Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

terça-feira, 4 de novembro de 2025

No Brasil, você paga MAIS em IMPOSTOS do que em PRODUTO!

 KIMKATAGUIRI/FACEBOOK


No Brasil, você paga MAIS em IMPOSTOS do que em PRODUTO!



O MITO DO PLENO EMPREGO DE LULA

 TOMÉABDUCH/FACEBOOK


O MITO DO PLENO EMPREGO DE LULA



ONDE ESTÃO OS DEFENSORES?

 VALÉRIACARDOSO/FACEBOOK


ONDE ESTÃO OS DEFENSORES?



Conta da irresponsabilidade escancarada

 carlise.pr/facebook


A conta da irresponsabilidade sempre chega para o povo. Enquanto a primeira-dama gasta R$ 1,2 milhão em uma viagem de fim de semana, milhares de brasileiros sofrem na fila do SUS por uma cirurgia ou um exame.

Esse é o retrato de um governo que prefere o luxo à gestão. E em época de eleição, distribui “vales” para manter a população na rédea, como mostram as pesquisas de aprovação entre os beneficiários do Bolsa Família.




segunda-feira, 3 de novembro de 2025

O papel fundamental do agronegócio na economia brasileira e sua conexão com o liberalismo econômico

 ISAIAS FONSECA/INSTITUTOLIBERAL


O agronegócio é, há décadas, um dos pilares mais sólidos da economia brasileira. Responsável por uma parcela significativa do Produto Interno Bruto, pelas exportações e pela geração de empregos, o setor se destaca como um dos mais dinâmicos e resilientes da economia nacional. Sua relevância não está apenas nos números expressivos, mas também em seu papel estratégico na inserção do Brasil no comércio internacional. Ao analisarmos esse protagonismo à luz do liberalismo econômico, é possível entender como políticas baseadas na redução da intervenção estatal e na valorização do livre mercado contribuíram e ainda contribuem para o crescimento do setor.


O agronegócio como motor econômico


De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, o agronegócio representou 24,8% do PIB brasileiro em 2023, demonstrando sua importância estrutural para a economia nacional. Além disso, o setor respondeu por mais de 40% das exportações brasileiras no mesmo ano, com destaque para a soja, milho, carne bovina e açúcar, segundo dados do Ministério da Agricultura.


O economista José Roberto Mendonça de Barros, em entrevista à Agência Estado, destaca que “o agronegócio foi o principal motor de crescimento da economia brasileira nos últimos anos, principalmente devido à sua capacidade de adaptação tecnológica e ganho de produtividade”.


Além de movimentar grandes volumes econômicos, o setor tem papel fundamental na geração de empregos diretos e indiretos, especialmente em regiões do interior, contribuindo para o desenvolvimento local e a redução de desigualdades regionais.


Liberalismo econômico e o agronegócio


O liberalismo econômico, defendido por pensadores como Adam Smith e Friedrich Hayek, propõe que o progresso econômico depende da liberdade de mercado, da livre iniciativa e da limitação da intervenção estatal. Como afirma Smith, “não é da benevolência do padeiro, do açougueiro ou do cervejeiro que esperamos o nosso jantar, mas da consideração que eles têm por seus próprios interesses”.


No contexto brasileiro, as políticas de abertura econômica iniciadas na década de 1990 e aprofundadas nos anos 2000 permitiram uma maior integração do agronegócio ao mercado global. Como observa Marcos Jank, especialista em comércio internacional do agro, “o setor soube se adaptar ao ambiente de competição internacional, tornando-se um dos mais eficientes do mundo em custo-benefício”.


Essas transformações se alinham ao pensamento liberal. A redução de barreiras comerciais, a desregulamentação de mercados e o incentivo à iniciativa privada permitiram que produtores aumentassem sua produtividade e competitividade. A entrada de capital privado, inclusive estrangeiro, no setor rural é um reflexo direto dessa lógica liberal.


Desafios e oportunidades


Apesar do sucesso, o setor ainda enfrenta desafios estruturais. Problemas de logística, alta carga tributária, insegurança jurídica sobre terras e barreiras comerciais impostas por países desenvolvidos são obstáculos que limitam seu crescimento. Para superá-los, uma agenda econômica liberal, focada na desburocratização, redução de impostos e fortalecimento da segurança jurídica, é fundamental.


Segundo o economista liberal Paulo Uebel, “o Brasil precisa criar um ambiente mais amigável ao empreendedorismo rural, com menos burocracia e mais previsibilidade nas regras do jogo”. Isso é particularmente importante para atrair novos investimentos e estimular a inovação tecnológica no campo.


Além disso, há uma crescente pressão internacional por sustentabilidade. O agronegócio brasileiro, especialmente em se tratando dos grandes exportadores, tem se adequado às exigências ambientais, respeitando o Código Florestal e investindo em práticas sustentáveis. Como ressalta a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, “a sustentabilidade é hoje uma vantagem competitiva do agro brasileiro no mercado internacional”.


Conclusão


O agronegócio brasileiro é, sem dúvida, um dos maiores ativos econômicos do país, representando sua força produtiva, capacidade de inovação e protagonismo no comércio global. Quando alinhado a princípios do liberalismo econômico como a liberdade de mercado, segurança jurídica e incentivo à competitividade, o setor encontra ainda mais espaço para se desenvolver e se consolidar como motor do crescimento nacional. A continuidade de políticas que promovam esse ambiente favorável ao empreendedorismo rural será essencial para que o Brasil mantenha sua posição de liderança no cenário agrícola mundial.


*Isaías Fonseca é associado I do Instituto de Formação de Líderes de Belo Horizonte. 









PUBLICADAEMhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/economia/o-papel-fundamental-do-agronegocio-na-economia-brasileira-e-sua-conexao-com-o-liberalismo-economico/


Projeto de Lei sobre Inteligência Artificial: o Estado como obstáculo ao progresso

 JULIANAANTONELLI/INSTITUTOLIBERAL


Nos últimos meses, o Congresso Nacional voltou suas atenções à regulação da inteligência artificial (IA) no Brasil. A iniciativa, embora envolta em um discurso sedutor de proteção ao cidadão, representa, na prática, mais um entrave ao desenvolvimento tecnológico, à liberdade de empreender e à própria autonomia do indivíduo diante do Estado. O projeto de lei em tramitação revela o vício estrutural da máquina pública brasileira: legislar antes de compreender, regulamentar antes de fomentar, punir antes de educar e burocratizar antes de inovar.


A proposta parte de uma premissa autoritária disfarçada de zelo: que o cidadão é incapaz de lidar com os impactos de uma nova tecnologia sem a tutela do Estado. Com isso, o projeto avança sobre prerrogativas privadas, impondo uma série de obrigações, classificações de risco arbitrárias, camadas adicionais de conformidade regulatória e a criação de órgãos fiscalizadores que, na prática, sufocarão a criatividade e o empreendedorismo — especialmente dos pequenos inovadores. Em vez de criar um ambiente favorável à pesquisa e ao investimento, o Legislativo parece decidido a transformar o Brasil em um cemitério de startups, com sua obsessão por controle e excesso de normas.


