PAVINATTO/SEMMIMIMI/YOUTUBE
Moraes passa vergonha e não prova para Interpol que Allan dos Santos cometeu crime
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Que bom te ver por aqui, seja bem vindo. Neste espaço busco repassar a informação séria, sem censura. Publico artigos e notícias que estão na internet e que acredito serem de interesse geral. Também publico textos, vídeos e fotos de minha autoria. Nos textos há sempre uma foto ou um gif, sempre ilustrativa, muitas vezes, nada tem a ver com o texto em questão. Para entrar em contato comigo pode ser em comentários nos artigos ou, então, pelo e mail andradejrjor@gmail.com.
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Moraes passa vergonha e não prova para Interpol que Allan dos Santos cometeu crime
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RUBINHONUNES/YOUTUBE
Manifestantes PRESOS sem JULGAMENTO, enquanto BANDIDOS são SOLTOS
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GAZETA DO POVO
Flávio Gordon -
'Moraes parece ser um sapateiro que foi além do sapato. Ou, talvez, um militante político que foi além das medidas de sua fantasia de juiz'
O cerne da ação movida pelo Rumble e pelo Trump Media & Technology Group (TMTG) reside na tentativa, por parte de Alexandre de Moraes, de impor a ideia de jurisdição universal – uma ideia já relativamente consolidada no âmbito da União Europeia, e que remonta ao século 17, no contexto do combate movido pelo Império Britânico contra a pirataria (a real, não a virtual) – logo ao país que lhe é mais avesso, os EUA. Com efeito, se a noção de “jurisdição universal” entusiasma os adeptos da utopia da assim chamada “governança global” (a exemplo de Moraes e dos líderes união-europeístas), ela tem historicamente repelido os americanos, cuja noção de soberania nacional sustenta-se basicamente na primazia da Constituição nacional sobre as leis e os tratados internacionais.
Dito brevemente, o conceito americano de soberania nacional consiste na afirmação de que os Estados Unidos jamais abrirão mão do direito de participar dos assuntos internacionais na condição de Estado-nação soberano, cujo poder de se autogovernar deve permanecer intacto. Nesse sentido, os poderes do governo americano não podem ser limitados pelos desejos dos governos de outras nações e de organizações supranacionais, mas apenas por sua própria Constituição, concebida pelo povo americano como a lei fundamental segundo a qual se deve julgar a legitimidade de todas as outras leis, tratados e acordos. A Constituição é a lei suprema à qual o povo americano está sujeito, e tudo o que entra em conflito com a Constituição não pode ser vinculante nem para o povo americano (“We, the People”) nem para o governo americano, que existe para servi-lo.
Como escreve o historiador John Fonte em Sovereignty or Submission: Will Americans Rule Themselves or Be Ruled by Others?:
“Durante a maior parte do último meio século, o Departamento de Estado dos EUA tem rotineiramente qualificado a ratificação americana de tratados internacionais com a ressalva de que o país não validará qualquer disposição que viole a Constituição dos EUA. Se houver um ponto de conflito entre um tratado internacional e a Constituição dos Estados Unidos, a Constituição prevalecerá sobre a convenção internacional.”
Alexandre de Moraes tentou estender a sua jurisdição aos EUA, na esperança de, assim como faz em casa, sobrepor a sua vontade também à Constituição americana
Eis que, movido por húbris e delírio de grandeza, e sem nem sequer ser uma organização de direito internacional, Alexandre de Moraes tentou fazer precisamente isso: estender a sua jurisdição (que, por disfuncionalidade da nossa República, se tornou ilimitada) aos EUA, na esperança de, assim como faz em casa, sobrepor a sua vontade também à Constituição americana. Obviamente, não tinha como dar certo, e Moraes acabou enredado num problema que vai muito além de uma mera disputa judicial entre ele e uma empresa estrangeira privada, tocando em questões de soberania e defesa nacional americanas.
