Alex Pipkin, PhD
Uma das coisas mais interessantes para se ler e aprender, e que conta com farta literatura, Ă© Psicologia e comportamento humano.
O que diferencia os seres humanos dos animais Ă© a capacidade humana da racionalidade.
Contudo, muita gente tĂȘm estudado e mostrado que os indivĂduos, de modo sistemĂĄtico, adotam padrĂ”es de pensamento que os tornam previsivelmente irracionais.
NĂŁo hĂĄ momento tĂŁo propĂcio como o presente para constatar que as pessoas buscam fazer conexĂ”es entre fantasias e impossibilidades e a vida real mesmo quando isso nĂŁo Ă© racional.
Quando os indivĂduos desejam o impossĂvel, eles vestem antolhos para a realidade.
Sonhar, adotar um otimismo exacerbado, ser inspirado pela “intelectualidade” e embasar seus pensamentos e crenças nas artes, na mĂșsica, enfim, tudo isso aparenta muito bom, moderno e altruĂsta.
Não imagino, porém, que seja prudente descolar os pés do chão duro da realidade, com a manutenção da mente coladinha a essa. A realidade lida com como as coisas são, de fato, não como as coisas deveriam ser.
Mas não adianta, o sentimentalismo bondoso estå, definitivamente, entre nós. E com o pensamento mågico reinando, potencializa-se na mente das pessoas a crença de que desejos e utopias possam influenciar na realidade vivida. Justamente por isso se agarram aos salvadores da påtria, aos intelectuais que arrotam platitudes sobre tudo, aos especialistas em nada, além de rotundos embusteiros.
O progenitor da irrealidade e de sonhos, Karl Marx, por exemplo, enxergava o lucro como a fonte de exploração dos trabalhadores, quando, genuinamente, é o lucro que faz gerar mais empregos, produtividade, inovaçÔes, e a satisfação das necessidades e desejos dos consumidores.
A era é do extremo bom-mocismo e da sinalização de pseudovirtudes. Claro, todos tem que parecer bondosos!
E por mais paradoxal que possa ser, a ignorĂąncia econĂŽmica e em uma sĂ©rie de outras ĂĄreas sempre quer se esconder, por meio de princĂpios ideolĂłgicos pĂfios, em especial, em nome da “moralidade”.
Tendo em vista os Ășltimos - horripilantes - acontecimentos com o “pai dos pobres”, fico me indagando como alguĂ©m ainda pode acreditar nesse sujeito, comedor de “s”, com formação e especialização em atividades pĂșblico-privadas ilĂcitas, um bravateiro enganador ao mĂĄximo.
Como se pode crer num sujeito que sĂł arrota comprovadas asneiras?
Como se pode crer num sujeito que fala em “amor”, porĂ©m, quer destruir todos aqueles que, com provas cabais, o fizeram dormir no xadrez?
Como se pode crer num sujeito que, alĂ©m do tradicional pensamento mĂĄgico, ideologicamente interesseiro, encontra-se em completo desequilĂbrio psicolĂłgico? Ele sempre mentiu pelos cotovelos, mas agora, como presidente, tem mentido ainda mais, e utilizado desses embustes para falar sobre economia e outras temĂĄticas sĂ©rias que desconhece. Nada, absolutamente nada, tem correspondĂȘncia com os fatos.
Esse sujeito pĂłs-graduado em “atividades nĂŁo-republicanas”, faz espumar entre seus lĂĄbios, sentimentos de Ăłdio, rancor e atĂ© mesmo de inveja.
Nada de novo no Reino da Republiqueta das Bananas, ele nĂŁo sabe de nada, mesmo!
PossuĂdo de uma alma mĂĄ, seu grande projeto de governo do “amor” Ă© a vingança. O Ăłdio Ă© a vingança do covarde e do pervertido psicologicamente.
O ex-presidiårio sempre foi 100% emoção, zero de racionalidade. Que låstima!
Mas nĂŁo hĂĄ nada que nĂŁo possa ficar pior!
Apesar de tudo isso, de fatos que saltam aos olhos de todos, seus fiĂ©is sectĂĄrios persistem em acreditar e dobrar a aposta no “competente” bravateiro LuĂs InĂĄcio.
Pois tudo isso Ă© presumivelmente irracional.
Triste, mas a crença na realização de desejos impossĂveis em terras tupiniquins nĂŁo tem data para acabar.
publicadaemhttps://www.puggina.org/outros-autores-artigo/presumivelmente-irracionais__17961





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