Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Entrevista de Bolsonaro na Record (29/10/2018)

DIVERSIDADES É AQUI YOUTUBE
Entrevista de Jair Bolsonaro na RecordTV.

"Chega de tranqueira",

por José Nêumanne
Este vídeo foi feito em homenagem e agradecimento a 57 milhões e 700 mil e tantos brasileiros que assumiram o poder na República, cumprindo o mandato constitucional segundo o qual todo o poder emana do povo e para o povo é exercido. Com isso, livraram o Brasil de mais um desgoverno federal com o PT e outro estadual em São Paulo com um bando de tranqueiras agora escorraçados do poder por quatro anos.

Ana Amélia manda recado para Boulos

verdade politica youtube

Manchete da Folha sobre whatsApp, gerando um factoide para favorecer o candidato da organização criminosa do Lula, é uma mancha obscura na história da imprensa brasileira

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STF começa a desenhar manobra para impedir que Bolsonaro assuma a presidência

DANIEL LOPEZ YOTUBE
FOTO ANDRADE JUNIOR

Meu nome é Jair Messias Bolsonaro. Podem me chamar de presidente.

Resultado de imagem para bolsonaro foi votar
Jorge Béja
Ele venceu. E vai governar o Brasil de 01.01.2019 a 31.12.2022. Venceu, não por ser um fenômeno. Muito menos, mito. Fenômeno e mito são dons, são atributos de ordem transcendental. Gandhi, Mandela, Luther King, Chaplin, Joana D’Arc, Chopin, Mozart, Liszt, Bach, entre outros, e cada um no cumprimento de sua missão, é que foram fenômenos, mitos, gênios. Eram iluminados. Marcaram épocas. São imortais. Já Bolsonaro, não.

