Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

sexta-feira, 30 de março de 2018

Lula poderá provocar um colapso institucional

A concessão de habeas corpus vai provocar a ira dos militares... O enfrentamento já é publico segundo a revista Isto É... Se o STF violara Constituição "o tranco será duro" segundo um oficial general quatro estrelas..
CLIQUE NO LINK ABAIXO E VEJA O VÍDEO

https://www.youtube.com/watch?v=njdceZoo7zo

HOJE E ONTEM NA ESCOLA

por Alexandre Garcia
Recebi de dois amigos um vídeo que dizem se passa em uma escola de Mato Grosso. Não sei se foi lá nem sei quando, mas o certo é que está bem audível a reprimenda que dois homens fazem a 17 alunos, adolescentes, postos de joelhos e cabisbaixos, enquanto ouvem a ameaça: “Hoje em dia a polícia não resolve mais nada, quem resolve é o Comando”. E outro completa: “Nóis é do CMT e tá dando um alerta; se tiver que vir pela segunda vez, vai ser no pau. Se pegar vocês fumando bagulho, vamos quebrar vocês no pau.” E avisam que se o guardinha avisar que estão fumando de novo, vai “ser daquele jeitão”. Inclusive se forem pegos com maconha na rua. E alertam que na escola há alunos com necessidades especiais e filhos de presos, que precisam ser respeidos.

Imagine se um professor pusesse de joelhos alunos fumadores de maconha na escola. O professor seria destituído, talvez preso, e apanharia dos alunos. O politicamente correto enfraqueceu a disciplina e com ela o professor. A droga invade escolas e, no caso, foi preciso pedir a proteção de traficantes, que impõem a disciplina do modo que alunos entendem. E eles avisam que estão com o guardinha e com a diretora. E eu vos digo: as diretoras que tentaram impor disciplina em suas escolas foram denunciadas por pais, foram expostas na mídia e acabaram desiludidas com a missão que escolheram por vocação. No caso do vídeo, o pessoal do tal Comando está à frente do politicamente correto no trato com droga - incrível!

Em Brasília, o legislativo local acaba de derrubar veto do governador contra a lei que cria a disciplina de moral e cívica nas escolas do Distrito Federal. O governador, certamente, ainda tem a síndrome do governo militar. Só que a matéria não é dos militares. Quando frequentei a escola pública, o grupo escolar, no primário, entre 1947 e 1951, tínhamos, em Estudos Sociais, o ensino da cidadania, da estrutura do estado brasileiro, das funções dos três poderes, os direitos e deveres do cidadão; aos sábados, tínhamos hora cívica, em que hasteávamos a bandeira cantando o Hino Nacional e depois líamos textos e poesias referentes aos vultos e episódios da História do Brasil comemorados na semana que findava. Ao final, arriávamos a bandeira cantando o Hino à Bandeira. E aprendíamos a interpretar textos, a fazer frases, a escrever trechos ditados, com a consciência de que a Língua Portuguesa é um dos patrimônios da nacionalidade.

Mais do que isso, antes de entrarmos no ensino fundamental e durante nossa infância, recebíamos em casa a educação de não mentir, de respeitar as leis e os outros, de respeitar o patrimônio público, de nos comportarmos em público com a educação recebida em casa. Eram tempos em que não havia droga “recreativa” - sabíamos que toda droga faz mal -, as brincadeiras não eram chamadas de “bullying”, meninos e meninas eram meninos e meninas; os namoricos precoces não eram “assédio” e os professores não tinham medo de ser processados quando caíamos de árvores ou de telhados. E nós tínhamos medo e respeito dos professores. Chegamos até aqui - com as exceções normais - ordeiros, disciplinados, felizes, vividos e, creio, bons cidadãos.





















*Publicado originalmente em http://www.sonoticias.com.br/coluna/hoje-e-ontem-na-escola

O Supremo entregará carta branca aos corruptos se deixar Lula solto

TOMAZ FILHO
Luiz Inácio Lula da Silva é de longe o mais corrupto presidente da República da história do Brasil. O petista ficou oito anos no Palácio do Planalto comandando o maior assalto ao bolso do povo jamais visto na história.

Estatais, como Petrobras, BNDES, Eletrobrás, Correios, Banco do Brasil foram alvos da fúria luloptista durante mais de uma década.

