Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

As traições de Marina. Bem que avisei!

APÓIO AÉCIO PRESIDENTE 45

Comentário de Julio Severo:
Por conta de uma "revelação", alguns grupos neopentecostais estão tratando Marina como se tivessem sido hipnotizados por um messianismo, como se Marina fosse a escolhida de Deus para ser presidente do Brasil. Marina pode ser incoerente em muitas questões importantes para os cristãos, mas Deus nunca é. Deus não tem parte na Teologia da Libertação, já defendida por Marina como o “evangelho vivo” (http://bit.ly/GL9Pfm).

Marina é a candidata de Leonardo Boff, Caio Fábio e Valnice Milhomens. Exatamente 20 anos atrás, no falido programa de TV “Pare & Pense,” Caio e Valnice estavam apresentando Lula para o público evangélico. Agora é Marina… É preciso realmente um dom de revelação para saber o final dessa novela? A trama de Caio no antigo programa era de fato aproximar Lula dos evangélicos, mas Valnice, com todas as suas revelações, foi incapaz de enxergar a trama.

Se Marina for de fato a escolha de Deus para ser presidente, conforme querem Boff, Caio e Valnice, então Marina fará sua traição mais importante: ela dará um chute na Teologia da Libertação e em todos os militantes esquerdistas — especialmente seu vice, Beto Albuquerque, um falso católico que, segundo Revolta Brasil, é um defensor do aborto e da agenda gay — que fazem cara de nojo quando ela tenta assumir uma postura ética, cristã e verdadeira contra o aborto e a agenda gay.

Sem isso, o messianismo que vem crescendo com base em revelações não passa de messianismo sustentado por sentimentalismo religioso. Não é a primeira vez que isso acontece na história humana. E os resultados são sempre desastrosos. A Bíblia não nos manda engolir revelações e profecias, mas primeiramente avaliar e julgá-las (cf. 1 Co 14:29). Leia agora o artigo de Dener. Não sei se ele é a favor da Dilma, do Aécio ou do Obama — nenhum dos quais apoio. Só sei que, neste artigo, ele disse verdades que precisam de nossa atenção.

Em 2003, ainda no começo do governo do presidente Lula eu, que ainda não era jornalista, dei uma entrevista para o Estadão na qual afirmava categoricamente: “não confio na Marina Silva nem para cuidar do meu jardim”. Clique aqui para conferir. Confirmei minhas palavras no discurso que proferi na ONU ao receber de Kofi Annan o prêmio das Nações Unidas para o Meio Ambiente. Os petistas se arrepiaram, reclamaram e me criticaram. Não deu outra: se arrependeram. Em 2010, quando o Partido Verde aceitou a bancar a candidatura de Marina para presidência da República, novamente eu avisei em diversas oportunidades, que eles estavam dando um tiro no próprio pé. Fui criticado e esculhambado por algumas lideranças do PV. Não deu outra: eles também se arrependeram.
Quando Eduardo Campos oficializou a candidatura de Marina Silva como vice em sua chapa eu não perdi a oportunidade. Novamente afirmei em entrevistas e artigos que o PSB iria se arrepender. E, mais uma vez, não deu outra: Marina, além de não transferir votos, ainda criou uma série de dificuldades políticas para Eduardo, levando seu nome a patinar entre 10% do eleitorado. Não fosse sua trágica morte, ele sairia da eleição muito menor que entrou. E grande parte da culpa teria o sobrenome Silva.
Seria eu um implicante sem razão contra Marina Silva ou será que Deus me concedeu o dom da adivinhação? Nem uma coisa, nem outra. Sou apenas um pragmático, que não dá asas a paixões avassaladoras de momento e nem me deixo levar pelas emoções de ocasião. E assim penso que deva ser cada brasileiro que tenha consciência sobre a sua responsabilidade de decidir o destino do país.
Marina Silva foi ministra de Lula por oito anos e “abandonou” o governo quando percebeu que seu ego se apequenava diante do crescimento da influência da então também ministra Dilma Rousseff. O Planalto estava pequeno demais para as duas. Também deixou o Partido Verde ao perceber que a legenda não se dobraria tão fácil a sua sede de poder. Eduardo Campos sentiu o amargo sabor de Marina ao ver alianças importantes escorrerem por entre seus dedos. Marina atrapalhou, e muito, sua candidatura. Isso é um fato que nem o mais bobo líder do PSB pode negar.

Marina está fadada a trairO grande ego é o pai da traição. Quem se sente um predestinado e prioriza o culto a personalidade tem medo da discordância, da crítica. É esse medo que gera uma neutralidade perigosa e falsa. E a neutralidade é a mãe da traição. Seres humanos com grandes egos quase sempre se posicionam entre o conforto de “lavar as mãos” e o silêncio covarde de suas convicções.

Marina Silva é assim. Simples assim.
Nas últimas eleições presidenciais Marina ficou NEUTRA. Alguém se lembra?
Ao contrário do que desejavam seus milhões de eleitores – que ansiavam por uma indicação, uma orientação ou um caminho – Marina calou-se. Não apoiou Dilma e nem Serra. Com medo de decidir, declarou-se neutra. E ajudou a eleger Dilma.
Claro, não se espera de um político uma sinceridade absoluta, mas pelo menos transparência em algumas das suas convicções básicas. Isso Marina não faz. E quem não o faz assume o destino da traição. Vejamos:
a)      Se eleita, Marina Silva irá mudar o atual Código Florestal?
SIM (trairá o agronegócio)
NÃO (trairá os ambientalistas)
b)      Se eleita, Marina Silva irá abandonar os investimentos no Pré-sal e passará a investir em fontes alternativas para a matriz energética?
SIM (trairá a Petrobrás e seus parceiros)
NÃO (trairá os ambientalistas)
c)       Se eleita, Marina Silva irá interromper a construção de Belo Monte?
SIM (trairá os empresários)
NÃO (trairá os ambientalistas)
d)      Se eleita, Marina Silva irá apoiar o casamento gay?
SIM (trairá os evangélicos)
NÃO (trairá os movimentos sociais)
e)      Se eleita, Marina Silva será contra a pesquisa de células tronco?
SIM (trairá os pesquisadores e a academia)
NÃO (trairá os evangélicos)
f)      Se não for ao segundo turno, Marina repetirá sua posição de 2010?
SIM (trairá a oposição)
NÃO (trairá a si mesma)
Essas são apenas algumas perguntas que Marina Silva não responderá. Ou o fará por meio de respostas dúbias e escamoteadoras, bem ao seu estilo. No final, ninguém saberá realmente o que ela pensa. Sob pressão, ela jogará a responsabilidade para a platéia e sacará de seu xale sagrado a carta mágica: FAREMOS UM PLEBISCITO!  Esse é o estilo Marina de ser. E esse é o tipo de comando que pode levar o Brasil ao encontro de um cenário de incertezas e retrocessos. O que ela fala – ou melhor – o que ela não fala hoje, será cobrado no Congresso Nacional caso venha a se eleger. Como Marina negociará com a bancada ruralista? Com a bancada religiosa?
Você, caro leitor, vai arriscar?
FONTE AVERDADESUFOCADA