Quando é chamado de “mito” por seus correligionários, a adjetivação está fora da realidade. É alegoria. Não traduz um fato concreto, histórico, científico ou filosófico a ele atribuído.
UM MEDICAMENTO – Bolsonaro é um anti-histamínico para eliminar a cor vermelha que lambuzaram a Bandeira Nacional, para fazer sumir a vermelhidão da pele, acabar com as coceiras, os edemas e outras alergias mais. Bolsonaro também é um antibiótico contra infecções por microorganismos e bactérias resistentes.
Bolsonaro é medicamento novo. Vai ser testado. Pode até curar. O tratamento é de longa duração. A dosagem precisa ser pesada, forte, ininterrupta, porque o doente chamado Brasil está duramente enfermo. Agoniza no CTI. Ainda não morreu. Se encontra entubado, mas há esperança de cura.
SURGE FRANCISCO – Naquele 13 de Março de 2013, vi na televisão o cardeal francês Jean-Louis Pierre Tauran (1943-2018) chegar na varanda externa da Basílica de São Pedro, em Roma, e com sua voz e gestos trêmulos dizer ao mundo:
“Annuntio vobis gaudium magnum, Habemus Papa. Eminentissimum ac Reverendissimum Dominum, Dominum Georgium Marium Sanctae Romanae Ecclesiae Cardinalem Bergoglio qui sibi nomem impossuit Franciscum” (Anuncio a todos vós, com grande alegria, temos Papa. Eminentíssimo e Reverendíssimo Senhor, Senhor Jorge Mario, Cardeal Bergóglio da Santa Romana Igreja que impôs a si o nome de Francisco).
Naquele dia eu identifiquei logo quem era o eleito no conclave que não durou muito tempo reunido na Capela Sistina. Era o cardeal “argentino” Jorge Mário Bergóglio que conheci pessoalmente no final da década de 1990 quando me apresentei ao piano no Teatro Colon, em Buenos Aires, no encerramento de um congresso internacional de ex-alunos.
“CLAIR DE LUNE” – Quando agradecia os aplausos, após executar a última peça, alguém da plateia estendeu o braço, me alcançou no palco e me passou um pequeno papel em que estava escrito “Clair de Lune” de Debussy.  Voltei ao piano e toquei. Era um “extra” vindo dos céus. Foi “Bergóglio”, então arcebispo de Buenos Aires, quem escreveu e pediu, me disse ele depois.
A eleição de Francisco para o comando da Igreja veio no momento certo, quando a Igreja Católica estava quase quase em ruína. E Francisco não cruzou os braços. Prendeu cardeais por corrupção e apropriação indébita. Entre eles, o dirigente maior do Banco do Vaticano. Submetido ao devido processo legal segundo as leis do Estado do Vaticano, hoje cumpre pesada pena de prisão no xadrez da Santa Sé.
Expulsou da Igreja padres, bispos e cardeais pedófilos, espalhados pelo mundo. Houve muita resistência. Quase conflito e assassinato. Mas Francisco venceu. A verdade, a honestidade, a pureza, a defesa da legalidade e do que é bom, justo e perfeito sempre triunfa. 
FRANCISCO DE ASSIS – Quando o então cardeal-arcebispo de Buenos Aires foi eleito Papa e adotou o nome Francisco, Jorge Bergóglio teve o seu pensamento voltado para o Francisco de Assis do Século XII, que ao perguntar a Jesus “Senhor, que queres que eu faça?”, ouviu a resposta: “Francisco, não vês que a minha casa está em ruínas? Vai, pois, restaure-a para mim”.  E Francisco deu início à restauração.
É esta a ordem, é esta a missão, é este o comando que o povo brasileiro dá ao senhor, presidente Bolsonaro. Restaure o Brasil para todos os brasileiros, para todos os povos, para todas as gentes. O senhor não é fenômeno nem mito. Sua eleição conta mais com o sentimento coletivo da “ira”, da justa “ira” que o povo nutre com o desastre e os danos que a era petista causou ao Brasil, do que com os seus méritos próprios, que existem e que agora – esperamos – virão à tona com o seu governo.
UM DEMOCRATA – Nunca, jamais, em ocasião alguma seja o senhor um déspota, e sim um democrata. Despotismo é terrível. Nem aqueles “Déspotas Esclarecidos”, como registra a História, defendiam a Liberdade, a Igualdade e a Fraternidade, e sim seus interesses para continuarem no poder e por isso passaram usar as ideias iluministas. 
A Constituição Federal e a ordem jurídica nacional são as colunas que sustentarão o seu governo. Não as fira. Não as derrube. A elas se submeta. Se não são boas, mude-as, então, seguindo o regular processo legislativo previsto na Constituição.
SEJA ENÉRGICO – Não se cerque de pelegos, aproveitadores, de gente boçal, despreparada e corrupta. Sua formação militar é rígida e não permite estar na companhia deles, assim como o senhor nunca esteve em quase 30 anos de legislatura. À menor suspeita de que um seu assessor, ministro ou integrante de outros escalões de seu governo cometeu ilícito contra a Administração, afaste-o do cargo, imediatamente, até que o processo investigativo termine. Basta a fundada suspeita. Depois, se for inocente, faça-o retornar. Se culpado, exonere-o e deixe seu destino a cargo do Poder Judiciário.
