Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

-

CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025

Moraes passa vergonha e não prova para Interpol que Allan dos Santos cometeu crime

 PAVINATTO/SEMMIMIMI/YOUTUBE


Moraes passa vergonha e não prova para Interpol que Allan dos Santos cometeu crime


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https://www.youtube.com/watch?v=vanL-pRnCp8

Manifestantes PRESOS sem JULGAMENTO, enquanto BANDIDOS são SOLTOS

 RUBINHONUNES/YOUTUBE


Manifestantes PRESOS sem JULGAMENTO, enquanto BANDIDOS são SOLTOS


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O teatro de Moraes que vai levar Bolsonaro à cadeia

 GAZETA DO POVO


terça-feira, 25 de fevereiro de 2025

Alexandre de Moraes atenta contra o valor mais caro aos americanos: a soberania de sua Constituição

 Flávio Gordon -

'Moraes parece ser um sapateiro que foi além do sapato. Ou, talvez, um militante político que foi além das medidas de sua fantasia de juiz'


O cerne da ação movida pelo Rumble e pelo Trump Media & Technology Group (TMTG) reside na tentativa, por parte de Alexandre de Moraes, de impor a ideia de jurisdição universal – uma ideia já relativamente consolidada no âmbito da União Europeia, e que remonta ao século 17, no contexto do combate movido pelo Império Britânico contra a pirataria (a real, não a virtual) – logo ao país que lhe é mais avesso, os EUA. Com efeito, se a noção de “jurisdição universal” entusiasma os adeptos da utopia da assim chamada “governança global” (a exemplo de Moraes e dos líderes união-europeístas), ela tem historicamente repelido os americanos, cuja noção de soberania nacional sustenta-se basicamente na primazia da Constituição nacional sobre as leis e os tratados internacionais.


Dito brevemente, o conceito americano de soberania nacional consiste na afirmação de que os Estados Unidos jamais abrirão mão do direito de participar dos assuntos internacionais na condição de Estado-nação soberano, cujo poder de se autogovernar deve permanecer intacto. Nesse sentido, os poderes do governo americano não podem ser limitados pelos desejos dos governos de outras nações e de organizações supranacionais, mas apenas por sua própria Constituição, concebida pelo povo americano como a lei fundamental segundo a qual se deve julgar a legitimidade de todas as outras leis, tratados e acordos. A Constituição é a lei suprema à qual o povo americano está sujeito, e tudo o que entra em conflito com a Constituição não pode ser vinculante nem para o povo americano (“We, the People”) nem para o governo americano, que existe para servi-lo.


Como escreve o historiador John Fonte em Sovereignty or Submission: Will Americans Rule Themselves or Be Ruled by Others?:


“Durante a maior parte do último meio século, o Departamento de Estado dos EUA tem rotineiramente qualificado a ratificação americana de tratados internacionais com a ressalva de que o país não validará qualquer disposição que viole a Constituição dos EUA. Se houver um ponto de conflito entre um tratado internacional e a Constituição dos Estados Unidos, a Constituição prevalecerá sobre a convenção internacional.”




Alexandre de Moraes tentou estender a sua jurisdição aos EUA, na esperança de, assim como faz em casa, sobrepor a sua vontade também à Constituição americana




Eis que, movido por húbris e delírio de grandeza, e sem nem sequer ser uma organização de direito internacional, Alexandre de Moraes tentou fazer precisamente isso: estender a sua jurisdição (que, por disfuncionalidade da nossa República, se tornou ilimitada) aos EUA, na esperança de, assim como faz em casa, sobrepor a sua vontade também à Constituição americana. Obviamente, não tinha como dar certo, e Moraes acabou enredado num problema que vai muito além de uma mera disputa judicial entre ele e uma empresa estrangeira privada, tocando em questões de soberania e defesa nacional americanas.


No texto da ação, os advogados do Rumble e do TMTG deixam claro a raiz do problema. Depois de descrever com impressionante precisão as violações que Moraes cometeu contra a lei doméstica e os direitos fundamentais dos brasileiros, eles esclarecem:


“Se as ações do ministro Moraes se limitassem ao Brasil, seriam lamentáveis, mas provavelmente não estariam sob a jurisdição dos tribunais dos EUA. No entanto, muitas de suas medidas, incluindo as ilegais ordens de sigilo contestadas neste caso, alcançam diretamente os Estados Unidos, exigindo ações de empresas americanas que não possuem presença no Brasil e que terão o efeito de suprimir a liberdade de expressão não apenas no Brasil, mas também nos Estados Unidos e no mundo inteiro.”


Os redatores da ação lembram o papel americano na defesa da liberdade de expressão como pilar fundamental da democracia, um valor consagrado na célebre Primeira Emenda da Constituição dos EUA. Recentemente, em discurso a representantes da União Europeia, o vice-presidente americano, J.D. Vance, reafirmou esses princípios como um componente essencial da política pública dos EUA. Diante de uma audiência global, Vance articulou o compromisso dos Estados Unidos em defender a livre expressão contra abusos judiciais e medidas autoritárias disfarçadas de combate à “desinformação” ou ao discurso “antidemocrático”. Ao afirmar que “a democracia se baseia no princípio sagrado de que a voz do povo importa”, o vice-presidente sublinhou a necessidade de resistir a imposições extraterritoriais que buscam silenciar discursos legítimos dentro dos Estados Unidos.


A oposição histórica dos Estados Unidos ao ativismo judicial estrangeiro foi reforçada pela Ordem Executiva 14203 (EO 14203), emitida pelo presidente Donald Trump em 6 de fevereiro de 2025, e cujo propósito é reafirmar o compromisso do governo americano em proteger seus cidadãos, entidades e aliados contra ações judiciais estrangeiras ilegítimas. Voltada especificamente contra o Tribunal Penal Internacional (TPI) – um corolário lógico da ideia de “jurisdição universal” –, a EO 14203 denuncia as tentativas do TPI de exercer jurisdição sobre cidadãos ou aliados dos EUA sem consentimento americano, classificando essas ações como uma afronta direta à soberania e à segurança nacional dos Estados Unidos. A EO 14203 estabelece um marco na política dos EUA ao rejeitar tentativas de tribunais estrangeiros de impor seus padrões legais extraterritorialmente – especialmente quando esses padrões entram em conflito com as proteções constitucionais e as normas jurídicas estabelecidas nos Estados Unidos.




