Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

-

CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

UMA EDUCAÇÃO QUE AMPUTA O CÉREBRO

Escrito por José Maria e Silva 
O Brasil das Olimpíadas segue as diretrizes do Ministério da Educação e trata os negros como seres dançantes e gregários, destituídos de razão pelos feitores de almas.

Antes mesmo de pisar em solo inglês para disputar as Olimpíadas de 2012, o Brasil já vinha de uma queda de braço com o Reino Unido. Trata-se de uma disputa econômica para ver quem ocupa o sexto lugar da economia mundial. A princípio, a vitória é do Brasil. Com um PIB (Produto Interno Bruto) de 2,45 trilhões de dólares em 2011, o Brasil havia ultrapassado o Reino Unido, tornando-se a sexta maior economia do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, China, Japão, Alemanha e França. Todavia, com a desvalorização do real frente ao dólar, ocorrida nos últimos meses, o PIB brasileiro deve cair para o patamar de 2,34 trilhões de dólares, levando o Reino Unido a recuperar a sexta posição, enquanto o Brasil voltará a ser a sétima economia mundial, ainda assim, à frente da Itália, Rússia e Canadá.
Em outras palavras, o Brasil não é mais o longínquo País de 1936, do qual o escritor Stefan Zweig (1881-1942) se despediu, ao cabo de sua primeira visita, pensando: “Percebi que havia lançado um olhar para o futuro do mundo”. Nosso futuro já chegou.
Talvez não saibamos aproveitá-lo. Antes daquele elogio do escritor austríaco, o Conde Afonso Celso (1860-1938), enumerando, em 1900, as grandezas que o levavam a ufanar-se do Brasil, indagava a respeito do País: “É verdade que a grandeza não deriva da simples posse de dons valiosos, mas do seu sábio aproveitamento. Por que, porém, deixaremos de pôr em ação os nossos prodigiosos recursos?”. Essa pergunta reboa até hoje nos ouvidos da nação, que, a despeito de estar entre as maiores economias do mundo, ainda se vê como a pátria da esperança e não das realizações.
O brasileiro nunca percebeu o Brasil como obra sua e, sim, como dádiva de Deus. Por isso, a despeito de ser a sexta ou sétima economia do mundo, o gigante continua deitado em berço esplêndido, comodamente adaptado ao olhar estrangeiro, que sempre viu o País como uma exuberante natureza morta, destituída de pessoas à altura da história. Como confessa Stefan Zweig: “Imaginava que o Brasil fosse uma república qualquer das da América do Sul, que não distinguimos bem umas das outras, com clima quente, insalubre, com condições políticas de intranquilidade e finanças arruinadas, mal administrada e só parcialmente civilizada nas cidades marítimas, mas com bela paisagem e com muitas possibilidades não aproveitadas – país, portanto, para emigrados ou colonos e, de modo nenhum, país do qual se pudesse esperar estímulo para o espírito”.
A fúria machadiana
E esse mal não é novo. Já incomodava o “Escritor Nacional” (como diria o personagem Donga Novais do novelário de Autran Dourado), a propósito de quem a escritora Nélida Piñon cinzelou a máxima: “Se Machado de Assis existiu, então o Brasil é possível”. Escrevendo semanalmente na Gazeta de Notícias, do Rio de Janeiro, entre 24 de abril de 1892 e 11 de novembro de 1900, o criador do alienista Simão Bacamarte dedicou uma de suas crônicas a repudiar o viciado olhar estrangeiro que só via no Brasil a paisagem natural, desprezando completamente o povo que habitava essas paragens, como se não fora digno de constar nem mesmo no rodapé da história.
Em 20 de agosto de 1893, a propósito de um telegrama de Sarah Bernhardt (1844-1923), em que a atriz parisiense desmentia os conceitos a respeito do Brasil que um jornal argentino lhe atribuíra, Machado de Assis (1839-1908) discorre sobre essa espécie de síndrome do Brasil telúrico, sempre mais próximo da natureza do que da cultura. Para desculpar-se com o Brasil, Sarah Bernhardt havia empregado a expressão “pays féerique” (“país feérico”), razão da crítica de Machado: “Uma das minhas convicções (e tenho poucas) era esta: se algum dia Sarah escrever a nosso respeito, não empregará a velha chapa de todos os viajantes que por aqui passam: ce pays féerique. E tu, amiga minha, tu arrancas-me sem piedade esta ilusão do meu outono”.
Machado de Assis é sarcástico: “O meu sentimento nativista, ou como quer que lhe chamem, – patriotismo é mais vasto, – sempre se doeu desta adoração da natureza. Raro falam de nós mesmos; alguns mal, poucos bem. No que todos estão de acordo, é no pays feérique. Pareceu-me sempre um modo de pisar o homem e as suas obras. Quando me louvam a casaca, louvam-me antes a mim que ao alfaiate. Ao menos, é o sentimento com que fico; a casaca é minha; se não a fiz, mandei fazê-la. Mas eu não fiz, nem mandei fazer o céu e as montanhas, as matas e os rios. Já os achei prontos”.
O escritor lembra, nesta crônica, que há muitos anos havia ciceroneado um estrangeiro no Rio e que este, numa noite em que falaram da cidade e sua história, mostrou desejo de conhecer uma velha construção: “Citei-lhe várias; entre elas a igreja do Castelo e seus altares. Ajustamos que no dia seguinte iria buscá-lo para subir o morro do Castelo. Era uma bela manhã, não sei se de inverno ou primavera. Subimos; eu, para dispor-lhe o espírito, ia-lhe pintando o tempo que por aquela mesma ladeira passavam os padres jesuítas, a cidade pequena, os costumes toscos, a devoção grande e sincera”.
Mas a decepção de sempre aguardava Machado: “Chegamos ao alto, a igreja estava aberta e entramos. Sei que não são ruínas de Atenas; mas cada um mostra o que possui. O viajante entrou, deu uma volta, saiu e foi postar-se junto à muralha, fitando o mar, o céu e as montanhas, e, ao cabo de cinco minutos: ‘Que natureza que vocês têm!’ (...) A admiração do nosso hóspede excluía qualquer ideia da ação humana. Não me perguntou pela fundação das fortalezas, nem pelos nomes dos navios que estavam ancorados. Foi só a natureza”.
Enegrecimento à força
Se Machado de Assis encarnasse uma de suas criaturas, o defunto-autor Brás Cubas, e se fizesse cronista póstumo deste Brasil da Copa e das Olimpíadas, haveria de notar que as coisas pioraram ainda mais e que já não é apenas a geografia do País que se conforma em ser cartão-postal – hoje, é a própria alma da nação que se entrega feito natureza morta. Como no verso do poeta e crítico piauiense Mário Faustino (1930-1962) – “o olhar recebe a forma e esquece a essência” –, o brasileiro é convocado a encarnar em sua própria alma a aparência que o mundo formou dele: um ser feito só de sentidos, em que o instinto é maior do que a razão.


