Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

Bolsonaro sinaliza que aprovará fundo eleitoral de R$ 2 bi para evitar crime de responsabilidade

Mateus Vargas , O Estado de S.Paulo
  FOTO ANDRADE JUNIOR
O presidente Jair Bolsonaro sinalizou nesta quinta-feira, 2, que deve sancionar o fundo de R$ 2 bilhões para custear campanhas eleitorais em 2020 para não cometer crime de responsabilidade. 
Bolsonaro disse ainda que tem de "preparar a opinião pública" para não ser "massacrado" sobre a sua decisão. No final de dezembro o presidente declarou que buscava uma "brecha" para vetar o fundo proposto por ele mesmo ao Congresso. 
"O fundo eleitoral é uma lei. O que o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) fez? Oficiou a receita no valor, o montante, de 2 bilhões de reais. Então veto ou sanção é uma obediência à lei. Se você for ler o artigo 85 da Constituição, se eu não respeitar a lei, eu estou em curso do crime de responsabilidade", disse o presidente nesta quinta, 2, em frente ao Palácio da Alvorada.
Questionado novamente se veta ou sanciona o fundo, Bolsonaro respondeu: "O que posso dizer é isso aí. A Conclusão agora é de vocês. É o seguinte, tem de preparar a opinião pública, né, caso contrário vocês me massacram, vocês arrebentam comigo", disse.
A negociação sobre o fundo eleitoral desgastou a articulação política do Planalto. O Congresso Nacional chegou a articular aumento para R$ 3,8 bilhões do fundo, mas ouviu do governo que só seriam aceitos até R$ 2,5 bilhões. No fim, os parlamentares recuaram, após Bolsonaro ir às redes sociais para negar a articulação do próprio governo, e foi aprovada a proposta original, de R$ 2 bilhões. No final de dezembro, o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE) disse esperar que Bolsonaro sancione o valor. 

Bolsonaro disse nesta quinta, 2, em frente ao Palácio da Alvorada que não daria entrevista à imprensa. "Quero começar bem o ano, sem entrevista, porque em parte é distorcida", disse. Em seguida, porém, o presidente falou sobre o fundo eleitoral, além do reajuste do salário mínimo.










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ESSA E DE ARREPIAR Paulo Guedes NÃO ACREDITO QUE ELE FEZ ISSO

COISAS DA POLITICA

ESSA É DE ARREPIAR Paulo Guedes NÃO ACREDITO QUE ELE FEZ ISSO


Como é forte o lobby do DPVAT

ALEXANDRE GARCIA

Como é forte o lobby do DPVAT


Apologia a “plantar maconha” é cantada em programa matinal da Rede Globo (vídeo)

