Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

sábado, 2 de novembro de 2019

Hacker prometeu invalidar Lava Jato e libertar Lula - maior ladrão da República - com diálogos vazados. Foi isso o que foi oferecido à ex-­deputada Manuela d’Ávila...

 Thiago Bronzatto, Veja
foto Andrade Junior
Há cinco meses, a Polícia Federal tenta descobrir a motivação dos hackers que invadiram os celulares dos procuradores que atuavam na Lava-Jato, copiaram mensagens privadas e as entregaram ao site The Intercept Brasil, que divulgou o material em parceria com outros veículos de imprensa, incluindo VEJA. 
Segundo os criminosos, que já foram condenados no passado por estelionato e receptação, a incursão foi pautada exclusivamente pelo senso de justiça para atingir dois objetivos bem definidos: libertar o ex-­presidente Lula da prisão e anular os processos da maior operação de combate à corrupção de todos os tempos. 
Pelo menos foi isso o que eles ofereceram formalmente à ex-­deputada Manuela d’Ávila, conforme diálogos anexados ao inquérito que apura o caso, aos quais VEJA teve acesso. Parte da matéria-prima que seria utilizada para fulminar a Lava-Jato viria de conversas entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) interceptadas ilegalmente.
Candidata à Vice-­Presidência da República na chapa do PT que foi derrotada em 2018, Manuela serviu como intermediária entre os hackers e o jornalista Glenn Greenwald, diretor do Intercept Brasil. Em 12 de maio passado, às 12h14, de acordo com o que foi apurado até agora, ela recebeu uma mensagem de texto em seu Telegram: “Consegue confiar em mim?”. 
Após ver a foto e o número do celular do remetente, o senador Cid Gomes, Manuela não titubeou ao responder no mesmo instante: “Sim. 100%”. Cid Gomes é irmão de Ciro Gomes, ex-ministro do governo Lula e antigo aliado do presidente. O interlocutor continuou: “Olha, eu não sou o Cid. Eu entrei no telegram dele e no seu. Mas eu tenho uma coisa que muda o Brasil hoje. E preciso contar com você”. 
Naquele momento, segundo disse à polícia, Manuela estava num almoço de família, comemorando o Dia das Mães, e estranhou a abordagem. Suspeitou que poderia ser uma brincadeira ou um trote e permaneceu em silêncio, desconfiada, até que recebeu uma imagem de uma de suas conversas privadas com o ex-deputado Jean Wyllys. 
Isso provava que não era um blefe. “Cid”, então, explicou do que se tratava: “Eu entrei no telegram de todos membros da força tarefa da lava jato. Peguei todos os arquivos. Dá para soltar Lula hoje. Derrubar o MPF”, prometeu o hacker.
 “BARONIL” – Conversa do hacker com Manuela d’Ávila: ele disse ter mensagens impróprias de ministros do STF
“BARONIL” – Conversa do hacker com Manuela d’Ávila: ele disse ter mensagens impróprias de ministros do STF (Cristiano Mariz/.)
No dia seguinte, 13 de maio, Manuela recebeu uma segunda mensagem do hacker. Dessa vez, ele se identificava como “Brazil Baronil” e garantia que também tinha conversas que mostrariam a parcialidade de ministros do STF, diálogos que teriam potencial para invalidar todos os processos da Operação Lava-Jato. Citou três magistrados que teriam sido alvo da interceptação: os ministros Cármen Lúcia, Rosa Weber e Luís Roberto Barroso, que fariam parte de um grupo no Telegram. 
“Eu tenho uma conversa da carmem (que era para ser imparcial, segundo o princípio do juiz natural) dizendo sobre a norte (morte) do sobrinho do Lula. Fazendo até piada”, escreveu o hacker. “E ainda ela disse exatamente assim: quem faz mal para outrem, um dia o mal retorna, e pode ser até no sobrinho.” 
“A Rosa Weber saiu do grupo na hora!” Para o hacker, isso mostraria a falta de imparcialidade dos ministros, o que, segundo ele, poderia “invalidar todos atos da operação lava-­jato”.
Convencida dos bons propósitos do hacker, Manuela d’Ávila recomendou a ele que entrasse em contato com o jornalista Glenn Greenwald. Em 9 de junho, veio à tona a primeira leva de mensagens trocadas entre procuradores da Lava-Jato e o ex-juiz Sergio Moro, o atual ministro da Justiça. 
O material mostrou que os membros da força-tarefa discutiam entre si depoimentos e combinavam diligências — comportamento considerado, no mínimo, impróprio. Apoiada nas mensagens obtidas de maneira ilegal, a defesa de Lula pediu ao STF a suspeição de Moro. Se o pedido for atendido, o ex-presidente será libertado e os processos da Lava-­Jato poderão acabar anulados — exatamente o que o hacker queria.
 NÃO ERA O “CID” – A ex-deputada Manuela d’Ávila: ela encaminhou o hacker para Glenn Greenwald
NÃO ERA O “CID” – A ex-deputada Manuela d’Ávila: ela encaminhou o hacker para Glenn Greenwald (Filipe Jordão/JC Imagem)
Walter Delgatti Neto, o hacker que entrou em contato com a ex-deputada, está preso na penitenciária da Papuda, em Brasília. É comum jactar-se com colegas da quantidade e da qualidade de informações que obteve sobre autoridades e celebridades depois da invasão de seus celulares. Disse, por exemplo, que soube antes de todo mundo que o jogador Neymar era inocente das acusações de estupro e agressão. 
Estudante de direito, já se gabou de ter ferido de morte o ministro Sergio Moro — ressalvando, no melhor estilo falastrão, que tudo o que foi divulgado até agora sobre o ex-juiz ainda é apenas uma “amostra grátis” do grande acervo de que dispõe. 
E também foi em uma dessas conversas que Delgatti reafirmou que teve acesso a diálogos reservados de ministros do STF, que incluiriam até conversas comprometedoras com procuradores da República.
As investigações da Polícia Federal ainda não concluíram se a invasão dos celulares dos ministros do STF aconteceu de fato ou se foi uma bravata dos criminosos. Delgatti está detido juntamente com outros três comparsas. Suspeita-se que o grupo tenha acessado os aplicativos de mais de uma centena de pessoas e que tenha tentado vender parte das informações colhidas. 