 É o que se percebe, por exemplo, no clipe com a canção-tema das Olimpíadas, dirigido por Estevão Ciavatta, da Pindorama Filmes, e lançado em agosto pela Prefeitura do Rio de Janeiro. O clipe reforça esse Brasil para inglês ver, expresso pela alma carioca no que ela ter de pior – a absorção, em si mesma, do clima tórrido e insalubre, palco da terrível febre amarela, no passado, e da dengue, no presente, como se essas enfermidades do corpo plasmassem o próprio espírito da gente trêfega, que, de modo bisonho e malemolente, desfila por esse vídeo que vai mostrar ao mundo a imagem do palco oficial das Olimpíadas de 2016.
Composta por Arlindo Cruz, Rogê e Arlindo Neto e produzida por Alexandre Kassin, a música-tema Os Grandes Deuses do Olimpo Visitam o Rio de Janeiro é interpretada por Diogo Nogueira, Mart’nália, Mr. Catra, Thalma de Freitas, Zeca Pagodinho, Ed Motta e pelo próprio Arlindo Cruz. Além dos intérpretes, ela reúne vários músicos, como Buchecha, Fernanda Abreu, Fundo de Quintal, Jorge Aragão, Pedro Luís, Roberta Sá, Ronaldo Bastos, Sandra de Sá, Toni Garrido, Zélia Duncan e as Velhas Guardas do Império Serrano e da Vila Isabel. No clipe, aparece até mesmo a escritora Nélida Piñon, fazendo o papel da deusa Atena, em meio a outros artistas, como Fernanda Montenegro e Rodrigo Santoro, que também encarnam personagens mitológicas. Mas a música nada tem a ver com o corpo atlético de Apolo. Ela exalta o corpo relaxado de Baco: “Ficaram na roda de samba até clarear / ficaram até de perna bamba de tanto sambar”.
Os deuses do Olimpo são praticamente os únicos brancos do clipe. A inclusão do negro no imaginário visual do país está sendo feita à custa da exclusão do branco – que, no entanto, representa 47,7% do total de brasileiros, segundo dados do IBGE. Os negros propriamente ditos são apenas 7,6%. Mas como o governo petista – cavalo de santo do racismo de laboratório produzido pela academia – está empenhado em fomentar uma guerra racial no país, os negros passaram a ser chamados oficialmente de “pretos” (termo que até outro dia era amaldiçoado pela ditadura do politicamente correto) e, somados aos 43,1% de pardos (que foram enegrecidos à força), formam um contingente de 50,7% de negros estatísticos. Obviamente, essa população negra só existe na mente pueril das autoridades, teleguiada pela insanidade moral dos intelectuais universitários.
Eugenia às avessas
O clipe das Olimpíadas de 2016 reduz os brasileiros ao perfil simiesco de exportação, em que as gentes dos trópicos são sempre apresentadas como não tendo cérebro, feitas exclusivamente para rebolar no samba e jogar bola. E, como sempre, o negro é convocado a fazer esse papel abjeto. Seguindo a política racialista iniciada pelo governo Fernando Henrique e transformada em eugenia às avessas pelo governo Lula, o clipe faz do Brasil um país exclusivamente de negros. E o que é mais grave: uma vez que o País é uma nação de negros, a Prefeitura do Rio entendeu que é também uma nação de bola, pandeiro e cachaça. Só faltou explorar a indefectível imagem das mulatas seminuas esfregando as calipígias formas no rosto louro de algum estrangeiro.
Nos últimos anos, especialmente depois da ascensão de Lula ao poder, o símbolo por excelência do Brasil passou a ser o negrinho de periferia jogando bola nas ruas, utilizado exaustivamente em comerciais de TV. Essa imagem, confesso, me dá asco duplamente: primeiro, por vilipendiar o negro, circunscrito a corpo e sentido, sem cérebro; segundo, por conseguir esconder o verdadeiro e óbvio racismo que está por trás dessa redução do negro a uma espécie de fenômeno bruto da natureza, incapaz de se relacionar com elementos nobres da cultura, como um livro, um violino, uma aquarela.
É claro que jogar bola e dançar capoeira não avilta ninguém, mas fazer dessas atividades a expressão por excelência da cultura negra é, sem dúvida, alijar o negro do universo intelectual que produziu o teatro de Shakespeare, as sinfonias de Beethoven, a física de Einstein.
Mas, no fundo, é justamente isso o que faz o Ministério da Educação no documento Orientações e Ações para a Educação das Relações Étnico-Raciais, publicado em 2006, na gestão do ex-ministro Fernando Haddad, atual candidato a prefeito de São Paulo. Citando o jornalista e sociólogo Muniz Sodré, professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro, o documento do MEC enfatiza textualmente: “Na cultura negra o corpo é fundamental”. Só na cultura negra? – cabe a pergunta. Um povo que não considerasse o corpo como fundamental estaria condenado ao suicídio coletivo.
Toda cultura zela pelo corpo com sua melhor tecnologia, sejam as raízes cultivadas pela tradição, seja o bisturi adestrado na ciência. Até a cultura judaico-cristã, acusada de vilipendiar o corpo com jejuns e martírios, foi uma precursora da profilaxia, como se vê nas leis de Moisés.
Mas, obviamente, o MEC não está falando da dimensão simplesmente física e médica do corpo. Fala de um corpo que é quase um cosmos em si mesmo. O documento parte de uma concepção demencial do negro, como se ele não fosse um brasileiro como os outros e tivesse acabado de aportar no Brasil do século XXI proveniente da Angola do século XVI. É o que fica claro no restante do texto do MEC: “Na cultura negra o corpo é fundamental. Sobre o corpo se assenta toda uma rede de sentidos e significados. Esse não é apartado do todo, pertence ao cosmos, faz parte do ecossistema: o corpo integra-se ao simbolismo coletivo na forma de gestos, posturas, direções do olhar, mas também de signos e inflexões microcorporais, que apontam para outras formas perceptivas”.
Negro como natureza
Não há limite para a demência do MEC e das universidades nas orientações que fornecem à escola sobre o modo de tratar a cultura negra. Depois de afirmar que “o corpo é a representação concreta do território em movimento” (uma frase digna de hospício), o documento do MEC sustenta: “Ao contrário de uma percepção de mundo na qual a alma é onde reside a força e a possibilidade de continuidade, para uma cultura negra a força está no corpo, não existe essa ideia de uma força interior alavancada pela ação da fé. Toda possibilidade encontra-se no corpo potente que procura suas mediações nas relações que constitui no cosmos, daí o compartilhamento como práxis ser uma questão fundamental para se entender a dinâmica de uma cultura negra no Ocidente”.
Releiam esta absurda frase: “Para uma cultura negra a força está no corpo, não existe essa ideia de uma força interior alavancada pela ação da fé”. Esse documento do MEC fere frontalmente a Constituição ao querer impedir os negros brasileiros – majoritariamente cristãos – de exercer livremente sua crença. E mais do que ofender a fé do negro, o MEC – neste texto vil e moralmente criminoso – vilipendia a própria humanidade do negro ao negar-lhe a alma, o espírito, a razão, deixando-lhe tão-somente o corpo, como faziam os traficantes de escravos. Estarrece saber que esse documento oficial do MEC foi escrito por cinco mulheres – vítimas potenciais de toda cultura centrada na força física. A mulher só tem lugar na civilização, onde impera o cérebro; onde manda o corpo, ela vira repasto do macho, como ocorre entre a maioria dos animais.
