Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

sábado, 2 de maio de 2026

Globalismo, PL da Misoginia e a revolução feminista

  Carlos Junior 


Experimente falar de algum assunto desconhecido em qualquer roda de conversa neste país e veja a mágica acontecer. Alguém com pompa e circunstância irá te olhar com o nariz empinado e proferir a sentença definitiva: eu nunca ouvi falar disso. Ou seja, a ignorância é a métrica do conhecimento válido. Só mesmo no Brasil.

É o que tanto escuto quando falo – ou vejo alguém falar – sobre globalismo. Deve ser algo esotérico, pois ninguém do show business fala do tema e a grande mídia impõe um silêncio sepulcral acerca do assunto mais importante da política mundial. Afinal, é a luta dos mais variados povos organizados em seus Estados-nações contra o monstrengo que quer dissolver qualquer vestígio de soberania nacional – especialmente a americana – em nome de uma autoridade internacional. Recomendo a leitura do livro Política, Ideologia e Conspirações – a sujeira por trás das ideias que dominam o mundo, de Larry Abraham e Gary Allen. A obra expõe a elite progressista em seus diversos tentáculos, até mesmo no Partido Republicano – lar de Nelson Rockefeller, Richard Nixon, Henry Kissinger e George H. W. Bush, que, na prática, cada um a seu modo, cooperaram para o projeto de um “globalismo progressista”.

Os próprios acólitos globalistas não escondem os seus objetivos: o livro A Conspiração Aberta, do socialista fabiano George H. Wells, é quase um clamor por uma ordem globalmente organizada. A elite progressista busca o fim das soberanias nacionais através da destruição das identidades culturais dos seus povos – caldo composto pelo idioma, pela alta cultura e pelos princípios orientados pela religião. Não por acaso o financiamento das famílias Rockfeller, Rothschild, Soros, Morgan e tutti quanti para iniciativas progressistas que visam a uma mutação completa dos códigos morais da sociedade ocidental: ateísmo, abortismo, feminismo, militância LGBT, liberação das drogas e valorização do banditismo como reação legítima ao status quo. Através de uma rede bem organizada de atuação, os profetas de um novo estado de coisas conseguem implementar essa agenda de forma eficiente sem que a maioria desconfie de algo.

Pois bem, o PL da Misoginia é o exemplo mais puro e cristalino desse quadro. A forma, o conteúdo e as implicações da sua aprovação pelo Senado Federal não deixam a menor margem para dúvida acerca da existência do Leviatã globalista.

O PL 896/2023 foi aprovado por unanimidade no Senado. De autoria da senadora Ana Paula Lobato (PSB/MA) e relatoria de Soraya Thronicke (PSB/MS), ele equipara a misoginia ao racismo com a consequência lógica de torná-la crime inafiançável e imprescritível. Estabelece uma pena mínima de dois anos de reclusão. O que seria misoginia? Pelo PL, é o ‘’sentimento de ódio, repulsa ou aversão às mulheres’’.

Eis o ovo da serpente. Criminalizar o discurso com base em conceitos escorregadios é trilhar o caminho da servidão. Como garantir que um homem não será enquadrado nesse dispositivo legal ao discutir normalmente com uma mulher, uma vez que o projeto de lei não estabelece regras claras e delega essa tarefa ao delegado ou juiz? Além disso, como atestar a veracidade do depoimento da suposta vítima sem testemunhas ou provas materiais acerca do possível crime? São simples questionamentos que qualquer pessoa levanta ao colocar mais de dois neurônios para funcionar – nem me perguntem quem tem menos disso, pois, a depender da resposta, o autor destas linhas pode ter um destino infeliz com a supracitada iniciativa legislativa.

É claro como o sol de Teresina que o feminismo organizado não dá a mínima para as possíveis – e prováveis – consequências dessa sandice. Como bom movimento revolucionário, ele quer a completa inversão de valores e padrões vigentes utilizando o absurdo como modus operandi para tal. Ora, qualquer concessão à insanidade representa uma vitória para a revolução a partir do momento em que o concedido vira regra e abre brecha para a realização total da plataforma. Como o nosso Congresso Nacional é composto por indivíduos capazes de quase tudo, uma solução que agrade gregos e troianos é certamente uma possibilidade – e esse desfecho já torna triunfante o sufocamento de vozes divergentes sob o pretexto de combate à violência contra a mulher.

