Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

CRIATIVIDADE

 TEM GENTE QUE SABE MESMO SER CRIATIVO. VEJA ESTAS IMAGENS, CRIAÇÃO COM ALIMENTOS...










MOMENTO MUSICAL - INIMIGOS DO REI

NO MOMENTO MUSICAL DE HOJE A PRESENÇA DO GRUPO INIMIGOS DO REI, SUCESSO ABSOLUTO NOS ANOS OITENTA E JÁ COMEÇO COM A BARATA KAFKA
SEGUNDO A WIKIPÉDIA - Inimigos do Rei é uma banda brasileira formada em 1987, no Rio de Janeiro, por cinco integrantes do grupo Garganta Profunda, cuja direção musical estimulava os componentes a, em suas apresentações, produzirem números em formações menores [1]. Contava, no início, com sete integrantes: aos cinco ex-Gargantas Luiz Guilherme, Luiz Nicolau, Paulinho Moska, Marcelo Marques e Marcus Lyrio, agregaram-se o baixista Marcelo Crelier e o tecladista Lourival Franco[2]. Ficou conhecida por seu estilo irreverente e humorístico, compondo músicas com duplo sentido e com acentuados jogos de vozes, além de excêntricas performances no palco.

PALMADAS, ABORTO E POLÍTICA

Nas últimas eleições presidenciais, o debate sobre o aborto surgiu espontaneamente no seio da sociedade. Sentindo o risco que isso seria para a eleição presidencial, o PT, defensor histórico e irrestrito do aborto, montou uma operação enorme para abafar o debate. Temiam o ocorrido nas eleições de 2006, quando a então candidata ao Senado pelo Rio de Janeiro, Jandira Feghali, favorita nas pesquisas com ampla margem, foi derrotada quando surgiu o tema do aborto - ela é favorável.

Em 2010, Dilma se disse cristã, "pessoalmente" contra o aborto, e se comprometeu a "não tomar medidas" para que a legislação pró-aborto avançasse, acusando adversários de "calúnia" e "difamação".

Na época, políticos ligados às religiões deixaram-se convencer e o próprio candidato de oposição foi tímido para explorar o eleitorado conservador. Se fosse mais ousado, veria que o movimento abortista não representa de forma alguma a opinião geral de brasileiros e brasileiras e poderia ter vencido as eleições.
Na verdade, não havia "calúnia" contra a agora presidente Dilma, e sim um fato notório e documentado que foi trazido à cena.
A prova cabal e irrefutável é que passados menos de dois anos das eleições presidenciais, temos uma autointitulada "avó do aborto" como ministra das mulheres.
O governo, em nova operação "abafa", convidou um senador ligado a Igreja Universal, para ser o ministro da Pesca.
Este terá como missão convencer a bancada evangélica de que o governo não está empenhado em defender o aborto. A simbologia da nomeação não poderia ser mais torta.
O peixe é um símbolo cristão e, na Bíblia, os cristãos aparecem como "pescadores de homens".
O PT possui diversos tentáculos e a Igreja Universal está para os evangélicos como a Teologia da Libertação está para os católicos. Resta saber se os líderes ligados às bancadas religiosas se deixarão ludibriar de novo, traindo seu eleitorado e tornando-se cúmplices do esquema.
Neste ano, veio à tona o anteprojeto para a mudança do Código Penal brasileiro da comissão de juristas do Senado.
O presidente do senado, José Sarney, rapidamente o transformou no projeto PLS 236/2012.   
O projeto de lei sugere explicitamente que a permissão do aborto seja ampliada para os casos de anencefalia ou quando o feto padecer de "graves e incuráveis anomalias que inviabilizem a vida independente" e por vontade da gestante até a 12ª semana de gravidez, se o médico ou o psicólogo "atestar" que a mulher "não apresenta condições de arcar com a maternidade".
Se o projeto original passar, o aborto pode ser realizado simplesmente porque as crianças são inconvenientes, seja economicamente ou psicologicamente.
Inclusive, admite-se a eugenia, ou seja, pode-se eliminar fetos com deficiências mentais, doenças graves ou imperfeições.
No Brasil, o mesmo governo que defende o aborto, é aquele que aprova a "Lei da Palmada", com o pretexto de "proteger" as crianças de seus pais.
Ou seja, se a mãe quiser dar uns tabefes no filho, não pode. Mas matar pode, desde que a criança ainda não tenha saído de seu útero. O anteprojeto defende ainda a diminuição da pena para infanticídio e a legalização da eutanásia, no que é coerente. Por que só eliminar pessoas inconvenientes no útero, não é mesmo?
É a legislação sob medida para legitimar o Estado totalitário.


