Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

quarta-feira, 30 de setembro de 2020

AMY: A BOMBA DE TRUMP

 por Harley Wanzeller. 

Era de se esperar. Mal iniciaram os rumores da possibilidade de nomeação da juíza Amy Coney Barret para a cadeira da Suprema Corte Norte-americana, a extrema mídia entrou em ação com suas adjetivações de praxe, sendo a mais previsível delas - e démodé se é que podemos assim dizer - a de "ultraconservadora". De fato, Amy é conservadora e esta foi, sem dúvida, a qualidade que definiu o perfil a ser eleito para compor o vazio deixado pela juíza Ruth Bader Ginsburg - progressista em atos, palavras e julgamentos. Numa coisa a mídia vermelha acertou: a vacância da juíza Ruth Ginsburg foi um terremoto. Uma bomba inesperada caída sobre seu colo, impossível de desarmar e que, nas mãos de um especialista do campo inimigo, poderia gerar danos incalculáveis e irreparáveis.

Para o azar da esquerda, essa foi a exata conjuntura que se desenhou. E para um conservador, que roga e prima pelo divino, coincidências não existem, mas providências sim.

O presidente Donald Trump tomou a decisão e mostrou a correção da medida, elegendo o que era necessário para a retomada do Estado de Direito na América, primando pela diretriz do rule of law. Mas a sagacidade e inteligência do mandatário americano não fica exposta somente pelas opções jurídicas, mas pela rapidez e precisão da ação em momentos de crise. Isso mostra que por trás de cada decisão, há trabalho de inteligência e planejamento estratégico com cenários muito bem definidos para qualquer situação que venha a ocorrer. E por isso, ele consegue sair bem das crises e, provavelmente, será reeleito.

Sobre a reeleição de Trump, me permito por um momento fazer um exercício de futurologia, com pitada de torcida. E creio, por tantas providências que têm ocorrido, que esta será mais uma. Por outro lado, gostaria de crer que, acompanhadas dessas providências, outras pudessem baixar os trópicos e desembarcar no Planalto Central. E quais providências seriam estas? Bom. Em minha opinião, uma delas seria receber o episódio como aprendizagem. Ainda há tempo.

Em meu tempo como magistrado, e apaixonado pelo tema constitucional, debrucei-me por alguns anos sobre o debate das reformas necessárias para a implantação do real Estado de Direito no Brasil, onde a lei seja, de fato, materializada na vida dos cidadãos e não venha como mera ficção jurídica quase antagônica à realidade, em certas circunstâncias. Na verdade, o relativismo jurídico proposto pelo ativismo exacerbado (entre eles, o judicial) acabou instalando um estado de insegurança jurídica tal que fica difícil para qualquer cidadão não constatar, a olho nu, o desrespeito à Constituição onde quer que possamos ir. Mas esse é um assunto para outro momento.

Chamo atenção aqui para um fato. Nesta caminhada, refleti que o presidente eleito em 2018, se reeleito, teria a oportunidade de mudar o cenário da Suprema Corte Brasileira. Isso porque, em um primeiro mandato, poderá indicar 02 ministros, e em eventual segundo mandato (caso reeleito) mais 02 ministros, se tivermos por base o critério de aposentação compulsória instituído pela Constituição. Em 08 anos, seriam 04 nomes de 11 indicados, potencialmente - em caso de reeleição - por um único presidente.

Assim, para que pudéssemos retomar o rumo do Estado de Direito, onde a letra da lei prevaleça sobre o ativismo, qual seria o perfil de ministro capaz de atingir aos anseios da população que clamou por mudança de rumos nas últimas eleições, inclusive lançando duras críticas ao sistema normativo? Em minha opinião, já dividida há anos com muitos dos colegas, seria este: 1- um (a) magistrado (a) de carreira; 2- um (a) magistrado (a) conservador (a), de hábitos e princípios provados; 3- um (a) magistrado (a) de pouca idade, que tenha perspectiva de longa vida na Suprema Corte. Entendo que estas três características somadas conseguiriam cumprir com o perfil ideal ao cargo, considerando que uma pessoa da carreira da magistratura tenha a vocação e aptidão natas ao julgamento, tendo sido testada em diversas ocasiões quanto à própria competência no exercício do ofício, e sendo ela conservadora provada em diversas ocasiões (a partir não só de trabalhos e opiniões públicas como de vivência também - pois lembrem-se: o conservador, antes do discurso, pratica o conservadorismo, sendo forjado na vida doméstica, laboral, religiosa, social, etc), bastaria ser de pouca idade para que pudesse ter tempo para realizar, junto às futuras gerações, um trabalho capaz de fincar raízes no sistema jurídico.