A inteligência artificial no Brasil ainda é um campo em desenvolvimento, com enorme potencial de crescimento em áreas como saúde, educação, segurança e agronegócio. Em vez de estimular esse ecossistema, o Congresso propõe regulamentações rígidas, inspiradas em legislações estrangeiras como o AI Act europeu, ignorando completamente as diferenças estruturais e econômicas entre os países. Importamos burocracia sem importar inovação. O resultado previsível será o travamento do setor, a fuga de cérebros, o desestímulo ao capital de risco e a perpetuação do atraso digital.


O liberalismo econômico nos ensina que o progresso nasce da liberdade individual, da concorrência, da experimentação espontânea e da ausência de entraves artificiais. Inovação não é produto de decretos, mas sim do livre intercâmbio de ideias, da criatividade desimpedida e do direito de tentar, errar e melhorar sem a constante vigilância estatal. O papel do governo deveria se limitar a garantir um arcabouço jurídico claro — proteção de contratos, defesa da propriedade privada e punição a fraudes — e não se transformar em árbitro moral da tecnologia. Ao se apressar em controlar algoritmos que sequer compreende, o Congresso revela sua arrogância tecnocrática, aliada a uma visão paternalista do cidadão e infantilizada da sociedade.


O argumento de que a IA deve ser controlada porque pode ser “perigosa” é, na verdade, uma falácia utilitária usada há décadas para justificar expansões do poder estatal. É o mesmo raciocínio que serviu para censurar livros, bloquear redes sociais, proibir transações financeiras e sufocar o setor privado em nome da “segurança” ou da “ordem pública”. Esses mecanismos, ainda que travestidos de boas intenções, invariavelmente terminam em abusos, favorecimento de grandes corporações e cerceamento da liberdade individual.


A proposta também revela uma preocupante concentração de poder em agências e órgãos fiscalizadores, que, na prática, terão liberdade para interpretar e aplicar sanções com base em critérios subjetivos. Pequenas empresas e desenvolvedores independentes, sem estrutura jurídica ou financeira para se defender, acabarão excluídos de um mercado que deveria ser inclusivo e aberto à concorrência. Enquanto isso, grandes empresas com departamentos jurídicos robustos adaptar-se-ão com facilidade, perpetuando a concentração de mercado e eliminando a inovação pela raiz.

Em contraste, países com maior liberdade econômica e confiança no setor privado, como os Estados Unidos, têm adotado uma abordagem mais pragmática: apostam na autorregulação, em princípios éticos de mercado e na responsabilização a posteriori em vez de bloqueios preventivos. Lá, o Estado acompanha o avanço tecnológico com humildade e parcimônia. Aqui, tenta domesticá-lo à força.


A inteligência artificial é uma ferramenta. Como qualquer ferramenta, pode ser bem ou mal utilizada. A diferença está na intenção humana, não na tecnologia em si. Ao tentar regular a IA com base em critérios abstratos e precauções excessivas, o Congresso, na prática, está regulando comportamentos, inibindo escolhas e substituindo a liberdade por um controle estatal travestido de responsabilidade social. É o velho truque: limitar a liberdade individual em nome do bem coletivo.


O projeto de lei não regula a IA. Ele regula as pessoas – e, como sempre, fá-lo com base na desconfiança da liberdade — quando, na verdade, é apenas a liberdade que pode garantir progresso, responsabilidade e desenvolvimento duradouro.


*Juliana Antonelli é coordenadora do Instituto Atlantos.









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OU ENCARA OU RUA

 fernãolaramesquita/youtube


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O crescimento das facções criminosas no RJ | Rio de Janeiro: Paraíso em Chamas

 BRASILPARALELO/YOUTUBE


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Lula 80 anos: o que ninguém contou sobre a festa

 | PENSAÍ/PAULOPOLZONOFFJUNIOR/GAZETADOPOVO


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Especialista em segurança da esquerda vira meme! Imperdível!

 DELTANDALLAGNOL/YOUTUBE


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R$ 12 MILHÕES para o SÓCIO do MINISTRO de LULA

 RUBINHONUNES/YOUTUBE



SÓ FALOU VERDADES

 GUTOZACARIAS


SÓ FALOU VERDADES



domingo, 2 de novembro de 2025

Moraes e a guerra no Rio

  Judiciário em Foco 


Quando Tom Jobim cunhou a frase “o Brasil não é para principiantes”, nem mesmo o genial maestro podia imaginar a atualidade de sua tirada tantas décadas depois de proferida, ou a dimensão da tragédia assumida pelo panorama nacional. Tendo como pano de fundo a abulia quase generalizada de uma sociedade pouco informada e muito intimidada, os graves vícios cognitivos, acadêmicos e morais de nossas autoridades as levam a fugir ao enfrentamento dos problemas, e a pretextar as mais bizarras escaramuças para afastar nossos olhos de sua omissão conivente com as irregularidades. A forma de abordagem da guerra urbana no Rio de Janeiro não é exceção à regra.


Ontem, foi realizada uma megaoperação conjunta das polícias civil e militar do Estado do Rio de Janeiro para o cumprimento de mais de cem mandados de prisão nos complexos de favelas da Penha e do Alemão, onde se situa o “quartel-general” da facção Comando Vermelho (CV). Em retaliação à atuação dos agentes da lei, criminosos lançaram bombas via drones, e o confronto resultou em muitas prisões, mas também em número significativo de óbitos, inclusive de policiais e de civis inocentes. Letalidade inevitável em se tratando de uma operação contra quadrilheiros munidos de armamento pesado e moderno e muito experientes no universo delitivo, pois, apesar de várias passagens pela cadeia, sempre retornavam ao seu “ofício” pela caneta de togados.


O episódio, em vez de ensejar uma atuação conjunta e eficiente de todas as forças de segurança (estaduais e federais) contra o crime, deu lugar à mesquinharia politiqueira e ainda abriu caminho ao incremento do autoritarismo togado. Após a operação, chegou ao conhecimento público o envio, pelo governo do Rio, de sucessivas requisições à União de blindados da marinha, com vistas ao reforço às intervenções policiais em áreas conflagradas. Naquele mesmo fim de tarde, também soubemos que a AGU do “Bessias” havia opinado contrariamente ao envio dos veículos, sob a alegação de que a medida exigiria a expedição de um decreto presidencial de garantia da lei e da ordem (GLO). Falácia de um figurão planaltino “negacionista” do papel das forças armadas na defesa do território da pátria, independentemente de GLO. Passividade própria a alguém cujo chefão, além de enxergar traficantes como vítimas, “não quer forças armadas na favela brigando com bandido”.


