Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

-

CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

domingo, 29 de dezembro de 2019

Veja retrospectiva com as principais ações do governo Bolsonaro em economia e infraestrutura

FOLHA POLITICA
                            FOTO ANDRADE JUNIOR
Veja retrospectiva com as principais ações do governo Bolsonaro em economia e infraestrutura

Tramoia de STF, esquerda e Centrão

JOSÉ NÊUMANNE PINTO
Agora já dá para confirmar, sem medo de errar, que jaboti gordo do tal juiz de garantias foi uma sórdida tramoia de Alexandre de Moraes e Dias Toffoli (do STF), da esquerda (Paulo Teixeira, do PT, e Marcelo Freixo, do PSOL) e do Centrão (Margarete Coelho, do PP), com cumplicidade de Jorge Oliveira, que serviu de pombo correio para Bolsonaro.Modesto Carvalhosa diz que é anticonstitucional.


A dupla desgraça de um dispositivo da nova lei: a crônica da morte anunciada e da impunidade aumentada

Edilson Mougenot Bonfim  JURISTA

Há décadas estudo no Brasil e exterior o fenômeno do homicídio. Afirmo sem receio de errar: esperem 3 anos - no máximo - e qualquer estatística séria provará o incrível aumento de homicídios de testemunhas que teremos.
Deformaram o “Projeto Moro”, criando-se um monstro.
Basta que o delinquente saiba quem depôs na polícia contra ele, que eliminando a pessoa, desaparece a prova, já que 99,99% da prova é testemunhal. Chamam a isso “queima de arquivo”.
A explicação que encontraram para criar a triste novidade é a de que os testemunhos na polícia poderiam “influenciar” o magistrado (?) em juízo e que, essa prova, portanto, deve obrigatoriamente ser “repetida em juízo”, nada valendo as anteriores declarações. Preciso que me expliquem como se repete o irrepetível.
Só um neófito ou um teórico de poltrona pode acreditar que prova testemunhal se “repete”.
É justamente nos contrastes, oscilações, mudanças ou confirmações da testemunha que buscamos estabelecer a verdade.
A ação do tempo atua contra, pois comumente provoca alterações da memória.
A psicologia mostra, com clareza, que quanto mais próximo aos fatos, sem a “contaminação da conversa com terceiros” - que pode provocar “reedições da memória”- é quando a memória está mais preservada.
E testemunha é memória, por excelência. Só trata de fatos passados.
“Ah, mas não dá para confiar na prova policial”.
Puro preconceito, já que malandragem existe em todo lugar.
Se a testemunha prestasse depoimento no STF, mesmo lá poderia mentir aos ministros, como muitos (seres humanos) mentem para a gente, não importa onde estejam.
Gato que nasce em forno não é pão.
A inteligência está adiante.
A façanha da nova lei é dupla: aumentará a impunidade e fomentará o homicídio.
As organizações criminais irão deitar e rolar e as futuras vítimas também. Cada uma por razão diversa.
P.S.1. Não digam que não avisei.
P.S.2: Isso não é profecia: é lógica e ciência.













EXTRAÍDADEROTA2014BLOGSPOT

General Mourão alerta para risco de 'prejuízo' bilionário no Pré-Sal devido à má gestão petista

FOLHA POLITICA BR
General Mourão alerta para risco de 'prejuízo' bilionário no Pré-Sal devido à má gestão petista -

