Jornalista Andrade Junior

terça-feira, 24 de setembro de 2019

MP da Liberdade Econômica poderia ser ainda melhor se não fossem deputados "garantistas de direitos"

Felipe Fiamenghi  jornal da Cidade

                    pintura em porcelana foto Andrade Junior
Mesmo após a lambança do Congresso, que vetou partes importantes da medida, a MP DA LIBERDADE ECONÔMICA foi sancionada.
Após os vetos, ainda garante flexibilidade de horários para funcionamento dos comércios; extingue a necessidade de alvará para atividades de baixo risco; desburocratiza a abertura e o fechamento de empresas; fornece segurança jurídica ao patrimônio pessoal do empreendedor; viabiliza que documentos, registros públicos e CTPS sejam mantidos por meios digitais; simplifica o E-Social e, ainda, reduz o poder do Estado, impedindo-o de editar regras que afetem a exploração da atividade econômica ou prejudiquem a concorrência.
Resumindo, abre espaço e dá segurança para que mais pessoas empreendam, garantam seus sustentos e gerem empregos.
Estimativa: A criação de 3,2 MILHÕES DE NOVOS POSTOS DE TRABALHO.
Apenas com a mudança de governo e, consequentemente, de discurso, que gerou mais CONFIANÇA nos investidores, o país registrou a criação de quase MEIO MILHÃO de novos empregos, no primeiro semestre.
Agora, com a nova MP, a estimativa é melhorar ainda mais.
Poderia ter sido um avanço maior, se não fosse a interferência dos Deputados, com a desculpa de "garantir direitos" (leia-se preservar o controle do Estado). Mas, definitivamente, foi um primeiro passo rumo ao "Mais Brasil, Menos Brasília".
Um "respiro" para os sufocados empreendedores brasileiros, que carregam o país nas costas, e o nascimento de novas oportunidades para o trabalhadores, com a criação de mais empregos dignos.
Com certeza, é esse o caminho para o Brasil que queremos!
"Não pode haver liberdade sem liberdade econômica" (THATCHER, Margaret)














extraídaderota2014blogspot 

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