Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

segunda-feira, 29 de abril de 2019

DEPUTADOS DO PT E DO PSOL "ACUSAM GOVERNO DE COMPRAR VOTOS" E SÃO HUMILHADOS POR DEPUTADOS DO PSL

POLITICA BRA
                       FOTO ANDRADE JUNIOR
DEPUTADOS DO PT E DO PSOL "ACUSAM GOVERNO DE COMPRAR VOTOS" E SÃO HUMILHADOS POR DEPUTADOS DO PSL

"STJ: o preso político de araque é um ladrão condenado em 3ª instância",

 por Augusto Nunes
                          FOTO ANDRADE JUNIOR
No tempo em que vencia eleições, o PT se transformou no único partido do mundo que, além de não saber perder, tampouco sabia ganhar. Em vez de comemorar o triunfo de seus candidatos, a companheirada preferia celebrar a derrota dos outros — e substituir a festa da vitória pelo espetáculo do ressentimento, protagonizado por gente incapaz de ser feliz.
Nesta semana, a reação do PT à decisão tomada pelo Superior Tribunal de Justiça avisou que as coisas mudaram. Agora, a seita festeja derrotas do seu único Deus. Na terça-feira, o que aconteceu foi a condenação em 3ª instância do ex-presidente pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex no Guarujá.
Movidos pela cegueira voluntária, os devotos tentam enxergar na redução da pena a absolvição simbólica de um ladrão. Vale a pena ler a declaração de Gleisi Hoffmann, mais conhecida no Departamento de Propinas da Odebrecht pelos codinome Amante e Coxa: “O STJ se ateve a meras formalidades para não examinar o mérito e absolver Lula, mas, pela primeira vez, uma Corte superior apontou os abusos de Moro e do TRF-4 com a redução das penas em mais de 1/3”.
Conversa de vigarista. Os quatro Juízes do STJ reiteraram que Lula é corrupto e lavador de dinheiro, mas decidiram que 8 anos e 10 meses — ou 106 meses — são castigo suficiente. A temporada na gaiola será 39 meses mais curta que a determinada pelo TRF-4, mas apenas oito meses menor que a fixada em 1ª instância por Sergio Moro. A decisão do STJ, portanto, sepultou a maluquice do “preso político” perseguido por um juiz a serviço da CIA.
Como Lula está no xilindró há 13 meses, o PT já começou a festejar a libertação do chefão em setembro, quando terá cumprido 1/6 da pena. Outra falácia. O restante do acerto de contas com a Justiça será pago em regime aberto. Mas Lula manterá o status de preso.
Para os petistas, portanto, não há motivos para celebrações, sobretudo porque vem aí o julgamento em 2ª instância da farra do sítio em Atibaia. O TRF certamente chancelará a condenação em 1ª instância. Se fizer isso depois de setembro, Lula voltará para Curitiba. Se fizer isso antes de setembro, Lula continuará em Curitiba.
Em qualquer das hipóteses, o chefão vai passar pelo menos mais um réveillon na capital paranaense. Numa cela e sem festinha.

Veja





























EXTRAÍDADEROTA2014BLOGSPOT

Maria do Rosário tenta humilhar Bolsonaro diante de ministro e se arrepende amargamente - Osmar

FOLHA POLITICA
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Maria do Rosário tenta humilhar Bolsonaro diante de ministro e se arrepende amargamente - 


domingo, 28 de abril de 2019

Sul e sudeste anunciam apoio à Previdência

BAND JORNALISMO

Sul e sudeste anunciam apoio à Previdência


Bolsonaro encontra Maia para tratar de Previdência e um 'montão de assuntos'