No texto da ação, os advogados do Rumble e do TMTG deixam claro a raiz do problema. Depois de descrever com impressionante precisão as violações que Moraes cometeu contra a lei doméstica e os direitos fundamentais dos brasileiros, eles esclarecem:
“Se as ações do ministro Moraes se limitassem ao Brasil, seriam lamentáveis, mas provavelmente não estariam sob a jurisdição dos tribunais dos EUA. No entanto, muitas de suas medidas, incluindo as ilegais ordens de sigilo contestadas neste caso, alcançam diretamente os Estados Unidos, exigindo ações de empresas americanas que não possuem presença no Brasil e que terão o efeito de suprimir a liberdade de expressão não apenas no Brasil, mas também nos Estados Unidos e no mundo inteiro.”
Os redatores da ação lembram o papel americano na defesa da liberdade de expressão como pilar fundamental da democracia, um valor consagrado na célebre Primeira Emenda da Constituição dos EUA. Recentemente, em discurso a representantes da União Europeia, o vice-presidente americano, J.D. Vance, reafirmou esses princípios como um componente essencial da política pública dos EUA. Diante de uma audiência global, Vance articulou o compromisso dos Estados Unidos em defender a livre expressão contra abusos judiciais e medidas autoritárias disfarçadas de combate à “desinformação” ou ao discurso “antidemocrático”. Ao afirmar que “a democracia se baseia no princípio sagrado de que a voz do povo importa”, o vice-presidente sublinhou a necessidade de resistir a imposições extraterritoriais que buscam silenciar discursos legítimos dentro dos Estados Unidos.
A oposição histórica dos Estados Unidos ao ativismo judicial estrangeiro foi reforçada pela Ordem Executiva 14203 (EO 14203), emitida pelo presidente Donald Trump em 6 de fevereiro de 2025, e cujo propósito é reafirmar o compromisso do governo americano em proteger seus cidadãos, entidades e aliados contra ações judiciais estrangeiras ilegítimas. Voltada especificamente contra o Tribunal Penal Internacional (TPI) – um corolário lógico da ideia de “jurisdição universal” –, a EO 14203 denuncia as tentativas do TPI de exercer jurisdição sobre cidadãos ou aliados dos EUA sem consentimento americano, classificando essas ações como uma afronta direta à soberania e à segurança nacional dos Estados Unidos. A EO 14203 estabelece um marco na política dos EUA ao rejeitar tentativas de tribunais estrangeiros de impor seus padrões legais extraterritorialmente – especialmente quando esses padrões entram em conflito com as proteções constitucionais e as normas jurídicas estabelecidas nos Estados Unidos.
“O ministro Moraes não pode ditar os contornos do discurso legítimo dentro dos Estados Unidos. Apenas a lei americana – fundamentada na Primeira Emenda – deve regular e governar essas empresas com sede nos EUA e suas operações americanas.”
Trecho da ação judicial proposta contra Alexandre de Moraes nos EUA
Pois, como argumentam os redatores da ação, o indivíduo Moraes seguiu o exemplo do TPI, e o fez de maneira ilegal e coercitiva. Dizem eles:
“Reconhecendo que suas exigências provavelmente fracassariam sob o rigoroso processo de revisão do MLAT, o ministro Alexandre de Moraes elaborou uma estratégia coercitiva para contornar completamente o tratado. Em vez de submeter um pedido formal pelos canais adequados, Moraes emitiu ordens obrigando a Rumble, uma empresa sediada nos EUA sem presença ou operações no Brasil, a nomear advogados locais exclusivamente para receber suas determinações de censura. Essa manobra não apenas contraria os requisitos processuais do MLAT, mas também fabrica jurisdição por meio da coerção, violando os princípios fundamentais do tratado e comprometendo a integridade da cooperação jurídica internacional. Coerção é, sem dúvida, a palavra correta. Por exemplo, quando a plataforma X inicialmente desafiou as ordens de censura de Moraes, ele ameaçou prender os representantes legais da empresa no Brasil, o que levou a X a evacuar sua equipe do país.”