(Artigo publicado originalmente no jornal Brasil Econômico, edição n. 646, ano 4, do dia 21 de março de 2012. Foi adaptado pelo autor para publicação no Mídia sem Máscara.)
 


Rodrigo Sias
é economista.

LAMENTÁVEL

RECEBI POR E-MAIL E REPASSO AOS AMIGOS LEITORES DO BLOG PEDINDO QUE, DEPOIS DE LER, REPASSEM O BRASIL PRECISA FICAR SABENDO DO QUE ACONTECE.
É lamentavel , mas infelizmente é verdade... São Leopoldo tem um dos menores índices de analfabetismo e de mendicância do país, talvez por causa de homens como este! EMPRESÁRIO DE SÃO LEOPOLDO Silvino Geremia é empresário em São Leopoldo , Estado do Rio Grande do Sul. Eis o seu desabafo, publicado na revista EXAME: "Acabo de descobrir mais um desses absurdos que só servem para atrasar a vida das pessoas que tocam e fazem este país: investir em Educação é contra a lei .
Vocês não acreditam?

Minha empresa, a Geremia, tem 25 anos e fabrica equipamentos para extração de petróleo, um ramo que exige tecnologia de ponta e muita pesquisa.
Disputamos cada pedacinho do mercado com países fortes, como os Estados Unidos e o Canadá.
Só dá para ser competitivo se eu tiver pessoas qualificadas trabalhando comigo.
Com essa preocupação criei, em
1988, um programa que custeia a educação em todos os níveis para qualquer funcionário, seja ele um varredor ou um técnico.
Este ano, um fiscal do INSS visitou a nossa empresa e entendeu que Educação é Salário Indireto.

Exigiu o recolhimento da contribuição social sobre os valores que pagamos aos estabelecimentos de ensino freqüentados por nossos funcionários, acrescidos de juros de mora e multa pelo não recolhimento ao INSS.
Tenho que pagar 26 mil reais à Previdência por promover a educação dos meus funcionários?

Eu honestamente acho que não.

Por isso recorri à Justiça.
Não é pelo valor em si , é porque acho essa tributação um atentado.
Estou revoltado.
Vou continuar não recolhendo um centavo ao INSS, mesmo que eu seja multado 1000 vezes.
O Estado brasileiro está completamente falido.
Mais da metade das crianças que iniciam a 1ª série não conclui o ciclo básico.
A Constituição diz que educação é direito do cidadão e um dever do Estado.
E quem é o Estado?

Somos todos nós.
 
Se a União não tem recursos e eu tenho, acho que devo pagar a escola dos meus funcionários.
Tudo bem, não estou cobrando nada do Estado.
Mas também não aceito que o Estado me penalize por fazer o que ele não faz.
Se essa moda pega, empresas que proporcionam cada vez mais benefícios vão recuar..

Não temos mais tempo a perder.
 
As leis retrógradas, ultrapassadas e em total descompasso com a realidade devem ser revogadas.
A legislação e a mentalidade dos nossos homens públicos devem adequar-se aos novos tempos.
Por favor, deixem quem está fazendo alguma coisa trabalhar em paz.
E vão cobrar de quem desvia dinheiro, de quem sonega impostos, de quem rouba a Previdência, de quem contrata mão-de-obra fria, sem registro algum.

