quinta-feira, 1 de outubro de 2020
GOLS DESTA QUARTA FEIRA 30/09/2020
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LANCES FUTEBOL
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Biden intrometido, ameaçador, invasor da soberania brasileira
ALEXANDRE GARCIA
Biden intrometido, ameaçador, invasor da soberania brasileira
No desmoralizante fim de carreira de José Serra, empreiteiro revela propina "adiantada" de 5 milhões
Jornal da Cidade
As máscaras estão se espatifando...
O conteúdo de uma delação premiada vazado nesta terça-feira (29) é desmoralizante para o ex-governador José Serra e para o ex-ministro Aloysio Nunes.
O empreiteiro Dario de Queiroz Galvão Filho, da Galvão Engenharia, afirmou em depoimento ao Ministério Público Federal que acertou o pagamento de 5 milhões de reais em propina num encontro com o ex-ministro Aloysio Nunes, do PSDB, durante as eleições de 2006.
Serra na época era candidato a governador.
A importância milionária teria sido paga com a promessa de retorno em contratos públicos na gestão tucana.
O encontro entre Galvão e Aloysio Nunes para o acerto da ‘propina’ teria acontecido no restaurante Fasano, no dia 16 de maio de 2006.
Um segundo encontro que fechou o acerto teria tido a participação do próprio José Serra.
Neste encontro, Galvão Filho afirma que Aloysio explicou a Serra que a empreiteira pagaria os 5 milhões de reais para a campanha “em razão de seu interesse em participar de obras do futuro e eventual governo”.
Segundo a denúncia do MPF, o empreiteiro recebeu “aceno positivo de Serra”.
Noutras palavras, foi ‘propina’ paga de maneira adiantada.
PUBLICADAEMhttp://rota2014.blogspot.com/2020/09/no-desmoralizante-fim-de-carreira-de.html
"A esquerda segue corrompendo a linguagem: O 'politicamente correto' é uma mordaça ideológica",
escreve Carlos Alberto Chaves Pessoa Júnior - Professor
“(...) A questão é que tal processo de enriquecimento vocabular é realizado todos os dias, de modo natural, por falantes de uma língua e, em seguida, dada certos critérios objetivos (lingüísticos e gramaticais), o novo vocábulo pode passar pelo processo de gramatização e dicionarização, podendo ser usado, inclusive, na escrita formal, segundo a norma culta (...). Palavras trazem significados, idéias e formas de definir a realidade, e a escolha (inclinação) de certas palavras em detrimento de outras revela como uma sociedade , em linha geral, percebe a si mesma e o mundo ao redor ( comunidade local x comunidade global).”
“Como processo natural, todo o tratado antes é bem vindo, mas quando uma ideologia utiliza a esfera política para forçar a eliminação do uso de certas palavras, e conseqüentemente os significados que há nelas (idéias e percepções de mundo), para endossar o uso de outras, o diálogo com o contraditório é impossibilitado.”
A língua portuguesa, como qualquer outra língua viva, evolui, muda e se adapta, recebe influências de outras culturas, ganhando novas palavras, modificando a semântica de outras, alterando a ortografia de seu vocabulário e a pronúncia dos vocábulos. Não falamos e tampouco escrevemos como nossos avós e bisavós, da mesma forma que, certamente, o português dos nossos netos e bisnetos será distinto do nosso.
A língua possui variações, embora a língua portuguesa seja presente em Portugal e Brasil, há diferenças perceptíveis a nível fonético e vocabular, por exemplo. Nem precisamos ir tão longe, há diferença no português falado no nordeste e em São Paulo.
Assim como é rica a natureza humana e plural suas formas de expressão, assim, obviamente, também é a língua.
O que a esquerda busca, todavia, é controlar e nortear indivíduos através da linguagem. Controlar a linguagem é o meio para impedir que idéias e conceitos sejam expressos e debatidos.
