Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

-

CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

domingo, 2 de fevereiro de 2020

Em parceria com o MEC, CGU lança vídeo sobre ética e cidadania para estudantes do ensino fundamental

Jornal da Cidade
Na última quarta-feira, 29, a Controladoria-Geral da União (CGU) lançou um vídeo educativo para estudantes do ensino fundamental. O vídeo traz a “Turma da Mônica” ensinando os bons modos as crianças e mostrando a importância de ética e cidadania com os bens públicos.
A charge faz parte do projeto “Um por Todos e Todos por Um”. Uma parceria entre a CGU o Instituto Maurício de Souza. Uma nova portaria autorizou a participação de outros entes do Governo Federal, como o Ministério da Educação (MEC) e o Serviço Nacional de aprendizagem (Senar).
O programa educacional em questão está sendo ampliado e contará com materiais didáticos para todos os anos iniciais do Ensino Fundamental e terá a adaptação desses novos materiais para formato digital e interativo, que será disponibilizado em modo online e offline.
Desse modo o manual do professor, caderno do estudante, quadrinhos, jogos, tirinhas animadas e filmes animados estão sendo alinhados aos objetivos da Base Nacional Comum Curricular do Ensino Fundamental.
Em suas redes sociais o ministro da CGU Wagner Rosário afirmou que a inciativa é mais uma amostra do material que está sendo disponibilizado nas escolas do país a partir de um trabalho conjunto da CGU e o MEC.
“É a educação como ferramenta de mudança do nosso país”, afirmou o ministro da CGU.
O Brasil terá um material apropriado para crianças, que ajudará no desenvolvimento ético.
Confira o vídeo:

Um ano de governo Bolsonaro e o Brasil vive momentos de esperança e de recuperação da autoestima

JOSÉ TOMAZ
                          FOTO ANDRADE JUNIOR
Há uma diferença profunda entre o governo Bolsonaro e o de seus antecessores.

A moralização da administração pública.

O que não é nenhuma virtude.

Mas, uma obrigação!

Afinal, as gestões Lula e Dilma foram as mais corruptas da história do Brasil.

O governo FHC, compra de reeleição à parte, permitiu de forma escandalosa que o covil do Lula preparasse o terreno para o aparelhamento da máquina pública.

Inclusive, o Supremo Tribunal Federal, com elementos carimbados como Lewandowski, Toffoli que se juntaram a Gilmar Mendes (FHC), Marco Aurélio Mello (Collor), Celso de Mello (Sarney)...

O resultado, sabemos.

Jamais se roubou tanto no Brasil.

Lula, chefe da quadrilha, acabou no xilindró.

Condenado a mais de 20 anos de cadeia.

Nos processos ainda a serem concluídos deve somar pelo menos mais duas décadas.

Ressalte-se que a condenação de Lula remete à atuação séria e correta de Sérgio Moro, da Polícia Federal, do Ministério Público e da Receita Federal.

Mas, há outro ponto que distingue o governo Bolsonaro dos de FHC, Lula e Dilma.

A eficiência na gestão da economia, a recuperação da infraestrutura, o enxugamento da máquina pública, com as privatizações e o controle da farra de concursos públicos, a ampliação de programas sociais, o fim do toma-lá-dá-cá, cujo símbolo no governo FHC foi a entrega do Ministério da Justiça a Renan Calheiros, um dos mais célebres corruptos do país.

E nos governos Lula e Dilma, além da destruição da ética, da moralidade e da infraestrutura nacional, é necessário uma lupa para enxergar algum agente público do primeiro e segundo escalões que não seja corrupto.

Haja vista, o Mensalão, o Petrolão, o assalto à Petrobras, à Eletrobrás, ao BNDES, aos Correios, à Caixa, ao BB...

Foi um tiro forte na autoestima dos brasileiros.

Felizmente, há esperança no horizonte.

E há motivos para isso!

Em tempo: não fosse o coronavírus, certamente a recuperação da economia do Brasil seria ainda mais rápida. 







