Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

domingo, 2 de junho de 2019

BRASIL NA HORA DO “SE”

PERCIVAL PUGGINA
                        FOTO ANDRADE JUNIOR
Leio no G1
O desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro no 1º trimestre de 2019 ocupa o 45º lugar dentro do ranking com 47 países, elaborado pela Austing Rating. A lista traz os resultados das maiores economias do mundo. A comparação leva em conta o crescimento de 0,5% da economia no 1º trimestre deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE). Esse resultado é igual ao registrado na Rússia (0,5%) e está acima apenas da Itália (0,1%).
COMENTO
E comento inspirado no poema “Se”, de Rudyard Kipling.
Se não forem aprovadas as necessárias reformas,
se o Brasil continuar custando mais do que os brasileiros podem pagar,
se o mimimi de uns e o diz que disse de outros persistirem como temas centrais da política,
se os grandes veículos de comunicação não perceberem o quanto as reformas são mais importantes do que os gostos e desgostos pessoais de seus editores,
se não for devidamente entendido que o bem do país é a principal condição para a promoção do desenvolvimento humano e a melhor condição de vida dos mais necessitados,
seremos credenciados ao desprezo das gerações vindouras, como construtores de sua desgraça. As opções principais já foram feitas. Falta que um número suficiente de congressistas cumpra, urgentemente, seu dever para com o futuro do país.


























EXTRAÍDADEPUGGINA.ORG
 

sábado, 1 de junho de 2019

No Brasil/comunistas e nazistas/unidos/não querem ser vencidos

ALEXANDRE GARCIA
    FOTO ANDRADE JUNIOR


No Brasil/comunistas e nazistas/unidos/não querem ser vencidos. CLIQUE NO LINK ABAIXO E ASSISTA O VÍDEO 


Com as reformas engatilhadas, o Brasil tem tudo para o salto em direção ao clube das grandes nações

TOMAZ FILHO
                      FOTO ANDRADE JUNIOR
Há uma clara determinação da mídia tradicional de inviabilizar o governo Bolsonaro. Basta olhar as manchetes diárias. Nestes cinco meses, a truculência da imprensa só fez crescer. E o presidente da República responde no mesmo tom.

A tentativa frustrada da imprensa em mobilizar 'estudantes' a ocuparem as ruas do país na quinta-feira (30) pelo 'Lula Livre' expôs definitivamente a campanha contra Bolsonaro.

Como no domingo (26) a mobilização popular em favor das reformas e contra a corrupção foi exitosa e o movimento pelo 'Lula Livre' fracassou, ficou evidente que a mídia perdeu a credibilidade. Haja vista a queda acentuada de audiência da Globo e o corte sem precedente de assinaturas de jornais e revistas.

Mas, a desmoralização da imprensa não sinaliza que o governo vá melhorar. Isso depende de o presidente da República governar com serenidade e continuar cumprindo as promessas de campanha - muitas já executadas, como a moralização das estatais e o fim do toma-lá-dá-cá.

O mau humor da mídia vai continuar, porque Bolsonaro cortou a 'bolsa-mídia', outra medida acertada. E moralizadora.

O general Heleno tem dito que só o que tem sido desmanchado pelo governo já é um alento. Afinal, não é pequeno o elenco de desmandos cometidos pelos governos FHC, Lula e Dilma.
O custo desses 'avanços' ao bolso do povo pela organização criminosa do Lula foi altíssimo e levará tempo até que o cidadão sinta efetivamente os efeitos positivos das decisões tomadas agora.

A aprovação das reformas da Previdência, tributária, politica, administrativa, pacote anticrime, essas sim, pautarão um futuro melhor para o país.

Por isso, Bolsonaro precisa agir junto ao Congresso Nacional para que essas reformas ocorram o mais breve possível.

Aí, se poderá avaliar com segurança a qualidade do governo que pela primeira vez em décadas tem nos seus quadros profissionais sérios e competentes, como Paulo Guedes (Economia), Sergio Moro (Justiça), Augusto Heleno (Segurança Institucional), Luiz Mandetta (Saúde), Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia), Osmar Terra (Cidadania), Tarcísio Gomes de Freitas (Infraestrutura) e Tereza Cristina (Agricultura).