Ao vasculharem o computador e os celulares dos criminosos, os investigadores não encontraram nada que comprovasse que os aparelhos dos ministros haviam sido hackeados. Procurados, Luís Roberto Barroso e Rosa Weber negam que tenham formado qualquer grupo de aplicativo entre eles. Cármen Lúcia não respondeu.










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Afinal, por que a Rede Globo hoje é controlada por duas empresas inexpressivas?

Texto de Carlos Newton. Jornalista  jornal da cidade
parque - Foto Andrade Junior
Vamos aos fatos. De acordo com documentos fornecidos pela Junta Comercial do Estado de São Paulo, os irmãos Roberto Irineu Marinho, João Roberto Marinho e José Roberto Marinho, donos da Rede Globo, assumiram em 8 de junho de 2005 o controle da sociedade 296 Participações S/A, criada por Eduardo Duarte, em 2000. Trata-se de um advogado paulista, dedicado à prestação de serviços de legalização e regularização de quaisquer tipos de sociedades nas principais capitais do Brasil. Ou seja, criador de empresas-laranjas. E a inexpressiva S/A 296 tinha sede no centro de São Paulo e capital inicial de apenas R$ 1 mil.
Detalhe revelador: antes mesmo de adquirir os direitos da 296 Participações S/A, Roberto Irineu Marinho presidiu ilegalmente a mesa dos trabalhos de uma Assembleia Geral Extraordinária em 8 de junho de 2005, quando o advogado Eduardo Duarte, então presidente, atuou como simples secretário, contrariando frontalmente o artigo 13º do Estatuto Social, que em seu parágrafo 1º determina que a Assembleia Geral seja presidida pelo diretor-presidente, que no caso era o sr. Eduardo Duarte. Somente após a renúncia do sócio-presidente é que poderia assumir o presidente adquirente da sociedade, que então realmente passaria a presidir os trabalhos.
CAPITAL EM EXPANSÃO - Miraculosamente, como num passe de mágica, o capital inicial da sociedade, que era de apenas R$ 1 mil, dois meses depois, a partir de 31 de agosto de 2005, passou a beirar os R$3 bilhões, sob o comando dos irmãos Marinho.
Concomitantemente, no Rio de Janeiro, na Avenida Afrânio de Melo Franco, nº 135, onde funcionava e funciona o Grupo Globo e para onde foi transferida a sede da ex-296 Participações S/A, aconteceu algo inédito e que merece a atenção das autoridades, não obstante o tempo transcorrido, porque envolve a transferência do controle acionário total de uma importantíssima empresa concessionária da exploração de serviços de televisão. E essa transferência foi feita à margem da lei, com a concessão sendo ilegalmente outorgada a sociedades empresariais antes inexistentes e com nomes desconhecidos no mercado especializado.
SOCIEDADES GÊMEAS - 296 E 336 PARTICIPAÇÕES S/A - De acordo com o Diário Oficial, mais coisas estranhas e misteriosas continuaram a ocorrer no Grupo Globo, cuja sede de repente passou a abrigar mais uma empresa pertencente ao mesmo advogado paulista Eduardo Duarte, que poucos dias antes havia vendido aos irmãos Marinho a 296 Participações S/A.
Diz a ata da Assembleia que a empresa 336 Participações S/A, também de propriedade de Eduardo Duarte, com idêntico capital de apenas R$ 1 mil e que nada tinha a ver com o Grupo Globo, mesmo assim estava instalada e realizou uma Assembléia Geral Extraordinária (AGE) na própria sede do conglomerado dos irmãos Marinho, na Avenida Afrânio de Melo Franco, 135, Leblon, Rio de Janeiro.
NA SEDE DA GLOBO - Realmente, a ata revela que no dia 25 de julho de 2005, no edifício-sede do grupo Globo, os sócios da 336 Participações S/A, em Assembleia Geral Extraordinária aberta pelo seu presidente, Eduardo Duarte, e secretariada por Simone Burck Silva, sócia-diretora, transferiram seus direitos acionários da 336 aos irmãos Roberto Irineu Marinho, João Roberto Marinho e José Roberto Marinho. No ato, deram “a mais plena, ampla, geral, irrevogável e irretratável quitação, para nada mais reclamar em juízo ou fora dele, a qualquer título”.