Tenha sempre, como únicos alvos principais do seu governo, a paz, a saúde, a segurança, a boa formação e a felicidade de cada um dos brasileiros. O bem comum, enfim.
PELO POVO – Sem ser populista, governe para o povo, pelo povo e com o povo. Despoje-se da menor vaidade. Sua missão é a de restaurar o nosso país, a nossa casa, que também está em ruínas, como estava a “casa” que Francisco de Assis restaurou e reedificou. Mesmo presidente, comandante-em-chefe das Forças Armadas, seja o senhor uma pessoa simples, sem ostentação e sem pompas. Seja como se fosse uma folha de papel no chão. Mas não se deixe ser pisado. Exerça sua autoridade, sem ser autoritário. Ouça os sábios, os pensadores, os anciãos. Aconselhe-se com quem tem bom conselho para dar.
O senhor venceu a morte. Aquela facada foi para matá-lo. Então, afaste, também, de todo o povo brasileiro, o perigo do esfaqueamento que nos amedronta, da morte que nos cerca e que enfrentamos, todos os dias, todas as horas, há anos e anos, por causa da violência urbana, do péssimo atendimento médico-hospitalar, por causa dos serviços públicos que mal funcionam, quando existem.
EQUIPES MÉDICAS – O povo brasileiro viu as equipes médicas irem até sua casa, no Rio de Janeiro, para cuidar do senhor. Nós, do povo, nem queremos tanto. Queremos, tão só, não esperar nas filas e corredores dos hospitais para sermos atendidos, o que leva horas, dias, semanas e até anos e anos. Aqui no Rio de Janeiro, o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO), o Hospital de Bonsucesso, o Hospital do Andaraí, que são federais, estão arruinados.
Coloque-os no mesmo nível do Hospital Central do Exército, do Hospital Naval Marcílio Dias, do Hospital da Aeronáutica, onde nada falta. Aqui no Rio de Janeiro e no país inteiro. O Brasil agoniza no CTI. O povo também. Os brasileiros estão enfermos e desalentados.
SEM CONCHAVOS – Não se aconchave com partidos políticos, com deputados, senadores, governadores, prefeitos, ministros, magistrados… Com ninguém. Também não permita que por eles o senhor seja manipulado, adulado e cortejado. Os Poderes da República são independentes, em primeiro lugar. Depois é que são harmônicos. Mas harmonia não quer dizer compadrio, cumplicidade, subserviência, arranjos e troca de favores.
E saiba que a maior autoridade, até mesmo acima do senhor, agora presidente da República eleito, a maior autoridade é o Povo Brasileiro. Tudo pelo povo. Só pelo povo. E no curso e ao cabo dos quatro anos de governo, que seja o senhor visto e tido como verdadeiramente um mito, um fenômeno, um herói, aplaudido e muito amado pelo povo que o elegeu presidente e pelo mesmo povo que o senhor elegeu como prioridade no seu governo. 
ADVERSÁRIO – Tenha o senhor toda a consideração, todo o respeito, toda a educação com o seu adversário político. Não o hostilize. Se lhe assiste razão, com ele concorde. É da democracia. É da civilidade. Porém, reação adequada a qualquer deslize que dele parta. Não transgrida as leis cármicas. Nem as desafie. Elas nos cobram por nossas ações e omissões que praticamos um segundo atrás ou em vidas e vidas passadas. As leis cármicas são inexoráveis. A todos apanham. Suas multidensidades são transcendentais. E nunca são percebidas por olhos comuns. 
Ore todos os dias. Deus é onipotente, onipresente e onisciente. Deus é todo poderoso, está presente em todos os lugares e tudo sabe. Não despreze os ensinamentos que nos legaram nossos antepassados. Encontre tempo e silêncio e conheça as “Características do Homem de Bem”, descritas por Allan Kardec no Capítulo 12, item 918 do “O Livro dos Espíritos”. Servirá para o aprimoramento e elevação da sua conduta pessoal e para saber, identificar e conhecer todos aqueles que o cercam.
E para terminar. Se puder, traga sempre em seu poder, no corpo ou na roupa, a pedra ônix, mas a verdadeira, a autêntica. É pedra poderosa. Limpa, energiza e seus efeitos são terapêuticos. Não é superstição. Não é “fake”. É verdade da Ciência Esotérica e da Ciência Holística.  Mas todo cuidado é pouco. Se a ônix que o senhor venha usar for pedra falsa, imitação da verdadeira, os efeitos são opostos. Derruba e destrói quem a carrega. Saúde, muita saúde e paz, presidente Jair Messias Bolsonaro.