Mariana Haubert, O Estado de S.Paulo
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O presidente Jair Bolsonaro afirmou neste domingo, 28, que o encontro com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), no início da manhã de hoje foi "excelente" e durou cerca de uma hora. Questionado sobre se conversaram sobre a tramitação da Reforma da Previdência no Congresso, Bolsonaro respondeu apenas que trataram de "um montão de assuntos".
Ao Estadão/Broadcast, Maia confirmou mais cedo que a tramitação da reforma foi assunto da conversa. Bolsonaro, por sua vez, afirmou que o governo ainda está discutindo a possível transferência do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Há uma movimentação no Congresso para que o órgão saia da competência do Ministério da Justiça e retorne à estrutura do Ministério da Economia. O ministro Sérgio Moro (Justiça) é contrário à mudança e tem feito apelos públicos para que a sua pasta não seja desidratada.
No sábado, Maia negou que tenha feito críticas ao deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e ao vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) quando falou da atuação deles em relação ao pai, o presidente Jair Bolsonaro, em entrevista publicada pelo site Buzzfeed Brasil. Em nota, afirmou que "as informações estão totalmente fora de contexto e que a entrevista aparenta uma agressão verbal que não ocorreu".
Ao Buzzfeed, Maia disse que Eduardo teria saído do "baixíssimo clero" para comandar uma política externa que "é essa loucura aí" e que estaria vivendo um "momento de deslumbramento". Carlos, por sua vez, seria "doido à vontade" mas com estratégia definida por Bolsonaro nas redes sociais.
Bolsonaro deixou o Palácio da Alvorada perto da hora do almoço neste domingo e foi visitar o seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), que mora em apartamento em um bairro de classe média alta de Brasília. Ao chegar ao local, disse que é a primeira vez que visita a casa do seu primogênito. Ele chegou acompanhado por seu filho mais novo, Jair Renan.

'Escola sem Partido'

O presidente voltou a defender a ideia da Escola sem Partido e disse que não pode existir um lado apenas nas salas de aula. "Nós queremos a escola sem partidos, ou se tiver partidos, que tenha os dois lados. Não pode é ter um lado só na escola, isso leva ao que não queremos", disse, sem dar maiores detalhes.

O presidente falou sobre o tema ao ser questionado sobre um vídeo postado em seu Twitter nesta manhã com a legenda "professor tem que ensinar e não doutrinar". O vídeo mostra uma aluna questionando uma professora sobre críticas que teriam sido feitas ao governo e ao guru bolsonarista, Olavo de Carvalho.











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Cambalacho pró Lula em STJ e STF

JOSÉ NÊUMANNE PINTO
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Apesar de haver confirmado em terceira instância que Lula é ladrão e lavador de dinheiro, 5.ª turma do STJ reduziu pena dele em dez meses comparando com a dada por Moro e em três anos e três meses com a ampliada pelo TRF 4 em estratégia combinada para propiciar a saída do dito cujo para semiaberto, regime que, segundo jurista Miguel Reale, não existe, passando automaticamente para aberto. O passo seguinte da tramoia é o STF eliminar a condenação por lavagem de dinheiro. Por isso, o condenado, que chamou tribunais superiores de "acovardados" em telefonema a Dilma, na fala do trono para Folha e El País bajulou explicitamente o STF, do qual petistas nomearam sete de onze ministros.