Nunca conversei com Trump. E como falamos em minha terra: "quem sou eu na fila do pão"? Mas o presidente americano fez exatamente isso!

Amy Coney Barret tem 48 anos, e serve como juíza na 7a Corte de Apelações. Poderia descrever aqui o currículo da nova Justice e ressaltar que além da formação jurídica extensa, sendo professora de matérias como direito processual civil e direito constitucional, ainda tem proficiência nas áreas de literatura inglesa e artes. Mas dois fatos especiais chamam a atenção. Amy trabalhou diretamente com ninguém menos que Justice Anthonin Scalia (conservador que deixa saudades) e é mãe de 07 filhos, que têm idades entre 08 e 19 anos. Inclusive, no discurso de apresentação da nova Justice, o Presidente Trump ressaltou este fato e lembrou que a Suprema Corte Americana recebia naquele momento a primeira mulher mãe de criança em idade escolar na história dos EUA. E agradeceu, gentilmente, aos filhos presentes por dividirem sua mãe com a América.

Em suas primeiras palavras, Amy foi econômica mas, como boa conservadora, foi grata a quem muito lhe ensinou - Antonin Scalia. Ressaltou o aprendizado que teve sobre a capacidade de divergir e, ao mesmo tempo, aproximar-se do outro, respeitando-o. Além disso, declarou paixão ao seu país e a Constituição Americana e, como era de se esperar, assumiu o compromisso público de primazia da lei e rechaço ao ativismo judicial, com a consequente retomada dos rumos do rule of law.

Bingo! A bomba explodiu. Seus efeitos serão sentidos por muito tempo e honrarão o trabalho dos founding fathers. Tudo porque o especialista estava preparado para a coincidência. Ou para a providência.

Que tenhamos especialistas. E se não tivermos, que ao menos tenhamos pessoas humildes para aprender com eles.

A receita está dada.









publicadaemhttp://www.puggina.org/artigo/convidados/amy-a-bomba-de-trump/17254


VAI QUE A VÍTIMA ESTÁ ARMADA!

  por Fábio Paiva . 

Minha formação é conservadora. Sou filho de militar do Exército e fui criado com a convivência pacífica e harmoniosa de armas de todo tipo, tamanho e calibre. Na verdade, quando nasci, em Caçapava, no interior de São Paulo, exatamente no dia primeiro de abril de 1964, as tropas militares retornavam a seus quartéis após a revolução, que alguns desinformados de esquerda ainda insistem em afirmar que foi um golpe de estado. Minha mãe me tinha nos braços, na janela da maternidade, quando meu pai passou, em marcha, comandando o Batalhão de Infantaria. Os soldados, naquele momento, fizeram reverência a meu nascimento. Foi uma honra, para quem tinha apenas poucas horas de vida.

Aqueles eram outros tempos. Segundo meus pais, a violência passava longe das casas das pessoas. As famílias, nas metrópoles e nas pequenas cidades, podiam sair às ruas sem risco de assalto ou qualquer outro tipo de violência. Só corria risco quem se insurgia contra o regime vigente. No geral, eram assaltantes de banco e sequestradores, além de integrantes de movimentos violentos comunistas e de extrema esquerda.

Hoje, com a ascensão de grupos criminosos e facções, com a tomada das comunidades por traficantes e milicianos fortemente armados, a população deixou de ter a paz que ainda desfrutava em épocas não tão distantes. Basta ligar a TV por 10 minutos para constatar o império do terror, marcado por todo tipo de crueldade, crime e morte.

No dia 23 de dezembro de 2003, no governo de Luiz Inácio Lula da Silva, entrou em vigor a Lei 10.826, conhecida como Estatuto do Desarmamento. A medida, na verdade, tirou a paz e a esperança das pessoas de bem, que passaram a viver como pássaros em gaiolas, aterrorizadas pelo risco de assalto e de balas perdidas que, ao contrário do que parte da mídia diz, saem, na maioria das vezes, dos fuzis do crime organizado e não das armas da polícia. Proprietários de armas de fogo tiveram o prazo de 180 dias para regularização de registro ou porte perante a Polícia Federal ou entrega de boa-fé com direito a indenização. A campanha resultou na entrega de 443.719 armas de fogo, que foram destruídas pelo Comando do Exército.

