Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

MORO. APOIO INCONDICIONAL

por Edilson Mougenot Bonfim
A crítica virá de três segmentos: a oposição, os enciumados e os delinquentes. Não raro, detentores das três características. Moro tem biografia, todos os predicados que o qualificam para o relevante cargo outras muitas vezes amesquinhado por escolhas anãs. É a esperança de mudança se concretizando como realidade: prestigia-se a meritocracia, sai de cena o deplorável acumpliciamento. Seu papel na Lava-Jato foi superiormente cumprido, uma hora teria que parar, já que seus desdobramentos não acabarão jamais. Que troque agora de uma para outra relevante função.
« Depois que se chega ao topo da montanha, todo passo é para baixo » (ditado chinês). Assim, ele troca a montanha para outras importantes escaladas: ter em mãos todo o aparato federal para investigar e combater a criminalidade nacional e transfronteiriça, não é pouco! Quando da Lava-Jato, montou-se em paralelo por acusados e simpatizantes, sob os mais pífios argumentos, uma « operação queima-reputação », um « hate speech » em vã tentativa de conspurcar seu nome. Seguiu intacto e segue crescente.
Têm apoio popular. Esperávamos o que, que as três categorias de descontentes aplaudissem o novo presidente pela escolha?! Que não criticassem o escolhido com os mais sórdidos argumentos, depois deste ter prendido parte dos macro-delinquentes do país? Acabará a « Lava-Jato »? Não, bons juízes em Moro se espelharão, pois já ensinou o « savoir faire » e, agora, pode contribuir com o país de uma outra e muito estratégica posição.
« Ah, mas vão denunciar o Brasil no exterior, alegando que o processo era político?! ». Denúncia vazia, de fritar pipoca em penico de pressão. Não muda nada. Os « contrários » continuarão fazendo o que gostam de fazer, ser do contra; e Moro continuará também fazendo o que sabe, trabalhando.
Haverá barulho, muita espuma, mas no mar da maledicência e da calúnia, onde caem tantos dejetos, daqui a pouco, tudo se dissipará e o mar continuará serenamente sendo mar. E o mar da história, estou seguro, reservará a Moro a praça de grande navegador.
« Não me demoro», é como diz o presidente eleito, ao não hesitar na escolha. « Não me dê Moro », diz o crime, o ciúme e a oposição.
#escoladealtosestudosemciênciascriminais#escoladealtosestudos #mougenot #mougenotoficial #moro
*Do Facebook do autor.


























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Moro será fiador da democracia

José Nêumanne Pinto
foto Andrade Junior
Moro no superministério da Justiça não apenas garantirá combate efetivo à corrupção e ao crime organizado, mas também será avalista do futuro governo Bolsonaro de que não extrapolará os limites do Estado de Direito, segundo análise do professor Fernando Schüler, do Insper, em entrevista ao Blog do Nêumanne no Estadão

Carvalhosa: Ninguém é mais capacitado que Moro para combater corrupção no governo

JOVEM PAN NEWS YOUTUBE
Carvalhosa: Ninguém é mais capacitado que Moro para combater corrupção no governo

Nada melhor que um choque de realidade, depois de meses de histeria coletiva

| Felipe Moura Brasil
Para Felipe Moura Brasil, nada melhor que um choque de realidade, depois de meses de histeria coletiva.

Bolsonaro deve despetizar o Estado |

 Marco Antonio Villa JOVEM PAN NEWS YOUTUBE

Bolsonaro deve despetizar o Estado | Marco Antonio Villa


PT deixou calote de Cuba para Bolsonaro |

Felipe Moura Brasil JOVEM PAN NEWS
Para Felipe Moura Brasil, PT deixou calote de Cuba para Bolsonaro.

UM SUPERMINISTRO E O PÂNICO EM BRASÍLIA

OANTAGONISTA
MOMENTO ANTAGONISTA COM CLAUDIO DANTAS

Sai TICO SANTA CRUZ entra MARCELO D2 - Que maravilha!!!