Everson Leal  jornal da cidade

                             foto Andrade Junior
Que a Globo vai contra a família, a moral, aos bons costumes, ao cristianismo e contra o governo Bolsonaro, que está tirando o país da lama, todos já tem essa percepção. Mas a cada dia ela se supera em suas maldades que afetam os nossos jovens e crianças.
No dia 23 de dezembro, foi exibido no ‘programete’ de Fátima Bernardes, a Ludmilla, uma cantora de funk, cantando uma música que faz clara referência a plantar maconha no quintal de casa.
Imagine isso, veiculado em uma emissora de grande audiência quanto a Globo, no horário das 10:30 da manhã ao meio dia, na cabeça de milhões de jovens malformados em escolas públicas, que não sabem nem ler direito, segundo os últimos exames internacionais do PISA.
É praticamente uma ordem a ser cumprida.
E ao final da apresentação, Fátima Bernardes aplaude alegremente a Ludmilla, por sua apologia às drogas em rede nacional, para milhões de crianças, jovens, e cristãos que não são complacentes com isso.
Um detalhe que chamou a atenção foi que a apresentadora nem perguntou nada sobre a letra, limitando-se a fingir que não entendeu nada. Poderia ter perguntado: “Que planta é essa, que você faz referência na letra, que ninguém sabia o que era? E por que vende a 1 real o grama?”
Por falar em apologia, o artigo 33 do parágrafo 2º, da lei 11.343/2003 (Lei Antidrogas), mostra a atitude ilícita de quem instiga, induz ou ajuda alguém a usar drogas (ilícitas, claro).
Temos também o Art. 286 do Código Penal Brasileiro, que prevê detenção ou multa para quem incitar publicamente a prática de crime, como é o plantio e venda de entorpecentes.
Imagina fazer isso na maior rede de Televisão do país?
Lembrei-me do nosso maior filósofo em atividade, o professor Olavo de Carvalho, que sempre alertou sobre a propagação do marxismo cultural, baseado em Antonio Gramsci, que pregava a ocupação de todos os meios culturais por marxistas: Escolas, meios de comunicação, teatro, cinema, literatura, etc.
A cultura deveria ser dominada a tal modo, de forma que se alcançasse a hegemonia cultural, enaltecendo a baixa cultura em detrimento da alta cultura. Como exemplo de alta cultura, poderíamos citar a literária obra de Shakespeare, que exigiu dele, anos de estudo e dedicação para chegar a um alto nível. Como baixa cultura ´poderíamos imaginar um quadro branco com um círculo desenhado com fezes de cavalo. Até mesmo o próprio cavalo, treinado adequadamente, conseguiria fazer tal obra.
Só que isso seria considerado “arte” e “cultura” na atualidade. E é exatamente isso que está acontecendo no Brasil, em todas as áreas.
O que seria lixo em outros tempos, agora é “arte”; o que era ilegal ou imoral, é enfiado goela abaixo da população, como se fosse o suprassumo das artes e modelo a ser seguido.
Fica agora, a questão: Por onde andam as autoridades do MP, do conselho tutelar, delegados da infância e juventude, Juízes das varas da infância e da Adolescência, que não viram e ainda não tomaram conhecimento desses graves fatos?
Qual é a responsabilidade da Globo nessa história?
Veja o vídeo:

Ibovespa sobe 2,3%, supera 118 mil pontos e abre 2020 com nova máxima histórica

Conexão Política
      foto Andrade Junior
No primeiro pregão do ano, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, a B3, registrou pontuação recorde, ao fechar aos 118.573 pontos, em alta de 2,53% nesta quinta-feira, 2, após a parada nos dias 31 de dezembro e 1 de janeiro.
Em 2019, o Ibovespa obteve recordes atrás de recordes e, no início de dezembro, atingiu o patamar de 110.000 pontos — depois de ter atingido a marca histórica da centena de milhares em março.
Já o dólar encerrou seu primeiro dia de oscilações no ano em leve alta, de 0,32% em relação ao real, cotado a 4,02 reais.
Os investidores estão saltitantes e virão com tudo em 2020, acreditando na economia brasileira.






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Impeachment de Bolsonaro é palpite para crise em 2020

J.R.Guzzo:

A DEMOCRACIA NO BRASIL, APARENTEMENTE, 

TEM ESSA PARTICULARIDADE: ASSIM QUE SAI 

O RESULTADO DAS URNAS A TURMA QUE

PERDEU COMEÇA A PROCURAR UM JEITO DE

DERRUBAR QUEM GANHOU

O ano começa hoje e o brasileiro já tem na vitrine, à sua escolha e em muitos casos a preço de saldo, todo tipo de desgraças que o noticiário político vai lhe oferecer como companhia para os próximos 365 dias. Não vale a pena, levando em conta o ano que acaba de se encerrar, ficar muito impressionado com a quantidade e variedades das ofertas. Em 2018 houve mais ou menos umas 25 crises diferentes, todas “importantes”, e no fim das contas tudo acabou em três vezes zero. Tivemos a fatal demissão do ministro Zé, ou do ministro Mané, e as brigas definitivas entre um monte de gente de quem você nem lembra mais o nome. Tivemos os acessos de nervos do presidente da Câmara e a intervenção internacional na Amazônia “em chamas”. Houve o STF. Houve os Filhos do Presidente. Houve as gravações que iriam exterminar o ministro Moro. No fim, continua todo mundo vivo.
Um bom palpite sobre a crise a ser mais alavancada pelo noticiário em 2020? Tentem o impeachment do presidente da República. Não chega a ser uma novidade, pois dos cinco presidentes eleitos no Brasil desde a volta das eleições diretas, dois foram postos para fora do cargo por procedimentos de impeachment, Collor e Dilma. Tentaram emplacar o impeachment de mais um, Fernando Henrique (“fora FHC”) e já querem, agora, soltar o mesmo rojão para cima do presidente atual. (Só um, o ex-presidente Lula, escapou dessa sina; em compensação foi parar na cadeia). A democracia no Brasil, aparentemente, tem essa particularidade: todo mundo se diz disposto a dar a própria vida pelas eleições diretas, mas assim que sai o resultado das urnas a turma que perdeu começa a procurar um jeito de derrubar o candidato que ganhou – e como não é mais possível fazer isso com golpe militar, a grande solução é o impeachment. Está na Constituição. Faz parte das “instituições”. Virou vício. 
No caso de Bolsonaro, já estava se falando em impeachment logo que ele começou a governar – mas houve tanta crise nesse seu primeiro ano de governo, como dito acima, que parece não ter sobrado tempo para depor o homem. Agora, como as crises não têm dado em nada, voltou a aparecer a conversa do impeachment - junto com as inevitáveis “pesquisas” que mostram a sua popularidade caindo para abaixo do número zero. (É outra regra da democracia à brasileira: o único político que está autorizado pelos “institutos de pesquisa” a ter popularidade é Lula, embora não possa dar três passos no Viaduto do Chá.). Naturalmente, como diz a lei, é preciso que um presidente tenha praticado um crime, no ofício da presidência, para responder a um processo de impeachment. Mas isso é só um detalhezinho bobo que não vai estragar a discussão, não é mesmo? De mais a mais, sempre se acha um crime qualquer por aí e assim a discussão pode continuar rolando. Segue o jogo.
Esperem um pouco, portanto, porque o impeachment pode estar vindo aí. É pura pescaria em água mais do que turva, mas a política no Brasil não consegue pescar em água limpa – e nem quer.   
O Estado de S.Paulo

Quem quer derrubar Weintraub do MEC? Rodrigo 'botafogo' Maia insatisfeito com a moralização do Ministério da Educação no governo Bolsonaro

Por Claudio Dantas, O Antagonista
Alvo de boatos de que estaria para cair, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, comprou briga com Rodrigo Maia (DEM) ao demitir, no dia 23 de dezembro, o advogado Rodrigo Sérgio Dias do comando do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

O Antagonista apurou que Weintraub estava insatisfeito com a gestão “pouco transparente”de Dias, que havia assumido o cargo em agosto.

No início do mês, após recomendação da CGU, o ministro determinou a suspensão de um pregão de R$ 3 bilhões do FNDE para a compra de computadores, no âmbito do programa Educação Conectada.

Na segunda-feira passada, revelamos que a Brink Mobil, investigada na Operação Calvário pelo pagamento de propina, conseguiu emplacar duas atas de registros de preço no FNDE. Uma foi assinada por Rodrigo Dias e outra por seu antecessor, Carlos Alberto Decotelli.

Weintraub também teria ficado surpreso com uma articulação da Câmara, comandada por Maia, para dar mais autonomia ao FNDE na execução de seu orçamento bilionário (em 2019, foram R$ 55 bilhões).

Rodrigo Dias é primo do ex-deputado Alexandre Baldy (Progressistas), aliado de Maia e hoje secretário de Transportes de João Doria. Interlocutores do ministro avaliam que o presidente da Câmara seria o principal interessado em sua queda.