E mais:
“Ao contornar o MLAT, a Convenção da Haia sobre Citação e Notificação e o processo de cartas rogatórias, o ministro Alexandre de Moraes ignorou deliberadamente os mecanismos estabelecidos de cooperação jurídica internacional. Esses instrumentos existem para equilibrar os interesses legítimos dos Estados soberanos, ao mesmo tempo em que protegem contra a imposição de normas jurídicas estrangeiras que conflitam com as leis nacionais. As ações de Moraes rompem esse equilíbrio, estendendo unilateral e ilegalmente a autoridade judicial brasileira para os Estados Unidos sem o consentimento ou supervisão das autoridades norte-americanas. Essa conduta não apenas desrespeita a soberania dos Estados Unidos, mas também estabelece um precedente perigoso, minando a confiança nos processos jurídicos concebidos para viabilizar uma cooperação internacional lícita e respeitosa (...) As ações do ministro Alexandre de Moraes, se não forem contidas, criariam um precedente perigoso, permitindo que tribunais estrangeiros imponham rotineiramente suas leis a empresas norte-americanas sempre que optarem por contornar os canais legais estabelecidos. Isso representaria uma ameaça aos princípios fundamentais da soberania dos Estados Unidos, da liberdade de expressão e do livre debate (...) O ministro Moraes não pode ditar os contornos do discurso legítimo dentro dos Estados Unidos. Apenas a lei americana – fundamentada na Primeira Emenda – deve regular e governar essas empresas com sede nos EUA e suas operações americanas.”
Como se vê, Moraes parece ser um sapateiro que foi além do sapato. Ou, talvez, um militante político que foi além das medidas de sua fantasia de juiz.
Flávio Gordon - Gazeta do Povo
PUBLICADAEMhttps://rota2014.blogspot.com/2025/02/flavio-gordon-alexandre-de-moraes.html
Guilherme Fiuza
— Parabéns pelo filme.
— Dê os parabéns ao Lula.
- Foi ele quem dirigiu?
— Não.
— Foi ele quem patrocinou?
— Não.
— Foi ele quem inspirou?
— Não.
— Por que então parabenizá-lo?
— Porque se não fosse ele o filme não existiria.
— Ah, ele produziu.
— Não.
— Distribuiu.
— Não.
— Divulgou.
— Também não.
— O que ele fez, então?
— Foi eleito.
— Certo. Mas por isso ele tem que ser parabenizado pelo filme?
— Exatamente.
— Pode explicar melhor?
— Claro. A eleição dele impediu que o filme fosse censurado.
— Ah, o governo anterior disse que ia censurar.
— Não.
— Bem… Por que você acha que seria censurado?
— Acho, não. Tenho certeza.
— Por que você tem certeza?
— Porque é isso que ditadura faz: censura.
— Era uma ditadura antes do Lula?
— Era.
— Outros filmes foram censurados?
— Me recuso a responder.
— Por quê?
— É perigoso.
— Mas o Lula não tirou a ditadura do poder?
— Tirou. Mas tem o fantasma da ditadura.
— Ah, é? Onde ele tá?
— Por aí.
— Que medo.
— É assustador.
- Vejo toda hora.
— E o que você faz?
— Ligo pro Lula.
— Ele enfrenta o fantasma?
— Só de ouvir a voz dele já me acalmo.
— Que bom. O que ele te fala?
— Cala a boca já morreu.
— Bonito. E se ressuscitar é só até segunda-feira, né?
— Isso. No máximo terça.
— Estourando, quarta.
— Enfim, ninguém tem nada com isso. Ressurreição é um estado de espírito.
— E bota espírito nisso.
— Importante é que a democracia voltou.
— Viva ela! Agora fala um pouco do filme.
— O que mais me emocionou foi o discurso do Lula na ONU.
— Isso tá no filme?
— Não.
— Te perguntei do filme…
— Eu falo do que eu quiser. Não tente me censurar!
— Desculpe. Não foi a minha intenção. O que mais te emocionou no discurso do Lula?
— O Lula.
— Ah, bacana. E quais são as suas principais referências históricas?
— Além do Lula? — Sim. Se houver, claro. — Em segundo plano são muitas.
— Pode dar alguns exemplos?
— Claro: Odebrecht, OAS, Atibaia, Guarujá, Bumlai, Vaccari, Delúbio, Cerveró, Duque, Santana, Valério, Comperj, Compar, Abreu e Lima, Silvinho, pedalinho, Valdebran, Gedimar, Freud…
— Ah, você é freudiano?
— Sou. Mas não conta pra ninguém.