Os fundos de pensão da Petrobras, do Banco do Brasil e dos Correios foram saqueados sem piedade.

Lula saiu do Palácio, mas manteve Dilma 'trambique' Rousseff em seu lugar. A 'laranja' tentou dar sequência ao espetáculo de corrupção montado pelo 'capo'.

Mas, o Congresso Nacional, pressionado por milhões de brasileiros que foram às ruas, acabou expelindo a petista do poder, assim com boa parte da corja 'vermelha.

Como a máquina pública foi ocupada por petistas e puxadinhos ao longo de décadas, a organização criminosa continua emperrando o Estado e, tudo indica, levará tempo para ser recuperado.

Será necessário mais que um governo sério para desmanchar anos de degradação.

Dilma foi substituída pelo vice Michel Temer, que encara várias denúncias de corrupção. Nada surpreendente.

Afinal, Temer é subproduto da organização criminosa do Lula.

Este é o Brasil que se prepara para eleger um novo presidente em outubro.

E não é apenas a inexistência de um nome, até agora, que anime os brasileiros. A questão é que, paralelamente à degradação do quadro político, o Supremo Tribunal Federal põe mais incerteza no cenário nacional ao estimular a corrupção.

Haja vista a estúpida intenção de manter Lula fora da cadeia.

Se isso se confirmar, estará explícita a senha gestada no Supremo indicando que o crime compensa.









































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ÁLVARO DIAS DETONA O STF

Em discurso no Senado, Alvaro Dias, Senador Eleito pelo Paraná e Candidato à Presidencia em 2018, estava com a palavra e detonou aos Ministros do STF. Alvaro dias disse que os Ministros do STF querem Governar as Leis.