O escritor israelense Amós Óz , em entrevista para o jornal digital GaúchaZH, disse algo pertinente:
“Eu sou um escritor, trabalho com palavras todos os dias, do mesmo modo que um carpinteiro trabalha com a madeira ou um pedreiro com tijolos. Assim, eu sinto uma responsabilidade para com a linguagem. Penso que muitos dos maiores males deste mundo começam com a corrupção da linguagem, e é meu dever gritar a cada vez que vejo alguém usando uma linguagem contaminada. Quando algumas pessoas chamam outras de "estrangeiros indesejáveis", "elementos negativos", "câncer social" ou "parasitas", sei que é sempre aí que começam a violência, a perseguição e a crueldade.”
O politicamente correto é uma mordaça ideológica e um crime contra a liberdade de expressão. A cultura do cancelamento é uma busca por silenciar o outro e relegar sua existência ao esquecimento. Reeducação nada mais é que obrigar alguém a aceitar toda sorte de mentiras, desinformação e podridão ideológica.
Agora surge um novo termo para ser colocado em todo individuo que não compactua com a agenda globalista e socialista: Ultraconservador; ser ultraconservador é não querer servir de capacho para uma ideologia genocida.
Através do termo, socialistas buscam tornar a existência de seus opositores em algo digno de suspeita e medo. Querem tratar quem não acredita no socialismo como criminoso.
O Presidente Donald Trump indicou a juíza Amy Coney Barrett para a Suprema Corte dos EUA por possuir uma carreira sólida e conhecimento notável, ademais de ser uma conservadora. Uma mulher que não defende o ativismo judicial e que não se dobra perante o movimento homossexual e feminista.
Um de seus filhos biológicos tem síndrome de Down, mas quando soube, através de exame pré-natal, ela decidiu não abortar seu bebê, um crime para grande parte do movimento feminista. Ela não acredita na cultura de privilégios que é defendida ferozmente pelo movimento LGBTI+, um ato horrendo para aqueles que desejam tornar o estado seu banco e babá.
O escritor Walter Williams, professor honorário de economia da George Mason University, em artigo publicado para o instituto Mises, Atos imorais começam pela corrupção da linguagem, afirma:
“Um dos mais ardilosos truques criados pelos defensores de políticas socialistas e intervencionistas foi o de recorrer a expressões aparentemente nobres utilizadas para conferir uma aura de legitimidade moral a atos essencialmente maléficos.”
Matar uma criança, especialmente com crueldade e barbárie, é ato insano e criminoso, mas denomine de aborto e direito reprodutivo da mulher que tudo será tratado com a maior naturalidade.
Prender cidadãos inocentes é absurdo, mas basta dizer que foi para garantir o bem-estar do coletivo, para proteger a sociedade do novo coronavírus (COVID-19), e a ação será vista sem muitas ressalvas.
Perseguir a imprensa é ato ditatorial e inquisitorial, contudo se for por “Fake News”, nada é mais honroso e justo.
Um homem pedir para uma criança tocar seu corpo nu é pedofilia, agora, se for pela arte, é algo a ser aplaudido.
O politicamente correto é um câncer que deve ser combatido todos os dias. Típico de homens e mulheres covardes e mimados que querem falar tudo que pensam sem respeitar o direito de resposta do outro.
Ofender, humilhar, perseguir, caluniar, insultar e agredir fisicamente e verbalmente o outro nunca foi tão fácil; Basta dizer que foi contra um conservador.
Em busca de “Um Mundo Melhor” tudo é válido, até mesmo perder a própria humanidade, convertendo-se em mero marionete no jogo politico e ideológico.
“O politicamente correto nada mais é do que uma ferramenta criada para intimidar e restringir a liberdade de expressão. Ao proibir a livre manifestação de idéias a respeito de uma miríade de assuntos, o politicamente correto funciona como uma linha de montagem mecanizada, cujo objetivo é padronizar e homogeneizar as idéias dos indivíduos, fazendo-os pensar e agir sempre de modo uniforme.”
“Para o politicamente correto, um debate aberto e sem censura, além de ofensivo para as minorias, é também subversivo, inflamatório e gerador de discórdias, devendo por isso ser censurado.” (Julian Adorney, diretor de marketing da Peacekeeper. Artigo O politicamente correto ataca um direito humano básico: a liberdade de pensamento e de expressão, publicado pelo Instituto Mises Brasil.)