Mas o MEC não se contém em suas orientações sobre a cultura negra na escola e chega a reduzir o negro a um mero elemento da natureza. Eis o que diz o documento: “Todos trocam algo entre si, homens, mulheres, árvores, pedras, conchas. Sem a partilha, não há existência possível. Faz-se necessário pensar que a cultura negra não está marcada por uma necessidade de conversão. Existe um sentido de agregação que não gira em torno de uma verdade única”. Após esse ataque nada sutil ao cristianismo, o MEC regurgita outras bobagens sobre as “comunidades de matriz africana” (isso existe no Brasil?) para concluir: “Uma visão de mundo negra implica a possibilidade de abertura para o mundo, para a vida e principalmente para o outro. Por exemplo, em uma ‘roda de capoeira’, todos que compartilham os códigos são aceitos, desde que se coloquem como parceiros(as) e respeitem a hierarquia”.
Pensamento mágico do MEC
Para essa abominável pedagogia do MEC, herdeira da nefasta autoajuda marxista de Paulo Freire, o negro não é um brasileiro como os demais: cristão, falante do português, eivado dos mesmos sonhos da gente comum, que quer estudar, trabalhar, constituir família, criar filhos, vencer na vida. Para os lunáticos do MEC, o negro é um ser à parte, prisioneiro da materialidade do seu próprio corpo, que se agrega à natureza como um elemento indistinto dela. O MEC está tratando o negro como sempre tratou o índio: arranca-lhe a alma humana, legada pela civilização, e o atira na paisagem de uma cultura telúrica – em vez de ser sujeito da natureza, o negro se torna tão objeto dela quanto os bichos, as pedras, as plantas. Se isso não for racismo, não sei o que seja.
Para completar, o documento do MEC chega a flertar com o pensamento mágico, que vê na cultura do negro brasileiro uma circularidade ancestral. Eis o que diz o texto, sentenciosamente: “E aqui vale uma pequena abordagem relativa à circularidade. Para a cultura negra (no singular e no plural), o círculo, a roda, a circularidade é fundamento, a exemplo das rodas de capoeira, de samba e de outras manifestações culturais afro-brasileiras. Em roda, pressupõe-se que os saberes circulam, que a hierarquia transita e que a visibilidade não se cristaliza. O fluxo, o movimento é invocado, e assim saberes compartilhados podem constituir novos sentidos e significados, e pertencem a todos e todas elas”. Alguém consegue imaginar cientistas e matemáticos movimentando-se em rodas de capoeira para formular teoremas, descobrir o antibiótico, inventar o avião? Pensar é concentrar-se. Esse negro gregário, plástico, permanentemente aberto ao outro que o MEC inventa não é capaz de criar civilização – é objeto e não sujeito de sua própria cultura.
E aí voltamos ao clipe das Olimpíadas de 2016, da Prefeitura do Rio, que segue integralmente as diretrizes do MEC e das universidades relativas à cultura negra. O clipe mostra um Dionísio caindo de bêbado nas ruas (numa infeliz referência a Baco, que é o antônimo de Olimpíadas), uma negra sambando num bar e ainda um trabalhador negro, de calção e sem camisa, carregando uma geladeira ao mesmo tempo em que dança. É essa a imagem que o Brasil vende ao mundo: a de um povo tão esculhambado que não leva a sério nem o trabalho. E, como sempre, cabe ao negro encarnar esse papel vergonhoso.
Como se não bastasse tudo isso, entre os negros chamados a representar o Brasil monocromático do samba está um tal Mr. Catra. Fui pesquisar quem é o sujeito. Ele se diz convertido ao judaísmo apenas para poder praticar, sob as leis do país, a poligamia de Fernandinho Beira-Mar, tendo várias mulheres e mais de 20 filhos, dos quais ele nem sabe o nome. Suas letras – facilmente encontradas na Internet – colocam as mulheres muito abaixo das cadelas de rua. Impossível citá-las aqui como exemplo. Seria como abrir o esgoto. Não creio que alguma corrente do judaísmo aprove isso. Mas a Prefeitura do Rio, o MEC e os intelectuais universitários aprovam. Tanto que Mr. Catra é um queridinho da mídia.
Feitores de almas
É lamentável que se dê espaço tão nobre para esse tipo de negro, como se ele fosse representativo da cultura afro-brasileira. Os negros legaram ao Brasil, entre muitas outras coisas, o maior poeta simbolista do país, que é também o maior escritor de um dos Estados mais brancos – Cruz e Sousa (1861-1898), de Santa Catarina. Também legaram um dos maiores músicos eruditos da América Latina, o padre José Maurício Nunes Garcia (1767-1830), em cuja obra se inspira o próprio Hino Nacional Brasileiro. E seria preciso escrever um verdadeiro tratado de história e sociologia do conhecimento para enumerar todos os mulatos – começando por Machado de Assis, Lima Barreto (1881-1922) e o engenheiro André Rebouças (1838-1898) – que, em plena escravidão, legaram obras fundamentais ao país em todas as áreas.
Mas tanto no clipe das Olímpiadas, quanto nas diretrizes do MEC e nas teses universitárias, não há lugar para esse tipo de negro altivo, cerebral, não gregário. Para os racialistas do MEC e da academia, os negros foram feitos para dançar e sorrir. Não sentem tristeza, não sabem o que é reflexão, não se permitem ser introspectivos. E andam sempre em bando, como se não fossem indivíduos, mas reses de algum rebanho. Sua música jamais seria um blues. É sempre um samba, falando ao corpo, jamais à alma. Aliás, todas as manifestações culturais tidas como autenticamente negras pelas universidades – como a capoeira, o hip hop, a roda de samba, o funk – costumam ter essas duas características: são gregárias e dançantes, condenando o negro a viver em bando, superficialmente.
Ao tratar o negro dessa forma, a universidade brasileira age da mesma forma que os brutais traficantes de escravos. Foram eles que criaram – na base do açoite – esse negro dançante e sorridente. No livro A Vida dos Escravos do Rio de Janeiro (Editora Companhia das Letras, 2000), a historiadora norte-americana Mary Karasch descreve a venda de escravos no Valongo (o grande mercado de negros da corte) e conta que os comerciantes negreiros, a fim de convencer os compradores de que suas peças não estavam com “preguiça” ou depressão, ministravam-lhes estimulantes como pimenta, gengibre e tabaco. “Um segundo remédio para a nostalgia era ‘estimular’ os africanos a cantar e dançar a música de suas terras natais”, acrescenta a historiadora.
“Assim, o som de tambores e palmas e das canções africanas enquanto os escravos dançavam contribuía para a atmosfera do Valongo. Se alguns escravos se recusassem a tomar parte, um feitor forçava-os a dançar, porque acreditavam que a falta de movimento estimularia a nostalgia e assim diminuiria seus lucros. Além disso, exigia-se com frequência que os africanos dançassem de ‘maneira alegre’ durante seu exame físico, a fim de convencer os compradores de sua saúde excelente. Se expressassem seus verdadeiros sentimentos ou apatia e depressão eram açoitados”, conta a historiadora. Felizmente, o negro se libertou daqueles antigos feitores de corpos; mas precisa se libertar dos atuais feitores de almas – que tentam anular sua mente, reduzindo seu ser a um corpo que samba.

