Jornalista Andrade Junior

sĂĄbado, 28 de maio de 2022

'O enigma da mielite transversa',

 por Guilherme Fiuza


Todos os que estĂŁo calados diante dessa atrocidade sĂŁo cĂșmplices dela


Prossegue a insanidade das vacinas experimentais de covid, com a anuĂȘncia/complacĂȘncia de autoridades, mĂ©dicos, jornalistas, milĂ­cias checadoras e outros irresponsĂĄveis que terĂŁo de responder por sua conivĂȘncia com essa violĂȘncia, mais cedo ou mais tarde. Enquanto isso, vamos vendo o que se tornou proibido ver: os efeitos adversos graves pĂłs-“vacina” de covid.

Tratar como seguras substĂąncias que nĂŁo tĂȘm seus estudos de segurança concluĂ­dos Ă© um escĂąndalo. E Ă© o que faz a propaganda dominante, oficial ou nĂŁo. Mas o delito Ă© ainda mais grave: diante de reaçÔes adversas coincidentes com a aplicação da “vacina” de covid, cuja investigação seria essencial ao menos para se iniciar o real dimensionamento dos riscos, as autoridades viram as costas.

Duvida? EntĂŁo veja o depoimento deste cirurgiĂŁo norte-americano:

“Meu nome Ă© Joel Wallskog. Sou cirurgiĂŁo ortopĂ©dico em Mequon, Wisconsin. Realizo uma mĂ©dia de mais de 5 mil consultas anuais e faço mais de 800 cirurgias por ano. No dia 30 de dezembro de 2020, recebi a primeira dose da vacina Moderna contra covid, no inĂ­cio sem incidentes.

Cerca de uma semana depois, meus pĂ©s estavam dormentes, com uma sensação de fisgadas. TambĂ©m comecei a ter fortes sensaçÔes de choques elĂ©tricos por toda a coluna vertebral, chegando aos meus pĂ©s. Depois de trĂȘs ou quatro dias, eu estava trabalhando numa sala da clĂ­nica, conversando com um paciente. Estava sentado, e, quando tentei me levantar, nĂŁo consegui. Me apoiei com os braços para ficar de pĂ©, mas caĂ­ para trĂĄs rapidamente.

Nesse mesmo dia, fiz uma ressonĂąncia magnĂ©tica da coluna torĂĄcica e lombar. Dois ou trĂȘs dias depois, um neurologista me diagnosticou com mielite transversa, uma doença rara que envolve uma lesĂŁo desmielinizante da coluna espinhal torĂĄcica.

ApĂłs o meu diagnĂłstico, levantei a questĂŁo sobre se o meu estado poderia estar relacionado com a vacina da Moderna que eu tinha recebido. Pedi ao meu empregador que reportasse meu caso ao VAERS (o sistema norte-americano de registros de eventos adversos de vacinas), supondo que a FDA (a agĂȘncia reguladora de medicamentos e alimentos) e o CDC (o centro de controle de doenças) ficariam alarmados com meu diagnĂłstico. Eu esperava que me contatassem logo apĂłs o registro do meu caso no VAERS.

NinguĂ©m me telefonou, nem me contatou de forma alguma. Semanas se passaram e eu mesmo resolvi entrar em contato com o CDC. LĂĄ eles reconheceram a minha notificação no VAERS, mas declararam que a minha reação foi classificada como “nĂŁo grave”, jĂĄ que eu nĂŁo tinha sido hospitalizado, nem tinha morrido.

NĂŁo tive mais notĂ­cias do CDC. Nenhum contato tambĂ©m da FDA, nem do NIH (o instituto nacional de saĂșde dos EUA). Uma palavra descreve como me senti nos primeiros meses apĂłs o meu diagnĂłstico: abandonado.

Minha vida mudou completamente apĂłs essa reação adversa. Minha carreira de 19 anos, para a qual me formei por quase 14 anos, provavelmente acabou. Quero declarar que tive um evento adverso real. Exijo que o CDC, a FDA, o NIH e todas as agĂȘncias governamentais envolvidas ouçam as pessoas lesionadas. Seus eventos adversos sĂŁo reais.

Exijo que todos sejam abertos e transparentes com os dados da vacina contra covid. O sistema VAERS Ă© extremamente inadequado. Peço tambĂ©m ao Congresso que crie uma legislação prevendo ajuda financeira no Ăąmbito do programa de compensação por lesĂ”es causadas pelas vacinas de covid-19. Obrigado”.