MAL-ESTAR

por Denis Lerrer Rosenfield.
Há um profundo mal-estar na sociedade brasileira As pessoas estão tomadas pelo desânimo e pela insegurança, portadoras de grande descrença nos políticos e nos partidos. Se a moralidade pública se tornou uma bandeira política, é porque não faltaram razões que corroboram tal percepção. É bem verdade que a economia voltou a crescer, criando novas condições sociais, graças às reformas realizadas pelo atual governo. Porém tais efeitos ainda não se fizeram sentir ou não são percebidos como tal.
Não deveria, portanto, causar estranheza o fortalecimento da candidatura do deputado Jair Bolsonaro, na medida em que ele consegue dar vazão ao sentimento de uma sociedade cansada de desmandos. Pretender desqualificá-lo como sendo de extrema direita nada mais é que uma reação de tipo ideológico, pois não leva em consideração que suas posições estão enraizadas na sociedade. Ele não é uma "bolha" que logo estourará, mas um fenômeno que expressa questões e posições de uma sociedade que está de saco cheio de tudo o que está aí.
A descrença da sociedade nos políticos e nos partidos em geral tem sérias razões. Não há praticamente nenhum grande partido que escape. O PT foi o grande mestre, com o mensalão e o petrolão. Nos governos petistas o País foi levado à ruína econômica e à falta completa de ética. Ex-membros do novo governo estão envolvidos na Lava Jato, como um ex-ministro com mais de R$ 50 milhões escondidos num apartamento. As imagens foram impactantes. O ex-presidente do PSDB também aparece envolvido com a JBS. A lista seria interminável. Fica, porém, a percepção de que todos os partidos estão podres, embora, evidentemente, haja pessoas sérias e honestas em todos eles. O que conta, todavia, é a percepção popular. Nesse sentido, a posição de um outsider tende a ser muito bem recebida.
As denominações de esquerda e de direita, em tal contexto, passam a não ter maior significação, porquanto a questão reside em como dar respostas aos problemas que são postos pela sociedade. Expressão desse deslocamento se encontra em recente entrevista do ex-presidente Fernando Henrique, ao declarar que tem "medo da direita", em alusão indireta ao deputado Bolsonaro. Curioso. Não teria ele "medo da esquerda" petista lulista, que destruiu o País? Ou de Hugo Chávez e sucessores, que conduziram a Venezuela ao abismo?
A sociedade não tolera mais as invasões do MST e de seus assemelhados urbanos, como o MTST. Quer tranquilidade em sua vida e em seu trabalho. Note-se que o MST foi estimulado e acariciado tanto pelos tucanos quanto pelos petistas, com exceção da ex-presidente Dilma, que dele se demarcou, e do atual presidente, que tampouco compactua com a desordem. Acontece que o desrespeito à propriedade privada é condenado pela imensa maioria da população, que não mais embarca nos cantos românticos de uma esquerda irresponsável. Consequentemente, quando um outsider como o deputado Bolsonaro toma para si essa bandeira, ele não apenas se contrapõe a importantes partidos, como expressa o que é sentido e condenado pela sociedade.
Pegue-se, por exemplo, um projeto de lei hoje tramitando que permite aos proprietários rurais a autodefesa mediante autorização para registro e posse de armas. Alguns afoitos ou mal-intencionados já criticam tal lei como se ela viesse estabelecer o "faroeste no campo". Como assim? Ele já não existe na forma de invasões violentas do MST, com uso de armas, sequestros, incêndios, destruição de propriedades, e assim por diante? E a prática do abigeato? E os simples roubos e assassinatos? Condenam-se os que procuram defender-se, e não os que usam da violência em suas invasões. Então, se um candidato dá voz aos que não conseguem fazer-se ouvir, qual seria o problema? Ser de direita? Santa paciência!
As pessoas não conseguem mais caminhar livremente nas cidades brasileiras. A insegurança impera, a violência está sempre à espreita. O automóvel é hoje utilizado para qualquer deslocamento, expressando um medo disseminado. Os mais ricos andam em carros blindados. O direito básico de livre circulação é simplesmente anulado pela insegurança física das pessoas e dos seus bens. Pais e mães ficam angustiados à espera de um filho ou filha que foi a uma festa noturna. Mães são assassinadas quando buscam filhos na escola. A situação é absolutamente intolerável e nenhum governo se ocupou seriamente da segurança pública. Tucanos e petistas nada fizeram e a nossa realidade, hoje, é produto de uma longa história de descaso pela coisa pública. Não deveria surpreender que um candidato que vocalize tal problema básico do Estado cresça na opinião pública. Se o deputado Bolsonaro cresce nas pesquisas, é por que os partidos tradicionais lhe abriram espaço ao não enfrentarem as questões por ele suscitadas.
Chegamos a uma situação assaz esquisita, em que bandidos circulam livremente com armas de restrito uso militar pelas favelas brasileiras, sem que nada seja efetivamente feito. Até posam para fotos, dada a total impunidade. Se um militar os enfrenta, da polícia, do Exército, da Marinha ou da Aeronáutica, logo se instaura um processo contra ele – agora, felizmente, sob os auspícios da Justiça Militar. Se for menor de idade, pior ainda, pois um "civil" indefeso é que teria sido morto. Os valores estão totalmente invertidos. Os ditos "direitos humanos" não deveriam ser utilizados para a proteção de criminosos, maiores ou menores. Menores matam livremente e depois de uma breve reclusão saem com ficha limpa. É um estímulo ao crime. Assim, se um candidato defende a redução da maioridade penal e a revisão do Estatuto da Criança e do Adolescente é imediatamente estigmatizado como conservador e retrógrado. A perversão é completa.
* Professor de Filosofia na UFRGS





















**Publicado originalmente no Estadão

"A jabuticaba mecânica",

por Fernando Gabeira O Globo
Semana de trabalho no Rio: chuva, bloqueios de algumas vias. Comecei na GloboNews com uma reportagem sobre o desaparecimento do pedreiro Amarildo, na Rocinha. Trabalho agora fazendo perguntas sobre um crime mais complexo e de repercussão internacional: Marielle Franco. Ele deve envolver, pelo menos é o prometido, o que há de melhor na investigação nacional.

Porém, é um momento também de avaliar como esse desafio está sendo vencido. Em outras palavras, avaliar as nossas chances.

Mas os ventos de Brasília bateram pesado esta semana. Tudo indica que não só Lula não cumprirá a sentença do TRF de Porto Alegre como a tendência mais forte no STF é de acabar com a prisão em segunda instância.

O sistema de corrupção no Brasil tem sido apresentado como um mecanismo: envolve políticos que fraudam licitações, empresas que superfaturam, e devolve uma parte aos partidos políticos.