PUBLICADAEMhttp://rota2014.blogspot.com/2020/09/a-esquerda-segue-corrompendo-linguagem.html
quarta-feira, 30 de setembro de 2020
Eleitor poderá justificar ausência nas eleições pelo aplicativo do TSE
e-Título será atualizado e evitará que seja necessário comparecimento a sessões ou a sedes da Justiça eleitoral durante a pandemia
Roberta Ramos, Revista Oeste
Os eleitores que não estiverem na cidade em que votam nos dias marcados para as eleições deste ano — a saber, 15 e 29 de novembro — vão poder justificar a ausência pelo e-Título, aplicativo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A atualização do app que permitirá a medida ocorrerá nesta terça-feira, 30.
Com isso, os eleitores não precisarão comparecer às sessões eleitorais nos dias das votações, e nas nas sedes da Justiça eleitoral depois, para explicar o motivo pelo qual não votaram, podendo fazê-lo pelo celular.
A medida foi tomada como forma de evitar aglomerações nesses locais durante a pandemia.
Quem não votar tem até 60 dias após a data do pleito para justificar a ausência.
PUBLICADAEMhttp://rota2014.blogspot.com/2020/09/eleitor-podera-justificar-ausencia-nas.html
BOLSONARO COLOCA ESQUERDISTA BIDEN EM SEU DEVIDO LUGAR
Apoiador do terrorista Antifas, Biden recebe dura resposta de Bolsonaro ao ofender o Brasil
Blog República de Curitiba
No debate entre Donald Trump e Joe Biden, na noite desta última terça-feira (29), o representante da esquerda americano citou o Brasil durante o tópico sobre as mudanças climáticas.
Biden falou em doar dinheiro ao país para que pare de “queimar a amazônia”, e ainda ameaçou:
“A floresta tropical do Brasil está sendo derrubada, arrancada. Aquela floresta absorve mais carbono do que todo o carbono emitido pelos Estados Unidos. Eu reuniria vários países, levantaria 20 bilhões de dólares, e diria: ‘Aqui estão 20 bilhões de dólares, parem de desmatar a floresta’”, disse.
“E, se não pararem [com as queimadas], terão consequências econômicas significativas [sanções]”, completou.
Apoiador do terrorista Antifas, Biden, em acelerados processo de caducidade, perdeu ótima oportunidade de continuar em silêncio.
Logo após após a declaração de Biden, o assessor especial do presidente Jair Bolsonaro para Assuntos Internacionais realizou uma publicação no Twitter.
“Nenhum dinheiro do mundo pode comprar nossa liberdade e nossa soberania. Boa noite a todos!”, escreveu Filipe Martins.
Em seguida o presidente Jair Bolsonaro se pronunciou e deu uma dura resposta ao candidato democraca:
“O candidato à presidência dos EUA, Joe Biden, disse ontem que poderia nos pagar U$ 20 bilhões para pararmos de “destruir” a Amazônia ou nos imporia sérias restrições econômicas. O que alguns ainda não entenderam é que o Brasil mudou. Hoje, seu Presidente, diferentemente da esquerda, não mais aceita subornos, criminosas demarcações ou infundadas ameaças. NOSSA SOBERANIA É INEGOCIÁVEL”, escreveu.
“Meu governo está realizando ações sem precedentes para proteger a Amazônia. Cooperação dos EUA é bem-vinda, inclusive para projetos de investimento sustentável que criem emprego digno para a população amazônica, tal como tenho conversado com o Presidente Trump”, disse.
“A cobiça de alguns países sobre a Amazônia é uma realidade. Contudo, a externação por alguém que disputa o comando de seu país sinaliza claramente abrir mão de uma convivência cordial e profícua. Custo entender, como chefe de Estado que reabriu plenamente a sua diplomacia com os Estados Unidos, depois de décadas de governos hostis, tão desastrosa e gratuita declaração. – Lamentável, Sr. Joe Biden, sob todos os aspectos, lamentável.”, finalizou o mandatário brasileiro.
publicadaemhttp://rota2014.blogspot.com/2020/09/apoiador-do-terrorista-antifas-biden.html
Guedes nega uso de precatórios para financiamento do Renda Cidadã - Como se trata de uma despesa permanente, terá que ser coberta por uma receita permanente
Reuters
O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quarta-feira que nunca foi proposta da equipe econômica romper teto ou financiar programas de forma equivocada, em referência ao direcionamento de recursos para o Renda Cidadã com a limitação ao pagamento de precatórios.