Weintraub, que está de férias, conta com o respaldo de Jair Bolsonaro, que avalizou a demissão de Dias.






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NOSSO TRÁGICO SETOR BANCÁRIO

por Stephen Kanitz.
O fato de termos somente cinco enormes Bancos é somente parte do problema.
Problema maior é que são cinco Bancos com culturas administrativamente totalmente diferentes, feudos individuais por assim dizer.
Sendo assim, não há como uma inovação administrativa ou técnica bem-sucedida em um desses Bancos migrar para os demais.
O Itaú não contrata funcionários do Bradesco, e vice-versa.
O Bradesco somente promove de dentro, justamente porque quer preservar a cultura criada por Amador Aguiar.
Banco do Brasil idem, é a cultura do estatismo, do governismo.
Santander é espanhol, segue também a sua cultura de origem e os valores compartilhados da matriz espanhola.
Por que isso é grave?
Porque não temos uma cultura administrativa compartilhada por todos, Bancos e administradores financeiros.
Os poucos administradores financeiros que temos precisam se adaptar ao Itaú ou ao Bradesco ou ao BB, uma insanidade, mutuamente exclusivas.
Por isso sequer temos no Brasil um “School of Banking” ou uma Escola de Administração Bancária, como o Baruch School of Banking de Nova York.
Pior, nenhum intelectual brasileiro, que vive criticando o sistema bancário, se dá conta disso. Nem ninguém percebe a falta de uma escola que ensine banqueiros a administrar com eficiência.
Mas o problema fica pior.
Nossos Bancos inovam somente adotando teorias acadêmicas tiradas da literatura internacional, como agora todos interessados no Blockchain.
A pouca inovação que houve nesses 60 anos veio da contratação de jovens direto das universidades.
E mesmo assim contratam as pessoas erradas.
No caso do Itaú, Santander e Citi, contrataram não Analistas de Crédito ou Administradores Financeiros, treinados para as funções necessárias.
Contrataram justamente profissionais nada treinados nessas áreas, Engenheiros Civis, Engenheiros Mecânicos e Engenheiros de Produção da Politécnica de São Paulo, alma mater de seu fundador, também engenheiro.
Como Engenheiros, fizeram aquilo que foram treinados a fazer, trocar seres humanos por máquinas aumentando a “produtividade”.
Foi o que permitiu a Revolução Industrial, não estou aqui criticando essa nobre função do Engenheiro.
Mas isso não se faz no setor de Serviços, onde o relacionamento humano é a essência do negócio.
Hoje quem empresta não é mais o Gerente, acabaram com a essência da atividade bancária, Relationship Banking.
O Gerente só administra os formulários para alimentar os computadores, as máquinas dos Bancos.
Relationship Banking que criamos ao longo de 400 anos, e que foi jogado fora em 10 anos.
Li no Valor que a solução é outra. “O acesso ao crédito só deve melhorar em 2020 com a vinda do open banking, fintechs e startups.”
Esquecer Bancos não é a solução, precisamos administrá-los melhor como profissionais do ramo.
Ou seja, continuaremos a fazer os diagnósticos equivocados, e numa Reforma Bancária por vir iremos mais uma vez para trás, por nem nos preocuparmos em formar profissionais preparados para financiar esse país.