Agora veja o depoimento da mĂŁe de Aline, que tambĂ©m era perfeitamente saudĂĄvel antes da “vacina”. E passou a ter a mesma mielite transversa do Dr. Wallskog. VocĂȘ tem notĂ­cia de algum alerta de risco, ou ao menos possĂ­vel risco ainda indeterminado sobre este mal, aos que continuam se inoculando com essas substĂąncias? NĂŁo, vocĂȘ nĂŁo tem.

EntĂŁo acompanhe o relato a seguir e decida se a vacinação de covid, da forma como estĂĄ sendo feita, Ă© uma ação de saĂșde pĂșblica correta:

“Minha filha Aline Porto Ferreira, de 15 anos, atĂ© entĂŁo era uma jovem saudĂĄvel e apaixonada por caminhĂŁo. Foi inoculada com a 1ÂȘ dose de Pfizer em 30/09/2021 e apresentou apenas febre. Entretanto, 29 dias apĂłs receber a 2ÂȘ dose, em 30/11/2021, estĂĄvamos na praia e ela começou a sentir muita dor no pĂ© esquerdo. No decorrer dos dias essa dor foi subindo para a perna, e logo para a outra perna.

No dia 15/01/2022 ela nĂŁo conseguia mais andar. Sentia as pernas, mas nĂŁo tinha forças nem para ficar em pĂ©. Fomos ao posto de saĂșde na minha cidade, e lĂĄ a Aline foi medicada. Disseram que poderia ser problema psicolĂłgico. PorĂ©m na mesma noite ela foi levada ao hospital, na cidade de TubarĂŁo (SC).

Aos 15 anos de idade, Aline teve a chance de comparar os riscos que corria com a doença covid versus os riscos que corria com a vacina de covid?

No dia 18/01/2022, foi internada. Foram dez dias na UTI e no total 27 dias hospitalizada. Fizeram diversos exames, e os médicos nos disseram que todos constatavam que a vacina foi a causadora do problema. Seu diagnóstico: mielite transversa, uma inflamação da medula espinhal.

O hospital emitiu uma nota: “A vigilĂąncia sanitĂĄria da cidade de Pedras Grandes notificou como um efeito adverso da vacina (…). Alguns exames mais complexos ainda precisam ser feitos, ainda estĂĄ em investigação (…).”

Enquanto ficou internada, ela fez uso, entre outras medicaçÔes, de injeçÔes de imunoglobulina, que tivemos que lutar para que o Estado fornecesse. Alegavam falta de RG (o que não foi empecilho para a vacina). Precisou fazer uso da cadeira de rodas para se locomover e fisioterapia todos os dias.

No dia 18/03/2022 ela voltou para o hospital, pois apresentou um novo sintoma: dormĂȘncia e dores começando pelos dedos das mĂŁos. Ficou hospitalizada mais 17 dias, foram feitos mais exames, ressonĂąncias, onde se constatou que a mielite jĂĄ estava na medula espinhal quase toda, no cĂ©rebro e nos nervos dos olhos.

Começou a fazer mais um ciclo de corticoide intravenoso uma vez por dia, durante cinco dias. Isso nĂŁo resolveu, daĂ­ iniciaram outro medicamento intravenoso e quimioterĂĄpico: a ciclofosfamida. ApĂłs o primeiro ciclo, ela voltou a caminhar, e deixou as fraldas. Depois de um mĂȘs, retornou para fazer outro ciclo. A mĂ©dica resolveu encaminhĂĄ-la para Porto Alegre, para consulta com um neurologista especialista em doenças autoimunes.

No dia 09/05/2022 chegamos a Porto Alegre, e o mĂ©dico confirmou o diagnĂłstico: mielite transversa autoimune. Prescreveu mais seis ciclos de ciclofosfamida. Agora, uma vez por mĂȘs ela Ă© internada para fazer um dos ciclos. Ao final dos seis ciclos, farĂĄ novos exames para saber qual serĂĄ o prĂłximo tratamento. Esse tratamento deixa ela bem debilitada, Ă© de cortar o coração”.

Aos 15 anos de idade, Aline teve a chance de comparar os riscos que corria com a doença covid versus os riscos que corria com a vacina de covid? Claro que nĂŁo. Nem o Dr. Joel Wallskog, nem ninguĂ©m no mundo teve essa chance, porque nĂŁo estĂŁo concluĂ­dos os estudos de desenvolvimento desses “imunizantes” que nĂŁo impedem os “imunizados” de contrair a doença.

No entanto, nĂŁo hĂĄ, na prĂĄtica, liberdade para cada um decidir com seu mĂ©dico se toma ou nĂŁo esses produtos. O preço pode ser a exclusĂŁo da vida em sociedade, ou a estigmatização. Todos os que estĂŁo calados diante dessa atrocidade sĂŁo cĂșmplices dela.

Revista Oeste

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