Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

sábado, 28 de fevereiro de 2026

Aos vencedores, a propaganda travestida de Carnaval

  Judiciário em Foco


A purpurina perdeu seu brilho, as fantasias retornaram ao mofo de seus depósitos, os carros alegóricos foram devolvidos ao anonimato dos barracões, e a bateria se calou. O que foi vendido como espetáculo de euforia vai se tornando uma triste recordação esmaecida e a arrogância dos ídolos de barro substituída pela rotatividade das manchetes midiáticas. Porém, o lodo subjacente à farsa segue cada vez mais nauseabundo, emporcalhando nossa triste republiqueta.

No domingo de carnaval, o desfile das escolas de samba no Rio foi marcado por uma propaganda antecipada de Lula, pré-candidato à próxima corrida presidencial. A descrição da trajetória de político vivo e em plena atuação como saga heroica, o uso do estribilho do longevo jingle de campanha como refrão do samba-enredo, a apresentação do “homenageado” como um boneco gigante, o destaque escancarado à marca mista da sigla partidária (letras e figura da estrela) e o louvor a políticas públicas supostamente implementadas por Lula transformaram o que deveria ter sido um desfile em indisfarçável ato de campanha. Isso sem falar no abuso de poder econômico caracterizado pelo desvio de recursos públicos para a irrigação dos cofres da escola e no abuso de poder político configurado pelo gesto do “faz o L” (símbolo maior do império lulista devolvido ao poder), pela presença do próprio Lula na avenida e pela escolha, por parte do casal presidencial, dos atores encarregados da mise-en-scène. Contudo, nem só da idolatria ao lulopetismo se alimentou a escola de Niterói.

Logo no carro abre-alas, o carnavalesco fez questão de brindar seus prosélitos com a representação da prisão de Bolsonaro, levando-os a um delírio orgíaco. Em plena Sapucaí, um palhaço mostrado como um Bozo-Coringa era capturado por um careca togado e trancafiado na masmorra. Não se tratava ali de insinuação ou mensagem subliminar; ao contrário, era um brado de louvor ao aliado disfarçado de juiz, cujo “feito” maior havia consistido precisamente no sequestro do arqui-inimigo político do homenageado. Não à toa, a cena de encarceramento do “malévolo” palhaço sucedia a da subida da rampa por Lula em 23, em um indicativo, na linguagem teatral, de uma nítida relação de causa e efeito entre os eventos. Tanto na vida quanto na arte cênica, o petista, cuja corrupção havia sido desnudada por três instâncias judiciais, precisou aniquilar seus oponentes para garantir a própria sobrevida no Planalto. E, para tanto, contou com os ótimos préstimos de um magistrado dado a prisões fora do devido processo legal, à censura e aos demais decretos de morte civil contra todos aqueles que ousassem questionar o arbítrio dos donos do poder.

Enfatizando o seu êxtase diante do modus operandi da atual composição do STF, a escola ainda apresentou outro carro retratando o mesmo Bozo-Coringa em sua jaula, de tornozeleira eletrônica, e destacou na letra do samba a expressão “sem anistia”, bandeira da esquerda brasileira e de todos os defensores dos abusos togados. O espetáculo degradante na Sapucaí ultrapassou em muito a esfera já reprovável de uma campanha antecipada; o desfile não apenas confessou, como idolatrou todas as violações protagonizadas por togados desde a instauração do inquérito das fake news. Não foi apenas a propaganda de um indivíduo, mas de um regime autoritário protagonizado por figurões do judiciário, que pisotearam o primado da Constituição e das leis para implementarem o império de seus próprios caprichos. Confiantes na impunidade reinante entre nós, os organizadores do evento incorreram em sincericídio ao levarem à avenida a representação de um binômio vencidos-vitoriosos, onde a vitória não foi definida por razões jurídicas, mas pelo emprego da violência pura e simples. Sem o arsenal das forças de defesa, é certo, mas graças às armas de uma polícia federal servil ao autoritarismo judicial.