Moraes e Sócrates em Lisboa: tratores contra Dodge e Moro,

por Vitor Hugo Soares
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Carregadas de críticas endereçadas à Procuradora Geral da República, Raquel Dodge – e ao núcleo do Ministério Público que ela comanda – as declarações do ministro Alexandre de Moraes, direto de Portugal, em meio a badalado encontro jurídico, chamaram a atenção deste jornalista. As dúvidas não decorrem, exatamente, dos desdobramentos do rolo pela manutenção do inquérito, no Supremo Tribunal Federal, contra a revista Crosué e o site O Angonista, que parece longe do fim, mesmo com a revogação da censura prévia à reportagem, com base em documento da  Lava Jato, que mexeu com o presidente do STF, Dias Toffoli, e levantou relevante debate sobre liberdade de expressão  e censura à imprensa no Brasil.
Mais intrigante, só os ataques dirigidos ao ministro da Justiça , Sérgio Moro, pelo ex-primeiro-ministro português, José Sócrates, solto da cadeia há pouco tempo, acusado na Operação Marquês,  por crimes de alta corrupção e desvios de dinheiro público . Sócrates criticou a participação do ex-juiz da Lava Jato no Fórum Jurídico de Lisboa e, em entrevista na TV , tachou Moro de “ativista político disfarçado de juiz”. Horas mais tarde, Sérgio Moro, entrevistado na Record TV-Europa, respondeu de forma simples e curta, na definição do Diário de Notícias: “não debato com criminosos”. E seguiu falando sobre a dificuldade do combate aos crimes da grande corrupção, porque “em todo mundo envolve ge nte muito poderosa”.
Bateu outra curiosidade. E pensei: estranho (ou engraçado?) como o eixo internacional de declarações e de notícias, de nossos ministros do STF, outros juristas de monta, de homens de negócios, intelectuais e pensadores da hora, além de políticos em “exílio voluntário”, está mudando de cidade e de continente. De Miami – simbólico paraíso para latinos, nos Estados Unidos, – a migração se desloca para Lisboa. A cidade de partida das naus do Descobrimento “redescoberta”. Não lhe poupam elogios: “Éden dos idosos”, símbolo de modernidade que convive com tradição no velho continente, filão de novas oportunidades de negócios, recheios culturais, boa mesa e tantos mais atrativos para nossos endinheirados viajantes.
A capital portuguesa foi alçada, dia 22, ao cabeçalho do nosso noticiário sobre política e poder. Ali se instalava o 7° Fórum Jurídico de Lisboa, organizado pelo IDF, faculdade do ministro do STF, Gilmar Mendes, e Fundação Getúlio Vargas (FGV). Ambiente seguramente acolhedor para as falas de Alexandre Moraes, sobre Raquel Dodge e o Ministério Público, e para o ministro anfitrião, em entrevista, dizer ter “encarado com naturalidade” a decisão, do colega do STF, de retirar do ar reportagem com citação ao presidente da corte, Dias Toffoli.
Em  Salvador, a ex-ministra corregedora do STJ, Eliana Calmon foi direto ao ponto, ao responder aos jornalistas (Osvaldo Lyra e Paulo Roberto Sampaio), em entrevista publicada na Tribuna da Bahia, na mesma data do começo do Fórum de Lisboa, curiosos em saber como ela vê essa crise, entre o Supremo e o Ministério Público: “Vejo com muita preocupação. Porque eu nunca vi o Supremo tão exposto como está agora”.
Raquel Dodge, em seu estilo de quem não está para brincadeira, foi sintética e firme ao comentar as declarações de Moraes : “A PGR se manifestará no momento oportuno”. Ponto.
Vitor Hugo Soares é jornalista

Com Blog do Noblat, Veja



















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C.Ö.M.U.N.I.S.T.Ä JANDIRA FEGHALI TEM A CARA DE PAU DE MENTIR, MAS JOSÉ MEDEIROS A DESMASCARA

POLITICA BRA
C.Ö.M.U.N.I.S.T.Ä JANDIRA FEGHALI TEM A CARA DE PAU DE MENTIR, MAS JOSÉ MEDEIROS A DESMASCARA CLIQUE NO LINK ABAIXO E ASSISTA O VÍDEO
https://www.youtube.com/watch?v=MkULGVdq4q8

DEU O BASTA: BOLSONARO MANDA A REAL E LULA SAI HUMILHADO

BRASIL ACIMA DE TUDO
       FOTO ANDRADE JUNIOR

DEU O BASTA: BOLSONARO MANDA A REAL E LULA SAI HUMILHADO



sábado, 27 de abril de 2019

Presidente Jair Bolsonaro e Michelle Bolsonaro visitam Yasmin, vítima de fake news - 27/04/2019

FOLHA DO BRASIL
Presidente Jair Bolsonaro e Michelle Bolsonaro visitam Yasmin, vítima de fake news - 27/04/2019

Entrevista coletiva com Bolsonaro sobre Lula, Propaganda BB, Rodrigo Maia, Reforma da Previdência



