Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

domingo, 1 de fevereiro de 2026

'Acabou o recreio'  

 Adalberto Piotto -Os brasileiros perderam o medo, não aguentam mais o que está aí e exigem o Brasil de volta


U m deputado federal decide fazer uma caminhada pelos sertões do Brasil, anda mais de 250 quilômetros por sete dias consecutivos debaixo de sol escaldante e chuvas torrenciais, arregimenta milhares ao longo do caminho e chega a Brasília para dizer “Acorda, Brasil!”, o lema do seu movimento. Um detalhe precioso: faz isso em pleno recesso parlamentar de janeiro, sem puxadinhos de sindicatos e “organizações sociais”. A adesão das pessoas é voluntária, na base do “eu vim de graça”, como nas manifestações da direita na Avenida Paulista e nas praças pelo Brasil, em que se reclamava da pressão ou se pedia pela anistia. 


Uma contraposição assertiva à manipulação que a esquerda faz com distribuição de sanduíches a pessoas que carregam bandeiras vermelhas sem saber o motivo ou porque estão presas à promessa de que um dia receberão algo, como os explorados dos acampamentos do MST. Se o PT já teve de fato a hegemonia das ruas — o que pessoalmente sempre coloquei em dúvida — perdeu de vez. O deputado federal Nikolas Ferreira, do PL de Minas Gerais, mostrou pelas estradas e ruas de cidades do interiorzão do Brasil profundo o que já fazia com maestria nas redes sociais: os brasileiros perderam o medo, não aguentam mais o que está aí e exigem o Brasil de volta.

Trata-se de um recado duro e claro a uma parte do país que ainda tem evitado o debate real sobre o país com receio da própria bolha desconectada da realidade ou por interesses escusos. Pretendendo-se democratas 4.0, evitam o necessário embate político e evitam as ruas que apontam os dedos a mais uma tragédia moral e de retrocesso socioeconômico do atual governo de Lula, cada vez mais emaranhado no escândalo da vez: o do Banco Master. Basta ver que Daniel Vorcaro, o banqueiro amigo de autoridades da República lulopetista, contratou a preço de ouro a assessoria jurídica de Viviane Barci, mulher do ministro Alexandre de Moraes — um aliado de primeira hora de Lula no STF e fonte amiga de parte da imprensa inquisidora. 


O dono do Master ainda trouxe para sua linha de frente ex-ministros de Lula e Dilma — como Ricardo Lewandowski (um híbrido de ministro do STF e da Justiça) e Guido Mantega — indicados a Vorcaro por ninguém menos que o líder do PT no Senado, Jacques Wagner, o ex-governador da Bahia descrito nas rodas dos isentões como petista moderado. 


Os novos defensores do Master não decepcionaram. Quando ainda em ação pelo seu banco, Vorcaro teve encontro com o presidente Lula fora da agenda oficial, acesso ao Banco Central e intermediação de autoridades para seus anseios. Depois de preso pela Polícia Federal por um escândalo financeiro bilionário, teve a prisão relaxada pela Justiça — que o STF não revogou — e responde em liberdade. O escândalo também ganhou a alcunha de “Toffolão”, em referência ao ministro Dias Toffoli, um ex-advogado do PT, reprovado em dois exames para a magistratura e que chegou ao Supremo, a mais alta corte do país, pela indicação de Lula. 


Toffoli tem anulado acordos de leniência da Lava Jato em que empresários, assistidos por caros advogados, confessaram a malandragem em esquemas de corrução, desvio de dinheiro público e conluio de autoridades — a maioria ligada aos governos petistas de Lula e Dilma, como os irmãos Batista, da J&F. Não bastasse sua pregressa e errática atuação na Corte (o termo “errática” é um respiro de elegância diante do assombro), Toffoli ainda precisa explicar um resort, vídeos com banqueiros e lobistas e o sigilo absoluto que aplicou ao caso do Master. 


Ao avocar toda a investigação para seu gabinete, retirou o telefone de Vorcaro que estava com a CPMI do INSS, determinou medidas que inibiram a investigação policial e uma série de ações que condenaram a transparência de um caso que interessa ao país. Longe de proteger o processo, a atuação do ministro parece muito mais interessada em acobertar os nomes dos envolvidos dos três Poderes da República do consórcio Lula-STF.


