Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

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POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

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quarta-feira, 29 de janeiro de 2025

Moraes e Toffoli são alvo de 7 novos pedidos de impeachment no Senado

  Seis desses requerimentos são contra Alexandre de Moraes e um contra Dias Toffoli


O Senado Federal registrou em janeiro sete novos pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Seis desses requerimentos são contra Alexandre de Moraes e um contra Dias Toffoli. 


Esses pedidos foram protocolados ao longo de 2024 e inseridos no sistema legislativo em janeiro de 2025. As entradas coincidem com a iminente troca de presidência no Senado, o que pode afetar a condução dos processos. 


Um dos requerimentos foi apresentado em agosto de 2024 pelo deputado federal Bibo Nunes (PL-RS), que acusa Moraes de diversas irregularidades no incidente no Aeroporto de Roma. 


Pedidos de impeachment contra Moraes e Toffoli e suas alegações 


Outras petições, de autoria de cidadãos, criticam decisões de Moraes, como a aplicação de multa ao Partido Liberal (PL) depois de questionamentos sobre as eleições de 2022. 


O pedido contra Toffoli foi protocolado por uma diretora comercial, que alega obstrução indevida de votação de um agravo no STF. As petições contra Moraes incluem críticas à multa de R$ 22 milhões ao PL e mencionam supostos crimes contra a liberdade de expressão, com base em um relatório do Congresso dos EUA. 


As informações são da coluna de Igor Gadelha, do portal Metrópoles. Veja a lista de pedidos de impeachment e seus respectivos autores:

• Petição 1/2025 Autor: Cidadão Fiorelo Ruviaro Alvo: Alexandre de Moraes Resumo: Alega que o ministro, então presidente do TSE, deu posse ao presidente Lula após as eleições de 2022 enquanto grande parte da população questionava o resultado eleitoral. 


• Petição 2/2025 Autor: Cidadão Elena Yatiyo Tanaka Alvo: Alexandre de Moraes Resumo: Questiona a legalidade da multa aplicada por Moraes ao PL, após o partido colocar em dúvida o resultado das urnas. 


• Petição 3/2025 Autor: Cidadão Aurino Barbosa da Silva Alvo: Alexandre de Moraes Resumo: Texto igual à Petição 2/2025, cujo teor questiona a multa aplicada ao PL de R$ 22 milhões. 


• Petição 4/2025 Autor: Deputado Federal Bibo Nunes (PL/RS) Alvo: Alexandre de Moraes Resumo: Aponta suposta irregularidade no processo instaurado após Moraes alegar ter sido agredido por uma família de brasileiros em aeroporto de Roma, em 2023. 


• Petição 5/2025 Autor: Cidadão Jovi Vieira Barboza Alvo: Alexandre de Moraes Resumo: Texto igual às petições 2 e 3/2025, questionando a multa aplicada ao PL por colocar em dúvida o resultado eleitoral em 2022. 


• Petição 6/2025 Autor: Cidadão Sérgio Augusto Pereira de Borja Alvo: Alexandre de Moraes Resumo: Elenca uma série de pedidos de impeachment já protocolados contra o ministro e alega crimes contra a liberdade de expressão apontados por relatório de comissão do Congresso dos EUA. 


• Petição 7/2025 Autor: Cidadão Andréa Silva Santana Rocha Alvo: Dias Toffoli Resumo: Afirma que o ministro do STF estaria, como relator, obstruindo a votação em plenário de Agravo Interno em Mandado de Injunção sobre a criação de norma a ser utilizada no âmbito das autarquias federais. 


Revista Oeste










PUBLICADAEMhttps://rota2014.blogspot.com/2025/01/moraes-e-toffoli-sao-alvo-de-7-novos.html

Ex-presidiário Lula é especialista: em 2007, deportou boxeadores cubanos

 Atletas queriam asilo e sonhavam ser profissionais, mas foram entregues à polícia política de Cuba

Lula (PT) ainda finge “revolta” com brasileiros algemados e acorrentados que foram deportados dos Estados Unidos, mas ele próprio fez muito pior com dois boxeadores cubanos que abandonaram a delegação do seu pais, durante os Jogos Pan Americanos do Rio de Janeiro, em 2007, para implorar asilo político. Lula ignorou o drama dos atletas e fez o Brasil passar vergonha, decretando a deportação à força dos rapazes, entregues à polícia política da ditadura que tortura e mata dissidentes. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Os boxeadores que tentavam fugir dos horrores da ditadura bajulada por Lula eram Guillermo Rigoundeaux, 26, e Erislandy Lara, 24.

O governo Lula promoveu uma verdadeira caçada aos boxeadores, afinal encontrados em Araruama (RJ), na região dos Lagos.

Justificou-se a deportação, que chocou pela crueldade e covardia, pelo fato de os atletas estarem “sem documentos”, retidos pela ditadura.

Diário do Poder


















PUBLICADAhttps://rota2014.blogspot.com/2025/01/ex-presidiario-lula-e-especialista-em.html


36 deputados de partidos aliados ao ex-presidiário Lula assinam pedido de impeachment

  Ao todo, parlamentares de cinco siglas da base do PT apoiam o texto


Trinta e seis deputados de cinco partidos da base aliada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinaram o pedido de impeachment do presidente, que deve ser protocolado na Câmara na próxima semana. 


Parlamentares do MDB, União Brasil, PSD, Republicanos e PP se juntaram à oposição para cobrar o afastamento do petista, segundo apuração do portal Metrópoles desta quarta-feira, 29.


O União Brasil tem três ministros: Juscelino Filho (Comunicações), Celso Sabino (Turismo) e Waldez Góes (Desenvolvimento Regional). O PSD também conta com três representantes: Alexandre Silveira (Minas e Energia), Carlos Fávaro (Agricultura) e André de Paula (Pesca). 


O MDB é representado pelos ministros Renan Filho (Transportes), Jáder Filho (Cidades) e Simone Tebet (Planejamento). Já o PP conta com o Ministério do Esporte, chefiado por André Fufuca. O Republicanos comanda Portos e Aeroportos com o deputado Silvio Costa Filho. 


O pedido de impeachment, de autoria do deputado Rodolfo Nogueira (PL), já conta com 117 assinaturas e tem como fundamento supostas irregularidades no programa Pé-de-Meia apontadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU)

O programa oferece incentivo financeiro a estudantes do Ensino Médio inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico). Segundo o governo federal, o benefício funciona como uma poupança, com pagamentos parciais ao fim de cada ano letivo, a fim de reduzir a evasão escolar entre jovens. 


Parlamentares da oposição alegam a existência de uma “pedalada fiscal” e argumentam que foram utilizados recursos não previstos em lei. De acordo com o deputado Sanderson (PL-RS), o valor da suposta irregularidade chega a R$ 3 bilhões, conforme apontado ao TCU. 


Marcel van Hattem (Novo-RS) citou o impeachment de Dilma Rousseff, causado por uma pedalada semelhante: “Não havia previsão legal para a utilização de recursos do Orçamento da União para o programa Pé-de-Meia”, disse. “É um crime contra o Orçamento, assim como foram as pedaladas fiscais que acabaram baseando o impeachment de Dilma.”  