A decisão que o Supremo vai tomar pode agregar um novo elemento ao mecanismo. É possível desviar dinheiro público, por exemplo, e seguir em liberdade com a esperança mais do que justificada da prescrição da pena. Isso mantém de pé um edifício moralmente arruinado, mas difícil de ser batido.

Uma outra engrenagem do mecanismo foi acionada com a reforma política, em que os partidos garantem sua continuidade, através de farto dinheiro público. É um muro contra as mudanças.

Li que a impossibilidade de prender após segunda instância existe apenas no Brasil. É uma jabuticaba, revestida de um discurso de proteção da liberdade do indivíduo.

O mecanismo, cujas rodas deslizam sobre a imensa jabuticaba, tornou-se um aparato de poder singular que sobrevive apesar das evidências de que a sociedade o rejeita.

Com o muro construído em torno de mudanças é impossível que saia alguma coisa do Congresso, pois grande parte dele depende de longos recursos judiciais para seguir em liberdade.

Aparentemente, a roda rodou. Mas ainda há algumas instituições funcionando, e o poder que a sociedade pode exercer por meio da transparência.

Do ponto de vista de um mecanismo que se desloca solidariamente, o sistema segue o mesmo. No entanto, a sociedade não é a mesma depois da Lava-Jato: cresceu a consciência de que a lei deve valer para todos.

Ainda preciso de um pouco de tempo para refletir sobre as consequências do que me parece um novo momento. Uma delas é uma possível radicalização, com frutos para os extremos.

Isso prenuncia eleições tensas, soluções simples. O Brasil teve 60 mil assassinatos em um ano. É um tema que deveria nos unir ou, pelo menos, nos aproximar. Infelizmente, não temos sabido achar um caminho de acordo sobre como reduzir essas mortes ou mesmo como puni-las adequadamente.

Tudo isso pensado numa semana chuvosa, trabalhando num caso tão triste para um programa seminal, talvez tenha dado a impressão de tristeza. Mas ficar apenas triste é render-se ao imenso mecanismo que, na minha opinião, atrasa o Brasil.

Sobreviver para combater a engrenagem é uma forma de viver, embora não a única. O abismo que separa o sistema da sociedade, e de algumas instituições que a respeitam, será rompido um dia, mesmo que não se saiba precisamente como nem quando vai se romper.

É uma necessidade histórica que acaba abrindo seu caminho. De qualquer forma, os anos difíceis que pareciam longos parecem ganhar agora um novo fôlego.




















