A mutação social e moral que o feminismo propõe serve integralmente ao globalismo por vários fatores: (I) destruição do modelo tradicional da família, (II) redução da população mundial através de plataformas comportamentais como aborto, repulsa ao casamento e clima permanente de tensão com o sexo oposto e (III) aumento formidável do poder estatal para atender a todas essas demandas. Querem um exemplo cristalino? A Fundação Ford aparece como apoiadora da ULFA – Universidade Livre Feminista Antirracista – e do Coletivo Intervozes, duas entidades abertamente feministas. Ora, a família Ford compõe a nata da elite progressista juntamente com as dinastias financeiras supracitadas.

Outro aspecto importante perceptível no site da ULFA é a União Europeia figurar ao lado da Fundação Ford como parceira da instituição. Isso confirma mais uma prova da atuação globalista da elite progressista: a imposição uniforme dos novos códigos de conduta pela via parlamentar. Não é coincidência que muitos projetos de lei aprovados no Brasil venham praticamente prontos ou sejam inspirados em similares de outros países. Querem mais homogeneidade do que a própria União Europeia? O bloco é o suprassumo do globalismo justamente pelas legislações aplicadas a diversos países europeus com diferentes culturas e tradições políticas.

O PL da Misoginia foi enterrado na Câmara pelo menos até o fim desta legislatura, mas não há motivos para comemorações efusivas: o outro lado é organizado, sabe fazer pressão e conta com uma rede bilionária de apoio para tais sandices. Além disso, a tal direita ajudou a aprovar a iniciativa no Senado de forma unânime – até mesmo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à presidência da República e representante do campo direitista na eleição deste ano. Mais uma tragicomédia tipicamente nacional.






















PUBLICADAEMhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/globalismo-pl-da-misoginia-e-a-revolucao-feminista/

A VERDADEIRA POLARIZAÇÃO É ESSA

  Roberto Rachewsky


De um lado, temos os que falam o "dialeto de casta".  São os poderosos, hoje conhecidos vulgarmente por os intocáveis. Gilmar Mendes é o exemplo pronto e acabado. O típico sofista contemporâneo. Sua fala é sofisticada, rebuscada, entupida de jargões e mesóclises que servem mais como uma barreira de entrada do que como um canal de comunicação. É uma retórica imponente, mas muitas vezes vazia de substância moral, onde a técnica jurídica parece um malabarismo para justificar o injustificável. Talvez por isso a gagueira característica e a salivação excessiva que sublinham olhares desafiadores e gesticulação teatral.

De outro, temos gente como a gente, como o comerciante que, indignado, se tornou governador, Romeu Zema. O sotaque é carregado, o estilo é simplório, mas a fala é ancorada na realidade factual. Ele não precisa de economês para explicar que o Estado está quebrado nem de latim para expor que o indivíduo deve ser livre para produzir. Ele se comunica de igual para igual com o povo, trocando a pompa pela verdade autoevidente de quem veio do setor produtivo e não das tribunas de Brasília.

Enquanto o sofista usa a linguagem para se distanciar da moralidade comum, o gestor do pão de queijo usa a simplicidade para resgatar a lógica e a eficiência que reside na liberdade e na justiça.

Qual desses perfis você acredita que realmente move o Brasil para frente? A casta dos parasitas engomadinhos ou a dos que produzem com sangue, suor e lágrimas os valores que necessitamos? Sim. Precisamos de juizes e procuradores, de políticos e burocratas. Mas eles devem obedecer limites porque seus poderes são outorgados pelo povo que espera deles exatamente aquilo que foi dito, moralidade, liberdade e justiça. Não usurpação do seu poder para oprimir quem os paga nem se deixarem corromper atrás do enriquecimento ilícito para viverem como nababos.