EXTRAÍDADEROTA2014BLOGSPT

Maior ladrão da República, Lula acumula declarações falsas e distorcidas desde saída do xilindró

Com informações de Daniela Arcanjo e Carolina Linhares, Folha de São Paulo
     foto Andrade Junior
Desde que deixou a prisão, no início de novembro, o criminoso Luiz Inácio Lula da Silva tem acumulado declarações falsas e distorcidas em discursos e entrevistas pelo país.
A mais recente ocorreu em entrevista ao UOL, publicada no último domingo (26). Nela, o celerado citou o nazismo e errou ao falar sobre o tratamento jornalístico dado pela TV Globo às mensagens da Lava Jato obtidas pelo site The Intercept Brasil. 
"O que a Globo está fazendo com o Intercept, era capaz que o nazismo não fizesse. Ela só teve coragem de citar o Intercept duas vezes: quando o Intercept publicou o nome do Faustão, que acho que tinha dado aula pro Moro, e quando foi citar o nome do Roberto D'Ávila, que tinha trabalhado para arrecadar dinheiro para o meu filme. A Globo não fez sequer matéria contra a fajutice da denúncia do Ministério Público [contra o jornalista Glenn Greenwald, diretor do site]. Então, isso é censura", disse Lula.
Os diálogos dos procuradores da Lava Jato, porém, foram alvo de reportagens da emissora, como no Fantástico, quando da revelação das primeiras mensagens. A denúncia do Ministério Público contra Glenn também foi noticiada pela emissora, com destaque no Jornal Nacional.
Solto devido à decisão de parte do Supremo Tribunal Federal simpatizante à organização criminosa do Lula, segundo a qual uma pessoa só pode ser presa após esgotados todos os recursos, o petista segue enquadrado na Lei da Ficha Limpa e impedido de disputar eleições.
Foi condenado em segunda instância nos casos do tríplex de Guarujá e do sítio de Atibaia —no caso do tríplex, a condenação também foi mantida também pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça). 
Uma análise da Folha em discursos e entrevistas recentes mostra que o petista errou ou distorceu informações ao falar, por exemplo, sobre censura da imprensa, condições de sua prisão na Polícia Federal em Curitiba, atuação da Lava Jato, impeachment de Dilma e roubo de informações da Petrobras.
Veja algumas dessas declarações do ex-presidente.

PRISÃO

"Eu fiquei numa solitária e, durante 580 dias, eu me preparei espiritualmente para não ter ódio e sede de vingança."
Em discurso em São Bernardo do Campo, em 9.nov
Falso. Lula não esteve preso em uma solitária, mas em uma sala da carceragem da Polícia Federal de Curitiba com 15 metros quadrados e janela. O dormitório, antes usado para repouso de policiais em viagem, não tem grades e se resumia a banheiro, armário, mesa com quatro cadeiras, esteira ergométrica e um aparelho de TV com entrada USB e que só sintoniza canais abertos. De segunda a sexta, Lula recebia a visita de dois advogados, um na parte da manhã e um à tarde. 
Às quintas-feiras recebia parentes, à tarde, e dois amigos, geralmente políticos, pela manhã. Ele saía da sala três vezes por semana para o banho de sol, num espaço de 40 metros quadrados onde antes funcionava um fumódromo, no terceiro andar.

PETROBRAS

"Roubaram um contêiner da Petrobras em 2008, com o segredo da Petrobras. A empresa que dava a certificação para a Petrobras era empresa do vice-presidente americano. E, portanto, eles, com esse segredo da Petrobras, decidiram que o PT não poderia continuar governando, a Petrobras não poderia continuar sendo uma empresa protegida, o petróleo não poderia ser do povo brasileiro e era importante abrir e escancarar a Petrobras para as multinacionais entrarem."
Em encontro da Coordenação Nacional do MST em MG, em 23.jan    
Falso. De fato, houve um furto de informações sigilosas da Petrobras em 2008, durante o transporte de equipamentos por uma empresa terceirizada, a Halliburton. O contêiner de onde foram roubados os computadores com dados da estatal de petróleo pertencia à empresa, que já foi comandada pelo então vice-presidente norte-americano Dick Cheney. Nada indica, porém, que o furto tenha influenciado os acontecimentos políticos do Brasil, como a saída do PT do governo federal. A Polícia Federal descartou que o crime tenha sido motivado por espionagem industrial. 