Enquanto se recusa a cooperar com as forças de segurança locais, em afronta ao artigo 144 da Constituição, o governo federal tenta impor uma PEC da Segurança destinada a concentrar poderes decisórios na mão da União, entregando a esta a função de “coordenar” – leia-se, ditar! – um sistema único de segurança e gestão penitenciária. A mesma gestão Lula 3 também apoia e vibra com a “ADPF das Favelas”, em cujos autos togados vêm cerceando a atuação policial, e, por óbvio, contribuindo diretamente com o fortalecimento do poder paralelo.


Aliás, os acontecimentos de ontem reverberaram na esfera judiciária, e muito. Em mais uma de tantas excrescências, a tal ADPF não se encerrou com o seu “julgamento” em abril deste ano, como seria de se esperar à luz do Código de Processo Civil. Embora qualquer estudante de Direito saiba que, em uma ADPF, os magistrados exaurem sua jurisdição com a declaração de inconstitucionalidade ou constitucionalidade da lei ou ato normativo em questão, na “ADPF das Favelas” o Supremo se permitiu agir para muito além da homologação parcial do plano do governo do RJ de redução da letalidade em operações. Nesse processo rotulado como estrutural, a corte passou ao monitoramento ativo das medidas dos gestores locais, de modo a aferir se estes estariam cumprindo as determinações togadas.


De abril para cá, o caso, relatado desde o início por Edson Fachin, teve seu julgamento proclamado pelo então presidente Barroso em nome da corte, mediante um voto de consenso não previsto em nosso CPC. Após a renúncia barroseana, a ADPF foi “encaminhada” à relatoria de Alexandre de Moraes não se sabe mediante qual critério, pois nem o parâmetro de antiguidade justificaria a entrega do assunto ao togado que não é o mais sênior dentre seus pares. Em nova manobra carente de transparência, a “ADPF das Favelas” caiu nas mãos do supremo dos supremos, que já tratou de colocar todos os envolvidos sob sua rédea curta.


A pedido do Conselho Nacional dos Direitos Humanos, Moraes ordenou que a PGR cobrasse do governo fluminense explicações sobre a letalidade da operação, e o servil Dr. Gonet logo procedeu à cobrança, tendo ressalvado até mesmo a possibilidade de “medidas complementares” por parte do Supremo. Soa como piada, mas é desastroso. Em respeito ao princípio da tripartição de poderes e ao pacto federativo, o executivo estadual não teria qualquer satisfação a prestar à cúpula judiciária sobre a sua forma de conduzir a segurança no território sob sua gestão.


Eventuais desvios policiais teriam de ser investigados e denunciados pelo Ministério Público local em ações penais submetidas aos togados fluminenses, únicos competentes para a apreciação de atos de violência praticados no Rio. Já as linhas mestras das políticas públicas caberiam à discricionariedade do governador, que teria de se sujeitar tão somente aos freios institucionais impostos pela assembleia legislativa e ao escrutínio popular.


Contudo, em nossa realidade distorcida, um órgão de direitos humanos se dirige a um magistrado sancionado por violações à dignidade humana, em busca de repressão a uma atividade policial legítima de resgate de humanos da sanha de criminosos sanguinários. Em vez de esforços concentrados no desmonte de barricadas e na retomada de áreas não mais compreendidas pela nossa soberania nacional, os potentados brasilienses delegam a condução de um país inteiro às determinações de um tribunal e, mais especificamente, aos caprichos de um único togado. Não é mesmo coisa de principiantes. Tom Jobim tinha razão.


Artigo originalmente publicado no site do jornalista Claudio Dantas.


Judiciário em Foco

Katia Magalhães é advogada formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e MBA em Direito da Concorrência e do Consumidor pela FGV-RJ, atuante nas áreas de propriedade intelectual e seguros, autora da Atualização do Tomo XVII do “Tratado de Direito Privado” de Pontes de Miranda, e criadora e realizadora do Canal Katia Magalhães Chá com Debate no YouTube.










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Brasil da farsa: desemprego, educação e ideologia em crise

 Alex Pipkin 


Estive em um bar em Porto Alegre, um daqueles bares “cool”, frequentado por quem se acredita intelectual, politizado, moderno. Entre conversas, uma pizza e um tinto honesto, meus olhos pousaram em duas senhoras, mais do que balzaquianas, provavelmente na faixa dos 60 e poucos anos, vestindo roupas que tentavam devolver-lhes juventude. Para minha surpresa — espanto não surpreendente —, ambas exibiam adesivos de “Palestina Livre” no peito, como se aquilo conferisse relevância intelectual ao engajamento político.


Não são apenas os jovens no Brasil que não leem, não pensam e repetem surradas frases feitas; são também adultos, supostamente “intelectuais”, em busca de pertencimento social, que permanecem presas — e presas fáceis — de narrativas grotescas e farsas ideológicas. Não conhecem história, não dominam o português, não conseguem escrever um parágrafo sem erros e certamente não são adeptas do exercício da reflexão crítica.


Mas eu engoli em seco… era sábado. Uma conversa boa, um tinto honesto. Pensei comigo: em que país vivemos? O país da farsa, do triunfo da ignorância, da hipocrisia e da mediocridade. É nesse país das narrativas populistas, da ideologia do fracasso, do coletivismo, que reinam mentiras e manipulações. Nesse contexto, lembrei da tortura que o IBGE realiza com os dados de desemprego, obrigando-os a confessar o que a ideologia deseja. Este desgoverno anuncia orgulhosamente uma taxa de 5,6%, a mais baixa da história. Uma farsa estatística, mal-usada e calculada desconsiderando a efetiva população economicamente ativa. Milhões de brasileiros, mais de 40%, vivem de programas sociais como o Bolsa Família e não entram nessa conta. O resultado é um mercado de trabalho saudável nas planilhas, mas miserável na vida real.


Os números reais denunciam a ilusão. Os pedidos de seguro-desemprego triplicaram, a inadimplência atinge níveis recordes. É dureza… comemorar a taxa oficial é como aplaudir um truque de mágica, ignorando a crise que milhões enfrentam na realidade cruel.


Esse desastre real e moral me remeteu à educação brasileira. O verdadeiro desastre estrutural que forma cidadãos incapazes de leitura crítica e reflexão autônoma. Educação verdadeira, como formação de espírito, infelizmente vem de berço. O ensino brasileiro é, de fato, uma catástrofe. Segundo o PISA, o Brasil ficou em 44º entre 56 países, com média de 23 pontos em escala de 0 a 60, abaixo da média da OCDE de 33 pontos. Apenas 10,3% atingiram níveis elevados de desempenho criativo, enquanto 54,3% não alcançaram o mínimo esperado. Mais da metade dos jovens não consegue interpretar textos, escrever um parágrafo sem erros ou refletir criticamente. Não leem, não pensam, repetem slogans, tornam-se, como aquelas senhoras do bar, presas fáceis da manipulação ideológica.