Entre os candidatos à presidência, Romeu Zema é o único que sempre viveu do próprio trabalho, os outros viveram dos impostos subtraídos à força dos brasileiros indefesos, vulneráveis à coerção do governo que extorque e confisca o fruto do trabalho alheio para sustentar a casta dos sofistas que apreciam humiliar quem lhes paga o salário contra a própria vontade.











































publicadaemhttps://www.pontocritico.com/espaco-pensar-artigo/a-verdadeira-polarizacao-e-essa-270426

BRASÍLIA ROUBA SP: o FIM do ASSALTO ao seu DINHEIRO está PRÓXIMO!

 rubinhonunes/youtube


BRASÍLIA ROUBA SP: o FIM do ASSALTO ao seu DINHEIRO está PRÓXIMO!

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https://www.youtube.com/watch?v=clFU2dzthug

O PT está sendo velado vivo e o enterro já tem data marcada

 caiocoppolla/youtube


O PT está sendo velado vivo e o enterro já tem data marcada 

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Não caia na nova NARRATIVA da imprensa sobre Moraes!

 andrémarsiglia/youtube


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Derrota histórica de Lula com Messias impacta candidatura em 2026 -

  ÚLTIMA ANÁLISE/gazetadopovo

Messias prepara VINGANÇA BRUTAL contra Moraes e Alcolumbre!

 deltandallagnol/youtube


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https://www.youtube.com/watch?v=hP1IEAf5ZQw

O CINEMA MORREU NO BRASIL

 SOBERANIAVIVA/FACEBOOK


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O GOVERNO BRASILEIRO JÁ ROUBOU SEU DINHEIRO 4 VEZES

 HISTORIADORFINANCEIRO/INSTAGRAM


O GOVERNO BRASILEIRO JÁ ROUBOU SEU DINHEIRO 4 VEZES




sexta-feira, 1 de maio de 2026

A Reforma sem Mandato

 Lexum 


Gilmar Mendes foi a Lisboa, entrou numa loja de cannabis, escolheu um produto e saiu. “Foi absolutamente normal, descomplicado, não policiado”, contou ele numa entrevista recente. A cena tem algo de simbólico — o decano do STF, relator da decisão que descriminalizou o porte de maconha no Brasil, peregrinando por lojas portuguesas com o entusiasmo de quem já sabe o que quer encontrar. O turismo jurídico, por assim dizer, veio confirmar o que já estava decidido.

O episódio seria apenas pitoresco se não revelasse algo mais sério sobre o modo como o ministro compreende a sua própria função. Numa passagem da mesma entrevista, Gilmar disse que queria que o STF tivesse ido além da cannabis, inspirado no modelo português, mas recuou porque sabia que, se insistisse, perderia a votação. E acrescentou, com uma franqueza rara: “Eu me conformei com a proposta dos colegas porque também era a forma de fazer com que a votação ocorresse.” Em outra passagem, foi ainda mais direto sobre o objetivo: “Estamos tentando fazer a redefinição de uma adequada política de drogas, talvez marcando uma ruptura com aquela mensagem de guerra total às drogas.”

Redefinir política de drogas. Marcar rupturas. Conformar-se com o possível para que a votação ocorra. São as palavras de um legislador negociando um projeto, não as de um magistrado aplicando uma norma. E é precisamente aí que reside o problema — não na substância da decisão, mas na natureza do ato.

Chief Justice John Roberts, ao julgar National Federation of Independent Business v. Sebelius, em 2012, formulou com precisão cirúrgica o limite que separa o intérprete do reformador: “Os membros desta Corte são investidos da autoridade de interpretar a lei; não possuímos nem a expertise nem a prerrogativa de fazer juízos de política pública. Essas decisões são confiadas aos líderes eleitos de nossa Nação, que podem ser removidos do cargo se o povo delas discordar. Não é nosso papel proteger o povo das consequências de suas escolhas políticas.” A citação não é um ornamento retórico. É a descrição do que distingue uma corte constitucional de um parlamento com toga.