IMPRENSA

"O que a Globo está fazendo com o Intercept, era capaz que o nazismo não fizesse. Ela só teve coragem de citar o Intercept duas vezes: quando o Intercept publicou o nome do Faustão, que acho que tinha dado aula pro Moro, e quando foi citar o nome do Roberto D'Ávila, que tinha trabalhado para arrecadar dinheiro para o meu filme. A Globo não fez sequer matéria contra a fajutice da denúncia do Ministério Público [contra o jornalista Glenn Greenwald, diretor do site]. Então, isso é censura."
Em entrevista ao UOL, publicada em 26.nov
"Não sei se vocês perceberam que a maior censura da história desse país está sendo feita hoje pelos meios de comunicação: os quatro canais de comunicação, mais os grandes jornais e as revistas. Faz praticamente seis meses que o Intercept vem toda santa semana denunciando as mentiras da Lava Jato, as safadezas do Dallagnol, as mentiras do Moro, as falsidades do delegado da PF que fez o inquérito e nenhum canal de televisão dá uma única notícia."
Em encontro da Coordenação Nacional do MST em MG, em 23.jan
"E, lamentavelmente, os meios de comunicação hoje praticam a maior censura que este país já conheceu. Não foram os militares que produziram a censura, a Globo hoje é a empresa mais censora. Porque ela não deu uma nota da Intercept. Para não falar que não deu, ela deu quando foi defender o Faustão e deu para defender o Roberto D’Ávila no negócio do filme. E fez corretamente a defesa do Roberto D’Ávila, porque ele foi muito gentil. Ela não deu mais nada."
Em entrevista ao site Diário do Centro do Mundo, em 8.jan 
Falso. A Globo e o Jornal Nacional veicularam reportagens sobre os diálogos entre Moro e Dallagnol revelados pelo Intercept. A emissora cita, por exemplo, levantamento solicitado pela Al-Jazeera em julho passado segundo o qual, de 9 de junho a 24 de julho, a Globo publicou uma hora e quarenta e três minutos de reportagens sobre o assunto no JN e no Fantástico. Sobre a denúncia contra Glenn, a Globo lembra ter publicado "matéria de sete minutos, com ampla divulgação às críticas a ação do procurador, inclusive um vídeo do próprio Glenn".
As mensagens reveladas pelo Intercept também deram origem a uma série de reportagens publicadas pela Folha e por outros veículos de comunicação. 
“Se o Dallagnol, um cidadão que vai na televisão, faz um power point dizendo que eu sou chefe de uma quadrilha, depois que ele termina, depois de um ano e meio, que eu espero que ele vá apresentar uma denúncia, ele fala ‘não me peçam provas, esse cidadão deveria ter sido exonerado naquele dia e deveria ter sido preso.”
Em entrevista ao Blog Nocaute, em 20.nov
Distorcido. A frase "não temos prova, mas temos convicção" viralizou nas redes sociais após coletiva de imprensa em que a força-tarefa da Lava Jato apresentou denúncia contra Lula, mas não foi dita por nenhum dos procuradores, assim como a frase “não me peçam provas”. Apesar disso, em momentos diferentes, tanto Roberson Pozzobon quanto Deltan Dallagnol falaram que não tinham “prova cabal" e que tinham "convicção" sobre o papel do petista no esquema de corrupção na Petrobras.
"A força-tarefa da Lava Jato, porque está com medo de ficar desmoralizada, apresentou mais uma palhaçada. Ela pegou o inquérito que tinha sido arquivado em 2010 pela Polícia Federal e que tinha sido arquivado em Brasília pelo Ministério Público Federal e ela foi tentar levantar mais uma nova denúncia para envolver o meu nome."
No lançamento do livro "A Verdade Vencerá", em 10.dez
Distorcido. Lula comentava uma fase da Lava Jato, de 10 de dezembro, que teve como alvo um dos seus filhos, Fábio Luís Lula da Silva. A investigação que o ex-presidente menciona, arquivada em 2012, dizia respeito a um investimento de R$ 5 milhões na empresa Gamecorp, do filho de Lula, feito pela antiga Telemar, em troca supostamente da mudança de regras que permitiu a fusão da Telemar com a Brasil Telecom. Já a nova operação da Lava Jato apura repasses suspeitos de mais de R$ 132 milhões realizados pelo grupo Oi/Telemar para empresas do grupo Gamecorp/Gol. Houve 47 mandados de busca e apreensão. 
"O TRF-4 passou meu processo na frente de 1.941 processos."
No lançamento do livro “Lawfare: uma Introdução”, em 11.dez 
Distorcido. Segundo a defesa do ex-presidente, ao julgar um recurso sobre a ação do sítio de Atibaia (SP), o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) não seguiu ordem cronológica, pois havia outras 1.941 apelações criminais pendentes de julgamento na 8ª Turma quando a apelação do ex-presidente chegou ao tribunal, em 15 de maio de 2019. Segundo o TRF-4, na data do julgamento do caso de Lula, 293 casos já haviam sido julgados. 
No entanto, não é possível dizer que o processo de Lula passou na frente dos demais —na prática, a tramitação envolve outros fatores, como complexidade do caso e tempo para prescrição. Como a Folha mostrou, porém, o processo do sítio teve um período inicial de tramitação no TRF-4 mais rápido que o de 76% dos casos da 8ª Turma. De acordo com o TRF-4, no caso de Lula existem duas condições que orientam a prioridade do julgamento: o réu é idoso e o processo trata de corrupção, tema que deve ser priorizado segundo o CNJ (Conselho Nacional de Justiça).