Ao vencido, ódio ou compaixão; ao vencedor, as batatas”. Poucas vezes a conclusão da filosofia de Quincas Borba, personagem-título da obra machadiana, me pareceu tão ilustrativa da realidade quanto no desfile dos niteroienses. Lá estava Bolsonaro, vencido em sua jaula gradeada e alvo da ira da turba petista ou, na melhor das hipóteses, de um ou outro olhar compassivo diante das feições ridículas do palhaço; lá estavam Lula e Alexandre de Moraes, os vencedores do butim do campo de batatas ou, em português mais claro, do poder desenfreado entre nós. Na era dos juízes despóticos, o humanitismo de Quincas vem sendo aplicado a um país onde a “paz” é a destruição das instituições e das garantias constitucionais, e onde a guerra a pretensos “golpistas” é a conservação do establishment. Ou alguém ainda haverá de duvidar da adoção, nos últimos anos, de uma lógica beligerante por parte de togados que se vangloriaram da “derrota” ao bolsonarismo ou do “combate” a um pretenso extremismo?

A depender de seus cálculos politiqueiros, juízes eleitorais até podem vir a excluir Lula da disputa de 26. No entanto, não é crível que nossos senadores venham a tomar todas as medidas legais cabíveis contra Moraes e seus pares abusivos. Em um cenário povoado por uma massa política nada confiável, que renunciou à própria autonomia em arranjos promíscuos com togados, é possível e até provável que eventuais mudanças venham a ser engendradas a partir de conflitos entre clãs de togados em guerra pela repartição do butim. Talvez somente a partir do confronto entre interesses nada institucionais possam surgir revelações ainda mais aterradoras sobre os intestinos da nossa republiqueta, tornando inviável a manutenção de certas figuras em seus postos de mando.

Até que as “batatas” venham a ser desfrutadas pelo povo, do qual deveria emanar todo o poder, ainda teremos de acompanhar os saques de poderosos a vários campos e, mais grave ainda, a proibição às investigações sobre possíveis ilícitos incorridos na aquisição de extensos “batatais”. Até lá, nossos donos do poder seguirão protagonizando as mais grotescas folias institucionais, e nossas liberdades continuarão a perigo. Que tenhamos coragem para desnudar e enfrentar um Humanitas cada vez mais faminto e mais avesso à ética.

















publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/aos-vencedores-a-propaganda-travestida-de-carnaval/

Leia na íntegra o pronunciamento de Trump sobre o ataque ao Irã

 O presidente dos EUA disse que "o Irã é o maior patrocinador estatal do terrorismo no mundo e, recentemente, matou dezenas de milhares de seus próprios cidadãos nas ruas durante protestos'

Loriane Comeli - Revista Oeste


Logo depois do primeiro ataque ao Irã, na madrugada deste sábado, 28, lançado pelos EUA e Israel, o presidente norte-americano, Donald Trump, se pronunciou. Trump declarou que a campanha é “massiva e contínua” e disse que objetivo é impedir que o Irã obtenha armas nucleares.

O presidente norte-americano também disse sugeriu que a intenção é uma mudança de regime no Irã, hoje uma ditadura islâmica. Em um dos trechos, Trump afirma que “o Irã é o maior patrocinador estatal do terrorismo no mundo e, recentemente, matou dezenas de milhares de seus próprios cidadãos nas ruas durante protestos”. Pelo menos 30 mil manifestantes teriam sido mortos ao protestar contra o regime do aiatolá Khamenei. 

Trump também ofereceu imunidade total aos militares iranianos que depuserem as armas.

Leia o pronunciamento na íntegra Há pouco tempo, as forças armadas dos Estados Unidos iniciaram grandes operações de combate no Irã. Nosso objetivo é defender o povo americano, eliminando as ameaças iminentes do regime iraniano — um grupo perverso de pessoas muito cruéis e terríveis. Suas atividades ameaçadoras colocam em risco direto os Estados Unidos, nossas tropas, nossas bases no exterior e nossos aliados em todo o mundo. 

Durante 47 anos, o regime iraniano entoou “Morte à América” e travou uma campanha interminável de derramamento de sangue e assassinatos em massa contra os Estados Unidos, nossas tropas e pessoas inocentes em muitos, muitos países. 

Em 1983, grupos apoiados pelo Irã realizaram o atentado ao quartel dos fuzileiros navais em Beirute, que matou 241 militares americanos. Em 2000, eles sabiam e provavelmente estavam envolvidos no ataque ao USS Cole, onde muitas pessoas morreram. As forças iranianas mataram e mutilaram centenas de militares americanos no Iraque. 