extraídaderota2014blogspot

Judiciário custa R$ 84,8 bilhões/ano e sua folha salarial leva 90% dos recursos

Deu em O Tempo
O Judiciário custou para cada brasileiro, em 2016, R$ 411,73, totalizando um gasto de R$ 84,8 bilhões. Cerca de 90% desse valor foi usado com a folha de pagamento de juízes e funcionários ativos e inativos, incluindo aí os penduricalhos, como auxílio-moradia. O gasto com a magistratura foi calculado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e divulgado em anuário que faz um raio X da magistratura.
O documento mostra que, desde 2009, esse custo per capita já cresceu mais de 30%. Naquele ano, os tribunais custaram R$ 315,52 para cada brasileiro. A Justiça Estadual foi a que mais pesou no bolso do cidadão, pois consumiu R$ 233,42 per capita em 2016. Logo atrás está a Justiça do Trabalho, que teve custo de R$ 82,72.
JUÍZES FEDERAIS – Em seguida, aparecem os juízes federais com uma despesa per capita de R$ 51,08. Essa categoria do Judiciário fez greve na quinta-feira passada, reivindicou recomposições salariais de 40% e diz ter direito a receber indiscriminadamente o auxílio-moradia mensal de R$ 4.377,73.
Alguns magistrados, como o juiz Sergio Moro, que julga os casos da operação Lava Jato, em Curitiba, argumentam que o valor serve para compensar a falta de reajustes.
Se as reivindicações salariais dos 1.796 juízes federais fossem atendidas imediatamente, a despesa média mensal com essa categoria do Judiciário subiria de R$ 50,8 mil para mais de R$ 71,2 mil. Esses magistrados só não custam mais caro do que os colegas da Justiça Militar estadual, um grupo de 75 juízes que têm custo médio mensal de R$ 53,7 mil.
PRODUTIVIDADE BAIXA – Apesar de custarem mais aos cofres públicos, o índice de produtividade dos juízes federais tem caído desde 2012, segundo o CNJ. Naquele ano, eles tinham uma média individual de 2.565 processos baixados. Em 2016, o índice caiu para 2.065. Nesse mesmo período, a produtividade dos juízes estaduais, trabalhistas e dos tribunais superiores manteve trajetória de alta ou permaneceu inalterada.
O fim do auxílio-moradia pago a funcionários do Judiciário e do Legislativo resultaria em uma economia anual de R$ 1,6 bilhão aos cofres públicos, segundo estudo produzido pela Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira da Câmara dos Deputados. Uma proposta para limitar o benefício está em discussão em uma comissão especial da Casa.
FÉRIAS EM DOBRO – A relatoria da comissão também avalia propor uma redução do período de férias dos juízes e promotores de 60 para 30 dias, o que resultaria em uma economia de R$ 1,15 bilhão por ano, de acordo com os técnicos.
O levantamento mostra que, nos 41 meses desde que o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu uma liminar estendendo o auxílio-moradia para todos os juízes do país, a União já desembolsou cerca de R$ 4 bilhões com o benefício. O julgamento da ação que trata do assunto está marcado para o próximo dia 22, na Corte.
NO PARECER – O estudo da consultoria legislativa tem como base dados informados pelos portais da transparência de cada órgão e será parte do parecer final do deputado Rubens Bueno (PPS-PR), relator do projeto na Câmara que regulamenta o teto salarial dos servidores públicos. O relatório ainda será apresentado à comissão especial que analisa os “penduricalhos” nos salários dos servidores públicos.
O universo analisado é de 31.764 servidores na ativa. A média dos valores pagos é de R$ 4.377,73, sendo que na Câmara o auxílio pago aos deputados sem direito a apartamento funcional é de R$ 4.253 e, no Senado, a verba oferecida aos parlamentares é de R$ 5.500.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Os integrantes do Judiciário precisam lembrar urgentemente do significado da expressão “fazer Justiça”. Aliás, foi o Supremo que começou a quebrar o teto constitucional, quando aprovou a “gratificação” para ministro do STF que trabalhar também no TSE. E como se sabe, depois da cerca arrebentada, onde passa um boi, logo passará uma boiada. (C.N.)











































extraídadatribunadainternet

Senador José Medeiros, agora querem censurar???

O senador José Medeiros fala sobre assuntos polêmicos do momento: o tiro a caravana de Lula e o boicote a série da NETFLIX "O mecanismo". Imperdível. Isso você não vê nos telejornais, a Folha não publica...
POR GENTILEZA, CLIQUE NO LINK ABAIXO -

https://www.youtube.com/watch?v=4vo7mZjLmoQ

quinta-feira, 29 de março de 2018

"Não culpe o político, ele é a sua cara",

 por Ascânio Seleme O Globo
Virou esporte nacional bater no Congresso, no Palácio do Planalto, nos partidos e nos políticos de um modo geral. Quem aqui nunca recebeu uma, duas, dez, cem mensagens atacando Brasília, a cidade que chamam de berço da corrupção? Piadas e memes, alguns muito engraçados, entopem nossas caixas de mensagens e WhatsApp. A última que recebi veio de uma amiga com o seguinte teor: “Dizem que colhemos o que plantamos, eu não me lembro de ter plantado tanto político filho da p...”

O pior é que ela, eu e você plantamos, sim, todos estes políticos. Quando falamos de uma democracia representativa, concordamos que todos os eleitos devem ser empossados e aceitamos o resultado das urnas como justo, legítimo e representativo da nossa vontade coletiva. Por isso, vereadores, deputados, senadores, prefeitos, governadores e o presidente da República são integralmente nossos representantes.

Claro que você pode dizer que o eleitor médio é mal informado e não pensa como você. 

Pode ser, mas ele é tão brasileiro quanto você. E como você ele tem deveres e direitos. 

Dentre estes direitos, o de eleger seus, nossos representantes nas casas legislativas e nos poderes executivos nacionais. Não há nada que se possa fazer quanto a isso. É assim que funciona a democracia.