Confira os deputados de partidos aliados que apoiam o impeachment 


União Brasil


Alfredo Gaspar (União-AL); • Coronel Assis (União-MT); • Coronel Ulysses (União-AC); • Cristiane Lopes (União-RO); • Dayany Bittencourt (União-CE); • Dr. Fernando Máximo (União-RO); • Eduardo Velloso (União-AC); • Felipe Francischini (União-PR); • Kim Kataguiri (União-SP); • Maurício Carvalho (União-RO); • Nelsinho Padovani (União-PR); • Nicoletti (União-RR); • Pastor Diniz (União-AC); • Rodrigo Valadares (União-SE); • Rosangela Moro (União-SP); e • Zacharias Kalil (União-GO).




PP


Afonso Hamm (PP-RS); • Clarissa Tércio (PP-PE); • Covatti Filho (PP-RS); • Delegado Fabio Costa (PP-AL); • Dr. Luiz Ovando (PP-MS); • Evair Vieira de Melo (PP-ES); • Pedro Westphalen (PP-RS); e • Silvia Cristina (PP-RO). • Delegado Palumbo (MDB-SP); • Osmar Terra (MDB-RS); • Pezenti (MDB-SC); • Simone Marquetto (MDB-SP); e • Thiago Flores (MDB-RO). • Ismael dos Santos (PSD-SC); • Rodrigo Estacho (PSD-PR); • Sargento Fahur (PSD-PR); e • Stefano Aguiar (PSD-MG).




Republicanos


Franciane Bayer (Republicanos-RS); • Messias Donato (Republicanos-ES); e • Roberto Duarte (Republicanos-AC). 




Revista Oeste













PUBLICADAEMhttps://rota2014.blogspot.com/2025/01/36-deputados-de-partidos-aliados-ao-ex.html

BURACO NEGRO

 GILBERTOSIMÕESPIRES/PONTOCRITICO


PRAZER PELA RUÍNA

Mais do que sabido, e lamentado, o insano presidente Lula e seus fiéis apoiadores nunca esconderam que construir ROMBOS -IMPAGÁVEIS- NAS CONTAS PÚBLICAS lhes propicia um incontido sentimento de prazer. Mais: esta incrível felicidade fica ainda mais estampada quando conseguem aprovar -AUMENTO DE IMPOSTOS-, mesmo que essa estúpida maldade não tenha como objetivo o eventual EQUILÍBRIO ORÇAMENTÁRIO. Resumindo: essa SANHA, FÚRIA ou VONTADE INCONTROLÁVEL, tem como princípio, meio e fim um surreal NOTÓRIO PRAZER PELA RUÍNA.



BURACO NEGRO

Na real, sem tirar nem pôr, com Lula 1 e 2; Dilma 1 e 1,5; e nesses dois anos de Lula 3, tudo que se sabe é que o Brasil, cada dia mais, flerta nitidamente com o -BURACO NEGRO-, termo que define um ESPAÇO-TEMPO onde o intenso CAMPO GRAVITACIONAL não dá a menor chance para que se tenha noção da sua PROFUNDIDADE.  



DÍVIDAS IMPAGÁVEIS

Vejam que, enquanto o governo Lula luta desesperadamente com ARMAS TRIBUTÁRIAS, cujo propósito é o de infernizar, constantemente, a vida dos PAGADORES DE IMPOSTOS, a Venezuela e Cuba seguem como CALOTEIROS INTOCÁVEIS.


Vale lembrar que entre 2007 e 2015 (governos Lula e Dilma), o BNDES -EMPRESTOU- mais de R$ 6 bilhões para financiar 1- a construção da Usina Siderúrgica Nacional; 2- um estaleiro; e, 3- a ampliação do sistema de metrô da VENEZUELA e até agora NADA FOI PAGO. 


CUBA

CUBA, outro país CALOTEIRO, considerado e tratado por Lula e pelo PT como -JOIA DA COROA DOS PAÍSES COMUNISTAS- também não foi esquecido. Como se sabe, o BNDES financiou a construção do PORTO DE MARIEL, ao custo de 4,2 BILHÕES DE REAIS, e, pasmem, recebeu em garantia, ativos da indústria de tabaco, atrelando o pagamento à produção de charutos. Resumo: Cuba deu um CALOTE DUPLO: em DINHEIRO E EM CHARUTOS. Pode?


Enquanto o Brasil deixa de receber mais de 8 BILHÕES DE REAIS que foram -EMPRESTADOS e CALOTEADOS- por PAÍSES AMIGOS -COMUNISTAS-, Lula busca recursos par financiar UMA GASTANÇA SEM PARAR- através de uma perseguição intensa aos já esfolados PAGADORES DE IMPOSTOS. 













PUBLICADAEMhttps://www.pontocritico.com/artigo/buraco-negro

Desmoralizado! Relatório da PF revela falha fatal da tese do golpe no 8/1

 DELTANDALLAGNOL/YOUTUBE


Desmoralizado! Relatório da PF revela falha fatal da tese do golpe no 8/1


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https://www.youtube.com/watch?v=GKpriR5LIUo

TODA A CONSTRUÇÃO EM CIMA DE MAURO CID É UMA FARSA

 FERNÃOLARAMESQUITA/YOUTUBE


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LULA GENOCIDA? GOLPE do governo contra VOCÊ

 RUBINHONUNES/YOUTUBE

O PROPAG, projeto aprovado no Congresso para renegociar as dívidas estaduais, poderia ser um marco para ajudar os estados em crise. No entanto, Lula sancionou a proposta vetando os pontos mais importantes, transformando o projeto em um golpe político contra governadores de oposição. Estados como Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Brasília, que possuem maior força oposicionista, foram diretamente prejudicados.

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O BRASIL ESTÁ MAIS TRISTE E MAIS POBRE

 | Até quando vão esconder a realidade?

CLAUDIOBRANCHIERI/YOUTUBE


A verdade que o governo tenta esconder está escancarada nos números: economia em desaceleração, inflação corroendo o poder de compra e uma gestão irresponsável dos cofres públicos. Enquanto tentam pintar um Brasil fictício, os brasileiros enfrentam a dura realidade. O que está por vir? Prepare-se, proteja sua carteira e abra os olhos para o que realmente está acontecendo!


