Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

sábado, 3 de agosto de 2019

"Eles não",

por J.R. Guzzo
Digamos, só para fazer um teste de imaginação, que você está na lista de políticos comprados pela Odebrecht durante os governos dos ex-presidentes Lula e Dilma. 
Você tem até um apelido inscrito no computador que relaciona, nome por nome, cada indivíduo adquirido pela empreiteira no seu departamento de corrupção — o “Departamento de Operações Estruturadas”, conforme a própria empresa confessou à Justiça. 
Até agora, o público, a polícia e a Justiça não sabem com certeza o nome verdadeiro, o CPF e o endereço de cada codinome guardado no arquivo da Odebrecht. 
“Urso Branco”? 
“Raposa Vermelha”? 
“Águia de Haia”? 
Quem serão esses caras? 
Só existe um problema: você sabe se é você. 
Aí complica. 
O promotor da Lava-Jato pode não saber ainda, mas, se você sabe, a sua vida fica o tempo todo debaixo de uma nuvem negra, que a qualquer momento pode fazer um camburão da Federal lhe aparecer às 6 da manhã na porta de casa.
Não é fácil viver desse jeito, sobretudo porque nada tem dado certo para quem precisa sumir com o problema. 
A última tentativa de “anular tudo” teve um fim triste: o que seria uma bomba atômica capaz de destruir a Lava-Jato acabou se revelando um golpe envenenado por escroques de terceira categoria e incapaz de alterar um único milímetro das decisões já tomadas pela Justiça. 
O fato é que o corrupto anda realmente com medo, pela primeira vez na vida, de ser preso; por que não, se gente muito mais poderosa que ele está hoje no xadrez? 
Não se trata só da turma da Odebrecht. 
É incômodo, também, aparecer entre os 30% ou 40% de congressistas que estão envolvidos em denúncias criminais de todos os tipos; sua “imunidade” talvez não dure para sempre. 
Pode ter um problemaço, é claro, quem participou dos governos Lula e Dilma. 
Você esteve metido com obra para a Olimpíada do Rio de Janeiro? 
Ou para uma das doze sedes da Copa do Mundo de 2014? 
Teve negócios com a Petrobras? 
Com fundos de pensão de estatais? 
Tratou alguma coisa com Sérgio Cabral? 
Fez ou financiou obras em Angola, Venezuela e outros lugares que têm a mesma reputação de países fora da lei? Vai pondo.
“Uma anistia geral? Nem Gilmar Mendes parece animado a vir com um negócio desses”
É fácil juntar dois mais dois e ver que estamos falando de uma multidão — talvez vários milhares de pessoas. 
Como resolver uma situação que não tem precedentes? 
E quando, enfim, isso vai acabar? Será que vai ficar desse jeito pelo resto da vida?
A complicação não é apenas com o futuro — há as intragáveis questões do presente. 
Não só o indivíduo está com dificuldades cada vez maiores para meter a mão — não sabe mais, nem mesmo, onde guardar o dinheiro roubado ou como gastar o que roubou. 
Ter mala de dinheiro em casa não vem dando bons resultados, como se pode ver pelos infortúnios de colossos do tipo Geddel Vieira Lima, Paulo Preto ou Rodrigo Loures. 
Os bancos exigem o diabo para aceitar depósitos em dinheiro. 
Há esse bendito Coaf, seja lá no ministério em que estiver — implica com qualquer dinheirinho que o cidadão queira depositar, retirar, transferir. Também não dá para esconder em conta no exterior. 
Acabou o sigilo bancário no mundo, e hoje qualquer depósito é denunciado pelos próprios bancos a promotores, agentes fiscais, à Interpol. 
Ninguém mais aceita pagamento em dinheiro vivo; dá para pagar uma pizza, mas não dá para comprar um SUV. 
O dinheiro pode simplesmente estragar-se — a umidade, por exemplo, é uma dor de cabeça. 
Aquilo que o sujeito roubou antes corre o risco permanente de ser bloqueado. 
Enfim: é um inferno.
Muito bem, então: se o ladrão está enrolado com o que já fez, o que se pode esperar que ele faça agora? 
A única coisa que dá para dizer sobre isso é a seguinte: não acredite que existe um plano de salvação, porque não há plano nenhum. 
Dá para saber, apenas, o que não é possível. 
As coisas que um Antonio Palocci está dizendo, por exemplo, não podem desaparecer dos autos — e um dia vai ser preciso lidar com elas. 
E esse Paulo Preto? 
Vai delatar? Não vai? Ninguém sabe. 
Não dá para sumir com as dezenas de processos que estão assando no forno; pode ser a fogo lento, mas sumir eles não somem.
Uma anistia geral? 
Nem o ministro Gilmar Mendes parece animado a vir com um negócio desses. 
É impossível, enfim, salvar todo mundo; há gente, sim, que vai para o matadouro. 
O que se tenta é encontrar alguma solução “média”, ou algo assim — o que vier é lucro. 
O que ninguém quer é ficar sentado fazendo novena para a desgraça não vir, enquanto cardumes de advogados comem o sujeito vivo para cuidar dos seus casos.