No mercado de trabalho, a situação é ainda mais absurda. A chamada cultura woke nas empresas valoriza pertencimento ideológico sobre competência técnica. Jovens sem capacidade de interpretação são celebrados por repetir narrativas, enquanto quem se prepara tecnicamente enfrenta discriminação e exclusão. O corolário é incompetência, conformismo e vulnerabilidade social perpetuados.


A republiqueta vermelha, verde e amarela vive uma tríade perversa. Temos desemprego mascarado, educação falida e cultura woke corporativa, que adentrou os últimos redutos do ambiente empresarial, premiando conformismo, discriminando e penalizando competência. Pois é, o óbvio “lulante”.  Quem não lê, não pensa; quem não pensa, aceita ilusões; quem aceita ilusões reproduz um ciclo de manipulação política, econômica e social que, claramente, vem comprometendo o futuro da nação. Não são apenas os jovens; essa lógica reverbera por toda uma vida, como aquelas duas senhoras do bar que me fizeram engolir em seco, mas, ao mesmo tempo, rir comigo mesmo.


É mesmo o país da farsa, da celebração de estatísticas torturadas, que ignora o que realmente importa, isto é, a capacidade do indivíduo de estudar, trabalhar, pensar criticamente, interpretar honestamente e agir com autonomia.


Farsa. Os números são fabricados, mas o que precisamos é “fabricar” cidadãos capazes de questionar, refletir e recusar tal farsa e a ilusão. A cereja do bolo veio de imediato, com o anúncio do título de Doutor Honoris Causa para Lula na Malásia. Repugnante, para ser econômico. Celebra-se pomposamente um título que expõe a ignorância dos brasileiros, a manipulação ideológica, a vontade de ser “como ele”, o pensamento tacanho refletido na figura desse presidente descondenado.


Mas, para quem pensa reflexivamente, com base em fatos e dados, a situação real é mais do que clara: o Brasil real não é o da tortura de números, é o da farsa, o Brasil vermelho, verde e amarelo da ilusão, da hipocrisia e da manipulação institucionalizada. Do precipício econômico e social. Os números são torturados e fabricados… Questiono-me quando gestaremos cidadãos capazes de perguntar, refletir e recusar a farsa e a ilusão vermelha, verde e amarela. Simples.








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Entre cartas e bilhões: a falência do modelo estatal brasileiro

  João Loyola


Os Correios voltaram ao centro do debate público após o anúncio da intenção do governo Lula de injetar R$ 20 bilhões na estatal, divididos entre 2025 e 2026, sob o argumento de reestruturar suas finanças e garantir o cumprimento de suas obrigações. A medida, embora apresentada como um empréstimo com garantia do Tesouro, é, na prática, mais uma tentativa de socorro estatal a uma empresa que há décadas sobrevive à base de injeções públicas e ajustes contábeis paliativos. O episódio simboliza de forma exemplar o dilema das estatais brasileiras: a dificuldade de equilibrar missão social, eficiência econômica e independência política, num ambiente onde a ausência de reformas profundas perpetua a dependência do contribuinte.


Nos últimos anos, a trajetória dos Correios ilustra essa contradição. Após um ciclo de prejuízos acumulados entre 2013 e 2018, a estatal registrou lucro de R$ 102 milhões em 2019, seguido por um salto expressivo em 2020, quando atingiu R$ 1,53 bilhão, e um recorde de R$ 3,7 bilhões em 2021. Esses resultados, comemorados pelo governo Bolsonaro à época, foram usados para defender a viabilidade econômica da empresa sem recursos do Tesouro. Entretanto, análises posteriores da Controladoria-Geral da União e de consultorias independentes mostraram que parte desse lucro decorreu de reclassificações contábeis, adiamento de provisões judiciais e receitas não recorrentes. O desempenho, portanto, não refletia uma melhora estrutural, mas uma reorganização de curto prazo em meio a um mercado aquecido de e-commerce durante a pandemia.


Em 2022, com a desaceleração econômica e o retorno das despesas reprimidas, a estatal voltou ao vermelho, registrando prejuízo de cerca de R$ 767 milhões. Desde então, os balanços mostram deterioração do caixa, aumento das dívidas e crescimento das despesas com pessoal. Em 2024, relatórios internos já apontam necessidade de aporte bilionário para evitar colapso operacional. A proposta do governo de intervir novamente, oferecendo garantias do Tesouro, demonstra que o modelo estatal atual não consegue gerar fluxo de caixa sustentável sem recorrer a recursos públicos. Trata-se, em essência, de um modelo falido que se sustenta por força da inércia burocrática e da resistência ideológica à privatização.


A situação brasileira contrasta fortemente com a experiência alemã. A antiga Deutsche Bundespost, estatal responsável pelos serviços postais, foi dividida em 1995 em três empresas, Deutsche Post AG, Deutsche Telekom e Postbank, dando início a um processo de privatização gradual e responsável. O governo alemão manteve temporariamente o controle acionário, mas abriu o capital em etapas, submetendo as novas empresas a regras de governança corporativa, metas de eficiência e padrões de transparência semelhantes aos do setor privado. A Deutsche Post, ao se tornar uma companhia listada em bolsa, precisou competir, investir em automação, reduzir custos e adotar práticas modernas de gestão. O resultado foi a transformação de uma burocracia estatal em um dos maiores conglomerados de logística do mundo, dono da marca DHL e referência global em eficiência.


A diferença essencial entre os dois modelos está no propósito. Enquanto o Brasil insiste em tratar os Correios como instrumento político e social, a Alemanha enxergou o serviço postal como uma atividade econômica que precisa de capital, inovação e concorrência para prosperar. Lá, o Estado não se retirou da regulação, ao contrário, fortaleceu-a. Criou uma agência independente (Bundesnetzagentur) que estabeleceu regras claras para o serviço universal, tarifas máximas e padrões de qualidade. Assim, o serviço postal continuou sendo prestado, mas de forma eficiente, com investimento privado e sem onerar o contribuinte.


No Brasil, o debate sobre privatização dos Correios costuma ser contaminado por discursos populistas e desinformação. Argumenta-se que vender a estatal seria “entregar um patrimônio nacional” ou que a privatização levaria ao fechamento de agências em locais remotos. No entanto, o que se observa hoje é que, mesmo sob controle estatal, muitos desses serviços já são ineficientes, lentos e, em alguns casos, inexistentes. Municípios de difícil acesso enfrentam atrasos crônicos e a rede de atendimento está em retração há anos. A diferença é que, sob o modelo atual, o prejuízo é socializado entre todos os brasileiros, inclusive os que nunca utilizam os Correios.


A ideia de um serviço público universal não precisa ser abandonada, mas redefinida. Em vez de manter uma empresa ineficiente sob tutela política, o Estado poderia estabelecer um regime de concessão ou de subsídio transparente para trechos e localidades não rentáveis, contratando operadores privados para executar o serviço universal mediante metas e fiscalização. Essa prática é comum na Europa e garante cobertura sem comprometer a eficiência geral do sistema. No modelo atual, o Brasil transfere bilhões para uma estrutura inflada, de produtividade decrescente e com pouca transparência sobre os resultados.


