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Em coletiva de imprensa, o vice-presidente da República, General Hamilton Mourão, deu uma “aula” a respeito da geografia da Amazônia e retrucou jornalistas do Grupo Globo que consideraram que militares na Amazônia e o Governo Bolsonaro teriam apresentado “resultados ruins” no âmbito da preservação do Meio Ambiente.
O general principiou: “Vamos persistir. Persistindo e com resiliência, agindo sobre as causas e não unicamente sobre os efeitos é que vamos atingir nossos objetivos. Qual é o nosso objetivo? Que a lei seja respeitada. Se 80% de uma propriedade tem de estar preservada, esse é o objetivo. Além disso, não pode ter áreas ocupadas irregularmente”
Ademais, Mourão salientou como o Governo Bolsonaro e o Brasil têm uma posição favorável no debate internacional no que concerne à preservação do Meio Ambiente: “A gente não pode olhar o Meio Ambiente pelo viés exclusivo da preservação de território. O Brasil tem 64% do seu território preservado e, na Amazônia, isso é 84%. Diferente de outros países. Essa discussão é o que chamo de entrar na ‘ravina’, quando se entrar em um buraco para discutir. Nós temos uma matriz energética que não queima petróleo nem carvão, 87-88% da matriz é de energia limpa. Só somos responsáveis por 3% das emissões do Mundo. Nós não somos o vilão. Temos um problema relativo à proteção e preservação de nossa floresta, mas os outros países também têm muito coisa ainda a ser cumprida, todos esses itens estão estipulados no Acordo de Paris”.
Neste contexto, o vice-presidente lecionou: “Só o Pará é três vezes o tamanho da Alemanha. Imagine controlar essa amplitude. O município de Altamira, no Pará, é maior que Portugal. Como o prefeito controla esse município, se ele precisa, para se deslocar, ter um avião, helicóptero ou barco? É preciso compreender a ausência de integração. Tem que viver lá em uma daquelas cidades. Não é passar uma semana, é passar dois anos lá, conviver com aquilo e compreender a realidade”.
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