"Traíra por todo lado: vira casacas invadem o país no final do ano",

 por Marco Angeli Full
O Brasil é mesmo um país cheio de surpresas.
Neste finalzinho de 2019, um personagem tão velho quanto a humanidade acabou virando celebridade com direito até a top trend no twitter: O traíra.
É traíra pra todo lado.
Quase sempre, os chamados traíras são recompensados por aqui com ziguillhões de seguidores nesta ou naquela plataforma das redes.
Traíras tem vídeos traírando no YouTube, sucesso absoluto, ou mandando ver em textões no facebook.
Tem traíra de todo tipo.
Tem até a traíra, espécie de personificação feminina daquela que, antes grudada no saco do chefe para obter favores e poder, agora o ataca.
Curiosamente, foi apelidada de pepa, personagem infantil singelo e roliço.
De João Doria, outrora agarrado no mesmo saco que pepa, até Frota, que esteve agarrado em muitos, tem traíra pra todos os gostos.
Alguns querem muito mais do que trinta moedas de prata, como o traíra antigo, aquele mesmo - lembram? - que traiu Jesus por trinta moedonas reluzentes de prata.
Querem a presidência em 2022, como Wilson Witzel, peso pesado governador do Rio.
Tem traíras inexplicáveis, um mistério, como nando qualquer coisa, youtuber que despeja asneiras como sempre pra todo lado, ou Lobão, talvez desculpável pela leseira e conturbação mental que sempre o caracterizou.
Tem traíras duvidosos, como Kataguiri ou mamãe falei, que ninguém sabe direito em que lado estão.
Traíras no jornalismo também não faltam, como o ególatra Reinaldo Azevedo, que não se conforma em não ser ele o rei do conhecimento universal.
Tem até traíras em grupo, como "os traíras do PSL", denunciados por Bolsonaro.
Bolsonaro que, diga-se de passagem, também é acusado de trairagem por cabeças de bagre de todos os naipes.
Comemorando enviesadamente o Natal que passou agora, dezenas de "formadores de opinião" se empenharam burramente em surfar na onda do "Bolsonaro traidor" graças ao caso do "juiz de garantias" que o presidente não vetou.
Interessados - claro - em promover a discórdia e separar Moro de Bolsonaro (sonho dourado da esquerdalha) se esqueceram do enorme benefício social do pacote anticrime, dos 25 vetos do presidente, e focaram no único que poderia render polêmica.
E rendeu, apesar da medida - a implantação do juiz de garantias - ser uma abstração que dificilmente poderá ser implementada num país em que apenas 40% da comarcas possuem um único juiz de instrução.
Para ser colocada em prática, seria preciso que o Congresso aprovasse o jabuti e ainda por cima inventasse uma fonte de recursos plausível para a contratação de milhares de juízes.
Vão tirar dinheiro de onde?
Do cofrinho do Freixo, socialista que inventou o imbróglio pra encher o saco do Moro?
Ou da pasta da Saúde?
A evidente estratégia do presidente, que tem compulsoriamente que conviver com o Congresso - como reza a cartilha da democracia - ao entregar um jabuti abstrato ao Congresso em troca da aprovação de pontos realmente importantes, como o de progressão de regime de criminosos, é ignorada pelos esbravejadores indignados.
Eles cacarejam, cheios de razão: "Bolsonaro brigou com Moro! Bolsonaro brigou com Moro"!
Ou, pior ainda, criam narrativas estapafúrdias como a de que o presidente teria mantido o tal juiz de garantias, que causaria enorme confusão no sistema judiciário de todo o país, apenas para proteger o filho, Flavio.
Isso publicamente, "desafiando" um ministro, Moro, que é a base de seu governo.
Ora, fosse Bolsonaro venal ou corrupto, bastaria, na calada da noite, fazer o que fizeram tipinhos como Lula, Dilma ou Temer.
Bastaria comprar o juiz e voilá!
Estaria resolvido.
Afinal, não foi assim que o catador de merda de elefante (filho do pulha de Garanhuns) virou milionário da noite para o amanhecer?
Pois é.
De traíras este final de ano está cheio.
E de idiotas úteis igualmente.
Mas, como a esperança é a última a falecer, vamos esperar que resista mais alguns dias, até 2020.