MARCELO BRIGADEIRO
Mal nos livramos de um e agora chega outro... Tico Santa Cruz ou Marcelo D2 - Quem é o pior??

"Disposição bem-vinda",

 editorial do Estadão
O presidente eleito Jair Bolsonaro declarou que pretende atuar para que a reforma da Previdência seja aprovada ainda neste ano, antes de sua posse. “Semana que vem estaremos em Brasília e buscaremos junto ao atual governo, de Michel Temer, aprovar alguma coisa do que está em andamento lá com a reforma da Previdência, se não com todo, com parte do que está sendo proposto, o que evitaria problemas para o futuro governo”, disse Bolsonaro em entrevista à TV Record.
É reconfortante saber que o presidente eleito tem ciência de que, sem uma reforma da Previdência, seu governo corre o risco de ter “problemas” – um eufemismo singelo para o colapso das contas públicas e a consequente paralisia da máquina do Estado, sem falar dos efeitos funestos para o restante da economia.
Havia dúvidas sobre o real compromisso de Bolsonaro com a reforma. Em sua trajetória como parlamentar, por ter servidores públicos como sua base eleitoral, ele sempre se posicionou contra mudanças no sistema previdenciário. Durante a campanha eleitoral, Bolsonaro mal tocou no assunto – e, quando o fez, foi para dizer que qualquer reforma da Previdência deveria ser feita de forma “gradual”, pois, do contrário, “não passa” no Congresso.
Agora como presidente eleito, Bolsonaro felizmente manifestou disposição clara de realizar essa reforma o mais rápido possível, ainda que mantenha o tom cauteloso sobre a extensão das mudanças. “A melhor reforma da Previdência é aquela que passa no Parlamento”, disse o presidente eleito. “Se quiser impor 65 anos (como idade mínima), a chance de derrota é muito grande”, afirmou Bolsonaro, propondo então a adoção de uma idade mínima progressiva, crescendo ano a ano, até atingir os 65 anos que constam do projeto encaminhado por Michel Temer.
Por ora, ao que parece, o próximo presidente ainda está a tatear as possibilidades de acertar a reforma. Afinal, ainda há um choque de opiniões entre integrantes de sua própria equipe. O futuro ministro da Casa Civil, deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), aparentemente contrariou seu futuro chefe, ao dizer que defende “uma reforma que se faça de uma única vez”, e não “apenas um remendo”, como qualificou o projeto do atual governo. O mesmo Lorenzoni, é bom lembrar, havia dito que Bolsonaro não trataria de reforma da Previdência antes da posse, em 1.º de janeiro de 2019. Ainda durante a campanha, Lorenzoni havia classificado de “porcaria” a reforma encaminhada por Michel Temer, a mesma que o presidente eleito agora diz que pode adotar.
O futuro ministro da Fazenda, Paulo Guedes, tratou de desmentir seu colega Lorenzoni, ao dizer não só que a reforma da Previdência é urgente, como deve ser feita o quanto antes. “(Lorenzoni) é um político falando de economia. É a mesma coisa do que eu sair falando de política. Não dá certo, né?”, disse Guedes.
Ruídos de comunicação como esses são naturais num momento de transição, mas é preciso que o futuro governo sinalize com segurança sua disposição de fazer a reforma, e isso Bolsonaro fez. Aparentemente, o presidente eleito e seu principal assessor econômico, Paulo Guedes, estão convencidos de que o sistema, tal como se encontra, é insustentável. Guedes disse ter se reunido com técnicos do atual governo para discutir a hipótese de retomar o projeto de reforma ainda neste ano.
Não será uma tarefa trivial. Será preciso reorganizar a base aliada em fim de mandato, mas o presidente Michel Temer, mais de uma vez, expressou disposição para essa empreitada, que deverá ter forte oposição dos já conhecidos grupos que se organizam para manter privilégios. Nem bem as conversas sobre uma eventual votação da reforma começaram e a CUT, em defesa dos servidores públicos, já se manifestou: “Nós vamos fazer enfrentamento e vamos fazer greve contra isso”, anunciou o líder do braço sindical do PT, Vagner Freitas. Em nome do urgente saneamento das contas públicas, o atual e o próximo presidente não podem se intimidar com os resmungos das corporações.