Guilherme Fiuza - Revista Oeste
PUBLICADAEMhttps://rota2014.blogspot.com/2025/02/guilherme-fiuza-confissoes-no-tapete.html
gilbertosimõespires/pontocritico
BOMBA
Todos os dias me deparo com uma ou mais publicações postadas nas redes sociais por brasileiros pra lá de -ESPERANÇOSOS-, cujos conteúdos (imagens, áudios ou textos) iniciam com a palavra- BOMBA-, em -LETRAS GARRAFAIS-, dando conta de que, enfim, a TIRANIA IMPOSTA PELO STF, notadamente pelo detestável ministro Alexandre de Moraes, está muito próxima do fim.
CANETADA
Pois, para desespero geral, praticamente no mesmo momento em que as pretensas e ilusórias -BOMBAS- são anunciadas, algum ministro do STF entra em cena e, com uma simples canetada, acaba de vez com eventuais e/ou fantasiosas pretensões de que davam a entender que a tal TIRANIA- estaria, enfim, com os dias contados.
BOMBA TIRÂNICA
Na semana passada, por exemplo, o ministro Dias Toffoli, com a CONCORDÂNCIA SILENCIOSA dos demais ministros, respondeu aos tolos ESPERANÇOSOS com uma outra BOMBA TIRÂNICA, ao DECLARAR -NULOS- TODOS OS ATOS CONTRA O EX-MINISTRO ANTONIO PALOCCI, que sob juramento se declarou RÉU CONFESSO nos CRIMES RELACIONADOS À OPERAÇÃO LAVA JATO.
MANDA E DESMANDA
Enquanto o STF deixa claro que MANDA E DESMANDA NO BRASIL, o PODER EXECUTIVO, sob o comando de Lula, segue firme na TAREFA DE DESTRUIÇÃO DO PAÍS, desta vez usando uma BOMBA -verdadeiramente -NUCLEAR-.
Vejam, por exemplo, o bestial caso da USINA NUCLEAR ANGRA 3, que segundo estudo do BNDES, para finalização da usina (seriam necessários mais CINCO ANOS DE OBRAS) seriam necessários R$23 BILHÕES em investimentos, além dos R$12 BILHÕES já aplicados até o momento. Mais: o BNDES informa que a decisão de ABANDONAR a OBRA teria um custo de R$21 BILHÕES, incluindo despesas com rescisões de contratos, desmobilização de canteiro, devolução de benefícios fiscais e penalidades pelo cancelamento de financiamentos incentivados.
Como se percebe, o governo Lula, é isso: NÃO TEM 23 BILHÕES PARA TERMINAR A OBRA E NÃO TEM R$ 21 BILHÕES PARA ABANDONAR A OBRA. Pode?
publicadaemhttps://pontocritico.com/artigo/bomba-nuclear
Advogados querem que Débora dos Santos possa mudar para o regime domiciliar, sobretudo por ela ser mãe de crianças menores
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), manteve a prisão preventiva da cabeleireira Débora dos Santos, detida por causa do 8 de janeiro. A defesa tentava obter o regime domiciliar.
Proferida na sexta-feira 21, a decisão ocorreu mesmo depois de Débora mandar uma carta à Corte, na qual pediu desculpa por escrever “perdeu, mané”, com batom, na estátua da deusa Têmis, que fica em frente ao STF. Desde março de 2023, a paulista de Paulínia se encontra no cárcere. Durante um ano, ela permaneceu enjaulada, mesmo sem denúncia formal da Procuradoria-Geral da República (PGR).
A PGR só ofereceu a acusação depois de Oeste revelar que a mulher estava no presídio sem queixa. Pouco depois, a 1ª Turma do STF tornou Débora ré. Caso seja condenada pelo STF, Débora pode pegar até 17 anos de cadeia.
Embora não se saiba a justificativa de Moraes para rejeitar outra vez a liberdade à mulher, em outra oportunidade o juiz do STF alegou o seguinte: “Não merece prosperar o pleito pela substituição da prisão preventiva pela prisão domiciliar (…) Na presente hipótese, permanece possível a restrição excepcional da liberdade de ir e vir, ante a periculosidade social e a gravidade das condutas atribuídas à ré, conforme denúncia oferecida pela PGR”.
Quem é Débora dos Santos
Casada com o pintor Nilton Cesar, Débora é mãe de duas crianças, uma com 6 anos e outra com 9 anos.
A mulher também é religiosa. Antes de ir para a cadeia, Débora frequentava a Igreja Adventista do 7º Dia.