A esquerda brasileira conseguiu impor uma das estratégias básicas de regimes comunistas, que é o de desarmar a população. Enquanto o povo brasileiro ficou indefeso, a bandidagem, abastecida pelo crescente mercado do contrabando internacional de drogas e de armas, corrompia autoridades e tocava o terror nas cidades, protegida por ONGs e esquerdopatas de plantão. Aliás, vale destacar, grande parte dos que pregam e defendem o desarmamento, não saem de casa sem escolta ou segurança fortemente armada. Hipócritas!

Felizmente, o Estatuto do Desarmamento está sendo revisto no Congresso Nacional e prestes a ser reformado e flexibilizado. Para o atual presidente da República, Jair Bolsonaro, povo armado jamais será escravizado e violentado de seus direitos constitucionais. Com a flexibilização, já em andamento, a guerra começou a mudar. A internet tem viralizado vídeos e fotos mostrando vítimas que reagiram e mataram seus algozes. No campo, a mesma coisa acontece. Fazendeiros começaram a reagir e a defender suas propriedades com armas de fogo. Afinal, eles estão distantes das cidades e das delegacias de polícia. No campo, a ajuda demora a chegar. Não tem como defender propriedade rural sem arma de fogo.

Dados e estatísticas internacionais têm derrubado todas as narrativas falaciosas dos desarmamentistas. Um estudo publicado por pesquisadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, afirma que porte de arma reduz a criminalidade. Segundo o levantamento, quanto mais armas há entre os habitantes de um país, menores são os índices de criminalidade. A Small Arms Survey, organização não governamental sediada em Genebra, na Suíça, em seu estudo “Estimating Global Civilian-held Firearms Numbers”, confirma os números de Harvard. Nenhum dos 25 países mais armados do mundo figura entre os mais violentos. Mais de 30% desses países apresentam taxas inferiores a um homicídio por cem mil habitante, trinta vezes menos que o Brasil. Nos EUA, país mais armado do mundo, existem praticamente 400 milhões de armas de fogo, cerca de 120,5 para cada 100 habitantes. No Brasil são apenas 17,5 milhões de armas, cerca de 8,3 para cada 100 habitantes. No entanto, a taxa de homicídios no Brasil é 4,8 vezes maior do que a dos Estados Unidos.

Torço muito para que a flexibilização iniciada pelo presidente Bolsonaro permita que a pessoa de bem possa defender sua família e seu patrimônio com uma arma na mão. Acredito não ser necessário o porte, mas simplesmente a posse de arma nas residências e propriedades. Pelo menos, se isso acontecer, o ladrão vai pensar duas vezes antes de invadir e assaltar sua casa: vai que a vítima está armada!

* Fábio Paiva é jornalista, analista em marketing
























publicadaemhttp://www.puggina.org/artigo/convidados/vai-que-a-vitima-esta-armada/17253

terça-feira, 29 de setembro de 2020

"Os verdadeiros 'facínoras' são aqueles que permitiram o carnaval e desviaram bilhões",

 escreve Mário Abrahão


Passados dois anos da campanha eleitoral de 2018, os derrotados continuam gritando desesperados:

“Bolsonaro fascista, racista, estuprador, nazista, machista, misógino, facínora, assassino”.

Considerando o baixíssimo nível intelectual e moral dos acusadores, poderíamos até considerar normal esta saraivada de acusações sem provas ou qualquer indício de que, um dia sequer de sua vida, Bolsonaro tivesse praticado qualquer ato do gênero.

Como já era esperado, o coro foi engrossado e incentivado pela grande mídia. Situação fácil de entender, dado o aparelhamento esquerdista e ideológico, aliado ao fim do “rio de dinheiro público”, fonte sem fim que jorrava por meio de publicidades institucionais contratadas pelos governos lulopetistas nas últimas décadas. Bilhões que garantiram uma vida regada a champanhe, lagosta e muito glamour aos artistas, jornalistas e formadores de opinião.