Quer dizer, apenas 47 dias depois de venderem a 296 Participações S/A para os irmãos Marinho, os laranjeiros Eduardo Duarte e Simone Burck Silva venderam para os mesmos compradores uma outra empresa idêntica, com o mesmo capital inexpressivo de R$ 1 mil.
MISTÉRIOS… - Tudo causa estranheza nessas transações, especialmente a rapidez com que as aquisições societárias aconteceram e o fato inusitado de a 336 Participações S/A, criada pelo advogado paulista Eduardo Duarte no Rio de Janeiro, estar funcionando no endereço do fechado Grupo Globo, agora junto com sua irmã gêmea, a 296 Participações S/A, que a esta altura já tivera sua denominação alterada pelos irmãos Marinho.
Como se não bastasse, em 21 de novembro de 2005, na sede da 336 Participações S/A, ou seja, no edifício do Grupo Globo, em nova Assembleia Geral, agora presidida por João Roberto Marinho e secretariada por Roberto Irineu Marinho, foram aprovadas a mudança da denominação social da companhia para JRM 1953 Participações S/A e a não explicada renúncia/transferência dos direitos do diretor-presidente Roberto Irineu e do vice-presidente José Roberto para o irmão João Roberto Marinho.
Através desta Assembleia, João Roberto Marinho assumiu o controle total da companhia que leva suas iniciais e seu ano de nascimento, tendo como diretor (sem denominação específica) Jorge Luiz de Barros Nóbrega, um antigo e conceituado funcionário do Grupo Globo.
AUMENTO DE CAPITAL - Sem delongas, em 15 de fevereiro de 2006, três meses após assumir o controle acionário da JRM 1953 Participações S/A (ex-336 Participações S/A, de Eduardo Duarte), em nova Assembleia foi aprovado o aumento de seu capital social, que era de irrisórios R$ 1 mil e passou para mais de 1,78 bilhão, subscrito e integralizado pelo acionista João Roberto Marinho.
Foi assim que duas sociedades inexpressivas e descapitalizadas, mas com CNPJs verdadeiros e registrados na Receita Federal e legalizadas nas Juntas Comerciais, com capital inicial de R$ 1 mil, foram transformadas em sociedades bilionárias e controladoras das emissoras que formam a Rede Globo de Televisão. Um assunto misterioso e inexplicável, que merece cuidadosa análise dos órgãos da Presidência da República, do Ministério das Comunicações e da Receita Federal, além do Ministério Público Federal, é claro.
Qual será a explicação para tamanha e tortuosa criatividade societária, que, salvo engano, afeta diretamente o objeto de importantíssimas concessões públicas?
Afinal, essas concessões foram outorgadas a cidadãos brasileiros para que, com responsabilidade e espírito público, promovessem a prestação de serviços de sons e imagens de qualidade, com foco na informação isenta, na cultura e na educação, conforme determina a legislação.
P.S. 1 – Se as publicações no Diário Oficial estiverem erradas, por favor, ficamos no aguardo de esclarecimentos para as devidas correções.
P.S. 2 – É bom registrar que as alterações societárias ocorreram justamente em 2005, quando se avolumavam as dívidas do conglomerado dos irmãos Marinho, que bateu às portas do BNDES em 2004, mas a gestão de Carlos Lessa e Darc Costa não liberou um único centavo. Na negociação, o Grupo Globo foi representado pela economista Maria Silvia Bastos Marques, que no começo do governo Temer acabou virando presidente do BNDES, vejam como o mundo dá voltas.
P.S. 3 – O assunto é intrigante, instigante, inquietante. .