“O ministro Moraes não pode ditar os contornos do discurso legítimo dentro dos Estados Unidos. Apenas a lei americana – fundamentada na Primeira Emenda – deve regular e governar essas empresas com sede nos EUA e suas operações americanas.”




Trecho da ação judicial proposta contra Alexandre de Moraes nos EUA


Pois, como argumentam os redatores da ação, o indivíduo Moraes seguiu o exemplo do TPI, e o fez de maneira ilegal e coercitiva. Dizem eles:


“Reconhecendo que suas exigências provavelmente fracassariam sob o rigoroso processo de revisão do MLAT, o ministro Alexandre de Moraes elaborou uma estratégia coercitiva para contornar completamente o tratado. Em vez de submeter um pedido formal pelos canais adequados, Moraes emitiu ordens obrigando a Rumble, uma empresa sediada nos EUA sem presença ou operações no Brasil, a nomear advogados locais exclusivamente para receber suas determinações de censura. Essa manobra não apenas contraria os requisitos processuais do MLAT, mas também fabrica jurisdição por meio da coerção, violando os princípios fundamentais do tratado e comprometendo a integridade da cooperação jurídica internacional. Coerção é, sem dúvida, a palavra correta. Por exemplo, quando a plataforma X inicialmente desafiou as ordens de censura de Moraes, ele ameaçou prender os representantes legais da empresa no Brasil, o que levou a X a evacuar sua equipe do país.”


E mais:


“Ao contornar o MLAT, a Convenção da Haia sobre Citação e Notificação e o processo de cartas rogatórias, o ministro Alexandre de Moraes ignorou deliberadamente os mecanismos estabelecidos de cooperação jurídica internacional. Esses instrumentos existem para equilibrar os interesses legítimos dos Estados soberanos, ao mesmo tempo em que protegem contra a imposição de normas jurídicas estrangeiras que conflitam com as leis nacionais. As ações de Moraes rompem esse equilíbrio, estendendo unilateral e ilegalmente a autoridade judicial brasileira para os Estados Unidos sem o consentimento ou supervisão das autoridades norte-americanas. Essa conduta não apenas desrespeita a soberania dos Estados Unidos, mas também estabelece um precedente perigoso, minando a confiança nos processos jurídicos concebidos para viabilizar uma cooperação internacional lícita e respeitosa (...) As ações do ministro Alexandre de Moraes, se não forem contidas, criariam um precedente perigoso, permitindo que tribunais estrangeiros imponham rotineiramente suas leis a empresas norte-americanas sempre que optarem por contornar os canais legais estabelecidos. Isso representaria uma ameaça aos princípios fundamentais da soberania dos Estados Unidos, da liberdade de expressão e do livre debate (...) O ministro Moraes não pode ditar os contornos do discurso legítimo dentro dos Estados Unidos. Apenas a lei americana – fundamentada na Primeira Emenda – deve regular e governar essas empresas com sede nos EUA e suas operações americanas.”


Como se vê, Moraes parece ser um sapateiro que foi além do sapato. Ou, talvez, um militante político que foi além das medidas de sua fantasia de juiz.




Flávio Gordon - Gazeta do Povo





















PUBLICADAEMhttps://rota2014.blogspot.com/2025/02/flavio-gordon-alexandre-de-moraes.html

- 'Confissões no tapete vermelho'  'Se não fosse o Lula o filme não existiria'

 Guilherme Fiuza 


— Parabéns pelo filme. 


— Dê os parabéns ao Lula.


- Foi ele quem dirigiu? 


— Não. 


— Foi ele quem patrocinou? 


— Não. 


— Foi ele quem inspirou? 


— Não. 


— Por que então parabenizá-lo? 


— Porque se não fosse ele o filme não existiria.


— Ah, ele produziu. 


— Não. 


— Distribuiu. 


— Não. 


— Divulgou. 


— Também não. 


— O que ele fez, então? 


— Foi eleito. 


— Certo. Mas por isso ele tem que ser parabenizado pelo filme? 


— Exatamente. 


— Pode explicar melhor?


 — Claro. A eleição dele impediu que o filme fosse censurado. 


— Ah, o governo anterior disse que ia censurar. 


— Não. 


— Bem… Por que você acha que seria censurado? 


— Acho, não. Tenho certeza. 


— Por que você tem certeza? 


— Porque é isso que ditadura faz: censura. 


— Era uma ditadura antes do Lula? 


— Era. 


— Outros filmes foram censurados? 


— Me recuso a responder. 


— Por quê? 


— É perigoso. 


— Mas o Lula não tirou a ditadura do poder? 


— Tirou. Mas tem o fantasma da ditadura. 


— Ah, é? Onde ele tá? 


— Por aí. 


— Que medo. 


— É assustador.


-  Vejo toda hora. 


— E o que você faz? 


— Ligo pro Lula. 


— Ele enfrenta o fantasma? 


— Só de ouvir a voz dele já me acalmo.


 — Que bom. O que ele te fala?


 — Cala a boca já morreu. 


— Bonito. E se ressuscitar é só até segunda-feira, né? 


— Isso. No máximo terça. 


— Estourando, quarta. 


— Enfim, ninguém tem nada com isso. Ressurreição é um estado de espírito. 


— E bota espírito nisso. 


— Importante é que a democracia voltou. 


— Viva ela! Agora fala um pouco do filme. 


— O que mais me emocionou foi o discurso do Lula na ONU. 


— Isso tá no filme? 


— Não. 


— Te perguntei do filme…


— Eu falo do que eu quiser. Não tente me censurar! 