* Publicado originalmente em http://blog.kanitz.com.br/tragico-setor-bancario/











Guzzo trata Toffoli como “advogado” de seguradoras e expõe a “trapaça” do DPVAT

JORNAL DA CIDADE
PONTE JK - LAGO PARANOÁ BRASILIA FOTO ANDRADE JUNIOR
Um jornalista de verdade precisa realmente ser reverenciado. São pouquíssimos no país.
José Roberto Guzzo é o cara. Inteligente, destemido, direto e objetivo. Com duas tuitadas, ele simplesmente desmontou mais uma medíocre façanha do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF).
Para o jornalista, Toffoli atuou como “advogado” de um “cartório”, utilizando para tanto uma “coragem” que é “uma coisa sobrenatural”.
Eis o que disse o jornalista:
“É CLARO QUE TOFFOLI SALVOU OS DONOS DO DPVAT NO ÚLTIMO DIA DO ANO, QUANDO ACHOU QUE NINGUÉM ESTAVA OLHANDO. A CORAGEM DO HOMEM É UMA COISA SOBRENATURAL.”
Guzzo ainda revelou a “trapaça” em que consiste o malfadado seguro obrigatório:
“O DPVAT, O ‘SEGURO OBRIGATÓRIO’ DE VEÍCULOS, É UMA DAS TRAPAÇAS MAIS REPUGNANTES JÁ IMAGINADAS CONTRA O POVO BRASILEIRO. NÃO PROTEGE NINGUÉM DE PREJUÍZO NENHUM. NÃO PESA PARA O RICO — SÓ MACHUCA O POBRE. ENCHE O BOLSO DE UM CARTÓRIO INFAME. QUEM É O SEU ADVOGADO? TOFFOLI, CLARO.”
Fica o questionamento: Quem poderá conter esse insano magistrado supremo?
Fonte: jornaldacidadeonline

quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

PORQUE ESTÃO CALADOS????

ANDRADE JUNIOR
Cômico se não fosse trágico. Aumentou o número de mortos em decorrência dos incêndios na Austrália. O presidente da França nada falou, muito menos a Greta, (a fedelha), a ONU, as esquerdas, ou mesmo o papa Francisco. Será que estão muito ocupados ou só conseguem (conseguiram) enxergar os focos que aconteceram na Amazônia e que não matou ninguém?
A título de complementação  até o inicio da noite deste dia primeiro de janeiro de 2020, nada menos que 15 mortes foram confirmadas. Ainda há muitos desaparecidos. Milhares de pessoas estão isoladas porque estradas importantes estão bloqueadas. Nada disso acometeu na Amazônia. Será que vão convocar um Sínodo???

‘Que este seja um ano tão vitorioso quanto foi 2019’, afirma Bolsonaro

Com Agência Brasil
                           FOTO ANDRADE JUNIOR
O presidente da República Jair Bolsonaro usou sua conta pessoal no Twitter para desejar feliz 2020 aos brasileiros. Bolsonaro, que passou a virada do ano com parentes no Palácio do Alvorada, em Brasília, fez uma declaração otimista. “Que o Brasil possa continuar seguindo o caminho da prosperidade e que este seja um ano tão vitorioso para o povo brasileiro quanto foi 2019”, escreveu, na rede social.
“Estaremos, juntos, trabalhando noite e dia, para mudar o destino de nossa nação. A todos, um feliz e abençoado 2020”, concluiu.
Após passar cinco dias na Base Naval de Aratu, unidade da Marinha localizada nas proximidades de Salvador, o presidente retornou a Brasília na manhã desta terça-feira (31).
Inicialmente, Bolsonaro passaria o Réveillon na Base Naval, onde planejava permanecer até o dia 5 de janeiro, acompanhado pela filha Laura. Na segunda-feira (30), contudo, ele decidiu antecipar o retorno a Brasília, onde Michelle Bolsonaro permanecera.










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A banda podre da Justiça

JOSÉ NÊUMANNE PINTO
Infelizmente as operações de devassa e combate à corrupção não desmantelaram as ações nefastas do Poder Judiciário e agora estão diante da encruzilhada de fazê-lo ou terem comprometido seu magnífico trabalho nos Poderes Legislativo e Executivo, pondo tudo a perder. Dificilmente o Congresso e o governo, infestados de condenados, acusados, indiciados, denunciados, suspeitos e assustados, cumprirão essa tarefa. O melhor caminho será o de insistir no que deu certo, por conta de PF, MPF e as 2 instâncias inferiores da própria Justiça Federal: Operação Appius, revival da Castelo de Areia e as delações premiadas de Antônio Palocci e Lelis Teixeira.