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https://www.youtube.com/watch?v=K1ngUIBRFdQ


GOVERNO DO AMOR, DE NOVO, EXPLORANDO SEU BOLSO

 


Combustíveis ficam mais caros a partir de sábado (1º); entenda

Um reajuste no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre combustíveis começa a vigorar neste sábado (1º). A alta foi aprovada no final de 2024 pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que reúne os secretários da Fazenda de todas as Unidades Federativas. A alíquota cobrada sobre os combustíveis será elevada para: Gasolina e etanol: alta de R$ 0,10 o litro, para R$ 1,47; Diesel e biodiesel: R$ 0,06, para R$ 1,12. "O motivo parece ser arrecadatório, associado ao entendimento de que o valor atual está defasado, quando comparado com preços praticados fora do Brasil", pontua Hélder Santos, especialista em gestão tributária da Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi). Carlos Pinto, diretor do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), avalia que o impacto do reajuste deve chegar nos preços pegos na ponta final. "Ele impacta não apenas nos preços mas também em toda a economia brasileira que depende da malha viária e do sistema logístico, e este aumento que começará a vigorar em fevereiro impacta na ponta para o consumidor final", conclui Pinto. https://www.youtube.com/watch?v=M6AJSs9_vHM Defasagem de preços Dados do economista Adriano Pires, fundador do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), apontam que a gasolina está com defasagem de 7,54% e o diesel acumula um atraso de 15,15% em relação aos preços internacionais. O diesel não teve nenhum reajuste em 2024. Na segunda-feira (27), a cúpula do governo teve uma reunião com a CEO da Petrobras, Magda Chambriard, na qual o assunto veio à tona. A estatal apontou que, diante da queda do dólar nas últimas semanas, não há necessidade de reajuste no preço da gasolina. Já um aumento no valor do óleo diesel, que está com mais defasagem, está sendo considerado pela estatal – mas ainda depende de cálculos finais. A Petrobras tem autonomia para definir o quanto cobra nas refinarias. E segue cálculo próprio para garantir rentabilidade e, ao mesmo tempo, evitar que picos na variação internacional do petróleo impactem consumidores brasileiros. Porém, de acordo com estimativas da Refina Brasil, associação que reúne as refinarias privadas de petróleo no país, a Petrobras já deixou de ganhar aproximadamente R$ 20 bilhões com a defasagem dos preços de combustíveis desde maio de 2023. Na quarta-feira (29), o conselho de administração da empresa deve se reunir para avaliar se mantém a tarifa no atual patamar. Mas não se preocupe nem reclame, continue fazendo o L e ajudando o "pai" dos pobres a te empobrecer ainda mais. 

















E NÓS QUE VAMOS PAGAR A CONTA

 Governo Lula gasta R$ 1,3 milhão em cortinas e R$ 650 mil em flores 

História de Leonardo Demeris


Governo gasta milhões em decoração

O governo Lula (PT) mais uma vez causa polêmica ao destinar valores exorbitantes para itens de luxo e decoração. Desta vez, a Advocacia-Geral da União (AGU) em Pernambuco será beneficiada com R$ 1,3 milhão para a compra de cortinas blackout, que prometem garantir o “conforto térmico” e “controle de luminosidade” para os servidores.

Enquanto o Planalto argumenta que a compra é essencial para a eficiência e bem-estar dos trabalhadores, a população se pergunta: será mesmo necessário gastar uma fortuna para providenciar persianas? E o mais chocante, o governo justifica a despesa afirmando que a falta de cortinas adequadas prejudica a produtividade e o conforto térmico dos servidores!

Mas não para por aí: o governo também reservou R$ 650 mil para a compra de flores nobres! Orquídeas, lírios e outras plantas caríssimas serão usadas para ornamentar as residências oficiais da Presidência, com destaque para os eventos de alto nível, como encontros com chefs de Estado e políticos. Além disso, arranjos florais serão adquiridos para “eventos protocolares”, incluindo velórios.











PUBLICADAEMGoverno Lula gasta R$ 1,3 milhão em cortinas e R$ 650 mil em flores

terça-feira, 28 de janeiro de 2025

Uma breve nota sobre uma proposta histórica do presidente argentino Javier Milei

 Por  Jesús Huerta de Soto


O presidente da República Argentina, Javier Milei, afirmou que vai apresentar uma proposta legislativa para declarar crime imprescritível para o estado e o banco central monetizar o déficit público e criar inflação. Consequentemente, chefes de estado e de governo, ministros, funcionários do banco central e representantes que, de uma forma ou de outra, decidam, promovam ou participem da criação de dinheiro e do financiamento inflacionário do déficit público serão julgados e condenados como criminosos.

Além disso, esses atos serão declarados delitos imprescritíveis e, portanto, mesmo que – devido a possíveis mudanças políticas no futuro – essa legislação seja revogada, sua posterior restauração significaria, ipso facto , o julgamento e as revisões das pessoas envolvidas em políticas inflacionárias. Em suma, a intenção é estimular, antecipadamente, a ação de qualquer autoridade, funcionário público ou político que possa, no futuro, decidir recorrer à inflação para financiar e atingir objetivos políticos, econômicos, sociais ou quaisquer outros.

A ratio legis dessa nova legislação é clara: ela se baseia em danos extremamente graves causados ​​pelas políticas inflacionárias em geral. No caso particular da Argentina, essas políticas foram à beira de causar uma hiperinflação violenta, que só os esforços do novo presidente, Javier Milei, e os sacrifícios apoiados pela nação argentina desde a queda do antigo governo peronista permitiram reverter. Este antigo governo e os que o precederam são os principais responsáveis ​​pela grave prostração, pobreza e crise econômica e social que hoje colocaram a Argentina – outrara um dos países mais ricos do mundo – entre as nações relativamente mais pobres e menos prósperas, apesar de seu enorme potencial em termos de recursos humanos e naturais.

Abaixo, veremos os enormes danos pela criação de dinheiro e pelo financiamento inflacionário do déficit público. Esse dano justifica muito claramente a criminalização e a proteção severa de todos os que, direta ou indiretamente, se tornam promotores, colaboradores ou principais participantes de medidas inflacionárias.

Consideraremos - do menos ao mais dramático - os efeitos da monetização do déficit público. Primeiro, constitui um ataque direto aos próprios fundamentos do sistema democrático. Com efeito, a essência da democracia se assenta no controle democrático, com total transparência, tanto do orçamento de despesas como das diferentes fontes de receitas públicas, que devem ser conhecidas e votadas pelos cidadãos. A monetização – financiamento por meio da mera emissão de qualquer quantia de dinheiro novo – dos gastos públicos é profundamente antidemocrática. Rompe o vínculo necessário entre gasto público transparente e receita, colocando o custo da parcela do gasto público não financiado com impostos sobre os ombros da massa de detentores de unidades monetárias – de forma oculta e diluída.

Gradualmente, e sem perceber o princípio, ou saber sua causa, essas pessoas são afetadas à medida que seus saldos financeiros sofrem uma queda relativamente drástica no poder de compra. Isso ocorre tanto quando o déficit é monetizado diretamente – como, de fato, vem acontecendo há anos na Argentina – quanto quando, pelo menos, para manter as aparências, o déficit é financiado com nova dívida pública que o banco emissor compra imediatamente em grande escala no mercado secundário com dinheiro recém-criado. O Banco Central Europeu, o Federal Reserve e outros bancos centrais – sob o falso pretexto e a "guarda-chuva legal" de realizar apenas mais uma política monetária – têm processado dessa maneira e adquirido até um terço de toda a dívida pública emitida até agora pelos diferentes governos.

Em segundo lugar, a monetização do déficit público equivale claramente a remover a restrição essencial imposta aos políticos por um controle transparente e democrático do orçamento e de sua implementação. De fato, se qualquer gasto público poderá ser financiado com a inflação praticamente "às escondidas" e de uma forma aparentemente indolor (pelo menos no curto prazo), os incentivos políticos serão obviamente e certamente tendenciosos para o desperdício e o populismo em uma "farra de gastos". públicos" e compra de votos descarados e indiscriminados que derrotam os próprios fundamentos da democracia e desmoralizam e corrompem completamente o eleitorado e os cidadãos.