Nos últimos anos, os grupos apoiados pelo regime continuaram a lançar inúmeros ataques contra as forças americanas estacionadas no Oriente Médio, bem como contra navios navais e comerciais dos EUA e portos marítimos internacionais. Tem sido um terror em massa, e não vamos mais tolerá-lo. Do Líbano ao Iêmen, da Síria ao Iraque, o regime armou, treinou e financiou milícias terroristas que semearam o mundo com sangue e violência. 

E foi o Hamas, grupo apoiado pelo Irã, que lançou os monstruosos ataques de 7 de outubro contra Israel, massacrando mais de mil pessoas inocentes, incluindo 46 americanos, e fazendo 12 cidadãos israelenses reféns. Foi brutal, algo que o mundo jamais viu. 

O Irã é o maior patrocinador estatal do terrorismo no mundo e, recentemente, matou dezenas de milhares de seus próprios cidadãos nas ruas durante protestos. 

Sempre foi política dos Estados Unidos, em particular da minha administração, que esse regime terrorista jamais poderá ter uma arma nuclear. Repito: eles jamais poderão ter uma arma nuclear. 

Por isso, na Operação Martelo da Meia-Noite, em junho passado, destruímos o programa nuclear do regime em Fordow, Natanz e Isfahan. Após aquele ataque, nós os advertimos para que nunca mais retomassem sua busca maliciosa por armas nucleares e tentamos repetidamente chegar a um acordo. 

Tentamos. Eles queriam fazer isso. Não queriam fazer isso de Queriam fazer isso. Não queriam fazer isso. 

Eles não sabiam o que estava acontecendo. Eles só queriam praticar o mal. Mas o Irã se recusou (a fazer um acordo), assim como tem feito há décadas. Eles rejeitaram todas as oportunidades de renunciar às suas ambições nucleares, e não podemos mais tolerar isso. 

Em vez disso, tentaram reconstruir seu programa nuclear e continuar desenvolvendo mísseis de longo alcance que agora podem ameaçar nossos bons amigos e aliados na Europa, nossas tropas estacionadas no exterior e que em breve poderão atingir o território americano. 

Imagine o quão ousado esse regime ficaria se tivesse, de fato, armas nucleares como meio de transmitir sua mensagem.

Por essas razões, as forças armadas dos Estados Unidos estão realizando uma operação massiva e contínua para impedir que essa ditadura radical e perversa ameace a América e nossos principais interesses de segurança nacional. 

Vamos destruir seus mísseis e arrasar sua indústria de mísseis. Ela será totalmente obliterada novamente. Vamos aniquilar a marinha deles. 

Vamos garantir que os grupos terroristas da região não possam mais desestabilizar a região ou o mundo e atacar nossas forças, e que não possam mais usar seus artefatos explosivos improvisados — ou bombas de beira de estrada, como às vezes são chamados — para ferir e matar milhares e milhares de pessoas, incluindo muitos americanos. E nós garantiremos que o Irã não obtenha uma arma nuclear. 

A mensagem é muito simples: eles jamais terão uma arma nuclear. Este regime logo aprenderá que ninguém deve desafiar a força e o poderio das Forças Armadas dos Estados Unidos. 

Durante meu primeiro mandato, construí e reconstruí nossas forças armadas, e não existe nenhuma força militar no mundo que sequer se aproxime de seu poder, força ou sofisticação. 

As vidas de heróis americanos corajosos podem ser perdidas e podemos ter baixas. Isso acontece com frequência em guerras. 

Mas estamos fazendo isso — não para agora — estamos fazendo isso para o futuro, e é uma missão nobre. 

Oramos por cada membro das Forças Armadas que, altruisticamente, arriscam suas vidas para garantir que os americanos e nossos filhos jamais sejam ameaçados por um Irã com armas nucleares. 

Pedimos a Deus que proteja todos os nossos heróis em perigo e confiamos que, com a Sua ajuda, os homens e mulheres das forças armadas prevalecerão. Temos os melhores (soldados) do mundo, e eles prevalecerão. 

Aos membros da Guarda Revolucionária Islâmica, das forças armadas e de toda a polícia, digo esta noite que vocês devem depor as armas e ter imunidade total — ou, em alternativa, enfrentar a morte certa. 