Marina Silva no poder

#juntosvamosmudarbrasilia

A eventual consagração de Marina Silva como presidente da República significará o passo final para o caos, pois a possibilidade de governança ou governabilidade tende a desaparecer. 
A boutade de Abílio Diniz, o empresário que aderiu de mala e cuia ao PT, vem muito a calhar aqui: “o país não é ingovernável, mas é ‘ingerenciável’.” Esse tem sido o resultado das sucessivas administrações esquerdistas, desde 1985. Os governos Lula e Dilma aprofundaram a transformação do Estado, de tal sorte que se criou sua incapacidade gerencial, de gerenciar-se a si mesmo e de prover os serviços públicos que dele o povo espera.
Não é à toa que a inflação está voltando forte, irresistível, inexorável. Os desequilíbrios governamentais sempre se transformam, com o passar dos dias, na peste inflacionária. Podemos ver o fenômeno a olhos vistos, no Brasil, que virou um grande laboratório a céu aberto. É possível ver o que está predito por economistas sensatos quando os governos saem dos seus próprios sapatos e crescem além da conta.
Da mesma forma, a notícia sobre o encolhimento rápido das expectativas do crescimento do PIB confirma o estrago que o ímpeto petista fez sobre a realidade social e econômica brasileira. A desordem parece tomar conta de tudo e, quanto mais o faz, mais vemos o governo querendo governar tudo. Mas como o governo é “ingerenciável”, então a desordem é a consequência natural dessa expansão estatal. Puro movimento irracional.
A diferença entre os governos Lula e Dilma é que o ex-metalúrgico conseguiu se manter dentro dos parâmetros da realidade, mesmo “avançando” na agenda socialista. Já Dilma Rousseff foi mais ideológica e programática, mais “pura”, dando as costas para a realidade. O efeito econômico foi imediato e devastador, a combinação de inflação com recessão, conforme previsto nos manuais de economia. O caráter não gerenciável do mastodôntico estado se impôs com vigor. O Brasil é a Casa da Mãe Joana.
É nesse contexto que estamos, às vésperas das eleições. A parte mais consciente do eleitorado, que esperava que Aécio Neves pudesse ser o nome para tirar o PT da Presidência, parece que se frustrou. O acidente que vitimou Eduardo Campos matou a candidatura de Aécio Neves, fazendo surgir a estrela ascendente de Marina Silva. O que esperar dela governando?
Antes, é preciso registrar aqui que Marina Silva é uma história particular de sucesso, que tem em si o sorriso da Roda da Fortuna. Maquiavel, homem renascentista, falou dela no famoso O Príncipe. O avião poderia tê-la matado também, mas os deuses foram com ela generosos. A Fortuna foi duplamente favorável: deu-lhe a vida e a oportunidade de ganhar, de forma sensacional, a Presidência da República.
Não se pode subestimar alguém assim bafejado pela sorte. Todos achavam que ela estava fora do palco e eis que ela retornou para vencer, provavelmente. Marina tem a favor de si o recall da última eleição, tem uma boa imagem junto à opinião pública e tem mantido sua “pureza” ideológica intacta. Como o eleitorado brasileiro está amestrado para as causas esquerdistas, Marina Silva passou a representar a possibilidade de avanço em relação ao PT. Atropelou Aécio Neves.
Nisso consiste a principal contradição de Marina Silva, se eleita: a impossibilidade de governar bem. Não se pode governar o país sem a acomodação com o Centrão, os interesses estabelecidos e a própria realidade ela mesma. Todavia, como ela é “sonhática”, ou seja, “pura”, terá grandes dificuldades para se compor com o Congresso Nacional, do qual dependerá para todas as decisões relevantes. O Congresso Nacional reúne as chamadas “forças vivas da Nação”.
Uma única medida anunciada por ela, a de carimbar 10% da verba orçamentária para a saúde, mostra o tamanho do despreparo da candidata. O Estado não tem que gerenciar apenas a saúde, mas também suas funções outras, inclusive a educação, que também tem sua gorda verba carimbada, e diplomacia, defesa, justiça, etc. Promessas deste tipo não são exequíveis, embora fáceis de falar no palanque, sob aplausos dos eleitores desavisados. Essas promessas pressupõem que as demais funções deverão encolher pela transferência de recursos orçamentários.
Os carimbadores de verbas orçamentárias pensam assim transferir para as outras funções do Estado a dureza da lei da escassez, mas é um equívoco: a realidade sempre se imporá, dando a proporção correta na alocação dos recursos. Um governante sensato jamais poderia se comprometer com tamanha parvoíce, mas em se falando de “sonháticos” tudo se pode esperar.
A eventual consagração de Marina Silva como presidente da República significará o passo final para o caos, pois a possibilidade de governança ou governabilidade tende a desaparecer. Um presidente da República precisa governar para todos os brasileiros e não apenas para sua corriola política. Tem que ter grandeza, ao menos um verniz de estadista, mínimo que seja.
A mensagem que Marina Silva passa é essa, a de que de “governável, mas ingerenciável” o Brasil finalmente será “ingovernável e ingerenciável”. Há o perigo de se contemplar perigosamente o fundo do abismo trazido pelo caos. Em um cenário assim, tudo pode acontecer, além da elevação inflação e da queda do PIB.

O QUE SERÁ DELES SE DILMA NÃO FOR REELEITA ?

apóio Rodrigo Delmasso deputado Distrital 19123
Que país é este? Repassem, pois muitos não sabem...
Esses são apenas alguns...
Ai não estão os filhos dos “donos” desse país e outros. 
No Brasil, uma nova maneira de governar foi criada. Em Brasília, há passe livre para os egressos dos movimentos sindicais, principalmente se forem ligados ao PT. Para essas pessoas parece que as portas são mais largas e os caminhos menos sinuosos. Criou-se na capital federal a casta dos integrantes da República sindical brasileira. "Nunca antes na historia desse País" tantos ex-dirigentes sindicais ocuparam postos chaves no destino da Nação Brasileira. É sobre essas pessoas, o que faziam e o que estão fazendo agora que nós iremos falar.

Os privilegiados: 

Jair Meneguelli - torneiro mecânico e ex-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC? Alguém lembra dele. Pois bem, ele sumiu. Fomos procurá-lo. Sabe onde o encontramos? Hoje ele se encontra em Brasília. É Presidente do Conselho Nacional do Sesi e comanda um orçamento de R$ 34.000.000,00. Salário atual: R$ 25.000,00. Salário anterior (no tempo de sindicalista) R$ 1.671,61.
Heiguiberto Navarro - ex-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. Encontramos também. Sabe onde? Em Brasília. Sabe o que ele faz hoje? É assessor do Secretário Nacional de Estudos e Políticas da Presidência da República. Gostaram do nome? Salário atual: R$ 6.396,00. É ele quem articula os eventos do Presidente Lula quando ocorrem fora do Palácio do Planalto. Recordando, ele é ferramenteiro e na época tinha um salário de R$ 1.671,61.

João Vacari Neto - bancário, ex-presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo. Também o encontramos. Adivinhe onde? Brasília? Certa a resposta! O que ele faz atualmente? É membro do Conselho Nacional de Itaipu. Ajuda a decidir sobre a alocação do orçamento de Itaipu, cerca de R$ 4.500.000.000, 00. Salário R$ 13.000,00. Antes o seu salário era de R$ 4.909,20. É o cara do Bancoop que sumiu com o dinheiro dos bancários que compraram apartamento e não tem moradia até hoje, quase todos os prédios são esqueletos abandonados e pasmem, o Lula que nunca foi bancário tem uma cobertura triplex de frente para o mar no Guarujá. Claro que esse prédio será concluído e quem serão os seus vizinhos? E o edifício está longe de parecer um Cingapura ou Cohab.

Paulo Okamoto - fresador, ex-tesoureiro da CUT. Está sumido do noticiário, mas nós o encontramos. Sabe onde? Em Brasília? Certa a resposta! O que ele faz hoje? Presidente do SEBRAE. Salário R$ 25.000,00. Comanda um orçamento de R$1.800.000.000,00. Salário anterior, quando era pobre: R$ 1.671,61. E que mesmo estando com 8 (oito!) anos de idade em 1964, hoje é um dos felizardos que recebe "aposentadoria especial", como 'Anistiado político'. Esse é o que pagava as contas do Lula de seu bolso, como a dívida que este tinha com o PT e ele Paulo Okamoto pagou a dívida que Lula tinha com o partido dos trabalhadores.
Luis Marinho - pintor de veículos - ex-presidente da CUT. Lembram dele? Um doce para quem disser onde fomos encontrá-lo. Em Brasília? Certa a resposta. Estou devendo um doce para milhões de pessoas. O que é que ele está fazendo? Virou Ministro da Previdência Social. Salário R$ 8.363,80. Comanda um orçamento de R$ 191.000.000. 000,00. Anteriormente o seu salário era de R$ 1.620,40.

Wilson Santarosa - operador de transferência e estocagem, presidente do Sindicato dos Petroleiros de Campinas. Está no Rio de Janeiro. É gerente de comunicação da Petrobrás e membro do Conselho Deliberativo da Petros. Salário atual R$ 39.000,00 comanda um orçamento de R$ 250.000.000, 00. Salário anterior era de R$ 3.590,90.