TERRA PLANA

"Esse governo que tem como indutor cultural um homem que acredita que a Terra é plana e que agora parece que vai ter um programa na TV pública. É engraçado que é uma contradição. Ao mesmo tempo que Bolsonaro tem o seu orientador intelectual que diz que a Terra é plana, ele tem o único astronauta brasileiro no governo que poderia desmentir."
No lançamento do livro “Lawfare: uma Introdução”, em 11.dez 
Distorcido. Apesar de Olavo de Carvalho ter dito que não encontrou nada que refute experimentos “que mostram a planicidade das superfícies aquáticas”, ele não se define como um terraplanista. “É óbvio que me chamar de terraplanista é analfabetismo funcional extremo. Nessa questão de Terra plana tudo o que tenho são perguntas e problemas, nenhuma convicção firmada, e ainda levarei uns anos para ter alguma”, escreveu Olavo em julho de 2019.  

GOVERNO LULA

"Eu não fiz pacto [com empresários] para me eleger.”
Em entrevista ao UOL, publicada em 26.nov
Falso. Na campanha de 2002, em que foi vitorioso, ao contrário das campanhas anteriores em que perdeu, Lula acenou ao mercado e escolheu como vice o empresário José Alencar. Durante o horário eleitoral, dirigiu-se aos empresários para dizer que “o Brasil precisa muito deles”. Afirmou que, de sua parte, eles teriam “todos os incentivos necessários”. Na “Carta ao Povo Brasileiro”, lida em junho daquele ano, Lula encampa propostas caras ao empresariado, como equilíbrio fiscal e redução de tributos.
"Agora me disseram que estão voltando as palafitas em Brasília Teimosa. Voltaram as palafitas. É uma vergonha nacional. Ela voltar depois de a ONU reconhecer que, no Brasil, a gente tinha acabado com a miséria.”
Em entrevista ao site Diário do Centro do Mundo, em 8.jan 
Falso. Embora o governo Lula tenha reduzido o percentual de brasileiros na extrema pobreza (que vivem com menos de US$ 1,90 por dia, segundo definição do Banco Mundial), a miséria não chegou a ser extinta. Segundo o IBGE, em 2014, 4,5% da população brasileira vivia na extrema pobreza, índice que passou a aumentar a partir de 2015 e alcançou 6,5% em 2018.
"É uma vergonha saber que o Brasil acabou a fome, foi homenageado na ONU por todo mundo, voltou a ter fome."
Em lançamento do livro "Lula e a Espiritualidade: Oração, Meditação e Militância", em 21.nov
Falso. Em 2014, o Brasil saiu do Mapa da Fome, um relatório da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) que divulga, desde 1990, quais países têm mais de 5% da população ingerindo menos calorias do que o recomendado. Porém, mesmo naquele ano, a fome não havia acabado no país. Ainda passavam fome cerca de 3% da população brasileira.