— Desculpe. Não foi a minha intenção. O que mais te emocionou no discurso do Lula? 


— O Lula.


 — Ah, bacana. E quais são as suas principais referências históricas? 


— Além do Lula? — Sim. Se houver, claro. — Em segundo plano são muitas. 


— Pode dar alguns exemplos? 


— Claro: Odebrecht, OAS, Atibaia, Guarujá, Bumlai, Vaccari, Delúbio, Cerveró, Duque, Santana, Valério, Comperj, Compar, Abreu e Lima, Silvinho, pedalinho, Valdebran, Gedimar, Freud…


 — Ah, você é freudiano?


 — Sou. Mas não conta pra ninguém.

Guilherme Fiuza - Revista Oeste


























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BOMBA NUCLEAR

 gilbertosimõespires/pontocritico

BOMBA

Todos os dias me deparo com uma ou mais publicações postadas nas redes sociais por brasileiros pra lá de -ESPERANÇOSOS-, cujos conteúdos (imagens, áudios ou textos) iniciam com a palavra- BOMBA-, em -LETRAS GARRAFAIS-, dando conta de que, enfim, a TIRANIA IMPOSTA PELO STF, notadamente pelo detestável ministro Alexandre de Moraes, está muito próxima do fim. 


CANETADA

Pois, para desespero geral, praticamente no mesmo momento em que as pretensas e ilusórias -BOMBAS- são anunciadas, algum ministro do STF entra em cena e, com uma simples canetada, acaba de vez com eventuais e/ou fantasiosas pretensões de que davam a entender que a tal TIRANIA- estaria, enfim, com os dias contados. 


BOMBA TIRÂNICA

Na semana passada, por exemplo, o ministro Dias Toffoli, com a CONCORDÂNCIA SILENCIOSA dos demais ministros, respondeu aos tolos ESPERANÇOSOS com uma outra BOMBA TIRÂNICA, ao DECLARAR -NULOS- TODOS OS ATOS CONTRA O EX-MINISTRO ANTONIO PALOCCI, que sob juramento se declarou RÉU CONFESSO nos CRIMES RELACIONADOS À OPERAÇÃO LAVA JATO.  


MANDA E DESMANDA

Enquanto o STF deixa claro que MANDA E DESMANDA NO BRASIL, o PODER EXECUTIVO, sob o comando de Lula, segue firme na TAREFA DE DESTRUIÇÃO DO PAÍS, desta vez usando uma BOMBA -verdadeiramente -NUCLEAR-. 

Vejam, por exemplo, o bestial caso da USINA NUCLEAR ANGRA 3, que segundo estudo do BNDES, para finalização da usina (seriam necessários mais CINCO ANOS DE OBRAS) seriam necessários R$23 BILHÕES em investimentos, além dos R$12 BILHÕES já aplicados até o momento. Mais: o BNDES informa que a decisão de ABANDONAR a OBRA teria um custo de R$21 BILHÕES, incluindo despesas com rescisões de contratos, desmobilização de canteiro, devolução de benefícios fiscais e penalidades pelo cancelamento de financiamentos incentivados.

Como se percebe, o governo Lula, é isso: NÃO TEM 23 BILHÕES PARA TERMINAR A OBRA E NÃO TEM R$ 21 BILHÕES PARA ABANDONAR A OBRA. Pode?

 























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Hitler tupiniquim, Alexandre de Moraes volta a manter prisão da cabeleireira que manchou estátua com batom no 8/1

 Advogados querem que Débora dos Santos possa mudar para o regime domiciliar, sobretudo por ela ser mãe de crianças menores


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), manteve a prisão preventiva da cabeleireira Débora dos Santos, detida por causa do 8 de janeiro. A defesa tentava obter o regime domiciliar. 

Proferida na sexta-feira 21, a decisão ocorreu mesmo depois de Débora mandar uma carta à Corte, na qual pediu desculpa por escrever “perdeu, mané”, com batom, na estátua da deusa Têmis, que fica em frente ao STF. Desde março de 2023, a paulista de Paulínia se encontra no cárcere. Durante um ano, ela permaneceu enjaulada, mesmo sem denúncia formal da Procuradoria-Geral da República (PGR). 

A PGR só ofereceu a acusação depois de Oeste revelar que a mulher estava no presídio sem queixa. Pouco depois, a 1ª Turma do STF tornou Débora ré. Caso seja condenada pelo STF, Débora pode pegar até 17 anos de cadeia. 

Embora não se saiba a justificativa de Moraes para rejeitar outra vez a liberdade à mulher, em outra oportunidade o juiz do STF alegou o seguinte: “Não merece prosperar o pleito pela substituição da prisão preventiva pela prisão domiciliar (…) Na presente hipótese, permanece possível a restrição excepcional da liberdade de ir e vir, ante a periculosidade social e a gravidade das condutas atribuídas à ré, conforme denúncia oferecida pela PGR”. 

Quem é Débora dos Santos

Casada com o pintor Nilton Cesar, Débora é mãe de duas crianças, uma com 6 anos e outra com 9 anos.

 A mulher também é religiosa. Antes de ir para a cadeia, Débora frequentava a Igreja Adventista do 7º Dia. 

No ano passado, os filhos de Débora gravaram um vídeo no qual fizeram um apelo à Justiça pela soltura da mãe. Diversos parlamentares, como os deputados federais Gustavo Gayer (PL-GO) e Bia Kicis (PL-DF), compartilharam o conteúdo. “Todos vão pagar por isso”, disse Gayer. “Isso é cruel e desumano”, constatou Bia, ao mencionar o projeto de lei da anistia.

Revista Oeste

















publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2025/02/hitler-tupiniquim-alexandre-de-moraes.html

EUA: deputados votam projeto para impedir Moraes de entrar no país

 A votação está prevista para acontecer nesta quarta-feira, 26, no Comitê Judiciário da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos


O Comitê Judiciário da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos votará um projeto de lei nesta quarta-feira, 26, que pode impedir a entrada de Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), no país. Caso o projeto seja aprovado, ele também pode resultar na deportação do magistrado, caso ele já esteja em território norte-americano. 