João Antonio Felício - professor de Desenho e História da Arte e ex-presidente da CUT. É outro que está no Rio de Janeiro. É atualmente membro do conselho do BNDES, salário R$ 3.600,00 por reunião da qual participa, com direito a transporte, hospedagem mais ajuda de custo. É um dos responsáveis pela aprovação do orçamento do BNDES de R$ 65.000.000.000, 00. Tem sob sua responsabilidade opinar sobre sua destinação e acompanhar a execução. Salário anterior R$ 1.590,00.

Sergio Rosa - escriturário e ex-presidente da Confederação Nacional dos Bancários. Também se encontra em Brasília. É atual presidente do Previ, Fundo de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil. Salário atual de R$ 15.000,00. Comanda um orçamento de cerca de R$ 106.000.000, 00. Salário anterior R$ 4.500,00.

José Eduardo Dutra - geólogo, ex-presidente do Sindiminas de Sergipe, atual Sindipetro. Hoje, graças a Deus, se encontra em Brasília, onde é presidente da BR Distribuidora, com um mísero salário de R$ 44.000,00. Comandou,entre 2008 a 2012,um orçamento de R$2.600.000.000,00. Salário anterior era de R$10.000,00

Wagner Pinheiros - analista de investimentos. Diretor da Federação dos Bancários de São Paulo. É outro que faz parte da Nova República. É presidente da Petros, Fundo de Pensão dos Funcionários da Petrobrás. Salário atual apenas R$ 44.000,00. Comanda um patrimônio de R$ 32.400.000.000, 00. Salário anterior: R$ 5.232,29. É bom frisar que o salário anterior era o salário percebido como dirigente sindical.
Como se não bastasse esses que aqui foram citados, outros estão lá, levados que foram pela força do voto popular. Vide casos: 
Vicentinho, professor Luizinho, João Paulo Cunha e outros menos ou mais cotados. Num País onde vivenciamos a cada instante a falta de empregos e de oportunidades, mesmo para aqueles que lutaram e conseguiram fazer um curso superior, tivemos oportunidade de ver como para determinadas pessoas os caminhos são menos íngremes e as oportunidades parecem bater-lhes às portas. O momento é de reflexão. É esta a Republica que nós queremos? A República que nós queremos nós a construiremos com o nosso trabalho, com as nossas atitudes e com o nosso voto. Queremos as oportunidades como um direito de todos e não como um privilégio, como monopólio de uns poucos.

Acorda Povo!!! Antes que seja tarde, dê um basta!!! A mentira e o engodo correm soltos, não podemos ver um discípulo de Fidel (fuzilou seus oponentes e seus seguidores para se perpetuar no poder) e de Stalin (que matou 40 milhões de russos, seu próprio povo, fuzilou o exército aliado polonês) arruinando uma nação que vai levar 200 anos para se reorganizar, infestada de desiludidos bêbados e mafiosos como é a Rússia de hoje. São todos traíras, réles oportunistas subversivos, sequestradores e terroristas, entre 1964 e 1980, hoje considerados e indenizados heróis. Heróis são outro tipo de gente, de uma grandeza que esse bando não alcança. Não temos que passar por isso, é DILMAIS da conta!!!
ATENÇÃO: OS VALORES DOS SALÁRIOS DOS CAMARADAS ACIMA NÃO CONTEMPLAM DIÁRIAS, CARTÕES CORPORATIVOS, BENEFÍCIOS, E OUTRAS MARACUTAIAS, SEM FALAR NOS EMPREGOS PARA A "PARENTAIADA" E OUTROS "CUMPANHEIROS"!

Recessão e incompetência

NÃO VOTE BRANCO OU NULO, VOTE CONTRA O PT
Editorial - O Estado de São Paulo -Está confirmado oficialmente: a presidente Dilma Rousseff conseguiu levar o Brasil a uma recessão, com dois trimestres consecutivos de produção em queda. Depois de encolher 0,2% no primeiro trimestre, o Produto Interno Bruto (PIB) diminuiu mais 0,6% no período de abril a junho. Mas o governo, além de trapalhão, foi criativo na incompetência. Enfiou a economia brasileira no atoleiro enquanto os países desenvolvidos, com Estados Unidos, Alemanha e Reino Unido à frente, começavam a vencer a crise. Mas quem, na cúpula federal, se dispõe a reconhecer o desastre e sua causa, o rosário de erros agravados a partir de 2011? A presidente Dilma Rousseff e seus ministros continuam culpando o mundo pelo desempenho brasileiro abaixo de pífio. Esse mundo malvado só existe como desculpa chinfrim para um fiasco indisfarçável. O comércio internacional voltou a crescer, a China continua comprando um volume enorme de matérias-primas e até os países mais afetados pela crise global, como Espanha, Portugal e Grécia, saíram da UTI e estão em movimento. Mesmo em desaceleração, outros emergentes estão mais saudáveis que o Brasil.
No segundo trimestre, o PIB dos Estados Unidos cresceu em ritmo equivalente a 4,2% ao ano. A rápida melhora da maior e mais desenvolvida economia é boa notícia para todo o mundo, mas desmente a lengalenga da presidente Rousseff e de sua equipe. O crescimento americano foi puxado, principalmente, pelo investimento produtivo, base para novos avanços.
No Brasil ocorreu o contrário. O investimento em máquinas, equipamentos, instalações e infraestrutura foi 5,3% menor que no primeiro trimestre do ano e 11,2% inferior ao de um ano antes. No segundo trimestre de 2013, o total investido correspondeu a 18,1% do PIB. Outros emergentes têm exibido taxas frequentemente acima de 24%. Mas o governo ainda conseguiu piorar esse indicador, derrubando a formação bruta de capital fixo para 16,5% do PIB. Foi uma taxa igual à do segundo trimestre de 2009, quando o Brasil estava em recessão, arrastado - naquele momento, sim - pela crise global.
O governo é obviamente culpado pela indigência na formação de capital fixo. Os seus erros prejudicam as ações oficiais - o fiasco do Programa de Aceleração do Crescimento é uma prova disso - e ainda criam insegurança entre os empresários. Empresário assustado com as intervenções do governo e muito inseguro quanto à evolução da economia só investe em máquinas, equipamentos e instalações se for irresponsável.
O investimento baixo e ainda em queda compromete o potencial de crescimento econômico. A recessão no primeiro semestre é parte de um desastre incompleto e ainda em curso. A produção industrial diminuiu 1,5% no trimestre e ficou 3,4% abaixo da de um ano antes. No Brasil, a indústria é a principal fonte de empregos decentes e o mais poderoso motor para o conjunto da economia. Há anos o governo tem cuidado muito mais do consumo que do investimento e, de modo especial, do fortalecimento da indústria. O resultado é inconfundível.
A criatividade na incompetência é evidenciada também pela combinação de baixo crescimento com inflação elevada e contas públicas em deterioração. Em julho, o setor público teve déficit primário de R$ 4,7 bilhões. Pelo terceiro mês consecutivo esse indicador ficou no vermelho. Isso é uma enorme anomalia. Incapaz de equilibrar suas contas, o governo tem-se comprometido, há muito tempo, a separar pelo menos o dinheiro suficiente para pagar juros e estabilizar ou reduzir sua dívida. Esse dinheiro posto de lado é o superávit primário.
A equipe econômica prometeu um resultado primário de R$ 99 bilhões para todo o setor público. O governo central - Tesouro, Previdência e Banco Central - deveria contribuir com R$ 80,7 bilhões. Até julho, o governo central acumulou apenas R$ 13,47 bilhões. O setor público total, R$ 24,68 bilhões. Alcançar a meta, só com muita criatividade e muitos truques. O desastre fiscal combina os efeitos de dois fracassos - da política econômica em geral e, de modo especial, dos incentivos tributários concedidos a setores selecionados. Não funcionaram.