Bolsonaro precisa apenas agir com serenidade. A equipe é boa e tem tudo para mover o Brasil em direção ao clube das grandes nações.



























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Caio Coppolla Pegou Pesado com Manifestações do Dia 30 e Parabeniza Repórter Retaliado da Jovem Pan

ESTADO DE DIREITA
    FOTO ANDRADE JUNIOR
Caio Coppolla Pegou Pesado com Manifestações do Dia 30 e Parabeniza Repórter Retaliado da Jovem Pan CLIQUE NO LINK ABAIXO E ASSISTA O VÍDEO
https://www.youtube.com/watch?v=1AesudTmomg

"Por que o papa argentino gosta tanto de políticos como Lula?"

, por Vilma Gryzinski
                       foto Andrade Junior
Será que o papa Francisco não sabe o que essas pessoas fizeram num passado recente?
Claro que sim. Jorge Bergoglio, seu nome como bispo, tem 82 anos é da geração que viveu todas as fases da história recente na Argentina e na América Latina.
Os ciclos de populistas dos anos cinquenta e sessenta, a ascensão de movimentos de esquerda que sonhavam imitar Cuba, os golpes militares desfechados como reação, com brutalidade feroz na Argentina e no Chile.
Depois, a transição democrática e governos de centro-direita, superados pelo novo populismo de esquerda. Kirchner, Lula, Evo, Hugo, Corrêa e mais Kirchner.
Em nome do combate às desigualdades sociais, associaram-se aos mais poderosos produtores e banqueiros para tirar dos pobres e dar aos muito ricos. Para compensar, a massa era acalmada, com bolsas-tudo, acesso ao consumo através da armadilha do crédito barato e empregos fugazes.
Em toda parte, o modelo brasileiro de corrupção foi exportado, somando-se às já conhecidas práticas locais. A maior diferença era de escala e de concentração: nunca ninguém conseguiu roubar tanto com tão poucos envolvidos.
Jorge Bergoglio acompanhou isso tudo passo a passo e foi um dos mais conhecidos críticos a Néstor Kirchner.
Ganhou fama de direitista na Argentina, agravada pelo episódio dos jesuítas colaboradores de grupos armados de esquerda que foram sequestrados e torturados durante o regime militar.
A pecha de delator foi recuperada por ex-montoneros antes que Cristina Kirchner mandasse o pessoal parar com a loucura de falar mal de um argentino eleito papa. Nessa ordem de importância, claro.
“Conservamos sobre Néstor e eu disse: sabe o que acho que aconteceu com vocês, Jorge? (Porque eu o chamo de Jorge quando conversamos e não Sua Santidade e ele, obviamente, me chama de Cristina). No fundo acho que a Argentina era um país pequeno demais para vocês juntos”, escreveu a ex-presidente do livro Sinceramente, usando dos recursos de narcisismo terminal, falsa intimidade, manipulação grotesca ou pura invenção de fatos.
Por que o papa recebeu uma política com esse tipo de caráter e boicotou o quanto pode seu substituto, Mauricio Macri?
De forma geral, podemos dizer que está no sangue. Bergoglio não consegue se desvincular da ideia do “rouba mas faz”. Influenciado pela opção preferencial pelos pobres, cujas dificuldades acompanhou intensamente como arcebispo, acaba colocando no pacote a preferência opcional pelos corruptos ou seus representantes.
Francisco podia ter se esquivado de um encontro como o registrado no ano passado pela foto acima. Escolheu deliberadamente receber os três personagens e falar com eles durante uma hora.
O ex-ministro Celso Amorim foi um dos participantes. Saiu de lá com um bilhete escrito a mão pelo papa em agradecimento ao livro enviado por Lula. As cortesias se multiplicaram na recente carta.
Se Francisco achasse justas as sentenças por corrupção ao apenado de Curitiba, certamente não usaria os termos escolhidos. E um católico criminoso que implorasse uma palavra de conforto ao papa, primeiro teria que pedir perdão pelos pecados cometidos.
Os outros participantes do encontro do ano passado foram o ex-senador chileno Carlos Omamani e Alberto Fernández, ex-ministro da Casa Civil de Néstor Kirchner.
Como num clássico tango argentino, a fila rodou rápido. Ironicamente, Fernández é agora o candidato a presidente ungido por Cristina Kirchner.
Numa manobra maquiavélica ou mefistofélica, ainda falta algum tempo para saber, Cristina resolveu convocar o homem de confiança do falecido marido, reservando para si um modesto papel de candidata a vice-presidente.