IMPEACHMENT

“Até hoje não foi julgado o caso da Dilma na Suprema Corte. Até hoje não mostraram o crime que a Dilma cometeu.”
Em entrevista à TV 247, em 27.nov
Distorcido. Em 2015, Dilma atrasou repasses a bancos estatais para o pagamento de programas como o Bolsa Família e subsídios agrícolas, manobra conhecida como pedalada fiscal. O artifício, que permitiu ao governo gastar mais do que poderia com seus próprios recursos, é um crime de responsabilidade. Desde 2016, ano de seu impeachment, a ex-presidente move um processo no STF para anular o seu afastamento.









extraídaderota2014blogtspot

sábado, 1 de fevereiro de 2020

Kakay ofende Damares

JOSÉ NÊUMANNE PINTO
O criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, vulgo Kakay, mandou mensagem para grupo intitulado "Liga da Justiça", também usado para definir milícia no Rio, ofendendo a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves. Numa grosseria condizente com atitudes do signatário, que exibe intimidade com membros do STF deixando-se fotografar de bermudas na sede do Poder Judiciário, o abonadíssimo advogado de muitos réus,acusados, denunciados e suspeitos de corrupção referiu-se em termo chulo ao ato sexual que resultou na concepção dela, sendo seguido por outros membros da confraria, sendo que Felipe Zanchet referiu-se até à posição adotada pelos pais dela no ato sexual em que teria sido gerada. Em mais uma demonstração de incoerência ideológica, feministas de esquerda não condenaram o dito jurista pelo notório desrespeito.

"Controlar a dívida pública foi uma das principais façanhas de Guedes e equipe",

diz editorial do Estadão
A enorme dívida pública de R$ 5,50 trilhões ainda é preocupante, mas sinaliza uma vitória do ministro da Economia, Paulo Guedes. Conter o rápido endividamento do setor governo foi uma das principais façanhas da equipe econômica em seu primeiro ano. Essa é mais uma boa mensagem para o mercado, especialmente para os investidores e financiadores internacionais. A melhor notícia, até agora, havia sido a aprovação da reforma da Previdência. A saúde fiscal e as condições de solvência são componentes muito importantes da imagem de qualquer país. Podem ajudar ou prejudicar a absorção de capitais, assim como atrair ou afastar parceiros de todos os tipos de negócios.
Um indicador muito relevante da saúde das contas públicas é o endividamento do governo geral. Em dezembro de 2018 o governo geral – da União, dos Estados e dos municípios – devia R$ 5,27 trilhões, soma equivalente a 76,5% do Produto Interno Bruto (PIB). A proporção cresceu nos meses seguintes e chegou em novembro a 77,6%. Nessa altura, a equipe econômica já havia anunciado o compromisso de manter a relação dívida/PIB abaixo de 80%. O ano terminou com um recuo para 75,8%, relação menor que a de dezembro do ano anterior, segundo o Banco Central (BC).
Mesmo com esse recuo, a condição do Brasil ainda é insatisfatória pelos padrões globais. Nas economias emergentes e em desenvolvimento, a dívida bruta do governo geral é em média próxima de 50% do PIB. A do Brasil continua bem acima desse padrão. Pelo critério do Fundo Monetário Internacional, a proporção no Brasil supera 80%. As contas do Fundo, diferentemente das brasileiras, incluem títulos do Tesouro na carteira do BC.
O desafio, agora, é sustentar como tendência a redução do endividamento em relação ao PIB. Para isso será necessário avançar na arrumação das contas públicas. Entrando em vigor neste ano, o novo esquema da Previdência permitirá conter o avanço de um dos mais importantes gastos obrigatórios. O efeito será pouco sensível inicialmente, mas, de toda forma, a mudança começará.
Em 2019, como tem ocorrido há alguns anos, as despesas com aposentadorias e pensões determinaram o resultado primário – isto é, sem juros – das contas do governo central. A soma de resultados do Tesouro Nacional e do BC foi um superávit primário de R$ 124,29 bilhões. Esse valor foi mais que superado pelo déficit da Previdência, de R$ 213,18 bilhões, e o balanço final mostrou um buraco de R$ 88,90 bilhões. Esse déficit foi compensado parcialmente pelos números de Estados, municípios e estatais.
Feita a soma, o resultado primário do setor público foi um saldo negativo de R$ 61,87 bilhões. Calculado pelo BC, esse valor indica a necessidade de financiamento. Não se confunde esse conceito com a diferença entre receitas fiscais e despesas de custeio e de investimento do setor governo.
Somados os juros, o chamado resultado nominal do setor público foi um déficit de R$ 429,16 bilhões, correspondente a 5,91% do PIB. Essa proporção é bem superior à média dos países emergentes, próxima de 4%, e dos avançados, em torno de 2,5%. Mas a melhora foi inegável. Um ano antes o déficit nominal correspondeu a assustadores 7,07% do PIB, apesar do esforço de ajuste, igualmente inegável, iniciado na gestão do presidente Michel Temer. A redução dos juros básicos, possibilitada pela inflação contida, tem diminuído os custos do Tesouro e facilitado a gestão da dívida, contribuindo para frear seu crescimento.
A continuação do trabalho será complicada, principalmente porque o Orçamento Geral da União, já muito rígido, se tornou ainda menos flexível com a legislação recente. Novas normas aprovadas pelo Congresso tendem a limitar o arbítrio do Executivo quanto à programação dos gastos. Dificuldades políticas devem somar-se às complexidades técnicas. O Ministério da Economia enfrentará um teste no começo de fevereiro, quando anunciar, cumprindo a rotina fiscal, a primeira reprogramação de despesas de 2020, com o primeiro contingenciamento.