FONTE AVERDADESUFOCADA

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Proposta messiânica

VOTO AÉCIO PRESIDENTE 45


 Jonas Lezziero
 Desde a morte de Getulio Vargas a exatos 60 anos, o povo brasileiro está permanentemente a procura do messias, do reformador, do pretenso reformador social, aquele que irá num passe de mágica resolver todos os problemas e minorar o sofrimento da população, da massa ignara e sofrida que habita as periferias das grandes cidades  aos sertões deste enorme país.
Juscelino resolveu encarar o desafio, beneficiando-se da infraestrutura instalada no país por Vargas, ele implantou seu plano de metas e propiciou a arrancada para a industrialização, porém a inflação galopante corroeu os devidendos políticos obtidos por ele e na esteira da insatisfação popular surgiu Jânio Quadros, o primeiro messias, com um discurso populista e com propostas de impacto junto ao eleitorado elegeu-se presidente em 1960 com mais de 5 milhões de votos. Depois de ter cumprido uma carreira política meteórica, indo de vereador a presidente da República, sendo eleito deputado estadual, prefeito de São Paulo e governador do Estado, chegou ao Palácio do Planalto como o primeiro presidente empossado na nova capital Federal. Depois de pouco mais de 6 meses no cargo, renunciou ao mandato no dia 25 de agosto de 1961, lançando o país numa crise político-institucional gravíssima. Nos 6 meses em que esteve na presidência Jânio baixou decretos proibindo o uso de biquinis nas praias, proibiu a briga de galos, as realizações de corridas de cavalos no Jockey Club e também condecorou Che Guevara com a Ordem do Cruzeiro do Sul em Brasília. Assim terminou o mandato do primeiro messias, que não cumpriu nada do que prometera.
O segundo messias foi Fernando Collor de Mello. Collor que surgiu como o grande líder da "nova política", o caçador de marajás, o gerente moderno de que o país precisava, que iria acabar com a inflação e promover o crescimento da economia.  foi defenestrado do cargo no dia 29 de dezembro de 1992, 2 anos e 9 meses após a sua posse, sob fortes denúncias de corrupção e desvios de recursos públicos.
O terceiro messias foi o líder sindical que surgiu como o representante das massas, aquele que declarou aos quatro ventos que na presidência da República iria promover as mudanças que o povo tanto ansiava, como jamais houvera antes na história deste país. Escândalos se sucederam envolvendo a cúpula do seu partido e Lula afirmou que desconhecia os fatos.
O que se viu é o que aí está sendo mostrado nas pesquisas  que apontam praticamente uma alta rejeição ao governo petista.
Agora estamos diante da quarta proposta messiânica representada por Marina Silva, que propõe uma nova maneira de fazer política, mas que não apresenta de forma clara e objetiva o seu plano de governo, com metas definidas, os seus compromissos e as prioridades a serem traçadas, tudo o que diz são palavras lançadas ao vento.
A cada falso messias que surge vem em seguida a frustração, a decepção, o desânimo.
O Brasil não precisa de um messias, de um pretenso reformador social, que apoiado pelos grandes grupos financeiros consegue ludibriar a boa fé dos incautos e depois acaba não realizando nada do que foi prometido na campanha eleitoral.
O Brasil precisa de um governo sério, que tenha autoridade para exercer o seu papel, que seja honesto em suas propostas e determinado a realizar as reformas que a nação tanto anseia e que são fundamentais para o desenvolvimento do nosso país. Mais um passo em falso e seremos remetidos ao grupo dos países mais atrasados do mundo e estaremos irremediavelmente condenados a amargar um subdesenvolvimento eterno e sem perspectivas.


                         A favor da demoracia, contra a corrupção.



FONTE AVERDADESUFOCADA

‘Campanha não é governo’

APÓIO RODRIGO DELMASSO DEPUTADO DISTRITAL 19123

Oliver:

Instado a dar sua contribuição ao Estado de coisas que vivemos neste país, Diogo Mainardi saiu-se com um texto divertido e irônico sobre a eleição. Ele se declara eleitor de Marina, mas só até a data da posse. Apesar de discordar amistosamente do que Diogo professa, entendo sua posição ─ até por ter parentes que repetem as considerações de Mainardi e enxergam exatamente o que ele vê. Eu mesmo me confesso um cansado de guerra por tentar induzir o pesado PSDB a ser o que ele não é: um partido que efetivamente faz oposição a tudo isso que aí está e defende a decência na administração pública.

Vejo o que Diogo Mainardi vê ao chamar os tucanos de “adversários amestrados” da petralharia e sinto a mesma indignação ao ver que o carrinho de fórmula 1 dos candidatos tucanos contam sempre com um telefone no cockpit, para que a escuderia peça que pedir que encostem para alguém ultrapassá-los. Foi o que aconteceu com o jatinho errante de Marina, meus caros. Enquanto o marqueteiro dizia ao candidato que para ficar mais conhecido deveria distribuir abraços entre os  velhinhos e tapinhas nas costas de seus sorridentes eleitores, a fada da floresta se consolidava dizendo que governará com ninguém menos que FHC. Hehehe.
Taí uma coisa que muita gente vai ficar sem entender: enquanto o eleitor mediano é apresentado a Armínio Fraga como chefe da equipe econômica de Aécio, Marina Silva contra-ataca com o chefe de todos os criadores do Plano Real. Campanha é campanha, meus amigos. Não é governo. Vale chute na canela e pernada no umbigo, obviamente com toda a pompa e circunstância que o cargo pleiteado exige. A Presidência da República virou um alvo prioritário de um bando de vigaristas profissionais, que jamais administraram nem a lista do supermercado, mas se julgam no direito de dirigir a nação ─ e que se dane o povinho que ela contém. Um escárnio.
Nesse estado de putrefação da coisa pública, é inadmissível que algum candidato se porte como futuro presidente da Suíça, fingindo que o Brasil real não existe. Erram Dilma e Aécio por essa estranha suposição. O “país colorido” que enfeitam na tevê vai ganhando a repulsa paulatina daqueles que não vêem verdade no que está sendo mostrado, por mais esmero que tenha a produção da coisa. Vão morrer abraçados, num abraço dos afogados, que vai deixar no público pagante uma sensação de que o monstro Marina, afinal, não era assim tão monstruoso quanto foi pintado em princípio.
Aqueles que vêem capitulação em meus argumentos confirmam que estamos numa época em que ninguém entende uma avaliação desapaixonada da coisa, que mantém a crítica acima da camisa da torcida. Portanto, a mulher que ganhou 20 pontos na corrida presidencial em duas semanas continuará a ser execrada pelo coque fora de moda e pelo xale de beata, até virar presidente e começar a contar com toda a corte a que tem direito, com os mesmos bufões de sempre fazendo as mesmas bajulações de sempre. Um porre. Prefiro continuar com meus dois “old blue eyes” na cara, enxergando placidamente o que enxergo. Que me desculpem os torcedores daquele piloto que tem nome de macarronada. Ele só me convence se ganhar pelo menos uma. O resto é confete e hipocrisia.

