sexta-feira, 4 de julho de 2025
quinta-feira, 3 de julho de 2025
Bolsonaro explica por que vai ficar de 'repouso absoluto'
Crises recorrentes de soluços e vômitos agravaram o quadro de saúde do expresidente, que está com dificuldades para falar
Edilson Salgueiro, Revista Oeste
O ex-presidente Jair Bolsonaro anunciou, na noite desta terça-feira, 1º, a suspensão de compromissos previstos em Santa Catarina e Rondônia durante o mês de julho.
Mais tarde, na madrugada desta quarta-feira, 2, o ex-chefe do Executivo revelou o motivo: médicos o orientaram a ficar em repouso absoluto, em virtude de crises recorrentes de soluços e vômitos. Esse quadro, segundo Bolsonaro, compromete até mesmo sua capacidade de falar..
A agenda de Bolsonaro incluía eventos com apoiadores e reuniões políticas. Com a suspensão, aliados avaliam a necessidade de reorganizar a estratégia de viagens do ex-presidente, que segue como principal liderança da direita e do Partido Liberal (PL) — ainda que enfrente restrições judiciais, depois de ser declarado inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O quadro de saúde de Bolsonaro
Nos últimos anos, Bolsonaro já relatou episódios de problemas gastrointestinais, muitos deles associados a complicações decorrentes da facada sofrida em 2018 durante a campanha presidencial. As crises de soluços, em particular, tornaram-se públicas em ocasiões anteriores, quando o ex-presidente precisou ser internado para avaliação médica.
O novo quadro de saúde se soma a um momento delicado na esfera política. Bolsonaro responde a processos na Justiça Eleitoral e no Supremo Tribunal Federal relacionados aos atos do 8 de janeiro de 2023.
A última manifestação
Bolsonaro participou de um ato político no último domingo, 29. No evento, afirmou que a perseguição da qual é alvo não tem como objetivo sua prisão.
“Não importa a covardia que fizeram comigo, não posso fugir da verdade, com vocês, que estão comigo”, declarou Bolsonaro. “O objetivo final não é me prender, mas eliminar. Não quero ser preso ou morto, mas não fugir da minha responsabilidade com vocês.”
Na sequência, o presidente de honra do PL respondeu à uma das faixas dos manifestantes, a qual indagava: “O que fazer agora?”. “Se o país me der 50% da Câmara e 50% do Senado, não importa onde eu esteja, mudo os rumos do Brasil”, afirmou o ex-presidente.
Edilson Salgueiro, Revista Oeste
publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2025/07/bolsonaro-explica-por-que-vai-ficar-de.html
A democracia do tapetão
Sem maioria no Congresso, o governo Lula aposta na canetada do STF para impor sua agenda
J.R. Guzzo
O Brasil vive hoje a maior mentira de sua história. Há uma mentiraem-chefe, ou a mãe de todas as mentiras: a de que está em vigor por aqui uma democracia, com liberdades públicas e direitos individuais, plena separação de poderes e um Estado que se subordina à vontade da maioria, expressa em eleições livres. Segue-se inevitavelmente uma corredeira de sub mentiras, todas derivadas da primeira.
A mais agressiva delas sustenta que o Congresso virou um inimigo do povo. O Congresso Nacional pode ser um dos piores do mundo, mas há em torno dele dois fatos indiscutíveis. O primeiro é que este Congresso é o único que o Brasil tem na vida real; não há um outro, mais qualificado, esperando no banco para entrar no jogo. O segundo é que o crime do qual se acusa os parlamentares é o próprio absurdo em termos: aprovaram uma lei que o governo Lula não quer. E daí? Não faz nexo impedir que cumpram o seu dever constitucional número um.
Não interessa se a lei é boa ou é ruim. Ela é perfeitamente legítima, e isso basta — se o governo, a extrema esquerda e os professores da USP não gostam, paciência. Deveriam, nesse caso, ter trabalhado mais e melhor no plenário para ganhar a votação, e não perder por prodigiosos 383 a 98. Como é possível mudar o resultado depois de uma surra dessas? É óbvio que o Congresso não quer o que governo está querendo — a única saída aí é tentar de novo, de outro jeito. Ponto final.
Como o governo Lula burla a democracia Mas o governo Lula não quer tentar de novo, nem amanhã e nem nunca, porque sabe que vai perder outra vez. Querem aumentar o IOF, com a infame desculpa de que isso vai atingir só os “ricos”.
Para começo de conversa, é falso.