A Argentina é um excelente exemplo dessa aparência muito perversa. O Federal Reserve e o Banco Central Europeu adotaram políticas de monetização de fato do déficit público que também deram origem às características (embora em menor escala). Por exemplo, no momento em que o BCE lançou suas políticas "monetárias" ultrafrouxas de "flexibilização quantitativa" e redução da taxa de juros a zero, os diferentes governos da zona do euro imediatamente interromperam as medidas de austeridade e reformas que conseguiram. Nenhum governo está disposto a arcar com o custo político de adotar políticas tão dolorosas quanto permitir se o déficit usual que deriva de evitá-los não custar nada, não prejudica os que estão no poder e até mesmo serem financiados, direta ou indiretamente, por dinheiro recém-emitidas pelo banco central e taxas de juros praticamente inexistentes.

Em terceiro lugar, e além disso, salienta-se que o novo dinheiro nunca chega a todos os cidadãos de forma igual. Em vez disso, é injetado, no melhor dos casos, para pagar faturas de gastos públicos e, portanto, os preços relativos aos primeiros bens e serviços assim financiados aumentam. Os primeiros destinatários do dinheiro saem na frente, às custas de todos os outros cidadãos. Nos piores casos, que são, aliás, os mais comuns, os bancos centrais disfarçam sua monetização direta do déficit público sob o manto aparentemente mais ortodoxo de comprar, em grande escala, títulos de dívida pública (e até mesmo outros títulos de renda fixa e variável) nos mercados secundários (ações e títulos). Nesse caso, a redistribuição de renda em favor de poucos é ainda maior. Pode até chegar ao extremo obsceno de enriquecer muito os detentores dos investimentos financeiros correspondentes, seja porque vendem seus títulos de carteira ao banco central a um preço artificialmente exorbitante, seja porque a queda generalizada das taxas de juros (para zero ou mesmo para menos de zero , níveis baixos para os quais o Federal Reserve e o Banco Central Europeu de fato forçaram as taxas) fazem com que o valor do mercado dos títulos de renda fixa, outros ativos e bens de capital disparem.

Isso sem mencionar o impacto tremendo e negativo que essa manipulação drástica e grosseira da taxa de juros exerce sobre a estrutura produtiva real. A taxa de juros é o preço mais importante em qualquer mercado livre e, quando manipulado dessa forma, deixa de operar eficientemente como um guia essencial para as decisões empresariais sobre a alocação intertemporal entre a produção de bens de consumo e bens de capital.

Os bancos centrais normalmente usam dois processos para criar e injetar dinheiro na economia: 1) expansão do crédito, gerado pelo sistema bancário de reservas fracionárias sob a direção do banco central; e 2) “operações de mercado aberto” ou monetização do déficit público. Em ambos os casos, uma taxa de juros manipulada e artificialmente baixa desencadeia ondas de investimentos errôneos e insustentáveis ​​que dão origem a ciclos econômicos profundos e crises de instabilidade financeira. O fato é que a manipulação e a redução das taxas de juro dão a aparência de rentabilidade a processos de investimento que são realmente insustentáveis, porque não incluem aos verdadeiros desejos dos cidadãos, enquanto consumidores e poupadores.

Em quarto e último lugar, uma vez que os efeitos descritos acima foram previstos, todo o processo inflacionário resultou, significativamente, no declínio gradual e mascarado do poder de compra das unidades monetárias que todos os agentes econômicos usam. Essa diminuição do poder de compra equivale a um imposto odioso (inflação) que prejudica a todos, principalmente os mais vulneráveis ​​e necessários, e, portanto, toda inflação invariavelmente se torna um imposto especialmente odioso e regressivo.

Concluindo, a monetização do déficit público causa danos gravíssimos que, na verdade, excedem em muito, tanto quantitativa quanto qualitativamente, os causados ​​pelos falsificadores de moeda, cuja atividade é considerada crime em todos os códigos penais do mundo. (Na Espanha, por exemplo, é punível com prisão de oito a doze anos nos artigos 386 a 389 do código penal espanhol.) Portanto, existe plena justificativa para a proposta histórica do presidente Javier Milei de criminalizar e até mesmo não impor prescrição à monetização do défice público e puni-lo com prisão e multas monetárias ainda mais altas para todos os chefes de estado e de governo, ministros das finanças, membros do parlamento e presidentes e membros dos conselhos de administração dos bancos centrais que, por ação ou omissão, são responsáveis ​​pela correspondente criação de dinheiro. E, mais uma vez, a razão para isso é o dano gravíssimo - tanto no nível individual quanto social - que essa criação de dinheiro sempre causa.

Portanto, esperamos que o presidente Javier Milei possa avançar e concluir essa mudança importante na lei o mais rápido possível. Acima de tudo, esperamos que seu exemplo – junto com a consciência popular dos efeitos perversos e graves danos que resultam da monetização do déficit público – se espalhe por todo o mundo e, especialmente, chegue às áreas econômicas que, como a da América do Norte e, particularmente, a zona do euro, infligiram aos seus cidadãos uma desvalorização de suas unidades monetárias que – embora não cheguem nem perto da quase hiperinflação da Argentina – os expropriou. Por exemplo, em poucos anos, 20% do poder de compra de todo o seu dinheiro foi expropriado. Esperamos que assim seja e que, num futuro não tão distante, também seja possível processar criminalmente e responsabilizar pessoalmente os presidentes dos bancos centrais (o BCE, o Federal Reserve etc.) e os membros dos seus conselhos de administração correspondentes por não terem sido atingidos pelos seus objetivos e pelos graves danos sociais e econômicos que infligiram aos cidadãos.

 

Este artigo foi publicado originalmente no Mises Institute .




















publicadaemhttps://mises.org.br/artigos/3520/uma-breve-nota-sobre-uma-proposta-historica-do-presidente-argentino-javier-milei

Governo Lula, integrado por Quadrilheiros do Mensalão e do Petrolão, aumenta em 9,62% a arrecadação em 2024 e atinge recorde. O que essa corja faz com a grana dos pagadores de impostos? O desgoverno e a corrupção reincidente explicam

 As receitas do Executivo totalizaram R$ 2,65 trilhões no ano passado, o maior valor desde o início da série, em 1995

revistaoeste


O governo Lula (PT) registrou uma arrecadação histórica em 2024, o que totalizou R$ 2,65 trilhões. Esse valor representa um aumento de 9,62% em comparação com o ano anterior, já descontada a inflação. A Receita Federal divulgou os dados nesta terça-feira, 28. 


Em dezembro, a arrecadação foi de R$ 261,3 bilhões. Esse resultado refletiu um crescimento real de 7,78% em relação a dezembro de 2023. O mês também registrou o maior valor da série histórica, que começou em 1995. 


Lula apostou nos impostos para cumprir meta O governo adotou diversas medidas para fortalecer as finanças públicas. Além disso, o crescimento do PIB e o aumento de preços contribuíram para o bom desempenho das receitas. 