‘Charada na campanha’,

NÃO VOTE BRANCO OU NULO - VOTE CONTRA O PT

 de J.R. Guzzo

PUBLICADO NA EDIÇÃO IMPRESSA DE VEJA
Eis aí, qual galera em noite apagada, essa imprevisível Marina Silva navegando outra vez em mar imenso ─ e levando a si própria, junto com os eleitores brasileiros, para algum porto desconhecido. O que existia até a morte de Eduardo Campos não existe mais; o que ninguém imaginava passa a ser a nova realidade. Marina, até agora uma mera candidata a vice que andava esquecida nas linhas de trás da disputa, e ainda por cima nem estava transferindo seus votos ao companheiro de chapa, como ele tanto queria, passa de repente a ser um nome decisivo para o resultado final – logo na primeira pesquisa após o acidente que tirou Campos da vida e da política brasileira, ela já aparece em segundo lugar na corrida, e à frente da atual líder Dilma Rousseff se houver um segundo turno entre as duas. Aécio Neves, que toda a lógica do governo apontava como o nome a derrotar, talvez não seja mais o desafiante número 1.
A presidente Dilma, até aqui a grande favorita por liderar com folga as sondagens, ter na televisão o dobro do tempo de propaganda que terão os seus adversários somados, e contar com a força bruta da máquina pública em seu favor, pode acabar nem sendo mais candidata a nada. O ex-­presidente Lula, que estava fora, volta a ficar dentro – se bater mesmo o desespero, poderá empurrar a presidente para fora do barco, sem maiores delicadezas, e assumir ele próprio a candidatura.
É a vida, com suas vastas emoções e itinerários imperfeitos. Um desses nevoeiros malignos que de repente se formam sobre o quebra-cabeça de rios, braços de mar, canais e mangues onde ficam Guarujá e Santos, no litoral paulista; um avião com tecnologia de primeira classe, feito para não cair nunca; uma falha que aparece quando nem máquina nem homens poderiam falhar. Pronto: bastaram alguns minutos de capricho da fortuna para reduzir a zero toda a vã sabedoria dos excelentes cálculos, análises e raciocínios feitos até agora sobre a eleição presidencial de 2014. Como se pode ver, a prudência básica está nos aconselhando a lidar só com o presente, e do jeito com que se lida com um porco-espinho – ou seja, com extremo cuidado. O que acontece hoje, quando Marina herda cheia de gás a candidatura de Campos, pode acabar não tendo nada a ver com o que acontecerá no dia 5 de outubro. Não há como fazer ciência aí. O que se sabe é menos do que o que não se sabe – a começar por quem é a própria candidata.
Marina, como a Rússia descrita por Churchill, é uma charada envolvida em mistério que fica dentro de um enigma. Em 2010, quando se candidatou à Presidência, conseguiu um prodígio: quase 20 milhões de pessoas votaram nela sem saber direito por quê. Não foi, certamente, por ficarem entusiasmadas quando ouviram Marina falar em “centralidade da necessidade”, “controles ex post frente” ou “agenda plasmante”. Que patuá é esse? Nem o rapaz do Rio de Janeiro que ganhou outro dia a supermedalha internacional de matemática seria capaz de entender. Ela admite que não se pode viver sem luz elétrica, mas parece não encontrar nenhuma usina que a satisfaça. Sabe que o Brasil não sobrevive 24 horas sem as exportações que só podem ser obtidas com agricultura capitalista de larga escala, mas defende uma “inflexão” na área agrícola. Marina tinha o dobro das intenções de voto de Eduardo Campos, mas era candidata a vice. Formou-se no PT, mas hoje é a sua principal concorrente. Não se sabe o que pretende fazer, na vida real, diante de nenhum dos problemas que o eleitor quer ver resolvidos com urgência.
Seus 20 milhões de admiradores, até hoje, não lhe cobraram mais esclarecimentos – não entendem o que ela está dizendo, mas parecem achar que é bom. Dá para chegar ao Planalto nessa toada, falando de “sustentabilidade” e “esforço transversal”? Lula e Dilma, mais que Aécio, esperam que não. Os dois só sabem fazer campanha apostando tudo nadestruição do competidor, que sempre pintam como um inimigo da “maioria pobre”  ─  e essa opção não está mais disponível para eles. Vai ser difícil, por exemplo, dizer que Marina é da elite branca do Sul, porque ela nasceu mais pobre do que Lula, não é branca e veio da periferia de Rio Branco, no fundo do Acre. Não dá para pregar ódio contra alguém que só foi se alfabetizar aos 16 anos de idade, ou teve a saúde arruinada pela falta de dinheiro. Não se conseguirá negar a Marina o “heroísmo moral” de que fala Cervantes – aquela penca de desvantagens que ninguém quer para si, a começar pela pobreza, mas acha um grande mérito nos outros.
Marina Silva pode ser uma pedreira.

Desde 2008 os farsantes zombam da marolinha que ameaça afogar a economia

#JUNTOSVAMOSMUDARBRASILIA
Direto ao Ponto AUGUSTO NUNES

“Forçada a enfrentar a crise, Dilma imita Lula e a procissão de bravatas recomeça”, resumiu o título do post publicado em março de 2012.  O texto tratou de mais um surto de soberba da doutora em nada que se imagina especialista em tudo: caprichando na  pose de quem concluiu aquele curso de doutorado na Unicamp que nem começou,  Dilma Rousseff resolveu dar conselhos a países europeus castigados pela crise de dimensões planetárias. Conseguiu apenas ampliar o acervo de cretinices acumulado desde 2008, quando Lula abriu o cortejo de falácias, fantasias, mentiras e falatórios sem pé nem cabeça produzidos pelos fundadores da Era da Mediocridade.
Nesta quinta-feira, o país (ainda) conduzido por farsantes soube que encalhou no atoleiro. Depois de encolher 0,2% no primeiro trimestre, o Produto Interno Bruto diminuiu mais 0,6% de abril a junho. Confrontados com a esqualidez do pibinho, os tripulantes da nau dos insensatos trataram de caçar justificativas para o fiasco histórico. Dilma desconfiou que não bastaria dar outro pito no vilão de sempre — a crise internacional que seu padrinho jurou ter derrotado. E então incluiu entre os culpados pela “recessão técnica”a Copa dos 7 a 1.
“Por causa da Copa do Mundo, tivemos a maior quantidade de feriados na história do Brasil, nos últimos anos, nesse trimestre”, fantasiou a presidente que, convencida de que a vadiagem coletiva melhora o trânsito, decretou a maior quantidade da história do Brasila. A Copa das Copas começou a semana na relação das proezas federais que aceleraram o crescimento econômico. Terminou-a acusada pela presidente de ter acentuado o raquitismo do pibinho. Haja cinismo.
A explicação é tão veraz quanto o palavrório costurado por Lula em 27 de março de 2008, quando a crise nascida nos Estados Unidos já contaminara vários países. “Um dia acordei invocado e liguei para o Bush”, gabou-se o então presidente. “Eu disse: ‘Bush, meu filho, resolve o problema da crise, porque não vou deixar que ela atravesse o Atlântico’”. Como Lula só fala português, Bush decerto não entendeu o que ordenara o colega monoglota. E a crise navegou sem sobressaltos até desembarcar nas praias do Brasil.
O presidente invocado voltou ao tema só depois de seis meses ─ para comunicar que livrara o país do perigo. “Que crise? Pergunte ao Bush”, recomendou em 17 de setembro. “O Brasil vive um momento mágico”, emendou no dia 21. No dia 22, pareceu mais cauteloso: “Até agora, graças a Deus, a crise americana não atravessou o Atlântico”, ressalvou. Uma semana depois, a ficha enfim começou a cair. “O Brasil, se tiver que passar por um aperto, será muito pequeno”, disse em 29 de setembro.
A rendição pareceu iminente no dia 30: “A crise é tão séria e profunda que nem sabemos o tamanho. Talvez seja a maior na História mundial”. Em 4 de outubro, o otimista delirante voltou ao palco para erguer com poucas palavras o monumento à megalomania: “Lá nos Estados Unidos, a crise é um tsunami. Aqui, se chegar, vai ser uma marolinha, que não dá nem para esquiar”. No dia 8, conseguiu finalmente enxergar o tamanho do buraco.
A anemia dos índices registrados de lá para cá mostrou o que acontece a um país governado por quem se nega a ver as coisas como as coisas são, e enfrenta com bazófias e bravatas complicações econômicas de dimensões globais. Essa espécie de monstro é impiedosa com populistas falastrões. Mas o bando de reincidentes não tem cura: três anos depois, a estratégia inaugurada pelo Exterminador do Plural começou a ser reprisada em dilmês. Se Lula acordava invocado com George Bush, Dilma passou a perder a paciência com uma entidade que batizou de “tsunami monetário”.
Em março de 2012, numa discurseira de espantar napoleão de hospício, a presidente atribuiu a paternidade da criatura a “países desenvolvidos que não usam políticas fiscais de ampliação da capacidade de investimento para retomar e sair da crise que estão metidos e que usam, então, despejam, literalmente, despejam quatro trilhões e setecentos bilhões de dólares no mundo ao ampliar de forma muito… é importante que a gente perceba isso, muito adversa, perversa para o resto dos países, principalmente aqueles em crescimento”.
Lula vivia recomendando aos americanos que se mirassem no exemplo do Brasil. Dilma se promoveu a conselheira da Europa. “Eu acho que uma coisa importante é que os países desenvolvidos não só façam políticas expansionistas monetárias, mas façam políticas de expansão do investimento”, ensinou em 5 de março de 2012. Concluiu a lição no dia seguinte: “Somos uma economia soberana. Tomaremos todas as medidas para nos proteger”.
Quatro anos depois de reduzido por Lula a marolinha, o tsunami foi desafiado por Dilma a duelar com o Brasil Maravilha. “Nós estamos 100% preparados, 200% preparados, 300% preparados para enfrentar a crise”, avisou. Como o padrinho em 2008, a afilhada despejou outro balaio de medidas de estímulo ao consumo.Ficou mais fácil comprar automóveis, os congestionamentos de trânsito ficaram maiores nos dois anos seguintes. E o governo acabou obrigado a decretar durante a Copa os feriados que, segundo a presidente, acentuaram o raquitismo do pibinho.
Lula jurava que o país do carnaval foi o último a entrar na crise e o primeiro a sair. Dilma vinha repetindo de meia em meia hora que o resto do mundo inveja o colosso tropical. Conversa de 171, prova o infográfico no blog Impávido Colosso. Pouquíssimas nações fazem companhia ao Brasil no pântano do crescimento zero. A saúde da economia nativa não será restabelecida tão cedo. E pode piorar até o fim do ano.
Já na eleição de outubro, contudo, deverão ser extirpados os tumores lulopetistas, em expansão há quase 12 anos. Se continuassem sem controle por mais quatro, o Brasil democrático e republicano deixaria de existir.