Não há imposto sobre a face da Terra que pegue “só os ricos”; se é imposto, pega todo mundo, pois é automaticamente repassado para baixo. Em segundo lugar, se querem taxar os ricos, deveriam buscar o dinheiro que estão querendo nos seus próprios cofres — não há ninguém mais rico neste país que o Estado.
O governo Lula quebrou o Brasil, por gastar de forma celerada, maliciosa e intencional, e na hora em que precisa de dinheiro não lhe passa pela cabeça cortar R$ 1 dos seus gastos. Só pensa naquilo — aumentar imposto, embora o Estado vá arrecadar R$ 4 trilhões em 2025. Não daria, por exemplo, para deixar de trazer uma ladra peruana com avião da FAB, ou conter os salários de paxá das castas supremas do funcionalismo?
Não. Tem de aumentar o IOF. Tudo ou nada.
O Supremo como aliado
O “nada”, no mundo das realidades objetivas, é fechar o Congresso Nacional para todos os efeitos práticos. É o que o governo Lula está fazendo neste momento. O Congresso permanece aberto, para efeitos de cenário, fantasia e adereços. Pode, aliás, continuar gastando R$ 15 bilhões por ano e, sobretudo, pode continuar traficando “emendas” com o governo. Mas tem de fazer tudo o que Lula quer — senão, ele vai reclamar no STF e anular o que o Congresso aprovou.
“Se eu não for à ‘Suprema Corte’, eu não governo este país”, disse Lula a respeito do seu recurso à decisão do Congresso. Eis aí — é ele mesmo, e não a oposição, quem está dizendo isso. Quer dizer: ele já dá como certo que o STF decida em seu favor, sem a menor tentativa de disfarçar a fraude ora em andamento. A esquerda diz o mesmo: não dá para a gente ficar perdendo todas. Melhor assim, talvez. Pior seria fingir que o Congresso existe, porque não existe.
O inimigo do Congresso
E daí, se o governo “perde todas”? Que trate de construir suas vitórias no plenário — e não correr para a saia do STF, mendigando dos ministros os votos que não tem no Congresso. Há na praça, como consequência da ficção que é hoje a democracia brasileira, uma comédia em que o enredo narra uma “divergência” entre dois Poderes da República — e a “convocação” do STF como árbitro imparcial da disputa. “Que vença quem tiver a melhor razão jurídica”, alegam os comediantes. “Tenha dó”, diria Alexandre de Moraes.
É ele mesmo, o ministro Moraes, quem vai relatar o processo movido pelo governo. O que mais se poderia dizer? Moraes é o inimigo número 1 do Congresso Nacional dentro do Supremo. Com uma ou outra exceção, todo o STF, na verdade, acha que o Congresso é um estorvo para o regime. Não aprova as leis que os ministros querem. Aprova leis que não querem. É de direita. É um reflexo dos “213 milhões de pequenos tiranos” que formam o povo brasileiro. Quer a anistia. Não serve para o Brasil “recivilizado”
J.R. Guzzo - Revista Oeste
publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2025/07/jr-guzzo-democracia-do-tapetao.html
O PT ESTÁ COM MEDO DA DIREITA
CRISTINAGRAEML/FACEBOOK
ELES QUEREM FAZER A MAIORIA NO SENADO E NÓS TEMOS QUE TRABALHAR PARA QUE ISSO NÃO ACONTEÇA
Sabe como o Filho do Moraes ficou rico?
pavinatto/youtube
Sabe como o Filho do Moraes ficou rico?
clique no link abaixo e assistaTHE ECONOMIST esculachou o LULA, nem a ESQUERDA aguenta mais!
rubinhonunes/youtube
THE ECONOMIST esculachou o LULA, nem a ESQUERDA aguenta mais!
clique no link abaixo e assistaDino: o STF “infelizmente” é ‘forçado’ a ser ativista! Hã?
deltandallagnol/youtube
Dino: o STF “infelizmente” é ‘forçado’ a ser ativista! Hã?
clique no link abaixo e assista
quarta-feira, 2 de julho de 2025
Supersalários de juízes custam R$ 10,5 bilhões ao Brasil e disparam 49% em um ano
Levantamento mostra avanço de indenizações e auxílios que driblam o teto constitucional e elevam a média líquida mensal dos magistrados acima de R$ 60 mil
Yasmin Alencar - Revista Oeste
O Brasil encerrou 2024 com um aumento expressivo no custo dos supersalários pagos a juízes. As despesas chegaram a R$ 10,5 bilhões, alta de 49,3% em comparação ao ano anterior. Esse montante corresponde aos valores que ultrapassam o teto constitucional fixado para os magistrados. O levantamento foi produzido pelo Movimento Pessoas à Frente em parceria com o pesquisador Bruno Carazza. Trechos do estudo vieram a público nesta terça-feira, 1º.