No ano passado, os filhos de Débora gravaram um vídeo no qual fizeram um apelo à Justiça pela soltura da mãe. Diversos parlamentares, como os deputados federais Gustavo Gayer (PL-GO) e Bia Kicis (PL-DF), compartilharam o conteúdo. “Todos vão pagar por isso”, disse Gayer. “Isso é cruel e desumano”, constatou Bia, ao mencionar o projeto de lei da anistia.
Revista Oeste
publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2025/02/hitler-tupiniquim-alexandre-de-moraes.html
A votação está prevista para acontecer nesta quarta-feira, 26, no Comitê Judiciário da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos
O Comitê Judiciário da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos votará um projeto de lei nesta quarta-feira, 26, que pode impedir a entrada de Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), no país. Caso o projeto seja aprovado, ele também pode resultar na deportação do magistrado, caso ele já esteja em território norte-americano.
O projeto, denominado “No Censors on our Shores Act”, foi apresentado em setembro de 2024 pelos deputados republicanos Darrell Issa, da Califórnia, e María Elvira Salazar, da Flórida. A proposta surgiu como uma resposta à decisão de Moraes de suspender a rede social X no Brasil, depois que a plataforma se recusou a cumprir ordens do STF.
O objetivo da proposta é impedir que autoridades estrangeiras que infrinjam a liberdade de expressão de cidadãos norte-americanos, por meio de censura, entrem nos Estados Unidos.
A inclusão do projeto na pauta do Comitê Judiciário foi comemorada nas redes sociais pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ele afirmou que a medida busca “tirar visto de violadores da liberdade de expressão”.
Eduardo Bolsonaro - Pautado para esta quarta-feira projeto de lei que pode tirar visto de violadores da liberdade de expressão mesmo no Brasil.
Se aprovado pelo Comitê, o projeto seguirá para o plenário da Câmara. Lá, precisará de 218 votos, a maioria dos 435 deputados, para ser sancionado como lei. Esse número de votos corresponde exatamente à quantidade de republicanos na Casa. Jim Jordan, presidente do Comitê Judiciário e republicano do Ohio, argumenta que a medida é necessária para garantir a proteção da liberdade de expressão dos cidadãos norte-americanos.
Ele cita casos como o das investigações sobre as milícias digitais, que afetaram brasileiros com cidadania norte-americana ou residência fixa nos EUA. Eduardo Bolsonaro @BolsonaroSP · Seguir Pautado para esta quarta-feira projeto de lei que pode tirar visto de violadores da liberdade de expressão mesmo no Brasil.
Estados Unidos: deputados votam projeto para impedir Moraes de entrar no país https://revistaoeste.com/mundo/estados-unidos-deputados-votam-projeto-para-impedir-moraes-de-entrar-no-pais/ 3/7 Esse movimento tem ganhado força entre parlamentares republicanos.
Em 2024, eles enviaram uma carta ao Secretário de Estado norte-americano para pedir a revogação dos vistos de todos os ministros do STF, com destaque para Alexandre de Moraes.
No documento, alegaram que o STF adota práticas que ameaçam a liberdade de expressão, como no caso da suspensão do X. Para os republicanos, isso representa uma ameaça à democracia e um avanço autoritário.
Com a vitória de Donald Trump nas eleições de 2024 e o fortalecimento de aliados, como Elon Musk, que ocupa um cargo importante na administração de Trump, a pressão contra o STF tende a aumentar. Caso o projeto de lei seja aprovado, ele pode gerar sérias implicações nas relações diplomáticas entre os dois países e afetar a imagem de Alexandre de Morae
Revista Oeste
publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2025/02/eua-deputados-votam-projeto-para.html
DIÁRIODOPODER
Com os Correios beirando a insolvência, como sua direção já admitiu, a atual gestão quer empurrar a conta de sua ineficiência para o cidadão. Quer aumentar tarifas em vez e cortar despesas, assim como o governo Lula (PT) aumenta impostos em vez de cortar gastos. A ideia é impor 81,6% de aumento nas tarifas já a partir de abril, segundo o documento com “ações para sustentabilidade econômico-financeira”, a que a coluna teve acesso. A estatal negou até que haja discussão sobre o assunto.