"UM OUTRO MUNDO É POSSÍVEL"

#JUNTOSVAMOSMUDARBRASILIA
percival puggina

Assistindo às presidenciáveis no debate promovido pela Band, percebi que vivemos sob a influência de uma ideologia escancaradamente reacionária. Seus adeptos, encilhando-se a fórmulas superadas, se dedicam, por todos os modos, a puxar as rédeas da humanidade e da civilização. Lembrei-me dos Fóruns Sociais Mundiais e de seu slogan - "Um outro mundo é possível". Sim, sim, escrevi eu à época. Um novo Big Bang, uma nova Criação, um novo Paraíso com maçãs para todos.
Foi em nome dessa ideologia que, em abril de 2000, muitos saíram às ruas a vociferar contra o Descobrimento. Quando o MST invade uma propriedade rural, eles chamam de ocupação. Quando se referem ao desembarque dos portugueses em Porto Seguro, falam em invasão. Por algum motivo obscuro ainda não escolheram Cabral, primeiro invasor, como patrono do MST. É claro que se os portugueses tivessem tocado direto para as Índias, nosso país seria hoje o que são as tribos que se mantiveram sem contato com a civilização. Vale dizer: viveríamos lascando pedra.
Essa ideologia, se pudesse, acabaria com o imenso usucapião denominado Brasil. Os negros voltariam à África, os brancos seriam banidos para a Europa e os índios promoveriam uma continental desapropriação do solo e das malfeitorias aqui implantadas. Alerta: os defensores de tão escabrosa geopolítica se aborrecerão terrivelmente se você apontar o racismo embutido em tais conceitos.
Como não poderia deixar de ser, a ideologia em pauta é contra a globalização. Para evitá-la, teríamos que retornar às cavernas de origem e combater o nomadismo como um fenômeno perigoso, precursor do famigerado neoliberalismo.
Ela é, também, contra o grande capital, o que não significa ser favorável ao pequeno capital pois o capital é um bem que degenera enquanto cresce... Melhor e menos suspeito seria não ter capital algum. Idêntico raciocínio leva a rejeitar a grande empresa e a grande lavoura. Se essa ideologia tivesse poder há mais tempo, estaríamos plantando com as mãos, tocando tambor para chover, trocando mercadorias e desinventando o dinheiro. Malthus teria razão e o planeta providenciaria menos 4 bilhões de almoços por dia.
Essa ideologia é contra a democracia representativa, a pesquisa genética, as privatizações, o mercado, a tecnologia. No fundo, deve ser contra, até mesmo, quem agride a natureza lascando suas pedras. Cuidado, porém. Mais alguns passos para trás e a gente vira ameba.



FONTE AVARANDABLOGSPOT

CORRETO??

APÓIO RODRIGO DELMASSO DEP. DISTRITAL 19123
Caros amigos
Gen Bda Paulo Chagas
A Nação brasileira tem sido vítima de uma inteligente estratégia de construção de um pensamento hegemônico, batizado de “politicamente correto”. A partir da escola e da mídia, ela invade nossos lares, buscando intimidar-nos e acovardar-nos, rotulando de retrógrados e maçantes todos aqueles que, ao não se permitirem a contaminação, insistem em contrapor-se ao processo.
Trata-se da criação e da difusão de interpretações uniformes e convenientes de idéias e fatos, fazendo com que as pessoas aceitem como corretas apenas as versões apresentadas pelos que têm o cinismo e o poder para disseminá-las. É a massificação do conhecimento, de forma a tornar mais cômodo pensar como querem seus ativistas, porque este passa a ser o “pensamento de todos”.
Contrapor-se a uma mentira convenientemente plantada, procurar e comprovar a verdade, mesmo que ela esteja saltando aos nossos olhos e gritando à nossa consciência, deve tornar-se tarefa cansativa, infrutífera e enfadonha, de forma a inibir quaisquer iniciativas ou manifestações de desagrado ou desacordo, e, ao mesmo tempo, valorizar esfarrapadas, mas “simpáticas”, falsidades em detrimento da “desagradável” realidade.

Fica, assim, mais fácil aderir e render-se à mentira ou à postura recomendada do que impor-se a elas. Passa a ser mais conveniente e socialmente apropriado não ferir a sensibilidade dos mentirosos ou dos hipócritas, porque isto poderá atrair a sanha destruidora dos intelectuais orgânicos, ou seja, dos cretinos encarregados da difusão da versão “politicamente correta”, ou oportunista, dos fatos e das idéias.

Essa estratégia, que aprisiona e inibe sentimentos e manifestações, tem o poder de transformar heróis em bandidos, orgulho em vergonha, triunfo em derrota! Ela tem obrigado à escolha cuidadosa de palavras e meios para descrever a verdade, não por imposição dos bons costumes ou da convivência e da harmonia social, mas para prevenir as retaliações dos encarregados de ridicularizá-la e reprimi-la.

A omissão e o retraimento passaram a ser as atitudes esperadas e, supostamente, recompensadas para os que, mesmo podendo contrapor-se ao discurso e às atitudes do “intelectual coletivo”, com ele convivem em falsa harmonia, “pisando em ovos” para não despertar-lhe a ira.

O próprio Antonio Gramsci, mentor da hegemonia do pensamento, condena esta atitude: “Odeio os indiferentes. Acredito que viver significa tomar partido. [...]. Quem de verdade existe e vive não pode deixar de ser cidadão e partidário. Indiferença é abulia, parasitismo, é covardia!”

É tempo e é preciso, portanto, que os brasileiros de bem e, principalmente, as Instituições Nacionais, constitucionalmente comprometidas com a defesa do Estado e dos fundamentos democráticos, ocupem seus espaços e vençam a indiferença! É preciso reagir, com as armas da liberdade e da verdade, enquanto há tempo, para criar obstáculos à conveniência e à submissão totalitária à uma mentira que nos quer aprisionar a partir das mentes e das consciências, criando instituições e cidadãos abúlicos, parasitas e covardes!