BOLSOMINI E O VICE DO BARULHO (com Arthurzinho) PARA RIR UM BOCADO

ANDRÉ GUEDES
           FOTO ANDRADE JUNIOR
Jair rememora a grande amizade com seu vice-representante CLIQUE NO LINK ABAIXO E ASSISTA O VÍDEO
https://www.youtube.com/watch?v=_GWTvYIvcpA


Lula só mentiu em "fala do trono"

JOSÉ NÊUMANNE PINTO
       FOTO ANDRADE JUNIOR
Em "fala do trono", que jornais Folha de S.Paulo e El País chamaram de "entrevista exclusiva", Lula só mentiu, não disse, como de hábito, verdade nenhuma. Disse, por exemplo, que o governo Bolsonaro é um "bando de maluco", sem apresentar nenhuma evidência disso, mas, ao contrário, exibir clara insanidade mental, seja quando afirmou essa asneira seja quando acusou Moro de persegui-lo, omitindo o fato, que não foi lembrado na "entrevista" nem nas edições, que ele é ladrão e lavador de dinheiro atestado em três instâncias por oito juízes a zero e tendo os quatro ministros da turma do STJ que confirmou condenação e imparcialidade do ministro da Justiça quando juiz, sido um indicado pelo neolulista FHC e os outros três por ele e Dilma do PT.

Quem disse isso: Lula ou Bolsonaro? (Parte 2)

SPOTINIKS

Quem disse isso: Lula ou Bolsonaro? (Parte 2)


"O raio do papel",

por J.R. Guzzo
         foto Andrade Junior
Deu um nó. Está sempre dando, na política brasileira, porque é mesmo da natureza da política produzir complicação, aqui e no resto do mundo. 
Mas desta vez parece que se formou entre governo, Congresso, partidos e o resto da nebulosa que compõe a vida pública brasileira um nó de escota duplo, ou um lais de guia holandês, ou algum outro dos muitos enigmas criados pela ciência dos marinheiros — desses que você olha, mexe, olha de novo, e não tem a menor ideia de como desfazer. 
É fácil para os marinheiros — mas só para eles. Como, no presente momento, não há ninguém com experiência prévia a respeito da desmontagem dos nós que apareceram desde que Jair Bolsonaro formou o seu governo, o mundo político está com um problema sério. 
Como se sabe, é a primeira vez na história recente do Brasil que o time inteiro de cima foi montado sem ninguém pedir licença aos políticos, ou sequer perguntar a sua opinião — e menos ainda comprar seu apoio com a entrega de cargos na administração.