EXTRAÍDADEROTA2014BLOGSPOT

Sobre a ficção que é imposta como fato

ALEXANDRE GARCIA

Sobre a ficção que é imposta como fato


Bolsonaro, Moro e Paulo Guedes - A Missão

GUILHERME FIUZA

Bolsonaro, Moro e Paulo Guedes - A Missão


PORTO ALEGRE, SOCIALISMO NA VEIA .

por Percival Puggina
Se Stephen Hawking teve sua vida retratada no filme “A teoria de tudo”, o prefeito de Porto Alegre poderia motivar um filme cujo título fosse “A solução de tudo”. Nós cidadãos seríamos os protagonistas e financiadores.
 Depois de apresentar aos porto-alegrenses a primeira e já descomunal parcela do novo IPTU, que crescerá em progressão aritmética nos anos vindouros, o prefeito retoma o esquema para “solucionar” o problema do preço excessivo do transporte por ônibus na capital. Trata-se de uma forma “criativa” de chegar ao mesmo resultado: tomar dos cidadãos os recursos necessários para isso.
 Em vez de encontrar resposta e solução para o fato de a capital gaúcha ter o transporte por ônibus mais caro do Brasil (sem ser o melhor dentre todos), o prefeito optou por atacar os aplicativos de transporte, tarifando-os em R$ 0,28 por quilômetro rodado. Obviamente, o dinheiro que esse achaque proporcionará segue o mesmo fluxo do novo IPTU: sai do bolso dos cidadãos clientes do sistema para fazer sorrir o caixa. E vale o mesmo para a outra ideia luminosa que pretende constranger as empresas da capital a pagarem, por empregado, uma taxa mensal ainda indefinida. Essa taxa substituiria o vale transporte, independentemente do fato de esses empregados usarem ou não o transporte de ônibus da cidade. E lá vai a mão buscar nos mesmos bolsos a solução de tudo.
 Não bastante o recurso assim amealhado, a administração resolveu buscar inspiração adicional na prática que vai se tornando comum em balneários e locais de grande fluxo turístico no exterior e se reproduz no Brasil – cobrar uma taxa de quem ingressa motorizado no espaço urbano. O problema é que o grande fluxo diário em direção a Porto Alegre (majoritariamente oriundo da Região Metropolitana) não se forma com pessoas interessadas em visitar o Museu Júlio de Castilhos, ou em assistir o pôr do sol sobre as águas do Guaíba. É gente que vem trabalhar e gerar riqueza, consumir e deixar seu dinheiro na cidade, buscar atendimento na rede de serviços de saúde, resolver problemas em repartições estaduais e federais por um motivo que parece ter sido esquecido pela voracidade fiscal da administração: Porto Alegre é a capital do Estado, com funções e responsabilidades que não podem ter acessibilidade restrita.
A iniciativa de encaminhar tais projetos à Câmara foi saudada pelos jornalistas locais sabidamente afinados com o pensamento de esquerda. Reconheceram e louvaram o DNA socialista do pacote de Marchezan. Todos se esqueceram, no entanto, de sublinhar devidamente algo que é a parte perversa desse DNA: os socialismos vivem do dinheiro alheio, se oxigenam metendo a mão no bolso de uma parcela da sociedade até que o dinheiro vá embora ou acabe. Ideias para produzir isso é que não faltam. Com novas taxas, por exemplo, seria possível viabilizar uma nova estação rodoviária, restaurar a dignidade da Rua Voluntários da Pátria e revitalizar o Cais Mauá.
O corolário que acompanha as medidas socialistas é a escassez de tudo, a deterioração de tudo, a miséria servida em prato de papelão até que só reste o papelão.
_______________________________