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O SURGIMENTO DO "HOMO BRASILIS" OU O FIM DO HOMEM BRASILEIRO?

por Alex Pipkin, PhD.
ponte JK - foto Andrade Junior
O "homo brasilis", brasilis tal qual uma espécie "insciente", é aquele que derivou do homo sapiens europeu, especialmente português, por volta do século XVII.
O "homo brasilis", creio eu, ainda se caracteriza por um "certo" respeito àquela criação humana denominada de Estado. Até quando... muito complicado estimar!
Afinal, essa instituição instada no século XVI, visava exatamente a coordenar os vários e distintos interesses e objetivos individuais, por vezes conflitantes, a fim de possibilitar a convivência harmônica em sociedade.
Cabe enaltecer que a razão primordial da existência do Estado, dá-se por conta do provimento e da manutenção da ordem social, objetivando conter os naturais impulsos e pulsões humanas. Mas isso é coisa do passado; cultura censuradora!
Os humanos se diferenciam dos animais e das plantas, justamente por suas capacidades cognitivas, utilizadas por meio da linguagem, permitindo-os produzir e transmitir informações e, desse modo, impelindo-os a essencial cooperação entre estranhos.
Essa integração e cooperação, resultado do avanço civilizacional, possibilitou-nos o alcance de um maior desenvolvimento econômico e social, inquestionável.
De fato, o progresso dos homens, de alguma maneira dos brasileiros, ocorreu por conta da capacidade de pensar e agir, racionalmente, na direção da construção daquilo que pode ser visto a olhos nus: máquinas, equipamentos, estradas, escolas e tudo mais, ou seja, os símbolos e emblemas visíveis do progresso econômico e social.
Entretanto, o crescimento é indissociável da criação de normas formais como a lei e, em especial, de normas e crenças invisíveis, ficções e mitos, capazes de unir as pessoas, aumentando a colaboração e impulsionando a criatividade. Cooperação por meio da interação entre ideias, imagens, conceitos e imaginação!
Dentre tais ficções, tristemente, a mais devastadora dos verdadeiros sonhos do progresso verde-amarelo, é a ideologia "vermelha", aquela da perfectibilidade humana! Como tal utopia se enraizou profundamente em solos latino-americanos, especialmente por aqui?
Desde muito, mas sobretudo a partir dos anos 90, vem sendo gestado o "homo brasilis"...
Como? Pelo aparelhamento das "grandes" instituições nacionais, aparelhadíssimas, em que seus "líderes" discursam bondosamente, penetrando nas mentes brasileiras a falácia do tudo é permitido e as mentiras da pós-verdade contemporânea.
A ditadura do pensamento esquerdizante nas universidades brasileiras exerceu com brilhantismo seu "papel"! Jovens foram induzidos a supervalorizar suas inteligências - escassez de realidade, experiências e maturidade - tentando impor seus sentimentos e emoções, tal qual uma certeza subjetiva acerca daquilo que sentem; isso é inequivocamente o "real, verdadeiro e justo"! Deve ser imposto. Pior, acreditam que aquilo que sentem é um princípio válido para suas ações "sociais".
O "homo brasilis" foi instigado, passando a exigir todos os seus direitos naturais, a la Rousseau, sem qualquer tipo de avaliação racional de suas correspondentes responsabilidades! Que legítima regressão nas virtudes e capacidades humanas ligadas a moral e a prudência!
De fato, suas "abissais" capacidades cognitivas não são suficientes para que ele não pense confusamente na relação presente entre liberdade e responsabilidade.
O relativismo moral é, talvez, aquela marca que melhor representa o "homo brasilis", já que o mundo começou ontem; nada do que foi construído e resistiu ao teste dos tempos importa. Só os prazeres do presente em detrimento de um futuro mais próspero.
Hábitos de comportamento, tradições e costumes são sinetes do passado repressor, portanto, devem ser destruídos! Tudo deve obedecer aos desejos, impulsos e vontades humanas. Viva a virtude humana!
Esse "homo brasilis" é o começo do fim do homem brasileiro!
Ele simboliza, de fato, a involução das capacidades cognitivas nacionais, fruto de enormes mutações morais, e o ferrenho apego a ficção ideológica da superioridade moral, estampadas em nossas pobres instituições! O reflexo aí está: completo desarranjo e conflitos profundos entre os três poderes, alimentados pelas obtusas pretensões ideológicas, visões de mundo e interesses próprios e/ou corporativos.
Será porque o inteligente e (ir) racional "homo brasilis" é tão visionário e preditor da certeza futura, aquela em que ele não precisará depender da razão humana individual, já que "máquinas inteligentes", resultado do extraordinário desenvolvimento das tecnologias digitais, pensará e agirá por ele?!