Há muito técnico, muito general etc. 
Mas não há, como a ciência política considera indispensável, nada de “engenharia política”. Isso quer dizer, na prática, que ficou difícil fazer a turma da situação votar a favor do governo — pois a maior parte dela passa mal se tiver de votar alguma coisa por princípio, ou seja, de graça. 
É esse o nó que não desata. Por causa dele, dizem que o governo está “paralisado há 100 dias”.
Vejam, para citar o exemplo mais indecente do momento, a reforma da Previdência. 
Nada mais natural que o PT, seus auxiliares e o resto da esquerda fiquem contra. 
Têm mesmo de ficar: a única escolha que faz sentido para a oposição, hoje, é ser 100% contra qualquer ideia que tenha a mínima chance de melhorar o Brasil em alguma coisa. 
Isso seria, em seu raciocínio, ajudar o governo Bolsona­ro a ser bem-sucedido — e um governo Bolsonaro medianamente bem-­sucedido é um desastre mortal para o consórcio Lula-PT. 
Que futuro vai ter essa gente na vida, a não ser que o governo acabe em naufrágio? 
Nenhum. 
É compreensível, assim, que a oposição não aprove nada que possa dar certo. 
Mas PT, PSOL e PCdoB, somados, não chegam a 15% da Câmara dos Deputados. 
E o resto: por que eles demoram tanto para votar a reforma? 
Mesmo descontando outras facções antigoverno, daria para aprovar. 
Resposta: demoram porque querem cargos na máquina e não estão levando.
“Eles demoram para votar porque querem cargos na máquina e não estão levando”
É isso: o sujeito quer uma diretoria, uma superintendência, uma vice-­presidência — uma boquinha gorda qualquer, Santo Deus — e não tem a quem pedir. 
Falam em “agilização” das nomeações. Mas nomeação, que é bom, não sai. 
Chegou-se a falar num “Banco de Talentos”, para onde a politicalha mandaria os nomes que quer empregar — e onde as escolhas seriam feitas segundo “critérios técnicos”. 
Também não rolou. 
Um deputado especialmente desesperado com a demora, Felipe Francischini, chutou o balde e pediu um emprego na estatal Itaipu para a própria madrasta. 
Outro, um Elmar Nascimento, do liberalíssimo DEM, disse que não quer saber de “talentos”; quer emprego mesmo, e dos bons. 
“Não vamos nos contentar só com marmita”, ameaçou ele. 
Histórias como essa encheriam a revista inteira; não vale a pena ficar repetindo a mesma ladainha. 
O certo é que a manada quer os empregos, não está conseguindo e, pior que tudo, não sabe com quem falar para descolar a nomeação. 
Não adianta falar “no governo”, ou “no palácio”. 
Tem de ser com o sujeito de carne e osso que manda assinar o raio do papel que vai para o Diário Oficial
E quem é que chega até ele?
A Caixa Econômica Federal, para dar um exemplo só, trocou todos os vice-presidentes, 38 dos quarenta diretores e 75% dos 84 diretores regionais — tudo propriedade privada dos políticos. 
Mais: quer cortar em dois anos 3,5 bilhões de reais em despesas como aluguéis ou “prestação de serviços”. 
Só na Avenida Paulista, a CEF ocupa hoje sete prédios — nenhum outro banco do mundo chegou perto disso, mesmo na época em que bancos tinham milhares de agências. 
Em Brasília é pior: são quinze prédios, um deles só para tratar da admissão de funcionários, como se a Caixa tivesse de admitir funcionários todos os dias. 
Até uma criança de 10 anos sabe que mexer nisso é mexer diretamente no interesse material dos políticos. 
Eles perderam esses cargos; querem todos de volta, desesperadamente. 
Na CEF, no serviço contra as secas, nos portos, nos aeroportos, nos armazéns de atacado, no Oiapoque e no Chuí.
Uma coisa é pedir um negócio desses ao ministro Onyx Lorenzoni. Outra é pedir ao general Santos Cruz. Dá para entender o nó, não é mesmo?

Veja






























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Supremo banquete - Lagostas e pratos à base de camarões e bacalhau, acompanhados de champagnes, vinhos especiais e whiskies 18 anos vão compor o cardápio do STF. Gastos somam R$ 1 milhão

