Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Bolsa-ditadura de Dilma: prêmio ao terrorismo

Os Pingos nos Is

Felipe Moura Brasil, Augusto Nunes e José Maria Trindade comentam o apelo da petista por mais dinheiro dos cofres públicos.

Ministros revelam dados ALARMANTES sobre as barragens brasileiras

VERDADE POLITICA

Vale na berlinda

JOSÉ NÊUMANNE PINTO
General Mourão avisa que gabinete de crise de Brumadinho estuda afastamento da diretoria da Vale. Nada mais justo. Afinal de contas, Bolsonaro e Zema não têm culpa nenhuma a purgar por causa do estouro da barragem do Córrego do Feijão, mas agora têm compromisso inarredável contra impunidade dos responsáveis pelo desastre e não terão como escapar de eventual desgaste de imagem caso alguma outra represa repita o incidente de sexta-feira. Não podia ser pior hora para advogado Bermudes responder a tweet sem nexo de Renan com declaração insensível absolutamente imprópria no momento de dor e comoção em que episódio mantém País. Em outro tweet, Renan tentando manter-se à tona para voltar à presidência do Senado, lembrou agonia de Tancredo ao se referir a cirurgia a que presidente foi submetido numa demonstração de cafajestice e falta de caráter.

Ainda tem cara de pau que diz não existir ameaça socialista

Rodrigo Constantino: Jovem Pan News
 Ainda tem cara de pau que diz não existir ameaça socialista



CRÍTICA OU GUERRA?

por Renato Sant’Ana.
 Na relação imprensa versus políticos, é imprescindível que governos sejam criticados e que governantes saibam responder às críticas com boas ações. Mas não se pode confundir “crítica” com “guerra ideológica”. Nem exigir passividade a quem é atacado com truculência.
O que grande parte da mídia vem fazendo nos primeiros dias do novo governo beira a infâmia, revelando um notado propósito de produzir crises e atingir a pessoa do presidente da República. A título de exemplo, faça-se a análise de um caso apenas.
Antes, porém, convém explicitar duas premissas. Uma é que o governo Bolsonaro tem, sim, pontos a serem criticados e, embora qualquer avaliação definitiva em tão curto tempo seja indevida, não é razoável pretender blindá-lo.
Outra é que cidadãos com clara noção de democracia não fazem apologia de governo algum, mas contribuem sempre que possível, inclusive com críticas, para que o governo realize o melhor, tenham ou não votado nele.
Posto isso, é abjeta a forma com que Igor Gielow, colunista da Folha de S. Paulo, se empenha em deslegitimar o governo Bolsonaro. Recorrendo à tática do “sem dizer, dizendo”, ele é só mais um a fazer um terceiro turno de 2018. Pretenderá deseleger o presidente?
Em 23/01/19, sua coluna começa pela desonestidade do título: “Marielle surge no caso Queiroz para assombrar começo do governo Bolsonaro”. Ora, uma afirmação categórica, usada como título, tende a fixar uma “verdade” para o leitor médio, que não se caracteriza pelo salutar cepticismo nem pelo hábito de pesquisar. É na cabeça desse leitor que Gielow se empenha em meter uma suposta ligação entre Bolsonaro e o “caso Marielle”.
E vai em frente: “É portanto irônico que a maior dor de cabeça dessa alvorada de governo (…) esteja se aproximando lentamente de um outro cadáver famoso [o de Marielle]”. Ah, mas ele depois até admite “total desconexão entre o papel dos protagonistas e o enredo”, isto é, entre quem matou Marielle e o entorno do presidente. Mas a ressalva vem só depois de instilar alta dose de veneno!
Ele cuida de teatralizar certa isenção, aludindo a que o espectro de Celso Daniel (morte até hoje não esclarecida) esteve presente durante o governo do PT (os 13 anos “com fracassos e sucessos”, faz ele questão de salientar). E logo diz (sem dizer) que o envolvimento do PT no assassinato de Daniel é “teoria conspiratória”. Será que ele, sobre esse caso, não leu o minucioso relato de José Nêumanne Pinto nem a análise do experiente policial Romeu Tuma Junior?
“Do ponto de vista de imagem”, prossegue Gielow, “a coisa fica particularmente complicada porque Marielle virou um símbolo, dentro e fora do Brasil, de vítima de um país truculento e autoritário que não dá certo, que não protege suas minorias.”
Gielow explora um panorama que a mídia, em vez de alimentar, deveria questionar e transformar, no qual a maior distinção de uma pessoa não é ter alta eficiência, não é a retidão de caráter, mas, isto sim, a qualidade de vítima. O esquerdismo investe nesse quadro, fomentando o vitimismo, dividindo a sociedade e atribuindo um estatuto e um discurso reivindicatório a cada nova categoria de vítima ou “minoria” credenciada (racial, etária, sexual, etc.).
A Marielle Franco que a mídia badala é um símbolo criado para esse fim ideológico e destoa da pessoa real. Marielle não é heroína. Mártir não é. Ela é só mais uma, entre milhares de vítimas. Merece compaixão e, sim, respeito. Só isso. Tudo mais é mistificação. Ao contrário do que a mídia insinua (sem dizer, dizendo), ela não serve de exemplo a ninguém. A Marielle Franco da mídia é ficção ideológica!
Ela é um ícone, um módulo imagético criado para substituir a explicitação de conceitos, driblar o discernimento dos simples e propagar preconceitos. Ao usar seu nome, Igor Gielow apresenta o ícone que, no computador mental dos desavisados, carrega o aplicativo da indignação e ativa sentimentos de injustiça, o que ele pretende colar na imagem do novo governo. Isso é crítica ou guerra ideológica?
Renato Sant’Ana é Psicólogo e Bacharel em Direito.
 

