O ritmo de crescimento dos gastos superou com folga a inflação oficial de 2024, que ficou em 4,83%. Na prática, indenizações, direitos eventuais e auxílios diversos garantiram aumentos robustos nos rendimentos de juízes. Todo esse volume de recursos sai do bolso dos contribuintes.
A Constituição prevê que salários de juízes e desembargadores não ultrapassem o teto do funcionalismo público, atualmente fixado em R$ 46,3 mil
A Constituição prevê que salários de juízes e desembargadores não ultrapassem o teto do funcionalismo público, atualmente fixado em R$ 46,3 mil, valor equivalente ao subsídio dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A Emenda Constitucional 19, aprovada em 1998, criou a figura do subsídio e determinou que o pagamento fosse unificado em parcela única. O objetivo era assegurar respeito ao limite máximo.
Uma mudança ocorrida em 2005, no entanto, abriu brechas significativas. A Emenda Constitucional 47 passou a permitir que pagamentos classificados como indenizatórios ficassem fora do teto. Essa categoria inclui valores relacionados a compensações, como auxílio-alimentação, transporte, ajuda de custo para mudança e diárias em viagens.
Ao longo dos anos, essa permissão serviu de base para que carreiras jurídicas e o Ministério Público, tanto federal quanto estadual, criassem novas vantagens pecuniárias. Nem todas, contudo, se referem a gastos que exigem ressarcimento real. Entre 2020 e 2024, os adicionais cresceram de forma acelerada. Dados revelam que a média líquida mensal recebida por magistrados já ultrapassa R$ 60 mil.
O estudo também revela que valores extras já representam 43,6% dos rendimentos líquidos da magistratura. Entre as medidas propostas pelo Movimento estão a criação de um novo projeto de lei que classifique de forma clara as verbas remuneratórias e indenizatórias; critérios rígidos para a concessão de pagamentos com caráter reparatório e transitório; e aplicação correta do Imposto de Renda, a fim de reduzir a elisão fiscal.
Outra recomendação envolve a extinção de verbas classificadas indevidamente como indenizatórias e a transformação automática desses recursos em remuneração sujeita ao teto. O grupo defende ainda o bloqueio do chamado efeito cascata, que vincula reajustes automáticos a outras categorias, e a tipificação como improbidade administrativa de pagamentos acima do limite sem respaldo legal.
publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2025/07/supersalarios-de-juizes-custam-r-105.html
O QUE VEM DEPOIS DA CENSURA
Por Roderick Navarro, político venezuelano exilado no Brasil desde 2017 por ordem de arresto do régime de Nicolás Maduro.
Nos regimes autoritários, a censura não é um erro: é o primeiro tijolo de uma engrenagem construída para esmagar a dissidência. Onde há censura, há perseguição. Onde há perseguição, há tortura. Os tiranos, obcecados em se manter no poder, não se contentam em ocupar o trono: acreditam ser deuses. Proclamam-se justos, infalíveis, a voz do povo. Mas, para sustentar essa fantasia divina, precisam silenciar aqueles que gritam a verdade: que o rei está nu.
A censura precisa de executores. No Brasil, esse papel tem sido assumido, com frequência preocupante, por juízes e autoridades que se arrogam o poder de decidir o que é verdade e o que é mentira, o que é permitido e o que é perigoso. As instituições, que deveriam proteger os cidadãos, tornam-se instrumentos de repressão a serviço do poder. Um exemplo recente é a ordem do Supremo Tribunal Federal (STF), em janeiro de 2025, que bloqueou as redes sociais da Revista Timeline — fundada pelos jornalistas Luís Ernesto Lacombe e Allan dos Santos — sem qualquer explicação pública clara. As contas da revista no X, Instagram e YouTube foram removidas. Lacombe denunciou o episódio como um ataque à democracia: “Por quê? Não disseram. Que bela democracia temos…”
Outro caso alarmante foi a cassação do mandato da deputada federal Carla Zambelli, também em janeiro de 2025, pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, após ela questionar o sistema eleitoral. Mais de 946 mil votos foram anulados. O senador Jorge Seiff classificou a decisão como uma “perseguição clara, óbvia e absurda” contra a direita. E esses não são casos isolados: o exílio do jornalista Oswaldo Eustáquio, perseguido por denunciar abusos de poder, e o bloqueio do X no Brasil em 2024 por ordem judicial — sob a acusação de permitir “desinformação” — são sinais de uma censura que já não choca: está se normalizando.
