro (PSL), sofre de doença 

mental. O documento pode levar Adélio a ser considerado inimputável perante a Justiça 

Criminal.


De acordo com o documento, o integrante da organização criminosa do Lula - Adélio foi filiado ao Psol, puxadinho do PT - tem transtorno delirante. E ao ser examinado por psicólogos, disse que, se solto, voltaria a tentar matar Bolsonaro.
Em tese, é até possível que o bandido seja maluco. Mas, como estamos no Brasil e ele é 'simpatizante' do PT, a pressa em apresentar o meliante como doente mental, é óbvio, remete a um ato de defesa, que precisa ser melhor investigado.
Por que um escritório de advocacia correu para defender Adélio?
De onde vem a grana que remunera a defesa?
A fonte será a mesma que banca a defesa de Lula, Dirceu, Dilma, Renan e outros quadrilheiros inveterados? 
Por fim, a Justiça vai mandar Adélio para um manicômio? Afinal, ele disse que vai tentar outra vez matar Bolsonaro, quando for solto.
Isso não parece fixação de maluco, mas ódio de um aloprado petista.














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