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"Procure lembrar",

 por Fernando Gabeira
foto Andrade Junior
 De vez em quando, ouço Luiz Melodia, que sempre me apoiou nas campanhas claramente perdidas, antes mesmo do começo. O verso foi escrito num contexto amoroso, no qual os amantes se esquecem do mundo. Infelizmente, não posso seguir o amigo, nesse verso de “Pérola negra”.
Minha tarefa é exatamente procurar lembrar em que ano estamos. Não é fácil. Para quem viveu longamente, muitos anos disputam o lugar de modelo, referência para compreender o que se passa. Pouco servem diante da singularidade de 2019.
A chegada de um novo grupo ao poder trouxe consequências imprevistas. 
O novo chanceler Ernesto Araújo escrever que o aquecimento global é uma invenção do marxismo global.
Não conheci Osvaldo Aranha, embora tenha visitado seu túmulo no Sul. 
Entrevistei, ainda jovem, Augusto Frederico Schmidt, leio constantemente sobre a trajetória de Afonso Arinos, San Tiago Dantas. E há ainda os grandes diplomatas de carreira. Nenhum desses homens, creio, seria capaz de se antepor tão ousadamente às evidências científicas colhidas pela humanidade.
Araújo é um intelectual. Fiquei até agradecido por aconselhar a leitura de Clarice Lispector. Não sei bem o que ela estava fazendo no seu discurso. 
Mas é sinal de bom gosto. A própria Clarice ficaria perplexa como se estivesse diante de um búfalo ou de uma galinha.
Realmente, tenho de me esforçar muito para entender a política ambiental de Bolsonaro. Antes de partir para Davos, aprovou para o Serviço de Florestas um homem que quer liberar a caça de animais silvestres no Brasil.
Esforço-me por entender o universo ético da família do presidente. Flávio Bolsonaro apegou-se ao foro privilegiado para enfrentar denúncias de movimentação financeira atípica. Em seguida, soube-se que ele empregou em seu gabinete a mulher e a mãe de um matador ligado às milícias.
Sua posição sobre as milícias admite que são vantajosas porque expulsam os bandidos. Isso só pode ser entendido na linha do tempo.
A defesa das milícias nos dias de hoje não pode ignorar que controlam o gás, parte do comercio imobiliário, do transporte coletivo e até do tráfico de drogas. E matam muito.
O tempo torna mais aceitável a posição de Flávio. O desconcertante é que a mulher e a mãe do bandido trabalharam até 2018 no seu gabinete. E isso num período em que ele já estava na cadeia.
Minha perplexidade aumentou com o decreto de Mourão autorizando funcionários de segundo escalão a classificar os documentos como secretos. O projeto deles, com apoio da maioria, era o de combater a corrupção. O decreto enfraquece precisamente a melhor arma contra esse crime: a transparência.
Qualquer movimento de volta à opacidade serve apenas para levantar suspeitas de concentração de poder. Ou de riqueza. A história recente no Brasil deixou nas mãos da sociedade escaldada pelo menos um instrumento de defesa, que é a transparência.
O fato de haver muitos militares no governo para mim não tem conotação negativa. Considero-os uma força moderadora. Mas qualquer recuo na transparência fica parecendo um enfoque militarizado do governo.
Mourão afirmou que o decreto já estava pronto no governo Temer. 
Levamos anos discutindo essa lei de acesso. Se o decreto tinha mesmo uma justificava racional, por que não discuti-lo?
Estou muito velho para ficar desapontado, reclamando de governos. Mas nem tanto para iniciar um leve combate agora que estou com a carteira praticamente vencida.
Por que conciliar com a ignorância humana que pode arruinar nossos recursos naturais? Por que aceitar um recuo na lei da transparência que ajudei a construir na Câmara?
Espero que os eleitores de Bolsonaro não fiquem muito zangados. Nada contra eles. O que penso sobre milícias, transparência e aquecimento global não depende tanto de eleições. A ideia não é conhecer a verdade e se libertar através dela? A minha é essa: milicianos são criminosos, o planeta está se aquecendo, e não há nada mais suspeito do que golpear a transparência.

