Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

segunda-feira, 2 de março de 2026

Rothbard e impostos

 - Lew Rockwell


Todos, exceto alguns fanáticos de esquerda, detestam pagar imposto de renda, e têm razão em fazê-lo. Como nos ensinou o grande Murray Rothbard, imposto é roubo, puro e simples. O governo toma o que é seu por direito e gasta como bem entende. Se isso não é roubo, o que é?

Imagine que seu vizinho tem muito dinheiro que você gostaria de ter. Você o ameaça com uma arma e toma seu dinheiro. Isso é obviamente roubo. Por que é diferente quando o governo faz isso? Como diz Rothbard, “Pois há um poder crucialmente importante inerente à natureza do aparato estatal. Todas as outras pessoas e grupos na sociedade (exceto criminosos reconhecidos e esporádicos, como ladrões e assaltantes de bancos) obtêm sua renda voluntariamente: seja vendendo bens e serviços ao público consumidor, seja por doação voluntária (por exemplo, filiação a um clube ou associação, legado ou herança). Somente o estado obtém sua receita por coerção, ameaçando com penas severas caso a renda não seja paga. Essa coerção é conhecida como “imposto”, embora em épocas menos regularizadas fosse frequentemente conhecida como “tributo”. Imposto é roubo, puro e simplesmente, mesmo que seja roubo em grande e colossal escala, que nenhum criminoso reconhecido poderia esperar igualar. É uma apreensão compulsória da propriedade dos habitantes ou súditos do estado.

Rothbard está bem ciente de que algumas pessoas, devido a anos de doutrinação nas escolas “públicas”, terão dificuldade em aceitar isso. Com sua habitual brilhantez polêmica, ele desafia os céticos a encontrar a diferença: “Seria um exercício instrutivo para o leitor cético tentar formular uma definição de tributação que não incluísse também o roubo. Assim como o ladrão, o Estado exige dinheiro sob a mira de uma arma; se o contribuinte se recusa a pagar, seus bens são confiscados à força e, se ele resistir a tal depredação, será preso ou baleado se continuar a resistir. É verdade que os defensores do Estado afirmam que a tributação é “realmente” voluntária; uma refutação simples, mas instrutiva, dessa afirmação é ponderar o que aconteceria se o governo abolisse a tributação e se limitasse a simples pedidos de contribuições voluntárias. Alguém realmente acredita que algo comparável às vastas receitas atuais do Estado continuaria a entrar em seus cofres? É provável que mesmo os teóricos que afirmam que a punição nunca impede a ação hesitariam em aceitar tal afirmação. O grande economista Joseph Schumpeter estava certo quando escreveu com acidez que “a teoria que interpreta os impostos como uma analogia às quotas de um clube ou à compra dos serviços de, digamos, um médico, apenas prova o quão distante esta parte das ciências sociais está dos hábitos científicos da mente”.

Uma maneira pela qual os defensores de impostos tentam mostrar que ela é diferente do roubo é argumentar que, como vivemos em uma democracia, “nós, o povo”, votamos para estabelecer um governo que pode nos tributar. Nada feito, diz Rothbard. Com eloquência apaixonada, ele afirma: “Também se argumenta que, em um governo democrático, o ato de votar torna o governo e todas as suas obras e poderes verdadeiramente ‘voluntários’. Mais uma vez, há muitas falácias nesse argumento popular. Em primeiro lugar, mesmo que a maioria do público endossasse especificamente cada ato específico do governo, isso seria simplesmente uma tirania da maioria, e não um ato voluntário realizado por todas as pessoas do país. Assassinato é assassinato, roubo é roubo, seja cometido por um homem contra outro, por um grupo ou mesmo pela maioria das pessoas dentro de uma determinada área territorial. O fato de que a maioria possa apoiar ou tolerar um ato de roubo não diminui a essência criminosa do ato ou sua grave injustiça. Caso contrário, teríamos que dizer, por exemplo, que quaisquer judeus assassinados pelo governo nazista democraticamente eleito não foram assassinados, mas apenas “cometeram suicídio voluntariamente” — certamente, a implicação grotesca, mas lógica, da doutrina da “democracia como voluntária”.