Só pensam naquilo
A estatal traçou cenários de 12%, 20%, 45% e 81,6%. Neste último caso, o estudo prevê R$3,4 bilhões em caixa... até ficar insolvente outra vez.
Nem pro cheiro
No plano, os Correios dizem que última revisão tarifária ocorreu em 2017 e foi de 4,094%. Diz ter sido insuficiente para cobrir seus custos. Claro.
Culpa do Haddad
O documento reforça que a “taxa das blusinhas”, imposta por Fernando Haddad (Fazenda), prejudicou a receita e tornou a estatal insolvente.
Toque de caixa
O documento será apresentado nos próximos dias. Precisa ser aprovado pela diretoria, moleza até aí. A resistência, se ocorrer, será no conselho.
Diário do Poder
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PERCIVALPUGGINA/YOUTUBE
INSTAGRAM/5ELEMENTO
Quando a alimentação básica se torna um luxo e alternativas antes impensáveis começam a ser apresentadas como "o futuro da nutrição", não estamos testemunhando progresso, mas sim um claro sinal de decadência econômica. O problema não é a inovação em si, mas o fato de que ela só ganha espaço porque o essencial – arroz, feijão, carne, ovos – está cada vez mais distante do prato de milhões de pessoas.
DELTAN DALLAGNOL/YOUTUBE
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- Coppolla na CNN.
Áudios revelados contradizem denúncia fabricada contra Bolsonaro
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Peça da Procuradoria-Geral da República não apresenta provas contra os acusados J.R. Guzzo
A denúncia criminal feita pela PGR contra o ex-presidente Bolsonaro, com pedidos de prisão que, um em cima do outro, chegam a 43 anos, permite mais de um tipo de abordagem. Que tal começar pela mais simples? Trata-se de responder à seguinte pergunta: você acredita, honestamente, que um tribunal de justiça da Alemanha ou da Suíça, por exemplo, ou de qualquer país civilizado, aceitaria a peça assinada pelo procurador Gonet, tal como ela está? Ou mandaria arquivar a denúncia no ato, por não apresentar nenhuma prova minimamente séria?
O regime ora em vigor, como os aiatolás do Irã, criou uma religião oficial no Brasil, com um dogma supremo: você tem de acreditar que o governo anterior agiu para dar um golpe, ou quis agir, e só não deu porque não conseguiu. E as provas de que isso de fato ocorreu? É uma questão religiosa, também. Na Idade Média, como se sabe, os gatos gordos da Igreja mostravam um pedaço de metal enferrujado para as pessoas e garantiam que era um prego da cruz. Uma lasca de madeira era apresentada como fragmento da coroa de espinhos, e vidrinhos com tinta vermelha eram o sangue do próprio Cristo. Com o Golpe dos Estilingues é a mesma coisa.
A Polícia Federal, há dois anos, diz qualquer negócio, mas qualquer negócio mesmo; a mídia reproduz, sem checar os fatos, exatamente o que lhe disseram; o que é a declaração de um policial vira, por milagre, prova com valor judicial para a PGR. É uma linha de montagem para a produção de material probatório de todos os tipos — e assim como o padre garantia que a toalha do altar era feita com o véu da Virgem Maria, a polícia e demais autoridades garantem que tudo o que estão falando é sério. É acusação? Então é verdade.
O resultado é uma situação curiosa. Um cidadão com os circuitos mentais em rotação normal ouve há dois anos essas histórias e diz: “Mas nada disso é prova”.
A resposta automática e indignada dos crentes é: “Há prova, sim, e em excesso. Olha aí tudo o que a Polícia Federal está dizendo.
Não é prova?
O que mais você quer”? Falam, então, dos depoimentos, das delações, dos vídeos, dos áudios, das minutas do golpe, do Punhal Verde-Amarelo, da sacola de vinho, dos Kids Pretos. Mas de golpe, que é bom, nada. Nada deixa isso tudo tão claro como a joia da coroa da peça de acusação: a delação do coronel Cid.
O sigilo em torno de seu interrogatório foi aberto — e ficou evidente, em áudio gravado, que Alexandre de Moraes ameaçou de prisão Cid, seu pai, sua mulher e sua filha maior, se ele não apresentasse os fatos que o ministro queria. Bastaria isso, em qualquer democracia do mundo, para a justiça jogar a denúncia da PGR no lixo.