Eu Sou filho de família pobre, de pequenos agricultores, e não tive muito estudo.
 
Somente consequi completar o 1º grau aos 22 anos e, com dinheiro ganho no meu primeiro emprego, numa indústria de Bento Gonçalves, na serra gaúcha, paguei uma escola técnica de eletromecânica.
 
Cheguei a fazer vestibular e entrar na faculdade, mas nunca terminei o curso de Engenharia Mecânica por falta de tempo.
 
Eu precisava fazer minha empresa crescer.
 
Até hoje me emociono quando vejo alguém se formar.
 
Quis fazer com meus empregados o que gostaria que tivessem feito comigo.
 
A cada ano cresce o valor que invisto em educação porque muitos funcionários já estão chegando à Universidade.
 

O fiscal do INSS acredita que estou sujeito a ações judiciais.

Segundo ele, algum empregado que não receba os valores para educação poderá reclamar uma equiparação salarial com o colega que recebe..
Nunca, desde que existe o programa, um funcionário meu entrou na Justiça.
Todos sabem que estudar é uma opção daqueles que têm vontade de crescer...
E quem tem esse sonho pode realizá-lo porque a empresa oferece essa oportunidade.
O empregado pode estudar o que quiser, mesmo que seja Filosofia, que não teria qualquer aproveitamento prático na nossa Empresa Geremia.

No mínimo, ele trabalhará mais feliz.

Meu sonho de consumo sempre foi uma Mercedes-Benz.
Adiei sua realização várias vezes porque, como cidadão consciente do meu dever social, quis usar meu dinheiro para fazer alguma coisa pelos meus 280 empregados.
Com os valores que gastei no ano passado na educação deles, eu poderia ter comprado Duas Mercedes.
Teria mandado dinheiro para fora do País e não estaria me incomodando com essas leis absurdas .
Mas infelizmente não consigo fazer isso.

Eu sou um teimoso.

No momento em que o modelo de Estado que faz tudo está sendo questionado, cabe uma outra pergunta.
Quem vai fazer no seu lugar?
Até agora, tem sido a iniciativa privada.
Não conheço, felizmente, muitas empresas que tenham recebido o mesmo tratamento que a Geremia recebeu da Previdência por fazer o que é dever do Estado.
As que foram punidas preferiram se calar e, simplesmente, abandonar seus programas educacionais.
Com esse alerta temo desestimular os que ainda não pagam os estudos de seus funcionários.

Não é o meu objetivo.
 
Eu, pelo menos, continuarei ousando ser empresário, a despeito de eventuais crises, e não vou parar de investir no meu patrimônio mais precioso:
 
as pessoas.
 
Eu sou mesmo teimoso!...
 
Não tem jeito...
"No futebol, o Brasil ficou entre os 8 melhores do mundo e todos estão tristes.
Na educação é o 85º e ninguém reclama..."
EU APOIO ESTA TROCA

TROQUE 01 PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES
 

O salário de 344 professores que ensinam é igual
ao de 1 parlamentar que rouba

CORROMPENDO A INFÂNCIA À LUZ DO DIA

FOTO DE MINHA AUTORIA

Corrompendo a infância à luz do dia  

Pais e crianças rejeitam a perversão sexual ensinada numa escola de Minas Gerais. A professora tenta se justificar, afirmando que as crianças propuseram o tema. As alunas, de apenas 10 anos, constrangidas, negam: "é muito feio, e somos muito novas para aprender essas coisas."

"Como se transa?" "O que é sexo anal?" "Como dois homens fazem sexo?" "O que é transexual?" "O que é boquete?" "É possível mais de duas pessoas fazerem sexo?"