extraídadetribunadainternet

Carla Howe em uma fantasia sexy

ANYPY
Modelo americano de 28 anos e atriz carla howe na festa de halloween em los angeles.


















Moro saúda Bolsonaro e sugere reformas para ‘recuperar a integridade da administração pública’

Ricardo Brandt, Julia Affonso e Fausto Macedo
FOTO ANDRADE JUNIOR
O juiz federal Sérgio Moro, da Operação Lava Jato, que colocou o ex-presidente Lula na cadeia, desejou ao presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) ‘que faça um bom governo’.
Moro declarou neste domingo, 28, após apuração de 98,89% dos votos, assegurando vitória de Bolsonaro, que ‘encerradas as eleições, cabe congratular o presidente eleito’.
Ele recomenda reformas ‘com diálogo e tolerância’.
“São importantes, com diálogo e tolerância, reformas para recuperar a economia e a integridade da Administração Pública”, sugere o magistrado.
Para Moro este é o caminho para ‘resgatar a confiança da população na classe política’.
LEIA A DECLARAÇÃO DE SÉRGIO MORO
“Encerradas as eleições, cabe congratular o Presidente eleito e desejar que faça um bom Governo. São importantes, com diálogo e tolerância, reformas para recuperar a economia e a integridade da Administracao Publica, assim resgatando a confianca da populacao na classe politica.”











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A VITÓRIA DE BOLSONARO

O ANTAGONISTA

"Uma virada à direita",

 por Fernando Gabeira
foto Andrade Junior
A roda rodou. Já vi muitos presidentes, subindo e descendo a rampa. Um deles descendo ao fundo da terra, Tancredo. Collor chegando e saindo de nariz erguido. Lula com tantas promessas.

Itamar, encontrei antes da posse, no Hotel Sheraton. Ele ainda não era o presidente, e eu tentava convencê-lo de que seria. Conheci Itamar desde a Rua Halfeld, a mesma onde Bolsonaro tomou a facada. Era um homem decente, tomava religiosamente uma sopinha ao entardecer. Ousou assinar o Plano Real.

Agora, sobe Jair Bolsonaro. Não foi uma rodada simples, dessas em que PT e PSDB se revezam. Foi mais ampla, como foi a de 64, só que agora sem Guerra Fria, num contexto democrático.

Senti a ascensão de Jair Bolsonaro. Impossível ignorá-la correndo o Brasil, observando as redes sociais. Quando levou a facada em Juiz de Fora, pensei: facada e tiro, quando não matam, elegem.

Se nossa cultura produziu essa certeza, isso quer dizer que a condenação da violência política tende a ser consensual. O presidente eleito deveria encarnar e expressar essa condenação. Não é um conselho, apenas uma leitura do Brasil. Os últimos dias de campanha foram ameaçadores. Prisão, desterro, banir da face da terra. Alta tensão. As universidades podem ser invadidas por ideias, não pela polícia.

O novo governo tem uma agenda brava, e só me resta usar esses meses de transição para estudar melhor e criticá-la com fundamento.

Outro campo de estudo se abre. A frase de Mano Brown — é preciso encontrar o povo — foi endereçada ao PT. Mas não vale também para o sistema partidário, a academia, a mídia, os especialistas? Como reconciliá-los com o homem comum?

Minha atitude com Bolsonaro será a que sempre adotei nos anos de convivência: respeito ao argumentar nos pontos divergentes e estímulo aos seus movimentos positivos. Alguns leitores condenam essa visão, sob o argumento de que normaliza a barbárie.

Mas se era assim com o deputado, por que não seria com o presidente, cujas ações mexem com nosso destino e com a imagem externa do Brasil?

Na minha visão de mundo, é impensável ofender os eleitores que escolheram outro caminho. O pressuposto é apostar na boa-fé da maioria do povo brasileiro.