MAU CARATISMO DE UMA PROFISSÃO

Confesso que não sei o nome do comentarista, mas é um comentário real. Recei via whatsapp. Ele expõe as verdades que todos deveriam tomar conhecimento, principalmente os mais jovens para que não voltem a ser contaminados pela esquerda. Assista o vídeo até o final e, depois, se concordar, por gentileza compartilhe, compartilhe para que o maior número de pessoas possam ter noção de quantos malefícios e quão contaminado está o nosso país.

"Metas de desempenho",

editorial do Estadão

A LEI 13.934/19 É UM PASSO IMPORTANTE PARA A MODERNIZAÇÃO DE ESTRUTURAS 

ORGANIZADAS COM BASE NOS MODELOS BUROCRÁTICOS DE ADMINISTRAÇÃO DO

SÉCULO PASSADO

Entre as leis aprovadas pelo Congresso no final de outubro e no começo de novembro e sancionadas pelo presidente Jair Bolsonaro, uma das mais importantes é a de n.º 13.934/19, que cria o contrato de metas de desempenho para órgãos da administração pública direta e indireta federal. Se atingirem os objetivos estabelecidos, eles receberão benefícios, como maior flexibilidade para gerir seus respectivos orçamentos, receber receitas de fontes não orçamentárias, criar banco de horas para os servidores e desburocratização para pagamento de despesas de pouco vulto.
Apesar de sua importância, a ideia – que foi convertida em projeto de lei apresentado pelo senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) em 2016 – não é nova. Ela permite que órgãos públicos tenham uma gestão semelhante à da iniciativa privada e é prevista pela Emenda Constitucional n.º 19, aprovada em 1998. A iniciativa tem por objetivo propiciar autonomia gerencial, orçamentária e financeira a órgãos dos Três Poderes da União e estabelecer parâmetros de análise de desempenho.
Ela foi posta em prática uma década e meia depois em Minas Gerais, quando Anastasia estava à frente do governo estadual. Chamada de “acordo de resultados”, ela previa até gratificações para servidores públicos, em caso de cumprimento de metas. “A nova lei traz ganhos em todos os sentidos, com os recursos alocados de acordo com objetivos determinados, metas para serem alcançadas e controles bem mais efetivos de produtividade. Ninguém se atenta ao quanto o Estado costuma perder quando a gestão é ineficiente. Bilhões de reais vão para o ralo todos os anos por falta de planejamento, porque não foram mensurados resultados e também porque não se avaliou se esses resultados fizeram jus aos investimentos despendidos”, afirma o senador.
Com base na experiência que realizou em Minas Gerais, Anastasia apresentou o projeto para implantá-lo no plano federal. Aprovada pelo Senado e pela Câmara, a lei é uma versão reduzida de um texto legal mais amplo, que chegou a ser discutido pelo Executivo com um grupo de juristas e de parlamentares há quase dez anos. Os benefícios que os órgãos supervisores poderão negociar com os órgãos supervisionados terão de levar em conta indicadores de resultados que ainda dependem de regulamentação por parte do Executivo. “Vamos regulamentar a lei no primeiro trimestre de 2020. A ideia é dar mais autonomia para as áreas da administração pública e focar mais em resultados. Atualmente, a administração pública tem o hábito de focar em processos”, afirma Paulo Uebel, secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital.
A principal diferença entre a experiência mineira e a lei federal, que entrará em vigor em junho do próximo ano, está no fato de que, no âmbito da União, não haverá gratificações para servidores. O motivo não foi econômico, mas jurídico. Segundo a Constituição, mudanças legais relacionadas a Orçamento não podem ser de autoria do Legislativo, mas do Executivo. Segundo a nova lei, o prazo de vigência dos contratos não poderá ser inferior a um ano nem superior a cinco anos. Ela também prevê a responsabilização de dirigentes públicos no caso de apresentarem maus resultados.
A Lei n.º 13.934/19 está longe de ser uma revolução na máquina governamental da União. Mas, ao implantar modelos de gestão flexíveis, criar condições para que órgãos de diferentes níveis hierárquicos passem a trabalhar com objetivos comuns, propiciar uma cultura de avaliação do desempenho do funcionalismo e impor novas regras para acompanhamento e controle de resultados da gestão pública, ela é um passo importante para a modernização de estruturas arcaicas, organizadas com base nos modelos burocráticos de administração do século passado. A nova lei é condição necessária, ainda que não suficiente, para que o País implante um modelo gerencial à altura de suas necessidades no século 21.