Estas são algumas das perguntas do dever de casa dos alunos do 4º ano de uma escola pública de Contagem, Minas Gerais, crianças de 10 anos.
A Sra. Norma Nonata de Aquino, pedagoga da escola, defendeu a professora que passou o dever aos alunos, declarando o que segue:
Nossas crianças, embora tenham 10 anos de idade, são crianças curiosas, já tem acesso a uma série de informações; são crianças que têm influência da mídia, da música, da novela, dos filmes, e trazem consigo as questões ligadas à sexualidade.
Sexualidade foi um tema escolhido pela própria turma, é um tema transversal, é um tema que a escola trabalha com base em orientação do MEC, dos parâmatros curriculares, a escola desenvolveu um trabalho sério, organizado, planejada a partir das questões das próprias crianças.
Comentário do Escola Sem Partido: Se Dona Norma quiser ensinar sua filha de 10 anos o que é e como se faz um boquete, ninguém tem nada com isso, pois o art. 12 da Convenção Americana de Direitos Humanos lhe garante o direito de dar aos seus filhos a educação moral que esteja de acordo com as suas próprias convicções.
Mas ela não pode fazer a mesma coisa com as crianças que estudam na sua escola, pois os pais dessas crianças também têm o direito de dar aos seus filhos a educação moral que esteja de acordo com as suas próprias convicções.
Ocorre que Dona Norma está muito segura do que diz, e não parece nada disposta a mudar de orientação. Nem ela, nem possivelmente a maioria dos seus colegas de profissão, nem o MEC, que, como se sabe, não apenas apoia como incentiva esse tipo de abordagem em sala de aula, não importando a idade dos alunos. 
Portanto, se os pais quiserem exercer o direito que lhes é conferido pelo art. 12 da Convenção Americana de Direitos Humanos, eles precisam acordar. Precisam pedir ao Ministério Público e ao Poder Judiciário que proíbam as escolas de usurpar esse direito. E só há um jeito de impedir tal usurpação: obrigar o MEC e as Secretarias de Educação (1) a varrer todo o conteúdo moral das disciplinas obrigatórias, e (2) a reconhecer expressamente em seus documentos oficiais o direito dos pais de dar aos filhos a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.
Se quiser utilizar o sistema de ensino para promover uma agenda moral, o governo deve criar uma disciplina facultativa, a exemplo do que acontece com o ensino religioso. Conhecendo previamente o conteúdo dessa disciplina, os pais decidirão se querem ou não que seus filhos a frequentem.
Enquanto isso não acontecer, o art. 12 da Convenção Americana de Direitos Humanos será letra morta em nosso país.

 

 

VIOLÊNCIA

NÃO CONSIDERO JUSTIFICAVEL A VIOLÊNCIA, SOU CONTRA E SEMPRE CONSIDEREI QUE NO MOMENTO QUE VOCÊ PARTE PARA A VIOLÊNCIA PERDE A RAZÃO. ENTRETANTO EM ALGUNS CASOS NÓS NORMALMENTE ACREDITAMOS QUE UNS BONS TAPAS PODEM RESOLVER. ESTE É O CASO DA ARBITRAGEM NOS JOGOS DE FUTEBOL NO BRASIL. PARECE QUE MUITOS JUIZES TÊM MESMO QUE LEVAR UMAS BOAS BOLACHAS DE TORCEDORES PARA PARAR DE PREJUDICAR ALGUMAS EQUIPES. NESTE ANO APENAS UM CASO DE ROUBALHEIRA NO FUTEBOL HOUVE PUNIÇÃO FOI NO JOGO ENTRE CORINTHIANS E SANTOS, O JUIZ "ERROU" NO JOGO FAVORAVELMENTE AO SANTOS, CAIU ATÉ A CUPULA DA ARBITRAGEM. UMA SÉRIE DE OUTROS "ERROS" ACONTECERAM, ALGUNS CRASOS, FAVORECERAM O CORINTHIANS, O FLUMINENSE E TANTOS OUTROS E NADA FOI FEITO. PIOR É QUE COLOCARAM ATÉ DOIS JUIZES A MAIS PARA AJUDAR O TRIO PRINCIPAL E NEM ISSO AJUDOU PELO CONTRÁRIO, PARECE QUE HÁ UMA ARMAÇÃO DE RESULTADOS. VEJA O QUE HOUVE LÁ NO EXTERIOR.