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MAS PARA ALGUNS MINISTROS DO STF É UM INOCENTE, O COITADO

 Percival Puggina
   estádio Mané Garrincha - foto Andrade Junior
Leio em o Diário do Poder
O ex-presidente da empreiteira OAS Léo Pinheiro, que negociou com Lula o pagamento de suborno por meio de obras de reforma no tríplex do Guarujá e no sítio de Atibaia, além de outros casos sob investigação, aceitou o acordo de colaboração com a Procuradoria-Geral da República que exige que ele pague R$ 45 milhões de compensação aos cofres públicos.
COMENTO
 Esse injustiçado, esse infeliz “condenado de cambulhada” (expressão tão do agrado do ministro Marco Aurélio Mello), foi sentenciado em três processos, teve a delação premiada aceita, vai indenizar os cofres públicos e ficar preso em casa, mas perante o olhar compassivo de alguns senhores ministros, é inocente como um recém-nascido.

E os referidos cavalheiros querem tapete vermelho, elevada consideração pública e não gostam de ironias.














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sexta-feira, 1 de novembro de 2019

PRECISA ESCREVER ALGO???


Navio que jogou petróleo em vias de ser descoberto

ALEXANDRE GARCIA

Navio que jogou petróleo em vias de ser descoberto


O SÍNODO, ANCHIETA E A VISÃO DE HISTÓRIA

por Percival Puggina..
   foto Andrade Junior
Em diferentes lugares do passado, muitas coisas se perderam no nosso país. Uma delas foi a visão de história. Perdeu-se a linha do tempo, a noção de continuidade e, com isso, a própria identidade. A ignorância deu origem ao palpite. A profunda ideologização das últimas décadas abriu vaga, posto de trabalho, carteira assinada e ascensão funcional à avalanche dos enganadores, peritos na grande ciência do ensinar errado. Não é fácil. Ensinar errado e ocultar o que é sabido exige treino.
Observo, em muitas manifestações, percebidas como valiosamente indigenistas, um remorso comunitário ao qual muitas pessoas se entregam como se fossem motivadas por imposições de ordem moral. Seria o inesgotável remorso dos ocidentais. A penitência de uma civilização. A autoflagelação de uma cultura superior. Afinal, por que diabos decidiram promover o não solicitado povoamento de um suposto e intacto paraíso terrestre indígena brasileiro? Pronto, está feito o serviço. É apenas mais uma página da longa lista de culpas históricas imputadas ao léu e sem réu. Mas gerando titulares de remotos créditos sociais resgatáveis no tempo presente.
Em todos esses casos – e são muitos – como já escrevi em artigo anterior, conviria ter certezas que me parecem ausentes, como ausentes estão nos problemas do povoamento e da evangelização do Brasil: a) certeza de não estarmos acusando, julgando e condenando antepassados a quem não concedemos direito de defesa; b) certeza de não estarmos colocando gestos de resgate a serviço de interesses ideológicos e políticos pelos quais, mais tarde, alguém terá que pedir perdão por nós; e c) certeza de não estarmos incorrendo em anacronismo, ou seja, avaliando a conduta dos povoadores de quinhentos anos atrás, com critérios atuais.
Apenas 250 anos nos separam do clássico Dei delliti e dele pene, com o qual Cesare Beccaria apontou a desproporção entre delitos e penas no sistema judicial de seu tempo. Foi por influência desse livro que a Revolução Francesa introduziu a guilhotina, mais misericordiosa para corte de cabeças do que a machadada. Diante desses fatos quase recentes podemos reprovar os portugueses por não haverem trazido a bordo antropólogos, sociólogos, ambientalistas e epidemiologistas?