No início, silenciar alguns poucos é suficiente para intimidar muitos. Mas em sociedades onde ainda há quem ouse falar, a censura seletiva torna-se insuficiente. Então o regime avança: não cala apenas alguns, cala todos. No Brasil, vozes da resistência têm denunciado essa escalada autoritária, mas os tiranos possuem uma arma ainda mais eficiente do que a censura: a economia. Como advertiu o economista Roberto Campos, defensor do liberalismo e crítico feroz do autoritarismo: “A liberdade morre quando o Estado controla os meios de produção e as mentes.” Campos, que combateu a burocracia e o intervencionismo, alertou sobre o perigo de um Estado que sufoca a liberdade econômica para dominar a sociedade.
E é isso que vemos hoje: aumento dos gastos públicos, impostos sufocantes, desvalorização da moeda e obstáculos crescentes ao empreendedorismo. Quando as necessidades básicas — comida, moradia, segurança — estão ameaçadas, a liberdade de expressão vira luxo. O cidadão, exausto pela luta diária, esquece o dissidente preso.
A censura, no entanto, não é o fim, mas o meio. É a antessala da violência cruel e impiedosa. Uma vez desmobilizada a oposição, o regime avança para a perseguição em massa: um preso político torturado, um líder exilado, uma família encarcerada pelas ideias de um dissidente… No Brasil, a normalização dessas práticas representa uma ameaça concreta. Segundo o World Justice Project, em 2025 o país ocupava a 80ª posição entre 142 nações em imparcialidade judicial — à frente apenas da Venezuela. Quando a justiça se politiza, a censura não é um instrumento de “proteção institucional”: é uma arma contra os opositores.
Essa estratégia, herdeira das piores tradições leninistas, só pode ser derrotada pela força de um povo organizado. Uma cidadania ativa, disposta a apoiar líderes corajosos, pode frear a tirania. Mas se a censura avança, a economia colapsa e a resistência se fragmenta, o futuro será sombrio. Os líderes da oposição acabarão reduzidos a migalhas de poder ou, pior ainda, na prisão ou no exílio.
O Brasil está diante de uma encruzilhada. A censura não é apenas um ataque à imprensa ou aos políticos da oposição: é um ataque a toda a sociedade. As forças políticas — dos partidos aos movimentos civis — não podem cruzar os braços nem assistir, passivamente, ao povo se degradar enquanto fecham “acordos”. Tiranos gostam de escrever o desfecho das histórias. Resta torcer para que, desta vez, não o façam com o sangue dos brasileiros.
publicadaemhttps://www.pontocritico.com/espaco-pensar-artigo/o-que-vem-depois-da-censura-270625
PEQUENOS TIRANOS
gilbertosimõespires/pontocritico
PEQUENOS TIRANOS
POPULAÇÃO BRASILEIRA
Há um ano atrás -precisamente no dia 1º de julho de 2024- a POPULAÇÃO BRASILEIRA, segundo pesquisa realizada pelo IBGE, publicada no Diário Oficial da União na edição de 29 de agosto de 2024, era de 212.583.750 HABITANTES .Ora, se levarmos em conta que a TAXA DE CRESCIMENTO ANUAL DA POPULAÇÃO BRASILEIRA - como estima o próprio IBGE, é de 0,52%, isso significa, matematicamente, que amanhã -DIA 1º DE JULHO DE 2025-, o BRASIL TERÁ EXATOS 213.689.100 HABITANTES.
LISTA DE PEQUENOS TIRANOS
Ora, ao comparar os DADOS OFICIAIS DO IBGE, com a AFIRMAÇÃO FEITA PELA MINISTRA -carmem lucia- do stf, (as letras minúsculas falam por si) AO DECLARAR O SEU -VOTO DE CENSURA- ÀS REDES SOCIAIS, de que é necessário impedir que -213 MILHÕES DE PEQUENOS TIRANOS SOBERANOS DOMINEM OS ESPAÇOS DIGITAIS NO BRASIL-, tudo leva a crer que a pequena carmem colocou seu nome na LISTA DE PEQUENOS TIRANOS.
pequena carmem
Caso o meu raciocínio esteja equivocado, a considerar que a POPULAÇÃO BRASILEIRA É DE 213.689.100 HABITANTES, aí é muito possível que a pequena carmem tenha se colocado entre os 689.110 EXCEDENTES, na companhia solidária de mais SETE MINISTROS que também VOTARAM A FAVOR DA CENSURA DAS REDES SOCIAIS.