Gen Bda Paulo Chagas


FONTE AVERDADESUFOCADA

SOB A REVOLUÇÃO DOS BICHOS

APÓIO RODRIGO DELMASSO 19123 DEPUTADO DISTRITAL
por Percival Puggina.
Boa parte da fábula narrada por George Orwell em "A revolução dos bichos" transcorre durante o governo exercido por Bola de Neve e Napoleão, os dois porcos que comandam a revolução e assumem a direção de uma granja. Junto com eles, ascende um terceiro porco dotado de extraordinária força de persuasão, o Garganta, encarregado da propaganda.
 Nos últimos dias, dois fatos lançaram luzes fortíssimas sobre aspectos da realidade nacional, tornando impossível não extrair deles as devidas conclusões. São fatos que fazem lembrar o livro de Orwell e pensar se não estamos, há bom tempo, diga-se de passagem, sob uma revolução dos bichos, colocando a nação sobre quatro patas.
 No sábado, dia 23, à noite, no sempre interessante programa Painel, da Globo News, William Waack recebeu três economistas para uma conversa sobre o sistema tributário nacional. Entre eles o meu amigo Paulo Rabello de Castro, sempre brilhante, membro do Pensar+ e líder do Movimento Brasil Eficiente, organismo "que trabalha com propostas concretas para a Simplificação Fiscal e a Gestão Eficiente das despesas do Governo no Brasil". Lá pelas tantas, Paulo Rabello de Castro disparou: "Sabe por que o programa fiscal denominado "Simples" tem esse nome? Porque o outro sistema é o Complicado". Ou seja, o governo cria um programa simples porque ele sabe que adota um outro cuja complexidade onera o Custo Brasil. E ninguém faz coisa alguma para simplificar o complicado! Bola de Neve resolveria melhor.
 No domingo pela manhã, cai no meu Facebook texto do jornalista Alison Maia relatando conversa que manteve, em banco de delegacia, com um jovem de 14 anos detido por porte de arma. O que ouviu é de arrepiar até pelo de porco. Criado sem pai, por mãe problemática, em duas ocasiões procurou e encontrou emprego para poder se sustentar e estudar. Em ambas o seu patrão foi processado por contratar menor e ele teve que ir ganhar a vida nas ruas vendendo droga. O relato do jovem termina assim: "Então, seu Alison, guarde seus conselhos para esses safados que vocês votam e acham que menor não pode trabalhar, mas pode roubar, matar e traficar".
 Não sei de qual espírito de porco saiu essa ideia de que o trabalho pode fazer mal a um adolescente e, por isso, o impede de usar parte do dia para trabalhar aprendendo algum ofício. Aprender a trabalhar também é se educar. Toda experiência humana, com infindáveis exemplos, ensina que trabalho adequado à idade, por tempo limitado, em condições de segurança, só faz bem a quem o exerce. É preciso diminuir a quota de Gargantas nos poderes da República.

A derrota de Dilma -

NÃO VOTE BRANCO OU NULO, VOTE CONTRA O PT

ELIANE CANTANHÊDE

FOLHA DE SP -
BRASÍLIA - Ganhe ou perca a reeleição, Dilma Rousseff não escapa mais de uma derrota no seu primeiro mandato: na economia. Não foi por falta de aviso. Até Lula alertou.

Enquanto Dilma usa a propaganda de TV, debates e entrevistas para falar de programas pontuais, como o Pronatec, que qualquer gerente faz, a economia brasileira continua dando uma notícia ruim atrás da outra.

O desafio da oposição não é bater na tecla de PIB, controle fiscal e contas externas (a maioria das pessoas nem sabe o que é isso), mas ensinar que não se trata só de números nem atinge só o "mercado" e a "elite". Afeta o desenvolvimento, a indústria, os investimentos, a competitividade e, portanto, a vida de todo mundo e o futuro do Brasil.

O super Guido Mantega, que sempre prevê PIBs estratosféricos e acaba se esborrachando com os resultados, conseguiu adicionar uma pitada de ridículo nas novas notícias ruins. Na quinta (28), ele disse que os adversários de Dilma levariam o país "à recessão". Na sexta (29), o governo anunciou que o risco já chegou: o recuo da atividade econômica pelo segundo trimestre consecutivo caracteriza... "recessão técnica". Ou "herança maldita", segundo Aécio. Não há Pronatec que dê jeito...

Para piorar as coisas, vamos ao resultado fiscal anunciado na mesma sexta: o governo federal (Tesouro, BC e INSS) teve o maior rombo do mês de julho desde 1997. A presidente candidata anda gastando muito.

Passado o trauma da morte de Eduardo Campos e assimilada a chegada triunfal de Marina Silva, a economia retoma o centro do debate eleitoral. Não há uma crise, mas há má gestão. Como Campos dizia, Dilma é "a primeira presidente a entregar o país pior do que encontrou".

Dilma e Mantega culpam o cenário internacional. Marina, rumo à vitória, e Aécio dizem que não é bem assim e apontam quem vai arranhar o joelho, cortar o cotovelo e talvez machucar a cabeça se a economia for ladeira abaixo. O eleitor, claro.



FONTE AVARANDABLOGSPOT

Recessão e outros problemas no palanque de Dilma -

APÓIO RODRIGO DELMASSO DISTRITAL 19123
EDITORIAL O GLOBO


A retração da economia no primeiro semestre se torna mais grave quando se constata que, no segundo trimestre, houve grande queda nos investimentos


Se fosse possível, os responsáveis pelas campanhas de Dilma e Aécio eliminariam do calendário a semana que passou. Não teriam a má notícia da lépida subida de Marina Silva na última pesquisa do Ibope, confirmada na noite de sexta pelo Datafolha. E a presidente e candidata à reeleição, em particular, escaparia do dissabor de manchar a biografia com a primeira recessão da economia brasileira desde o último trimestre de 2008. A queda de 0,6% do PIB no segundo trimestre em relação ao primeiro — quando já houve uma retração de 0,2%, numa sequência que configura a recessão — consolida, por enquanto, a expectativa do mercado de que a economia não deve conseguir crescer sequer 1% este ano.

“Recessão” é termo forte, de fácil exploração política. Mas estão no palanque de Dilma vários outros problemas, nem todos de fácil entendimento, mas nem por isso menos espinhosos. A baixa confiabilidade do governo Dilma se expressa na queda de 5,3% dos investimentos, no trimestre, também calculada pelo IBGE. É nítida a postura de “esperar para ver” do empresariado neste ano eleitoral.

Há problemas semeados pelo próprio governo. Um deriva da decisão de Dilma/Mantega de manter valorizado o real, para segurar uma inflação renitente. Para isso, o Banco Central executa as tais operações de “swaps”, pelas quais oferece dólares com compromisso de recompra futura. Não gasta o dólar físico das reservas — bastante altas, em mais de US$ 300 bilhões —, mas assume bilionários compromissos futuros. O saldo líquido dessas operações, no momento, seria de US$ 90 bilhões. Tudo isso faz a alegria de especuladores, que realizam a seguinte arbitragem, em explicação simplificada: financiam-se lá fora a juros muito baixos, pegam o dólar e o vendem no “spot”; com os reais, adquirem títulos no Brasil que rendem 11% ao ano. Fazem ainda “hedge” para garantir dólares a uma determinada cotação, num determinado prazo. E toda essa ciranda quase não tem risco porque o BC evita a desvalorização do real, com os “swaps”. Consta que muitos dos bilhões que entram hoje como “investimento externo direto” de multinacionais vêm, na verdade, participar desta ciranda. Eis porque, numa economia em recessão, bilhões de dólares chegam como se fossem investimento. E cuja taxa continua baixa, em relação ao PIB (14%).

Trata-se de uma manobra que não pode durar muito, até porque o Fed está prestes a anunciar que voltará a subir os juros nos EUA. Isso deflagrará mais uma onda de desvalorização de moedas, e o nosso BC não poderá enfrentar essa queda de braço cambial. Na verdade, os “swaps” são mais um puxadinho de política econômica. E com efeitos contraditórios: seguram artificialmente a inflação, junto com o congelamento de tarifas, mas desestimulam as exportações de manufaturados, já com dificuldade de competição por problemas de infraestrutura, burocracia, etc. Dilma e assessores devem torcer para chegar logo outubro.
FONTE AVARANDABLOGSPO

A vida é dura, Marina!