extraídaderota2014blogspot

ASCETAS DA MENTIRA E DESTRUIÇÃO DAS CONSCIÊNCIAS

 por Lucas Gandolfe
“Mas não irão avante, porque se tornará manifesta a todos a sua loucura” (II Tim. 3,9). O jornalismo nacional encontra-se atualmente nas mãos de dois grupos de poder: dos empresários que buscam nas informações apenas atender à demanda de mercado (indiferença à verdade ou erro) e dos discípulos da revolução cultural gramsciana, que, quidem, pautam e dissertam sobre os assuntos à sociedade, discernindo a importância dos temas a serem abordados.
Para o grupo da intelligentsia cultural (ou “imbecil coletivo”, como nos ensina Olavo de Carvalho), nem a moral, nem a lógica, nem o senso das proporções importa se não estiver ligado aos ideais da revolução, visando a total modificação dos valores vigentes no status quo. Ora, a falta do senso das proporções, em muitos casos, é exatamente o mesmo que falta de inteligência moral.
Temos, assim, na maioria dos veículos de comunicação nacional, a perfeita mistura da amoralidade com o falso moralismo. As vítimas da vez são o senso de proporções, movimentos políticos de direita e o Cristianismo. Nenhuma novidade. O primeiro fato ocorreu em pleno dia de Natal, em que indivíduos lançaram artefatos de explosivo caseiro na sede do canal “Porta dos Fundos”, acinzentando um pouco o chão. Imediatamente, nossa mídia investigativa iniciou uma busca pelos malfeitores terroristas. As inúmeras notícias e notas de repúdio, sem qualquer afirmação de culpa, claro (!), vinham insinuando uma retaliação cristã pelo filme “A primeira tentação de Cristo” lançado no Netflix. Todos, em um só coro, afirmaram que “o Brasil sobreviverá a essa tormenta de ódio”, “não vão nos calar”, “ok, os religiosos podem não ter gostado da representação artística do Porta dos Fundos...”, tutti quanti. Insinuações e mais insinuações.
Para tornar tudo mais estranho, um vídeo com homens encapuzados, vestidos de verde-oliva, com vozes modificadas, mostrando as bandeiras da monarquia (!) e da ação brasileira integralista vêm a publico assumindo a autoria do suposto ataque. Era tudo o que nossa intelligentsia cultural mais queria. Nem um segundo depois, todos os veículos de comunicação começaram um bombardeio conjunto contra o “Governo Bolsonaro”, “o extremo ódio e intolerância dos movimentos da direita brasileira”, e, óbvio, reforçando o ataque aos pobres cristãos que, verdadeiramente, comemoravam o Natal.
O segundo fato da semana foi outro vídeo, mas desta vez sem incertezas e abertura para insinuações jornalísticas, onde terroristas do Estado Islâmico, em cores e movimentos, após o Natal, decapitam onze cristãos, afirmando ser uma retaliação. Todas as provas de autoria e materialidade estão no vídeo, exigindo dos meios de comunicação apenas à narração e divulgação e, se tiver um pingo de brio, crítica à verdadeira perseguição e intolerância existente no mundo contra os cristãos.
Que nada, somente notas curtas, não maiores que três parágrafos, em pouquíssimos jornais virtuais, com narrativas simplificadas. Nada de indignação e revolta, nada de acusações, nada de especialista de diretos humanos querendo erradicar o verdadeiro ódio e buscando combater mortes decorrentes da perseguição religiosa, nada de culpados, nada de autocritica, nada de verdades. Só loucuras e desproporções.
Nesse caso revela-se, de maneira patente, o critério moral, ou, mais propriamente, imoral, que orienta nossa classe letrada. Essa decadência e malignidade do jornalismo vêm causando danos à sociedade brasileira de maneira incalculável, destruindo por completo nossos verdadeiros valores, nossa inteligência e senso de proporções.
Quando as coisas chegam a esse ponto, todo argumento racional ou apelo à moralidade se torna impotente. A abdicação completa do senso de verdade e proporcionalidade tornou-se requisito para o sucesso profissional. É a proibição total da sinceridade, onde ninguém pode escrever à verdade quando vive de se esconder de si mesmo. O sangue das vítimas respinga em todos.
Ora, se a visão que o público tem da realidade do mundo depende do que lhe chega pela mídia, vivemos num daqueles momentos obscuros de ausência de critério para distinguir o real do ilusório, o provável do improvável, o verossímil do inverossímil, o verdadeiro do mentiroso.

















extraídadepuggina.org

À ESPERA DOS FRUTOS DE 2020

por Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico.
NA ESPERA DE UMA BOA COLHEITA
Encerradas as festas de natal, as atenções se voltam, com grande intensidade, para uma boa despedida de 2019, que se encerra recheado de fartas expectativas de que o tão esperado 2020 se consagre como o ano em que muito daquilo que foi semeado até agora resulte em bons e muitos desejados frutos.