O projeto, denominado “No Censors on our Shores Act”, foi apresentado em setembro de 2024 pelos deputados republicanos Darrell Issa, da Califórnia, e María Elvira Salazar, da Flórida. A proposta surgiu como uma resposta à decisão de Moraes de suspender a rede social X no Brasil, depois que a plataforma se recusou a cumprir ordens do STF. 

O objetivo da proposta é impedir que autoridades estrangeiras que infrinjam a liberdade de expressão de cidadãos norte-americanos, por meio de censura, entrem nos Estados Unidos. 

A inclusão do projeto na pauta do Comitê Judiciário foi comemorada nas redes sociais pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ele afirmou que a medida busca “tirar visto de violadores da liberdade de expressão”.

Eduardo Bolsonaro - Pautado para esta quarta-feira projeto de lei que pode tirar visto de violadores da liberdade de expressão mesmo no Brasil. 

Se aprovado pelo Comitê, o projeto seguirá para o plenário da Câmara. Lá, precisará de 218 votos, a maioria dos 435 deputados, para ser sancionado como lei. Esse número de votos corresponde exatamente à quantidade de republicanos na Casa. Jim Jordan, presidente do Comitê Judiciário e republicano do Ohio, argumenta que a medida é necessária para garantir a proteção da liberdade de expressão dos cidadãos norte-americanos. 

Ele cita casos como o das investigações sobre as milícias digitais, que afetaram brasileiros com cidadania norte-americana ou residência fixa nos EUA. Eduardo Bolsonaro @BolsonaroSP · Seguir Pautado para esta quarta-feira projeto de lei que pode tirar visto de violadores da liberdade de expressão mesmo no Brasil. 

Estados Unidos: deputados votam projeto para impedir Moraes de entrar no país https://revistaoeste.com/mundo/estados-unidos-deputados-votam-projeto-para-impedir-moraes-de-entrar-no-pais/ 3/7 Esse movimento tem ganhado força entre parlamentares republicanos. 

Em 2024, eles enviaram uma carta ao Secretário de Estado norte-americano para pedir a revogação dos vistos de todos os ministros do STF, com destaque para Alexandre de Moraes. 

No documento, alegaram que o STF adota práticas que ameaçam a liberdade de expressão, como no caso da suspensão do X. Para os republicanos, isso representa uma ameaça à democracia e um avanço autoritário. 

Com a vitória de Donald Trump nas eleições de 2024 e o fortalecimento de aliados, como Elon Musk, que ocupa um cargo importante na administração de Trump, a pressão contra o STF tende a aumentar. Caso o projeto de lei seja aprovado, ele pode gerar sérias implicações nas relações diplomáticas entre os dois países e afetar a imagem de Alexandre de Morae

Revista Oeste













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Sob o 'cartel lula-stf', Correios planejam fazer cliente pagar rombo bilionário com tarifas 81,6% mais caras

 DIÁRIODOPODER


Com os Correios beirando a insolvência, como sua direção já admitiu, a atual gestão quer empurrar a conta de sua ineficiência para o cidadão. Quer aumentar tarifas em vez e cortar despesas, assim como o governo Lula (PT) aumenta impostos em vez de cortar gastos. A ideia é impor 81,6% de aumento nas tarifas já a partir de abril, segundo o documento com “ações para sustentabilidade econômico-financeira”, a que a coluna teve acesso. A estatal negou até que haja discussão sobre o assunto.

Só pensam naquilo

A estatal traçou cenários de 12%, 20%, 45% e 81,6%. Neste último caso, o estudo prevê R$3,4 bilhões em caixa... até ficar insolvente outra vez.

Nem pro cheiro

No plano, os Correios dizem que última revisão tarifária ocorreu em 2017 e foi de 4,094%. Diz ter sido insuficiente para cobrir seus custos. Claro.

Culpa do Haddad

O documento reforça que a “taxa das blusinhas”, imposta por Fernando Haddad (Fazenda), prejudicou a receita e tornou a estatal insolvente.

Toque de caixa

O documento será apresentado nos próximos dias. Precisa ser aprovado pela diretoria, moleza até aí. A resistência, se ocorrer, será no conselho.




Diário do Poder




















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O Brasil tem campo de concentração

 PERCIVALPUGGINA/YOUTUBE



ARROZ, FEIJÃO, CARNE, OVOS, CADA VEZ MAIS DISTANTE

INSTAGRAM/5ELEMENTO


 


Quando a alimentação básica se torna um luxo e alternativas antes impensáveis começam a ser apresentadas como "o futuro da nutrição", não estamos testemunhando progresso, mas sim um claro sinal de decadência econômica. O problema não é a inovação em si, mas o fato de que ela só ganha espaço porque o essencial – arroz, feijão, carne, ovos – está cada vez mais distante do prato de milhões de pessoas.



Choque: Enviado da OEA está “impressionado” com censura e abusos de Moraes

 DELTAN DALLAGNOL/YOUTUBE



REVELADO: Plano do LULA contra o AGRONEGÓCIO

 RUBINHO NUNES/YOUTUBE



Áudios revelados contradizem denúncia fabricada contra Bolsonaro

  - Coppolla na CNN.


Áudios revelados contradizem denúncia fabricada contra Bolsonaro

clique no link abaixo e assista

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2025

- 'Qualquer democracia do mundo jogaria no lixo a denúncia de Gonet contra Bolsonaro'

  Peça da Procuradoria-Geral da República não apresenta provas contra os acusados J.R. Guzzo


A denúncia criminal feita pela PGR contra o ex-presidente Bolsonaro, com pedidos de prisão que, um em cima do outro, chegam a 43 anos, permite mais de um tipo de abordagem. Que tal começar pela mais simples? Trata-se de responder à seguinte pergunta: você acredita, honestamente, que um tribunal de justiça da Alemanha ou da Suíça, por exemplo, ou de qualquer país civilizado, aceitaria a peça assinada pelo procurador Gonet, tal como ela está? Ou mandaria arquivar a denúncia no ato, por não apresentar nenhuma prova minimamente séria? 