#JUNTOSVAMOSMUDARBRASILIA
A vida é dura, Marina!
(Desconheço o autor) RECEBI VIA EMAIL E REPASSO AOS AMIGOS
Se Marina ganhar a eleição, o que não é impossível, dependendo dos desfechos das teorias das conspirações em andamento na Internet e do assunto do jatinho, estará numa situação especial. A presidente estará igual ao Collor que venceu eleição com fraquíssimo apoio político, o que foi desastroso. Foi expulso da presidência pelo Congresso Nacional. Pagou pela a arrogância de prescindir de apoios, dispensando concessões a políticos. Três alternativas mais consistentes se apresentarão a Marina como apoio Político. O PT poderia apoiá-la mas, está muito desmoralizado pela corrupção além de continuar fraco no Congresso, não acrescentando muito. Além disso parte importante de suas lideranças está na cadeia e ainda, tem pretensões ao socialismo Bolivariano, algo muito desagradável. O PMDB seria uma ótima força politica a apoia-la mas, isso custaria muito caro. Cargos, contratos, obras com uma certa dose de corrupção no que eles são especialistas, só superados pelo PT. A terceira força, mais ética mas menos forte, o PSDB, talvez seja insuficiente. O partido demonstrou suas fraquezas quando na oposição. E então, como Marina implantará sua “Nova Politica” tendo os principais partidos um elevado nível de corrupção e enorme “fome” por dinheiro público? Ao contrário, a grande maioria dos parlamentares prefere a forma atual do PT e não tem o mínimo de patriotismo. São de baixa qualidade, cerca de 570 estão sendo processados pela justiça, até por assassinato. E é preciso lembrar que em alguns assuntos, Marina ficara, ainda, nas mãos do PT, que é quem controla a justiça no Brasil. Será, no entanto uma, briga e tanto, achar no meio politico a quantidade necessária de patriotas, pessoas que mais se interessarão por seu país do que pelos “negócios” pessoais. A grande batalha não começará com as eleições, depois dela, será muito mais difícil. Marina teria preparo e bons e experientes colaboradores para enfrentar a situação? O primeiro item é : não.

O purgante (A Chegada do Khmer Verde)

VAMOS LIMPAR A POLÍTICA NÃO VOTE NA DILMA E EM NENHUM CANDIDATO DO PT
Meus caros,
O que mais me preocupa neste tsunami deflagrado pela tragédia com Eduardo Campos é o messianismo que a Marina representa em um momento da vida nacional dominado por uma perigosa lassidão moral em que o escândalo do dia faz esquecer os outros e por uma não menos perigosa descrença total com a classe política o que leva a pensar que a saída esteja na escolha de uma figura messiânica com a da Marina para liderar uma democracia direta com a exclusão dos políticos que dominam o parlamento. Agora mesmo José Dirceu cunhou a expressão “Marina é o Lula de saia” porque vê nela a força eleitoral de Lula em 2002 quando a origem humilde de Lula se juntou ao desejo de mudança da maioria dos eleitores. E aposto como a maioria do PT pensa como Dirceu.
O que temo é que não se comanda um país complexo como o nosso sem QUADROS e BASE PARLAMENTAR e a Marina não possuirá os dois e nem tem jogo de cintura para compor as alianças que o José Dirceu montou para o Lula. E nem a Marina tem o carisma e o apoio das FFAA para impor uma democracia direta como a do Chávez, na Venezuela. Resumo: se der Marina vou fazer como aquele sinalizador ferroviário no teste final do curso, em que lhe perguntaram qual o procedimento diante da queda de uma ponte e na iminência da passagem de um trem. "Ligo para a estação por onde passará antes", “não pode, pois o trem já passou”. "Uso a sinalização com bandeiras", "não pode, é noite”. "Recorro à sinalização com lampião", “não pode, não tem querosene”. Ele pensou e respondeu: “Então eu corro em casa para chamar a minha mulher”, “mas o quê ela vai resolver”? "Resolver não vai, mas vai ver uma baita porrada".
(...)
No dia seguinte da eleição já sei o que vou fazer: CHAMAR A MINHA MULHER PARA VER A BAITA PORRADA QUE VAI ACONTECER. Não sei se o Brasil aguentará um purgante como este chamado Marina.
Péricles da Cunha

Pesquisas induzem opinião pública a aceitar vitória eleitoral de Marina – ungida pela Oligarquia globalitária

#juntosvamosmudarbrasilia
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
Como de mau costume no Brasil, os meios eletrônicos de comunicação de massa são usados por quem detém a hegemonia real do poder para induzir o eleitorado a acreditar, piamente, em questionáveis pesquisas de opinião (com amostragens ínfimas para um universo de 142 milhões de eleitores) que preparam o terreno para o resultado final que as máfias desejam plantar no sistema eletrônico de votação – inseguro, fraudável e sem chance de contestação. Eis o fenômeno que “consolida”, no imaginário da opinião pública, a provável e surpreendente vitória da Marina Silva para a Presidência da República.
Os estrategistas de Marina já apostam que ele possa liquidar a eleição ainda no primeiro turno. Embora não possam cometer a heresia de admitir publicamente, os estrategistas do PT também trabalham com este mesmo cenário ultrapessimista para eles. Os estrategistas tucanos parecem apalermados diante da “imagem mítica de santa guerreira vitoriosa” que o eleitorado, induzido por lendas urbanas, lorotas virtuais e pesquisas manipuladas, começa a consolidar da viúva política de Eduardo Campos - na verdade a herdeira oportunista da desgraça de um jatinho que caiu do céu para infernizar o cenário político brasileiro.
Desde 16 de dezembro de 2013, este Alerta Total adverte que a Oligarquia Financeira Transnacional e seus tentáculos no Brasil já tinham sacramentado a derrota reeleitoral de Dilma Rousseff e do esquema petralha-peemedebosta. Muitos intelectuais céticos da internet não levaram muita fé na avaliação que era objetivamente comprovável: o mercado financeiro, na hora decisiva, apostaria em qualquer um capaz de destronar o atual esquema do Palácio do Planalto.
O acordo é direto. Não importa quem seja o substituto. Quem se mostrasse mais viável, perto da eleição, para dar continuidade ao eterno modelo neocolonial sobre o Brasil acabaria “ungido” para o poder pelos comandantes globalitários. Na semana que passou Marina Silva já se reuniu com a cúpula mundial do HSBC – um dos braços fortes da oligarquia anglo-americana que controla as finanças e o comércio mundial para receber sua “coroa imperial”. Agora, só um novo “desastre” lhe tira a vitória.
Cenário esquisito

Marina Silva é apresentada midiaticamente como a mais cotada para vencer a eleição que Dilma já tinha perdido de antevéspera, apesar do domínio e do aparelhamento sobre a máquina pública. O problemaço é que a vitória de Marina, na atual conjuntura, se assemelha bastante com as condições que, em 1989, elegeram Fernando Collor de Mello. Como já sabe disto, a “santificada” Marina começa a costurar diabólicos acordos políticos e econômicos para ter a mínima condição de governabilidade.
Quem deve tirar grande proveito disso é outro cabra mais apavorado que os tucanos. Luiz Inácio Lula da Silva espera que a “velha amiga” Marina faça o mesmo que ele fez com o “velho amigo” FHC. Ou seja: não use o imperial poder presidencial para se vingar do esquema antecessor, apoiando a enxurrada de processos judiciais que podem e devem estourar como fruto das operações Porto Seguro, Lava Jato ou qualquer uma que surgir até o afundamento do PTitanic. O PT já se articula nos bastidores para que “consiga sair com um pouco de honra” do governo – conforme o ministro-chefe da Casa Civil, Aloísio Mercadante, tem falado com interlocutores.
O próximo governo pegará um Brasil destroçado em seus fundamentos econômicos. Se quiser sobreviver politicamente, terá de conter a carestia generalizada. Tal fenômeno é resultado não só da especulação ou da voracidade comercial por lucros fáceis. O mal é consequência do autodestrutivo “Custo Brasil”: impostos absurdos, juros elevadíssimos e falta de infraestrutura em um sistema de negócio comandado pela governança do crime organizado, com corrupção, cartelização e cartorialismo. O Brasil não cresce – ao contrário do resto do mundo – por causa deste sistema Capimunista que prefere deixar o País sempre à margem do mundo, e não como protagonista internacional.
Todos perdidos
Procurando Crise Militar?
Os militares receberam pessimamente o parecer do Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, favorável a derrubar, na prática, os efeitos da Lei de Anistia de 1979.
Janot deu força à Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF 320), ajuizada pelo PSOL, que reclama que, há quatro anos, o Brasil não cumpre a sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos que manda investigar e punir os responsáveis por crimes cometidos na Guerrilha do Araguaia, na década de 70.
Como a nova “presidente eleita pelas pesquisas”, Marina Silva, é inteiramente a favor das investigações e pela flexibilização da Lei de Anistia (Lei 6.683, de 1979), quem procurar tem tudo para achar uma crise militar programada para o próximo governo...

fonte - OCCALERTABRASIL
 

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