Veio então a suposta pandemia do vírus chinês. Ainda sem a pressão da esquerda, a OMS alertou para a necessidade de atenção sobre o fato. E poucos sabem, pois quase não foi noticiado, mas o governo federal imediatamente respondeu ao risco e publicou uma Portaria, em 3 de fevereiro, declarando “Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional”.

Os governos estaduais ignoraram solenemente a ordem. Permitiram o carnaval, e a folia garantiu as “aglomerações” (eles adoram esta palavra!) de milhares em todos os cantos do país.

O resto da história, todos conhecem. Supremo tirando autonomia do executivo, ministro da saúde traindo o presidente, estados e municípios desviando bilhões com a anuência do legislativo federal.

Ainda assim, para eles, o culpado, o assassino, o facínora é Bolsonaro.

Mas os fatos estão aí para quem quiser ver, e basta ter um mínimo de honestidade para reconhecer.

Assassino não teria sido o então ministro da saúde, ao determinar que o doente ficasse em casa até que não conseguisse mais respirar?

Facínora não teria sido a OMS ao esconder a verdade do mundo, em conluio com os chineses?

Assassinos foram a grande mídia e todo o universo de lacradores “com os bolsos cheios”, ao gritarem “fique em casa”, enquanto a economia era estraçalhada, os empregos dizimados e a fome multiplicada.

E o STF? Que tirou do governo federal o controle da situação e entregou aos corruptos governos estaduais e municipais. Como mensurar essa conduta?

Assassinos foram os corruptos de todas as esferas que se aproveitaram do caos para roubar os bilhões que seriam destinados à saúde.

Facínoras foram os que negaram e até impediram o tratamento preventivo com a hidroxicloroquina, ainda que sem evidências científicas, mas que não pensaram duas vezes ao usar o medicamento na surdina, para se curarem da doença (e seguem negando).

Assassino é todo aquele que já conhece a verdade dos fatos, mas segue mentindo em nome de uma ideologia. A mesma ideologia que assassinou milhões nos campos, nos paredões e porões das ditaduras comunistas e que venera “revolucionários” que sumiram com adversários políticos, perseguiram e mataram mulheres, crianças e homossexuais.

A Covid matou sim, e prestamos nosso apoio aos que choram suas perdas, assim como lamentamos ainda pelos que perderam entes queridos por assassinato, acidentes e outras doenças. Vidas que se foram também aos milhares e que importam tanto quanto as ceifadas pelo vírus.

Mas para “eles”, só importam as perdas das vidas que podem ser utilizadas politicamente. Por isso mesmo, torcem, sordidamente, que as mortes se multipliquem.

Mário Abrahão. Jornalista, trabalha com produção de textos, rádio e televisão desde 1996. Pós-graduando em Ciência Política e em Gestão de Comunicação e Mídias Digitais, foi repórter setorista, em Brasília, desde junho de 2011 até o final de 2019. Reside agora em Jundiaí-SP, onde se especializa e prepara novos projetos de comunicação, com foco na política da região.

Jornal da Cidade








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"Um brinde ao Bolsonaro raiz na ONU, que deixou a imprensa esperneando e a oposição de cabelo em pé"

 Davy Albuquerque Conexão Politica



Goste ou não do jeito dele, a verdade é que Jair Bolsonaro foi eleito assim: sem nenhum freio na língua.

E a vitória conquistada em 2018 não foi apenas por defender bandeiras conservadoras ou por não ter seu nome envolvido em corrupção que Bolsonaro se destacou no cenário político. Esses elementos ajudaram e muito o nome dele a ter um destaque diferenciado, mas um dos principais fatores que fez Bolsonaro ganhar fôlego foi justamente dizer o que pensa.

Sem filtro, sem o politicamente correto e sem estar num pedestal polido e distante da realidade de muitos brasileiros.

A transparência de Jair Bolsonaro fez com que muitos se identificasse não apenas com o que ele diz, mas na forma de jogar as verdades enquanto muitos trabalham para escondê-las.

É óbvio que Bolsonaro não é mais um deputado federal como antes, e precisa estar a altura do cargo de presidente da República. Isso é óbvio.

Contudo, aquele Jair Bolsonaro, que desde o início falou a língua do povo, que sempre jogou verdades diante do cenário político, não pode morrer.

E foi justamente o ‘Bolsonaro raiz’ que surgiu no discurso da Assembleia Geral da ONU 2020.