O regime ora em vigor, como os aiatolás do Irã, criou uma religião oficial no Brasil, com um dogma supremo: você tem de acreditar que o governo anterior agiu para dar um golpe, ou quis agir, e só não deu porque não conseguiu. E as provas de que isso de fato ocorreu? É uma questão religiosa, também. Na Idade Média, como se sabe, os gatos gordos da Igreja mostravam um pedaço de metal enferrujado para as pessoas e garantiam que era um prego da cruz. Uma lasca de madeira era apresentada como fragmento da coroa de espinhos, e vidrinhos com tinta vermelha eram o sangue do próprio Cristo. Com o Golpe dos Estilingues é a mesma coisa.

A Polícia Federal, há dois anos, diz qualquer negócio, mas qualquer negócio mesmo; a mídia reproduz, sem checar os fatos, exatamente o que lhe disseram; o que é a declaração de um policial vira, por milagre, prova com valor judicial para a PGR. É uma linha de montagem para a produção de material probatório de todos os tipos — e assim como o padre garantia que a toalha do altar era feita com o véu da Virgem Maria, a polícia e demais autoridades garantem que tudo o que estão falando é sério. É acusação? Então é verdade. 

O resultado é uma situação curiosa. Um cidadão com os circuitos mentais em rotação normal ouve há dois anos essas histórias e diz: “Mas nada disso é prova”. 

A resposta automática e indignada dos crentes é: “Há prova, sim, e em excesso. Olha aí tudo o que a Polícia Federal está dizendo. 

Não é prova? 

O que mais você quer”? Falam, então, dos depoimentos, das delações, dos vídeos, dos áudios, das  minutas do golpe, do Punhal Verde-Amarelo, da sacola de vinho, dos Kids Pretos. Mas de golpe, que é bom, nada. Nada deixa isso tudo tão claro como a joia da coroa da peça de acusação: a delação do coronel Cid. 

O sigilo em torno de seu interrogatório foi aberto — e ficou evidente, em áudio gravado, que Alexandre de Moraes ameaçou de prisão Cid, seu pai, sua mulher e sua filha maior, se ele não apresentasse os fatos que o ministro queria. Bastaria isso, em qualquer democracia do mundo, para a justiça jogar a denúncia da PGR no lixo.

Publicado originalmente no jornal O Estado de S. Paulo

J.R. Guzzo - Revista Oeste

















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O populismo da esquerda quer taxar as exportações do agro

 Nossos vizinhos argentinos oferecem uma lição importante

Por Douglas Ribeiro


O governo petista saiu-se com mais uma ideia genial: para baixar o preço dos alimentos, lançou o balão de ensaio da taxação das exportações do setor agropecuário, para ver como seria a reação da sociedade, e para animar a própria torcida socialista que adora o deus estado (sim, com minúscula), com a fé cega de que este, que na verdade é o causador dos males, tem o condão de intervir magicamente e corrigir as falhas de mercado que invariavelmente são causadas pelos agentes econômicos (eu, você e todos os demais que produzem, consomem e poupam – ou tomam emprestado - a diferença).

Pois bem, não é de hoje que os petistas nutrem um ranço especial contra o agro, propagando que é o setor menos taxado do país. Ora, do ponto de vista de quem crê que taxar, aumentando a parcela que o estado rouba à ponta de pistola da renda de quem produz, para supostamente redistribuir (gastar) de volta na economia, de fato, se há um setor que é menos roubado do que os outros, então este deve ser pelo menos igualmente roubado, tanto quanto os outros setores.

O ranço vem especialmente da visão petista de que o agro é constituído de uma elite patrimonialista, dona de terras em latifúndio, que explora o povo e detém poder político, seja paroquial, regional, ou constituindo uma bancada reacionária e defensora de seus próprios interesses nefastos no Congresso.

Essa elite, na visão dos petistas, desfruta de privilégios tributários, legislados por eles mesmos, e merece ser tributada, como pena para expiar seus pecados elitistas e que freiam o fortalecimento do estado (afinal, é dinheiro sobre o qual o estado supostamente não coloca as mãos).

Ora, a descrição acima tem muita verossimilhança, mas nenhuma verdade. Atualmente, essa é uma descrição muito precisa, na realidade, da elite paroquial nordestina, aliada de longa data do petismo naquela região, e com a qual o petismo vive em uma simbiose nefasta, impedindo o desenvolvimento do nordeste. Mas este nem de longe é o agro brasileiro.

Desde os anos 1990, a partir do Plano Real, o agro brasileiro se desenvolveu de forma espetacular, aumentando a produtividade, a eficiência na utilização dos recursos, a produção de alimentos, fibras e energia, levando o Brasil de importador líquido de alimentos a ser um dos maiores exportadores.

Tudo isso aconteceu graças ao desenvolvimento de tecnologia própria (somos o único grande produtor agrícola situado na zona tropical do planeta), do espírito empreendedor e corajoso dos nossos produtores (para cada produtor bem sucedido atualmente, há ‘n’ produtores que faliram e ficaram no meio do caminho, abrindo e transformando terras até então praticamente inúteis para a agricultura no imenso Cerrado brasileiro, uma vastidão de solos pobres em nutrientes, ricos em alumínio tóxico às plantas e sujeitos a um regime de monções com seis meses de seca extrema por ano. Não vou entrar em detalhes sobre quais eram os desafios de se produzir num ambiente assim, sem sementes adaptadas, sem crédito, sem rodovias, sem cidades, sem infraestrutura).

Um grande impulso ao agro, sem dúvida, foi a Lei Kandir (Lei Complementar 87, de 1996). Essa lei proibiu a taxação de ICMS sobre os produtos destinados à exportação. Em troca, a União assumiu a responsabilidade de compensar os estados pela perda de arrecadação.