TIRO SUBAQUÁTICO

TIRO COM UMA ARMA SUBAQUÁTICA GLOCK. BASTANTE INTERESSANTE E É UMA EXCELENTE ABERTURA DE FILME TIPO 007. 


REFLEXO OU ATENÇÃO?

REFLEXO OU ATENÇÃO. ACREDITO QUE OS DOIS RESULTARAM NESTA DEFESA SENSACIONAL EM UM JOGO DE BAISEBOLEM TORONTO NO CANADA.


A PROTESE DO PT NO SUPREMO

A prótese do PT no Supremo - de autoria de Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza é jornalista e autor de vários livros, entre eles “Meu Nome
não é Johnny”, adaptado para o cinema. Neste blog, trata de grandes temas da
atualidade, com informação e muita opinião principalmente sobre política.



(ÉPOCA – edição 747)


Os ministros do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli

são a prova viva de que a revolução companheira triunfará. Dois advogados
medíocres, cultivados à sombra do poder petista para chegar onde chegaram,
eles ainda poderão render a Luiz Inácio da Silva o Nobel de Química:
possivelmente seja o primeiro caso comprovado de juízes de laboratório. No
julgamento do mensalão, a atuação das duas criaturas do PT vem provar, ao
vivo, que o Brasil não precisa ter a menor inveja do chavismo.

Alguns inocentes chegaram a acreditar que Dias Toffoli se declararia

impedido de votar no processo do mensalão, por ter advogado para o PT
durante anos a fio. Participar do julgamento seria muita cara de pau,
dizia-se nos bastidores. Ora, essa é justamente a especialidade da casa.
Como um sujeito que só chegou à corte suprema para obedecer a um partido
iria, na hora h, abandonar sua missão fisiológica?

A desinibição do companheiro não é pouca. Quando se deu o escândalo do

mensalão, Dias Toffoli era nada menos do que subchefe da assessoria jurídica
de José Dirceu na Casa Civil. Os empréstimos fictícios e contratos fantasmas
pilotados por Marcos Valério, que segundo o processo eram coordenados
exatamente da Casa Civil, estavam portanto sob as barbas bolivarianas de
Dias Toffoli. O ministro está julgando um processo no qual poderia até ser
réu.

A desenvoltura da dupla Lewandowski-Toffoli, com seus cochichos em plenário

e votos certeiros, como na absolvição ao companheiro condenado João Paulo
Cunha, deixariam Hugo Chávez babando de inveja. O ditador democrata da
Venezuela nem precisa disso, mas quem não gostaria de ter em casa juízes de
estimação? A cena dos dois ministros teleguiados conchavando na corte pela
causa petista, como super-heróis partidários debaixo de suas capas pretas,
não deixa dúvidas: é a dupla Batman e Robin do fisiologismo. Santa
desfaçatez.

Já que o aparelhamento das instituições é inevitável, e que um dia seremos

todos julgados por juízes de estrelinha na lapela, será que não dava para o
estado-maior petista dar uma caprichada na escolha dos interventores? Seria
coincidência, ou esses funcionários da revolução têm como pré-requisito a
mediocridade?

Como se sabe, antes da varinha de condão de Dirceu, Dias Toffoli tentou ser

juiz duas vezes em São Paulo e foi reprovado em ambas. Aí sua veia
revolucionária foi descoberta e ele não precisou mais entrar em concursos –
essa instituição pequeno-burguesa que só serve para atrasar os visionários.
Graças ao petismo, Toffoli foi ser procurador no Amapá, e depois de advogar
em campanhas eleitorais do partido alçou voo à Advocacia-Geral da União –
porque lealdade não tem preço e o Estado são eles.

É claro que uma carreira brilhante dessas tinha que acabar no Supremo

Tribunal Federal.