A insistência em manter os Correios como estatal pura revela o vício estrutural do modelo intervencionista: a crença de que o Estado é melhor gestor do que o mercado. Essa visão ignora a natureza dinâmica da economia contemporânea, onde a tecnologia, a automação e a integração logística global são essenciais para competitividade. Empresas privadas de logística, como FedEx, UPS e a própria DHL, investem bilhões anualmente em pesquisa, inteligência artificial e automação de centros de distribuição. Enquanto isso, os Correios ainda enfrentam dificuldades básicas de rastreamento e infraestrutura. O resultado é previsível: perda de competitividade, queda de receita e necessidade de novos resgates públicos.


Projetando os próximos anos, o cenário é preocupante. Mesmo com o aporte bilionário pretendido, sem uma reforma estrutural ou abertura ao capital privado, os Correios tenderão a repetir o ciclo de alívio temporário e posterior colapso. As receitas de encomendas, que cresceram durante a pandemia, já mostram desaceleração, enquanto os custos fixos permanecem elevados. O envelhecimento do quadro de pessoal e o déficit previdenciário interno aumentam a pressão sobre o caixa. Ao mesmo tempo, o avanço das empresas privadas e o crescimento do e-commerce com entrega própria (como Amazon e Mercado Livre) reduzem o espaço competitivo da estatal.


Privatizar os Correios, portanto, não é apenas uma questão ideológica, mas de sobrevivência institucional. Significa permitir que a empresa tenha acesso a capital, inovação e práticas de gestão modernas, libertando-a das amarras da burocracia política. O Estado pode e deve manter um papel regulador, definindo padrões de serviço universal e tarifas máximas, mas precisa abandonar o papel de operador direto. Essa separação entre “quem regula” e “quem entrega” é o que garante eficiência, transparência e justiça fiscal.


A experiência internacional mostra que estatais postais privatizadas tendem a se tornar mais competitivas e sustentáveis. A Deutsche Post, por exemplo, expandiu sua atuação global, gerou empregos de maior qualificação e aumentou o valor de mercado, enquanto continuou cumprindo as obrigações públicas definidas em lei. O Brasil, por outro lado, permanece preso a um modelo dos anos 1970, que confunde política social com operação econômica e perpetua a dependência de um Estado que já não tem fôlego fiscal.


O momento atual, com nova injeção bilionária planejada, é a prova cabal de que o sistema se exauriu. Persistir nessa estrutura é insistir em um modelo que pune o contribuinte e premia a ineficiência. A solução não é mais um empréstimo, mas uma transformação completa: uma privatização responsável, com regulação sólida, metas claras e respeito ao princípio básico da economia liberal: de que o Estado deve ser árbitro, não jogador.


Se o Brasil quiser ter uma empresa postal moderna, eficiente e sustentável, precisa romper o ciclo de dependência e adotar a coragem que a Alemanha teve há trinta anos: entender que privatizar não é abandonar o serviço público, mas libertá-lo da política e devolvê-lo à lógica da eficiência e da responsabilidade. Somente assim deixaremos de financiar o fracasso e passaremos a investir no futuro.











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73,7 milhões: Bolsonaro tem mais seguidores nas redes que o descondenado Lula e 36 petistas somados

 diáriodopoder/


O governo Lula (PT) já dobrou este ano gastos em propaganda nas redes sociais, mas não tem jeito: Jair Bolsonaro (PL), sozinho, tem mais seguidores que todos os inimigos petistas somados. O ex-presidente tem 73,7 milhões de seguidores, enquanto os 36 perfis de Lula e petistas relevantes, incluindo Janja, Haddad e Gleisi, e esquerdistas tipo Boulos (Psol), o prefeito do Recife, João Campos (PSB), muito ativo nas redes, e o vice Alckmin somam 72,7 milhões no Facebook, Threads, TikTok, Instagram, X e YouTube, segundo levantamento do Diário do Poder.


Mais de meio Brasil


Jair, Michelle, Eduardo, Flávio e Carlos Bolsonaro, Nikolas Ferreira e Tarcísio têm 174,1 milhões de seguidores. Mais do dobro de Lula & cia.


Nikolas bate Lula


Somente o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) já tem mais seguidores que Lula nas redes sociais: 39,7 milhões a 39,4 milhões do petista.


Proporção em tudo


Até entre primeiras-damas o bolsonarismo soma o dobro do petismo: Michelle tem 7,9 milhões de seguidores, Janja, 3,8 milhões.


Dados técnicos


O Diário do Poder avaliou 137 perfis de 25 autoridades nas seis redes. Eduardo e Gleisi não estão no Threads; Janja e Michelle só no X e Insta.




Diário do Poder







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EMPENHOS DIFERENTES

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SEM SURPRESA

Confirmando -ipsis literis- tudo que venho informando e projetando -exaustivamente- através de insistentes editoriais, O Banco Central divulgou o relatório -ESTATÍSTICAS FISCAIS- dando conta de que -SETOR PÚBLICO CONSOLIDADO- formado por UNIÃO, ESTADOS, MUNICÍPIOS E EMPRESAS ESTATAIS, registrou DÉFICIT PRIMÁRIO de R$ 17,5 BILHÕES EM SETEMBRO, o maior SALDO NEGATIVO para as CONTAS PÚBLICAS no mês desde 2023, quando houve DÉFICIT DE R$ 18,07 BILHÕES. Com este resultado tenebroso, o DÉFICIT FISCAL -PRIMÁRIO- ACUMULADO em doze meses atingiu R$ 33,2 BILHÕES. 

DÉFICIT PRIMÁRIO E DÉFICIT NOMINAL

Mais do que sabido, o -DÉFICIT PRIMÁRIO- se verifica quando as receitas com tributos e impostos não cobrem as despesas do governo. Assim, somando o DÉFICIT PRIMÁRIO com o PAGAMENTO DOS JUROS DA DÍVIDA PÚBLICA, aí estamos diante do DÉFICIT NOMINAL.Pois, para desespero geral, o DÉFICIT NOMINAL referente a setembro foi de R$ 102,2 bilhões. E no acumulado em doze meses a encrenca bateu em R$ 1.018,0 bilhões.

REGULARIDADE

Por mais que uma boa parcela do povo brasileiro já esteja pra lá de convencida de que os GOVERNOS PETISTAS são administrados por ESPECIALISTAS na arte de praticar e comandar atos de -CORRUPÇÃO, ROMBOS DE TODA A ORDEM E DÉFICITS FISCAIS BILIONÁRIOS-, também chama muito a atenção a absoluta REGULARIDADE, revelada pela -CONSTÂNCIA e da CONTINUIDADE dos atos, propostas e decisões que levam à DESTRUIÇÃO DO TECIDO ECONÔMICO E SOCIAL DO PAÍS. 