As releituras e narrativas que a dominante visão de história costuma desenrolar, me levam a indagar: há sentido em desfiar o infindável rosário de mortificações temporãs sobre as quais se poderia cogitar até mesmo na leitura da Bíblia, ou percorrendo os olhos sobre a história de qualquer povo, incluídos os próprios indígenas? Não, não há. Deve ter arrefecido muito o apreço ao batismo e à salvação para que a evangelização de um continente ande suscitando tanto remorso, adaptação e modulação (como talvez propusesse Dias Toffili).
Se for para pedir perdão, por que não o fazerem também, como lembrava Sandra Cavalcanti em artigo publicado há alguns anos, os médicos que substituíram os curandeiros, as famílias novas que não aceitaram mais matar velhos e crianças aleijadas e os cozinheiros europeus que retiraram do cardápio ameríndio os assados de bispos e desafetos?
Não parece adequado subordinar-se o não solicitado Sínodo da Amazônia a uma ótica reducionista que, ao explicar todos os fenômenos históricos como conflitos entre oprimidos e opressores, se põe a serviço de uma ideologia pagã. Entre São José de Anchieta e o cardeal Cláudio Hummes eu fico com o santo das Canárias












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O TRISTE JORNALISMO DA GLOBO

 por Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico.
esplanada - foto Andrade Junior
JORNAL NACIONAL
Como profissional que atua na área da comunicação desde 1986 (lá se vão 33 anos) confesso que estou pasmo com a maneira que a rede Globo resolveu, nesses últimos anos, praticar o que, neste momento, só ela está classificando de JORNALISMO SÉRIO, DE QUALIDADE, como referiu, ontem, o âncora do Jornal Nacional, Wiliam Bonner.


PERDA DA CREDIBILIDADE
Nunca imaginei como possível que o JN, que galgou o posto de principal telejornal brasileiro como sinônimo de credibilidade jornalística, fosse capaz de colocar no ar uma matéria falsa, asquerosa e, principalmente criminosa, como fez na última 3ª feira, quando tentou induzir seus telespectadores para que acreditassem que o presidente Bolsonaro estava envolvido na morte da vereadora Marielle Franco. Um horror.


EDIÇÃO DE QUINTA
Pois, o que me deixou ainda mais pasmo, embora nada surpreso, é que na edição de quinta feira do JN, mesmo depois da confirmação de que a notícia do envolvimento do presidente Bolsonaro, como suspeito da operação que resultou na morte da vereadora, era totalmente FALSA e IMPROCEDENTE, os âncoras Wiliam Bonner e Ana Paula Araújo (substituindo Renata Vasconcellos) não recuaram um milímetro no sentido de tentar corrigir o erro grosseiro.


DISPOSIÇÃO FIRME
Mais: as fisionomias do Bonner e da Ana Paula/Renata deixaram bem claro que continuarão com a firme disposição de seguir atacando o presidente do Brasil, como de resto acontece, com total transparência, em todos os programas produzidos pelas organizações Globo, desde o momento em que Jair Bolsonaro resolveu se candidatar ao cargo de presidente.


ATOS RELEVANTES
No meu claro entender faço questão de afirmar que o presidente erra quando afirma que vai dificultar a renovação da concessão das emissoras de rádio e TV da Globo, em 2022. Isto soa como uma atitude ditatorial e de perseguição totalmente inadmissível. Entretanto, o presidente acerta -na mosca- ao cortar as VERBAS DE PUBLICIDADE do governo e das estatais. Afinal, publicidade governamental só cabe para divulgar ATOS RELEVANTES.