Já mencionei que o governo nos doutrina com propaganda, e esse era um tema caro ao coração de Rothbard. Ele culpava os “intelectuais” estatistas por isso: “É instrutivo questionar por que o Estado, em contraste com o salteador, invariavelmente se cerca de uma ideologia de legitimidade, por que precisa se entregar a todas essas hipocrisias. A razão é que o salteador não é um membro visível, permanente, legal ou legítimo da sociedade, muito menos um membro com status elevado. Ele está sempre fugindo de suas vítimas ou do próprio Estado. Mas o Estado, ao contrário de um bando de salteadores, não é considerado uma organização criminosa; pelo contrário, seus serviçais geralmente ocupam as posições de mais alto status na sociedade. É um status que permite ao Estado se alimentar de suas vítimas, enquanto faz com que pelo menos a maioria delas apoie, ou pelo menos se resigne, a esse processo de exploração. Na verdade, é precisamente a função dos serviçais e aliados ideológicos do Estado explicar ao público que o Imperador realmente tem um belo conjunto de roupas. Em resumo, os ideólogos devem explicar que, embora o roubo por uma ou mais pessoas ou grupos seja ruim e criminoso, quando o Estado se envolve em tais atos, não se trata de roubo, mas do ato legítimo e até mesmo santificado chamado “tributação”.

Mas se a tributação é roubo, o que podemos fazer a respeito? Se nos recusarmos a pagar, o governo confiscará nossos bens à força e nos colocará na prisão. O que podemos fazer agora, enquanto educamos as pessoas sobre tributação?

Rothbard tinha ideias muito diferentes sobre isso em relação a muitos dos chamados defensores do livre mercado. Eles querem simplificar o processo de tributação, facilitando a declaração de impostos. As pessoas gastam muito tempo procurando deduções e brechas, então por que não eliminá-las e impor um imposto fixo baixo para todos? Para Rothbard, essa é precisamente a abordagem errada a ser adotada. Devemos tornar difícil, e não fácil, o pagamento. Caso contrário, nos acostumaremos com a tributação, e o governo continuará aumentando a alíquota do imposto fixo “baixo”, deixando-nos em uma situação pior do que antes, já que teremos impostos altos sem isenções. Como explica Rothbard, “Mas podemos fazer melhor do que isso. Temos que olhar para a tributação de maneira diferente. Temos que parar de ver os impostos como um sistema poderoso para alcançar objetivos sociais, que precisa apenas ser tornado ‘justo’ e racional para dar início à utopia. Temos que começar a ver a tributação como um vasto sistema de roubo e opressão, pelo qual algumas pessoas podem viver de forma coercitiva e parasitária às custas de outras. Devemos perceber que, do ponto de vista da justiça ou da prosperidade econômica, quanto menos as pessoas forem tributadas, melhor. É por isso que devemos nos alegrar com cada nova brecha, cada novo crédito, cada nova manifestação da economia “subterrânea”.  A União Soviética só consegue produzir ou funcionar na medida em que os indivíduos conseguem evitar a infinidade de controles, impostos e regulamentações. O mesmo se aplica à maioria dos países do Terceiro Mundo e, cada vez mais, a nós. Toda atividade econômica que escapa aos impostos e controles não é apenas um golpe pela liberdade e pelos direitos de propriedade; é também mais um exemplo do livre fluxo de energia produtiva escapando da repressão parasitária. É por isso que devemos acolher cada nova brecha, abrigo, crédito ou isenção e trabalhar, não para eliminá-los, mas para expandi-los de modo a incluir todos os outros, incluindo a nós mesmos. [Rothbard escreveu isso antes da queda da União Soviética.]

Vamos fazer tudo o que pudermos para ensinar às pessoas que a tributação é roubo. Vamos abolir o imposto de renda!


Lew Rockwell - Mises Brasil
















publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2026/02/rothbard-e-impostos-lew-rockwell.html

FAZ O L NO ESCURO: Por que a luz subiu 177% e vai piorar agora!

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OS VERMES DA HISTÓRIA

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RELATO DAS ULTIMAS SEMANAS DO NINE

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HIPOCRISIA DA CHAMADA GRANDE MÍDIA

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MUDANÇAS NO CONSUMO

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MUDANÇAS NO CONSUMO



domingo, 1 de março de 2026

Carnaval e economia de mercado

  Lucas Berlanza


Escrevo, neste momento, para os interessados em ideias políticas e econômicas de ordem liberal, e não para sambistas ou fãs de Carnaval; sendo assim, alguma introdução pode ser necessária. Nascidas na década de 30, a partir da Deixa Falar, no morro do Estácio, as escolas de samba constituem uma tradição tipicamente carioca, associada ao gênero de música popular “samba”, e representam um forte elemento aglutinador das comunidades onde se instalam e florescem. Seu sistema, que o carnavalesco Joãozinho Trinta – aliás, autor da famosa frase “pobre gosta de luxo, quem gosta de miséria é intelectual”, que pode ser lida como um “tapa na cara” de muitos autores de esquerda – e outros realizadores do espetáculo chamam de “ópera ao ar livre”, em que diferentes segmentos de uma comunidade desfilam fantasiados, reproduzindo uma história ao longo da avenida e cantando um samba, dentro de uma competição de agremiações, foi exportado para outros estados e até para fora do país.