Como evitar que tantos maus políticos sejam eleitos pelo voto popular? A resposta mais simples e objetiva seria tratar de educar politicamente o eleitor. Mas como, se nem educação formal adequada o país consegue oferecer aos seus cidadãos? O tempo poderá se encarregar disso. Não sei, creio que sim. Mas sempre que penso na evolução política do país me ocorre aquela famosa frase do deputado Ulysses Guimarães: “Se você acha ruim este Congresso, espere pelo próximo.”

O fato é que não se pode atribuir apenas à ignorância a multiplicação de políticos oportunistas, canalhas e ladrões. Ou será que todos os 223.708 fluminenses que elegeram Eduardo Cunha em 2014 ignoravam quem estavam elegendo? Você pode dizer que talvez sim, porque Cunha só ganhou maior visibilidade depois de se eleger presidente da Câmara, um ano depois. Está certo. Mas, então, o que dizer dos eleitores de Paulo Maluf?

Maluf virou verbete tamanho o seu reconhecimento. Malufar, segundo o Dicionário Informal, significa esperteza e malandragem descarada ou encobrir, disfarçar, negar, fraudar. E com tudo isso, 250.296 paulistas o elegeram para uma cadeira na Câmara dos Deputados. Não se pode dizer que todas estas pessoas ignoravam em 2014 quem era o Paulo Maluf que estavam elegendo. Desde 1985, quando perdeu para Tancredo Neves no Colégio Eleitoral, Maluf é o que é.

E o que dizer de Lula? Foi na sua gestão que ocorreram os dois maiores escândalos de corrupção da História deste país, o Mensalão e o Petrolão desbaratado pela Lava-Jato. Alguém pode argumentar que ele foi o presidente da inclusão, etc. Tudo bem, mas ele também foi condenado a 12 anos de prisão por lavagem de dinheiro e corrupção passiva e ainda responde a mais quatro processos que devem adicionar alguns anos a mais na sua conta com a Justiça. Mesmo assim, Lula tem o apoio de mais de 30% dos brasileiros.

Isso aqui não é a Malásia, mas parece. Lá, US$ 681 milhões foram descobertos na conta do primeiro-ministro Najib Razak na sequência de um escândalo de US$ 4,5 bi na agência de desenvolvimento local. Ele disse que o dinheiro da sua conta foi dado por um admirador anônimo, e segue no comando do país. Segundo especialistas malaios ouvidos pela revista “The Economist”, o partido do primeiro-ministro deve ganhar a eleição de agosto, e tudo indica que Razak continuará em seu posto.

Não adianta dissimular e fingir que não é culpa nossa a infestação de ratos no ambiente político nacional. Na Malásia, pode ser, porque lá as eleições são esquisitas. O partido de Razak com 47% dos votos ganhou 60% dos assentos no Parlamento na última eleição. 

Aqui, não. No Brasil, cada voto conta e elegem-se os mais votados. Então, quer uma solução? Arregace as mangas, faça política, converse, debata, candidate-se. Mas apure, outubro já está quase aí.

MELHOR DO MUNDO
A Biblioteca de São Paulo (BSP) é finalista do prêmio de melhor biblioteca do mundo, oferecido pela Feira Internacional do Livro de Londres em parceria com a Associação dos Editores do Reino Unido. A BSP foi erguida onde ficava o antigo Presídio do Carandiru, no centro de uma praça cultural. Enquanto isso, a Biblioteca Parque do Rio permanece fechada e apodrecendo desde 2016. Ela recebia 4 mil usuários por dia e custou R$ 85 milhões.

MINAS NÃO HÁ MAIS
Quem diria que um dia Minas deixaria de ter qualquer relevância política nacional. Não há no estado sequer um político em quem se possa apostar qualquer ficha federal. Terra de Tancredo Neves, Juscelino Kubitschek, Afonso Arinos, Magalhães Pinto, José Aparecido de Oliveira, hoje em Minas sobram Aécio Neves e Fernando Pimentel, ambos réus em casos de corrupção e lavagem de dinheiro.


VERA HOLTZ
Ela não precisa de publicidade, já tem 1 milhão e 300 mil seguidores, mas é meu dever alertar os leitores desta coluna. Vale a pena seguir o Instagram da atriz Vera Holtz. É sensacional.












































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