Publicado no Jornal Opção, de Goiânia.

Ilustrações: Jornal Opção/
José Maria e Silva é sociólgo e jornalista.



 

SUPERAÇÃO

(Alastair Grant/Associated Press)
EXEMPLOS FANTÁSTICOS. VOCÊ CONSEGUE RECLAMAR DA VIDA, DA SEGUNDA FEIRA, ENFIM. MIRE-SE NOS EXEMPLOS DE SUPERAÇÃO DESSA RAPAZIADA. A COLEÇÃO COMPLETA DE FOTOS VOCÊ PODE ACESSAR NA PÁGINA

http://www.boston.com/bigpicture/2012/09/paralympics_2012.html

AQUI SOMENTE UMA PEQUENA MOSTRA. AS FOTOS SÃO FANTÁSTICAS ACESSE.
  (Leon Neal/AFP/Getty Images) #
 (Stefan Wermuth/Reuters) #
(Gareth Copley/Getty Images) #

CONSELHOS DE UM CARDIOLOGISTA

Dr. Ernesto Artur - Cardiologista 

- Quando publiquei estes conselhos em meu site, recebi uma enxurrada de e-mails,
até mesmo do exterior, dizendo que isto lhes serviu de alerta. São eles:


1. Não cuide de seu trabalho antes de tudo. 
As necessidades pessoais e familiares são prioritárias.

2. Não trabalhe aos sábados o dia inteiro e, de maneira nenhuma, trabalhe aos domingos.

3. Não permaneça no escritório à noite e não leve trabalho para casa e/ou trabalhe até tarde.

4. Ao invés de dizer "sim"a tudo que lhe solicitarem, aprenda a dizer "não".

5. Não procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e nem
aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc.
 

6. Se dê ao luxo de um café da manhã ou de uma refeição tranquila.
Não aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes.

7. Pratique esportes. Faça ginástica, natação, caminhe, pesque, jogue bola ou tênis.

8. Tire férias sempre que puder, você precisa disso. Lembre-se que você não é de ferro.
9. Não centralize todo o trabalho em você, não é preciso controlar e examinar tudo para
ver se está dando certo...  Aprenda a delegar. 

10. Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego e pintar aquela dor de estômago,
não tome logo remédios, estimulantes, energéticos e anti-ácidos. Procure um médico.

11. Não tome calmantes e sedativos de todos os tipos para dormir.
Apesar deles agirem rápido e serem baratos, o uso contínuo fazem mal à saúde.

12. E por último, o mais importante: permita-se a ter momentos de oração, meditação,
audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida.
Isto não é só para crédulos e tolos sensíveis; faz bem à vida e à saúde.

IMPORTANTE:

OS ATAQUES DE CORAÇÃO

Uma nota importante sobre os ataques cardíacos.
Há outros sintomas de ataques cardíacos, além da dor no braço esquerdo.
Há também, como sintomas vulgares, uma dor intensa no queixo,
assim como náuseas e suores abundantes.
Pode-se não sentir nunca uma primeira dor no peito, durante um ataque cardíaco.
60% das pessoas que tiveram um ataque cardíaco enquanto dormiam não se levantaram.
Mas a dor no peito pode acordá-lo de um sono profundo.