O advogado Lewandowski vivia de empregos na máquina municipal de São

Bernardo do Campo. Aqui, um parêntese: está provado que as máquinas
administrativas loteadas politicamente têm o poder de transformar militantes
medíocres em grandes personalidades nacionais – como comprova a carreira
igualmente impressionante de Dilma Rousseff. Lewandowski virou juiz com uma
mãozinha do doutor Márcio Thomaz Bastos, ex-advogado de Carlinhos Cachoeira, que enxergou o potencial do amigo da família de Marisa Letícia, esposa do bacharel Luiz Inácio.

Desembargador obscuro, sem nenhum acórdão digno de citação em processos

relevantes, Lewandowski reuniu portanto as credenciais exatas para ocupar
uma cadeira na mais alta esfera da Justiça brasileira.

Suas diversas manobras para tumultuar o julgamento do mensalão enchem de

orgulho seus padrinhos. A estratégia de fuzilar o cachorro morto Marcos
Valério, para depois parecer independente ao inocentar o mensaleiro João
Paulo, certamente passará à antologia do Supremo – como um marco da nova
Justiça com prótese partidária.

O julgamento prossegue, e os juízes do PT no STF sabem que o que está em

jogo é a integridade (sic) do esquema de revezamento Lula-Dilma no Planalto.
Dependendo da quantidade de cabeças cortadas, a platéia pode começar a
sentir o cheiro dos subterrâneos da hegemonia petista.

Batman e Robin darão o melhor de si. Olho neles.