Portanto, deponham suas armas. Vocês serão tratados com justiça e receberão imunidade total, ou enfrentarão morte certa. Finalmente, ao grande e orgulhoso povo do Irã, digo esta noite que a hora da sua liberdade está próxima.

Permaneçam abrigados. 

Não saiam de casa. É muito perigoso lá fora. Bombas cairão por toda parte. Quando terminarmos, assuma o controle do seu governo. 

Ele será seu, e esta provavelmente será sua única chance por gerações. 

Durante muitos anos, vocês pediram a ajuda dos Estados Unidos, mas nunca a receberam. Nenhum presidente esteve disposto a fazer o que eu estou disposto a fazer esta noite. Agora vocês têm um presidente que está dando a vocês o que vocês querem, então vamos ver como vocês reagem.

Este é o momento de agir. Não deixe passar. Que Deus abençoe os bravos homens e mulheres das Forças Armadas americanas. Que Deus abençoe os Estados Unidos da América. Que Deus abençoe a todos vocês. 

Obrigado.  














publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2026/02/leia-na-integra-o-pronunciamento-de.html

Essa doença tem remédio?

  Percival Puggina


 Decorridos oito anos do crime, o caso Marielle Franco foi encerrado dia 25 com a condenação dos mandantes em julgamento pelo STF e deve servir de reflexão a quem tenha um pingo de juízo. Falo, aqui, de um mostruário dessas anomalias morais que mentes lesadas denominam “luta política”. Enquanto os assassinos queriam beneficiar-se da morte da vereadora por motivos patrimoniais, vigaristas da política se empenharam em tirar proveito do crime colocando Jair Bolsonaro e seu círculo de apoio   no centro das suspeitas.

Ano após ano, a morte de Marielle Franco foi explorada pelo wokismo racial, pois a vereadora era negra, pelo wokismo de gênero, pois a vereadora era homossexual, e pelo wokismo político esquerdista, pois a vereadora era filiada ao PSOL. Vigaristas são oportunistas. Marielle e seu chofer Anderson foram mortos em março do ano eleitoral de 2018. Essa infeliz coincidência sintetiza as razões para que parcela imensa do jornalismo brasileiro fosse tomada por um ânimo furioso. Era como se militantes de centro acadêmico, sem o menor polimento, ocupassem as redações. Inaugurando o que se veria nos anos seguintes, havia, nesse crime, uma narrativa a ser construída para colocar o cadáver da vereadora no colo de Jair Bolsonaro. De ilação em ilação chegaram a monitorar o condomínio onde o candidato morava e a biografia de seus vizinhos. Doutores que me leem: essa doença tem remédio?

Assim era a “vibe” dos meninos e meninas que passaram a tomar conta do jornalismo brasileiro. O que importava a eles, nesse caso, era “a causa” e a correspondente “narrativa”, ainda que ninguém esclarecesse o motivo pelo qual o acusado estaria interessado, a esse ponto, na eliminação da vereadora...

Dane-se a lógica; hoje estamos saturados de saber que a vontade política é a senhora da razão desvairada!

No caso Marielle Franco, a construção dessa narrativa e a etiquetagem adjetivando Bolsonaro como “miliciano, racista e homofóbico” foram intensas e persistentes. Suscitaram tal animosidade que, seis meses depois, o candidato foi esfaqueado em Juiz de Fora, num crime que, até hoje, não tem mandante ou mandantes identificados. O ato foi festejado como fim do script, só que não. A vítima sobreviveu para padecer reiteradas mutilações institucionais.

A vigarice não pede habeas corpus e depõe contra si mesma. Clama por políticas de desencarceramento. Diz que no Brasil se prende demais. É contra a redução da maioridade penal para 16 anos. Chorou cada bandido morto, mas não derramou uma lágrima por qualquer dos 53 policiais abatidos no Rio de Janeiro no ano passado. Afirma que “saidinha” é bom e faz bem. Pede todo rigor da lei apenas para seus adversários políticos, sendo, essa condição, o delito de seu maior repúdio. Que o digam os presos do 8 de janeiro.









publicadaemhttps://www.puggina.org/artigo/essa-doenca-tem-remedio+__18187

Lula em sua 7ª disputa eleitoral; F. Bolsonaro propõe PEC contra a reeleição

 caiocoppolla/youtube


Lula em sua 7ª disputa eleitoral; F. Bolsonaro propõe PEC contra a reeleição


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https://www.youtube.com/watch?v=zqe2xNLB_uw

Gilmar blinda Toffoli: anulou quebra de sigilo do ministro!

 deltandallagnol/youtube


Gilmar blinda Toffoli: anulou quebra de sigilo do ministro!