EMPENHOS DIFERENTES

Como se não bastasse conviver com DÉFICITS FISCAIS -CRÔNICOS-, o GOVERNO LULA também está fortemente empenhando em ver aprovada a SUBSTITUIÇÃO DA JORNADA 6X1 PELA POPULISTA JORNADA 4 X3, SEM ALTERAÇÃO DOS SALÁRIOS. Enquanto isso, na vizinha Argentina, o presidente Javier Milei, extremamente interessado em fazer a ARGENTINA CRESCER E SE DESENVOLVER, está empenhado em implantar uma JORNADA TRABALHISTA DE ATÉ 12 HORAS DIÁRIAS, como prega o Projeto de Lei de Promoção de Investimentos e Emprego, com o objetivo de formalizar o emprego de cerca de oito milhões de trabalhadores que hoje atuam na economia informal. Mais: no que diz respeito a uma REFORMA TRIBUTÁRIA, Milei tem um plano que visa reduzir 20 impostos agora, ampliar a base de arrecadação de modo que, ao baixar as alíquotas, não faça sentido evadir. Que tal?
















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Os 50% continuam, mas mídia festeja Lula com Trump -

Alexandre Garcia /


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ATENÇÃO: está proibido chamar o Lula de ex-presidiário!

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O PLANO de LULA para SALVAR os IRMÃOS BATISTA usando o NOSSO DINHEIRO!

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A ESQUERDA CRIOU O COMANDO VERMELHO

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70 MILHÕES PARA INFLUENCIADORES

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A VINGANÇA DO SISTEMA

 COMICRACIA


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sábado, 1 de novembro de 2025

'Como Milei surpreendeu o mundo',

  por Gustavo Segré


I magine, leitor, por um momento, que, após as eleições de 2026 no Brasil, se confirme que a direita ganhou na Bahia. Certamente você teria de ler a informação duas vezes e checar com amigos, confirmar na internet para depois afirmar: “milagres acontecem”. 


Foi exatamente isto que aconteceu quando os argentinos se depararam com a notícia de que La Libertad Avanza, o partido de Milei, tinha vencido na província de Buenos Aires. No domingo passado, a Argentina assistiu a uma virada política que marca — segundo analistas — o fim de um ciclo de décadas dominado pelo populismo de esquerda. 


A vitória de Javier Milei e de seu partido La Libertad Avanza, especialmente na província de Buenos Aires — considerada o bastião histórico do peronismo — assume contornos históricos: pela primeira vez desde 1983, o peronismo perde o controle daquela provínciachave nas eleições legislativas de meio termo (realizadas no meio do mandato presidencial). Não só isso. 


O peronismo deixa de ser, também de modo inédito, a principal minoria na Câmara de Deputados e na Câmara dos Senadores. Este fato, por si só, demonstra que o eleitor argentino mudou de vez. Milei sai dessas eleições com uma vitória de sinal claro aos investidores, às reformas econômicas e ao realinhamento político internacional. 


Segundo os resultados oficiais, La Libertad Avanza obteve pouco mais de 40% dos votos no plano nacional, frente a cerca de 30% da coalizão opositora peronista. 


Além disso, o partido de Milei ganhou 14 cadeiras no Senado e 64 na Câmara dos Deputados — o que lhe proporciona força suficiente para vetar leis, proteger reformas e diminuir o risco de processos de impeachment. 


Essa bancada ampliada representa não apenas uma base mais sólida para aprovar seu programa de governo. Também reduz drasticamente o risco político do pacote de reformas radicais que Milei tem proposto e que, até agora, teve fortes resistências pela conformação do Congresso até o dia 10 de dezembro, dia em que assumem os novos parlamentares.

Primeiros efeitos econômicos 


Ressurgimento da confiança e pacote externo 


Imediatamente após a confirmação da vitória, os mercados reagiram com otimismo. Títulos argentinos em dólar subiram 10-12 pontos, o peso se valorizou cerca de 10% frente ao dólar e o índice de ações local apresentou forte alta. No campo externo, Milei garantiu dois anúncios de peso: • Um acordo de swap cambial com os EUA no valor de US$ 20 bilhões, firmado entre o Tesouro americano e o Banco Central de la República Argentina (BCRA), para fornecer suporte à moeda argentina e reforçar as reservas.




• Um investimento de até US$ 25 bilhões para a construção de um mega centro de dados de IA em parceria entre OpenAI e a empresa argentina Sur Energy, no projeto denominado “Stargate Argentina”, que envolverá até 500 megawatts de capacidade e se propõe a colocar o país entre os hubs latino-americanos de inteligência artificial. 




Além disso, o Tesouro dos EUA já realizou compra direta de pesos argentinos como parte do pacote de estabilização, o que reforça o suporte internacional à agenda de Milei. 


Esses anúncios criam um efeito psicológico positivo: não são apenas promessas internas, mas compromissos externos que indicam que o “experimento liberal” de Milei está sendo visto como crível por grandes players mundiais.

Onde Milei se coloca: agenda liberal-radical 


Milei se elegeu com um discurso de ruptura: corte de impostos, privatizações, controle do gasto público, redução do setor estatal, liberalização de mercados, segurança jurídica, combate ao narcotráfico e à corrupção. 


Com o novo mandato reforçado, ele agora tem todas as condições para avançar. A força parlamentar permite que seu governo promova reformas legislativas de impacto, e o apoio externo (EUA, investidores de tecnologia) ajuda a criar um ambiente de credibilidade. 


Esses são os ingredientes para que o modelo econômico que ele define — liberal clássico, com liberdade para empreender, impostos mais baixos, mercados mais abertos — tenha condições de sair do plano discursivo e entrar no plano real. 




Desafios e promessas ainda pendentes 


A vitória de Milei nas eleições legislativas não assegura um sucesso automático. Milei enfrenta desafios significativos, e algumas das suas promessas de campanha ainda aguardam concretização:


• Prometeu reduzir drasticamente o funcionalismo público e formalmente já iniciou cortes, mas o impacto pleno ainda não se refletiu em dados macroeconômicos de emprego estatal. 


• Prometeu reforma profunda da tributação, com redução de impostos para estímulo ao investimento; mas a complexidade do sistema argentino, com províncias envolvidas, exige negociações federativas e pode atrasar. 


• O combate ao narcotráfico e à corrupção exige infraestrutura institucional, independência judicial e cooperação internacional — aspectos mais lentos de se transformar. 


• A reforma trabalhista e o limite na atuação dos sindicatos são prioridade para reduzir o custo na contratação da mão de obra e para não depender de sindicatos que se mantêm como um mandato familiar vitalício, passando de pais para filhos (o poderoso sindicato dos caminhoneiros é um excelente exemplo de um império controlado pela família Moyano)


• Fixar e manter a segurança jurídica para atrair investimentos externos será fundamental para esta nova etapa. 