SOU TIRANO
Uma certeza, no entanto, prevaleceu com total clareza: segundo a pequena carmem e os sete companheiros que -DEFENDEM A CENSURA EM TODOS OS SEUS ASPECTOS-, devo admitir que independente de tamanho (pequeno, médio ou grande), sou um verdadeiro TIRANO.
Futura: Lula perde para Bolsonaro, Tarcísio e Michele em 2026
brasilparalelo/youtube
Futura: Lula perde para Bolsonaro, Tarcísio e Michele em 2026
clique no link abaixo e assista
O STF está tomando a função do legislativo?
brasilparalelo/youtube
O STF está tomando a função do legislativo?
clique no link abaixo e assista
BRICS 2025: NINGUÉM leva LULA a SÉRIO!
rubinhonunes/youtube
BRICS 2025: NINGUÉM leva LULA a SÉRIO!
clique no link abaixo e assista
DESESPERO EM BRASÍLIA: Lula corre risco de impeachment sem o Congresso?
SEM RODEIOS
clique no link abaixo e assista
É DEPRIMENTE O QUE O STF FAZ COM O BRASIL
deputadoprofclaudiobranchieri/youtube
É DEPRIMENTE O QUE O STF FAZ COM O BRASIL
clique no link abaixo e assista
terça-feira, 1 de julho de 2025
O Antissemitismo do Bem
(Ou: Como ser antissemita e sair aplaudido) Alex Pipkin, PhD
O novo antissemitismo não usa suásticas. Usa hashtags. Desfila por universidades e fóruns internacionais sob o disfarce de empatia e justiça social. Criticar Israel virou o último refúgio dos intolerantes que se acham virtuosos. O humanitarismo virou performance.
Hoje, não é mais preciso gritar “morte aos judeus” para ser antissemita. Basta entoar “Palestina livre do rio ao mar”, um slogan que não clama por coexistência, mas pela eliminação do Estado de Israel. E ele é repetido por jovens ativistas ocidentais que ignoram (ou fingem ignorar) história, geopolítica e geografia.
Em 2000, no Acordo de Camp David, o premiê israelense Ehud Barak, com apoio direto de Bill Clinton, ofereceu a Yasser Arafat 91% da Cisjordânia, Gaza, controle de Jerusalém Oriental e compensações territoriais. Arafat recusou. Porque o objetivo nunca foi a criação de um Estado Palestino. Foi o fim do Estado judeu. E a resposta foi uma nova Intifada. Mais sangue. Mais terror.
Mas essa realidade desapareceu dos campi universitários, hoje dominados por slogans e cancelamentos. Israel — uma democracia plural, com árabes no Parlamento e no Judiciário — virou “opressora”. Gaza, que é controlada por uma teocracia homofóbica, antissemita e misógina, virou símbolo de resistência. Não é solidariedade. É ignorância militante. Não é empatia. É ódio moralizado.
Enquanto isso, no mundo real, o adolescente israelense Daniel Boaron, de apenas 16 anos, conquistou o ouro no Grand Prix de Jiu-Jitsu, na Itália. Mas foi impedido de subir ao pódio. Recebeu sua medalha nos bastidores, às escondidas. A justificativa oficial foi “segurança”. A verdade? Um judeu premiado publicamente virou risco político.
Em 1936, atletas judeus foram silenciosamente removidos das Olimpíadas de Berlim. Em 2024, um adolescente israelense é removido do pódio europeu. Mudaram os símbolos. Não o gesto. O antissemitismo agora fala baixo, se veste bem e posa como defensor dos direitos humanos.
E o Brasil, o que dizer? Participa do G7 representado por Luiz Inácio da Silva, que já comparou Israel a Hitler e ao Holocausto. Um escárnio diplomático. Uma vergonha histórica. Enquanto os líderes do mundo livre reafirmavam o direito de Israel à autodefesa, Luiz Da Silva se alinhava — mais uma vez — com o Eixo do cinismo: Irã, Rússia, China.
Não se trata de diplomacia. Trata-se de covardia moral.