REPLETO DE REALIZAÇÕES
A rigor, quem se dispõe a olhar com razoável atenção para o ano de 2019 (faltam apenas quatro dias para acabar), verá, independente de boa ou má vontade com o governo, que o período encerra repleto de realizações. Eis aí apenas 10 pontos exemplares:

B3, SELIC E ROMBO NAS CONTAS PÚBLICAS
1- O Índice da Bolsa de Valores (B3), que em 26 DE DEZEMBRO DE 2015 - (meses antes do impeachment da neocomunista Dilma Rousseff) registrava 39.728 pts, e iniciou 2019 em 87.880 pts, atingiu, ontem, 26/12 a expressiva marca de 117.203 pts.
2- a Taxa Selic, que iniciou 2019 em 6,5%, fecha o ano em 4,5% ao ano. E a Taxa de Inflação, que está em 3,59% fechará 2019 abaixo da meta (4,25%).
3- O ROMBO NAS CONTAS PÚBLICAS de 2019, previsto em R$ 139 bilhões, deverá fechar o ano em torno R$ 80 bilhões. Ou seja, o déficit poderá ser menos da metade do projetado pela meta oficial.

TAXA DE DESOCUPAÇÃO
4- Hoje, 27, o IBGE divulgou a Taxa de Desocupação da População, quanto ao trimestre setembro/novembro, apresentando 11,2%, ou seja, 0,7 pp ante o trimestre anterior. Detalhe: o resultado é o menor do ano e desde o segundo trimestre de 2016, quando a taxa estava em 11,3%.
5- A GERAÇÃO DE EMPREGO FORMAL pelo CAGED foi de 99 mil postos de trabalho, quase o dobro do número esperado pelo mercado e o maior valor desde novembro de 2010. De janeiro a novembro, o país registrou a geração de 948.344 novos empregos formais. O saldo é o maior para o período em seis anos (desde 2013).

REFORMAS
6- A REFORMA DA PREVIDÊNCIA da União foi aprovada e vários governos estaduais estão tratando de fazer o mesmo. Dez estados já aprovaram alguma versão da reforma da previdência neste final de ano e cerca de 8 estados já encaminharam suas propostas.
7- Aprovação da nova LEI DAS AGÊNCIAS REGULADORAS; CADASTRO POSITIVO; ANÚNCIO DO ACORDO UNIÃO EUROPEIA/MERCOSUL; NOVO MARCO REGULATÓRIO PARA O SETOR DE GÁS; NOVO MARCO REGULATÓRIO (por enquanto na Câmara Federal) DO SANEAMENTO.
8- Foi dada a largada para um ousado PLANO DE PRIVATIZAÇÕES, CONCESSÕES E AUTORIZAÇÕES. Muita coisa já aconteceu e muito mais já está AGENDADO para acontecer em 2020.

BNDES E FGTS
9- O Conselho do BNDES mudou radicalmente a política de renda variável do banco, abrindo espaço para redução expressiva carteira de R$ 120 bilhões do BNDESPAR ao longo dos próximos três anos.
10 - O governo mudou, em 2019, a política de remuneração e saques do FGTS. A rentabilidade do fundo passará agora a ser distribuído para todas as contas individuais, foi criado o saque imediato de R$ 500 por conta ativa e inativa, e o saque aniversário anual em alternativa à sistemática de saque por rescisão do contrato de trabalho, que permitirá a retirada de parte do saldo da conta do FGTS anualmente, no mês do aniversário do trabalhador.