O Globo





















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segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

ALEXANDRE GARCIA DETONA APROVEITADORES DA TRAGÉDIA DE BRUMADINHO E BASTIDORES DA CIRURGIA DE BOLSONARO

NOTICIAS POLITICAS BR
ALEXANDRE GARCIA DETONA APROVEITADORES DA TRAGÉDIA DE BRUMADINHO E BASTIDORES DA CIRURGIA DE BOLSONARO

Cadeia para a direção da Vale

| #MarcoAntonioVilla  Jovem Pan News
Para Marco Antonio Villa, cadeia para a direção da Vale.

“Caso Brumadinho é um CRI-ME de proporções gigantescas”

Morning show Caio Coppolla:
Caio Coppolla: “Caso Brumadinho é um CRI-ME de proporções gigantescas”

Barragem rompeu porque a Vale retomou a atividade da mina, mesmo sem ter licença

Carlos Newton
Aos poucos, a verdade vai surgindo sobre o rompimento das barragens da empresa Vale S/A em Brumadinho, cujo enredo é muito pior do que se imaginava e envolve a proteção ambiental do Parque Estadual da Serra do Rola-Moça. Abrangendo áreas dos municípios de Belo Horizonte, Nova Lima, Ibirité e Brumadinho, é o terceiro maior parque em área urbana do país, abrigando mananciais que são indispensáveis ao abastecimento de água a Belo Horizonte e a municípios vizinhos.
A criminosa tragédia não ocorreu por mera coincidência e tudo começou no dia 19 de novembro, quando o Conselho Consultivo do Parque Estadual da Serra do Rola-Moça se reuniu para decidir sobre licenciamento para atividades de mineração nessa importantíssima reserva ambiental. E adivinhem qual foi o resultado?…
APROVAÇÃO – Por expressiva maioria, o Conselho Consultivo votou a favor da operação de três mineradoras nessas áreas protegidas por legislação ambiental, na região de Casa Branca/Brumadinho. Duas solicitações se referiam a jazidas na chamada “zona de amortecimento do Parque” – as minas “Córrego do Feijão”, da Vale, e “Jangada”, também da Vale, em associação com a MBR (Minerações Brasileiras Reunidas). E a terceira licença era em pleno Parque Rola Moça – a mina “Casa Branca”, da MGB (Mineração Geral do Brasil).
Além de pretender minerar numa área de proteção ambiental, o projeto da MGB prevê a abertura de uma estrada, em meio ao parque, a fim de escoar sua produção, vejam a que ponto de desfaçatez empresarial chegamos…
REAÇÃO DO MP – Como era de se esperar, o Ministério Público de Minas Gerais, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Brumadinho e da Coordenadoria Regional das Promotorias de Justiça do Meio Ambiente das Bacias dos Rios das Velhas e Paraopeba, recomendou ao diretor-geral do Instituto Estadual de Florestas (IEF), no dia 17 de dezembro, que não concedesse ou expedisse – ou que anulasse, caso já tivesse concedido ou expedido – qualquer autorização para atividades minerárias ou de transporte de minério projetadas para ocorrer dentro dos limites do Parque Estadual do Rola Moça, citando especificamente a empresa Mineração Geral do Brasil S/A.
Segundo a Recomendação, assinada pelos promotores de Justiça William Garcia Pinto Coelho e Francisco Chaves Generoso, o Parque Estadual da Serra do Rola Moça “consolida Unidade de Conservação de Proteção Integral, onde são possíveis apenas ações relacionadas a pesquisas científicas e ao desenvolvimento de atividades de educação e interpretação ambiental, de recreação em contato com a natureza e de turismo ecológico, não sendo permitidas atividades minerárias ou quaisquer outras que comprometam a integridade dos atributos que justificam a sua proteção”.
VALE DESCUMPRIU – A empresa Vale já tinha se adiantado e apresentara pedido de licença para reabrir a mineração no córrego do Feijão e reaproveitar os rejeitos do minério. E a Secretaria Estadual do Meio Ambiente, no dia 11 de dezembro, aprovou a licença por 8 votos a 1., mas com reservas – a Vale não poderia reativar a mineração antes de resolver as pendências existentes.
É inacreditável, mas rigorosamente verdadeiro. Na certeza da impunidade, o presidente da empresa, Fábio Schartzman mandou reativar a mina antes de cumprir as exigências, embora o representante do Ibama na Secretaria do Meio Ambiente tivesse advertido para o altíssimo risco de rompimento da barragem.
Portanto, Schartzman está mentindo ao afirmar que a mina estava desativada. Ao contrário, na verdade a atividade de mineração tinha sido reativada, com centenas de trabalhadores atuando no local, e foi justamente isso que causou o rompimento da barragem, cujos rejeitos estavam sendo revolvidos para reaproveitamento do minério.
UM CRIMINOSO – Não resta dúvida de que o executivo Fábio Schartzman é um criminoso vulgar e merece ser preso, conforme sugere a advogada Rosângela Moro, mulher do ministro da Justiça. Se a mina estava desativada desde 2015, o que explicaria a presença de centenas de trabalhadores da Vale, inclusive terceirizados, e eram tantos que 300 deles estão desaparecidos? Se a mina estava desativada, como alega Schartzman, como justificar no local a presença de uma médica especializada em Medicina do Trabalho, a doutora Marcelle Porto Cangussu, a primeira vítima a ser identificada?