Todo mundo sabe o que Néstor Kirchner fez. E quem tiver alguma dúvida pode consultar os Cadernos das Propinas escritos pelo motorista que transportava os infindáveis sacos e malas cheios de milhões de dólares enviados por empresários bonzinhos que só queriam ajudar o presidente a pensar no bem do povo e na felicidade da nação.
Vários desses empresários estão recolhidos atualmente ao sistema prisional argentino. Políticos também.
Será que o papa acredita que um presidente Aníbal Fernández é um ínclito que fará um governo responsável?
Carlos Omamani, o ex-senador chileno, só se enrolou em doações irregulares feitas por uma grande mineradora. Mas o delito já prescreveu e ele disse que “vai se arrepender para o resto da vida”.
O ex-senador foi militante na juventude do Movimento de Esquerda Revolucionária, o MIR. O grupo armado queria fazer uma revolução à cubana no Chile e ajudou a criar o caos que impulsionou o golpe de estado do general Pinochet.
Em 1989, remanescentes ideológicos do MIR sequestraram o brasileiro Abílio Diniz, libertado na véspera do segundo turno entre Lula e Fernando Collor.
O ex-senador chileno adotou Marco Enríquez-Ominami Gumucio depois que se casou, no exílio, com a mãe dele. O pai biológico é Miguel Enríquez, criador do MIR, morto em 1974, logo depois do golpe. Marco criou um novo partido de esquerda depois de ter 20% dos votos na eleição presidencial de 2009.
Da mesma forma que escolhe quem vai receber e para quem vai escrever ou mandar rosários, o papa escolhe quem não vai receber.
Atualmente, esse é um assunto importante na Itália: se e quando o papa vai se encontrar com Matteo Salvini, o ministro do Interior que está engolindo adversários e aliados.
Os dois, obviamente, se detestam. Salvini saiu do campo restrito da Liga Norte, um partido secessionista, para se tornar o político mais importante do país unicamente com base no fechamento dos portos aos migrantes que continuam a chegar, embora em menor número, de países africanos.
Uma das maiores causas abraçadas pelo papa Francisco é a abertura irrestrita de fronteiras de todos os países para todos os que queiram entrar, independentemente de restrições econômicas ou de segurança.
O papa também acha que os recém-chegados têm direito a bolsa-imigrante, alojamento, celular, importação de familiares e outros benefícios.
No último comício antes das eleições para o Parlamento Europeu, das quais saiu fortalecido, Matteo Salvini beijou o crucifixo do terço que sempre leva no bolso (embora se reconheça como “o último da fila dos cristãos”) e invocou a proteção de Nossa Senhora da Imaculada Conceição para si mesmo e para toda a Itália.
E trolou o papa, fazendo uma referência em que a simples menção do nome de Francisco provocou vaias.
Vários representantes do Vaticano surtaram. Paolo Parolini, que é a segunda personalidade mais importante, como secretário de Estado, denunciou o “risco de abuso de símbolos religiosos”.
O jesuíta Bartolomeo Sorge tuitou que a Itália que vota na Liga “não é mais cristã”.
“Olhem o que escreve este teólogo. Só falta que alguém peça minha excomunhão. Avante, com fé, respeito e humildade”, respondeu Salvini, sem nenhum risco de ter, pelo menos, as duas últimas virtudes.
Esta é a situação existente no momento, resultado do envolvimento direto do papa em questões políticas e de dúvidas religiosas que desperta: a direita detesta o papa e a esquerda o exalta; a ala mais conservadora o considera ambíguo ou até herético e a turma da teologia da libertação o recebe como um profeta.
Fiéis perdidos ou confusos ficam no meio, sem entender por que Francisco um dia faz o discurso mais forte já vindo de um papa contra o aborto, comparando-o a contratar um pistoleiro de aluguel, e no outro exorta os católicos a abrir as portas a todos os que queiram morar em seus países.
Numa longa entrevista a uma vaticanista mexicana, o papa argentino se descreveu como “conservador”, embora concordando com a tese da jornalista de que vem caminhando para o outro lado desde que foi eleito para a Santa Sé.
Terminou falando, com profundo e comovente sentimento, da crueldade do mundo onde tantas mulheres são humilhadas, exploradas, abusadas ou assassinadas.
O lado A de Francisco tem uma força enorme, de fé e comprometimento. O lado B ainda acredita, tristemente, no “rouba mas faz”.