extraídadepuggina.org

NO PÉ DE ABRAHAM WEINTRAUB

 por Percival Puggina.
Décadas de uma Educação que prioriza o alinhamento com a visão esquerdista da história, da sociedade, da economia e da política colocou o Brasil no underground dos indicadores internacionais de qualidade. Aliás, no caso brasileiro, o indicador é de ruindade.
 O tema da Educação se inclui entre aqueles que me tiram o sono porque frustra meu desejo de ver o Brasil ingressando num patamar superior a esse em que se desdobrou minha vida. No viver aprendi que, em sociedades livres, o progresso social, político e econômico ocorre na razão direta da riqueza e das virtudes de seu patrimônio humano.
A imprensa está “pegando no pé” do ministro Abraham Weintraub. Tudo se passa e muita coisa é dita como se o ministro carregasse as culpas pelo péssimo desempenho da Educação em nosso país, onde raras e pontuais exceções são exatamente isso – pontuais e raras exceções. A quem não sabe, informo: 1) os dados do PISA, recém-divulgados, se referem ao ano de 2018 e o ministro nada tem a ver com eles, portanto; 2) a melhoria dos indicadores ocorrerá no tempo e é tão necessária quanto lenta será.
Acusa-se o ministro de ter excessivas preocupações ideológicas. Quem não as tem, contemplando o que acontece na Educação nacional? O pensamento freireano, o construtivismo, o marxismo e o esquerdismo permanecem como referências pedagógicas e foram sacralizados na concessão do título de patrono a Paulo Freire. Como haver futuro para nossa Educação se a imensa maioria dos professores crê estar num bom caminho, e que as dificuldades são todas financeiras? Mais dinheiro será, mesmo, o combustível para o foguete que nos levará ao topo?
Em 2015 gravei um vídeo sobre esse tema (1). Com quase 400 mil visualizações, ele colheu perto de 2 mil comentários cuja maioria relata experiências que comprovam a doutrinação. São evidências da falta de pluralismo e do esquerdismo que se fez hegemônico. Chegou-se a isso através do bem conhecido processo de tomada de posições nos centro de decisão (motivo, aliás, da revolta contra a gestão de Weintraub). Transcrevo, a seguir, alguns desses testemunhos:
Sou professor há 35 anos e esperei, todos os dias de minha vida, por alguém que não concordasse com Paulo Freire. Sempre fui discriminado por divergir dele. Hoje posso morrer em paz. Paulo Freire nunca foi um educador. Parabéns professor pela postagem deste vídeo.
Sr. Percival, estou com 73 anos de idade, aposentado, resolvi ocupar meu tempo fazendo licenciatura em matemática, estou em um instituto federal. Outro dia, após ouvir muita lengalenga sobre Paulo Freire, pedi à professora que me indicasse um país desenvolvido e/ou com boa classificação no PISA que tenha utilizado ou que utilize o Método Paulo Freire, não obtive resposta e para agravar argumentou que nosso baixo nível se dá por culpa das elites políticas, intelectuais e empresariais que impedem sua aplicação.
Sou Pedagogo, discordo de Paulo Freire e já estou começando a sofrer represálias.
Puggina! Lindo e triste vídeo... Sou uma professora de Sociologia e História que não segue livros... Que não tem voz em meio a tanta doutrinação dentro da escola. Mas dou o meu recado e vou na contramão. Amo o meu país e ainda espero por mudanças... Um abraço fraterno!
Experimente criticar Paulo Freire em qualquer curso de licenciatura no Brasil e você vai ser comido vivo. É impressionante como o discurso manso e democrático some e eles mostram sua verdadeira natureza intransigente (já aconteceu comigo).
Ótima reflexão Professor. E como futuro professor que serei, que pedagogias utilizarei se não as conheço, se elas não me foram apresentadas? Procuro muito metodologias que fogem do socioconstrutivismo, mas está difícil.
Comentário perfeito. Sou historiador. Fiquei fora de instituições por sempre discordar do lixo. Não raro, os sequelados e patrulheiros levantam-se, em palestras e cursos meus, e vão embora. É um prazer quando ocorre. Meus compromissos são com a História, a seriedade, a verdade. Não com besteiróis ideológicos.
Sou professor de escola pública e sinto o efeito devastador de Paulo Freire e toda a massa esquerdista. é muito triste e cansativo.
Comecei uma licenciatura e o que vejo é que eu tenho que dar sempre crédito ao "libertário". As perguntas das provas me obrigam a concordar com Paulo Freire. Questionei e fui atacado e quase reprovado. Contem comigo pra desmistificar essa fraude libertária.
Sou professor e infelizmente posso comprovar que esse tumor ainda prolifera.
Isso é verdade. Sou estudante do ultimo ano de Pedagogia e só rasgam elogio a Paulo Freire, e eu não posso nem dar minha opinião na sala!
Na escola sempre me foi ensinado: a culpa é do sistema! Hoje, como professor que estudou em escola pública, vejo a pedagogia ser trabalhada para massacrar o aluno e justificar que sua condição não é melhor por causa do sistema...
No referido vídeo há conteúdo para horas de leitura de testemunhos análogos a esses. A imprensa, que ao longo de décadas não se importou com a doutrinação nem com a ruindade do ensino brasileiro, agora se volta contra o ministro que viu o problema e está agindo contra ele.







extraídadepuggina.org

sábado, 28 de dezembro de 2019

Podemos torcer para o Brasil, time de que somos sócios perpétuos

ALEXANDRE GARCIA

Podemos torcer para o Brasil, time de que somos sócios perpétuos


General Mourão reage contra 'demagogia e populismo', detona salários de 'marajás' e defende Guedes

folha politica
General Mourão reage contra 'demagogia e populismo', detona salários de 'marajás' e defende Guedes