Wilson Lima, IstoE
    foto Andrade Junior
Em tempos de ajuste fiscal, quando se cobram sacrifícios de toda a sociedade para a redução de gastos públicos, o Supremo Tribunal Federal (STF) não tem sido um dos melhores exemplos de austeridade. Em meio à crise que levou-o a impor censura à imprensa, o tribunal presidido pelo ministro Dias Toffoli decidiu abrir nesta sexta-feira 26 uma licitação que agrava ainda mais sua combalida imagem: vai contratar uma empresa que sirva banquetes aos ilustres ministros togados e seus comensais. Na farra gastronômica serão gastos R$ 1,1 milhão, dinheiro que será bancado pelo cidadão comum que paga exorbitantes impostos. Os banquetes serão realizados nos amplos e luxuosos salões do próprio STF.
O processo de contratação do buffet prevê o fornecimento de pelo menos 2,8 mil refeições (almoços ou jantares), 180 cafés da manhã, outros 180 brunchs (cafés mais reforçados) e três tipos de coqueteis para 1.600 pessoas. Na lista de exigências do contrato, previsto para durar 12 meses, prorrogáveis por mais 60 meses, estão pratos dignos dos melhores restaurantes do mundo, comparados aos badalados cinco estrelas do guia Michelin. No menu do Supremo, a empresa está obrigada a disponibilizar pratos com medalhões de lagosta com molho de manteiga queimada, bobó de camarão, camarão à baiana, bacalhau à Gomes de Sá, arroz de pato, pato assado com molho de laranja, galinha d’Angola assada, vitela assada, codornas, carré de cordeiro, medalhões de filé, tournedos de filé com molho de mostarda, pimenta, castanha de caju com gengibre, entre outros.
Glamour
Obviamente que para um menu desse nível seriam necessárias bebidas perfeitas para harmonizar degustações com tanto glamour. Afinal de contas, um medalhão de lagosta não pode ser servido com um vinho qualquer. E qual foi a solução adotada pelo Supremo para resolver essa delicada questão culinária? Simples. A licitação prevê que as “bebidas deverão ser perfeitamente harmonizadas com os alimentos” servidos. Justamente por isso, na lista de bebidas exigidas estão dois tipos de espumantes (brut e extra brut), que precisam ser produzidos pelo método champenoise e “que tenham ganhado ao menos quatro premiações internacionais”. Para quem não sabe, o método champenoise é o chamado “método tradicional”, cuja produção do espumante é quase artesanal e de qualidade superior ao método Charmat, mais simples e barato. Ainda sobre os espumantes, na lista do Supremo o champagne precisa ter pelo menos 12 meses de maturação. O extra brut deve ter no mínimo 30 meses.
Além dessa sofisticação etílica, o STF exige que em seus banquetes a empresa vencedora da licitação disponibilize vinhos de seis uvas de variedades diferentes: Tannat, Assemblage, Cabernet Sauvignon, Merlot, Chardonnay e Sauvignon Blanc. Nos casos dos Tannat, Assemblage e Cabernet Sauvignon, o vinho precisa ser obrigatoriamente de safra igual ou posterior a 2010. Outras características singulares determinadas no edital: todos os vinhos precisam ter pelo menos quatro premiações internacionais. No caso do Tannat ou Assemblage, o STF exige que tenham sido envelhecidos em “barril de carvalho francês, americano ou ambos, de primeiro uso”. A exigência por essa característica é simples. Barris de carvalho franceses são considerados pelos especialistas como “complexos, elegantes e que geram taninos suaves na bebida”. Além disso, quando o carvalho é de primeiro uso proporciona uma bebida com maior influência do barril no processo de maturação.
Sobre os vinhos brancos, Chardonnay e Sauvignon Blanc, o procedimento licitatório apresenta aspectos, no mínimo, curiosos. As uvas para as duas bebidas precisam, necessariamente, ser colhidas à mão. E se isso não fosse o suficiente, uma última, mas não menos importante exigência do Supremo: os uísques de puro malte, precisam ser envelhecidos por 12, 15 ou 18 anos. Já as cachaças para as caipirinhas devem ganhar idade em “barris de madeira nobre” por um, dois ou três anos. A empresa responsável por esse serviço de buffet será responsável por disponibilizar, em cada evento, um garçom para cada seis pessoas. Nos eventos menores, deverá haver um garçom para cada dez convidados.
A deputada federal Bia Kicis (PSL-DF), que constantemente tem criticado o Supremo por suas atitudes pouco transparentes, condenou a lista de compras do STF. “O presidente Bolsonaro exonerou uma diretora de um hospital que iria dar um jantar de R$ 280 mil. Isso deveria servir de exemplo para todos nesta nação”, declarou a parlamentar. “A licitação é uma vergonha e mais um abuso diante da crise que estamos vivendo. O Congresso tentando aprovar a reforma da Previdência para reduzir gastos, enquanto o Supremo investe em mordomias”, complementou o senador Alessandro Vieira (Cidadania-ES), autor dos dois requerimentos de investigação no Senado sobre as ações do Poder Judiciário, a chamada CPI da Lava Toga. De fato, o STF mostra que está totalmente divorciado da realidade brasileira.

AH, SE OS DESEMPREGADOS FALASSEM!

PERCIVAL PUGGINA.