O presidente brasileiro fez um excelente discurso. Defendeu a soberania brasileira; escancarou a ditadura da Venezuela; parabenizou a atuação de Donald Trump na pacificação do Oriente Médio; destacou o papel da família, os valores cristãos e repudiou a onda de cristofobia ao redor do mundo e que tenta avançar no Brasil. Por fim, deixou extremamente claro que a Amazônia é nossa. 

Mesmo assim, parte da imprensa distorceu o que foi dito somente para prejudicar o presidente Bolsonaro.

E aqui, neste espaço, quero desmentir dois pontos que foram tão emplacados pela imprensa: auxílio emergencial e queimadas.

1) Ao contrário do que foi propagado por muitos, Bolsonaro não disse que a parcela do auxílio emergencial foi de mil dólares, e sim que “concedeu auxílio emergencial em parcelas que somam aproximadamente 1000 dólares para 65 milhões de pessoas”.

2) Bolsonaro não relacionou o incêndio aos indígenas, caro jornalista militante. O presidente apenas explicou que algumas áreas (já desmatadas) são queimadas para a otimização da roça de algumas populações indígenas que fazem da agricultura seu sustento.

“Os incêndios acontecem praticamente, nos mesmos lugares, no entorno leste da Floresta, onde o caboclo e o índio queimam seus roçados em busca de sua sobrevivência, em áreas já desmatadas”, declarou.

E acrescentou ainda:

“As regras de proteção ambiental devem ser respeitadas e os crimes devem ser apurados com agilidade, para que agressões como a ocorrida contra o Brasil não venham a atingir outros países”.

Não adianta espernear 

Espernear, chorar e gritar. É só isso essa ‘resistência’ fraca e patética sabe fazer.

O discurso do presidente Jair Bolsonaro foi cirúrgico e diplomático. Para quem esperava um discurso água com açúcar ou uma saudação à mandioca, na verdade teve que engolir o discurso sensato.

Discurso diplomático, mas sem deixar de falar a voz do povo.

Faço questão de lembrar: nos outros governos, o que adiantou falar uma língua polida? O que adianta falar a língua aprovada pela imprensa? Afinal, fomos levados para o buraco com presidentes cheios de ‘posturas’ e ‘classes’.

O brasileiro não quer e não espera por sofisticação, afinal a presidência da República não é um concurso de etiquetas.

O que a nação espera é que Jair Bolsonaro resgate o país do caos deixado por aqueles que lançaram o Brasil num lamaçal de corrupção, de desgoverno e de uma máquina pública completamente aparelhada.

O que os brasileiros esperam são atitudes reais: mais e mais geração de empregos; cortes de impostos que são pagos de modo exorbitante no país; queda da inflação que assusta o trabalhador; segurança em poder sair de suas casas para estudar, trabalhar, tendo a certeza que voltará em paz para seus lares.

O brasileiro real, fora da bolha, dá valor para o que de fato faz diferença no dia a dia.

Enquanto a imprensa brasileira e a oposição acharem que o problema está nas falas do presidente Jair Bolsonaro, ficarão cada vez mais distantes de entender o que de fato acontece no mundo real.

O brasileiro cansou de uma política de aparências. Que o Bolsonaro ‘raiz’ continue cada vez mais vivo para enterrar os velhos discursos e a velha política que insiste em assombrar o novo tempo que já chegou para o Brasil.











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Bolsonaro diz que ‘crescente popularidade’ tem incomodado

 Afonso Marangoni, Revista Oeste


O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira, 29, que a crescente popularidade dele “importuna adversários e grande parte da imprensa”.

Pelas redes sociais, ele reclamou: “Se nada faço, sou omisso. Se faço, estou pensando em 2022”.

Ele também negou que esteja preocupado com a reeleição:

“Na verdade, estou pensando é em 2021, pois temos milhões de brasileiros que perderam seus empregos ou rendas e deixarão de receber o auxílio emergencial a partir de janeiro”, afirmou Bolsonaro em um post.

Segundo ele, a política do “fique em casa que a economia a gente vê depois” acabou e o “depois” chegou.

“Os responsáveis pela destruição de milhões de empregos agora se calam. O meu governo busca se antecipar aos graves problemas sociais que podem surgir em 2021, caso nada se faça para atender a essa massa que tudo, ou quase tudo, perdeu”, disse o presidente.