O presidente da Vale está mentindo para não se tornar réu confesso, porque a licença para retomar a atividade da mina ainda não estava valendo. E se Shartzman continuar impune, é sinal de que nada mudou, este país continua o mesmo e as promessas anunciadas por Jair Bolsonaro eram apenas mais uma farsa. E nós não merecemos isso. Exigimos ter um governo decente, do qual nos orgulhemos. É um direito da cidadania.























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OS CHIFRES DA GAZELA

por Alexandre Garcia
 A manchete do jornal do último domingo gritava: “Mercado da bala, uma disputa de R$12 bilhões”. O título não poderia ser mais opinativo. Como boa parte dos meios de informação, o jornal demonstrava estar contra o direito de autodefesa das pessoas e a favor de dar tranquilidade aos bandidos. Insegurança para os leitores e audiência; segurança para os que forem assaltar suas casas e lojas. A mesma mídia que fez barulho contra o decreto que ampliou a validade do registro de arma, fingiu não ter lido o decreto que, além disso estabeleceu que arma deve ficar inacessível a menores de idade e mentalmente incapazes, o que o Exército já exigia. O resto ficou igual. Comprar quatro armas? Você já podia registrar duas na Polícia Federal e duas no Exército.
Na verdade, o “mercado da bala” é o mercado da autodefesa e certamente será bem menor que o mercado que forma o arsenal dos bandidos, sem pagar impostos, gerando, sim balas, inclusive as perdidas, que matam crianças e pessoas dormindo em casa. O parágrafo único do primeiro artigo da nossa Constituição, diz que todo poder emana do povo. Pois desde 2003 se sente, com o Estatuto do Desarmamento, a vontade de usurpar, do povo, o poder da posse de arma, que representa o direito natural da autodefesa e da defesa de sua família e seus bens. A arma em casa ou na empresa é a primeira linha de defesa contra invasão de bandido. Depois, e nas ruas, é com a polícia.
Na vigência do Estatuto, os homicídios só aumentaram, e deram mais segurança aos assaltantes de residências, lojas e propriedades rurais, confiados de que não haverá resistência. O referendo de 2005 vetou a proibição do comércio de armas, na proporção de dois em cada três eleitores. Os governos fingiram desconhecer a vontade do povo. No Rio Grande do Sul, com a tradição de ser a primeira linha de defesa da Pátria, 80% foram favoráveis às armas, no referendo. Até o Exército mantém essa cultura: 90% dos blindados do Brasil estão no Comando Militar do Sul.
Armas de fogo, como carros, não matam; é a violência humana que mata – com faca, pau, pedra, veneno, arma de fogo. Por que querem a população desarmada, impotente na defesa de seu direito à vida, propriedade e liberdade? Na Venezuela, em Cuba, na Alemanha de Hitler, foi assim. Tiranos – bandidos ou ditadores – dominam se não houver resistência. Como lembrou o “presidente virtual” dos Estados Unidos, Bill Whittle: se o leopardo ataca a gazela, não deve ela usar os chifres para se proteger? Ou devemos cortar-lhe os chifres?