É um modelo de entretenimento e uma manifestação da cultura popular legítima, de origem brasileira, e com a qual milhares se envolvem de forma apaixonada e dedicada. Também gera empregos e retorno financeiro, além de muitas escolas desenvolverem projetos sociais junto a suas comunidades. No entanto, são bastante conhecidas as discussões sobre esse setor a partir das reclamações e questionamentos de alguns quanto ao uso dos recursos públicos nessa festa, e em outras manifestações do Carnaval no Rio e demais estados.

Não entraremos em debates morais mais específicos; todos têm total liberdade de gostar ou aprovar o que bem entenderem, não estaremos discutindo gostos ou convicções. Tem quem goste de Carnaval, tem quem não goste. Liberdade, liberdade (isso é até samba-enredo!)… É sabido que essa festa se desenvolveu com ligações notórias, ao menos no Rio de Janeiro, com o poder público – estamos falando, afinal, de algo que começou seu desenvolvimento nos anos Vargas, que imprimiam um forte nacionalismo e uma intensa e lamentável presença do Estado em todas as esferas – e a contravenção (bicheiros), o que levanta questionamentos pertinentes e debates longevos.

Desejaria inclusive, particularmente, como apaixonado confesso pelas escolas que sou, que esse debate fosse mais sadio, de parte a parte, reconhecendo-se que festividades e celebrações populares existem em todos os lugares do mundo. Não faz muito sentido tratar as escolas de samba, por mais discordâncias que se possa ter com as relações econômicas que se estabelecem na estruturação do evento em que se apresentam – o que, diga-se de passagem, tão somente reflete os problemas e dificuldades já conhecidos em todos os aspectos da vida brasileira -, como algo a ser anatematizado para que o país avance, como se fossem elas as responsáveis objetivas por todos os males de nosso estado e de nosso país. Por outro lado, também, os sambistas devem entender as hesitações da outra parcela da população, preocupada com a forma como as verbas públicas são geridas e a que são destinadas, e que muitas vezes não se identifica com a apresentação promovida nos dias de Momo.

O que pretendemos mostrar é que, para o desgosto daqueles que radicalmente opõem mercado e cultura, uma mentalidade menos amadora e mais economicamente responsável vem sendo objeto de reflexões no meio do samba, bem como de iniciativas interessantes que podem potencializar os benefícios econômicos dessa atividade. Existe um debate sobre a fomentação de patrocínios, onde alguns dirigentes manifestam disposição a uma forma de gerir o Carnaval que dependa cada vez menos dos recursos públicos. Acreditamos que, mesmo entre os defensores mais ardorosos do liberalismo econômico e da prevalência da iniciativa privada na maioria dos setores – e, na dimensão pessoal, estou com eles bastante identificado -, essa atitude deve ser vista como um avanço animador no sentido de um desligamento cada vez maior da influência estatal na produção artística e popular. Um avanço a ser encorajado.

Sem discorrer detalhadamente sobre a complexa situação no Rio e em São Paulo, onde os espetáculos de grandes proporções exigiriam muitas discussões delicadas, envolvendo, por exemplo, o monopólio de transmissão televisiva dos desfiles – que gera insatisfação entre boa parte dos próprios sambistas.

Quando a presença excessiva do Estado se reduz, ainda que não como muitos de nós gostaríamos, não seria isso algo a comemorar? Sem pretender impor nada, avançamos apenas em que, em tempo de Carnaval, quando esse assunto volta à baila e os partidos – pró e contra os desfiles – se acirram, cremos seja oportuno que um movimento liberal ou conservador pense nessas e outras manifestações da cultura popular brasileira com mais cautela e eventualmente com menos prevenções extremadas; desse modo, ganharíamos muito na busca de uma comunicação com o público que devemos todos visar como movimento político, que abrange toda a população brasileira e não apenas alguns segmentos, com preferências estéticas e artísticas particulares.


















publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/economia/carnaval-e-economia-de-mercado/

TAL PAI TAL FILHO?

 gilbertosimõespires/pontocritico


EXEMPLO PATERNO

Antes de tudo, mais do que sabido, comentado e repetido, a expressão -TAL PAI, TAL FILHO- indica a existência de uma FORTE SEMELHANÇA ENTRE PAI E FILHO -SEJA NA APARÊNCIA, COMPORTAMENTO, CARÁTER OU VALORES-. Como tal sugere que o FILHO HERDOU, OU APRENDEU, COM O EXEMPLO PATERNO. 