Em coletiva de imprensa, Guedes afirmou que seu time está estudando como fazer a fusão de 27 programas que já existem como forma de consolidar um programa de transferência de renda mais robusto, que represente uma aterrissagem após o fim do auxílio emergencial neste ano.
Ele frisou que, como se trata de uma despesa permanente, terá que ser coberta por uma receita permanente.
Segundo Guedes, o governo está avaliando o comportamento das despesas com precatórios porque entende que elas têm apresentado crescimento “galopante”, mas negou que ela seja uma solução para um programa de transferência de renda.
O ministro também reiterou a intenção de promover a desoneração da folha de pagamento, que descreveu como “mais cruel e mais imundo” dos impostos, mas não falou sobre como bancar a investida.
“Queremos desonerar para todos e para sempre, não só para quem tem lobby em Brasília e por mais um ano apenas”, afirmou ele.
publicadaemhttp://rota2014.blogspot.com/2020/09/guedes-nega-uso-de-precatorios-para.html
Diante de jornalista que escreveu livro sobre "tormenta com Bolsonaro", Mourão não perdoa (vídeo)
Jornal da Cidade
Durante o programa Direto ao Ponto, da Jovem Pan, o vice-presidente da República, general Hamilton Mourão, finalmente teve um encontro com a jornalista Thaís Oyama.
Oyama escreveu um livro chamado: “Tormenta - O governo Bolsonaro: crises, intrigas e segredos”, onde afirma que existe dentro do Governo uma “instabilidade” entre Mourão e o presidente Jair Bolsonaro.
O general, questionado pelo jornalista Guilherme Fiuza sobre o assunto, não perdeu a oportunidade e 'alfinetou' a jornalista:
“Fiuza: - Houve uma crise, que não foram verdadeiramente crises, mas se colocou que houvesse uma cisão entre o presidente e o vice...
Mourão: - Fizeram até um livro a respeito [disso]!”
Desajeitada, Thaís esboçou um sorriso amarelo, mas permaneceu muda...
Mourão ainda prosseguiu e acabou de vez com as falácias sobre possíveis “rusgas” entre ele e o presidente.
Segundo o general, dentro de si existe um conceito chamado “lealdade”.
“Isso é um ponto de honra para mim”, afirmou.
Confira:
clique no link abaixo e assista a entrevista na integra
GOLS DESTA TERÇA FEIRA 29/09/2020
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Um dia mau para corruptos e bom para cães e gatos
ALEXANDRE GARCIA
Um dia mau para corruptos e bom para cães e gatos
O definhamento absoluto da lógica esquerdista e o caso dos trainees da Magalu
MARCO ANGELI FULL
Não que tenham sido algum dia lá muito apegados à verdade ou à lógica, mas agora as abandonam de vez, em um surto psicótico causado pela sobrevivência inesperada do presidente que odeiam.
Facada, covid, nada resolveu.
Bolsonaro sobrevive.
E os impede de retornar ao poder, exercido, como é de conhecimento geral, para pilhar, mentir e realizar furtos crônicos na grana pública, grana do povo.
O caso recente do Magazine Luiza, promovendo um programa de trainees apenas para negros, é sintomático dessa situação.
Sob o açucarado mote da inclusão social, na realidade aumentam ainda mais os abismos sociais.
E alimentam o racismo.
Cumprem seu papel: gerar polêmica barata.
Nada de novo, se lembrarmos da deprimente exposição de ‘arte’ do Santander, o Queer Museum, ou da mulher com baratas no meio das pernas nas ruas de São Paulo.
Empresas e artistas canhotos seguem o apito do chefe, o execrável criminoso Lula da Silva, e sua cartilha de divisão social.