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https://www.youtube.com/watch?v=M6-7qbMl3T8

LULA DERRETEU: Flávio Bolsonaro assume a liderança na Atlas!

 rubinhonunes/youtube




Messias acobertou fraudes no INSS? Nome de Lula em xeque

 revistaoeste/youtube


Messias acobertou fraudes no INSS? Nome de Lula em xeque


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https://www.youtube.com/watch?v=z2oma9GhHuk




NESTA CIDADE TODOS SÃO POBRES

 FROMX


NESTA CIDADE TODOS SÃO POBRES



ISSO É ESCRAVIDÃO MODERNA

 BYGEMEOSINVESTEM/FACEBOOK


ISSO É ESCRAVIDÃO MODERNA



DESCONTROLE FISCAL

 DEP.PROFCLAUDIOBRANCHIERI/INSTAGRAM


DESCONTROLE FISCAL



O MAIOR CASO DE CORRUPÇÃO DA HISTÓRIA DO BRASIL

 PROFESSORCHRISTIAN/FACEBOOK


O MAIOR CASO DE CORRUPÇÃO DA HISTÓRIA DO BRASIL 



sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Samba e política: a louvação a Lula na Marquês de Sapucaí

   Lucas Berlanza 


E evidente que a Acadêmicos de Niterói usa o nosso dinheiro para nos ofender e militar pelo presidente petista em pleno ano eleitoral.

O enredo da Acadêmicos de Niterói para o Carnaval carioca em 2026 foi motivo de ações na justiça por propaganda eleitoral antecipada — e o que é pior: usando o dinheiro do pagador de impostos para enaltecer o atual presidente da República às vésperas do processo eleitoral. Houve quem alegasse que todas as escolas do Grupo Especial — a primeira divisão do campeonato entre as escolas de samba — receberam o mesmo aporte federal, o que lhe daria caráter de impessoalidade. Podemos apreciar a questão por dois ângulos: um mais estrutural e sistêmico, o das verbas estatais para os desfiles, e o caso específico da Niterói.

As escolas de samba do Rio de Janeiro são manifestações populares que surgiram espontaneamente na sociedade carioca dos anos 20. Suas estruturas básicas são resultado da confluência de elementos de diversas outras manifestações anteriores, como os ranchos e as grandes sociedades. A competição entre as agremiações, que atrai atenções nacionais e internacionais todos os anos, nasceu em 1932 através da iniciativa privada, fomentada pelo jornal Mundo Sportivo.

É antiga, no entanto, a vinculação do espetáculo com os recursos do Estado. Data da gestão do prefeito Pedro Ernesto, que, na época, era um aliado fiel de Getúlio Vargas antes de entrar em desgraça com o caudilho gaúcho. Em 1935, o prefeito oficializou os desfiles competitivos como parte do calendário da cidade e estabeleceu a concessão de subsídios para as escolas. É preciso lembrar que as manifestações do samba haviam sofrido severas repressões. Os sambistas enxergaram na oficialização um caminho para escapar definitivamente desses contratempos. Ao contrário do que muitas vezes se diz, foram as próprias escolas que estabeleceram, à época, uma regra, que não mais existe, de abordar exclusivamente temas nacionais, tornando-se simpáticas à atmosfera vigente de ascensão do nacionalismo. O patrocínio passou a ser dividido entre a prefeitura e a imprensa.

O espetáculo atravessou muitas fases de lá para cá. Especialmente nos anos 70, a aproximação com o jogo do bicho, em busca de diversificar seus investimentos, demarcar território e “limpar” sua imagem junto às comunidades, estimulou a verticalização dos carros alegóricos e o aumento da opulência. O desfile ficou crescentemente mais caro. A partir de determinado momento, com relativa redução do investimento dos bicheiros depois de operações policiais, os aportes estatais aumentaram substancialmente. Hoje, as escolas de samba, especialmente as da divisão de elite, dispõem de verbas de todas as esferas do Estado (nacional, estadual e municipal), aportes das emissoras de televisão, eventuais patrocinadores (que, infelizmente, incluem, além dos bicheiros, também, em alguns casos, a milícia e o tráfico de drogas) e a renda com produtos, venda de ingressos, atividades nas quadras e shows.