Outro fator importante para o aumento das receitas foi a intensificação das ações de conformidade e a autorregularização dos contribuintes. Essas medidas resultaram em um reforço de R$ 18,3 bilhões. A transação tributária também contribuiu significativamente, com R$ 5,4 bilhões arrecadados. 


Além disso, a redução nas compensações tributárias ajudou o governo a aumentar suas receitas. Em 2024, os contribuintes utilizaram menos créditos tributários para abater impostos, o que resultou em uma arrecadação maior. O governo implementou restrições na compensação de créditos judiciais. Isso gerou uma queda de 44,6% nesse tipo de abatimento, e totalizou R$ 45,7 bilhões. Em 2023, sem as restrições, os contribuintes haviam deixado de recolher R$ 82,4 bilhões por meio do uso dos créditos judiciais. 

O desempenho da arrecadação contribuiu para o cumprimento da meta fiscal de 2024. A meta era de déficit zero, com uma tolerância de até 0,25% do PIB. No entanto, o governo encerrou o ano com um déficit de 0,1% do PIB, ou 0,37%, se considerados os gastos extraordinários relacionados às enchentes no Rio Grande do Sul e às queimadas nas regiões Norte e Centro-Oeste. 


PIS/Cofins e receita previdenciária foram as principais fontes de arrecadação do governo Lula em 2024 


As principais fontes de arrecadação federal em 2024 foram PIS/Cofins e a receita previdenciária. A arrecadação com PIS/Cofins subiu 18,6% e alcançou R$ 541,7 bilhões. Já a receita previdenciária teve um aumento de 5,34% e somou R$ 685 bilhões. 


A retomada da tributação sobre combustíveis, que havia sido zerada em 2023, e mudanças na legislação do ICMS desempenharam papel importante. 


Outros tributos também registraram aumentos significativos em 2024. O Imposto de Importação subiu 33,75%, o Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) sobre rendimentos de capital teve um aumento de 13,12%, e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) registrou uma alta de 24,75%.


Revista Oeste




























publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2025/01/governo-lula-integrado-por.html

O PIX, A INFLAÇÃO E O PÉ-DE-MEIA

 GILBERTOSIMÕESPIRES/PONTOCRITICO


SEMANA TRÁGICA

Esta penúltima semana do mês de janeiro de 2025 encerra mostrando, por todos os ângulos de observação, o quanto o TECIDO SOCIAL E ECONÔMICO do nosso empobrecido Brasil, por exclusiva vontade e inciativas do governo Lula, ficou ainda mais ROTO, ESFARRAPADO E DESTRUÍDO. Algo, como se vê, claramente, mais do que SURREAL, do tipo que supera absurdamente todas e quaisquer expectativas que, de antemão, adiantavam que seriam pra lá de negativas. 


FRATURA EXPOSTA

A semana iniciou com a notícia (impossível de ser desmentida) dando conta de que o governo, via Receita Federal, passaria a vasculhar as movimentações de dinheiro via PIX, consagrado meio de pagamento instantâneo que caiu no gosto e no uso de 100% do povo brasileiro. Tal FATO, como se sabe, produziu uma enorme FRATURA EXPOSTA na já frágil CREDIBILIDADE DO GOVERNO.


CAUSA INTACTA

Insatisfeito com a encrenca, Lula foi além e, na 4ª feira, 22, reuniu seus péssimos ministros exigindo esforços e medidas -urgentes- no sentido de DIMINUIR O PREÇO DOS ALIMENTOS. Em meio às discussões e sugestões, infelizmente, nem o governo nem a mídia tradicional tocaram na real ferida, ou na REAL CAUSA DO PROBLEMA, qual seja de que a ALTA SISTEMÁTICA dos PREÇOS DOS PRODUTOS, assim como a PERDA DO PODER AQUISITIVO DO REAL, tem como único e grande responsável o GOVERNO, que produz, sem parar, DÉFICITS ENORMES NAS CONTAS PÚBLICAS. 


PÉ-DE-MEIA FURADO

Como se não bastasse as tragédias acima, ontem o TCU - Tribunal de Contas da União, resolveu bloquear a maior parte das verbas usadas para pagamento do programa PÉ-DE-MEIA, destinado a custear bolsas para estudantes do ensino médio, com o objetivo de incentivar a permanência na escola. A análise do TCU indica que essas verbas não vêm passando pelo processo orçamentário adequado e, portanto, não podem ser usadas. Ou seja, a encrenca soa como UMA GRAVE PEDALADA FISCAL, -passiva de pedido FRANCAMENTE FUNDAMENTADO, de IMPEACHMENT DO PRESIDENTE. 


FORA DAS REGRAS FISCAIS

Gostem ou não, queiram ou não, o fato é que o Orçamento é criado por meio de uma lei, que prevê as receitas e fixa as despesas do governo federal para o ano, indicando quanto será aplicado em cada área e de onde o recurso virá. Pela lei, o governo não pode criar uma despesa sem dizer de onde virá o dinheiro e demonstrar esse detalhamento no Orçamento.

As verbas de duas fontes que foram repassadas ao fundo que financia o PÉ-DE-MEIA não passaram pelo processo orçamentário adequado e não poderiam ser usadas. Resumindo: para o TCU, foram incluídos recursos FORA DAS REGRAS FISCAIS, o que não é permitido.
























PUBLICADAEMhttps://pontocritico.com/artigo/o-pix,-a-inflacao-e-o-pe-de-meia

'Trump é o menor dos nossos problemas',

 por Adalberto Piotto Manter-se altivo na mesa de negociação e preservar a fatia de mercado internacional requer cuidar antes do próprio umbigo


Duas máximas precisam ser entendidas pelo governo Lula nas relações que pretende ter — porque precisará ter — com a volta triunfal de Donald Trump à Casa Branca. A primeira é que nações não têm amigos, nações têm interesses. É uma lógica da diplomacia internacional que não cede a apelos do vitimismo woke ou do progressismo inepto. Ninguém que leva a sério o mundo terá tempo para isso a partir de agora. E a segunda é que o presidente americano é eleito para defender os interesses dos americanos. Por mais elementar que isso seja, acredite, no Brasil de Lula, o óbvio precisa ser dito, porque o lulopetismo tergiversa em defender o nosso maior ativo nacional, o agronegócio brasileiro técnico, moderno, eficiente e que alimenta 1 bilhão de pessoas no mundo,

Tudo isso posto, a pergunta que requer resposta é como serão as relações do Brasil com os Estados Unidos diante de um presidente americano que é um negociador nato, ousado e que está no auge de sua popularidade e poder. Donald Trump se tornou o 47º presidente dos Estados Unidos ganhando no voto popular, em todos os estadospêndulo, consequentemente no número de delegados, e fez a maioria nas duas Casas do Congresso. 


Além de ter seis dos noves juízes da Suprema Corte com orientação conservadora e estrito senso de respeito pela legalidade, institucionalidade e separação dos Poderes, o que significa dizer que Trump não sofrerá com ativismos judiciais que lhe ceifem o poder.