EXTRAÍDADEPUGGINA.ORG

HOMEM MEXENDO NO LIXO

por Fernando Fabbrini.
Semana passada contei aqui o caso do Tamar, das tartarugas e da estratégia adotada na implantação do Projeto. Ilustrei com isso a frase do ministro Paulo Guedes que, com sabedoria e coragem, associou também a pobreza às causas agravantes dos problemas ambientais. O assunto é extenso, delicado e polêmico, e hoje trago mais uma reflexão a respeito.
Nas terças-feiras a Prefeitura de Belo Horizonte faz a coleta seletiva de lixo em alguns bairros, incluindo o nosso. Há anos vejo moradores separando cuidadosamente suas latas, plásticos, embalagens e demais itens não-orgânicos e colocando-os em sacos nas calçadas, bem amarrados. Já virou um bom hábito, felizmente.
Saio sempre pelas manhãs – antes da passagem dos caminhões da coleta, com certeza – para a costumeira voltinha no quarteirão sob as ordens do Bruno, nosso civilizado vira-latas que não vira nenhuma. No mesmo horário, até antes do nascer do sol, já circularam pelas ruas outros cidadãos em situações bem diferentes da minha. Às vezes cruzamo-nos, em silêncio. Em outras, sou ainda testemunha do descontentamento velado e dos palavrões dirigidos a eles por moradores e porteiros.
Tais cidadãos anônimos compõem o retrato de nossa vergonhosa miséria social. Na surdina, eles percorrem as ruas antes da coleta, em busca de sobras dos jantares da véspera, de latinhas recicláveis e de um ou outro item capaz de ser transformado em dinheiro. Rasgam os sacos, reviram os dejetos, separam o que lhes interessam e deixam tudo espalhado – lixo novamente disperso pelas calçadas e sarjetas. Trabalho perdido.
Tente dizer a eles que isso não pode, que é feio, que é pouco civilizado, que polui o bairro. Tente abordar um desses cidadãos para uma conversa particular. Experimente dizer a ele que, por exemplo, bandejas de isopor ou garrafas pet largadas na calçada são levadas pelas chuvas e entopem os bueiros, causando enchentes do tipo que estamos vendo nessa temporada. Ele vai rir de você.
Ou pondere, respeitosamente, alegando que ele não deveria contribuir para essa sujeira urbana, uma vez que canudinhos plásticos, igualmente levados pelas águas do verão, vedam as narinas das tartarugas lá do litoral nordestino, matando-as. Ele vai rir ainda mais.
Eis, novamente, a pobreza na sua triste interface com a ecologia. Antes de tudo, essa gente tem fome. E pela escala de necessidades prioritárias do ser humano, o pessoal está primeiramente interessado em saciar a compulsão primitiva. Na sequência, esperam pelo menos descolar algum, vendendo objetos ou sucatas que compõem nosso valioso saco preto de lixo.
O Brasil tem um longo, difícil e complicado caminho até poder orgulhar-se de sustentabilidade, equilíbrio ambiental e outras conquistas essenciais. No centro dramático da questão está o resgate das promessas dos governos populistas que conversaram muito e fizeram pouco, além de se enriquecerem na corrupção.
Será uma nova etapa após a garantia de educação, emprego e renda para muita gente. Aí, sim: depois da dignidade e do prato de comida, cobraremos de todos – democraticamente - a responsabilidade de também cuidar do planeta. Só então poderemos falar de ecologia com realismo, consistência e sem fantasias.
*Fernando Fabbrini é roteirista, cronista e escritor, com quatro livros publicados. Participa de coletâneas literárias no Brasil e na Itália e publica suas crônicas às sextas-feiras no Dom Total
 