E esse é o ponto. Numa democracia real, de verdade, séria, constitucional, jamais um caso como o do Banco Master teria surgido. Já tivemos bancos quebrando no Brasil antes. Já tivemos, na verdade, quebradeira sucessiva de bancos. Dado que o risco sistêmico do setor estava posto, o governo da época, liderado pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, instituiu medidas mais duras de controle por parte do Banco Central e a criação do FGC, o Fundo Garantidor de Créditos — uma medida para proteger os clientes e trazer novamente confiança no sistema bancário. Mas nada chega nem perto do escândalo atual. 


E por quê? Porque toda aquela balela maldita que impuseram ao Brasil de “estamos salvando a democracia” criou um Supremo Tribunal Federal acima de tudo e todos. Uma corte sem limites, acima da lei, da Constituição e, sobretudo, de quem ousasse questioná-la. Ao perseguir a oposição e seus críticos, atropelar a lei, os direitos individuais, praticamente extinguir a liberdade de expressão e anular o Congresso Nacional com o cabresto do foro por prerrogativa de função, o STF se tornou intocável e poderoso demais. Anabolizado em relação aos outros poderes, tornou-se imperial, um porto seguro para quem tivesse acesso privilegiado — e sabe-se lá mais o quê — aos ministros ativistas. 


Em agosto de 2023, o Supremo Tribunal Federal entendeu, por 7 votos a 4, que não havia mais a proibição de que ministros julgassem casos defendidos por escritórios de advocacia de cônjuges e outros parentes. O parente só não poderia estar diretamente na defesa. No reino dessa Nárnia tupiniquim, esses escritórios passariam a ter paredes estanques e os sócios e advogados jamais tratariam do caso entre si. Inimaginável também a possibilidade de existirem maridos ministros e esposas advogadas sonâmbulos, conscientes ou inconscientemente, ou que falam enquanto dormem, a dividirem a mesma cama e o mesmo teto. 


Diante desse STF permissivo, o que fizeram banqueiros e agentes do governo inescrupulosos? Associaram-se a ministros do STF em convescotes de luxo fora do país, patrocinaram eventos de pretenso debate jurídico e correram a contratar os “prestigiados” escritórios de esposas de ministros. Num passe de mágica e por maioria suprema, novas sumidades jurídicas apareceram de repente e foram contratadas. O sobrenome e o parentesco tornaram-se detalhes, não impedimentos éticos.


Desde 2019, uma parte do Brasil, movida a ódio político ou nojinho estético da vitória legítima da direita em 2018, abraçou o arbítrio, o abuso e a inconstitucionalidade como método. Valia tudo para impedir ou tumultuar o governo eleito. O inquérito 4.781 — apelidado de “Inquérito do Fim do Mundo” pelo ministro Marco Aurélio Mello — era irregular na forma e na origem e, por isso, ilegal. Aberto de ofício pelo então presidente do Supremo, Dias Toffoli, teve nomeado relator, sem sorteio, o noviço na Corte, Alexandre de Moraes. 


Em nome de combater supostas fake news — que só miraram posts e autores da direita conservadora do país — ganharam o apoio imediato — ou a omissão silenciosa — de parte imensa de empresários, associações de classe, universidades, pessoas comuns e imprensa tradicional. A partir dali, o ministro Alexandre de Moraes abriu uma era de medo e repressão num estado de exceção de inquéritos intermináveis sem nenhum limite jurídico. O sigilo das investigações era tamanho que aos advogados dos acusados não era permitido acesso aos autos para saber do que deveriam defender seus clientes. Com a máquina suprema na mão e apoio interno e externo, promoveu perseguições políticas que resultaram em prisões, cancelamentos públicos, asfixia financeira de empresas e pessoas físicas e o fim da liberdade como a conhecíamos e como era garantida na Constituição. 