* Publicado originalmente no facebook do autor, em https://www.facebook.com/alexandregarciaoficial/




























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"Por que os estados quebraram?",

 por Samuel Pessôa
         FOTO ANDRADE JUNIOR
Excelente coluna de Ribamar Oliveira no Valor de quinta-feira passada (24) descreve o papel dos TCEs (Tribunais de Contas Estaduais) no processo de acobertamento dos gastos dos estados.


Os TCEs foram cúmplices das Secretarias da Fazenda estaduais quando aprovaram contas com manobras contábeis que permitiram que despesas com aposentadorias, pensões e com IRPF fossem excluídas dos gastos com pessoal.
Em vários casos —por exemplo, Rio Grande do Norte e Minas Gerais—, quando a contabilidade passou a ser feita da forma correta, o gasto com pessoal pulou de 50% da RCL (Receita Corrente Líquida) para 70% aproximadamente. A LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal) estabelece que esse gasto não pode superar 60% da RCL.
Mas há outro motivo para o desastre dos estados. As instituições fiscais construídas no segundo mandato do governo Fernando Henrique Cardoso atribuíam à STN (Secretaria do Tesouro Nacional) poder de enquadrar os estados.
Os estados não emitem títulos e, para se endividar, precisam da aprovação da STN. Caso contrário, o custo do empréstimo será proibitivo. A STN, para conceder avais, pode obrigar os estados a ajustar suas estatísticas ao estabelecido pelo manual da STN.
Nossas instituições fiscais deixam a tutela da estabilidade macroeconômica nas mãos do Executivo nacional, e o agente que tem o poder de controlar as contas estaduais, bem como os instrumentos para fazê-lo, é a STN.
A economia política de nossa democracia é muito clara: se há desorganização na política macroeconômica —inflação, crise, perda de confiança, aumento da percepção de risco e elevação da taxa de desemprego—, o Executivo nacional e seu partido político são responsabilizados pelo eleitorado.
Vale lembrar que a hiperinflação brasileira no final do governo Sarney foi produzida pela desorganização das contas dos estados.
As instituições fiscais do segundo mandato de FHC incorporaram esse aprendizado. A LRF e a renegociação das dívidas com a União amarraram as mãos dos estados, e todo o espaço de discricionariedade da política fiscal ficou sob a tutela da STN.
De fato, o PT foi severamente punido pela crise: a presidente Dilma Rousseff foi impedida, o partido foi muito mal na eleição municipal de 2016 e houve transição política para um governo de direita. Nossas instituições funcionaram.
Mas qual teria sido a motivação do governo petista para promover a desorganização fiscal que está na raiz da crise econômica que tanto o puniu?
Minha resposta a essa questão é que os gestores petistas —a presidente Dilma, o ministro Mantega e o secretário do Tesouro Arno— não entendiam os impactos da política fiscal sobre a economia.
Em razão da forma como a teoria de Keynes foi absorvida pelo pensamento heterodoxo brasileiro —o que meu colega AlexSchwartsman chama de keynesianismo de quermesse—, há nesse grupo exagerado otimismo quanto ao impacto do gasto público na geração de crescimento econômico e, consequentemente, na queda do endividamento do governo.
Esse otimismo fez com que a STN deixasse de exercer o papel de zelar pela higidez fiscal dos estados. Fechou os olhos à deterioração das contas estaduais ao longo do período de 2008 até 2014. Entre 2012 e 2014, a STN liberou mais de R$ 100 bilhões em avais aos estados.
O entendimento equivocado sobre o funcionamento da economia —uma questão positiva e não normativa— semeou nosso desastre fiscal, que foi um dos elementos essenciais da profunda crise que vivemos.
Samuel Pessôa
Pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia (FGV) e sócio da consultoria Reliance. É doutor em economia pela USP