Aprendida, diga-se de passagem, com o mestre comunista FHC.
Dividir, dividir, é o lema.
Alimentar a pobreza se mostrando em comerciais como pai dos pobres ou colocando negros contra brancos se declarando a favor de inclusão... não importa.
Tudo vale, nessa ótica alienada que vai desmoronando.
Assim, a reação esquerdóide à crítica - por exemplo - da deputada Bia Kicis contra o racismo da tal Magalu é mais do mesmo.
E pior: a interpretação esquerdóide dos fatos é às avessas, acusando quem os expõe - no caso a deputada - do próprio racismo estratégico que praticam faceiramente.
Distantes da realidade, obcecados pelos privilégios que perdem a cada dia, não são capazes de entender o país em que vivem hoje, depois de 2018.
E jamais entenderão.
Porque não tem competência para isso.
E estão acostumados a um mundo em que vagabundos são recompensados pela indolência e amigos do rei de araque podem tudo.
Esse tempo já era.
Por isso, o desespero.
Não vai resolver nada, está ficando pequeno para eles.
Os bons tempos da mamata de Lula e Dilma acabaram.
O Brasil mudou.
Em 2022, essa constatação será evidente.
Bolsonaro será reeleito.
PUBLICADAEMhttp://rota2014.blogspot.com/2020/09/o-definhamento-absoluto-da-logica.html
AMY: A BOMBA DE TRUMP
por Harley Wanzeller.
Era de se esperar. Mal iniciaram os rumores da possibilidade de nomeação da juíza Amy Coney Barret para a cadeira da Suprema Corte Norte-americana, a extrema mídia entrou em ação com suas adjetivações de praxe, sendo a mais previsível delas - e démodé se é que podemos assim dizer - a de "ultraconservadora". De fato, Amy é conservadora e esta foi, sem dúvida, a qualidade que definiu o perfil a ser eleito para compor o vazio deixado pela juíza Ruth Bader Ginsburg - progressista em atos, palavras e julgamentos. Numa coisa a mídia vermelha acertou: a vacância da juíza Ruth Ginsburg foi um terremoto. Uma bomba inesperada caída sobre seu colo, impossível de desarmar e que, nas mãos de um especialista do campo inimigo, poderia gerar danos incalculáveis e irreparáveis.
Para o azar da esquerda, essa foi a exata conjuntura que se desenhou. E para um conservador, que roga e prima pelo divino, coincidências não existem, mas providências sim.
O presidente Donald Trump tomou a decisão e mostrou a correção da medida, elegendo o que era necessário para a retomada do Estado de Direito na América, primando pela diretriz do rule of law. Mas a sagacidade e inteligência do mandatário americano não fica exposta somente pelas opções jurídicas, mas pela rapidez e precisão da ação em momentos de crise. Isso mostra que por trás de cada decisão, há trabalho de inteligência e planejamento estratégico com cenários muito bem definidos para qualquer situação que venha a ocorrer. E por isso, ele consegue sair bem das crises e, provavelmente, será reeleito.
Sobre a reeleição de Trump, me permito por um momento fazer um exercício de futurologia, com pitada de torcida. E creio, por tantas providências que têm ocorrido, que esta será mais uma. Por outro lado, gostaria de crer que, acompanhadas dessas providências, outras pudessem baixar os trópicos e desembarcar no Planalto Central. E quais providências seriam estas? Bom. Em minha opinião, uma delas seria receber o episódio como aprendizagem. Ainda há tempo.
Em meu tempo como magistrado, e apaixonado pelo tema constitucional, debrucei-me por alguns anos sobre o debate das reformas necessárias para a implantação do real Estado de Direito no Brasil, onde a lei seja, de fato, materializada na vida dos cidadãos e não venha como mera ficção jurídica quase antagônica à realidade, em certas circunstâncias. Na verdade, o relativismo jurídico proposto pelo ativismo exacerbado (entre eles, o judicial) acabou instalando um estado de insegurança jurídica tal que fica difícil para qualquer cidadão não constatar, a olho nu, o desrespeito à Constituição onde quer que possamos ir. Mas esse é um assunto para outro momento.