SEM TRÉGUA
Aliás, a bem da verdade e dos fatos, a atitude -porca- das organizações Globo tem uma reposta clara e inconfundível: enquanto permanecer o corte da magnífica VERBA DE PUBLICIDADE, certamente não haverá espaço para uma mínima trégua.










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"A acusação contra Bolsonaro e a estratégia para que esqueçam quem é o mandante do assassinato de Celso Daniel",

 por Sérgio Alves de Oliveira - advogado
As mais recentes manchetes e acusações da grande mídia, encabeçada pelo Grupo Globo, que buscam, maliciosa e mentirosamente, de todas as formas possíveis (e impossíveis), envolver o nome do Presidente Bolsonaro no assassinato da vereadora Marielle Franco, do Rio de Janeiro, certamente, por um lado, não passam de “revide”, de uma “vingança”, pelo corte das verbas e das “mamatas” federais das quais eram beneficiários, de longa data.
Prudente é recordar que mediante essas “generosas” verbas federais, cortadas por Bolsonaro, praticava-se um “toma lá-dá-cá” na sua mais pura acepção. Em face das “generosidades” dos governos, esses recebiam em troca da grande mídia total sustentação, no que dependesse da opinião pública favorável, manipulada criminosamente, chegando ao ponto da lavagem cerebral contínua.
A grande mídia “comprava” os governos… com mídia; e era “comprada” por eles, simultaneamente, com verbas públicas!!!
Resumidamente, podemos garantir que a grande mídia “elegeu”, ou “sustentou”, conforme o caso, e enquanto lhe interessava, todos os governos que se instalaram no Brasil, antes, e principalmente, a partir de 1964, passando pelo Regime Militar (1964 a 1985), pelo Governo Sarney/MDB (Nova República), pelo período de Collor/Itamar, FHC, Lula,Dilma/Temer. Só parou com Bolsonaro, eleito em outubro de 2018, sem o apoio, e mesmo a contragosto dessa grande mídia.
Com a posse do “capitão”, em 1º de janeiro de 2019, o governo passou a ser “demonizado”, durante as 24 horas de todos os dias.
Certamente foi resultante das “tetas” governamentais que secaram.
Interessante e revoltante é destacar que o agravamento repentino desse “ataque” injusto, inoportuno e covarde contra o Presidente da República, quando apontaram contra ele todos os “canhões” midiáticos, tem a outra “coincidência” incrível de acontecer exatamente no momento do depoimento ao Ministério Público do ex-marqueteiro do PT e de Lula, operador do “mensalão”, Marcos Valério, dando conta, na sua “colaboração”, que Lula teria sido um dos mandantes do assassinato do então Prefeito de Santo André/SP, do PT, Celso Daniel, em 2002, suspeita essa que até já estava quase “esquecida” e “enterrada”, por essa mesma grande mídia, que agora “força a barra” para desviar o foco de “Celso Daniel”, envolvendo, bem “fresquinho”, Bolsonaro no assassinato de Marielle Franco.
Ao caluniar Bolsonaro, tentando comprometê-lo pela morte da vereadora Marielle Franco, a grande mídia, e seus comparsas, engajados com as forças políticas de oposição ao Governo, todavia desprovidos de qualquer princípio ético, e à falta de quaisquer provas mais robustas, tentam “ganhar-no-grito”, no tamanho das letras das manchetes, e nos grandes espaços e tempo de todos os tipos de veículos de comunicação, como jornais, rádio e televisão.
Tentam “compensar”, corromper a verdade, com a força do poder midiático, sem qualquer prova sólida.







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"A Rede Globo, o enriquecimento com a manipulação imoral do povo brasileiro e a morte do jornalismo",