As universidades do Ocidente — outrora templos do pensamento livre — tornaram-se centros de censura disfarçada de inclusão. Estudantes judeus são perseguidos. Professores pró-Israel, silenciados. A liberdade de expressão protege todos, menos os judeus. O campo do saber virou campo de caça.
E tudo isso para quê?
Para que adolescentes entediados se sintam moralmente superiores por um dia? Para que ativistas de boutique multipliquem curtidas? Para que líderes decadentes arranquem aplausos fáceis da imprensa engajada?
Como disse August Bebel: “O antissemitismo é o socialismo dos idiotas”. Hoje, é o ativismo dos vaidosos.
Essa farsa performática não salva vidas. Alimenta terroristas, sabota a paz e fortalece regimes que odeiam judeus, mulheres, gays e qualquer traço de liberdade. Mas é aplaudida porque oferece uma ilusão de justiça instantânea. Barata. Pós-moderna. Instagramável.
Nós, judeus, já vimos isso. Sentimos o cheiro da fumaça da história.
Não aceitaremos mais que nossos atletas sejam escondidos. Que nossos mortos sejam relativizados. Que nossos filhos sejam chamados de colonos enquanto fogem de foguetes.
O lugar do judeu não é nos bastidores da história. É no palco da verdade!
Se o mundo quiser repetir os erros do passado, que o faça sem a nossa conivência.
Desta vez, estamos vivos, lúcidos — e de pé.
publicadaemhttps://www.puggina.org/outros-autores-artigo/o-antissemitismo-do-bem__18486
Lula foge dos problemas do Brasil e perde apoio internacional
ALEXANDREGARCA/GAZETADOPOVO/YOUTUBE
Lula foge dos problemas do Brasil e perde apoio internacional
CLIQUE NO LINK ABAIXO E ASSISTAFolha ataca Bolsonaro e é MASSACRADA nas redes
deltandallagnol/youtube
Folha ataca Bolsonaro e é MASSACRADA nas redes
clique no link abaixo e assista
Mais CARGOS, menos serviço: esse é o BRASIL DO PT
rubinhonunes/youtube
Mais CARGOS, menos serviço: esse é o BRASIL DO PT
clique no link abaixo e assista
MINISTRO DO CAOS! Haddad não entende nada de economia
deputadoprofcláudiobranchieri/youtube
MINISTRO DO CAOS! Haddad não entende nada de economia
clique no link abaixo e assista
segunda-feira, 30 de junho de 2025
A gente somos inútel
J.R. Guzzo - Operações de natureza estritamente militar, o nível de performance é o mesmo desastre
Considere por alguns instantes os fatos apresentados a seguir — podem servir, pelo menos, para mostrar exatamente em que lugar do mapa você está. Jatos B-2 Spirit dos Estados Unidos decolaram de sua base no meio do território americano, voaram 11 mil quilômetros sem ser notados por nenhum sistema de radar e socaram em cima das centrais nucleares mais bem protegidas do Irã 12 bombas que atravessam 60 metros de concreto e transformam em farinha de rosca tudo o que está embaixo. Não existe no Brasil nenhuma construção capaz de ficar de pé depois de um bombardeio desses.
Os dois B-2 que detonaram as usinas nucleares do Irã tiveram o apoio de 125 outros aviões americanos — mais do que toda a frota de táxi aéreo a que está reduzida hoje a Força Aérea Brasileira. Agiram na mesma operação submarinos que dispararam mísseis contra os alvos, porta-aviões prontos a prestar ajuda aos bombardeiros e os sistemas de comunicações por satélite mais avançados do mundo — esses mesmos, de Elon Musk, que o consórcio Lula-STF declarou inimigo internacional número 1 do Brasil. Cada bicho desses custa mais de US$ 2 bilhões. Os Estados Unidos têm 28 — prontos para decolar a qualquer minuto para qualquer lugar do mundo.
Mais alguma coisa? Os dois B-2 acabaram num único bombardeio com uma guerra de 12 dias entre Israel e o Irã, que há 40 anos ameaça eliminar o Estado judeu com suas bombas atômicas em construção. Os iranianos estavam levando mais uma surra de Israel. Mas o presidente Donald Trump achou mais prudente acabar logo com a história, autorizou o bombardeio-monstro, e o Irã pediu arrego na hora; foi soltar as bombas e veio o cessar-fogo. É pouco provável que os aiatolás voltem a perturbar Israel com suas ameaças de ataque nuclear. Se voltarem, vão ter de encarar os B-2 mais uma vez.
