PAULAZANELLI/FROMX
Rir de movimentos que começam pequenos é ignorar a regra dos 3,5%.
A história prova: quando essa parcela da população se mantém em movimento contínuo, nenhum regime resiste. Foi assim na Revolução de Veludo e na queda do Muro de Berlim. O que começa como “vergonha” termina como revolução. As marchas não servem para vencer a guerra hoje, mas para marcar posição e atingir a massa crítica. O sistema não teme o barulho passageiro; ele teme a constância de quem não aceita ser silenciado. O impossível só existe até que o padrão histórico se repita. Antes de ser grande, você precisa ter coragem de ser o primeiro





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