O fim da tributação sobre a exportação representou um importante alívio para os produtores, que passaram a dispor de uma maior parte de sua receita (continuaram e continuam a pagar IR, INSS, Funrural, ITR, IPVA, e ICMS e PIS-Cofins sobre insumos, além dos encargos de nossa CLT sobre os salários etc.), e puderam então investir e financiar a enorme expansão do agro, que hoje representa perto de 30% do PIB nacional.

Os economistas petistas e socialistas, em geral, não sabem fazer conta, disso já sabemos. Mas o grau de obtusidade econômica é tal, que creem que um real (R$ 1,00) tirado do setor produtivo na forma de impostos, e gasto de volta pelo estado na economia, gera um multiplicador e impulsiona a economia. Ora, na verdade, fazer isso gera uma enorme destruição de capital, na medida em que parte deste R$ 1,00 será levada pela corrupção, outra parte será mal gasta em despesas correntes e desperdícios de toda ordem. Se este mesmo R$ 1,00 permanecesse nas mãos de seu legítimo dono privado, que o produziu por meio de sua atividade econômica, seu dono teria a habilidade e eficiência de escolher a melhor maneira de aplicar este recurso: pode gastar em despesas correntes (consumo) na economia local, gerando movimento econômico em sua localidade, pode investir em sua própria atividade ou em outra, criando empregos e aumentando a riqueza de todos.

Foi assim que nasceram no interior do Brasil cidades calcadas no desenvolvimento do agro, como Luís Eduardo Magalhães, na Bahia, as pérolas da BR 163 no MT (Sorriso, Lucas do Rio Verde, Sinop), o cinturão de prosperidade de GO (Rio Verde, Jataí), entre outras inumeráveis testemunhas do avanço social promovido pelo desenvolvimento do agro, elevando os níveis de vida, os índices de educação, a renda per capita e inserindo o interior do Brasil no mapa produtivo do mundo. Ou seja, o estado destrói capital e riqueza, sugando de quem os produz; já o privado constrói capital e riqueza, espalhando oportunidades e aumentando o nível de prosperidade em toda a sociedade. O agro brasileiro se desenvolveu a partir do momento em que o peso do estado diminuiu.

 

Os experimentos na Argentina

Criar um imposto sobre as exportações do agro é uma idiotice e um imenso golpe contra a economia. Vejamos o que aconteceu na Argentina que é excelente exemplo do que não se deve fazer em termos de política econômica:

Nossos vizinhos têm alguma forma de imposto sobre as exportações agrícolas (derechos de exportación ou retenciones) desde pelo menos 1862, mas o início das intervenções populistas mais recentes sobre a exportação de grãos data de 1983. A maior alíquota aplicada sobre o trigo foi de 30%, em junho de 1989. Para o milho, foi de 31%, em outubro de 1984. Tudo com o nobre intuito de assegurar o abastecimento do mercado interno e “baixar os preços dos alimentos”.

No governo Menem, e seu Plan de Convertibilidad, as alíquotas foram sendo reduzidas entre 1990 e 1991, chegando a zero para o trigo e milho, e a 6% sobre a soja, com um mínimo sobre este produto de 3,5% em novembro de 1992.

Graças à continuidade dos enormes déficits públicos e à massiva impressão de pesos para financiar os déficits, obviamente o Plano de Menem não se sustentou, e a economia argentina desintegrou-se no final de 2001. Em março de 2002, os impostos sobre a exportação de produtos agrícolas foram reintroduzidos, de forma a sugar dos produtores renda para cobrir o déficit permanente e o descalabro das contas públicas (lembra algo do Brasil de 2024/2025?).

A alíquota para o trigo e o milho foi a 10% em março daquele ano, para chegar a 20% em abril de 2002, onde permaneceu por cinco anos. Em 2008, a alíquota sobre o trigo subiu para 23%. Em setembro de 2007, a maga das poções econômicas Cristina Kirchner elevou as retenciones sobre a soja para 35%, desencadeando uma revolta no setor produtivo argentino e definitivamente causando uma queda gigantesca no investimento no campo e a estagnação da produção de trigo, milho, e soja desde então.

O governo Macri eliminou as retenciones com exceção do complexo soja, com alíquotas de 30% sobre os grãos e 27% sobre o farelo e óleo de soja. Porém, em setembro de 2018, voltaram a incidir 10,4% de alíquota sobre as exportações de trigo e milho. Alberto Fernández, títere da Señora Kichner e aliado do PT no Foro de São Paulo, em seu governo desastroso, aumentou as alíquotas para 33% (grão de soja), 31% (farelo e óleo), 12% (trigo e milho), 9% (lácteos) e 7% sobre o girassol, e proibiu por meses a exportação de carne em 2023, no auge de sua campanha à reeleição, num apelo populista abjeto, na tentativa populista e desastrosa de “frear a inflação dos preços da carne”.

Aliás, os impostos sobre a exportação de carne na Argentina são um capítulo à parte. Com a mesma justificativa (baixar o preço da carne aumentando a oferta interna), as retenciones sobre a carne começaram em 1955 (!), e nestes últimos 70 anos ajudaram a destruir o potencial da cadeia da pecuária Argentina, que passou de ser o maior exportador de carne do mundo, para a quarta posição, tendo seu rebanho bovino crescido de 42 milhões de cabeças em 1964 para 52 milhões de cabeças em 2020 (25% num período de 56 anos), enquanto o rebanho brasileiro (país que se tornou o maior exportador de carne bovina do mundo) passou de 84 milhões de cabeças em 1964 para perto de 235 milhões de cabeças em 2024 (180% de crescimento em praticamente o mesmo período). Um estudo muito interessante, entre outros, é o feito por Marlon Vinicius Brisola, da UnB: Os Impactos sobre o agronegócio da carne bovina na Argentina e no Brasil: uma análise comparada, de 2020, que descreve os efeitos nefastos das intervenções populistas argentinas sobre o tecido produtivo da pecuária do país.