Folha de São Paulo













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"O primeiro gol tem de vir antes do segundo",

por Bolívar Lamounier
O título deste artigo é um lugar-comum a que os locutores esportivos recorrem quando lhes ocorre apontar que um dos times contendores está se deixando levar pelo açodamento. Correria não adianta, tem de ser um gol de cada vez.
Tal advertência é igualmente importante, mas nem sempre observada, na política. Exceção à regra, o economista Alexandre Schwartsman tem insistido nela em suas palestras e seus artigos. O Brasil - diz ele - defronta-se com duas agendas, uma urgente e uma importante. Urgente é o conjunto de desafios que o governo Bolsonaro terá de vencer, de um jeito ou de outro, desde logo o ajuste fiscal (que inclui a reforma da Previdência). É o primeiro gol, sem o qual não haverá o segundo.
Se o primeiro ficar para o quatriênio seguinte, estaremos no mato sem cachorro, e assim sucessivamente, num mato cada vez pior, até que um dia nem teremos como pensar na agenda “importante”. Esta, diz Schwartsman, são os megaproblemas que nos esperam no médio prazo - 15 ou 20 anos, digamos; um mar de terrores que poderá até pôr em risco nossa existência como entidade nacional autônoma. Não precisamos esforçar-nos muito para trazer alguns exemplos à mente. Nosso descalabro educacional (o ministro Vélez Rodríguez está nos devendo um pronunciamento mais substancioso a esse respeito), meio ambiente e saneamento (que o ministro Ricardo Salles tem tratado com propriedade, mas por enquanto não lhe ocorreu que o saneamento é um problema gravíssimo até nos bairros ditos “nobres” da maior cidade da América do Sul). Desenvolvimento da média e pequena empresas - ou alguém acha que ficando na rabeira da China conseguiremos resolver nossos problemas de desemprego e criar uma classe média robusta? Nesse particular, alvíssaras, Joaquim Levy, presidente do BNDES, começou a solfejar a música que queríamos ouvir.
O problema é que temos pela frente dois formidáveis empecilhos, que afetam tanto a agenda urgente como a importante.
O primeiro é uma decorrência direta da radicalização política dos últimos anos e, em particular, do clima de “prende, mata e esfola” que emprestou seu sinistro colorido à campanha presidencial. As sequelas ainda estão aí, à vista de todos. Tenderão a se diluir, claro, a não ser que sejamos mesmo um país de lunáticos. E a consequência, enquanto não se diluem, é que a capacidade do atual governo de mobilizar a opinião, dramatizando a urgência da agenda urgente, permanece num patamar modesto. 
Não estou propondo fazer o segundo gol antes do primeiro. Estou é dizendo que, forçado a superar rapidamente os entraves que já estão aí, bem configurados, o governo enfrentará dificuldades tanto maiores quanto menor for sua capacidade de convencimento. Com o passar do tempo, percebendo que ele não é a fera que todos imaginavam, o Congresso o encostará na parede. Mostrará a planilha que o nosso “presidencialismo de coalizão” sempre soube elaborar com extremo esmero. Pior ainda, o corporativismo - aquela miríade de grupos de interesse que só se dispõe a conversar com uma faca nos dentes - reativará seus acampamentos em Brasília.
E aqui chegamos ao segundo problema. Por enquanto, o governo vem pecando por uma baixa capacidade de convencimento. Mas o pior é que os grupos sociais situados entre os 15% ou 20% de mais alta renda e escolaridade raramente refletem sobre as questões apontadas. Sabem que elas existem, mas não contribuem para a governabilidade, ou seja, para a mobilização da opinião, para um adequado balizamento das forças políticas, em busca da indispensável convergência. Não se impressionam quando alguém lhes diz que o nosso médio prazo pode se transformar num circo de horrores; dão de ombros, simplesmente. Individualmente, cada um retruca: “Tal hipótese pode até se concretizar, mas não me atingirá, os outros que se cuidem”. Ou seja, nossa elite cultiva um individualismo tosco, inconcebível para uma pessoa que tenha tentado se informar sobre o que aconteceu em outros países, em diferentes momentos da História.
De onde provém esse individualismo ingênuo? Ora, por quem sois, do fato de Deus ser brasileiro. Sim, essa deve ser uma parte da história. Da circunstância de não convivermos continuamente com temperaturas extremas, vulcões, tsunamis, etc. Mais importante, porém, é termos conseguido consolidar rapidamente nossa unidade territorial, ao contrário, por exemplo, da Alemanha e da Itália, que só conseguiram estabelecê-la meio século depois de nós. Do fato, também, de que para consolidá-la e formar um mercado nacional não tivemos de encarar uma das guerras proporcionalmente mais sangrentas da História, como a guerra civil norte-americana de 1861-1865.
O fato é que nossa elite, além de indiferente ao destino coletivo de nosso país, e profundamente ignorante a respeito dos retrocessos e tragédias vividos por nosso país, aninhou-se gostosamente nas dobras do Estado, deleitando-se com suas volumosas tetas.
Sim, lá atrás, Deus nos deu uma mãozinha. Mas nossa elite precisa lembrar que os Estados Unidos, por exemplo, não obstante a já referida guerra civil, fizeram a partir de 1860 uma das mais espetaculares revoluções educacionais de que temos notícia, por meio dos land-grant colleges (universidades voltadas para o desenvolvimento tecnológico, construídas pelos Estados em terras doadas pela União). Que o Japão, graças à restauração da dinastia Meiji, fez em 20 anos reformas muito mais drásticas do que essas que temos estado a discutir há não sei quantos anos. E que a Alemanha, hors-concours quanto à corrupção na administração pública durante o século 18, transformou-se durante o século 19 no modelo de profissionalismo cantado em prosa e verso pelo nunca assaz louvado Max Weber, o maior dos sociólogos.
* SÓCIO-DIRETOR DA AUGURIUM CONSULTORIA, É MEMBRO DAS ACADEMIAS PAULISTA DE LETRAS E BRASILEIRA DE CIÊNCIAS