Como folião e sambista, sinto-me confortável em dizer que esse modelo de dependência estatal deveria ser fundamentalmente revisto. O espetáculo e as agremiações deveriam perseguir a sustentabilidade financeira, o que não seria nada impossível diante da representatividade e do impacto da festa. Tal autonomia poderia fornecer ainda, de um lado, o incentivo a um modelo de gestão mais transparente, que teria maior tendência a reduzir ou afastar a influência da contravenção e do crime e trazer maior previsibilidade para a organização e preparação dos cortejos, sujeitos hoje a atrasos de repasses governamentais, e, de outro, um ganho de reputação — afinal, enquanto recursos do pagador de impostos forem utilizados, mesmo daqueles que não gostam de Carnaval e têm o direito de não gostar, as críticas constantes que uma parcela da sociedade endereça às escolas de samba terão maior legitimidade. Infelizmente, muitos interesses ainda impedem que essa transformação aconteça.

O que a Acadêmicos de Niterói está fazendo, porém, é muito particular. Apesar de as escolas de samba terem sempre repercutido o universo social e político em alguma medida — desde os enredos em sintonia com as demandas nacionalistas dos anos Vargas e no período populista, passando por enredos de críticas sociais típicos de agremiações como São Clemente e Caprichosos de Pilares e temas de apoio aos governos militares (como “O Grande Decênio” da Beija-Flor em 1975, exaltando os feitos dos primeiros dez anos de regime) até alguns temas alinhados às teses identitárias da esquerda contemporânea —, a estreante no Grupo Especial está se preparando para fazer uma louvação ao presidente da República a meses de um pleito em que ele pretende usar toda a máquina à sua disposição para atingir o intento de permanecer no Planalto. Isso nunca se viu.

 

O CNPJ da agremiação foi fundado em 2018. Em 2022, a antiga Acadêmicos do Sossego, escola tradicional fundada em 1969, anunciou que deixaria de desfilar no Rio e cedeu sua vaga na Série Ouro (segunda divisão) para a Niterói. Toda a equipe da Sossego foi mantida. O acontecimento gerou grande polêmica na época mesmo entre os sambistas, suscitando suspeitas de uma reedição do “golpe do CNPJ” para afastar o fantasma de dívidas antigas. Até hoje, os fatos não foram devidamente esclarecidos.

Niterói conquistou o título da Série Ouro em 2025 abordando a história das festas juninas, o que lhe garantiu a vaga inédita na elite. Além de novata, ela é politicamente rival das escolas da liga principal. Sem grande ambição de ser competitiva, Niterói prefere usar o Carnaval de 2026 para atrair mídia, apoio e verba. Anunciou em 9 de julho do ano passado que seu enredo abordaria momentos marcantes da vida do primeiro operário sem diploma a chegar à Presidência do Brasil. Com certeza, pesou a favor da iniciativa o fato de que o presidente de honra da agremiação, Anderson Pipico, é vereador petista.

A sinopse defende que Lula combateu a fome e promoveu a distribuição de renda e acusa a “elite” (quem não gosta do larápio) de ter nojo desse sucesso. O samba diz que “o amor venceu o medo”, canta “olê, olê, olê, olá, Lula, Lula”, elogia a postura de Lula contra Trump neste mandato (“sem temer tarifas e sanções, assim que se firma a soberania”), divulga o número treze do PT, e o mais patético: clama “sem mitos falsos, sem anistia”, claramente afrontando os presos políticos do 8 de janeiro. Foi divulgado ainda que Jair Bolsonaro será retratado no desfile como um palhaço cercado de jacarés. O que ataques gratuitos ao governo Bolsonaro têm a ver com o enredo sobre Lula?

Resta evidente que, em um gesto concebido propositadamente para “causar”, a Niterói usa o nosso dinheiro para nos ofender e militar pelo presidente Lula em pleno ano eleitoral. Infelizmente, por mais meritória que seja a reclamação e mesmo que tenhamos a improvável felicidade de ver a “justiça” brasileira acolher a voz do bom senso e impor alguma sanção, a escola já atingiu seu principal objetivo. Já “causou”.