extraídaderota2014blogspot

SECTARISMO E INTOLERÂNCIA NA UNIVERSIDADE PÚBLICA

por Percival Puggina
Qual é o problema de vocês? Quem lhes disse que a nação está interessada em custear uma universidade para ser transformada em feudo esquerdista, de onde a divergência é expulsa a gritos e atos de selvageria intolerante? De onde lhes vem essa pretensa superioridade moral quando os frutos mais amargos da história são colhidos nas suas bibliografias? Querem uma universidade para a esquerda, criem uma. Querem duas, criem duas, criem três, criem quantas quiserem. Mas não usurpem o que pertence a todos! A universidade tem autonomia para que o pluralismo seja possível; não para que seja impedido!
Desculpem-me os demais leitores, mas eu precisava mandar a mensagem acima às universidades públicas. Há muitos anos, notadamente na área de Humanas, elas foram tomadas de assalto pelo pensamento esquerdista. Tornaram-se, no Brasil, versão acabada do que Antonio Gramsci denominava “intelectuais coletivos” – grandes centros de formação e difusão do pensamento do partido.
É patrimônio nacional, custeado pela sociedade, escandalosamente usado para serviço político e ideológico tão explícito quanto desonesto, onde se ocultam autores liberais e conservadores, relegados ao mais empoeirado ostracismo.
Os males se consolidam ao longo dos anos porque protegidos com o inexpugnável escudo da autonomia universitária. Toda divergência é castigada sob o manto sagrado dessa autonomia! Ela é invocada para encobrir abusos e para que, atrás de seus muros, a verdade seja torturada. Dirão que a verdade merece porque ela mesma é coisa de fascista, que a história dos crimes praticados em nome das ideias que defendem também é fascista, que o combate à corrupção é fascista, que o enfrentamento à criminalidade é fascista, que os ideais de liberdade econômica e empreendedorismo são fascistas. Só a esquerda não é fascista, nesse vocabulário bronco de militante chapado.
A água do batismo da universidade é a cristalina abertura ao universo do conhecimento. Nobilíssimo atributo! Ela tem autonomia para que isso seja possível. Não para que seja impedido!
Vê-la convertida em mera caixa de ressonância desses chavões vulgares que a esquerda produz e embala não os faz sofrer? Não os sensibiliza pensar em tudo que ela deixa de promover enquanto mentes jovens vão sendo zelosamente calafetadas e lacradas, inibidas de buscar a verdade? Dezenas de campi universitários, nos estertores da campanha de Fernando Haddad, dito o Poste, registraram consequências disso.
No sprint final da disputa pelo voto, de modo simultâneo e coordenado, universidades públicas de nove estados sediaram agitados eventos “antifascistas”, artimanha com que, combatendo Bolsonaro, ajudavam Haddad. Os juízes entenderam os atos pelo que de fato eram: propaganda eleitoral em órgãos públicos. E trataram de sustá-los, mas a ministra Cármen Lúcia determinou a suspensão das medidas.
Disse ela: que as ações dos TREs e da Polícia Federal "impediam a manifestação livre de ideias e divulgação do pensamento nos ambientes universitários”. Foi secundada por Dias Toffoli, presidente do STF, para quem o Supremo "sempre defendeu a autonomia e a independência das universidades brasileiras, bem como o livre exercício do pensar, da expressão e da manifestação pacífica".
Assim, as palavras são usadas para consagrar como nobre o uso vicioso do espaço universitário e dar por são, legítimo e plural, o que é rasgadamente enfermo, ilegítimo e sectário. Pelas mãos do STF, converte-se o ambiente acadêmico em casamata portadora de uma dignidade negada pela prática. Quem duvida, assista aqui cenas dessa “plural liberdade de manifestação e expressão”. São sempre os mesmos, contra os mesmos, fazendo o mesmo, em toda parte.
Será que os ministros do STF, vendo estas cenas tão comuns, dirão que elas correspondem a um bem merecedor das palavras que lhe dedicam?

