Comparativamente, Lula vive sua decadência política interna e externa. No mundo, não tem mais nenhum palco relevante. Dentro do país, pesquisas de opinião que mostram a popularidade do presidente ladeira abaixo só confirmam os fatos. Lula 3 é um presidente de arcondicionado, de cercadinhos protegidos e rodeados por áulicos que lhe afagam com inabalável profissão de fé, dentro e fora do Palácio do Planalto, porque bem remunerados. Desconectado da realidade, com ideias do século passado, seu governo é politicamente fraco e uma tragédia fiscal. Em condições normais de temperatura e pressão, estaria sob o risco de um impeachment. 


Sustentado politicamente apenas pela absurda parceria com o STF e, ocasionalmente, por acordões com enormes cifras de emendas parlamentares, mantém-se no poder. Incapaz de fazer uma gestão austera e competente, o que gera insegurança jurídica, afasta investimentos e pressiona a inflação. Os números do desemprego teoricamente baixos, que lhe dariam algum fôlego de imagem, são questionáveis, seja pela exclusão de beneficiados de programas sociais — que recebem subvenção estatal, não renda advinda de trabalho —, seja pelas recentes manifestações de técnicos do IBGE que têm se oposto publicamente aos métodos de Marcio Pochmann, o homem do presidente na presidência do principal instituto nacional de estatísticas, as mesmas em que o mundo precisará confiar.


Nas relações internacionais, o tamanho do Brasil e a tradição de sua diplomacia colocariam o país como um possível parceiro para a mediação internacional de um acordo dos dois maiores tormentos da humanidade hoje: o Hamas e seus asseclas na Faixa de Gaza, que representam o avanço do terrorismo no mundo depois da omissão da gestão Joe Biden e de governos europeus fracos; e a invasão da Ucrânia, uma guerra de expansão territorial, datada do século 20, provocada pela Rússia, que deu a Putin um protagonismo que tinha perdido no tabuleiro internacional de poder. Em ambos os casos, Lula foi um desatino diplomático que envergonha os brasileiros. Declarado persona non grata em Israel por sua indisfarçável simpatia pelo grupo terrorista e ausência de empatia com as famílias das vítimas dos sangrentos ataques do 7 de outubro de 2023, o Brasil está automaticamente descartado de qualquer conversa que envolva o principal aliado dos EUA no Oriente Médio. Na guerra na Ucrânia, o histórico de Lula, que estabeleceu falsa equivalência entre a Ucrânia invadida e os russos invasores, já seria suficiente para afastar o Itamaraty de qualquer conversa. Não por acaso, Trump desdenhou da tal proposta de paz formulada por China e Brasil respondendo com uma pergunta: “O Brasil está envolvido nisso? Não sabia”. Claro que sabia. Da proposta do acordo e da incapacidade e irrelevância de Lula no caso. Uma potência mundial se faz pela preponderância em pelo menos cinco áreas: diplomacia, ciência e educação, poder militar, economia e, num mundo que cresce, segurança alimentar. Em cada uma dessas áreas, um país precisa ser a solução do planeta ou uma força inquestionável de dissuasão. Os Estados Unidos são a única nação no mundo com todos esses requisitos. Trump sabe disso e vai usar cada um desses superpoderes, seja na intermediação diplomática ou militar de um conflito, na oferta de ajuda humanitária com poder financeiro e logística de rápida atuação, seja para liderar a humanidade na vanguarda do conhecimento. Acabou de anunciar uma parceria com OpenAI, Oracle e Soft Bank de US$ 500 bilhões para o desenvolvimento da inteligência artificial e, no discurso de posse, revelou planos de colocar a bandeira americana em Marte. E tem no seu primeiro escalão ninguém menos que Elon Musk, dono da Starlink, a maior rede de satélites privados de comunicação, de foguetes que dão marcha à ré e defensor da liberdade de expressão no X, a mais importante plataforma de debate político internacional. Ele mesmo, o que foi xingado por Janja.

Conhecer como atua quem está do outro lado de uma mesa é vital para qualquer negociador. Mostrar-se capaz, forte e respeitável, também. O governo de Lula não demonstra ter nenhuma dessas qualidades. Em plena campanha, Lula reproduziu a estúpida e cansativa lacração da “volta do nazismo e do fascismo”, ao descrever a candidatura de Trump, eleito na maior democracia do mundo por eleitores realmente livres. Foi um erro tão grotesco de diplomacia que comprometeu de véspera toda e qualquer mensagem do país ao novo governo americano, como o desejo de “relações civilizadas” com os EUA, logo depois da eleição do republicano, ou no post em seu perfil oficial realçando o histórico das relações de amizade entre os dois países. 


Em condições normais, o post seria apenas protocolar. Soou como uma tentativa de mostrar alguma racionalidade depois da série de bobagens movidas a ideologia empoeirada e pretensão de dar palpite na soberania alheia. Já havia errado na eleição de Javier Milei, na Argentina. Errou de novo. Daí que, antes de o Brasil se preocupar com o que poderá vir da Casa Branca, são os problemas domésticos que deveriam preocupar o governo federal. O Brasil precisa ser bom primeiramente para os brasileiros. Não tem sido. Divido em dois momentos. É quase previsível que eventuais sanções ao país sejam aplicadas diante da degeneração da democracia e das liberdades individuais sob o regime de Lula. 


A prisão de opositores políticos e a perseguição de empresas americanas pelo STF — o X e a Starlink, por exemplo —, afrontando as leis nacionais e a própria Constituição brasileira, são explícitas e chegam a nos nivelar à Venezuela. Por reciprocidade, o que impediria a apreensão de um navio da Petrobras ou o congelamento de uma conta financeira do Brasil em algum banco do mundo? Transações comerciais de pagamento são feitas pelo sistema Swift. De fato, são os norte-americanos que mandam no Swift. Num segundo estágio, a eventual aplicação de tarifas comerciais sobre nossos produtos de exportação aos EUA é algo de relativa preocupação, porque tarifas são negociáveis e passageiras. A excelência do que produzimos e a posição estratégica do Brasil no cenário internacional, sobretudo para reduzir a influência chinesa no continente sul-americano, são trunfos made in Brazil e, de certa forma, mitigam os riscos.


O drama nacional está muito mais exposto a perder competitividade nas cadeias globais de investimento. Enquanto a política de Trump será de desburocratização, redução de impostos e incentivo ao empreendedorismo, visando justamente a atrair empresas que antes tinham migrado para a China na revoada de volta ao Ocidente que já está acontecendo, o Brasil acaba de anunciar uma reforma tributária confusa que vai conviver com o modelo anterior por anos, e ainda tem uma carga tributária em relação ao PIB de 33%. Sob a nova reforma, estima-se que teremos o maior IVA do mundo, de 28%. Na Índia, a carga de impostos sobre o setor produtivo é de 19%. No México, de 18%. Ambos são emergentes e nossos reais competidores em atrair capital privado. Não que o novo governo Trump não deva ser considerado, mas, na equação brasileira, o governo Lula que aumenta gastos e impostos é hoje o maior dos nossos problemas. 