Se assim for, dissolva imediatamente duas Aspirinas na boca
e engula-as com um bocadinho de água. Ligue para Emergência (192, 193 ou 190) e
diga ''ataque cardíaco'' e que tomou 2 Aspirinas.
Sente-se  numa cadeira ou sofá e force uma tosse, sim forçar a tosse,
pois ela fará o coração pegar no tranco; tussa de dois em dois segundos, até chegar o socorro..
NÃO SE DEITE !!!!

Se cada pessoa que ler este post, o enviar a 10 pessoas, pode ter a certeza de que se salvará pelo menos uma vida !

REPASSE, NÃO DOI NADA!!!!!!!!

PACIENCIA PARA ESTACIONAR

MUITO HILÁRIO ESTE VIDEO. A SENHORA, COM MUITA PACIÊNCIA TENTA ESTACIONAR SEU CARRO ATÉ QUE... DIVIRTA-SE


ISSO É ARREMESSAR

UM EXCELENTE ARREMESSADOR. SABE ONDE JOGA,PRÁ QUEM E SEU TIRO É MUITO CERTEIRO. VEJA O VÍDEO.

domingo, 9 de setembro de 2012

ACELERANDO

COLOCANDO EMOÇÕES, MULHERES AO LADO DE HOMENS PILOTANDO VEJA A REAÇÃO DE CADA UMA. O VÍDEO É O MELHOR DA ACELERAÇÃO

Utilizando garrafas, mulher reage a assalto


Utilizando garrafas, mulher reage a assalto em Juazeiro do Norte

Uma comerciante de Juazeiro do Norte protagonizou uma cena curiosa. Quando dois assaltantes armados de revólver invadiram seu pequeno supermercado a mulher reagiu e colocou os bandidos literalmente para correr.

Para isso, ela utilizou inclusive garrafas d’água contra os criminosos, que fugiram sem aparentemente conseguir levar nada do comércio. Um dos homens usava capacete no momento da ação.

Mesmo que a atitude da comerciante pareça heróica, o recomendado pela Polícia é nunca reagir a assaltos, tentando assim evitar ao máximo que a situação fique ainda pior.


FONTE O POVO

DIABINHAS PARA PEDIR VOTOS

 
O padre Roque Rauber, 71 anos, candidato à Câmara Municipal de Porto Alegre pelo PDT, escolheu uma forma diferente para fazer campanha (Foto: Daniel Favero/Terra)

"Te prepara porque tem muita sacanagem, mas não é nada do que vocês está pensando. É bem diferente", disse o Padre Roque Rauber, 71 anos, candidato à Câmara Municipal de Porto Alegre pelo PDT, ao ouvir a proposta da reportagem de acompanhá-lo em uma tarde de campanha. Ele é conhecido na cidade por ser dono de uma das mais famosas casas de swing da capital gaúcha, o Sofazão.
O aviso seu deu pela forma diferente de fazer campanha. A bordo de um ônibus - o mesmo que usa para fazer propaganda de seu estabelecimento - ele percorre as ruas da cidade, acompanhado de duas "diabinhas", distribuindo santinhos e provocando reações das mais diversas em quem passava pela rua. "Dessa forma eu atinjo muito mais gente. Tu acha que isso não dá voto?", perguntou o padre após uma de suas assistentes brincar com um motoqueiro que passava. "O povo quer isso, panis et circenses (pão e circo em latim)", completou.
Antes mesmo do ônibus deixar o ponto de partida, um homem se aproximou do veículo e disse: "mas essas diabinha são só do padre? De acordo com a igreja católica, temos que dividir tudo". A brincadeira já dava o tom do que estava por vir. Mulheres empurrando os maridos, gente gritando "Sofazão" e outros que não entediam o que estava acontecendo. "Nós levamos tudo na esportiva, recebemos todo o tipo de reação, tem gente que se assusta com as diabas, mas é uma festa", disse Roque, antes de gritar: "olha um buteco, se preparem", já prevendo a reação masculina.
(Foto: Daniel Favero/Terra)
O ônibus não era lá muito novo, de vem em quando a equipe tinha que arrumar os assentos, decorados com o símbolo do Internacional, para não cair no chão. "Eu tenho uma ligação com o Inter, mas ontem estivemos no Olímpico e fomos muito bem recebidos pelos gremistas", dizia Roque.
O apelo das diabinhas era obviamente sexual. Elas gritavam, mandavam beijos e brincavam muito com pirulitos, seguindo as ordens do padre que gritava: "mostra o pirulito para ele". "Comi uns 16 ontem", dizia Stefany Martins, brincando com o doce na boca. "Se eu votar no senhor, ganho as duas?", "o senhor me seu o santinho, mas e as diabinhas, não dá?", eram algumas das manifestações feitas, principalmente, pelos profissionais do trânsito.
Apesar do grande assédio masculino, a dupla conseguia também interagir com as mulheres. Cada resposta era comemorada aos gritos. "As mulheres são mais difíceis, por isso comemoramos cada uma", explicava a secretária do padre, Eliane Passos.
(Foto: Daniel Favero/Terra)
"Padre, o senhor lembra de mim? Em 2004 eu fui no Sofazão e tinha banho de espuma. O senhor me deu uma cortesia e quando eu cheguei em casa, minha mulher deu (bateu) em mim porque achou o papel no meu bolso", dizia o vendedor de uma loja ao se aproximar do ônibus. "O tempo todo eu escuto histórias de pessoas que foram no Sofazão", dizia o padre.
Segundo Roque, sua fórmula para fazer campanha foi tomando forma aos poucos. "Eu tinha contratado as duas para distribuir panfletos, mas acabou virando isso. Elas são muito espontâneas, gostam da festa", dizia Roque ao elogiar o trabalho que é feito por Stéfany Martins e Silvana Claro. "O mais legal é a reação das pessoas, você as vê sorrindo quando o ônibus passa", completou.
Roque é natural da cidade de Bom Princípio, a 76 km de Porto Alegre. Na década de 70 se afastou do oficio religioso, mas diz que ainda é padre. Ele foi para a capital na década de 90, para abrir uma agência de matrimônio, que mais tarde acabou virando o Sofazão. "No começo eu me escondia, tinha medo do que as pessoas poderiam pensar, mas depois vi que não estava fazendo nada de errado".
Falando de política, atualmente ele é filiado ao PDT, e diz que sofreu preconceito do PT quando tentou se candidatar a uma vaga na Câmara federal. "Era a época do mensalão e eles estavam com medo de vincular a imagem com o sofazão". Essa é sua terceira empreitada eleitoral. "Eu quero defender a liberdade das pessoas e acabar com o preconceito", finalizou.
Fonte: Terra.com

DÁ-LHE TOURO


TODO ANO EM PAMPLONA UM NÚMERO ENORME DE PESSOAS SAE ÀS RUAS PARA PROVOCAR OS TOUROS. MUITOS DOS QUE VÃO À RUAS PELO JEITO SÃO BEM MENOS INTELIGENTES QUE OS TOUROS. ALIÁS, ESTA É A PARTE QUE EU MAIS GOSTO. QUANDO OS TOUROS GANHAM.. HILÁRIO VEJA O VÍDEO DOS BONS MOMENTOS.