UM JUIZ DE PROVÍNCIA

Percival Puggina
O ministro Sérgio Moro tuitou assim, dia 24 de dezembro, sobre sua inclusão, pela britânica Financial Times, entre as 50 personalidades mais influentes da década:
“Nada mau para um juiz de província, mas o mérito na verdade é dos milhões de brasileiros que se indignaram contra a corrupção e geraram uma onda pela integridade na política e nos negócios na América Latina. Sempre serei fiel a esses ideais e a vocês.”
Realmente, nada mau. Suba num banquinho, leitor, e contemple a atualidade política brasileira. Olhe à sua volta e veja quem não gosta de Sérgio Moro. Só vai encontrar figuras desprezíveis, ainda que, por influentes, não possam ser desprezadas. Elas têm grande influência, sim. Alguns, por isso, se sentem “supremos” e morrem de inveja. Muitos entrariam na sua lista de 50 personalidades mais repulsivas da década.
Pessoas como Moro são realmente incomuns. Suas principais qualidades, além do conhecimento jurídico, são de natureza moral, num país em que virtudes são objeto de chacota e onde sua atividade  tromba contra poderes de Estado tomados por gente que não lhe têm qualquer apreço e onde o único objeto de zelo é o próprio rabo.













extraídadepuggina.org

CONTRA A TIRANIA DE ESTADO

por Lucas Gandlfe.
José Bonifácio de Andrada e Silva, patriarca da independência, ao fundar o Brasil disse: "o brasileiro será o novo ateniense se não cair vitima da tirania de Estado". Pois bem, no século XX e primeiros anos do XXI, o brasileiro tornou-se exatamente o que ele temia. Mais de cem anos sofrendo com o mesmo problema. E agora, o que fazer?
Antes, entretanto, precisamos redescobrir o que temos de defender e traçar um objetivo. “Quem não sabe o que é, não sabe o que quer. E, quem não sabe o que quer, não chega a lugar nenhum”. Começando do óbvio início, vale descrever o que é ser brasileiro. Ser brasileiro não é vir do Brasil (brasiliano) e sim ser “alguém que trabalha o Brasil”. Vamos, assim, iniciar o nosso brevê e não exauriente trabalho pelo Brasil, colocando apenas a primeira e incompleta pedra da construção.
O Estado (e não governo) é um aparato permanente, que abarca o conjunto de instituições controladoras e administradoras de uma nação (Legislativo, Judiciário, etc.), possuindo, para promoção dos seus fins, uma burocracia composta por técnicos, em regra, não eleitos pelo povo. Já o governo é eleito (nas democracias) para administrar as instituições do Estado temporariamente (durante o mandato).
As regras pré-estabelecidas (controle) para a convivência entre Estado, burocracia e governo são essenciais, em conjunto com a sociedade civil atuante e fiscalizadora, para uma nação ser considerada próspera e feliz. Mas onde estão tais regras? Na Constituição Federal.
Simplificadamente, a Constituição deve ser a expressão máxima dos valores de base, trazendo para si uma real expressão da vox populi, bem como organizadora do Estado. Entretanto, quais são os nossos valores de base? Qual Estado irá melhor representá-los?
Luiz Philippe de Orléans e Bragança nos ensina que os valores do brasileiro estão indubitavelmente calcados na tradição judaico-cristã , como a justiça, família e livre-arbítrio. Também apresenta como ponto axiológico o do trabalho e da prosperidade (vide o “progresso” na bandeira nacional), bem como à liberdade e o livre comércio. Finaliza com os valores de estabilidade e cidadania, e justiça, segurança e igualdade perante a lei.
O cientista político expressa, assim, cinco categorias de valores de base para o povo brasileiro, que por sua vez, devem ser protegidos pela ordem jurídica constitucional (nada além deles). A atual Constituição de 1988 viola todos estes valores, relativizando os anseios naturais do brasileiro (veja a situação em que se encontra a propriedade privada na atual legislação). Já a estrutura do Estado, em tese, deveria respeitar tais valores de base, o que, novamente, não acontece na Carta de 1988.
Nossa atual Constituição (sexta da República Brasileira) personificou o monstro “Leviatã” e junto com o hiperpresidencialismo possibilitou um descontrole e indistinção entre governo e Estado, inflando de “direitos” os governados e, consequentemente, fixando “obrigações” ao Estado, que estende seus tentáculos para todos os espaços possíveis, invadindo até nossos lares; privacidades; pensamentos. Temos uma verdadeira estrutura soviética.