Veja



















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Senador quer que ministros do STF ressarçam os cofres públicos por “farra das passagens”

Jornal da Cidade
Um relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) apurou que o Supremo Tribunal Federal (STF) disponibiliza uma cota anual de passagens aéreas para os ministros da corte, que podem ser usadas mesmo em viagens não oficiais. Um absurdo!
Um outro fato apurado pelo TCU dá conta também de que o STF adquiriu passagens para voos internacionais para cônjuges dos magistrados. Uma imoralidade!
Diante disso o TCU “determinou” que o STF coloque um freio imediato nesta prática reconhecidamente ilegal.
Assim, resta saber como ficam as passagens que foram adquiridas dessa forma. Qualquer servidor público, em caso semelhante, seria, no mínimo, obrigado a restituir os valores aos cofres públicos.
Queiram ou não, os magistrados ministros do STF, também são servidores públicos.
Nesse sentido, o senador Alessandro Vieira garante que irá propor medidas jurídicas para que os valores sejam devidamente ressarcidos.
Aliás, isso é o mínimo, que, aliás, deveria ter sido feito espontaneamente.








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sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Médicos cubanos: a vergonha da mão-de-obra escrava da ditadura

ALEXANDRE GARCIA
                    FOTO ANDRADE JUNIOR

Médicos cubanos: a vergonha da mão-de-obra escrava da ditadura


Bolsonaro faz ligação para responder jornalistas, Greve Correios, Sérgio Moro e mais! Coletiva

Folha do Brasil
Bolsonaro faz ligação para responder jornalistas, Greve Correios, Sérgio Moro e mais! Coletiva

Os 12 mandamentos equivocados do presidente da OAB

Com O Antagonista
 Presidente da OAB chama o Ministro Sérgio Moro de Chefe de Quadrilha;
 Presidente da OAB chama o Juiz Marcelo Bretas de Vedete;
 Presidente da OAB é contra Prisão em 2ª Instância, enquanto 193 países já adotam;
4º Presidente da OAB é contrário a Operação Lava Jato;
5º Presidente da OAB interpõe Mandado de Segurança e impede Quebra de Sigilo Telefônico dos advogados do assassino Adélio Bispo;
 Presidente da OAB interpõe Habeas Corpus e impede quebra de sigilo telefônico da JBS;
 Presidente da OAB impede TCU e MPF de auditar suas Contas, com arrecadação de mais de 1 bilhão/ano;
8º Presidente da OAB defende uso de provas ilícitas hackeadas para desestabilizar a Lava Jato;
9º Presidente da OAB com base em provas ilícitas do INTERCEPT, recomenda afastamento de Sérgio Moro e Deltan Dallgnol;
10º Presidente da OAB/RJ, permitiu cassar chapa de oposição à OAB-RJ por se intitular Lava Jato, o nome restabelecido nos Tribunais;
11º Presidente da OAB contraria Pacote Anticrime do Ministro Sérgio Moro;
12º Presidente da OAB empresta viés político-ideológico à Instituição."