QUEBRA DE SIGILO

Pois, a partir desta LÓGICA POPULAR, caso a QUEBRA DE SIGILO BANCÁRIO, TELEMÁTICO E FISCAL do FILHO DO PRESIDENTE LULA, Fábio Luís Lula da Silva, mais conhecido como -LULINHA- autorizada pelo ministro do STF, André Mendonça, e pela maioria dos integrantes da CPMI do INSS, confirme as suspeitas de seu envolvimento em falcatruas, aí a velha expressão -TAL PAI, TAL FILHO- é mais do que cabível.  

FICHA CORRIDA

Ora, a partir dos INCONTÁVEIS ATOS DE CORRUPÇÃO e LAVAGEM DE DINHEIRO desnudados através da OPERAÇÃO LAVA JATO, sob a chefia do presidente LULA PETISTA, resultando na sua CONDENAÇÃO EM TODAS AS INSTÂNCIAS (três tribunais, primeira, segunda e terceira instâncias, juízes independentes, mais os ministérios públicos que atuavam perante essas instâncias de modo independente), tudo leva a crer que o -possível- envolvimento de seu filho  -LULINHA  na FANTÁSTICA ROUBALHEIRA DOS APOSENTADOS DO INSS contribua fortemente para dar razão à expressão -TAL PAI, TAL FILHO. 

RABO PRESO

Mais: o FATO dos apoiadores do governo e, obviamente, das FALCATRUAS, não admitirem, em hipótese alguma, a QUEBRA DO SIGILO BANCÁRIO, TELEMÁTICO E FISCAL DE LULINHA, isto soa aos quatro ventos que é NÍTIDO E PALPÁVEL O SEU ENVOLVIMENTO NA ROUBALHEIRA DO INSS ou, quem sabe, em outras FALCATRUAS. DE NOVO: mais do que sabido, a QUEBRA DO SIGILO é A GRANDE E PRECISA FERRAMENTA QUE PERMITE A TODO E QUALQUER CIDADÃO PROVAR A SUA INOCÊNCIA. Ou seja, SÓ FOGE DE UMA INVESTIGAÇÃO QUEM TEM O RABO PRESO. 

ESPIRAL DA CAUSALIDADE

Síntese: na -ESPIRAL DA CAUSALIDADE-, LULA É A CAUSA E LULINHA É A CONSEQUÊNCIA... 























publicadaemhttps://www.pontocritico.com/artigo/tal-pai-tal-filho

Trump afirma que EUA podem acabar tomando Cuba de forma “amigável”

 John Lucas- Gazeta do Povo

O presidente Donald Trump disse nesta sexta-feira (27) que os EUA podem acabar tomando Cuba de forma “amigável”. A declaração foi feita a jornalistas na Casa Branca antes de o presidente embarcar para um comício no Texas.


A fala de Trump ocorre em meio à crise energética e econômica que atinge a ilha comunista e às recentes tensões entre Washington e o regime de Havana.


“Não têm nada neste momento (sobre acerto em negociações), mas estão falando conosco, e talvez possamos ter uma tomada de controle amigável de Cuba.


Podemos acabar com uma tomada de controle amigável de Cuba depois de muitos, muitos anos”, afirmou Trump. Segundo ele, a ilha está com “sérios problemas” e os Estados Unidos poderiam fazer algo “muito positivo” tanto para os cubanos que vivem no país quanto para os que estão no exílio.


“Como sabem, (Cuba) não têm dinheiro, não têm petróleo, não têm comida. Neste momento é uma nação em sérios problemas e querem a nossa ajuda”, disse, acrescentando que o secretário de Estado, Marco Rubio, “está administrando” o tema.


As declarações ocorrem dias após a Casa Branca ter advertido Havana sobre a necessidade de implementar “mudanças drásticas em breve”. No último dia 18, a porta-voz Karoline Leavitt afirmou que a ilha possui “um regime em colapso” que “está se desintegrando”.