Veja





















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Bolsonaro chora com discurso de Caiado e é aplaudido de pé ao questionar a religião no STF - 31/05

FOLHA DO BRASIL
Bolsonaro chora com discurso de Caiado e é aplaudido de pé ao questionar a religião no STF - 31/05

"Centrão” é palavrão?",

por Caio Coppolla
   FTO ANDRADE JUNIOR


No afã de uma contenção de danos impossível após as manifestações pelas “Reformas Já” em 26 de maio, a Câmara Federal proibiu o uso da expressão “Centrão” em seus veículos oficiais (rádio, TV e agência). A direção de jornalismo da casa alega que o uso do termo é pejorativo e “institucionaliza um rótulo que só existe como abstração”. Os deputados não querem seu nome associado ao “Centrão” – pega tão mal que está sendo equiparado a xingamento.

Mas “Centrão” não é palavrão. Centrão é neologismo, fenômeno linguístico que consiste na criação ou ressignificação de uma palavra que seincorpora ao vocabulário.A expressão “Centrão” é uma construção orgânica e não exprime uma narrativa ou uma abstração, mas sim uma realidade tangível detectada pela sociedade. Sua censura é uma violação flagrante da liberdade de expressão e de imprensa (ainda que estejamos falando de mídia estatal chapa-branca). Além disso, a proibição escancara o autoritarismo das lideranças parlamentares, que não aceitam serem chamadas pelo que são.

O Centrão é o bloco político que controla o Congresso Nacional atuando como fiel da balança para aprovação de textos legais. O grupo opera sob os auspícios do articulador-mor da República, o presidente da Câmara Federal, deputado Rodrigo Maia. O Centrão não vota com racionalidade, convicção ou patriotismo; vota por interesse, oportunismo ou pressão (popular, midiática, lobista etc.). O Centrão não tem ideário coerente ou visão de Estado; é maquiavélico e enxerga a curtíssimo prazo. O Centrão não tem espírito público; está a serviço de oligarquias, corporações e grupos de interesse. Mas principalmente, o Centrão é fisiológico: tem vocação para se associar ao Poder Executivo em benefício próprio; gruda no governo para barganhar vantagens, cargos e verbas em troca do seu apoio político – o ápice do fisiologismo na história recente foi o Mensalão, que usava dinheiro público de propina para subornar o Congresso e torna-lo subserviente ao Lulopetismo.