O AUTISMO POLÍTICO

O AUTISMO POLÍTICO


Denis Lerrer Rosenfield

            O PT mudou e a sociedade brasileira também. O PT mudou, pois não mais segue os preceitos da “ética na política”, alterando as suas idéias e não mais se preocupando com a moralidade pública. O resultado prático das declarações de alguns de seus dirigentes é o desconhecimento completo de que está acontecendo, uma espécie de “autismo político”. A sociedade brasileira mudou, não mais aceita como antigamente infrações ao princípio da “ética na política”, exigindo dos nossos governantes um comportamento exemplar. Os brasileiros acreditaram no candidato Lula e no seu partido, não mais se satisfazendo, agora, com tergiversações, nem com demagogias.
            Acontece, contudo, que o “autismo político” se manifesta pelo desconhecimento dessa mudança na mentalidade brasileira, que já defende como bandeiras suas a moralidade, a liberdade e a democracia. A opinião pública não se mostra propícia a aventuras, como as que começam a ser propostas pelo agora deputado José Dirceu, por determinadas tendências do PT, pela CUT e por sua base mais claramente revolucionária como o MST. Ao sair da Casa Civil, o Dep. José Dirceu adotou um discurso marxista, baseado na luta de classes, sendo logo seguido por seus crentes, que esbravejaram contra as elites e criaram o fantasmático “golpe”, que estaria se esboçando. Em vez de assumirem suas próprias responsabilidades, adotaram esses dirigentes e grupos políticos uma estratégia de radicalização política, produzindo um bode expiatório, que teria a função de ocultar as mazelas do partido/governo dominante, e criando ainda condições para um populismo que teria como alvo final a política econômica.
            O discurso sobre as elites conservadoras que estariam tramando a instabilidade do governo não deixa de ser engraçado, não fosse trágico na situação atual. As elites, que criaram a instabilidade atual, são constituídas pelo governo atual, pelo PT e pelos partidos aliados. Ou seja, trata-se de uma luta interna ao PT e entre esse e seus aliados. O detonador de todo esse processo, o Dep. Roberto Jefferson era, naquele então, presidente do PTB, interlocutor privilegiado do Presidente Lula e do Ministro José Dirceu, além de outros próceres petistas. Chegou a ganhar um cheque em branco do próprio Presidente Lula e recebia ministros em sua casa. Os por ele denunciados são parlamentares do PP e PL, além da cúpula do próprio PT. As ditas ações desestabilizadoras da elite são do próprio governo e de seus partidos. A esquizofrenia política é galopante. O problema é que ela não é fruto de um comportamento individual, mas de uma coletividade política.
            Acreditava-se, pelo menos formalmente, que o PT teria, pelo menos no Campo Majoritário, feito o luto de idéias marxistas. Ora, o pragmático ex-ministro José Dirceu mostra agora a sua alma cubana. Imediatamente após sua queda, assume um discurso de combate fundado na “luta de classes”. O instrumental explicativo adotado foi o do marxismo, insistindo na divisão radical da sociedade em si mesma, no enfrentamento contínuo, que teria como desenlace a instalação de uma sociedade “socialista”, autoritária, no país. Só faltou combinar com uma boa parte do empresariado nacional, inclusive em setores financeiros, que tem elogiado a política governamental adotada. Luta de quem contra quem? Só se for de um fantasma com outro.
            Mas a imaginação é inesgotável, sobretudo para os que vivem em velhas concepções, embora necessariamente limitada em seu arcabouço. No discurso de posse da nova ministra Dilma Roussef, na Casa Civil, o Dep. José Dirceu a tratou de “camarada de armas”. Referência explicita a uma história comum e implícita aos mesmos objetivos que, por outros meios, continuariam a ser perseguidos. Quando “camaradas de armas” não lutaram, conforme foi afirmado, pela “redemocratização do país”, mas pela instauração de uma sociedade socialista, que teria em Cuba seu exemplo. A democracia não fazia parte de suas propostas, senão como meio para a realização de seus fins. Há uma nítida falsificação da história. Aliás, eles poderiam apresentar documentos de seus grupos guerrilheiros proclamando pela democracia, considerada universalmente, como fim em si mesmo. Seria uma contribuição importante para a historiografia brasileira.
            Se há um golpe em curso, só pode ser o do estelionato eleitoral. Se os responsáveis petistas quiseram dizer isto, estarão eles, na verdade, fazendo uma autocrítica, aliás muito salutar e  necessária. Infelizmente, não parece esse ser o caso. O que está em questão é uma manobra diversionista, que procura culpar o PSDB e o PFL pela crise atual. Ora, esses partidos foram espectadores do acontecido e, como quaisquer partidos, estão se beneficiando de uma situação inusitada há seis meses atrás, quando quase todos davam como certa a reeleição do Presidente Lula. Estão sendo, inclusive, comedidos e responsáveis, não aceitando esse tipo de provocação. O preocupante, contudo, é a ressurgência de cacoetes autoritários, como os que se baseiam nessas pseudo-explicações de “luta de classes”, de “elites” e de “golpe”. O seu correlato é uma espécie de criminalização da oposição, como se essa fosse um inimigo que deveria ser exterminado. Há uma nítida indisposição dessas elites petistas em lidarem com a democracia, com a unidade no dissenso.
            A sua expressão mais imediata é o fortalecimento dos elos do PT com os “movimentos sociais”, leia-se com propostas da esquerda autoritária, que tem na luta contra a economia de mercado e contra a democracia os seus eixos condutores. Assim fazendo, essa reconfiguração do PT miraria na política econômica do próprio governo petista, por ser essa “capitalista” e “neoliberal”. A autofagia se apresenta em toda a sua nudez. E ela, como dizia Nelson Rodrigues, será castigada.


Denis Lerrer Rosenfield

ACIDENTES CINEMATOGRÁFICOS

COMPILAÇÃO DE ACIDENTES EM RALLYS, PARECEM ATÉ CINEMATOGRÁFICOS. VALE ASSISTIR EM TELA CHEIA.

TÁ FICANDO VELHO

 UMA SÉRIE DE IMAGENS QUE CAPTUREI NA INTERNET, SÃO IMAGENS QUE PODEM TRAZER BOAS OU MÁS RECORDAÇÕES, AGORA AQUI PRÁ NÓS, SE VOCÊ CONSEGUIR IDENTIFICAR TODAS... MEU AMIGO, VOCÊ ESTÁ FICANDO VELHO...































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