As prisões sem o devido processo legal e o direito à ampla defesa de manifestantes dos atos do dia 8 de janeiro são um exemplo atroz desta era vil da história recente do país. O julgamento da alegada “trama golpista”, que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro e diversas autoridades de seu governo, não guarda um mínimo de lógica jurídica, como denunciou o ministro Luiz Fux em seu voto.


No Brasil de hoje, temos dois ministros do Supremo Tribunal Federal acusados de envolvimento até o pescoço no escândalo do banco Master. São os mesmos que protagonizaram a ilegalidade do inquérito de 2019. Nem o contido atual presidente do STF, Edson Fachin, consegue esconder o incômodo de ver seu mandato à frente da Corte sendo enlameado pela atuação de seus colegas. 


A sua proposta de código de conduta a homens de reputação ilibada — uma das duas exigências para indicados ao STF — é recibo irrecorrível de que as coisas estão muito mal. Como escândalo pouco é bobagem para o lulopetismo, criador do Mensalão — que comprava votos no Congresso — e da Lava Jato (Petrolão) — que desmoronou a gestão de Dilma e levou o próprio Lula à cadeia por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, o atual escândalo do Banco Master, se despido do sigilo absoluto decretado pelo ministro Toffoli, tende a ser um terremoto nos três Podres Poderes da atual república. Já está sendo, porque até para aquela gente que se omitiu lá atrás, as coisas passaram dos seus limites elásticos sobre abusos e crimes contra o interesse público. 


Menos mal que essa parte sonolenta da imprensa, da sociedade, das universidades, do mercado financeiro e das entidades de classe e empresariais que dormia o sono profundo dos irresponsáveis desde 2019, tenha acordado. O monstro que saiu dessa omissão ou conveniência política tem endereço conhecido na praça mais famosa de Brasília. Que aprendam de uma vez por todas que nenhum arbítrio ou abuso legal vale a pena. Acabou o recreio. Que voltem da fantasia de “salvar a democracia” e se juntem à realidade da maioria dos brasileiros que quer a liberdade e o Brasil de volta, porque nunca deixou de fazê-lo.  




Adalberto Piotto - Revista Oeeste




















publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2026/01/adalberto-piotto-acabou-o-recreio.html

ATAQUE À DEMOCRACIA??? É MESMO?

 EDUARDOOINEGUE


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“O BRASIL ESTÁ CORROMPIDO, COMEÇANDO PELO PRESIDENTE”,

 DIZ MELLO ARAÚJO gazetadopovo/youtube


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Acabou o amor: Globo cobra explicações do STF, Moraes e Toffo! Já a Daniela Lima… veja!

 deltandallagnol/youtube


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O FIM DA PROPRIEDADE? CONHEÇA o PLANO para BLINDAR INVASORES na JUSTIÇA

 rubinhonunes/youtube


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FUJA DAS ARMADILHAS

 DINHEIROFALANTE/FACEBOOK


FOGE DAS ARMADILHAS



UMA VOLTA POR CUBA

 INSTITUTOMISESBRASIL/INSTAGRAM



UMA VOLTA POR CUBA



APRENDA A FAZER O USO CORRETO

 FERNANDAANDRETOO/X


APRENDA A FAZER O USO CORRETO



Laços de família ou concorrência desleal?

 Judiciário em Foco


“Existe uma divisão familiar. A mulher fica com o poder econômico nos escritórios de advocacia; e o marido, com o poder político dentro do judiciário.” – Ministra Eliana Calmon

Não foi “apenas” um contrato de R$ 129 milhões. Como noticiado pela grande mídia e jamais desmentido, o número de ações confiadas aos cuidados da Dra. Viviane Barci mais que quintuplicou desde que seu consorte Alexandre de Moraes passou de reles mortal à condição suprema. Longe de ser uma singularidade da primeira família do atual regime, o fenômeno se repete nos lares de inúmeros togados brasileiros, tanto na cúpula quanto em âmbito regional, evidenciando a conveniência de elos familiares com os detentores do poder de dizer o direito. Não à toa, a própria Associação dos Magistrados (AMB) pleiteou e conseguiu apagar um dispositivo da nossa lei processual, tendo alcançado o “feito” de oficializar a possibilidade de julgamento, por togados, de causas defendidas por seus próprios parentes. Porém, ainda que juízes não nutrissem lá muito apreço por seu dever de imparcialidade, os acertamentos não seriam viáveis se não houvesse partes privadas dispostas a desempenhar seu papel em autênticas farsas mal travestidas de processos judiciais.