Isso se chama força — força que vem de um dispositivo militar de verdade, sem equivalentes reais no mundo de hoje, e capaz não apenas de defender o território americano, mas de impor a ordem dos Estados Unidos a regimes de malfeitores internacionais, como é o do Irã. É a capacidade concreta de encerrar guerras com uma única operação militar bem controlada. É o direito de ser respeitado para valer por todas as nações do mundo. China e Rússia entendem isso muito bem. Ficam a favor do Irã no falatório da ONU, mas não mandam um cartucho, e muito menos um soldado, para ajudar os aliados no campo de combate.
A Rússia não consegue ganhar uma guerra na Ucrânia, país que tem o tamanho de Minas Gerais e um PIB dez vezes menor que o do Brasil. Por que iria se sentir capaz de enfrentar as forças armadas americanas? A China não faz guerras a não ser em defesa do seu território — há 5 mil anos. Os países mais fortes da Europa ficam ali no meio da tabela, evitando a zona do rebaixamento, mas sem chance de disputar realmente o campeonato. O resto não existe, e o Brasil, do ponto de vista militar, existe menos ainda. Eis aí o lugar do mapa em que estamos — em lugar nenhum. Um país militarmente nulo é também politicamente nulo, e é isso — um país nulo para quem fala sério de política internacional — que o Brasil é na vida real.
Todo mundo com alguma coisa na cabeça sabe que é assim, mas Lula, a esquerda e os jornalistas acham que não é — e o resultado dessa ilusão mal-intencionada é que o nosso país, nos dois últimos anos e meio, está sempre no lugar errado, na hora errada e pelo motivo errado em tudo o que acontece no mundo.
A “diplomacia” de Lula imagina que o Brasil é algo que não é. Aí fica impossível acertar No caso da guerra Israel-Irã, mais uma vez, foi um desastre com perda total. O Brasil, por culpa direta de Lula, ficou como o anão que grita de longe contra o gigante, no anonimato e na distância da multidão — e depois volta a pé para casa, sem que ninguém tenha sequer notado os barulhos que fez. Não é apenas a humilhação de se ver condenado, de novo, à posição do idiota perfeito da América Latina. É a estupidez crassa de ficar do lado que perde, sempre.
No caso, ao fechar com o Irã contra Israel, tudo o que conseguiu foi proclamar-se como um aliado das piores ditaduras do mundo, da selvageria cívica e dos regimes chefiados por criminosos de guerra Não é uma posição que interessmaneira mais eficaz de defender os interesses nacionais brasileiros do que andar na companhia dos Estados Unidos e da luz do seu progresso. Em vez disso, Lula quer o Brasil na treva do Hamas, dos terroristas do Iêmen e dos narcoestados.a a um país sem força militar nenhuma, sem luz própria, sem autoridade moral de qualquer tipo — e incapaz não só de mostrar poder real, como também de se fazer respeitar perante o mundo. O Brasil de Lula se exclui, sem ganho nenhum, do círculo dos bem-sucedidos. É onde deveria estar.
interessados em defender os interesses objetivos das suas populações. Entenda-se bem com quem faz voar os B-2; a partir daí, cuide do resto. Mas o presidente tem uma fantasia estúpida: a de que o Brasil faz um grande negócio querendo ser inimigo dos Estados Unidos. Pior ainda, tem a arrogância sem limites de ignorar que o povo brasileiro, em massa, gosta dos Estados Unidos, e não do seu “Sul Global”. Para onde o cidadão deste país quer imigrar: para o Texas ou para a China?
Outra pergunta que vem ao caso, e já há muito tempo, é a seguinte: diante de mais essa aula de poderio, competência e superioridade militares dos Estados Unidos, para que servem, afinal, as Forças Armadas do Brasil? Ou, mais precisamente: faz algum sentido gastar R$ 135 bilhões por ano (como em 2025) para manter Exército, Aeronáutica e Marinha, tais como são hoje no mundo das realidades? Qual é o retorno prático dessa despesa toda? E como uma estrutura militar desse tamanho ajudaria o Brasil em alguma coisa? Temos orçamento militar, mas não temos Forças Armadas. É ruim.