Publicado originalmente no jornal O Estado de S. Paulo
J.R. Guzzo - Revista Oeste
publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2025/02/jr-guzzo-qualquer-democracia-do-mundo.html
Nossos vizinhos argentinos oferecem uma lição importante
Por Douglas Ribeiro
Passeio em meio à queda de popularidade do descondenado Com informações da Revista Oeste
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) intensifica, a partir desta semana, o ritmo de viagens pelo Brasil. O petista também adicionou à sua agenda a primeira viagem internacional desde as cirurgias realizadas na cabeça, em dezembro do ano passado.
O movimento de Lula ocorre em meio à queda na popularidade do governo. De acordo com pesquisa do Datafolha, somente 24% dos eleitores aprovam a atual gestão, enquanto 41% a reprovam.
Esse é o menor índice de aprovação em todos os três mandatos do presidente, enquanto a taxa de reprovação atingiu nível recorde. No último fim de semana, Lula alertou o Partido dos Trabalhadores (PT) sobre a necessidade de “gastar sola de sapato na periferia” para reverter o cenário.
Veja as próximas viagens do ex-presidiário
A semana do chefe do Executivo começa no Rio Grande do Sul, onde, nesta segunda-feira, 24, ele participa da assinatura do contrato para renovação e ampliação da frota da Petrobras. O acordo prevê a aquisição de quatro navios do tipo Handy, cada um avaliado em US$ 69,5 milhões.Na quinta-feira 27, o presidente seguirá para Santos, no litoral paulista, para formalizar a concessão do túnel que ligará a cidade ao Guarujá. Segundo a CNN, os detalhes do projeto foram discutidos em uma reunião fora da agenda presidencial, com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
O túnel Santos–Guarujá é visto pelos governos federal e estadual como uma das principais vitrines eleitorais em São Paulo. Orçada em R$ 6 bilhões, a obra também reflete a estratégia de Tarcísio para aumentar sua aprovação local.
Já no sábado 1º, Lula fará sua primeira viagem internacional desde as cirurgias realizadas em dezembro para a colocação e remoção de um dreno na cabeça.
O destino da viagem será Montevidéu, capital do Uruguai, onde participará da posse do presidente eleito, Yamandú Orsi. Em novembro, logo depois da eleição uruguaia, Orsi visitou o Brasil para um encontro com Lula, em que reforçou a importância da relação entre os dois países.
Na semana passada, Lula esteve em São Paulo para uma bateria de exames, incluindo testes de sangue e imagem, a fim de monitorar os impactos da lesão
Com informações da Revista Oeste
publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2025/02/condenado-mais-de-30-anos-de-xilindro.html
GAZETA DO POVO
Lula mente sobre preço da gasolina e "pede para ser xingado”
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O regime autoritário quer se livrar da direita, especialmente de Bolsonaro, e por isso produziu uma peça de ficção para denunciá-lo pelo 'golpe armado' que nunca aconteceu por Rodrigo Constantino
U m show trial, ou julgamento-espetáculo, é um julgamento público em que a culpa ou inocência do réu já foi decidida. O objetivo de um julgamento-espetáculo é influenciar a opinião pública e punir o réu. Em 1937 e 1938, o regime soviético realizou uma série de julgamentos a portas fechadas dos principais líderes militares. Os julgamentos fizeram parte de um expurgo maior dos militares soviéticos. Os julgamentos foram encenados, e os acusados foram forçados a dizer palavras escritas. Tudo não passou de um espetáculo.
Os comunistas soviéticos foram os mestres nessa arte, mas tudo começou com os jacobinos na Revolução Francesa. Julgamentos sumários coletivos serviam para dar um falso ar de legitimidade ao puro expurgo de dissidentes e críticos, os “contrarrevolucionários”. No terceiro filme da trilogia de Batman de Christopher Nolan, o vilão representado por Bane incorpora essa postura jacobina e promove julgamentos coletivos em praça pública para justificar a matança geral e o extermínio de “elementos perigosos”. Em Cuba, herdeira dos jacobinos, o paredão era usado para ceifar a vida de milhares de inocentes cujo “crime” era discordar de Fidel Castro.