No caso do complexo soja, a Argentina convive com o contrassenso de ter o maior parque de esmagamento de soja do mundo depois dos EUA, fruto de uma onda de investimentos no início dos anos 2000, mas que atualmente tem o maior índice de ociosidade do mundo, já que os cerca de 70 milhões de toneladas anuais de capacidade de esmagamento de soja são muito maiores do que as safras anuais, ao redor de 50 milhões de toneladas, estagnadas neste patamar há pelo menos 20 anos. Todo o investimento feito pela indústria naquele período nunca se pagou: a produção de soja não cresceu, pois não há incentivos ao produtor, que é roubado em 27% de imposto sobre o preço da soja assim que vende à indústria.

Segundo matéria recente na mídia argentina, um estudo da Bolsa de Cereais de Buenos Aires estima que, nos últimos 21 anos, o governo  argentino arrecadou mais de 150 bilhões de dólares em impostos sobre as exportações do complexo soja, milho e trigo.

Onde foi parar esse dinheiro? Ora, no buraco negro do gasto público, e ainda assim o país apresentou déficit depois de déficit, ano após ano, nas últimas décadas, uma enorme destruição de capital e de potencial produtivo.

Viajar pelo interior produtivo da Argentina dá uma dimensão enorme do efeito da sanha arrecadadora e gastadora do governo: cidades com enorme potencial, mas paradas no tempo, com uma economia débil, pouca atividade de construção civil, pouco investimento, com ativos consumidos e depreciados sem reposição, frota de veículos com idade média muito avançada (viaje pelo interior do país e veja em circulação a maior frota ainda ativa de Fiat 147 do mundo), totalmente diferente das cidades desenvolvidas e pujantes do interior do Brasil.

Todos sabemos que a Argentina há décadas convive com altas taxas de inflação, ainda que taxando a exportação de alimentos (a inflação anual entre 1980 e 2022 foi de 206% por ano. Em 2023, foi de 221,4%, e em 2024, já sob o plano de ajuste de Milei, foi de ainda incríveis 118%, herança nefasta do governo anterior que Milei está debelando, precisamente extirpando o déficit fiscal – a Argentina teve superavit real em 2024 – e a emissão monetária. Em dezembro de 2024, a inflação mensal foi de 2,7%, ou 37% anualizada).

 

Considerações finais

Claramente, taxar os setores produtivos do agro é contraproducente, na medida em que, ao reduzir a renda disponível dos produtores, desestimula o investimento de capital e, consequentemente, a produção, resultando, como sempre, que o intervencionismo estatal gera distorções ainda piores do que o suposto problema que diz corrigir. Taxar as exportações do agro não resolve o problema da inflação, na verdade o agrava, desestimulando a produção, e colocando nas mãos do governo uma parte maior da renda produzida por quem trabalha.

A causa real da inflação é a emissão monetária e o déficit público. Enquanto o Brasil não resolver estes problemas, qualquer solução via taxação é o estado querendo roubar mais e mais de quem produz. Simples assim.














publicadaemhttps://mises.org.br/artigos/3540/o-populismo-da-esquerda-quer-taxar-as-exportacoes-do-agro

Condenado a mais de 30 anos de xilindró Lula - ficou pouco mais de 500 dias em cana, graças aos cúmplices que plantou na 'corte' - intensifica viagens e faz nova rota internacional

 Passeio em meio à queda de popularidade do descondenado Com informações da Revista Oeste


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) intensifica, a partir desta semana, o ritmo de viagens pelo Brasil. O petista também adicionou à sua agenda a primeira viagem internacional desde as cirurgias realizadas na cabeça, em dezembro do ano passado. 

O movimento de Lula ocorre em meio à queda na popularidade do governo. De acordo com pesquisa do Datafolha, somente 24% dos eleitores aprovam a atual gestão, enquanto 41% a reprovam. 

Esse é o menor índice de aprovação em todos os três mandatos do presidente, enquanto a taxa de reprovação atingiu nível recorde. No último fim de semana, Lula alertou o Partido dos Trabalhadores (PT) sobre a necessidade de “gastar sola de sapato na periferia” para reverter o cenário. 

Veja as próximas viagens do ex-presidiário

A semana do chefe do Executivo começa no Rio Grande do Sul, onde, nesta segunda-feira, 24, ele participa da assinatura do contrato para renovação e ampliação da frota da Petrobras. O acordo prevê a aquisição de quatro navios do tipo Handy, cada um avaliado em US$ 69,5 milhões.Na quinta-feira 27, o presidente seguirá para Santos, no litoral paulista, para formalizar a concessão do túnel que ligará a cidade ao Guarujá. Segundo a CNN, os detalhes do projeto foram discutidos em uma reunião fora da agenda presidencial, com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). 

O túnel Santos–Guarujá é visto pelos governos federal e estadual como uma das principais vitrines eleitorais em São Paulo. Orçada em R$ 6 bilhões, a obra também reflete a estratégia de Tarcísio para aumentar sua aprovação local.

Já no sábado 1º, Lula fará sua primeira viagem internacional desde as cirurgias realizadas em dezembro para a colocação e remoção de um dreno na cabeça. 

O destino da viagem será Montevidéu, capital do Uruguai, onde participará da posse do presidente eleito, Yamandú Orsi. Em novembro, logo depois da eleição uruguaia, Orsi visitou o Brasil para um encontro com Lula, em que reforçou a importância da relação entre os dois países.