Só que os tempos e os ventos mudaram. O Centrão não contava com a convicção patriota do novo presidente da República, que resolveu romper com a tradição (vício!) do toma-lá-da-cá – o tal presidencialismo de coalizão para os mais afeitos a eufemismos. É um fato que ministérios e cargos do governo Bolsonaro não foram loteados para os caciques dos partidos políticos, uma praxe em todos os governos anteriores. Como bem diagnosticou o ministro Paulo Guedes, “piratas privados, burocratas corruptos e criaturas do pântano político se associaram contra o povo brasileiro” – está aí a síntese do modus operandi da cleptocracia emedebista-tucano-petista das últimas décadas. O Centrão é resquício desses tempos... e não chega a ser palavrão, mas é uma desgraça pra democracia"


Gazeta do Povo
























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O STF, OS BANDIDOS E A NAÇÃO

Percival Puggina
                     foto Andrade Junior
Leio no Diário do Poder
Após silêncio do ex-ministro Antônio Palocci na CPI do BNDES, garantido por habeas corpus do Supremo Tribunal Federal (STF), a deputada Paula Belmonte (Cidadania-DF) apelou ao presidente da Corte, ministro Dias Tofffoli, para reduzir as interferências que aniquilam comissões parlamentares de inquérito. Palocci foi convocado para explicar o esquema corrupto que roubou dinheiro do BNDES. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Toffoli se colocou à disposição para discutir a questão com integrantes da CPI do BNDES. Sinalizou com eventual redução das interferências.
COMENTO
 A legislação penal e processual brasileira foi desenhada para serviço dos réus, dos condenados e dos indivíduos que causam dano à sociedade. Antes de o STF fazer isso, na percepção da sociedade, a lei já o faz. Graças a ela, Palocci conseguiu do STF comparecer à reunião da CPI do BNDES protegido – vejam só! – pelo direito de permanecer em silêncio, de não ter sua imagem registrada, de ser assistido por advogado, de não ser submetido ao compromisso de dizer a verdade e de não sofrer constrangimentos físicos ou morais em virtude de tais direitos e/ou prerrogativas. E que a sessão desse depoimento fosse sigilosa... Ou seja, ele só não poderia deixar de comparecer, mas a inutilidade do comparecimento estava previamente assegurada.
Há quem ache isso muito bonito, muito democrático e profundamente humano. A sociedade, porém, tem outro entendimento. Considera tudo muito parecido com servir medalhões de lagosta nos banquetes da impunidade e da criminalidade.
Quando multidões saem às ruas, um mínimo de racionalidade, de realismo, exige que se preste atenção ao que é dito. E tem ficado muito claro que o STF dispõe de majoritário reconhecimento da legitimidade e da necessidade de sua existência, mas não encontra voz que defenda a conduta da maioria de seus membros.
Está firmado o conceito de que há desserviço à nação. Ele começa na insensibilidade para com a situação financeira do Estado, manifesta num cardápio de mordomias incompatíveis com a realidade nacional, e vai encontrar expressão mais nítida na angústia que alguns ministros extravasam quando juízes e tribunais dos andares de baixo do Judiciário mandam prender figurantes significativos da cena política e/ou financeira do país.























extraídadepuggina.org

Bandidos petistas (redundância), disfarçados de estudantes, intimidam e hostilizam repórter da rádio Jovem Pan (Vídeo)

JORNAL DA CIDADE
Manifestação de cunho eminentemente partidário, sem qualquer relação com a educação. Cada vez mais caem as máscaras da militância ensandecida e que não tem nenhum apreço pela verdadeira democracia.
Contrastando com a bela manifestação de domingo (26), em apoio as pautas que visam tirar o Brasil do ‘buraco’, os eventos desta quinta-feira (30) deram mostra de um ressentido ódio de derrotados na eleição.

O repórter Marcelo Mattos da Rádio Jovem Pan correu sério risco na sua tarefa de noticiar o evento. Foi cercado por um grupo de militantes, hostilizado, xingado e intimidado.
Um deprimente espetáculo de autoritarismo.
Veja o vídeo:

sexta-feira, 31 de maio de 2019

Bolsonaro chora com discurso de Caiado e é aplaudido de pé ao questionar a religião no STF - 31/05

THE NOITE COM DANILO GENTILLE
Bolsonaro chora com discurso de Caiado e é aplaudido de pé ao questionar a religião no STF - 31/05 CLIQUE NO LINK ABAIXO E ASSISTA O VÍDEO
https://www.youtube.com/watch?v=yij7JTmN2E4

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