Ou seja, um show trial ocorre quando um regime opressor quer se livrar de críticos e adversários incômodos, e precisa dar um verniz de legalidade ao ato de pura violência. Ninguém mais pode ter dúvidas de que é isso que se passa no Brasil de hoje. O regime autoritário, controlado pelo consórcio que inclui o governo federal lulista, o Supremo Tribunal Federal e a velha imprensa dando suporte às narrativas fajutas, quer se livrar da direita, especialmente de Bolsonaro, e por isso produziu uma peça de ficção para denunciá-lo pelo “golpe armado” que nunca aconteceu.
As fragilidades jurídicas são tantas que caberiam num texto à parte só para apontá-las. Mas mesmo um leigo pode se dar conta de que nada ali remete ao devido processo legal, respeitando-se o instrumento acusatório, a individualização das ações, a necessidade de provas robustas, e por aí vai. Toda a denúncia se baseia na colaboração de Mauro Cid, cujos vídeos o STF só liberou sob pressão. Não é para menos: está claro, pelo conceito do próprio Gilmar Mendes e seus pares supremos, que Cid foi colocado sob tortura. É o pau de arara moderno!
Segundo Fabio Serapião, do Metrópoles, Alexandre de Moraes grampeou o telefone e monitorou Mauro Cid após “omissão” em delação. Cid é ameaçado de prisão durante sua colaboração! Num áudio a que Veja teve acesso, o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro reclamava que era forçado a entregar aquilo que o ministro queria ouvir, e que suas falas eram distorcidas e manipuladas. Ele nunca falou em golpe, por exemplo, tampouco admitiu qualquer conspiração criminosa.
Moraes tinha sua cama de Procusto, e, se o depoente não se encaixasse exatamente no tamanho predeterminado, seria cortado ou esticado até caber perfeitamente dentro da narrativa pronta. Até os familiares de Cid foram alvos de intimidação e ameaça, ou seja, Moraes partiu para o estilo soviético sem qualquer pudor, agindo feito um tirano.
Aqueles que denunciam o suposto “golpe armado” sem armas e prometem um julgamento imparcial são os mesmos que confessam ter derrotado o bolsonarismo, que anularam todas as provas da Lava Jato contra os petistas e seus companheiros, que atropelam a Constituição para governar o país e perseguir críticos, censurar jornalistas e prender “terroristas” armados apenas de Bíblias, bandeiras do país ou batom. É tudo simplesmente ridículo demais, escancarado demais, patético demais.
Chega a ser constrangedora a postura de quem precisa fingir que leva a sério um espetáculo desses, criticando pontualmente uma ou outra medida, mas ignorando o “big picture”, aceitando a premissa absurda de que temos qualquer coisa parecida com um Estado de Direito ainda remanescente no Brasil. O Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, chegou a incluir o pitoresco episódio da falta de táxi em sua denúncia, ou seja, o golpe não foi adiante porque não tinha transporte disponível! Se o intuito de Gonet é se qualificar como roteirista em Hollywood, ele precisa torcer muito para que a queda de qualidade dos estúdios tomados por ideologia woke permita espaço para uma pornochanchada dessas. Talvez como filme de comédia de Woody Allen ele consiga algo…
O Brasil não é um país sério. Foi dominado por bandidos e seus cúmplices togados, que protegem marginais de verdade e perseguem inocentes. Muitos temiam que o país virasse uma nova Venezuela, enquanto os ministros supremos debochavam dos críticos do comunismo. Eis que o Brasil já virou uma Venezuela! Lá o regime de Maduro também persegue opositores com denúncias ridículas de “tentativa de golpe de Estado”. Lá também a Corte Suprema virou um puxadinho do governo esquerdista. Lá também temos os “show trials” inspirados nos jacobinos e seus herdeiros soviéticos.
A única esperança dos brasileiros de bem é que o estágio de consolidação do regime não esteja tão avançado como lá, e que ainda dê tempo de o povo, nas ruas e com a ajuda americana do governo Trump, consiga reverter o quadro e resgatar a democracia. Não será nada fácil, pois o regime está com o poder nas mãos, dobrando a aposta a cada semana. E seu intuito está claro: prender Bolsonaro com o pretexto que for. Por isso vem aí o “show trial” mais ridículo de todos: o julgamento da tentativa de golpe inexistente.
Rodrigo Constantino - Revista Oeste
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