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MAIS DE 20 ANOS DEPOIS, IMPRENSA DESCOBRE O FORO DE SÃO PAULO

por Carlos Eduardo de Freitas Rocha.
Organização em atividade há quase trinta anos, o Foro de SP é novidade na imprensa brasileira

O universo das redações de jornal é dos mais limitados que existe: se não esta na pauta, logo não existe. O imperativo categórico das editorias é ocultar tudo o que não reforce a narrativa de esquerda (com honrosas e raríssimas exceções que confirmam a regra). Na história dos vexames da imprensa, história recheada de dados, talvez um dos mais constrangedores seja a ocultação, por mais de duas décadas, da existência do Foro de São Paulo.
Já nos anos 90, Olavo de Carvalho alertava sobre o que se discutia nas internas do Foro. Fato consumado: a primeira década do novo milênio foi dominada politicamente pela esquerda, que ascendeu ao poder em praticamente todos os países da América Latina. Olavo foi voz solitária nesse período. Ao tentar prevenir sobre a extensa organização do Foro, envolvendo a nata do crime organizado, Olavo foi tratado pela turma das redações (que vê o mundo pelo cabresto ideológico) como um lunático.
Com a chegada das redes sociais, em meados dos anos 2000, e a disseminação mais ampla das informações, ficou difícil encobrir a existência do Foro. Vale ressaltar, mais uma vez, o papel fundamental de Olavo de Carvalho nesse episódio. Em 2002, em artigo publicado no jornal Zero Hora, Olavo comentava a íntima relação entre narcotráfico e os partidos de esquerda dentro do Foro.
"Que há uma articulação política entre Hugo Chávez, Fidel Castro, as Farc e a esquerda brasileira, por exemplo, é algo que ninguém pode negar, pois essa parceria foi afirmada e reafirmada vezes sem conta pela própria esquerda, seja no Foro de São Paulo, discreta reencarnação do Comintern, seja, mais espetaculosamente, nos dois Fóruns Sociais Mundiais de Porto Alegre."
O Jornal O Globo publicou, essa semana, uma reportagem falando do Foro de São Paulo, organização que até outro dia era invenção de supostos radicais de direita. Como toda brilhante matéria de O Globo, nada ali faz muito sentido. O texto tenta minimizar a influência do Foro e dizer que o guru da direita [sic] Olavo de Carvalho deu início aos "ataques" contra a organização. Trazendo analistas imparciais, todos de extremíssima esquerda, O Globo cumpre seu papel de desinformar e corrobora sua atual posição de credibilidade quase nula junto à população.
A estagiária que assina a matéria diz: "houve uma crise de identidade quando os partidos do Foro começaram a ganhar as eleições e assumir governos." Claro que isso foi mero acaso. E é mero acaso também que todos esses governos são endemicamente corruptos. No Brasil, o capo da quadrilha, Lula, está preso e na Venezuela, exemplo fidedigno da idéia do Foro, vive à míngua, com sua população passando fome.
O que fica evidente é que já que não se pode mais esconder sua existência, transforma-se a organização, que quase assaltou a América Latina inteira, numa quermesse de fim de mês.