SOBRE BOIOLAGEM

Confira um teste para saber sobre boiolagem e também tirar a prova com seus amigos:
01. Chegar aos 30 anos sem barriga. Aos 30 anos se você se preocupa com o físico, você é boiola! Como diz o ditado: “quem gosta de homem bonito é viado, mulher gosta é de dinheiro”. Você tem mais é que parar de se preocupar com a barriga e tratar do seu bolso porque aquela menina gostosona de 19 anos dá mais importância ao carro importado e ao cartão de crédito que você tem, do que aos seus músculos do abdômen.
02. Pedir caipirinha com adoçante. Você pede caipirinha com adoçante? Tá de regime? Fala sério!! Ou você bebe ou não bebe! Caipirinha é o seguinte: Limão, AÇÚCAR, gelo e pinga (ou vodka). Se é pra pedir diferente não chame de caipirinha, diga pro garçom o seguinte: Hoje vou pedir uma bebida de viado, dá pra mim um copo com limão, vodka (ou pinga), gelo e adoçante.
03. Chupar um sorvete. O verbo “chupar” não deve fazer parte do vocabulário de um homem, um verdadeiro homem quando COME sorvete o faz com dentadas e não com chupadas. As duas únicas coisas que um homem tem permissão de chupar são: peitos e afins. O resto é viadagem!
04. Ter como bicho de estimação um gato. O gato por si só não passa de um cão viado; aquele lance de ficar se lambendo o dia todo e de não tomar banho é nojento. Fora o fato de o gato ter aquelas frescuras: gato faz pipi e popô, depois esconde embaixo da terrinha (entenda isso como se você sempre se metesse a abaixar a tampa da privada depois de usar o vaso). Bicho de homem é o cachorro: cachorro tá pouco se fudendo pra tudo, mija e caga em qualquer lugar, bebe água da privada e até coça o saco. Ter gato em casa é coisa de boiola!
05. Saber o nome de mais de 4 coisas na padaria. Homem entra na padaria e fala logo o que quer, no máximo 4 itens, normalmente são: pão, café, leite e manteiga. Chegar na padaria pedindo um pote de queijo Philadelfia, 250 gramas de lombo canadense “bem fininho, viu?!”, ou um salame, é sintoma grave de viadagem.
06. Sair pra dançar. Que porra é essa? Homem sai pra beber, pra zoar, pra pegar mulher. Homem que sai pra dançar não é homem! No máximo, você pode dar uns passos na pista de dança, com a intenção, é claro, de se aproximar da mulher que te chamou a atenção. Homem que sai pra dançar é viado enrustido.
07. Bebidas com nomes exóticos. Sex on the beach, Dry Martini, Blood Mary é tudo coisa de mulher ou de viado! Homem não tem frescura, bebe aquilo que todo mundo conhece: vodka, pinga, wisky, vinho e cerveja muita cerveja! Detalhes em copo de homem são: limão, gelo ou palito, dependendo da bebida. Canudinho e guarda-chuvinha nem pensar. Coisa de viado!
08. Reparar como os outros estão vestidos. Você é daqueles que repara que seu amigo está vestindo a mesma camisa de ontem? Você é viado! Qual a diferença entre seu amigo sair para tomar uma cerveja com uma camisa dessas que não sai por menos de 100 pratas (coisa de viado) e sair com uma camiseta que ele ganhou de brinde do cartão de crédito? Nenhuma! Se o cara tá ridículo, o problema é dele, ou melhor, sobra mais mulher pra você! Se você dá uma de Clodovil e repara se a roupa de seus amigos combinam, você é viado!
09. Pedir meias porções ou meias doses. O nome é porção ou dose porque já é calculado, ou seja, um homem come uma porção de gororoba, ou uma dose de birita. Então, quem come meia porção é meio-homem. Pior ainda são aqueles que pedem pratos terminados com “inho”, por exemplo: – Garçom, traz um arrozinho por favor? Isso é muito viado.
10. Consolar ex-namoradas de amigos? A única maneira do verdadeiro homem fazer isso é pensando em como levar ela pra cama ou então fazendo com que ela fale algo que possa ser usado pra zoar o seu amigo em questão. Do contrário, vá chorar no ombro da mamãe… VIADÃO!
E tem mais uma coisa: se não indicar este post a seus amigos, compartilhando ou coisa e tal, também é boiola, perdeu um tempão para ler mas não quer compartilhar!

ISTO É BRASIL

ELE POSSIVELMENTE NÃO TEVE O ATENDIMENTO QUE QUERIA. VOLTOU AO POSTO DE ATENDIMENTO DO INSS, EM SÃO PAULO E,...



sábado, 8 de setembro de 2012

SERÁ QUE TEMOS CARA DE OTÁRIOS?

E VOCÊ AINDA ACREDITOU.KKK SERÁ QUE ACHA QUE NÓS SOMOS MESMO OTÁRIOS?

Sabe a redução da conta de luz? A Dilma te fez de trouxa!