extraídadepuggina.org

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

BOLSONARO DÁ COLETIVA DE iMPRENSA E FALA SOBRE FORMAÇÃO DE GOVERNO

noticias do brasil e do mundo youtube
BOLSONARO DÁ COLETIVA DE IMPRENSA E FALA SOBRE FORMAÇÃO DE GOVERNO CLIQUE NO LINK ABAIXO E ASSISTA A ENTREVISTA -
https://www.youtube.com/watch?v=uyzM3rmHpJo

PT não sabe perder a eleição (nem o cinismo)

| Felipe Moura Brasil jovem Pan news youtube
foto Andrade Junior
Para Felipe Moura Brasil, PT não sabe perder a eleição (nem o cinismo).

Dallagnol e a opção de Moro: ‘Bastante positiva’

Com Blog do Josias, UOL
O procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, elogiou a decisão de Sergio Moro de trocar a magistratura pelo cargo de ministro da Justiça. Considerou-a ‘bastante positiva para a causa anticorrupção e para o país.”
Dallagnol escreveu no Twitter: “Há muito tempo falo que, hoje, é mais importante para o país mudar o ambiente que favorece a corrupção do que futuros resultados da Lava Jato. Há muitas propostas substanciais, como as 10 Medidas e as Novas Medidas, que poderão ser apreciadas, aperfeiçoadas e aprovadas.”
Acrescentou: “Como ministro da Justiça, o juiz Sergio Moro poderá impactar ainda órgãos muito importantes para o controle da corrupção, como a Polícia Federal, a CGU e o COAF, ampliando sua influência positiva dos casos em Curitiba para todo o país.”
O chefe da Lava Jato deu de ombros para a acusação de que Moro deixou-se seduzir pela política: “Se o juiz Moro tivesse aspiração política, ele poderia ter se tornado presidente ou senador nas últimas eleições com alta probabilidade de êxito. Mentiras como essa serão repetidas, mas não vão abalar a Lava Jato…”
O procurador enalteceu as qualidades de Moro: “O que vejo é, sim, uma pessoa que já demonstrou, com árduo trabalho, elevada qualidade técnica e muito sacrifício pessoal ao longo de 4 anos, que se somaram a uma trajetória pretérita respeitada, o seu comprometimento com o interesse público, com o serviço à sociedade e com o país.”
Dallagnol enxerga o futuro com otimismo: “Vejo ainda o aproveitamento de uma oportunidade pelo juiz para dar o seu melhor a fim de construir uma sociedade com mais justiça social, mais democracia e mais segurança, assim como menos corrupção, menos impunidade e menos crime organizado.”
Quanto à Lava Jato, “seguirá com outros magistrados”, anotou Dallagnol. “Há ainda bastante por fazer e será feito. Perde-se o grande talento de um juiz, mas a maior parte da equipe seguirá firme lutando contra a corrupção, como profissionais, na operação, e como cidadãos.”














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Marco Feliciano manda recado para Miriam Leitão.

Marco Feliciano manda recado para Miriam Leitão. Preocupada como oração? Se preocupe mesmo!!!


SERGIO MORO é o mais novo Ministro de JAIR BOLSONARO!

marcelobrigadeiro youtube
Sergio Moro aceitou o convite de Jair Bolsonaro e será o Ministro da Justiça! Agora ferrou de vez pros corruptos!