O Estado de São Paulo































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Tragédias - "As consequências vêm sempre ... depois", ensinou o Conselheiro Acácio

TOMAZ FILHO
O estouro de nova barragem em Minas Gerais só surpreende os incautos.

'Privatizada' no governo FHC, a Vale continuou no cabresto do Estado.

Lembram quando o celerado Luiz Inácio Lula da Silva, então presidente da República e hoje preso como ladrão maior da Lava Jato, obrigou a mineradora a trocar o presidente Roger Agnelli, em 2009?

Sabe quando isso, ocorreria num país sério?

Nunca!

Os quatro governos Lula-Dilma deixaram cicatrizes que levarão décadas para sumirem(?).

E não apenas pela corrupção. A incompetência andava de mãos dadas com a corrupção.

Tudo sob a conivência e a cumplicidade do Supremo Tribunal Federal, da Ordem dos Advogados do Brasil, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil... da Imprensa... e do eleitor, que reelegeu Lula mesmo após o Mensalão e, mais tarde, elegeu e reelegeu Dilma Rousseff.

O eleitor mandou o Petrolão às favas!

Mais tarde, o eleitor fez mea-culpa e mandou Dilma, Lula e mais um monte de escroques para o lixo da história.

Da Imprensa? Claro! Notem o tratamento dispensado a Lula.

Da mesma forma que chama o terrorista Cesare Battisti de 'ativista', continua chamando o celerado chefe da organização criminosa de 'ex-presidente'.

Criminosos são Marcola e Beira Mar. Que, em última análise, fizeram muito menos mal ao Brasil do que o petista e sua gangue.

Antes mesmo de completar 30 dias na presidência da República, Bolsonaro sofre um ataque da mídia - leia-se, TV Globo, Folha, Veja, O Globo, Estadão... - sem precedente na história.

A imprensa se expõe como viúva da organização criminosa do Lula.

Se a dupla medonha Lula-Dilma fez o que fez na Petrobras, nos fundos de pensão, no BNDES... imaginem o que deixou de fazer na fiscalização de barragens?

O país esteve literalmente sob domínio de uma organização criminosa!

Lula, Dirceu, Palocci, Dilma, Gushiken, Gabrielli, Mantega, Pimentel,... Afora os puxadinhos...

"As consequências vêm sempre ... depois", ensinou o Conselheiro Acácio.


Em tempo: A Folha de São Paulo de 8 de junho de 1999 revela que "o BNDES, gestor das privatizações federais, foi individualmente a instituição que mais colocou dinheiro nas operações de vendas de estatais, seja como financiador ou comprador direto.

O banco investiu US$ 6,041 bilhões, 9,65% dos US$ 62,564 bilhões aplicados até agora pela União e Estados. Os fundos de pensão entraram com 9,55% (US$ 5,974 bilhões), e o Banco do Brasil, com 2,03% (US$ 1,270 bilhão), completando a participação total do Estado de 21,2% (US$ 13,285 bilhões).

Segundo o BNDES, na média, seus financiamentos diretos às privatizações, feitos com recursos captados no exterior, foram a juros formados pela variação de uma "cesta" de moedas estrangeiras, mais 5% ao ano".












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domingo, 27 de janeiro de 2019

Reporter faz General Heleno se irritar durante entrevista

DIVERSIDADES É AQUI
Reporter fez perguntas repetitivas e deixou General Heleno irritado em entrevista.