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O novo embate entre Toffoli e Fux: Saiba quem será o vencedor...

Jornal da Cidade
Dias Toffoli, como não poderia ser diferente, é favorável a excrescência denominada Juiz de Garantias.
Luiz Fux, por sua vez, quando assumir o plantão do Supremo Tribunal Federal (STF), precisamente no próximo dia 20 de janeiro, deve suspender a nova lei, diz O Globo.
O detalhe importante é que Fux já foi sorteado relator das ações que tentam barrar a medida. Com isso a decisão do plantão deverá ser mantida no curso da tramitação dos recursos.
Outro fator importante: Fux assume em 2020 a presidência do STF.
Com isso o tribunal deve mudar a sua cara e certamente teremos um 2020 mais salutar e decente.






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2020 E O SENTIDO DA VIDA

por Percival Puggina
 Imagine um barqueiro solitário que num fim de tarde se ponha a velejar mar adentro, até perder a terra de vista. Rodeado, então, de águas profundas, o barqueiro deixa-se à deriva e, cansado, adormece. Enquanto dorme, a noite cai, o céu, antes claro, se reveste de pesadas nuvens. Um breu completo envolve a frágil embarcação e seu sonolento ocupante.
 Suponhamos, agora, que uma súbita sacolejada desperte o nosso barqueiro no leito negro ao qual se abandonara. E ei-lo ali, sitiado pela água e pela noite. O que dirá nessa situação? Proclamará: “Finalmente sou um homem livre, livre de tudo e de todos!”? Ou, ao contrário, exclamará para si mesmo: “Estou perdido!”?
 É muito improvável que, em tais circunstâncias, alguém se considere livre, pois todo aquele que não sabe para onde ir (que não sabe se localizar no espaço), não está livre, mas perdido. Com efeito, só quando o barqueiro vislumbrar algo que lhe sinalize o rumo a seguir terá recuperado sua liberdade. Antes disso não. E note-se que é a própria liberdade de ir para onde deve que cria a possibilidade de andar no rumo oposto.
 Pois não é diferente em nossa condição de barqueiros no oceano da vida. Corra os olhos, leitor, pelo seu entorno. Verifique para onde está apontando a quilha de seu barco e se é para lá, realmente, que você deseja ir. Certifique-se de que é um destino pelo qual vale à pena viver. E, principalmente, não hesite em buscar um novo sentido em Deus se descobrir que está, como o nosso barqueiro, perdido numa noite desnecessariamente escura.
 Cem por cento das pessoas conscientemente felizes, não muitas, por certo, sabem para onde ir e não confundem liberdade com desorientação. Ao mesmo tempo, a totalidade dos infelizes e dos desgraçados se percebe sem rumo no mar da vida.
 Por mais farpados que sejam os fios com que se tecem os dramas que a compõem, nada é mais dramático na condição humana do que a tragédia de uma vida inteira sem sentido. Viver para as circunstâncias e não para a finalidade significa viver para os cenários e não para a história. Significa deixar-se viver. E essa é uma forma patética de se deixar morrer.
Um novo ano e uma nova década iniciam neste 1º de janeiro. Que sejam tempos e anos plenos de sentido e realização, em harmonioso convívio com o Bem.







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