O RACISMO DE MARCELO D2 CONTRA HÉLIO BOLSONARO

Fernando Holiday youtube
Marcelo D2 pratica racismo contra Hélio Bolsonaro. onde é que está o STF, a Procuradoria, o Ministério Público?? o racismo só é valido para seguidores de Bolsonaro e que tecem comentários contra esquerdistas?? A lei é mesmo para todos. Veja o comentário de Fernando Holiday sobre o racismo praticado e que está impune



Por que não quero ser ministro da Educação

olavo de carvalho

Por que não quero ser ministro da Educação


"Oposição leal",

 editorial do Estadão
 Se a preocupação de todos os protagonistas da eleição concluída no domingo era preservar a democracia, como dizem ter, então a primeira atitude a tomar desde já é não apenas comprometer-se a respeitar o resultado das urnas, mas principalmente a exercer bem e com serenidade o papel que lhes caberá ao longo do próximo mandato presidencial – seja como governo, seja como oposição –, de modo a privilegiar exclusivamente o interesse maior do País.
Isso significa não somente que o vencedor da eleição não pode tratar a oposição como inimiga, como a oposição precisa ter claro que seu papel é o de eventualmente contestar medidas propostas e adotadas pelo governo, e com as quais não concorda, e propor alternativas, e não acabar com o País. Ou seja, a oposição precisa ser leal com o Brasil e com seu eleitor, que não lhe conferiu um mandato político para sabotar o governo e agravar uma crise que já foi longe demais. Afinal, não há democracia se o diálogo entre forças políticas antagônicas está interditado por definição.
É preciso que, de parte a parte, haja consciência do enorme desafio a superar nos próximos tempos, e que um eventual insucesso do governo eleito nessa empreitada pode comprometer o futuro do País por décadas. Não é possível que o interesse particular deste ou daquele partido e deste ou daquele líder político se sobreponha à tarefa essencial de tirar o Brasil dessa profunda barafunda econômica, política e moral. 
Não dá mais para apostar na surrada estratégia do “quanto pior, melhor”, porque o resultado quase certamente será um retrocesso inaudito, cujas maiores vítimas serão os mais pobres – dependentes de um Estado cada vez menos capaz de fornecer os serviços mais básicos aos cidadãos. Se é da defesa das classes menos favorecidas que se trata, como sugeriam os discursos inflamados de quase todos os políticos nessa eleição, então é preciso assumir a responsabilidade de trabalhar em conjunto para tirar o País do atoleiro.
Nenhum partido ou movimento que se diz interessado no bem-estar do povo pode se furtar a participar dessa empreitada. O clima de crispação da campanha eleitoral sugere que será muito difícil, se não impossível, alcançar algum consenso entre governo e oposição, mas é justamente em momentos desafiadores como esse que os líderes políticos verdadeiramente comprometidos com o País e com sua gente precisam se apresentar e articular as bases mínimas para um acordo nacional.
Os atores que protagonizarão o jogo político nos próximos tempos precisam recuperar o sentido da negociação democrática, em que se respeita a opinião alheia como legítima, posto que igualmente chancelada nas urnas.
É necessário mitigar urgentemente o clima de fim de mundo que parece ter tomado conta do debate nacional. Numa atmosfera deletéria dessas, a perspectiva de qualquer acordo, inclusive em temas comezinhos, torna-se remota. Esquece-se da natureza essencialmente transitória dos entendimentos políticos; tudo se torna definitivo e irredutível. Perdeu-se, entre uma baixaria e outra, a capacidade de fazer concessões para alcançar um consenso ao menos momentâneo, em vista do bem maior. A lamentável campanha eleitoral – em que os contendores se acusaram mutuamente de preparar uma ditadura – chegou ao fim e o País não pode ficar cindido pelo clima da eleição.
A democracia é uma preciosa conquista dos brasileiros, que decerto não concederão ao próximo presidente e àqueles que lhe farão oposição delegação para prejudicar ainda mais o País. Ao contrário do que pode parecer, é possível encontrar pontos de convergência para encaminhar as reformas e outras medidas tão necessárias para a superação da crise. 

Para isso, o primeiro passo é descer do palanque. Há muito tempo, infelizmente, as questões mais importantes para o País têm sido decididas tendo em vista somente a próxima eleição, o que dificulta muito a formulação de políticas de Estado – isto é, que transcendem partidos e interesses paroquiais. Os mandatários que assumirão as rédeas do País a partir do ano que vem, no governo e na oposição, precisam ter ciência de que não se faz uma democracia apenas com palavras de ordem. Lealdade e cooperação – é isso o que a Nação espera de seu corpo político.