• A liberalização cambial foi anunciada, mas o peso continua vulnerável e as reservas do BCRA ainda são frágeis; a transição precisa ser gerida para evitar novo choque. 


• E, talvez o mais difícil, elevar o padrão de vida da população, reverter a pobreza estrutural e garantir que a abertura de mercado não deixe setores vulneráveis para trás. 




As urnas desmentiram as pesquisas 


A vitória de Javier Milei nas eleições argentinas surpreendeu até os mais otimistas de seus aliados e expôs o descrédito dos institutos de pesquisa — tanto na Argentina quanto no exterior. 


A maioria das sondagens pré-eleitorais projetava um cenário confortável para o peronismo (a representação do populismo de esquerda na Argentina). próximas ao presidente (Karina Milei, sua irmã e pessoa de confiança, e o deputado federal afastado Jose Luis Espert, candidato de Milei na disputada província de Buenos Aires, que pediu para não concorrer e que enfrenta sérios problemas judiciais), se manteve a mudança de perfil do eleitor argentino refletida nas eleições presidenciais: um eleitor cansado da inflação, dos subsídios e da retórica populista.


Algumas chegaram a prever um “empate técnico”, mas nenhuma captou o movimento silencioso que crescia nas redes sociais e nas ruas: o voto de manutenção do programa liberal de Milei que, com uma macroeconomia ordenada, mas com uma microeconomia ainda com muitos desafios, se mostra como mais eficiente que as “narrativas” de uma esquerda que vendia a promessa de solucionar problemas que ela mesma tinha provocado. 


Teve também como vento de calda o fato de que grande parte do eleitorado ainda vincula a esquerda com um projeto corrupto e de chantagem eleitoral por meio da ajuda social. 


O que os institutos não perceberam — e os analistas subestimaram — foi que, mesmo com denúncias de corrupção afetando pessoas muito próximas ao presidente (Karina Milei, sua irmã e pessoa de confiança, e o deputado federal afastado Jose Luis Espert, candidato de Milei na disputada província de Buenos Aires, que pediu para não concorrer e que enfrenta sérios problemas judiciais), se manteve a mudança de perfil do eleitor argentino refletida nas eleições presidenciais: um eleitor cansado da inflação, dos subsídios e da retórica populista.

A sensação geral é que o eleitor manteve o apoio a um projeto com alguém que não é político de carreira e que, mesmo cometendo erros, é transparente, sincero e verdadeiro nas suas falas e ações. Do outro lado estava um projeto que muitos eleitores ainda responsabilizam pela crise em que a Argentina está e da qual não será nem fácil, nem rápido, sair. 


Assim, quando as urnas foram abertas, o que parecia improvável aconteceu: Milei venceu com margem maior que o resultado que lhe deu a vitória presidencial em 2023, inclusive, e sobretudo, na província de Buenos Aires. 


A sociedade argentina mudou, mantendo seu olhar para o futuro, enquanto os institutos de pesquisas continuaram olhando o país pelo retrovisor. 


A imprensa brasileira e o vício da narrativa 


Se os institutos erraram, boa parte da imprensa brasileira errou junto. Durante semanas, colunistas, analistas e comentaristas repetiram que Milei estava “em queda”, que “havia perdido apoio popular” e que “a volta do peronismo era inevitável”. 


Reproduziram, sem questionar, o mesmo roteiro que a grande mídia argentina disseminava — uma mistura de desejo e desinformação travestida de análise. 


Os jornais e canais de TV no Brasil, em sua maioria, compraram a narrativa da derrota de Milei por dois motivos principais: 


• Afinidade ideológica com a esquerda latino-americana, hoje representada por Cristina kirchner (mesmo estando em prisão domiciliar), Gustavo Petro, Gabriel Boric e Lula. 


• O temor de que o êxito de Milei inspirasse o eleitor brasileiro em 2026, consolidando um novo ciclo liberal e antiesatista no continente.


A eleição mostrou, mais uma vez, que parte da imprensa deixou de informar para tentar moldar o resultado. 


A Boleta Única de Papel: uma revolução eleitoral silenciosa 


Outro fator decisivo no processo foi a inauguração da Boleta Única de Papel (BUP). A BUP foi aprovada pela Câmara dos Deputados da Argentina em 1º de outubro de 2024, tornando-se a nova forma de votação para as eleições nacionais. A nova legislação foi sancionada pela Lei 27.781 e a implementação estava prevista para as eleições legislativas nacionais de 2025. 


Até então, o sistema argentino permitia que cada partido imprimisse e distribuísse suas próprias cédulas — um modelo vulnerável a fraudes manipulações e à chamada “votação em cadeia”, na qual cabos eleitorais entregavam as boletas preenchidas para compra de votos. 


Com a boleta única, o eleitor recebe um único papel oficial, contendo todos os candidatos e partidos, e marca ali sua escolha. 


Esse formato trouxe três avanços fundamentais:




• Transparência – todos os candidatos estão na mesma folha, impedindo o desaparecimento de cédulas.


 • Autonomia – o eleitor marca sua escolha de forma mais independente, sem depender de material de campanha. 


• Segurança – cada cédula tem código 


O novo modelo eliminou o controle partidário sobre a votação — e tirou do peronismo a vantagem logística construída em décadas de domínio eleitoral nas províncias mais pobres. Foi, nas palavras de analistas locais, “a revolução silenciosa da democracia argentina”. 


O contraponto inevitável: Brasil sob os holofotes O sucesso político e econômico de Milei cria um contraste inevitável com o Brasil. Enquanto a Argentina se prepara para cortar mais gastos ainda, o governo brasileiro aumenta despesas, incumpre o fantasioso arcabouço fiscal e cria novos impostos. 


Enquanto Milei fala em privatizar empresas estatais, o Brasil discute reestatizações e fundos públicos, mantendo as estatais como cabides de emprego e com déficits cada vez maiores. único e é auditável, reduzindo riscos de manipulação. 


Enquanto a Argentina sinaliza ajuste fiscal, Brasília insiste em déficits sucessivos, ampliando a dívida e colocando o país no risco de shutdown (o Estado para de funcionar por falta de recursos). 

Caso Milei consiga, nos próximos meses, manter a estabilidade no índice de inflação, atrair investimentos e fazer o PIB voltar a crescer, o governo Lula enfrentará forte pressão política. 


O liberalismo que a esquerda insistiu em chamar de “radical” pode se transformar em exemplo regional de recuperação econômica, e o discurso assistencialista brasileiro ficará exposto diante dos resultados de um vizinho que ousou reformar de verdade. 


O horizonte de 2026: quando o vento cruza as fronteiras 


O impacto político dessa virada pode ser profundo. Assim como o peronismo inspirou a esquerda latino-americana durante décadas, o “mileísmo” pode inspirar uma nova direita liberal e reformista. 