Isso mesmo. No ultimo dia seis, em rede nacional, a Presidente da República anunciou um (pra lá de) atípico pacote de "bondades", resumido na redução das tarifas referentes à conta de luz. Pois bem: A COBRANÇA É INDEVIDA DESDE 2002, COMO CONSTATA O TCU, E O GOVERNO SERIA INVARIAVELMENTE OBRIGADO A DEVOLVER O VALOR – hoje calculado em 7 BILHÕES!
Leiam reportagem do jornal O Globo (por Vinicius Sassine) de 09/08 deste ano, voltamos na sequencia:
Conta de luz: relator do TCU pede R$ 7 bilhões – Ministro vê cobrança indevida e defende devolução a consumidor – O ministro Valmir Campelo, relator do processo em curso no Tribunal de Contas da União (TCU) que analisa distorções em reajustes das tarifas de energia elétrica no país, é favorável à devolução de pelo menos R$ 7 bilhões cobrados indevidamente dos consumidores. O processo entrou na pauta do plenário do tribunal ontem, mas um pedido de vistas do ministro Raimundo Carreiro adiou a votação. Antes disso, Campelo leu o relatório e seu voto, em que se manifesta favorável à devolução da quantia indevida cobrada dos brasileiros. – Caberá à Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) decidir se a devolução será feita de forma individualizada aos consumidores ou se será definida com base nos próximos reajustes tarifários – afirmou o ministro, que ressaltou que o TCU tem uma atribuição constitucional para tomar essa decisão.
Prejuízo de R$ 1 bi por ano – A devolução decorre de um erro na metodologia de cálculo dos reajustes tarifários. As tarifas de energia elétrica cobradas entre os anos de 2002 e 2009 apresentaram esse erro, o que pode ter ocasionado um prejuízo mínimo de R$ 1 bilhão por ano aos consumidores no país. O voto do ministro Campelo – que ainda não foi analisado pelo plenário do tribunal devido ao pedido de vistas – determina que a Aneel calcule a diferença entre o valor arrecadado e o valor repassado dos encargos e custos de transmissão em relação a cada concessionária desde o primeiro reajuste indevido até fevereiro de 2010. Representantes de entidades de defesa dos consumidores cobraram que seja feita uma correção da metodologia dos reajustes tarifários em 60 dias e lembraram que a própria agência reguladora reconheceu que a arrecadação decorrente do erro não pertence às concessionárias de energia, mas aos consumidores. Os “ganhos indevidos”, segundo esses representantes, já ultrapassaria R$ 7 bilhões destacados em auditoria realizada pelo TCU em 2008. Já os representantes das distribuidoras, da Aneel e do governo presentes no plenário negaram que houvesse ganhos de receita, descumprimentos contratuais e violações aos direitos dos consumidores no episódio.” (grifos nossos)
É isso aí! Sete BILHÕES de “ganhos indevidos”, valor pertencente aos CONSUMIDORES. A “redução na tarifa” é obviamente uma falácia, conversa-mole. Fomos todos feitos de idiotas. O não exatamente simpático Luiz Carlos Prates falou disso há vários dias no SBT VEJA ESTA MONTAGEM QUE ENCONTREI NO YOU TUBE SOBRE O ASSUNTO


Cobranças indevidas de 2002 a 2010. Ganhos INDEVIDOS num total de R$ 7 BILHÕES. Em vez de assumir essa treta, Dilma lança como “pacote de bondade” a barbeiragem do governo.
Como sempre, aliás, “barbeiragem” que desfalca o consumidor. Sete bilhões. Somos trouxas.

COMBATENDO A PIRATARIA EM ALTO MAR

AÇÃO DE UM NAVIO RUSSO EM RELAÇÃO À PIRATARIA NAS COSTAS DA SOMÁLIA. ESTE VÍDEO FOI CENSURADO NO YOU TUBE INFORMARAM QUE INCENTIVA A VIOLÊNCIA, NA MINHA AVALIAÇÃO O VÍDEO NÃO INCENTIVA A VIOLÊNCIA, AO CONTRÁRIO, REVELA A VIOLÊNCIA QUE VEM ACONTECENDO E QUE ESTÃO TENTANDO ESCONDER.  CONSEGUI RESGATAR O VIDEO E PASSO AOS AMIGOS LEITORES DO BLOG



MOMENTO MUSICAL - TRIO MOCOTÓ

Segundo a Wikipédia - O Trio Mocotó foi formado em 1968 na Boate Jogral, onde Fritz "Escovão", João "Parahyba" e Nereu Gargalo trabalhavam. Na época, a boate paulistana era o grande ponto de encontro da música brasileira e os três contratados da casa trabalhavam como banda de apoio para nomes como Clementina de Jesus, Nelson Cavaquinho, Cartola, Paulo Vanzolini, Manezinho da Flauta, além das históricas "canjas" com artistas brasileiros e outros ilustres visitantes como Duke Ellington, Oscar Peterson, Earl Hines.e aqui um samba rock de primeira do grupo, aliás se essa musica fosse lançada hoje diriam que era preconceituoso e coisa e tal, que bom que ela é dos anos 70. aqui kriola..

QUEIMANDO CALORIAS NUMA BOA

Faça sexo para entrar em forma

É possível queimar 400 calorias, o equivalente a duas barras de chocolate, em uma noite transando

POR: Nathalia Brogiatto

Que sexo é bom todo mundo concorda. Mas você sabia que é possível perder, em uma boa noite de amor, daquelas com direito a preliminares e final feliz, cerca de 400 calorias, o que equivale, mais ou menos, a uma hora de ginástica aeróbica ou duas barras de chocolate?

E pasme, esse número pode chegar a mil calorias gastas, dependendo da sua atuação e claro, da duração, intensidade e também da posição sexual do casal.

“A pulsação cardíaca sobe de 70 batimentos por minuto para 150, a mesma que de um esportista em esforço máximo”, explica o médico endocrinologista Ricardo Lera.

O tônus muscular também é favorecido nessa maravilhosa maratona. "O diafragma, que fica entre a barriga e os pulmões, se contrai com a aceleração da respiração e mexe os músculos abdominais", explica o personal trainner Leonardo Franco. 

Dependendo da posição são trabalhados praticamente todos os músculos, como tríceps, bíceps, abdômen, ombro, peitoral, quadríceps, glúteos, panturrilhas e coxas. “Se pensarmos em sexo como atividade física, o correto seria praticar três vezes na semana ou mais”, explica Franco.

Prova da eficiência disso é a americana Pauline Potter, que entrou para o Livro dos Recordes por ser a mulher mais pesada do mundo no ano passado. Potter disse que perdeu 44 kg de seus 292 fazendo sexo pelo menos sete vezes por dia. "Eu não consigo me mexer muito na cama, mas eu queimo 500 calorias por sessão - apenas se balançar é um grande exercício", afirma.