EXTRAÍDADEPUGGINA.ORG

A BONDOSA FALÁCIA DO AUMENTO DE IMPOSTOS

por Alex Pipkin, PhD.
Ainda bem que expressar uma opinião é livre! Mas que arque-se com as consequências de eventualmente cair no terreno do bizarro.
O ridículo, desprovido de qualquer base de conhecimento científico e evidências pragmáticas, é aquilo que mais observo quando o assunto refere-se à tributação.
Como todo observador parvo e caridoso, e alguns espertos, além da falsa benevolência e da genuína inveja àqueles que produzem, as “soluções” para os problemas são reiteradamente extraídas dos efeitos do fenômeno e não de suas verdadeiras causas.
O aumento de impostos sempre é uma iniciativa prejudicial a todos os cidadãos de um contexto econômico e social.
No hipertrofiado Estado federal, estadual e municipal, o remédio definitivo passa pelo encolhimento do gigante Estado, pelo corte dos abusivos gastos públicos, pela redução dos supersalários das castas, da burocracia hercúlea para se cobrar facilidades, da regulação insensata e, fundamentalmente, por uma mudança de mentalidade que impulsione o indivíduo a empreender por si - colaborando e competitivo - nos mercados competitivos.
A redução do poder e da burocracia estatal propiciará uma maior participação do setor privado competindo pelo aumento de eficiência e de inovações nos mercados, criando maior riqueza generalizada.
Maior tributação e regulação sobre a iniciativa privada empreendedora constitui-se no floreado caminho indesejado do já inflado Estado verde-amarelo, do capitalismo patrimonialista e do compadrio.
Evidente que os adeptos do “Estado do bem-estar social” e muitos de seus espertos rubros, deliram com o aumento do intervencionismo, da burocracia e da “necessidade social” de preservarem suas cadeiras nas fileiras estatais.
Elevação de impostos, como solução, é de fato achaque oficial àqueles que trabalham e produzem, destinando recursos para atividades governamentais burocráticas e improdutivas, disfarçado de bondosa ajuda aos mais carentes.
Preto no branco, são justamente os mais pobres que perdem mais com o aumento de impostos, pois além da redução da atividade econômica e da empregabilidade, esses passam a pagar preços mais altos por produtos e serviços.
Precisamos de menos impostos para que mais empresas privadas emerjam com melhores soluções, competindo e inovando, e submetendo-se ao crivo democrático do mercado.
Opiniões encharcadas de crenças encarnadas, também desejam tributar as grandes rendas, esquecendo-se que o verdadeiro capital não vem mais da acumulação de capital, mas das ideias inovadoras de homens e mulheres que empreendem e fazem acontecer.
Tributar as mentes e os bolsos dos inovadores, trará mais desincentivo, desigualdades e menores investimentos nas atividades produtivas e geradoras de riqueza.
O resultado efetivo dessa intenção caridosa é o direcionamento dos recursos produtivos para os gastos estatais improdutivos, ficando à mercê de burocratas especialistas em destruição de valor.
Meu Deus! São das ideias, das inovações e de soluções em produtos, serviços e experiências superiores e mais baratas para todos que um ambiente evolui econômica e socialmente.
Tal contribuição e benefícios sociais fruto do trabalho de empreendedores vão muito além da coerção e do achaque via elevação de impostos!
William Nordhaus, Prêmio Nobel de Economia, já alertou que apenas 3% do valor criado pelos empreendedores ficam com esses; a maior parte fica dispersa em benefícios para os consumidores.
Bem, o bom sinal é que grande parte da sociedade cansou-se de trabalhar para uma minoria privilegiada! Ninguém aguenta mais a agressão e a extorsão disfarçadas de bondade humanitária.
Apesar das opiniões espalmadas de parte de interessados políticos, intelectuais e jornalistas de folhetim, o povo parece estar querendo a verdadeira solução para seus problemas: empreendedores que colaboram e competem nos mercados concorrenciais, inovando e criando em valor; melhores benefícios em valor funcional, social e de autorrealização e/ou menores custos e preços!
Sintetizando, a melhoria econômica e social jamais chegará com mais impostos!Espero que com menos Estado, mais indivíduos, menos ilusionismos e mais ações práticas nos mercados.












EXTRAÍDADEPUGGINA.ORG

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More