Gilmar Mendes não apenas transgrediu essa fronteira — ele a anunciou publicamente, com satisfação. Ao admitir que calibrou o alcance da decisão pela aritmética de votos disponíveis, e que enxerga a cannabis como o “ponto de partida” de um processo mais amplo de descriminalização que “inevitavelmente” alcançará outras drogas, o ministro confirmou o diagnóstico central que desenvolvo em A República e o Intérprete: o STF não interpreta a Constituição, ele a constrói prospectivamente, à medida do projeto político que seus membros consideram desejável.

Isso coloca o liberal clássico numa posição incômoda, e é preciso dizê-lo com clareza. A guerra às drogas é, sob qualquer critério sério, uma política fracassada — cara, violenta, seletiva e incapaz de atingir seus fins declarados. Sou favorável à descriminalização, e assumo esse ônus com naturalidade: o de tentar convencer meus concidadãos pelo argumento de que o Estado não tem título legítimo para punir escolhas que dizem respeito apenas ao indivíduo que as faz. Esse é o caminho — o da persuasão democrática, não o do atalho judicial.

Sob a ótica dos direitos naturais, a questão é mais complexa do que parece. O consumo de drogas não é, em todos os seus efeitos, estritamente autoincidente — há externalidades reais sobre famílias, comunidades e sistemas de saúde pública que tornam legítimo o debate sobre os limites da intervenção estatal. Precisamente por isso, a definição de uma política de drogas adequada é uma questão que pertence ao processo democrático: envolve sopesar danos contestados, valores em tensão e preferências coletivas que só o Legislativo tem autoridade para ordenar. O resultado favorável a alguns não valida o método errado — e, quando o próprio mérito da questão é disputável, a usurpação judicial se torna ainda menos defensável.

Uma democracia republicana não se sustenta pela bondade das decisões tomadas — sustenta-se pela legitimidade do processo que as produz. Quando o Congresso não age, a resposta não é transferir a deliberação para uma corte que decide por maioria e ajusta suas teses ao que tem votos para aprovar. A resposta é o custo político do silêncio legislativo, suportado pelos representantes eleitos que podem, como Roberts observou, ser removidos pelo povo. Isso é inconveniente. É lento. É, às vezes, frustrante. É também a única forma de garantir que as mudanças sejam da sociedade, e não do tribunal.

O que a entrevista de Gilmar Mendes revela, no fundo, é a consolidação de uma doutrina implícita que já governa o STF há anos: a de que a Corte pode avançar até onde os votos permitam, recuar quando necessário, e apresentar o resultado como interpretação constitucional. O decano ao menos tem o mérito de dizer isso sem eufemismo. A política de drogas que ele quer reformar não encontrou maioria no Congresso porque a maioria dos representantes eleitos não a quer — ou não a quer ainda nessa forma. O STF encontrou uma maioria diferente: a sua própria.

*Leonardo Corrêa — sócio de 3C LAW | Corrêa & Conforti Advogados, com LL.M pela University of Pennsylvania, Co-Fundador e Presidente da Lexum e autor do livro A República e o Intérprete — Notas para um Constitucionalismo Republicano em Tempos de Juízes Legisladores.

























publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/justica/a-reforma-sem-mandato/

NÃO VAMOS SER INGENUOS

 LUIZPHILLIPEDEORLEANSEBRAGANÇA/SHORTS


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Malu Gaspar: Moraes chantageou senadores para REJEITAR Messias!

 andremarsiglia/youtube


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O direito de chamar o governo de ‘ladrão’

 caiocoppolla/youtube


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TAPETÃO: Lula vai ACIONAR o STF contra rejeição de Messias?

 deltandallagnol/youtube





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DERROTA ACACHAPANTE: NEM R$ 12 BILHÕES SALVARAM LULA NO SENADO!

 rubinhonunes/youtube


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COM ESSE ENREDO A ESCOLA NÃO TERIA SIDO REBAIXADA..

 SBSANTOSDIAS1969@THEREADS


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PROBLEMA NÃO É BUROCRACIA, É LIBERDADE

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STF vai escolher o próximo presidente?

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