A culpa de Dilma em Brumadinho

JOSÉ NÊUMANNE PINTO
Reproduzi neste meu vídeo de hoje recados lúcidos e oportunos que recebi de duas amigas, a escritora Ieda Lima e a deputada estadual paulista do PSL Janaína Paschoal, sobre o arrombamento da represa do córrego do Feijão, em Minas. A inscrita Elisa Cysne lembrou o ominoso incêndio do Museu Nacional. E o inscrito Michel Átila me alertou para o cinismo de Dilma, que, a pretexto de liberar FGTS para vítimas, deu à Vale chance de se livrar da punição penal, ao considerar arrombamento de represa "acidente natural". Assim, ela cometeu, aliás, sincericídio que lembra muito outro, que resultou na Operação Lava Jato. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará. CLIQUE NO LINK ABAIXO E ASSISTA O VÍDEO
https://www.youtube.com/watch?v=k_ojQygliIE

Injustiça Monstruosa

Olavo de Carvalho -

Olavo de Carvalho - Injustiça Monstruosa


ntrevista com Sérgio Moro - Brasil e o Crime Organizado

FOLHA DO BRASIL
Sérgio Moro, Ministro da Justiça e Segurança Pública do Governo Bolsonaro, participa da discussão no Fórum Econômico Mundial em Davos, sob o tema: Into the Dark: Globalized Crime.

'PT na crise venezuelana',

por Ruy Fabiano
A tragédia venezuelana – hoje no epicentro de uma crise geopolítica mundial – tem as digitais do PT.
Não fosse o apoio explícito dado pelo partido, ao tempo em que presidia o Brasil – e dispunha de meios para sustentar política e financeiramente aquele aliado -, o regime não teria ido tão longe.
Além de subir nos palanques de Chavez e Maduro, Lula disponibilizou a ambos o esquema de propinas das empreiteiras, de que se valia internamente, para garantir sucessivas reeleições daqueles governantes – sem esquecer, claro, dos cofres do BNDES.
Hoje, o partido condena o gesto do governo Bolsonaro de não reconhecimento do novo mandato de Maduro, acusando-o de intromissão em assuntos internos do país. Mas foi exatamente isso que o PT mais fez ao longo de seus quatro mandatos na presidência.
A autodeterminação dos povos só é observada pelo partido quando se trata de defender aliados em situação adversa. A própria presidente do partido, Gleisi Hoffmann, não teve qualquer escrúpulo em pedir, na TV Al Jazeera, socorro aos árabes para libertar Lula.
José Dirceu e o comando petista ameaçaram reiteradamente recorrer (e o fizeram) às cortes internacionais para tentar evitar o impeachment de Dilma Roussef e a prisão de Lula. Fracassaram.
Não hesitaram também em ir à ONU obter de um sub-subcomitê de direitos humanos uma declaração, sem qualquer validade jurídica ou significação (já que se tratava de um órgão assessor, sem poder deliberativo), postulando que Lula, mesmo preso e condenado em segundo grau, fosse candidato a presidente.
Mas as digitais não são apenas do PT. Toda a esquerda a ele aliada – PcdoB, PSB, PDT, PSol – subscreveu esse apoio. O próprio Ciro Gomes, na campanha, sustentou que a Venezuela é democrática.
Não há, pois, exagero em afirmar que era aquele o rumo que o país tomaria se o PT tivesse vencido as eleições presidenciais.
Se aquele governo é democrático e o daqui ditatorial, como dizem os petistas, estamos diante de políticos que padecem, no mínimo, de disfunção cognitiva. Veem o mundo pelo avesso.
É o mesmo pessoal que diz que o Estado é laico, mas vai pedir ajuda ao Papa quando a barra pesa para seu lado.
O agravamento da crise venezuelana, agora em patamar mais explosivo, por envolver potências antagônicas, aprofundará o descrédito interno da esquerda, que paralelamente continuará a prestar contas à Lava Jato. Seu contencioso não se esgotou. Os sobreviventes terão de partir do zero e refundar-se.
Prevê-se um realinhamento partidário, ao tempo em que o país terá de lidar com uma agenda complexa e inadiável, que envolve reformas tais como a da Previdência, da legislação penal, do Estado e as privatizações. O ano político costuma começar depois do carnaval, mas desta feita o precedeu e prenuncia grande agitação.
Ruy Fabiano é jornalista

Com Blog do Noblat, Veja































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