No final de cada um dos dias dos próximos quatro anos, o presidente dos Estados Unidos estará apenas defendendo os interesses dos americanos. Fará o mesmo o presidente brasileiro em nome do país que deveria governar e defender? Dois anos depois de piorar as estatísticas brasileiras, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se viu obrigado a lançar um pacote de 25 medidas. Parte considerável é óbvia, de aumento de taxas ou de nenhum efeito. 


Das cinco premissas que definem uma potência, a forma de Lula 3 agir piora o Brasil em quatro: na diplomacia que foi desfigurada; na educação e na ciência, prejudicadas pelo progressismo woke da atrasada esquerda brasileira (inclusive a universitária); na economia, capenga no básico da responsabilidade fiscal, da competência administrativa e da geração de ambiente favorável ao investimento; e ainda faltam recursos para as Forças Armadas, vide os atrasos na entrega dos caças Gripen, na modernização da Marinha e até na compra de obuseiros para o Exército.


O Brasil é forte mesmo justamente onde o governo Lula critica, desrespeita o direito à propriedade, faz campanha contra e onde a sociedade e os outros governos, desde os militares, se detiveram como um projeto de nação: a segurança na oferta de alimentos aos brasileiros e ao mundo por uma agropecuária competente, eficiente e ambientalmente correta, que entrega resultados — e comida ao planeta —, mesmo sob o mais severo e rígido código florestal do mundo. Adicione-se também ao combo nacional a excelência da Embraer e a engenharia da Petrobras, para citar apenas algumas empresas de referência internacional, além de nossa capacidade de extrair recursos naturais e a potência energética de economia verde que somos. De certa forma, tornamo-nos importantes e imprescindíveis ao mundo, mas isso não basta para nos proteger de um esperado protecionismo por parte dos Estados Unidos.

Manter-se altivo na mesa de negociação e preservar a fatia de mercado internacional requer cuidar antes do próprio umbigo. Problemas econômicos domésticos se resolvem internamente. Não é difícil afirmar que 90% das informações erradas sobre o agronegócio brasileiro, que ONGs e governos estrangeiros usam contra nós por interesses comerciais, são fornecidas pelos “especialistas” de entidades brasileiras especializadas em boicotar o país.


Mesmo sendo uma potência na produção de grãos e de proteína animal, quanto usamos isso como ferramenta de negociação com os chineses, por exemplo. Pressionada pela guerra comercial com os Estados Unidos no primeiro mandato de Donald Trump, a China acabou aceitando comprar mais soja dos americanos para manter as exportações de suas fábricas ao mercado americano. Cachorros grandes latem e se entendem. A ameaça de novas tarifas contra produtos industrializados chineses nesta nova gestão pode gerar perdas para os exportadores de soja brasileiros. É aí que entra uma diplomacia forte. Teremos? 


Outro mercado, o de aço, também pode afetar o Brasil. A gigante siderúrgica brasileira Gerdau, que também atua nos EUA, tem reclamado que o sistema de cotas não foi capaz de impedir a invasão do aço chinês no país. Ocorre que a China também exporta para os EUA. Se a Casa Branca impuser novas alíquotas que encareçam as importações do aço chinês para o mercado doméstico americano, o temor é que o Brasil seja o destino do excedente do país asiático. Como defender os interesses brasileiros de cabeça baixa por escolhas ideológicas do atual governo? 


Não entraremos em guerra militar com a China ou com os Estados Unidos. Em que pese a lamentável incapacidade brasileira de enxergar a Defesa Nacional como estratégica, será na diplomacia comercial que se jogará o jogo. Para isso, precisamos parar de exportar custos e problemas internos. Criar competências de Estado e comerciais. E jamais deixar a ideologia falar mais alto que os interesses nacionais. Afinal, nações não têm amigos



Revista Oeste






























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O excesso de gastos do governo exigirá sempre a elevação dos impostos

 PAULOGUEDES/INSTAGRAM


O excesso de gastos do governo exigirá sempre a elevação dos impostos



Marx fingia querer a felicidade do proletariado,

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Bertrand Russell (1872 - 1970), matemático e filósofo britânico laureado com o prêmio Nobel de Literatura, fez uma crítica filosófica ao marxismo: "Marx fingia querer a felicidade do proletariado, mas o que ele realmente queria era a infelicidade da burguesia. Foi por esse elemento de ódio que sua filosofia produziu um desastre. Uma filosofia, para produzir o bem, deve ser inspirada por sentimentos gentis, e não por sentimentos hostis."




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 Governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, tira R$ 3 milhões da Educação e envia a evento da UNE; caso vai à Justiça Em ação popular, advogado reclama da decisão de Raquel Lyra (PSDB), que destinou verba para a realização de encontro da União Nacional de Estudantes no Recife


Um repasse de R$ 3 milhões da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), via Secretaria de Educação, para a 14ª Bienal da União Nacional dos Estudantes (UNE) é alvo de uma ação popular do advogado Carlos Henrique Rosa de Souza.

Ele questiona a necessidade do uso de recursos públicos e afirma que a UNE pode cobrir os custos com sua própria arrecadação. 

O evento ocorrerá no Recife de 29 de janeiro a 2 de fevereiro de 2025 e também abrigará o 16º Conselho Nacional de Bases da UNE. O encontro deve abordar temas como ancestralidade, sustentabilidade e diversidade. 

Com a inscrição de R$ 215 por participante e patrocínios, Souza estimou, na ação, que o órgão estudantil consiga arrecadar cerca de R$ 3 milhões. Dessa forma, ele argumenta que o repasse público é desnecessário.

Inicialmente, a verba estava sob a Secretaria da Criança e Juventude, mas foi transferida para a Secretaria de Educação depois de mudanças internas. Essa decisão gerou revolta entre professores e deputados estaduais, que enfrentam escolas sucateadas e salários atrasados. Eles indagaram o uso de recursos educacionais para um evento estudantil. 

O advogado Carlos Henrique Rosa de Souza destaca, ainda, preocupações sobre a transparência do processo, já que a documentação da licitação teria sido mantida em sigilo, em possível desacordo com a Lei de Licitações. Ele diz que houve falta de divulgação no portal da transparência. 

Movimentação de recursos 

A movimentação dos recursos ocorreu depois da saída do exsecretário de Educação, Alexandre Schneider. Em sua nota de despedida à governadora Raquel Lyra, ele enfatizou “valores inegociáveis”, o que sugere discordâncias sobre a gestão dos fundos.

Os recursos, inicialmente aprovados pela Secretaria da Criança e Juventude em 5 de dezembro de 2024, foram realocados com um “termo de execução descentralizada” pela Secretaria de Educação, publicado em 17 de janeiro de 2025. 

A UNE, por meio do Instituto Circuito Universitário de Cultura e Arte da União dos Estudantes – Cuca da Une, apresentou o plano de trabalho ao governo estadual. 


Revista Oeste



















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Brasileiros deportados: veja 2 casos de desinformação da imprensa

 DELTANDALLAGNOL/YOUTUBE



ATENÇÃO: PCC e LULA aliados?