Teto de Gastos

Bolsonaro também se comprometeu com a responsabilidade fiscal e com o teto de gastos, que ele classificou como “os trilhos da Economia”.

Ele se defendeu das avaliações de que o governo estaria usando atalhos para burlar o teto de gastos e criar o programa Renda Cidadã.









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O BOM EXEMPLO QUE VEM DO URUGUAI

 por Percival Puggina. 

No pequeno Uruguai, a lista das vítimas fatais da covid-19 cabe numa folhinha de papel com 47 nomes. Esse número, dividido pela população do país (3,44 milhões), leva a um índice de vidas perdidas por milhão de habitantes 40 vezes inferior ao dos países que ocupam a parte alta da tabela.

 No Brasil, os primeiros passos do combate à pandemia foram marcados pelas performances do Dr. Mandetta. Médico, simpático, bem falante, deputado federal, o ministro tornou-se provedor de conteúdo para as tardes modorrentas do jornalismo brasileiro. Longos saraus de ciência e terror deram tom a desacertos que persistem até hoje. Na vastidão do território nacional, as determinações cobriam a inteira Rosa dos Ventos. O Brasil parou. Espatifou-se um vínculo que não poderia ser rompido e testemunhamos o divórcio entre a proteção da vida e as condições de sobrevivência pelo trabalho. Questões singelas como o uso de máscaras, atendimento precoce, protocolos de higiene e segurança foram apresentados de modo confuso e submetidos a súbitas mudanças de rumo e orientações tolas. Hospitais vazios e doentes em casa, atividade econômica paralisada para “achatar a curva” e vírus ausente são símbolos de um período em que uma elite mal pensante causou à nação um dos maiores prejuízos de sua história.

No diapasão que desde o início do ano afinou a orquestração da mídia nacional, quanto maior o dissabor do presidente com as orientações de seu ministro, mais se agigantava a estátua pública que lhe erguiam os grandes meios de comunicação. Foi na esteira desse conflito que o STF tirou a toga, calçou a chuteira e entrou em campo para participar do jogo. O presidente que fique quieto no seu canto. E entregou o coração e o pulmão da economia nacional (o trabalho dos brasileiros) a prefeitos e governadores. “E o cérebro?”, perguntará o inteligente leitor. Pois é. Para que serve, mesmo?

Como todo gaúcho de Santana do Livramento, cidade de fronteira, gêmea siamesa da cidade uruguaia de Rivera, guardo uma afeição muito especial pelo nosso vizinho ao sul. O Uruguai é um país bem cuidado, amado pelo seu povo. A pequena população tem, na média, educação de qualidade superior à nossa e um nível cultural igualmente superior.
Aqui, pertinho de nós, o país deles está sendo estudado como um caso de sucesso no enfrentamento da pandemia. De um artigo escrito por duas economistas do FMI que estudaram as causas desse extraordinário desempenho (1), extraí que o Uruguai se beneficia de uma consciência política superior. Realmente, o país enfrenta o coronavírus com elevada coesão. Não há ninguém querendo criar males nem mortos para colocar na conta do culpado de plantão.

olíticos uruguaios, funcionários de alto escalão e partidos políticos abriram mão de parte de seus vencimentos e receitas para um fundo de combate ao coronavírus. Foi um dos primeiros países da América Latina a incentivar o uso de máscaras. Jamais decretou confinamento obrigatório. Reabriu suas escolas no mês de junho.

Enquanto isso, no Brasil, entrando o mês de outubro, ainda se discute o retorno às aulas presenciais. A economia e os empregos padecem sequelas de um tombo colossal. Até o mês de agosto, nove milhões de brasileiros haviam perdido seus postos de trabalho. Vulgarizou-se a prática irracional de desconcentrar e diminuir as aglomerações determinando a abertura do comércio em menos horas e menos dias da semana... As ruas exibem portas fechadas, placas de aluga-se ou vende-se, mais e mais superfícies abertas ao depressivo trabalho dos pichadores.

Claro, aqui haverá quem considere o Uruguai um mau exemplo.













publicadaemhttp://www.puggina.org/artigo/puggina/o-bom-exemplo-que-vem-do-uruguai/17256


A PF no encalço de Boulos e o esperneio da “mídia do ódio”

 jornal da cidade

foto Andrade Junior

A Polícia Federal abriu inquérito contra Guilherme Boulos, atual candidato do PSOL a prefeito de São Paulo.