Esse monstro possui duas rédeas, uma guiada pela oligarquia política e outra pela oligarquia econômica. Isso mesmo, o Brasil é governado por oligarquias. Tais oligarquias patrimonialistas, aproveitando-se do Estado agigantado e centralizado desde 1934 e contra os valores de base do brasileiro (sem representatividade), aparelharam-se para exercer governos tirânicos (autoritários ou populistas).
O clímax dessa tirania se deu nos governos Lula e Dilma (ambos populistas), onde a oligarquia econômica dos grandes empresários (banqueiros, construtoras) e a oligarquia política dos sindicatos, mídia, funcionários públicos, ONGs, partidos políticos se uniram para blindar o “poder” contra os milhões de brasileiros que tomavam diariamente às ruas.
Desde quando os governos oligárquicos assumiram o poder até os dias de hoje o Estado só aumentou, expedindo regulações, ampliando suas nomeações, criando “direitos em cima de direitos”, ampliando-se na burocracia, e, consequentemente, tributando cada vez mais os cidadãos, carga que chega atualmente a totalizar 40% do PIB (absurdo!). Passamos por Getúlio Vargas, Governo Militar, Lula, Dilma, Temer, e nada foi feito para redirecionarmos o timão deste país. A vaca continua sua longa marcha para o brejo.
É preciso redefinir nosso sistema econômico, que, obviamente, não é capitalista. Defino nossa econômica como neosocialista (provocação ao intelectual Chomsky), já que é recheada de monopólios estatais (quase duas centenas); bancos estatais (que irrigam a oligarquia econômica, como o BNDES); tributação concentrada na União (70%); carga tributária elevadíssima (quase 40% do PIB), embora ainda insuficiente para atender à Constituição; relativização do direito à propriedade; programas sociais centralizados na União e não regionalizados; protecionismo com barreiras ao comércio internacional e preços altos ao consumidor.
Falta apenas o Estado extinguir a propriedade privada e planificar de vez a econômica brasileira para oficializar seu socialismo. Mas agora temos o Governo Bolsonaro, as coisas serão diferentes. Até pode ser, pelo menos durante quatro anos. E depois? Qual garantia existe de que as medidas econômicas serão mantidas pelo próximo governo? Nenhuma. Isso porque estamos mantendo a mesma estrutura organizacional.
A Constituição deve conter os costumes, as alianças e as tradições da sociedade civil, protegendo e conservando, como afirma o filósofo Roger Scruton, os direitos e liberdades já constituídos que transformaram a adoção consciente de uma Constituição em um gesto coerente. Madison pôde dizer na Convenção Federal de 1787: “nosso governo deve assegurar os interesses permanentes da pátria contra a inovação”. Em resumo, uma Constituição deve estruturar-se dos princípios de base da sociedade civil, impondo uma nítida distinção entre Estado e governo, e restringindo a expansão da burocracia.
Para tanto, é preciso instituir um ideal liberal na Constituição, incentivando, desde já, uma discussão social sobre os nossos ideais de base, do real papel do Estado e governo, da moralidade de tantos tributos, do ideal marxista ainda vigorante no imaginário popular, e tutti quanti, sob pena de continuarmos sem representatividade, custeando mais por aquilo que decididamente não recebemos, nem receberemos.
Somente assim, conseguiremos efetivamente combater o patrimonialismo arraigado no Estado brasileiro, desconcentrando os poderes oligárquicos nacionais, e ferindo o tendão de Aquiles do “pai do povo brasileiro”. O contrário é ilusão e correr atrás do próprio rabo. Nunca sairemos desse marasmo centenário se assim não for feito.
Urge, portanto, a necessidade de mudança para que a sociedade civil exerça maior influência no Estado, no governo e na burocracia, autodeterminando-se e autogovernando-se. Só assim atingiremos a máxima de Abraham Lincoln “governo do povo, pelo povo e para o povo”.




















extraídadepuggina.org

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More