*Artigo publicado originalmente na Revista Oeste.









publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/samba-e-politica-a-louvacao-a-lula-na-marques-de-sapucai/

O APETITE INSACIÁVEL DA DUPLA IMPOSTORA

 gilbertosimõespires/pontocritico


DUPLA IMPOSTORA

Conforme alertei na semana passada, a DUPLA LULA/TAXXAD voltou da ÍNDIA com APETITE TRIBUTÁRIO MUITO ACIMA DAS EXPECTATIVAS. Depois de emitir duras e sistemáticas críticas ao presidente dos EUA, Donald Trump, por conta do TARIFAÇO de 50% que atingiu inúmeros produtos que o Brasil exporta, -ou exportava- para aquele país, ontem, 25, a -DUPLA IMPOSTORA- fez o que mais sabe e gosta, ou seja decidiu -AUMENTAR O IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO SOBRE 1.252 PRODUTOS, ENTRE ELES CELULARES, TELEVISORES, COMPUTADORES E EQUIPAMENTOS USADOS EM DATA CENTERS, COMO CPUs. Que tal? 

DECISÃO HOMÉRICA

Se levarmos em boa e correta conta que, hoje, -QUATRO EM CADA DEZ ADULTOS (algo como 73,5 MILHÕES DE BRASILEIROS) ESTÃO INADIMPLENTES, segundo a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, a DECISÃO HOMÉRICA DOS IMPOSTORES tem por princípio, meio e fim -SEPULTAR O DESEJO DE CONSUMO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS-. 

DECISÃO HOMÉRICA

Se levarmos em boa e correta conta que, hoje, -QUATRO EM CADA DEZ ADULTOS (algo como 73,5 MILHÕES DE BRASILEIROS) ESTÃO INADIMPLENTES, segundo a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, a DECISÃO HOMÉRICA DOS IMPOSTORES tem por princípio, meio e fim -SEPULTAR O DESEJO DE CONSUMO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS-. 

PROTEÇÃO???

Entusiasmado com a sua ENORME ESTUPIDEZ, o IMPOSTOR TAXXAD afirmou que a POLÍTICA BUSCA PROTEGER A INDÚSTRIA NACIONAL DIANTE DO QUE CLASSIFICOU COMO PRÁTICAS DE -COMÉRCIO DESLEAL-. Enquanto a DUPLA IMPOSTORA CRIA E DESENVOLVE MECANISMOS QUE IMPEDEM OU DIFICULTAM A EXISTÊNCIA DA SAUDÁVEL CONCORRÊNCIA, A CORRUPÇÃO, AS DESPESAS PÚBLICAS E A DÍVIDA PÚBLICA CRESCEM EM -MODO SEM PARAR-. PARA QUEM NÃO SABE, O ESTOQUE DA -DÍVIDA PÚBLICA FEDERAL- ENCERROU JANEIRO EM R$ 8,641 TRILHÕES, representando um AUMENTO DE R$ 6,03 BILHÕES EM RELAÇÃO A DEZEMBRO (R$ 8,635 TRILHÕES). 














publicadaemhttps://www.pontocritico.com/artigo/o-apetite-insaciavel-da-dupla-impostora



Messias, capacho de Dilma, mandou AGU suspender ações sobre descontos ilegais no INSS

  Indicado ao STF, o advogado-geral da União determinou estratégia para afastar responsabilidade da autarquia

Isabela Jordão - Revista Oeste

O advogado-geral da União, Jorge Messias, determinou, em 2023, que advogados públicos que atuavam em ações sobre descontos associativos em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) passassem a trabalhar pela suspensão desses processos. 

Na gestão de Messias, a Advocacia-Geral da União (AGU) também orientou seus integrantes a buscarem afastar a responsabilidade direta do INSS pelos prejuízos causados a beneficiários. Quando a autarquia figurasse no polo passivo das ações, a diretriz era atuar para que eventual condenação fosse, no máximo, subsidiária.

Messias foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal (STF) em outubro, com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso. Para assumir o cargo, precisa ser sabatinado e aprovado pelo Senado. Ainda não há data para a sabatina

À época das orientações, já havia indícios de um esquema sistêmico de fraudes em descontos associativos de aposentados e pensionistas. As vítimas não são mencionadas nas diretrizes internas da AGU. 