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"Desarmando os espíritos",

 editorial do Estadão
foto Andrade Junior
 Tanto o presidente eleito Jair Bolsonaro como o candidato derrotado Fernando Haddad, tão logo o resultado da eleição presidencial foi conhecido, trataram de acalmar os ânimos da sociedade, bastante exaltados ao longo da campanha eleitoral, especialmente na reta final. 
Dado o nível da disputa, muito abaixo do que seria considerado civilizado, não surpreende que os dois contendores tenham sido incapazes de respeitar a etiqueta prevista para a ocasião - isto é, nem o candidato derrotado telefonou para o vencedor nem o vencedor mencionou o nome do derrotado ao fazer seu discurso da vitória. 
No entanto, Bolsonaro e Haddad, em seus discursos, reduziram em vários graus o tom belicoso da campanha eleitoral e conclamaram respeito às regras do jogo e prevalência do interesse nacional.
É evidente que há uma distância muito grande entre o discurso e a prática, mas, no momento, esses pronunciamentos servem de baliza para o comportamento da militância de parte a parte e também para enquadrar as expectativas do País, ajudando a desanuviar um pouco o clima de apocalipse que se instaurou há algumas semanas.
Bolsonaro fez dois discursos. O primeiro foi de improviso, feito para as redes sociais, ambiente no qual o eleito fez praticamente toda a sua campanha. Ali, pareceu dirigir-se a seus aguerridos simpatizantes, ao criticar a “grande mídia” e ao dizer que o País não podia mais “continuar flertando com o socialismo, com o comunismo e com o populismo” - numa referência ao PT, seu alvo predileto durante a campanha. Nem parecia que a campanha havia se encerrado. 
Felizmente, o presidente eleito fez logo em seguida outro pronunciamento, este sim, dirigido ao conjunto da sociedade - quando então manifestou seu compromisso de ser “um defensor da Constituição, da democracia e da liberdade”.
A palavra “liberdade”, aliás, foi uma das mais repetidas por Bolsonaro: “O que ocorreu hoje nas urnas não foi a vitória de um partido, mas a celebração de um país pela liberdade. (...) Liberdade é um princípio fundamental. Liberdade de ir e vir, andar nas ruas em todos os lugares deste país. Liberdade de empreender. Liberdade política e religiosa. Liberdade de informar e ter opinião. Liberdade de fazer escolhas e ser respeitado por elas”.
A ênfase nas liberdades e no respeito ao Estado Democrático de Direito pareceu ser uma resposta à frequente acusação de que Bolsonaro flerta com soluções autoritárias - afinal, em sua carreira política, fez elogios à ditadura e a torturadores. Assim, é importante que Bolsonaro tenha se sentido na obrigação de reafirmar seu respeito à Constituição e aos primados da democracia, pois nada, nem agora nem no futuro, pode justificar a violação desses princípios.
O mesmo se pode dizer da oposição que o PT pretende liderar. O discurso de Fernando Haddad ao admitir a derrota fez constar as referências de praxe à prisão do chefão Lula da Silva e ao impeachment de Dilma Rousseff, por ele considerados atos de exceção, mas em seguida dirigiu-se a “todo o povo brasileiro”, ao dizer que “nós temos a responsabilidade de fazer uma oposição colocando os interesses nacionais (...) acima de tudo”. E Haddad acrescentou: “Vamos defender os nossos pontos de vista, respeitando a democracia, respeitando as instituições, mas sem deixar de colocar o nosso ponto de vista”.
É alvissareiro, vindo de um petista, que haja declarada disposição de fazer oposição pensando no interesse do País, e não, como é costume no partido de Lula da Silva, pensando nas estratégias eleitoreiras do demiurgo de Garanhuns. Quando diz que “daqui a quatro anos nós teremos uma nova eleição”, Haddad sinaliza à militância que deve respeitar o mandato conferido a Bolsonaro, coisa incomum em se tratando do PT, campeão de pedidos de impeachment quando esteve na oposição. Resta saber qual será a representatividade de Haddad no PT, pois, até onde se sabe, o partido continuará a ser dirigido de uma cela em Curitiba.