Forças Armadas, basicamente, servem para duas coisas. Uma é atacar países estrangeiros que ameacem o território nacional. Aí, graças a Deus, estamos com sorte; os nossos militares não querem atacar ninguém, porque não há ninguém para atacar. A outra função é defender o Brasil de ataque inimigo. Aí, de novo graças a Deus, estamos bem, porque não há ninguém querendo nos atacar — e se houvesse seria um problema daqueles, porque as Forças Armadas brasileiras não conseguiriam defender o Brasil de um rasante de galinha paraguaia. Se não servem para atacar nem para defender, para o que poderiam servir?
Os militares brasileiros perderam seu combate contra os traficantes de drogas nas fronteiras e nos portos — o Brasil, nos últimos anos, tornou-se um dos maiores portões de entrada e saída de narcóticos do mundo. Isso é trabalho da polícia? Com certeza, mas também é certo que fronteiras por onde passam livremente toneladas de drogas não são mais fronteiras; são apenas terra sem lei em que qualquer um faz o que quer, e onde militar não manda nada. É a mesma coisa com o contrabando de armas pesadas para o crime organizado. Os bandidos passam por lá como quem atravessa a rua.
As Forças Armadas, por impotência, permitem que as facções criminosas mantenham territórios soberanos dentro do Brasil, como se fossem um invasor estrangeiro. Em operações de natureza estritamente militar, o nível de performance é o mesmo desastre. Na última vez em que se ouviu falar em defesa do território nacional houve menção de que o Exército iria levar tanques de guerra para a fronteira com a Venezuela. Revelou-se então que os tanques disponíveis estavam no Rio Grande do Sul — e levariam 35 dias para chegar à possível zona de ação. O que os combatentes que arrasam o sistema nuclear do Irã em 11 horas diriam de uma coisa dessas?
A Força Aérea não tem combustível, peças de reposição nem pilotos; seria eliminada no solo, antes de decolar com um único avião. Ao mesmo tempo, é hoje uma piada nacional por levar Janja até a Rússia, sozinha num avião com 200 assentos — e ficar voando de cima para baixo para transportar, com dinheiro do pagador de impostos, o primeiro picareta que tirar do bolso uma carteirinha de autoridade. A Marinha está gastando o seu dinheiro num projeto de submarinos nucleares que já dura mais de 45 anos; ainda não rolou o submarino. A última operação militar do Exército foi prender e entregar para a polícia senhoras idosas, crianças e cidadãos indefesos que protestavam na frente de quartéis de Brasília.
Se é inútil como força de defesa, a tropa brasileira consegue ser mais inútil ainda para cumprir a única função legal que lhe restaria: zelar pelo respeito à Constituição, segundo regras expressamente previstas em lei, caso as instituições falhem nessa tarefa. É tudo o que as Forças Armadas não fazem no Brasil de hoje. O consórcio STF-Lula transforma o Brasil, a cada dia mais, num Estado policial totalitário, anárquico e fatalmente corrupto. Faz uma política interna de ruína. Faz uma política externa vizinha à traição. Anula diariamente as leis e a Constituição Federal. Os militares baixam cada vez mais a cabeça.
Não apenas ficam no come e dorme, gastando R$ 135 bi por ano sem produzir um único parafuso, mas se tornaram cúmplices ativos do regime de exceção que está aí. Se encolhem como coelhos assustados a cada vez que o ministro Alexandre de Moraes passa por perto. Deixam clara, dia após dia, a sua compulsão por concordar com qualquer coisa que venha de Lula, Janja, STF, STJ, PGR, AGU. Não podem ver um saco petista passar por perto sem puxar na hora; puxam primeiro e perguntam depois. Diante disso tudo, ficam duas perguntas. Os militares deveriam mudar de atitude? Sim. Deveriam intervir na política, então? Não.
Não é apenas “não”. É “não, pelo amor de Deus”. A ideia de que os militares são mais capacitados para governar o Brasil não é apenas errada; é de uma pretensão sem limites. Por que os militares seriam melhores que outros quaisquer? Por que não os dentistas, ou os cartógrafos? O que se quer é o contrário. Os militares, em primeiro lugar, deveriam ser reduzidos ao tamanho real de sua utilidade para o país. Em seguida, deveriam abandonar seu papel ativo na sabotagem da ordem jurídica do Brasil. Fora isso, força armada é para quem sabe o que fazer com ela.
J.R. Guzzo - Revista
publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2025/06/jr-guzzo-gente-somos-inutel.html







.jpeg)

.jpg)
.jpg)
.jpg)







.jpg)













.jpg)