Farei uma oposição sem truques ou medo, das que não visam ao poder. Apenas um desejo de ver o país retomando democraticamente os trilhos, um pouco também por filhos e netos. 
A sensação de continuidade ao lado da poesia são os territórios em que desafiamos a morte.

Ganhar a eleição é difícil; derrotar forças poderosas, mais ainda. No entanto, as dificuldades começam mesmo quando se chega ao governo. As qualidades para ganhar a eleição são diferentes das que impulsionam o governo. Para vencer, é preciso falar a linguagem do povo.

O grande talento nesse campo nem sempre nos socorre, quando a necessidade impõe grande esforço intelectual para a tomada de decisões. Da mesma forma, o tom agressivo de campanha é o inverso da generosidade que se espera de um eleito.

Bolsonaro não é um raio em céu azul. O panorama político no Brasil mudou. Pensadores de direita surgiram no cenário. Jovens liberais, propagandistas religiosos ocuparam as redes.

As manifestações de 2013 colocaram na rua multidões com uma aspiração difusa de melhores serviços. As de 2015 afunilaram na denúncia da corrupção, impulsionaram a queda de Dilma.

Uma esquerda, sem élan para se reinventar ou base teórica para vislumbrar o horizonte, tornou-se uma presa fácil no debate de ideias.

Foi uma campanha da era digital. Hoje, todos falam, compartilham. Baixo nível? Talvez. Mais democrático? Sem dúvida. Foi também facada, fake news, acusações, brigas entre famílias, amigos, ansiedade, tentativas de suicídio — um psicodrama nacional.
Fiz tudo para manter a cabeça fria. É natural levar caneladas dos dois lados. Caneladas e balas perdidas são parte do jogo.

Outro dia, alguém escreveu sobre mim: se ficar como ele, peço aos amigos que me ajudem numa eutanásia. Não tenho por hábito contestar essas coisas da rede. Nesse caso, a resposta seria simples: obrigado por morrer em meu lugar. É uma gentileza nesses tempos sombrios.

É preciso viver um pouco mais para ver um país mais tranquilo, fraternal. Não sou ingênuo a ponto de imaginar esquerda e direita de mãos dadas. Não se trata de lirismo. As emoções da campanha ofuscaram um pouco a gravidade de nossos problemas.

Agora, voltamos à vida real.

O Globo
































extraídaderota2014blogspot

Ataques da imprensa a Bolsonaro enaltecem a vitória do presidente eleito

TOMAZ FILHO
O grande vencedor é Jair Bolsonaro.

Que teve a ousadia de encarar uma campanha sem partido forte, sem aliados poderosos, sem grana e sem tempo de televisão.

Sem aliados poderosos, diga-se, na política. Mas, com o povo ao seu lado, o que não é pouco. De que mais poderia precisar, se é o povo que vota? Que elege.

E quanto a televisão, está evidente que as redes sociais atropelaram o espaço generoso da TV. Quem se dispõe hoje a sentar em frente a uma TV para assistir promessas, invariavelmente nunca cumpridas?

Se o vencedor foi Bolsonaro, a lista de perdedores é longa.

Primeiro, a velha política, embora alguns notórios representantes dela, entre eles os notórios Renan Calheiros (Alagoas) e Jader Barbalho (Pará) tenham garantido sobrevida em companhia de outros cânceres políticos do Norte e do Nordeste, sobretudo nos Estados de Pernambuco, da Bahia, do Rio Grande do Norte...

E como abstrair a imprensa da relação de derrotados? Jamais se viu na história do Brasil tamanha campanha contra um candidato, como ocorreu em relação a Bolsonaro.

O que a Folha de São Paulo, o Globo, a TV Globo, a Veja despejaram de impropérios contra o agora eleito presidente da República é uma afronta à postura ética da imprensa.

Os ataques a Bolsonaro só enaltecem a vitória do presidente eleito.























EXTRAÍDADEROTA2014BLOGSPOT

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