Na semana passada, Lula esteve em São Paulo para uma bateria de exames, incluindo testes de sangue e imagem, a fim de monitorar os impactos da lesão

Com informações da Revista Oeste













publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2025/02/condenado-mais-de-30-anos-de-xilindro.html

Lula mente sobre preço da gasolina e "pede para ser xingado”

GAZETA DO POVO


Lula mente sobre preço da gasolina e "pede para ser xingado” 


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https://www.youtube.com/watch?v=jrmxEhY-vA0

'Show trial',

 O regime autoritário quer se livrar da direita, especialmente de Bolsonaro, e por isso produziu uma peça de ficção para denunciá-lo pelo 'golpe armado' que nunca aconteceu por Rodrigo Constantino

U m show trial, ou julgamento-espetáculo, é um julgamento público em que a culpa ou inocência do réu já foi decidida. O objetivo de um julgamento-espetáculo é influenciar a opinião pública e punir o réu. Em 1937 e 1938, o regime soviético realizou uma série de julgamentos a portas fechadas dos principais líderes militares. Os julgamentos fizeram parte de um expurgo maior dos militares soviéticos. Os julgamentos foram encenados, e os acusados foram forçados a dizer palavras escritas. Tudo não passou de um espetáculo. 


Os comunistas soviéticos foram os mestres nessa arte, mas tudo começou com os jacobinos na Revolução Francesa. Julgamentos sumários coletivos serviam para dar um falso ar de legitimidade ao puro expurgo de dissidentes e críticos, os “contrarrevolucionários”. No terceiro filme da trilogia de Batman de Christopher Nolan, o vilão representado por Bane incorpora essa postura jacobina e promove julgamentos coletivos em praça pública para justificar a matança geral e o extermínio de “elementos perigosos”. Em Cuba, herdeira dos jacobinos, o paredão era usado para ceifar a vida de milhares de inocentes cujo “crime” era discordar de Fidel Castro. 

Ou seja, um show trial ocorre quando um regime opressor quer se livrar de críticos e adversários incômodos, e precisa dar um verniz de legalidade ao ato de pura violência. Ninguém mais pode ter dúvidas de que é isso que se passa no Brasil de hoje. O regime autoritário, controlado pelo consórcio que inclui o governo federal lulista, o Supremo Tribunal Federal e a velha imprensa dando suporte às narrativas fajutas, quer se livrar da direita, especialmente de Bolsonaro, e por isso produziu uma peça de ficção para denunciá-lo pelo “golpe armado” que nunca aconteceu. 


As fragilidades jurídicas são tantas que caberiam num texto à parte só para apontá-las. Mas mesmo um leigo pode se dar conta de que nada ali remete ao devido processo legal, respeitando-se o instrumento acusatório, a individualização das ações, a necessidade de provas robustas, e por aí vai. Toda a denúncia se baseia na colaboração de Mauro Cid, cujos vídeos o STF só liberou sob pressão. Não é para menos: está claro, pelo conceito do próprio Gilmar Mendes e seus pares supremos, que Cid foi colocado sob tortura. É o pau de arara moderno! 


Segundo Fabio Serapião, do Metrópoles, Alexandre de Moraes grampeou o telefone e monitorou Mauro Cid após “omissão” em delação. Cid é ameaçado de prisão durante sua colaboração! Num áudio a que Veja teve acesso, o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro reclamava que era forçado a entregar aquilo que o ministro queria ouvir, e que suas falas eram distorcidas e manipuladas. Ele nunca falou em golpe, por exemplo, tampouco admitiu qualquer conspiração criminosa. 

Moraes tinha sua cama de Procusto, e, se o depoente não se encaixasse exatamente no tamanho predeterminado, seria cortado ou esticado até caber perfeitamente dentro da narrativa pronta. Até os familiares de Cid foram alvos de intimidação e ameaça, ou seja, Moraes partiu para o estilo soviético sem qualquer pudor, agindo feito um tirano. 


Aqueles que denunciam o suposto “golpe armado” sem armas e prometem um julgamento imparcial são os mesmos que confessam ter derrotado o bolsonarismo, que anularam todas as provas da Lava Jato contra os petistas e seus companheiros, que atropelam a Constituição para governar o país e perseguir críticos, censurar jornalistas e prender “terroristas” armados apenas de Bíblias, bandeiras do país ou batom. É tudo simplesmente ridículo demais, escancarado demais, patético demais. 


Chega a ser constrangedora a postura de quem precisa fingir que leva a sério um espetáculo desses, criticando pontualmente uma ou outra medida, mas ignorando o “big picture”, aceitando a premissa absurda de que temos qualquer coisa parecida com um Estado de Direito ainda remanescente no Brasil. O Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, chegou a incluir o pitoresco episódio da falta de táxi em sua denúncia, ou seja, o golpe não foi adiante porque não tinha transporte disponível! Se o intuito de Gonet é se qualificar como roteirista em Hollywood, ele precisa torcer muito para que a queda de qualidade dos estúdios tomados por ideologia woke permita espaço para uma pornochanchada dessas. Talvez como filme de comédia de Woody Allen ele consiga algo… 


O Brasil não é um país sério. Foi dominado por bandidos e seus cúmplices togados, que protegem marginais de verdade e perseguem inocentes. Muitos temiam que o país virasse uma nova Venezuela, enquanto os ministros supremos debochavam dos críticos do comunismo. Eis que o Brasil já virou uma Venezuela! Lá o regime de Maduro também persegue opositores com denúncias ridículas de “tentativa de golpe de Estado”. Lá também a Corte Suprema virou um puxadinho do governo esquerdista. Lá também temos os “show trials” inspirados nos jacobinos e seus herdeiros soviéticos. 


A única esperança dos brasileiros de bem é que o estágio de consolidação do regime não esteja tão avançado como lá, e que ainda dê tempo de o povo, nas ruas e com a ajuda americana do governo Trump, consiga reverter o quadro e resgatar a democracia. Não será nada fácil, pois o regime está com o poder nas mãos, dobrando a aposta a cada semana. E seu intuito está claro: prender Bolsonaro com o pretexto que for. Por isso vem aí o “show trial” mais ridículo de todos: o julgamento da tentativa de golpe inexistente.



Rodrigo Constantino - Revista Oeste



















publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2025/02/show-trial-por-rodrigo-constantino.html

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