*Publicado originalmente em https://sensoincomum.rg
 















extraídadepuggina.org

Folha: novo vexame em ataque a Dallagnol

JORNAL DA CIDADE
                      FOTO ANDRADE JUNIOR
Lamentável que um jornal que tem a tradição da Folha de S.Paulo se preste ao comportamento de mero emissário de um criminoso como Glenn Greenwald, simplesmente porque não conseguiu alinhavar uma boa relação com o governo.
Assim, o jornal vê no ataque a maior operação contra a corrupção da história, uma maneira de atingir um dos principais ministros de Jair Bolsonaro e, em consequência, o próprio governo.
Essa atitude vai custar muito caro. A perda total de credibilidade.
Aliás, ninguém mais acredita na Folha. Virou motivo de galhofa.
Nesta quinta-feira (1º), em mais um ataque a Operação Lava Jato, fazendo uso do material roubado, com base em supostas mensagens do procurador Deltan Dallagnol, estampou novamente um título sensacionalista, sem nexo e totalmente sem sentido.
“Deltan incentivou cerco da Lava Jato a Toffoli, revelam mensagens”
A nítida intenção da matéria é jogar o STF contra a Operação Lava Jato, tentando demonstrar que o procurador extrapolou suas funções ao ‘investigar’ um ministro da Suprema Corte. A suposta 'investigação' tratava da reforma de uma casa do ministro que teria sido realizada pela Construtora OAS.
Todavia, as próprias mensagens destroem a narrativa do jornal, virando motivo de pura chacota, como fez com refinado humor o site O Antagonista.
Veja abaixo:
O apartamento de Toffoli
A Folha de S. Verdevaldo diz que Deltan Dallagnol incentivou um cerco a Dias Toffoli.
O cerco era tão intenso que Deltan Dallagnol, segundo as próprias mensagens roubadas, publicadas pelo jornal, pensou que o ministro do STF tivesse um apartamento, e não uma casa.
Um cerco inacreditável.

















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Analistas da grande mídia corrupta perderam a habilidade, erram as previsões e atuam como torcedores...

RAQUEL BRUGNERA
O que está acontecendo com a mídia brasileira? Por que os analistas políticos mais famosos do país perderam a habilidade de adiantar os fatos e aceitaram só repercutir acontecimentos, errando a maioria de suas previsões? Eles são realmente livres para pensar? Teriam perdido a liberdade de falar, ou estão analisando os conteúdos como torcedores de um time?
Não tenho bola de cristal, sou apenas uma escritora, articulista, pós-graduanda em estratégia política, que está fazendo análises sobre os acontecimentos políticos do país.
Deixo a paixão, a fé e o clubismo de lado e foco exclusivamente nos fatos, isso é o que qualquer analista deveria fazer, mas estou preocupada... Onde estão os analistas afinal?
Vejam esses 3 casos:
Fui a primeira a publicar no Jornal da Cidade Online, que não havia necessidade do hacker pedir o contato da Manuela D'avila porque no próprio site do Intercept há um link chamado CONTATO e lá tem o contato de mais de 20 jornalistas do site, inclusive o de Glenn, além dos links JURÍDICO e TRABALHE CONOSCO, ou seja, qualquer um pode contactar os editores do site. Sem contar que o hacker teve acesso às agendas de todos e encontrar o número de alguém não seria difícil.
Um dia depois que fiz a matéria, outros analistas de grandes jornais começaram a falar no assunto.
Fui a primeira também a explicar a estratégia dos advogados de Bolsonaro em não recorrer no caso Adélio, enquanto a mídia tradicional estranhou o fato e a mídia esquerdista tentou transformar em uma espécie de confissão de Bolsonaro, por supostamente ter contratado uma pessoa para o esfaquear e ganhar as eleições.
Os analistas ficaram calados! Dias depois o próprio presidente explicou em vídeo exatamente o que eu já havia adiantado.
Desta vez vou registrar aqui uma nova análise e pedir para que meus leitores me ajudem a acompanhar se os analistas famosos irão considerar o tema, ou continuarão ignorando.
Falei sobre o "efeito manada" que acontecerá com os presos da Lava Jato caso a justiça aceite as conversas dos hackers como provas legais. Os presos irão se apressar para delatar tudo o que sabem com medo que nas conversas haja provas suficientes para prender mais pessoas, causando o desinteresse da justiça em suas delações premiadas.
Não posso imaginar que eu seja tão inteligente assim, que só eu perceba os fatos e na sequência os grandes analistas do Brasil repercutem uma ideia que já foi compartilhada milhares de vezes nas redes sociais.
O que me vem em mente é que eu tenho a liberdade de falar que eles não têm.
Eles ocupam um lugar poderoso demais para ficarem calados, quem trabalha com contrainformação não pode temer a indústria poderosa, não é questão de ganhar likes, é serviço de utilidade pública!
Ou está faltando expertise dos analistas, ou liberdade para falar de certos assuntos.
Como continuo acreditando no olhar treinado dos analistas políticos do Brasil, desejo-lhes liberdade para trabalhar e coragem para falar o que o povo precisa saber.
Mas se os grandes canais perceberem que seus analistas "perderam o faro", precisando dos meus serviços profissionais, aceito proposta sob uma condição: Liberdade!