A imprensa militante, em nítido alvoroço, saiu desesperada em defesa daquele que, nas palavras do respeitado jornalista Augusto Nunes, não passa de um “gigolô de sem teto”.

Para eles, a intimação de Boulos é tentativa de intimidação.

Pura balela.

A PF cumpre o seu ofício.

Basta ver o que Boulos postou nas redes sociais:

“Um lembrete para Bolsonaro: a dinastia de Luís XIV terminou na guilhotina…”

Esse tipo de postagem sim, é que se configura, no mínimo, uma intimidação. Ou, talvez, até mesmo, uma ameaça. É isso que a PF vai apurar.

Boulos tem que se explicar e, se for o caso, pagar pelo crime cometido, que estará caracterizado em se configurando a ameaça.

Vale lembrar que foi um ex-militante do partido de Boulos que cometeu a tentativa de homicídio contra Bolsonaro no dia 6 de setembro de 2018.

Jornal da Cidade













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ELEIÇÕES 2020 - O ELEITOR PRECISA SE PREPARAR

 por Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico. 


INICIADA A CAMPANHA ELEITORAL
Ontem, 27, foi dada a largada -oficial- para Campanha Eleitoral das ELEIÇÕES MUNICIPAIS que serão realizadas no dia 15 de novembro de 2020. Naquela data, enquanto os nomes dos VEREADORES que deverão ocupar as 5570 Câmaras Municipais espalhadas pelo nosso imenso Brasil já estarão definidos, nos municípios com mais de 200 mil habitantes cujos candidatos a PREFEITO não obtiverem mais da metade dos votos, acontecerá nova votação, ou SEGUNDO TURNO, no dia 29 de novembro.


ETERNA FALSIDADE
Ainda que a PROPAGANDA ELEITORAL que será veiculada no Rádio e na TV só terá início no dia 9 de outubro, ou 35 dias antes da antevéspera da eleição, os candidatos já estão se apresentando MUITO SORRIDENTES nas Redes Sociais. Com pouquíssimas exceções, a maioria já está aproveitando este momento inicial para ENGANAR OS ELEITORES, dizendo, com uma já costumeira falsidade, que promete transformar o seu município num LUGAR MAIS SEGURO PARA VIVER ALÉM DE MELHOR PARA EDUCAR, EMPREENDER E SE DIVERTIR.


LISTA DE CANDIDATOS
Sei, perfeitamente, que de nada adianta orientar os eleitores para que não se deixem levar por candidatos espertos, do tipo que farão PROMESSAS ABSURDAS cujo propósito é angariar o maior número de votos possíveis para se eleger. Ainda assim, como já fiz nas eleições anteriores, me proponho fazer, dentro de alguns dias, uma boa lista daqueles CANDIDATOS que considero CONFIÁVEIS, como forma de orientar os eleitores menos avisados.


DICA IMPORTANTE
Antes de tudo, uma IMPORTANTE DICA: não decida o seu voto só porque o CANDIDATO é -AMIGO- ou integra o GRUPO DE PESSOAS com quem você mantém RELACIONAMENTO SOCIAL, ESPORTIVO ou RELIGIOSO. Vá mais a fundo: pesquise a vida do candidato para saber como ele AGE NO DIA A DIA E COMO TOMA DECISÕES. Mais: procure saber se é um bom chefe de família, como trata da sua própria educação e/ou de seus filhos e dependentes. Verifique, enfim, se apoia ATITUDES POPULISTAS.


IDENTIDADE
Detalhe importante: o VEREADOR que você escolher, se estiver realmente disposto a fazer o que você gostaria que acontecesse no seu município, precisa ter um pensamento muito parecido com o que pensa o candidato a PREFEITO e vice-versa. Caso contrário sua cidade será palco de discórdias e inúmeros atrasos.


MAU EXEMPLO
Vejam, por exemplo, o caso do município de Porto Alegre: a maioria da Câmara dos Vereadores quer porque quer EXPULSAR DO CARGO o atual prefeito, Nelson Marchezan. Mas, por incrível que possa parecer, a mesma maioria VOTOU A FAVOR daquilo que aponta como MOTIVO PARA IMPEDIR QUE O PREFEITO se candidate à reeleição. Pode?





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