 por Marco Angeli Full
O que restava do jornalismo dentro da Rede Globo, já uma caricatura agonizante do que se conhece como jornalismo sério, acaba de ser morto e enterrado na edição do Jornal Nacional da última terça-feira (29).
Voz grave, pose imitada dos âncoras da TV norte-americana, o apresentador e editor-chefe do JN, William Bonner, deu uma de coveiro.
Bonner levou ao ar, para um país atônito, uma ‘matéria’ dos ‘jornalistas’ Paulo Renato Soares, Tyndaro Menezes e Leslie Leitão (sobrenome conhecido, de ex guerrilheira?) que era no mínimo uma obra de ficção destinada a prejudicar o presidente do país, então em viagem fora do Brasil.
Uma obra de ficção porca e ilegal, já que usava um documento obtido de um processo que corria em segredo de justiça.
No melhor estilo de sua atuação durante os anos 1970, quando manipulava como queria a opinião pública.
Além disso, a informação era escancaradamente falseta, forçada, e baseada apenas num único número rabiscado por um porteiro.
A reação do presidente foi imediata, a farsa desmascarada, apesar do apoio eventual de outro veículo sujo, a Veja.
O tiro burro da emissora deve acabar destruindo o seu próprio pé.
Vai trazer a tona, por exemplo, o caso do procedimento criminoso da funcionária da Receita Cristina Ribeiro que sumiu com processos da Globopar no valor de 600 milhões às vésperas de ser executado, dando tempo à empresa para refinanciar o débito com os juros camaradas dos amici.
Cristina é uma criminosa contumaz que atuava na Receita ‘aliviando’ a bronca de grandes devedores, adiando as execuções.
Presa e condenada a 4 anos de jaula, foi solta por - sempre o mesmo abutre - Gilmar Mendes.
E outras maracutaias, como a criação da empresa de fachada Empire fora do país para sonegar mais de 180 milhões de reais.
E…
Não importa, é notório que a Globo sobreviveu e se manteve, desde sua fundação, graças à ‘parcerias’ escusas, corrupção e favorecimento ilícito.
E de verbas federais polpudas, ano após ano, ‘recompensa’ justa pela atuação de seu grupo de ‘jornalistas’ que defendiam governos e políticos corruptos e parceiros.
Empresa oportunista e suja, nem esquerda nem direita conseguem engolir a emissora.
Da mesma forma que hoje atacam Bolsonaro, já atacaram luladasilva em 1990, impedindo que vencesse as eleições presidenciais.
A única forma - e arma - do povo brasileiro contra essa praga que tanto prejudicou e prejudica o país é atacando o que tem realmente valor para ela, acima de qualquer coisa: sua audiência e seus anunciantes.
Bolsonaro faz a sua parte, cortando verbas federais para publicidade na emissora.
E exigindo investigações da Receita e a regularização de seus débitos até 2022, para que sua concessão seja renovada.
É exatamente isso que os desespera, atônitos com a presença, finalmente, de um presidente que não é sujo como eles, pela primeira vez.
O povo e a sociedade devem fazer sua parte.
E tem poder pra isso.
Uma enorme queda de audiência, daqui pra frente, será a pá de cal nesses zumbis do jornalismo e da cultura abjeta de baixo nível.
Isso afastará os anunciantes, com resultados óbvios.
Foi através da manipulação imoral do povo brasileiro que a Globo enriqueceu e destruiu desonestamente os seus concorrentes.
E é esse mesmo povo, hoje, que deve enterrar esse parasita.
Nada mais justo.
Mude de canal, esqueça a Globo.












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"Ninguém defende o crime de graça: chegou a hora de separar o joio do trigo",

 por Lucia Sweet
Lula foi condenado por abundância de provas, mas para a quadrilha é inocente: preso político.
Já para a quadrilha, o Presidente Bolsonaro é culpado do assassinato de uma vereadora do PSOL, que ninguém sabia quem era, porque atendeu a uma ligação do Rio quando estava em Brasília.
Nem uma palavra sobre as acusações de que Lula mandou matar Celso Daniel (entre outros).
Lula roubou 6 TRILHÕES, mas a quadrilha quer saber do Queiroz, que nem político é, investigado por ter movimentado R$ 600 mil em alguns anos. Já os funcionários do atual presidente da ALERJ, o deputado do PT Andre Ceciliano, movimentaram cerca de R$ 50 MILHÕES. Nem uma palavra na extrema imprensa contra ele.
Chegou a hora de separar o joio do trigo nas nossas vidas. Tolerância zero.
Vamos tirar o palanque da quadrilha: que falem entre eles.
Ah, e antes que eu me esqueça, vamos boicotar a #GloboLixo. Como não somos robôs (rsrsrs), nossa audiência há de fazer falta.
E quem mandou matar o Presidente Bolsonaro e pagou os advogados do Adélio, ex+filiado ao PSOL.
Quem mandou o porteiro mentir?
Ninguém defende o crime de graça.








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