As determinações constam em dois documentos enviados aos advogados públicos: a OI (Orientação Interna) nº 6/2023, publicada no sistema Sapiens no início do atual governo, e o PGF Comunica nº sistema Sapiens no início do atual governo, e o PGF Comunica nº 26/02/2026, 17:42 Messias mandou AGU suspender ações sobre descontos no INSS https://revistaoeste.com/politica/messias-mandou-agu-suspender-acoes-sobre-descontos-ilegais-no-inss/ 3/15 59/2023, que reforçou as mesmas estratégias. As informações são do portal Poder360. 

Os textos estabeleciam que, diante de ações sobre descontos indevidos, os procuradores federais deveriam pedir a suspensão dos processos e afastar a responsabilidade do INSS. O argumento era a inexistência de decisão da Turma Nacional de Uniformização (TNU), responsável por uniformizar a interpretação nos juizados especiais federais. 

Na prática, não há prazo para que essas uniformizações sejam concluídas, o que pode manter processos suspensos por anos. A AGU sustentava que, enquanto a TNU não definisse o tipo de responsabilização, deveria prevalecer entendimento semelhante ao fixado no Tema n° 183. O texto estabelece que a responsabilidade do INSS em casos de empréstimos consignados fraudulentos não é automática e depende da comprovação de falha na prestação do serviço. As orientações previam pedido principal para afastar a responsabilidade do INSS em descontos associativos fraudulentos e pedido sucessivo para que eventual condenação fosse subsidiária. Também indicavam teses a serem seguidas e ofereciam modelos de manifestação. Entre elas: Tese n° 008 (prescrição trienal), Tese n° 013 (ilegitimidade passiva do INSS) e Tese n° 014 (defesa de mérito). 26/02/2026, 17:42 


Os efeitos apareceram nas estatísticas. Em 2022, antes das orientações, das 2.859 sentenças sobre descontos indevidos, 35,8% foram favoráveis à AGU e 64,2%, contrárias. Em 2023, o índice favorável subiu para 43% (56,7% desfavoráveis). Em 2024, houve inversão: 50,2% das decisões passaram a ser favoráveis à União, contra 49,8% contrárias — último ano com dados completos. Diretrizes de Messias foram derrubadas pela Operação Sem Desconto As diretrizes vigoraram até a Operação Sem Desconto, deflagrada em 23 de abril de 2025 pela Polícia Federal e pela Controladoria-Geral 26/02/2026, 17:42

Depois da operação, Messias alterou as orientações e passou a limitar os pedidos de suspensão a 120 dias. Em resposta ao RIC n° 1826/2025, apresentado pela deputada Adriana Ventura (Novo-SP), integrante da CPMI do INSS, a AGU informou que, nas ações individuais sobre descontos indevidos, deveria ser requerida a suspensão da tramitação por até 120 dias. 

Com a mudança, a AGU excluiu do sistema Sapiens todas as teses, os modelos e as diretrizes anteriores sobre o tema, vigentes desde o início do governo até a deflagração da operação. Cinco advogados públicos consultados sob anonimato pelo Poder360 afirmaram que os documentos foram retirados da plataforma. 

A AGU confirmou a exclusão, alegando que orientações superadas são desabilitadas para evitar uso de conteúdo desatualizado.

A deputada solicitou acesso à íntegra de todas as orientações e os documentos produzidos pela AGU sobre descontos indevidos e crédito consignado nos últimos dez anos. A resposta enviada em 23 de julho, porém, não incluiu cópias das Orientações Internas, do PGF Comunica nem das teses internas posteriormente retiradas do sistema. 

Questionada, a AGU negou omissão e afirmou que os documentos foram encaminhados por e-mail à Primeira Secretaria da Câmara. A versão é contestada pela deputada e pelo primeiro-secretário da Casa, Carlos Veras, responsável pelo recebimento formal das respostas aos requerimentos. 

“Tudo o que recebemos foi integralmente publicado no sistema”, declarou Veras. Já Adriana Ventura criticou a falta de esclarecimentos ao Congresso: “A AGU mudou sua atuação nos processos envolvendo o INSS e não explicou quais critérios está adotando. Fica a dúvida: está defendendo a sociedade e o patrimônio público ou tentando blindar o governo?”

Isabela Jordão - Revista Oeste












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