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quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Lava-jato presente: doleiro dos doleiros em cana. Corruptos em pânico

ALEXANDRE GARCIA
Lava-jato presente: doleiro dos doleiros em cana. Corruptos em pânico

Bolsonaro detona o PT no programa Mais Médicos

FOLHA DO BRASIL

Bolsonaro detona o PT no programa Mais Médicos


Weintraub detona bancada esquerdopata da Jovem Pan, para delírio de Caio Coppolla (vídeo)

Jornal da Cidade
Durante o programa Morning Show, da Jovem Pan, desta quinta-feira (1º), o convidado especial, Abraham Weintraub, ministro da Educação, fez duras e certeiras críticas ao patrono da educação brasileira, Paulo Freire.
Aclamado por diversos "intelectuais" nacionais, o legado de Paulo Freire nada mais passa do que um veículo de doutrinação marxista travestido de alfabetização. Dada as alarmantes posições da educação brasileira em rankings internacionais, o caos instaurado por sua pedagogia medíocre fica claro.
Um dos seus livros mais famosos, A Pedagogia do Oprimido, é recheado de afirmações confusas e desconexas e, claro, elogios a ditadores comunistas como Fidel Castro, Che Guevara, Mao Tsé-Tung, Lenin e às revoluções comunistas.
Questionado pelo apresentador Edgard Piccoli sobre sua "implicância" com Freire, o ministro Abraham enfatizou a ineficiência de seu método educacional que não é seguido como exemplo em nenhum outro país do mundo: "Coisa boa a gente copia!" - declarou Weintraub.
O comentarista Fefito contra-argumentou afirmando: "Nossa! Mas ele tem título de honoris causa!"
Em contrapartida, o ministro respondeu sensatamente:
“E daí que ele recebeu o título de Doutor honoris causa? O Lula também recebeu e tá preso, tá na cadeia, tá enjaulado”.
O extraordinário Caio Coppolla não se conteve e não poupou risadas.
Vídeo:

Documentos comprovam os contratos milionários firmados por Santa Cruz com o governo petista

Jornal da Cidade
RODA GIGANTE - FOTO ANDRADE JUNIOR
A fúria do presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Felipe Santa Cruz, com o presidente da República Jair Bolsonaro, tem uma explicação bem lógica.
Durante o período em que o PT esteve a frente do governo, o advogado realizou contratos milionários de prestação de serviços jurídicos sem a necessidade de qualquer procedimento licitatório.
Ganhou muito dinheiro.
Numa simples consulta ao Portal de Transparência percebe-se o aparecimento do nome de Felipe Santa Cruz e os contratos firmados.
Selecionamos alguns contratos fechados pelo escritório desse cidadão, que evidentemente não terão continuidade no novo governo, o que explica a ira de Santa Cruz.
Os valores são estratosféricos. Veja abaixo:





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"Preconceito",

por Miranda Sá
“Nunca é tarde para abrirmos mão dos nossos preconceitos” (Henry Thoreau)
       FOTO ANDRADE JUNIOR
A História registra grandes preconceitos que, como uma vitória da consciência humana, foram derrubados ao longo do tempo. Há poucos registros sobre isto, e um deles garimpei nas minhas pesquisas: já no estágio civilizatório ocidental, até o século 17 era proibida a subida de mulheres num navio e até pouco tempo era voz corrente entre os marinheiros que elas davam azar entrando num submarino…
O preconceito foi quebrado num fato que marcou o início da colonização dos Estados Unidos e até hoje é motivo de orgulho para os norte-americanos, a migração dos puritanos ingleses conhecidos como Os Peregrinos, que saíram da Inglaterra em 1620 no navio Mayflower com 25 tripulantes e 102 passageiros, incluindo famílias já formadas e recém-casados.
Em geral, os preconceituosos nem sabem mesmo porque o são. Li a história vivida pelo grande músico italiano, Arturo Toscanini, que ouvindo uma sinfonia de Beethoven gravada em disco, criticou a interpretação, sem saber que a execução era dele, gravada num dos seus concertos. Quando soube, reconheceu que o disco era seu…
O triste é que há preconceitos apoiados até pela Bíblia, cujo texto os católicos não podem pôr em dúvida, porque o Concílio de Trento, em 1546, proibiu que se pusesse em dúvida a inspiração divina do Livro. Nele, porém, está gravada a intolerância em Lucas, XIV, 23: “Se alguém não permanecer em mim, será lançado fora com a vara, e secará e enfeixá-lo-ão, e o lançarão no fogo, e arderá”.
Muitas pessoas se sentirão hoje tão perseguidas quanto a proibição da Marcha Gay em Havana pelo maravilhoso socialismo fidelista, ao tomar conhecimento do que está escrito no Deuteronômio (XXII): “Não haverá traje de homem na mulher, e não vestirá o homem com roupa de mulher”.
Se na religião encontramos isto, imagine como pululam preconceitos como larvas nas poças enlameadas da politicagem. Hitler mandou que se queimasse livros de judeus e comunistas notáveis, grandes cientistas, literatas e pensadores. Stálin, com mania de perseguição, mandou expulsar médicos judeus da Associação Médica da URSS. Depois, prendeu-os.
O narco-populismo da pelegagem que assomou ao poder na América Latina como reação aos regimes militares implantados durante a guerra fria, tentou se manter no poder baseando-se em preconceitos, que conseguiu em grande parte, porque muitos subsistem.
Fingindo combater o racismo, a vertente nacional do socialismo bolivariano importou dos Estados Unidos o abominável termo afrodescendente, como se os negros não fossem brasileiros como todos os que aqui nasceram ou se naturalizaram. É o racismo às avessas.
É do lulopetismo, também, o confronto religioso entre católicos e evangélicos, aliás muito aproveitado por políticos oportunistas dos dois lados. E o mais execrável é o feminismo xiita, um grupo diminuto que prega a aversão pelo homem seletivamente na sua atuação social, falando pretensiosamente em nome de todas as mulheres…
Parece precipitado falar, mas os agentes que usam os preconceitos para dividir a sociedade a fim de controla-la, estão infiltrados em todos os estamentos da vida pública, até nas sanduicherias dos fritadores de hambúrgueres…
Dicionarizada, a palavra Preconceito é um substantivo masculino formado pelo prefixo latino “pré” (anterioridade, antecedência) mais o substantivo “conceito” (comportamento, opinião, reputação). Trata-se de sentimento hostil e intolerância, com atitudes apressadas impostas pela formação ou o meio.
Geralmente ocorre contra indivíduos ou grupos de afiliação política, identidade de gênero, linguagem/língua, nacionalidade, raça/etnia, crença religiosa, profissão e até torcida esportiva.
O preconceito é algo que deve ser abolido com intensidade e urgência do mesmo modo como queremos varrer a corrupção, o fanatismo e a traição nacional de pessoas e partidos que pregam a secessão no Brasil.











EXTRAÍDADEBLOGDOMIRANDA




José Nêumanne e o STF do Lula Livre

Com Blog do Nêumanne
Com a autoridade de maior especialista no Brasil em leis de combate à corrupção, o professor da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) Modesto Carvalhosa cunhou uma expressão para definir os grupos que se reúnem em torno da proposta de soltar Lula da sala que ocupa na sede do Departamento de Polícia Federal (PF) em Curitiba: Central Única da Corrupção. Não lembra Centra Única dos Trabalhadores?