No Brasil, a eleição argentina já acendeu debates dentro da oposição, que vê na vitória de Milei uma rota de retorno à responsabilidade fiscal, à liberdade econômica e à coragem política de dizer não ao populismo. 


A lição é clara: o eleitor mudou.


Ele está cansado de promessas vazias, de programas sociais usados como chantagem eleitoral, e de governos que tratam o cidadão como dependente, não como protagonista. 


A Argentina mostrou que é possível vencer o sistema — e essa mensagem pode vir a atravessar o continente. 


Isto se reforça ainda mais com a derrota da esquerda na Bolívia, onde sequer chegou a disputar o segundo turno. É preciso ficar atento ao resultado eleitoral do Chile, que terá o primeiro turno das eleições presidenciais no dia 16 de novembro, o segundo turno no dia 14 de dezembro. 


Até agora, a candidata do presidente Boric aparece em situação complicada, já que mesmo tendo 26% das preferências eleitorais, os candidatos da direita Kast e Matthei somam juntos para o segundo turno 43%. 


Em 2026, o Brasil pode, nas urnas, vivenciar os mesmos desejos do eleitor da Argentina: menos Estado, mais liberdade, menos discurso, mais resultado. E quando o vento da mudança sopra do sul, não há propaganda que consiga detê-lo. 


O povo argentino devolveu ao continente a fé na liberdade. Agora, cabe ao Brasil decidir se seguirá o exemplo — ou o erro. 


REVISTAOESTE










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Jornalista de O Globo faz ataque absurdo à polícia do RJ!

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MILEI ENCURRALA LULA e declara GUERRA ao PCC

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POR QUE ELES DEFENDEM BANDIDOS?

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A culpa foi do Bolsonaro...

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e a culpa foi mesmo do Bolsonaro



NÃO HÁ CORRUPÇÃO SEM RECEPTADOR

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NÃO HÁ CORRUPÇÃO SEM RECEPTADOR



ROMBO

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OLHA O ROMBO



COMUNISTA TEM INVEJA

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COMUNISTA TEM INVEJA



CONTROLE DOS EFEITOS E NÃO CURAR

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LABORATORIO NÃO PESQUISA DROGA QUE CURE DOENÇAS APENAS O CONTROLE DOS EFEITOS



sexta-feira, 31 de outubro de 2025

Compartilhe a covardia do governo Lula

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VOO DE GALINHA MORTA

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 VOO DE GALINHA DA ECONOMIA

Antes de tudo, não foram poucas as vezes que -AFIRMEI- com sobrada razão e com todas as letras que o desempenho da economia brasileira guarda absoluta semelhança com o rasante -VOO DE GALINHA-. Esta expressão, vale lembrar, passou a ser largamente utilizada no meio econômico-empresarial para descrever o CURTO E ARTIFICIAL CRESCIMENTO ECONÔMICO, resultando de insuficiente -BASE PRODUTIVA-, do tipo que engessa a ECONOMIA, impedindo assim que a mesma entre em modo -VOO DE CRUZEIRO-, que se caracteriza por ganho de altura e de sustentação por longa duração.



SETOR CRIME EM VOO DE ÁGUIA

Entretanto, por tudo que vem acontecendo, notadamente nos fatídicos -17 ANOS DE ADMINISTRAÇÃO PETISTA-, enquanto o -PIB dos SETORES ECONÔMICOS FORMAIS-, por exclusiva e dedicada vontade do PT E ALIADOS, seguem, sistematicamente, com desempenho igual ao VOO DE GALINHA, o PIB DO SETOR CRIME, ao contrário, -CRESCE SEM PARAR-., com alto desempenho, tipo -VOO DE ÁGUIA-. Esta clara constatação nos leva a crer, com total certeza, que -MUITO EM BREVE- o SETOR CRIME apresentará desempenho muito superior à soma do PIB DOS DEMAIS SETORES DA ECONOMIA, como venho afirmando desde 2001, quando dei início aos editoriais do PONTO CRÍTICO.



PARTIDO DOS TERRORISTAS, PARTIDO DOS TRIBUTARISTAS...

Atenção: dos últimos 24 ANOS, o PARTIDO DOS TRABALHADORES, ou -PARTIDO DOS TERRORISTAS-, -PARTIDO DOS TRIBUTARISTAS-, -PARTIDO DOS TRABALHADORES QUE NÃO TRABALHAM- e por aí vai..., venceu CINCO das últimas SEIS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS. E, dos últimos 24 ANOS, ficou 17 NO PODER -oito de Lula, seis de Dilma e três do atual governo-. São, portanto, 17 ANOS DEFININDO PRIORIDADES, NOMEANDO MINISTROS E MOLDANDO POLÍTICAS DESASTROSAS, como define o CEO da AZ Quest, Walter Maciel.


Ora, se uma empresa tem o mesmo CEO por quase DUAS DÉCADAS e vai à FALÊNCIA, o culpado não é MERCADO, mas o GESTOR. Com o Estado, não é diferente: se, após todo esse tempo a -DÍVIDA EXPLODIU-, o -SISTEMA TRIBUTÁRIO SE DISTORCEU- E -A MÁQUINA PÚBLICA INCHOU-, A RESPONSABILIDADE É DE QUEM GOVERNOU.



VOO DE GALINHA MORTA

A propósito: entre 2023 e 2026, o governo do presidente Lula deverá ultrapassar em pelo menos R$ 399 BILHÕES os limites legais de GASTOS.  A estimativa considera despesas realizadas fora do antigo teto de gastos em 2023 e do novo marco fiscal em vigor a partir de 2024, além de valores já contratados ou próximos de liberação para 2026. Parte desse montante foi viabilizada por mecanismos como a PEC fura-teto, aprovada no fim de 2022, que autorizou um aumento expressivo nas despesas públicas. Apenas entre 2023 e 2026, excluindo os precatórios, o governo retirará R$ 208,4 bilhões das regras fiscais. Desse valor, 69,6% se referem à própria PEC que flexibilizou o limite constitucional de gastos. Mais: para 2024, o volume de despesas fora das regras fiscais atingiu R$ 31,8 bilhões. Em 2025, esse número deverá subir para R$ 47 bilhões e chegar a R$ 67 bilhões em 2026.


No próximo ano, 2026, já estão previstos GASTOS ADICIONAIS fora da meta com precatórios (R$ 57,8 bilhões), investimentos de estatais (R$ 4,2 bilhões) e aportes em defesa (R$ 5 bilhões), este último já aprovado pelo Senado e em tramitação na Câmara dentro de um projeto que autoriza estouro de até R$ 30 bilhões em cinco anos. Tudo isso garante que FORA O SETOR CRIME, a economia brasileira terá desempenho tipo -VOO DE GALINHA MORTA.












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Tribunal afasta juiz lulista acusado de furtar champanhe!

 andrémarsiglia/youtube


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