AH, SE OS DESEMPREGADOS FALASSEM!


sexta-feira, 26 de abril de 2019

STF tira de teu bolso para salvar Zona Franca

JOSÉ NÊUMANNE PINTO
                        FOTO ANDRADE JUNIOR
Após jactar-se de ser mais liberal do que Paulo Guedes, o presidente do STF, Dias Toffoli, foi um dos seis ministros que produziram rombo de 49 bilhões do Tesouro Nacional, mandando-o devolver impostos pagos para repassar essa quantia e salvar a Zona Franca de Manaus, que está em perigo de falir e não fará falta nenhuma a não ser para o Amazonas. Além de emitir habeas corpus para corruptos a torto e a direito, o tal "Supremo" é chegado a uma caridade com chapéu alheio, no caso cobrando a conta do teu bolso e aumentando o rombo que só será tapado com a reforma da Previdência e outras, antes de o País ir à falência de vez, aumentando a massa de 13 milhões de desempregados.


'PROFESSORES' SEM ARGUMENTOS PARTEM PARA A AGRESSÃO

| GABRIEL MONTEIRO  MBL MOVIMENTO BRASIL LIVRE
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'PROFESSORES' SEM ARGUMENTOS PARTEM PARA A AGRESSÃO  CLIQUE NO LINK ABAIXO E ASSISTA O VÍDEO https://www.youtube.com/watch?v=RheGtmgtstI

Para o bem do Brasil, Bolsonaro deve manter distância dos políticos que querem 'dialogar'

TOMAZ FILHO
Jair Bolsonaro se elegeu presidente da República prometendo o fim do 'toma-lá-dá-cá'. Muita gente votou nele enojada com o que aconteceu no governo FHC e, sobretudo, durante as gestões francamente corruptas do PT, sob Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

Não por acaso, Lula está no xilindró, com possibilidades amplas de terminar os seus dias atrás das grades.

Afinal, acaba de ter confirmada em terceira instância a primeira condenação a mais de 8 anos de encarceramento. Outras condenações estão na pauta.

Os milhões de votos que conduziram Bolsonaro ao mais relevante cargo público do país parecem não ser levados em conta pelo presidente da Câmara dos Deputados.

Rodrigo Mais insiste que o presidente da República deve 'dialogar' com o Congresso Nacional.

'Dialogar', no caso, é puro eufemismo. FHC que o diga. Ganhou a reeleição 'dialogando' com os políticos.

Era só o princípio...

FHC foi o gestor do laboratório onde Lula operaria em seguida.

O 'diálogo' do celerado petista com os congressistas deu origem ao Mensalão, ao Petrolão...

O maior escândalo de corrupção da história da humanidade. Embora, cínico, Lula, no escurinho do xilindró, continue a resmungar que é a alma mais pura e honesta da face da terra.

E Rodrigo Maia não está só na cobrança para que Bolsonaro seja mais 'flexível' com os 'nobres' deputados e senadores.
Até técnicos tidos como respeitáveis, a exemplo do economista Raul Velloso, sugerem que o presidente da República sente à mesa para o 'diálogo'.

E a imprensa, brava com Bolsonaro, que cortou as generosas verbas desviadas da saúde, da educação, da segurança, da infraestrutura, que abasteciam os cofres das empresas de comunicação, torcem abertamente para que o presidente faça concessões aos políticos. Teriam, então, a chance de cobrar a participação no banquete pago com a grana do povo.

Quando entregou aos políticos o projeto de reforma da Previdência, Bolsonaro foi claro: "Agora é com os senhores".

Quer dizer, cabe aos políticos ajustar, se for o caso, o projeto e votar.

Acostumados à promiscuidade, chamam ao 'diálogo'.

Nas ruas e praças, o cidadão sabe o que isso quer dizer.

Caberá ao presidente da República reafirmar as promessas de campanha ou se dobrar às pressões velhacas do Congresso Nacional.

Como ele afirmou recentemente que não quer fazer companhia a Lula no xilindró, deve manter distância regulamentar daqueles que pregam o 'diálogo'.

Se os deputados não aprovarem a reforma da Previdência, que se acertem com o povo.
























EXTRAÍDADEROTA2014BLOGSPOT

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