Vencido e vencedor parecem ter compreendido que o discurso de ódio, uma vez apurada a vontade soberana da Nação, levaria a uma perigosa ruptura. Atenderam, portanto, ao chamado da razão, também para não serem estigmatizados por uma Nação que só deseja concórdia e prosperidade.
















extraídaderota2014blogspot

OS MESMOS DE SEMPRE

MIRANDA SÁ
“A pior cegueira é a dos que não sabem que estão cegos”. (Clarice Lispector)
Quem fere a Democracia sem respeitar o pronunciamento das urnas, mantendo o discurso impatriótico da divisão nacional e a mobilização para os partidários irem às ruas para “resistência”, bem que mereceu a derrota eleitoral, porque é repugnante quem não age com nobreza.
Os brasileiros assistiram e reprovaram a incivilidade de Fernando Haddad, que como porta-voz de Lula, preso por corrupção, não reconheceu a derrota nem cumprimentou o adversário; e fez pior, voltou a falar da “inocência” do seu chefe. Caindo em si 24 horas depois, saudou pelo twitter o oponente, fugindo da orientação escatológica do PT, e sua nota oficial antidemocrática.
Guilherme Boulos, invasor e depredador de prédios públicos, a trombeta maléfica do narco-populismo, expressou com a sua cacofonia de ódio o não reconhecimento da derrota e prega a revolta, mobilizando manifestações contra o presidente Bolsonaro recém-eleito; este terrorista de botequim passa despercebido pela Justiça.
Tivemos nestas manifestações de inconformismo raivoso a contumaz deixa teatral dos lulopetistas, mostrando o que ocorreria no País se o PT tivesse vencido as eleições: assistiríamos os invasores adestrados pelas FARCs invadir propriedades, os Black Blocs chegariam babando de ódio, e os “adélios” trariam na boca o gosto de sangue.
Felizmente, o pronunciamento do povo brasileiro nas eleições foi um repúdio à violência dessa gente e que “lugar de corrupto é na cadeia”. Tivemos no pleito o avesso do esperneio dos que defendem a ditadura Maduro como “democracia legítima” e que consideram “preso político” o corrupto que combinava e recebia propinas ocupando a presidência da República.
A cidadania registra a configuração fascistoide do lulopetismo e seu discurso de rancor contestando a legitimidade das eleições democráticas e a vitória de Jair Bolsonaro. Cegos pelo fanatismo, os burocratas partidários e pelegos sindicais ignoram a realidade das urnas, e tentam manobrar seus seguidores a levar o Pais ao caos.
Usando uma tática já desmoralizada, mergulham no pântano lamacento do vitimismo taxando antigos aliados de traidores, como Ciro Gomes, e lamentando o apoio tardio parceiros Marina Silva e Joaquim Barbosa. Com esta artimanha, terceirizam a acachapante derrota, tentando manter com injeções de morfina falsificada a sobrevida do presidiário Lula da Silva, que foi o grande perdedor.
Sem fazer autocrítica, e menosprezando quem não é do bando, os narcopopulistas criam a estratégia de agitar as massas alienadas contra a expressão democrática da vontade popular. Dão continuidade às manobras que visam “tomar o poder”, conforme traçou o ideólogo Zé Dirceu.
A prática virulenta dos cultuadores de Lula comprova que eles fecham os olhos para a manifestação eleitoral, desrespeitando a Democracia que alardeiam da boca para fora. Eles continuam os mesmos de sempre, incapazes de reconhecer que o seu projeto de poder é repudiado pela nacionalidade.


































EXTRAÍDADEBLOGDOMIRANDA

A moralização do Brasil começa pela moralização da informação.



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