Em post, que publicou neste fim de semana, o mestre relacionou os últimos movimentos da trama insistente, mas agora também se tornando evidente. Escreveu: “Nos últimos meses temos visto manobras sem igual da Central Única da Corrupção para se perpetuar no poder. Talvez seja difícil levantar todos os aspectos da trama, tão infiltrados que os cleptocratas ainda estão nas demais esferas do poder. Alguns pontos são importantes e precisam ser lembrados”. E listou os sete pecados capitais cometidos:
“• A dificuldade de aprovação da reforma da Previdência, colocando como moeda de troca as verbas para que cada parlamentar irrigue seus currais eleitorais;
  • As manobras para colocar os velhos e conhecidos corruptos sendo julgados pela Justiça Eleitoral;
  • O pedido para dobrar o Fundo da Vergonha – o execrável Fundo Eleitoral – para R$ 3,8 bilhões, com o objetivo de perpetuação no poder municipal dos corruptos caciques políticos e seus protegidos, que se aproveitam das benesses do dinheiro público em detrimento do povo sofrido e carente;
  • A decisão monocrática de Toffoli, em pleno recesso do STF, suspendendo a vigência de leis federais e paralisando todas as investigações e os inquéritos da Polícia Federal e do Ministério Público com base em lavagem de dinheiro;
  • O crime encomendado e armado pela Central Única da Corrupção, que hackeouautoridades e manipulou informações e dados para confundir a opinião pública e enganar o povo brasileiro;
  • A invenção de uma narrativa que pretendia colocar o atual ministro da Justiça como idealizador de um esquema fabuloso e fantástico para ‘acabar com o Partido dos Trabalhadores (PT)’ com a ajuda do Ministério Público Federal e da Polícia Federal; e
  • A recusa em seguir os protocolos e normas do Senado para verificar a procedência dos pedidos de impeachment dos ministros ‘garantistas’ do STF, que demonstraram incompatibilidade para os cargos que ocupam”.
Da lista cuidemos do item que ocupa os noticiários no momento. O gravíssimo crime da invasão dos celulares de 976 autoridades dos três Poderes da República é o mais atual. E pode ter começado há pouco menos de um ano, quando a juíza das Execuções Penais de Curitiba, responsável pelo cumprimento de pena de Luiz Inácio da Silva, não permitiu uma entrevista do presidiário a Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, e Florestan Fernandes, do jornal espanhol El País. Essa decisão foi, contudo, revertida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski. Em 28 de setembro de 2018, o ministro Luiz Fux deferiu liminar para determinar que o mais famoso presidiário brasileiro se abstivesse de dar entrevista ou declaração a qualquer meio de comunicação até que o Supremo apreciasse a matéria de forma definitiva.
Em 18 de abril, o presidente do STF, Dias Toffoli, atendeu ao pedido dos deputados Wadih Damous (RJ) e Paulo Pimenta (RS), ambos do PT e com atuação destacada em episódio (omitido por Carvalhosa) na sua relação de atos recentes para impor a libertação do ex-presidente: o pedido ao Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), em Porto Alegre, atendido em decisão monocrática pelo desembargador Rogério Favreto, decisão aloprada que não chegou a ser cumprida. Lewandowski mantém relações pessoais com Lula e Toffoli, reprovado em dois concursos para juiz de primeira instância, é empregado de petistas desde os tempos de estudante, quando, garçom da Oficina da Pizza na Vila Madalena, frequentava assiduamente a sede do diretório do partido em Pinheiros.
Após Tolffoli derrubar a liminar de Fux e restituir a decisão de Lewandowski, a banda amiga de Lula no STF teve de decepar mais um nó górdio institucional. Ao organizar o encontro dos repórteres autorizados com Lula, o superintendente da PF no Paraná, Luciano Flores Lima, autorizou a presença na entrevista de jornalistas de outros veículos, citando a necessidade de respeitar “direitos constitucionais relativos ao livre exercício da profissão e liberdade de imprensa”. E, em ofício, também argumentou que precisava dar “publicidade de atos administrativos que não estiverem sob necessidade de sigilo”.
Mas o insistente Ricardo Lewandowski decidiu, em 25 de abril, proibir a presença de jornalistas que não fossem da Folha e do El País no encontro previsto para sexta 26. Despachou ele: “Esclareço que a decisão da Corte restringe-se exclusivamente aos profissionais da imprensa supra mencionados, vedada a participação de quaisquer outras pessoas, salvo as equipes técnicas destes, sempre mediante a anuência do custodiado”.