Chamo atenção aqui para um fato. Nesta caminhada, refleti que o presidente eleito em 2018, se reeleito, teria a oportunidade de mudar o cenário da Suprema Corte Brasileira. Isso porque, em um primeiro mandato, poderá indicar 02 ministros, e em eventual segundo mandato (caso reeleito) mais 02 ministros, se tivermos por base o critério de aposentação compulsória instituído pela Constituição. Em 08 anos, seriam 04 nomes de 11 indicados, potencialmente - em caso de reeleição - por um único presidente.
Assim, para que pudéssemos retomar o rumo do Estado de Direito, onde a letra da lei prevaleça sobre o ativismo, qual seria o perfil de ministro capaz de atingir aos anseios da população que clamou por mudança de rumos nas últimas eleições, inclusive lançando duras críticas ao sistema normativo? Em minha opinião, já dividida há anos com muitos dos colegas, seria este: 1- um (a) magistrado (a) de carreira; 2- um (a) magistrado (a) conservador (a), de hábitos e princípios provados; 3- um (a) magistrado (a) de pouca idade, que tenha perspectiva de longa vida na Suprema Corte. Entendo que estas três características somadas conseguiriam cumprir com o perfil ideal ao cargo, considerando que uma pessoa da carreira da magistratura tenha a vocação e aptidão natas ao julgamento, tendo sido testada em diversas ocasiões quanto à própria competência no exercício do ofício, e sendo ela conservadora provada em diversas ocasiões (a partir não só de trabalhos e opiniões públicas como de vivência também - pois lembrem-se: o conservador, antes do discurso, pratica o conservadorismo, sendo forjado na vida doméstica, laboral, religiosa, social, etc), bastaria ser de pouca idade para que pudesse ter tempo para realizar, junto às futuras gerações, um trabalho capaz de fincar raízes no sistema jurídico.
Nunca conversei com Trump. E como falamos em minha terra: "quem sou eu na fila do pão"? Mas o presidente americano fez exatamente isso!
Amy Coney Barret tem 48 anos, e serve como juíza na 7a Corte de Apelações. Poderia descrever aqui o currículo da nova Justice e ressaltar que além da formação jurídica extensa, sendo professora de matérias como direito processual civil e direito constitucional, ainda tem proficiência nas áreas de literatura inglesa e artes. Mas dois fatos especiais chamam a atenção. Amy trabalhou diretamente com ninguém menos que Justice Anthonin Scalia (conservador que deixa saudades) e é mãe de 07 filhos, que têm idades entre 08 e 19 anos. Inclusive, no discurso de apresentação da nova Justice, o Presidente Trump ressaltou este fato e lembrou que a Suprema Corte Americana recebia naquele momento a primeira mulher mãe de criança em idade escolar na história dos EUA. E agradeceu, gentilmente, aos filhos presentes por dividirem sua mãe com a América.
Em suas primeiras palavras, Amy foi econômica mas, como boa conservadora, foi grata a quem muito lhe ensinou - Antonin Scalia. Ressaltou o aprendizado que teve sobre a capacidade de divergir e, ao mesmo tempo, aproximar-se do outro, respeitando-o. Além disso, declarou paixão ao seu país e a Constituição Americana e, como era de se esperar, assumiu o compromisso público de primazia da lei e rechaço ao ativismo judicial, com a consequente retomada dos rumos do rule of law.
Bingo! A bomba explodiu. Seus efeitos serão sentidos por muito tempo e honrarão o trabalho dos founding fathers. Tudo porque o especialista estava preparado para a coincidência. Ou para a providência.
Que tenhamos especialistas. E se não tivermos, que ao menos tenhamos pessoas humildes para aprender com eles.
A receita está dada.
publicadaemhttp://www.puggina.org/artigo/convidados/amy-a-bomba-de-trump/17254







































