Recentemente, os EUA endureceram suas políticas de bloqueio contra Cuba. O governo Trump criou um mecanismo de tarifas adicionais para países que forneçam petróleo ou derivados à ilha, com o objetivo de restringir o fluxo de energia ao país comunista. Nesta semana, contudo, governo americano flexibilizou parcialmente o bloqueio, autorizando a reexportação de petróleo venezuelano a Cuba por meio do setor privado, mas com restrições.


Nesta sexta-feira, a Comunidade do Caribe (Caricom) manifestou apoio a Cuba diante da crise que o país enfrenta e declarou, em comunicado, que está disposta a colaborar com os Estados Unidos em “iniciativas que beneficiem o povo cubano e preservem a estabilidade regional”.


















publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2026/02/trump-afirma-que-eua-podem-acabar.html

Ex-presidiário Lula taxa mais os brasileiros que Trump e impõe carga tributária sem precedentes

 Diário do Poder

Enquanto Donald Trump impõe tarifa adicional de 10% (15% em alguns casos) sobre parte dos produtos brasileiros, isenta 46% dos embarques (US$17,5 bilhões) e reduz a alíquota média sobre produtos brasileiros para cerca de 12,77%, tornando o País um dos mais beneficiados, o governo Lula (PT) transforma o pagador de impostos no maior alvo de uma escalada tributária sem precedentes. Desde sua posse, em 2023, Lula criou ou aumentou impostos em cerca de três dezenas de ocasiões.

País assaltado

Lula impôs nova taxação a cada 37 dias, em média: ressuscitou a Cide, aumentou PIS/Cofins, IOF, IPI, taxou investimentos e dividendos etc. etc.

Mais patamar

Ele fez a carga tributária bruta saltar para 32,32% em 2024 (dados do Tesouro e Receita), maior patamar em 22 anos, e segue aumentando.

Calada da noite

Na calada da noite, esta semana, por mera Resolução, Lula elevou o Imposto de Importação em até 25% sobre 1.252 produtos, até celulares.

Nem se acanham

A alegação cara-de-pau: “proteger a indústria nacional”. Como se o Brasil fabricasse iPhones, celulares Android, laptop, jogos eletrônicos.


Diário do Poder








PUBLICADAEMhttps://rota2014.blogspot.com/2026/02/ex-presidiario-lula-taxa-mais-os.html


POVO NAS RUAS - FORA MORAES -

 NIKOLAS/FROMX


A GLOBO VAI DIZER QUE TINHA MIL, QUIÇA DOIS MIL... POVO NAS RUAS - FORA MORAES



O Estado brasileiro afronta Deus com esta grande injustiça

  Caio Coppolla

O Estado brasileiro afronta Deus com esta grande injustiça 


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https://www.youtube.com/watch?v=VRBPEIE_pSg

VERGONHA! Lula defende ditadura do Irã e condena EUA e Israel!

 deltandallagnol/youtube


VERGONHA! Lula defende ditadura do Irã e condena EUA e Israel!


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https://www.youtube.com/watch?v=Wjz26vpyWc4

CRIANÇA NÃO CONSENTE! A resposta do Congresso ao absurdo do TJMG.

 rubinhonunes/youtube


CRIANÇA NÃO CONSENTE! A resposta do Congresso ao absurdo do TJMG.

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https://www.youtube.com/watch?v=z1FNusE1kps

VAZOU: veja como políticos influenciam Moraes no Supremo!

 andrémarsiglia/youtube


VAZOU: veja como políticos influenciam Moraes no Supremo!


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https://www.youtube.com/watch?v=kOqSCgvu99U

PLANO DO GOLPE... O VERDADEIRO

 ABILIOBRUNINI/FACEBOOK


PLANO DO GOLPE... O VERDADEIRO



PENSAMENTOS DA DIREITA E OS DA ESQUERDA... QUANTA DIFERENÇA

 ANACAROLINECAMPAGNOLO/FACEBOOK


PENSAMENTOS DA DIREITA E OS DA ESQUERDA... QUANTA DIFERENÇA



APRENDENDO UM POUCO DE FINANÇAS

 DINHEIROFALANTE/FACEBOOK


APRENDENDO UM POUCO DE FINANÇAS 



É UM BLOCO DE CARNAVAL, MAS NÃO UMA FESTA POPULAR

 PROFESSORCLÁUDIOBRANCHIERI/INSTAGRAM


É UM BLOCO DE CARNAVAL, MAS NÃO UMA FESTA POPULAR



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