 RUBINHONUNES/YOUTUBE



“Não tem companheiro no IBGE ou amigo no STF que consiga dar um jeitinho”

 CAIOCOPPOLLA/YOUTUBE



segunda-feira, 27 de janeiro de 2025

O vale tudo na imigração muçulmana

Alex Pipkin 


Como judeu, por minha natureza, estou impedido de ser contra a imigração. Judeus de todas as partes do mundo sobreviveram a perseguições implacáveis graças à possibilidade de imigrar. Sou fruto disso. E há gente que é contra o sionismo e, portanto, o que representa a existência do Estado de Israel… temeridade!


A imigração exerce um impacto muito benéfico nos países anfitriões. De modo geral, e comprovadamente, os imigrantes, com suas habilidades, competências e atitudes distintas, alavancam a produtividade de uma nação no curto, médio e longo prazos. É desnecessário fazer aprofundamentos quanto ao enriquecimento social que é alcançado pelo maior dinamismo e diversidade de culturas.


Sob o ponto de vista econômico, imigrantes, com suas qualificações e experiências distintas, aportam mão-de-obra especializada para uma série de setores carentes em países de origem para tais imigrantes. Similarmente, constituem-se em mão-de-obra qualificada e mais barata para variados processos e atividades nesses contextos.

Em uma era de inteligência artificial, é transparente que imigrantes trazem consigo um conjunto de habilidades, criatividade à flor da pele, vontade de evoluir e conhecimentos que auxiliam nos processos de destruição criativa nos países hospedeiros.


Somos diferentes e, aliás, o foco da educação, em algumas nações, privilegia áreas do conhecimento, tais como engenharia, estatística, ciência e tecnologia, que são escassas em outras. Penso que, sendo convidado para uma “casa estrangeira”, é necessário se comportar com respeito e de acordo com o modo de vida, os costumes, as tradições e as normas de conduta do país anfitrião.


Os judeus foram forçados a imigrar para vários países e são reconhecidos por manterem sua ligação com o Divino, praticando seus rituais religiosos, de maneira privada, e/ou nas sinagogas. Esse é o vínculo sagrado que nos une e nos mantém como um povo. Que bom!


Contudo, penso que o judeu soube combinar a prática religiosa com a necessária adaptação e assimilação às culturas envolvidas. Apesar disso, sou um crítico da sonhadora e nefasta ideologia do multiculturalismo – literalmente, um dos venenos desse “novo mundo novo”.


Tal ideologia, sectária, religiosa e/ou política, utiliza-se da retórica bom-mocista, da suposta igualdade, anti-discriminação, promovendo, conscientemente – e inconscientemente -, o caos e a degeneração dos valores culturais e do acúmulo de sabedoria presente e próprio de cada nação. Tais valores são inestimáveis para a vital coesão social de um povo.


Não me incomodo de ser taxado de xenófobo – o que seguramente não sou! -, tampouco de ser alvo do esporte favorito de “progressistas do atraso”: a lacração e a prática do cancelamento. O fato, baseado em evidenciais, é que a imigração muçulmana em massa para os países ocidentais tem se constituído num verdadeiro desastre! E não há nada que não possa piorar.


A população muçulmana é de aproximadamente 1,6 bilhão de pessoas e, evidentemente, na sua maioria, gente do bem e talentosa. Que se revisite sua história! No entanto, infelizmente, vigora para o Islã a lei da sharia e da Jihad. Nessa direção, para muitos, todos aqueles que se posicionam contra o “único” Deus Alá são considerados inimigos mortais. Não há lei, tampouco códigos de conduta, que os façam se comportar de acordo com seus ditames nos países para que imigram!


O objetivo claro desses fanáticos é a conversão de todos os povos ao Islã. Não há saída. Para essa cultura forjada no seio do Islamismo, inexiste a separação entre religião e Estado. Desnecessário dizer que esses seres se consideram “semideuses”. Valores ocidentais, tais como a genuína liberdade, a igualdade entre homens e mulheres, a escolha da preferência sexual, o casamento monogâmico, entre outros, são desprezíveis para eles.


Diferentemente dos judeus e de outros povos, a “casa estrangeira” é que deve se ajustar e alterar seu modo de ser, transformando-se em “Islãs” no exterior. Não, não há saída. Nesse contexto, pelo efeito da cultura da sinalização de virtude, da pseudo-benevolência, das microagressões, tudo é permitido a tais estrangeiros. O final desse filme de terror é por demais conhecido.


Jamais haverá a assimilação de tais muçulmanos às culturas dos países anfitriões. A guerra “santa” buscará, sistematicamente, a transformação e a dominação. Sempre desejarão ser os “semideuses” – de barro e sangue. Nunca haverá o “melting pot”, em que diversas culturas estão misturadas e convivendo “em paz”, sem a intervenção estatal. Não gastarei mais meus dedos…


Vejam o que aconteceu com o povo judeu após o fatídico ataque terrorista sem precedentes do Hamas contra Israel em 7 de Outubro de 2023. Horror! Pois o multiculturalismo é uma ideologia utópica e, pragmaticamente, destruidora. A fim de não ferir as sensibilidades culturais e de uma suposta independência cultural deste tipo de imigrantes, presencia-se hoje, no mundo, uma série de atrocidades e de disparates inaceitáveis, sob quaisquer hipóteses. Não é necessário possuir um Q.I. avantajado nem ser muito criativo.


A ideologia sectária, de ordem religiosa e/ou politica, como muito bem documentado na história da humanidade, gerou legítimos monstros! Matou, assassinou, queimou e dizimou a vida humana em quaisquer lugares em que pousou. Singelo e demolidor: a ideologia cega e, para atingir seus objetivos, quaisquer que estes forem, matará impiedosamente.


Os “inimigos” dessa ideologia são gente como eu, como nós. O presente atesta o acima. Que dirá o futuro.



























publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/o-vale-tudo-na-imigracao-muculmana/

Pagamos R$43,5 milhões pelo aluguel de carros para deputados federais

 diáriodopoder


O pagador de impostos brasileiro desembolsou R$43,5 milhões para bancar aluguel de veículos para os deputados federais em 2024. A conta inclui os belos e luxuosos carrões que as autoridades exigem para desfilar por aí. Mas há ainda outros modais, como jatinhos e barcos, realidade bem distante de quem banca toda essa farra. O Delegado Éder Mauro (PL-PA) foi quem mais gastou com a regalia: R$315.9 mil. A fatura inclui aluguel de automóveis (R$117,9 mil) e embarcações (R$198 mil).

Gastam sem piedade

O ranking da gastança segue com Átila Lins (PSD-AM), R$311,8 mil com aeronaves. Antonio Doido (MDB-PA) gastou R$273,4 mil com carrões.

Por nossa conta

A fatura para alugar aviões é milionária: 30 deputados gastaram R$2,1 milhões. E três deputados torraram R$237,6 mil alugando lanchas.

Soma R$72,3 milhões

A conta de R$ 43,5 milhões são apenas com aluguéis de veículos, não inclui o combustíveis. Para isso, deputados nos tomam R$28,8 milhões.

Dinheiro fácil dá nisso

Muito embora seja dinheiro público, o aluguel de veículos por deputados não passa por licitação. Por isso são frequentes as suspeitas de fraude.


Diario do Poder





















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