Em paralelo ao universo estatal das togas, há advogados ávidos por violarem o Estatuto da Ordem, captando causas mediante a influência, ostensiva ou velada, dos que com eles compartilham o leito conjugal ou o código genético. Afundados na permissividade de um sistema desprovido de mecanismos eficientes de controle, causídicos-parentes chegam a alardear uma suposta especialização em “causas nos tribunais superiores” – como se se tratasse de um ramo autônomo do Direito (!) -, desfrutando da preferência absoluta de partes com interesses vultosos em jogo perante os tribunais. O critério para tais contratações “por prevenção” não reside na qualificação e/ou na diligência com as causas, mas no sobrenome.

Sim, tais profissionais instauram um ambiente concorrencial desonesto, ao auferirem proveitos a partir de expedientes ardilosos aprioristicamente fora do alcance de colegas desprovidos de laços sanguíneos ou matrimoniais com togados. A livre concorrência é o termômetro mais fidedigno de um mercado saudável, pois permite o acesso irrestrito a fontes de produtos e/ou de serviços a serem escolhidos pelo consumidor com base nos critérios exclusivos de sua própria conveniência. Porém, sempre que permeada por meios reprováveis de acesso ao público, a competição se torna viciada e a liberdade na escolha cede lugar à tentação dos conluios.

Legislações de nações capitalistas dispõem de uma sólida malha de repressão a práticas concorrenciais desleais, seja pela necessidade de proteção ao concorrente honesto, seja como modo de amparo à liberdade plena de escolher o que se pretende adquirir ou contratar. Nessa toada, a Lei de Propriedade Industrial – LPI vigente entre nós (Lei 9279/96) elenca como crime, ainda que de baixíssimo potencial lesivo, várias modalidades de concorrência desleal, dentre as quais o desvio de clientela.

Descrita como sendo a conduta daquele que emprega meio fraudulento para captar clientes de outrem, a deslealdade prevista na LPI não deixa de evocar, em nosso imaginário, a atuação dos causídicos-parentes. O ardil, elemento essencial do tipo penal, pode ser enxergado no convencimento da clientela acerca do incremento fabuloso das perspectivas de êxito processual, em decorrência direta dos elos familiares entre defensores e juízes. No entanto, como a influência manejada pelos causídicos é deletéria a um conjunto indeterminado de concorrentes não-parentes, a conduta dificilmente configuraria crime, devido à impossibilidade de identificação do “outrem” prejudicado.

Ainda assim, o ilícito civil parece bem caracterizado pelo enriquecimento sem causa auferido por causídicos que fecham o mercado da advocacia – pelo menos o das grandes causas -, em visível detrimento de seus concorrentes cujo único ativo consista na capacitação profissional. Por óbvio, eventuais medidas destinadas à investigação e/ou à repressão desses cartéis jurídicos esbarrariam, se tomadas fossem (!), nos obstáculos representados pela dificuldade extrema na obtenção de provas e pelo envolvimento de poderosos togados nos esquemas nebulosos.

A história do nosso patrimonialismo é recheada de exemplos de privilégios em sua acepção literal, ou seja, de concessões de benesses estatais a agentes privados por motivações pessoais. Em nossos tempos de autoritarismo togado, protagonismo midiático foi assumido pelos laços familiares entre magistrados e os causídicos à frente dos litígios por eles mesmos decididos. Favorecimento e distorção mercadológica que não merecerão um minuto da atenção do ministério público, dos agentes policiais ou da OAB. Pelo menos não por enquanto.











publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/justica/lacos-de-familia-ou-concorrencia-desleal/

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HIPOCRISIA DE ÉRIKA HILTON

BRAZUKA/X


É isso aí, Felipão, você não deve satisfação a ninguém, nem aos seus eleitores 



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