Publicada no dia seguinte, a entrevista continha uma declaração profética de Lula: “Tenho obsessão de desmascarar o Moro, Dallagnol e sua turma”. Duas semanas depois, em mais uma concessão generosa da banda amiga da Justiça, Lula recebeu o advogado americano Glenn Greenwald, do site The Intercept Brasil, para mais uma entrevista exclusiva.
Em 11 de maio, Lula disse, na dita-cuja entrevista, que foi proibido de disputar eleições por ação do Departamento de Estado dos EUA e da elite brasileira. Greenwald perguntou-lhe se tinha provas. “Tenho convicção”, disse o petista, usando a palavra mais criticada por sua defesa para desqualificar a acusação feita em PowerPoint pelos procuradores da força-tarefa da Lava Jato, como evidência de que Moro o condenou, embora os procuradores chefiados por Dellagnol não tenham produzido provas suficientes sobre seu delito.
O americano argumentou ainda que a elite brasileira ganhou muito dinheiro nos governos do PT. “Não é uma questão econômica, mas cultural: o Brasil foi o último país a libertar os escravos”, respondeu Lula, repisando o argumento de que “se criou um ódio para evitar a ascensão dos pobres” e isso teria feito a elite voltar-se contra ele, apesar de todos os benefícios que lhe foram prestados em seu governo. A História registra que o ódio reinante hoje no nada civilizado debate político brasileiro, de fato, foi uma genial criação de marketing do PT, ao dividir o Brasil em “nós” e “eles” para vencer Geraldo Alckmin, do PSDB, em 2006, após a eclosão do mensalão, que expôs a compra de bancadas para apoiar o  desgoverno dele em troca de propinas de empresas favorecidas por obras federais.
A desenvoltura com que o ex-presidente condenado atua na sala dita de “Estado Maior” em que o então juiz federal Sergio Moro o instalou para começar a cumprir a pena resultou, como acima relatado, de decisões favoráveis de seus amigos ministros no STF. Tudo isso, evidentemente, poderia ter sido evitado. Como descreveu Ricardo Galhardo em entrevista ao podcast Estadão Notícias, no portal desde 5 de abril, dois dias antes de se completar o primeiro ano da prisão de Lula, sua rotina é mais atarefada do que a dos tempos em que era praticamente um ocioso sustentado pela aposentadoria de ex-presidente e verbas partidárias de origem pública. Os pronunciamentos da sala do trono são a manifestação mais cínica de suas atividades de político preso. Ele recebe clipping diário com noticiário dos meios de comunicação providenciado por um assessor.
Depois da divulgação no Intercept de supostas mensagens para desqualificar os alvos de sua confessada obsessão – Moro e Dallagnol –, alguém podia mandar Lula para uma cadeia de verdade, seja qual for. Só assim poderá começar a cumprir pena sem tantas mordomias. Acreditar que o spoiler que ele deu em 27 de abril e a entrevista ao dono do site, que continua a divulgar a conta-gotas seu veneno para assassinar reputações, são “coincidências” equivale a tornar autos de fé todas as absurdas “convicções” do padim. Entre elas, a parceria do Departamento de Estado dos EUA numa conspiração de banqueiros e empreiteiros, tratados a pão de ló nos desgovernos petistas, mas enojados por encontrarem pobres no avião.













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quarta-feira, 31 de julho de 2019

Ladrão mais descarado da Lava Jato, Lula sai em defesa de Santa Cruz e é desmoralizado. Ao vivo (Vídeo)

OS PINGOS NOS IS JOVEM PAN
Sempre oportunista e sem qualquer noção de escrúpulo ou decência, o presidiário Luiz Inácio Lula da Silva aproveitou o imbróglio envolvendo o presidente Jair Bolsonaro e o advogado Felipe Santa Cruz, presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, para tentar tirar algum proveito político e posar como ‘democrata’.
Não deu certo para o chefe da maior organização criminosa da história da humanidade.
Imediatamente, Lula foi desmoralizado ao vivo pelos  jornalistas da Rádio Jovem Pan, Felipe Moura Brasil, Augusto Nunes e José Maria Trindade.
No vídeo, além de detonar o meliante petista, os jornalistas esclarecem fatos importantes do período militar e da atuação da esquerda.
Vídeo CLIQUE NO LINK ABAIXO 




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