Então se você é daqueles que não fica somente no monótono papai-e-mamãe, e não deixa sua gata tomar conta da situação sempre, vai queimar muitas calorias. Por isso, seja criativo e varie o máximo possível. 

Mas é bom lembrar que o sexo é um exercício que exige condicionamento físico e emagrecer não é o objetivo de uma relação sexual . “Abusar pode ser prejudicial, forçando musculaturas e causando esgotamento. Além disso, trocar sua rotina de atividades físicas pelo sexo não é recomendado, afinal a frequência não depende somente de você", conta Franco.

No entanto, nada o impede de usá-lo como um complemento no combate à gordura e convenhamos, existe incentivo melhor para manter a boa forma?

 

CORRIDA DE PESO

Este é um vídeo emocionante de um 'Camaro 96 correndo contra um  Mustang 98. Quem vai vencer essa batalha épica? Quem se importa! Basta assistir até o fim ...

Síndrome do jaleco branco

O homem não foi educado para se cuidar, 60 % dos que fazem exame são induzidos pelas mulheres
Seis em cada dez homens têm medo de ir ao médico. Isso não condiz com uma atitude de macho, não é mesmo? Mas, pasmem, é o que mais acontece! E se você não faz parte dessa parcela certamente conhece algum saco-roxo que faz!

A maioria alega falta de tempo e muitos quando chegam ao consultório infelizmente já estão doentes. Isso é o que afirma o Centro de Referência da Saúde do Homem, órgão da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. 

Pra se ter uma ideia, 144 mil homens morreram por doenças do aparelho circulatório no Brasil entre 2008 e 2011. Número que certamente poderia ser menor se houvesse controle dos principais fatores de risco para a saúde masculina: estresse, colesterol, tabagismo e hipertensão.

“Os homens tendem a procurar atendimento médico quando já estão com quadro avançado.  Eles têm de aprender que é necessário visitar médicos ao longo de todas as fases da vida e não apenas quando sentem-se mal”, explica o clínico geral João Fuzano.

O Ministério da Saúde recomenda que até os 40 anos, se não houver sinais de doença, o homem deve ir ao médico pelo menos uma vez a cada dois anos. Depois dessa idade, a frequência deve aumentar para uma vez por ano. 

É alto também o índice daqueles que se assustam de antemão com um eventual resultado negativo e então nem fazem os exames de rotina ou sequer voltam para receber o diagnóstico.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

COSTUMES E TRADIÇÕES

 CADA DOIDO COM SUA MANIA. OU CADA PAÍS COM SUA CRENÇA. NA INDONÉSIA É COSTUME EXUMAR OS CADAVERES. DE ACORDO COM AS TRADIÇÕES POR LÁ, ELES EXUMAM O CORPO E COLOCAM ROUPAS NOVAS NOS CADAVERES. É SINAL DE ESTIMA POR QUEM JÁ MORREU.












SEMELHANÇA? NADA.

Como hoje é sete de setembro, dia da pátria, dia que vivemos uma série de manifestações contra a corrupção, dia em que o TSE tem no ar uma campanha para que o eleitor só vote em ficha limpa, mas não divulga qualquer ficha limpa para que os eleitores possam fazer suas opções corretas, aliás não divulga nem quem tem ficha limpa ou ficha suja. Minha homenagem principalmente aos eleitores dos estados que estão tendo que engolir os "joão paulos" da vida e tantos outros, são paulo que o diga, tem lá o Haddad que para tentar ser prefeito já torrou mais de R$ 16 milhões de reais, até o momento, e que com o salário de prefeito não vai recuperar um décimo do que está gastando, isso sem falar no caixa dois. Aqui trago o João Plenário, que deu uma entrevista ao Jô Soares. (prá quem não conhece, o João Plenário é um personagem de Saulo Laranjeiras) Veja o video, amigo, e depois analise bem os candidatos que estão se apresentando por esse Brasil afora. Muitos são exatamente como este personagem.
Não dá prá ficar só em um vídeo, vamos ver o João Político na praça


MOMENTO MUSICAL - DALTO

Dalto Roberto Medeiros (Niterói, 22 de junho de 1949), artisticamente conhecido como Dalto, é um cantor e compositor brasileiro). E eu começo com "flash back"
De acordo com a Wikipédia -
No início da década de 1970, Dalto atua como vocalista do grupo niteroiense de rock "Os Lobos", com o qual gravou o compacto Fanny pela gravadora "Top Tape". Após esse breve início de carreira, sai do grupo para estudar Medicina, formando-se médico. Em 1974, lança-se em carreira solo gravando um compacto simples para a Odeon. O sucesso, contudo, só apareceria mesmo nos anos 80, mais precisamente em 1981, quando obteve seu primeiro êxito como compositor com a canção Bem-te-vi, parceria com Cláudio Rabello mas gravada por Renato Terra, a qual vendeu 250 mil cópias.

No ano seguinte, já como intérprete, obteria o seu maior sucesso de sua carreira: Muito estranho — cuida bem de mim, lançada em compacto e LP pela EMI-Odeon.
Outro grande sucesso do cantor é a música "Anjo", gravada em 1983 pelo grupo Roupa Nova, a canção foi composta em parceria com Cláudio Rabello e Renato Correa.
Atualmente, Dalto entrou para trilha sonora da novela Viver a Vida com a canção "Faça um Pedido"

PRIMEIRO MUNDO

MUITO INTERESSANTE. O CIDADÃO, NA ALEMANHA, CHEGA PARA ATRAVESSAR A RUA MAS O SINAL FECHA. ENTÃO ELE OBSERVA QUE ENQUANTO ESPERA PODE JOGAR UMA PARTIDAZINHA DE PING PONG NO POSTE E ELE VAI FICAR VERDE QUANDO FOR A HORA DE ATRAVESSAR. VEJA QUE INTERESSANTE.


TUDO EM SEU TEMPO

TUDO NA VIDA TEM SEU TEMPO E SUA HORA. ESTE LUTADOR AINDA TEM MUITO QUE APRENDER, QUIZ SE EXIBIR, MAS NÃO ERA TEMPO MUITO MENOS A HORA. VEJA O RESULTADO.

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More